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  • 1. PREFEITURA MUNICIPAL DE VINHEDOESTADO DE SÃO PAULOSECRETARIA DE EDUCAÇÃOPRÓ-LETRAMENTO: PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADADE PROFESSORES DOS ANOS/SÉRIES INICIAIS DO ENSINOFUNDAMENTALMATEMÁTICAPROFESSORA TUTORA: MARIA SILVIA LEITE ZAMPIERImariasilviazampieri@yahoo.com.brTAREFAS INDIVIDUAISCURSISTAS :DULCINÉIA SERVELIN PEREIRAANO/SÉRIE : 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL ITEMA : MATEMÁTICA E LITERATURA INFANTILFASCÍCULO 2: NÚMEROS E OPERAÇÕESATIVIDADE DO 5º ENCONTRO (Anexo I) :“ A BOTA DE MUITAS LÉGUAS”HISTÓRICO:A professora Dulcinéia relatou:No início da atividade “A bota de muitas léguas” ,explorei um conto que é o gênero literárioespecificado pelo conteúdo de Língua Portuguesapara ser desenvolvido no ano/série em curso.O conto escolhido foi O GATO DE BOTAS.Associei o conto com a brincadeira para enriquecero conteúdo, além de proporcionar maiores
  • 2. conhecimentos na realização das atividades e naavaliação diagnóstica de língua portuguesa.EIS O CONTO :O Gato de BotasAdaptado do conto de Charles PerraultUm moleiro, que tinha três filhos, repartindo à hora da morteseus únicos bens, deu ao primogênito o moinho; ao segundo, o seuburro; e ao mais moço apenas um gato. Este último ficou muitodescontente com a parte que lhe coube da herança, mas o gato lhedisse:— Meu querido amo, compra-me um par de botas e um saco e,em breve, te provarei que sou de mais utilidade que um moinho ouum asno.Assim, pois, o rapaz converteu todo o dinheiroque possuía num lindo par de botas e num sacopara o seu gatinho. Este calçou asbotas e, pondo o saco às costas, encaminhou-se para um sítio onde havia uma coelheira.Quando ali chegou, abriu o saco, meteu-lheuma porção de farelo miúdo e deitou-se nochão fingindo-se morto.Excitado pelo cheiro do farelo, o coelho saiu de seu esconderijoe dirigiu-se para o saco. O gato apanhou-o logo e levou-o ao rei,dizendo-lhe:— Senhor, o nobre marquês de Carabás mandou que lheentregasse este coelho. Guisado com cebolinhas será um pratodelicioso.— Coelho?! — exclamou o rei. — Que bom! Gostomuito de coelho, mas o meu cozinheiro não consegue nunca apanharnenhum. Dize ao teu amo que eu lhe mando os meus mais sincerosagradecimentos.No dia seguinte, o gatinho apanhou duas perdizes e levou-as ao
  • 3. rei como presente do marquês de Carabás. O rei ficou tão contenteque mandou logo preparar a sua carruagem e, acompanhado pelaprincesa, sua filha, dirigiu-se para a casa do nobre súdito quelhe tinha enviado tão preciosas lembranças.O gato foi logo ter com o amo:— Vem já comigo, que te vou indicar um lugar, no rio, ondepoderás tomar um bom banho.O gato conduziu-o a um ponto por onde devia passar a carruagemreal, disse-lhe que se despisse, que escondesse a roupa debaixo deuma pedra e se lançasse à água. Acabava o moço de desaparecer norio quando chegaram o rei e a princesa.— Socorro! Socorro! — gritou o bichano.— Que aconteceu? — perguntou o rei.— Os ladrões roubaram a roupa do nobre marquês de Carabás!— disse o gato. — Meu amo está dentro da água esentirá câimbras.O rei mandou imediatamente uns servos ao palácio; voltaram daí apouco com um magnífico vestuário feito para o próprio rei, quandojovem.O dono do gato vestiu-o e ficou tão bonito que a princesa, assimque o viu, dele se enamorou. O rei também ficou encantado emurmurou:— Eu era exatamente assim, nos meus tempos de moço.O gato estava radiante com o êxito do seu plano; e, correndo àfrente da carruagem, chegou a uns campos e disse aos lavradores:— O rei está chegando; se não lhes disserem que todos estescampos pertencem ao marquês de Carabás, faço-os triturar comocarne para almôndegas.De forma que, quando o rei perguntou de quem eram aquelas searas,os lavradores responderam-lhe:— Do muito nobre marquês de Carabás.