Portfólio Fase 12
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    Portfólio Fase 12 Portfólio Fase 12 Document Transcript

    • PREFEITURA MUNICIPAL DE VINHEDO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE EDUCAÇÃOPRÓ-LETRAMENTO : PROGRAMA DE FORMAÇÃOCONTINUADA DE PROFESSORES DOS ANOS/SÉRIES INICIAISDO ENSINO FUNDAMENTAL MATEMÁTICAPROFESSORA TUTORA: MARIA SILVIA LEITE ZAMPIERImariasilviazampieri@yahoo.com.br PORTFÓLIO FASE 12Período: 02a 30 de agosto de 2012Fascículo 7: Resolver problemas : o lado lúdico da MatemáticaFascículo 8: Avaliação da aprendizagem em Matemática nos anos iniciaisProfessora Tutora: MARIA SILVIA LEITE ZAMPIERILocal: Espaço do Saber – Vinhedo – SP-SUMÁRIOPautas dos encontros página- 18º encontro ............................................................................................ 2- 19º encontro ............................................................................................ 4- 20º encontro.............................................................................................5- 21º encontro.............................................................................................6Relatos de memória sobre o fascículo 7................................................. 7Nossas conclusões sobre as avaliações escolares :fascículo 8 ................8Fotos deatividades dos fascículos 7 e 8 ................................................9Relatório da tutora sobre os fascículos 7 e 8 .........................................13 1
    • pauta 18º ENCONTRO 02/AGOSTO/2012 “ (...) Ensinar a resolver problemas é uma tarefa mais difícil do que ensinar conceitos, habilidades e algoritmos matemáticos. Não é um mecanismo direto de ensino, mas uma variedade de processos de pensamento que precisam ser cuidadosamente desenvolvidos pelo aluno com o apoio e incentivo do professor.” Profª MARIA LUCIA BENTORIM DE QUIEROZ LEM / IMECC /UNICAMP (formação de tutores/2012) I) INTRODUÇÃO: Leitura do relato do encontro anterior pela cursista responsável. Devolutiva da(s) tarefa(s) do(s) encontro(s) anterior(es). Portfólio do fascículo 6 : T1,T2,T3 e T4. II) INÍCIO DOS ESTUDOS DO FASCÍCULO 7 : Uma proposta para a elaboração de um problema. III) O PROCESSO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS IV) PROBLEMAS OU EXERCÍCIOS ? V) OS DIVERSOS TIPOS DE PROBLEMAS VI) OS PROCESSOS DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS VII) A AVALIAÇÃO DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS VIII) Referências Bibliográficas: DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de Problemas/ Luiz Roberto Dante. SãoPaulo, Ática, 1989.WALLE,John A. Van Del . Matemática no ensino fundamental.Formação de professorese aplicação em sala de aula.Ed. Artmed.RS.2001. 2
    • ANEXO IHISTÓRIAS VIRTUAIS 1e 2CHAPEUZINHO LILÁS“Chapeuzinho adorava estudar e tinha uma grande admiração pela matemática. No caminhoentre a casa e a escola sempre ficava encantada com todas as formas que encontrava ao seuredor, gostava de observar as formas geométricas. Certo dia recebeu uma tarefa de suaprofessora, que era procurar de que maneira a matemática está presente em seu cotidiano.Chapeuzinho, a partir de suas observações teve a brilhante ideia de construir sólidosgeométricos que se assemelhassem as formas que via todos os dias. Depois de prontos,colocou-os dentro de sua bolsa e foi a caminho da escola. Admirada com as flores encontradasno caminho, resolveu sentar embaixo de uma árvore para apreciá-las, mas acabou cochilando.O lobo, muito esperto, aproveitou a oportunidade para espiar o trabalho da Chapeuzinho epercebeu que o que ela havia feito era muito melhor que o trabalho dele, resolveu então trocara sua bolsa com a da Chapeuzinho, pois ele havia feito somente figuras planas. Minutos depoisChapeuzinho, ao abrir a bolsa, teve uma surpresa: seu trabalho estava todo desmontado e elasó tinha agora diversas peças de figuras planas de diferentes formas e tamanhos. Ela ficouapavorada! Não sabia por onde começar a reorganizar seu