— Com a breca! — disse o rei ao filho mais novo domoleiro. — Que lindas propriedades tens tu!O moço sorriu perturbado, e o rei murmurou ao ouvido da filha:— Eu também era assim, nos meus tempos de moço.Mais adiante, o gato encontrou uns camponeses ceifando trigo elhes fez a mesma ameaça:— Se não disserem que todo este trigo pertence ao marquêsde Carabás, faço picadinho de vocês.Assim, quando chegou a carruagem real e o rei perguntou de quemera todo aquele trigo, responderam:— Do mui nobre marquês de Carabás.O rei ficou muito entusiasmado e disse ao moço:— Ó marquês! Tens muitas propriedades!O gato continuava a correr à frente da carruagem; atravessando umespesso bosque, chegou à porta de um magnífico palácio, no qualvivia um ogro que era o verdadeiro dono dos campos semeados. Ogatinho bateu à porta e disse ao ogro que a abriu:
  • 4. — Meu querido ogro, tenho ouvido por aí umas histórias ateu respeito. Dize-me lá: é certo que te podes transformar no quequiseres?— Certíssimo — respondeu o ogro, e transformou-se numleão.— Isso não vale nada — disse o gatinho. - Qualquer umpode inchar e aparecer maior do que realmente é. Toda a arte estáem se tornar menor. Poderias, por exemplo, transformar-te em rato?— É fácil — respondeu o ogro, e transformou-se numrato.O gatinho deitou-lhe logo as unhas, comeu-o e desceu logo a abrira porta, pois naquele momento chegava a carruagem real. E disse:— Bem vindo seja, senhor, ao palácio do marquês de Carabás.— Olá! — disse o rei — que formoso palácio tenstu! Peço-te a fineza de ajudar a princesa a descer da carruagem.O rapaz, timidamente, ofereceu o braço à princesa e o reimurmurou-lhe ao ouvido:— Eu também era assim tímido, nos meus tempos de moço.Entretanto, o gatinho meteu-se na cozinha e mandou preparar umesplêndido almoço, pondo na mesa os melhores vinhos que havia naadega; e quando o rei, a princesa e o amo entraram na sala dejantar e se sentaram à mesa, tudo estava pronto.Depois do magnífico almoço, o rei voltou-se para o rapaz edisse-lhe:— Jovem, és tão tímido como eu era nos meus tempos de moço.Mas percebo que gostas muito da princesa, assim como ela gosta deti. Por que não a pedes em casamento?Então, o moço pediu a mão da princesa, e o casamento foicelebrado com a maior pompa. O gato assistiu, calçando um novo parde botas com cordões encarnados e bordados a ouro e preciososdiamantes.E daí em diante, passaram a viver muito felizes. E se o gato àsvezes ainda se metia a correr atrás dos ratos, era apenas pordivertimento; porque absolutamente não mais precisava de ratospara matar a fome...www.educacional.com.br/projetos/.../contosdefadas/gatodebotas.html
  • 5. DESENVOLVIMENTO DA TAREFA: Depois de terrealizado a leitura de fruição, fizemos a interpretaçãooral e coletiva do conto, enfatizando meu objetivo “As Botas do Gato”, destacando-as nas perguntasrealizadas.Perguntas: O que o gato calçava? Elas ajudaram o gato a correr atrás dasperdizes? Por quê? Vocês gostariam de ter uma bota assim?Então, chamei a atenção dos alunos para umabrincadeira e combinamos de realizá-la na próximaaula:” “A bota de muitas léguas”.Na aula seguinte levei um par de botas, cinto echapéu, mas alguns alunos como ficaram ansiososjávieram calçados com botas.Combinamos que, para a brincadeira, serianecessário construir uma reta com números ( retanumérica) e todos participaram da construção, vejaas fotos:
  • 6. Também construímos a máscara do gato debotas:
  • 7. Enfim, começamos a brincadeira.Contemplei a TI 7.Expliquei como iria ser abrincadeira, dividi os alunos em duas equipes;EQUIPE-GATOS (as)e EQUIPE BOTASCom a ajuda dos cartões, os alunos sorteavam onúmero dos pulos e em seguida do comprimentodo pulo , caracterizados como gatos de botas ( estacaracterização ficou opcional).Os pontos obtidos pelas equipes foram registradosna lousa.OBJETIVOS ALCANÇADOS COM A TI 7 :Avanços na adição, na apropriação da ideia demultiplicação, de sequência numérica, doconhecimento denúmeros maiores e menores e nadiferença entre valores numéricos.TI - 8Para desenvolver aTI-8 , combinamos uma novaestratégia para a brincadeira. Escolhi um númeromúltiplo por 2, 3, 4, etc e os alunos tinham quedescobrir de quanto seriam os pulos.Eles ficaram motivados e toda a equipe colocava-seem colaboração para ajudar o amigo nas respostas.Esta atividade também foi realizada na retanumérica demarcada no chão da sala.
  • 8. TI -9 e TI -10Em uma outra aula de matemática ,realizamos ospulos de retorno, mas achei que eles nãoentenderam bem e não gostaram de brincar destaforma, contemplei, assim, a TI-9 e a TI-10, mas osresultados não foram satisfatórios pois os alunosnão sentiram-se motivados, preferindo brincar com areta numérica da maneira inicial.Veja, a seguir, fotos da realização das atividades:Aluno caracterizado como o gato de botas.
  • 9. Aluna caminhando sobre a reta numerada.Alunos da sala de aula da professora Dulcinéia.
  • 10. O sorteio dos cartões para a atividade da “Bota de muitasléguas”Aluna cumprindo a tarefa dos saltos após o sorteio dos cartões.
  • 11. Aluno caracterizado pousa para foto.OS REGISTROS:Os alunos realizaram atividades em matrizespara registrar as aprendizagens.Também levaram a lição de casa, a correção nodia seguinte demonstrou aquisição deconhecimentos.REFLEXÃO FINAL DA PROFESSORADULCINÉIA:“Um professor bem sucedido, não éaquele que somente impõe regras na sala deaula, mas aquele que as administra comamor dedicação, sabedoria e criatividade.”
  • 12. Vinhedo, 1º de junhode 2013.MARIA SILVIA LEITE ZAMPIERITutora de matemáticaPROGRAMA PRÓ-LETRAMENTO MATEMÁTICA
  • 13. ANEXO ISeção 3: Sugestões de Atividades1• A Bota de Muitas LéguasMaterial necessário:Folha com várias retas numéricas e dois conjuntos de cartõesnumerados (inicialmente use apenas números de 1 a 5 – emum segundo momento, acrescente valores maiores).Proponha (ou explore um conto):- “Vamos, agora, brincar com uma bota mágica.”- “É uma bota imaginária que dá pulos do comprimento quequisermos”.Peça a um aluno que sorteie um cartão numerado. Este primeironúmero sorteado indica o número de pulos que a “bota”dará.Peça a outro aluno que sorteie um cartão numerado. Este segundonúmero sorteado indica o comprimento de cada pulo.Inicialmente, desenhe uma “reta” graduada no chão (ou use uma faixa de papel graduada). Umterceiro aluno, brincando de ter calçado a bota, dará os pulos sobre a “reta”, e a turma verificaráo número no qual ele parou.Você pode dividir a turma em duas equipes e propor que disputem quem calçou a bota quelevou mais longe.Por exemplo:○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○Neste exemplo, ganha a equipe B, cujo representante, partindo do zero chegou ao 8, um