material. O que teria acontecido?Estavam tão bonitos quando ela sentou no parque. Mas não tinha tempo para se preocupar comisso, pois estava com pressa para chegar à escola. Como Chapeuzinho precisa apresentar seutrabalho para a professora ainda naquele dia, resolveu montar pelo menos uma das peças querepresenta uma caixa com todas as faces iguais – um cubo, e assim mostrar um exemplo decomo fez seu trabalho original... “1. A história virtual é, portanto,uma situação-problema que poderia ser vivida pela humanidadeem algum momento. Por isso, ela é virtual: é como se fosse asituação real (MOURA,1998, p. 14).2.História virtual do conceito são situações-problema colocadas por personagensde histórias infantis, lendas ou da própria história da matemática comodesencadeadoras do pensamento da criança de forma a envolvê-la na construçãoda solução do problema que faz parte do conteúdo da história. (MOURA,1996 a,p. 20).Segundo Moura (1996b, p. 15),na história virtual do conceito, o conteúdo é um dos elementosprincipais do ensino. O professor que o elege deve ter presente, porém, que ele é um objetivopossível de ser desenvolvido em situação escolar (IRES, 1991).O conteúdo é a concretização do objetivo mais geral de uma sociedade que faz com quedeterminados saberes sejam preservados, por serem importantes para continuar aresolver os problemas, colocados pela vida em sociedade e por possibilitar a construção denovos conhecimentos. Os conteúdos escolares são mutáveis justamente pelo fato de oconjunto dos problemas, vividos pelo homem, sofrerem constantes modificações. A transformação destes conteúdos, do nível geral para o escolar, é uma questão política eideológica, pois envolve tomada de decisão sobre o que considera como prioritário para serdivulgado, preservado ou aprofundado no campo do saber._____________________________________________________________________REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASMOURA, Manoel Oriosvaldo. Controle de Variação de quantidades: atividades deensino. São Paulo: FEUSP, 1996a.______ Matemática na Educação Infantil: Conhecer, (re)criar. Um modo de lidarcom as dimensões do mundo. São Paulo: PFD, 1996b._____MOURA, Manoel Oriosvaldo de; LANNER de MOURA, Anna Regina;. Escola: Um Espaço Cultural. Matemática na Educação Infantil: Conhecer, (re)criar – Um modo de lidar com as dimensões do mundo. São Paulo: Diadema/SECEL, 1998.POLYA, George. A arte de resolver problemas: um novo aspecto do métodoANDRADE,Débora de Oliveira (orientanda). Histórias Virtuais na Produção/Mobilização de Conceitos na Perspectiva da Resolução de Problemas em Matemática .Orientadora: Profª. Dra. Regina Célia Grando 3
    • Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação/ USF-SP._____________________________________________________________________________________pauta 19º ENCONTRO 09/AGOSTO/2012 “ O caminho através da floresta só é longo se não amarmos a pessoa que iremos visitar”. Provérbio da República do Congo I)INTRODUÇÃO: Leitura do relato do encontro anterior pela cursista responsável. Devolutiva da(s) tarefa(s) do(s) encontro(s) anterior(es). -TI1 da página 24 -Exercícios 1 e 2 “ enunciar problemas a partir das etiquetas de supermercado”II)Unidade didática I: Problemas ou exercícios ? Devolutiva do trabalho em grupo de cursistas iniciado no encontro anterior.III)Unidade didática II: Processos de resolução.IV)Unidade didática III: A avaliação de resolução de problemas.V)Resolver problemas : o lado lúdico do ensino da Matemática Roteiro do trabalho individual , página 24:TI 1,TI 2, TI 3 e TI 4. Orientaçõesdidáticas , leitura da página 25.VI)Jogos: leituras e atividades complementares Leitura páginas 26 e 27 do fascículo 7. Jogo Kalah , páginas 27 a 32 do fascículo 7. Leitura: “Jogo e resolução de problema no ensino de Matemática” páginas 38 e 39 do fascículo7.VII)Atividade complementar: Seus alunos sabem interpretar problemas?1VIII)Leitura para encerramento do fascículo para resolução de problemas:Oshomens cegos e o elefante,John Godfrey Saxe (1816-1887)2.1.SOARES,Wellington.Seus alunos sabem interpretar problemas? In: Revista Novaescola , páginas 70 a 73 , ano XXVII, nº254.Agosto de 2012.Fundação Victor Civita.São Paulo.2. http://gualbercalado.blogspot.com.br/2008/04/os-cegos-e-o-elefante.htmlpauta 20º ENCONTRO 16/AGOSTO/2012 4
    • “(...) É imprescindível ouvirmos a argumentação dada pelo aluno no processo de avaliação, oportunizando - lhe espaços para verbalizar o que lhe ocorreu ao resolver determinada situação.(...)” . (Pró-letramento Matemática, fascículo 8,pág 10) IX) INTRODUÇÃO: Leitura do relato do encontro anterior pela cursista responsável. X) PENSANDO JUNTOS: Revera tarefa dada no último encontro (fascículo 7). XI) TRABALHANDO EM GRUPO: Socialização da tarefa do encontro anterior. Introdução aos estudos do fascículo 8:A avaliação da aprendizagem em Matemática nos Anos Iniciais do ensino fundamental. 1. Como vemos nossos alunos? T 1 e T 2 (páginas e 8). 2. Erro versus acerto. T 3 e T 4 (páginas 9 e 10). 3. Texto para leitura: Resgatando conceitos (páginas 11 e 12).  Identidade da escola  A avaliação da aprendizagem  Nossas conclusões:- práticas que já se modificaram; - práticas que se pretende implementar. XII) ROTEIRO DO TRABALHO INDIVIDUAL: Leitura dostextos: O olhar do aluno, o olhar da família e o olhar da escola. T1 (página 14). Leitura dostextos: O dossiê, o olhar do aluno e o olhar da professora (páginas 15 a 18). Leitura dos textos : O olhar da família (página 18). Considerações : A ousadia de mudar... XIII) SUGESTÃO DE LEITURA: PERRENOUD,Philippe.Dez novas competências para ensinar. EditoraArtmed.Porto Alegre ,RS.2000.pauta 21º ENCONTRO 23/AGOSTO/2012 5
    • PAUTA XIV) INTRODUÇÃO: Leitura do relato do encontro anterior pela cursista responsável. XV) PENSANDO JUNTOS: Revera tarefa dada no último encontro (fascículo 8). XVI) LEITURA COMPARTILHADA: Registro e portfólio e a avaliação de aprendizagem (páginas 21 e 22). Tarefas 3 e 4 (página 22). XVII) TRABALHANDO EM GRUPO: Socialização da tarefa do encontro anterior. Continuaçãodos estudos do fascículo 8:A avaliação da aprendizagem em Matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Leitura compartilhada: leitura página 22. Atividades 1 a 10 (páginas 23 a 30): Grupo 1 : atividades para o cotidiano em sala de aula – atividades 1 a 4. Grupo 2: vamos falar sobre registros – atividades 5 a 7. Grupo 3 : vamos falar sobre registros – atividades 8 a 10. XVIII) AVALIAÇÃO COMO FORMA DE INCLUSÃO A avaliação sob um olhar especial Leitura páginas 30 e 31. XIX) CONCLUSÕES 6
    • Relatório de memória do grupodetrabalho:fascículo 7 Pontos que merecem destaque no fascículo 7. Uma breve avaliação do trabalho realizado no fascículo 7.Um relato individual: Nesse fascículo o que mais chamou a atenção foi a forma como a nossa tutoraexplorou o conteúdo: de forma dinâmica e atrativa, pois nos trouxe exemplos vivos:como montar um boneco com um monte de tampinhas? Como elaborar um enunciadode problema com duas etiquetas de mercado? Com essa forma dinâmica de trabalhar,podemos perceber como as nossas colegas cursistastrabalham e isso possibilitou mais atroca de experiências. A questão da resolução de problema, de forma particular, causaum pouco de medo, mas da forma como foi conduzida, percebi que existem váriasmaneirasde resolver um problema e que o importante é valorizar todas as tentativas ecaminhos percorridos. ADRIANA PACHECOUm relato de um grupo de estudo: No fascículo 7 estudamos a resolução de problemas no ensino da matemática eseu lado lúdico. Podemos considerar os problemas como desafios que possuímos a seremresolvidos ou solucionados. Neste aspecto devemos considerar todas as estratégias ecaminhos percorridos pelo aluno, validando seu raciocínio. Existem alguns tipos de problemas:Problema- processo:o objetivo é desencadear o raciocínio, a investigação. Ex.: históriasvirtuais;Problema do cotidiano: surgem do contextodiretamente relacionado à vida doaluno.Requer investigação e envolvimento .Neste tipo de problema podemos ressaltarque não basta ser de assunto conhecido do aluno ,mas de algo vivenciado, suas dúvidase interesse.Problema de lógica: geralmente se apresentam como textos, mas os dados e a soluçãosãonuméricos.Ex.: desafiosProblema- recreativo: são os que envolvem jogos. Ex.: quebra-cabeça Algunspontos são relevantes na proposição de bons tipos de problemas noensino da matemática:-construir significativamente os problemas-desenvolver o raciocínio lógico-desenvolver a criatividade 7