númeromaior do que 6, que corresponde ao valor atingido pela equipe A partindo do zero.Aplique uma atividade como esta em sua turma e faça um pequeno relatodos resultados.TI 7página17• Usando a reta numérica e a Bota de Muitas Léguasa) Primeiro tipo de atividadeDistribua as folhas com as retas numéricas para que os alunos representem os pulos da “bota”utilizando flechas e depois verifiquem em que número a “bota” chegou. (Uma folha podeconter várias retas numéricas, uma para cada jogada).Peça aos alunos que façam o sorteio de dois cartões (ver atividade anterior) e digam para aturmao número de pulos (1o sorteio) e o comprimento do pulo (2o sorteio).Espere que todos os alunos representem a multiplicação em uma das retas numéricas de suasfolhas e comente com eles os resultados, antes da próxima jogada.Nas primeiras jogadas, desenhe no quadro-de-giz alguns movimentos da “bota” para orientarseus alunos. Por exemplo, se o primeiro cartão sorteado for 2 (quantidade de pulos) e o segundofor 3 (tamanho do pulo), represente e oriente seus alunos a perceberem que: “As flechas dizem
  • 14. que duas vezes três é igual a seis”.Você pode aumentar o conjunto de cartões,para introduzir outros fatos básicos,lembrando que as retas devem sernumeradas com todos os resultadospossíveis.Por exemplo, se você utilizar cartõesnumerados até 9, a reta deve ser numeradado zero até 81.Aplique uma atividade como esta em sua turma. Descreva a atividade quevocê aplicou e faça um pequeno relato dos resultados.TI 8b) Segundo tipo de atividadeCombine com seus alunos uma nova estratégia para o jogo.Agora, um aluno vai sortear um número, que indicará o comprimento do pulo que a “bota demuitas léguas” pode dar, e você (professora ou professor) dirá um número da reta (múltiplo donúmero sorteado) onde a “bota” está parada esperando para voltar ao zero (ponto de partida). Ojogo é descobrir quantos pulos a “bota” precisa dar.Por exemplo: Um aluno sorteia o número 5 e todos anotam o comprimento do pulo: 5. Entãovocê informa à turma que a “bota” está esperando para voltar, por exemplo, no número 20 (queé múltiplo de 5). Os alunos circundam o número 20 na reta e representam os movimentos, agoraem sentido contrário.página18Aplique uma atividade como esta em sua turma. Descreva a atividade quevocê aplicou e faça um pequeno relato dos resultados.TI 9Quando as crianças já souberem encontrar, sem erro, o número de pulos (de um comprimentosorteado) necessários para voltar do ponto que você escolher, poderão passar para um novodesafio,
  • 15. como o da atividade que apresentaremos a seguir:c) Terceiro tipo de atividadeDesenhe no quadro-de-giz uma das situações representadas na atividade anterior e diga aosalunosque, agora, flechas em sentido contrário dizem:- “No comprimento 6 há 2 pulos de comprimento 3”.Faça outros exemplos e depois repita esta atividade, acrescentando um registro abaixo de cadareta.Por exemplo:Comprimento do pulo: 2 (número sorteado) - Número de pulos: 5No comprimento 10 “cabem” 5 pulos de comprimento 2. Aos poucos, você poderá irsubstituindoesta frase pelos símbolos matemáticos convenientes, 10 ÷ 2 = 5 ou 10 ÷ 5 = 2.TI 10Aplique uma atividade como esta em sua turma. Descreva a atividade quevocê aplicou e faça um pequeno relato dos resultados.1.PRÓ-LETRAMENTO, Programa de formação continuada para professores dosanos/séries iniciais do Ensino Fundamental. GUIA DE MATEMÁTICA. Fascículo 2,páginas 16 a 18.MEC/SEB.Brasília.2007.

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