    • -desenvolvera autonomia do aluno A resoluçãode problemas na escola deve ser um processo que permita a criançarevelar, criar, utilizar diferentes estratégias e registros, bem como ter a oportunidade deexplicar o processo percorrido e socializar as soluções. Este fascículo, juntamente com o apoio e dedicação de nossainstrutora,propiciou uma auto avaliação por parte dos professores cursistas na suamaneira de conduzir o ensino da resolução de problemas, refletindo, construindo eresignificando sua concepção e prática em relação à resolução de problemas. Gilmar, Érika, Cleusa e Queila.FASCÍCULO 8 : AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAISEssa atividade foi proposta individualmente às cursistas. Eis uma delas.NOSSAS CONCLUSÕES SOBRE AS AVALIAÇÕES ESCOLARES:PRÁTICAS QUE JÁ SE MODIFICARAM: Modifiquei diversas práticas após o curso. Essas modificações dizem respeito aouso frequente de jogos e atividades que usam o corpo para que as crianças possam seapropriar dos conceitos matemáticos. Além dessas atividades práticas, o curso também aprofundou e fundamentouainda mais meu conhecimento teórico sobre a área de Matemática. Em relação ao fascículo 8, percebi que a prática de realizar a avaliação emdiversos momentos da aprendizagem é fundamental e que é dessa forma que consigopotencializar a aprendizagem de meus alunos.PRÁTICAS QUE SE PRETENDE IMPLANTAR: Continuar com o uso de jogos, fazer mais relações entre o conteúdo daMatemática e as demais áreas do conhecimento e sempre proporcionar aos alunosoportunidades para falarem sobre seu raciocínio diante da aprendizagem. Também meproponho a realizar avaliações com os pais de meus alunos para envolve-los ainda maisno processo de ensino e aprendizagem dos seus filhos.Nome da professora cursista: Luciane MurerAnos que leciona : 3º ano e 4º ano ( cada um em uma unidade escolar de EFI). 8
    • fotos das cursistas nos encontros de estudos dosfascículos 7 e 8 A resolução de problemas através do isso de materiais manipulativos. Como você construiria um boneco com tampas? A resolução de problemas e os grupos de estudosgrupos de cursistas. Carinho, amizade e descontração também fazem parte dos estudos em grupo. 9
    • Leituras dos relatos dos encontros anteriores .Estudos individuais durante os encontros presenciais.Atenção e concentração são elementos indispensáveis a um bom trabalho!Os relatos e a troca de experiências foram fatores determinantes para o sucessodo grupo de estudos. 10
    • Jogos: uma forma lúdica de ensino e aprendizagem. AprenderMatemática com os jogos: uma intencionalidade !E não é que as cursistasse envolveram mesmo com essa atividade?Jogo Kalah: um pouco de história, muito de raciocínio e concentração! 11
    • Avaliação do trabalho realizado: sucesso, muito sucesso das cursistas e de seusalunos.Avaliação do trabalho realizado: muita recompensa pelos esforços e empenho decada cursista revelados pelos seus trabalhos e pelos trabalhos de seus alunos.Encontro de reposição de aulas: cursistas sorridentes ? Bom sinal!Encontros de reposição de aulas: como são esforçadas essas meninas ! 12
    • Festas de encerramento :Momentos paracomemorarmos as etapas cumpridas com sucesso.Muito obrigada a todas as cursistas. Vocês são M A R A V I L H O S A S !!!!!!!!! 13
    • relatório da tutora sobre os fascículos 7 e 8Informações sobre o curso de formação:1. Nº de cursistas e de turmas – 13 pela manhã e 15 à noite:28 cursistas em duas turmas concluíram osestudos do Pró-letramento Matemática.2. Periodicidade dos encontros e tempo de duração :Foram dois encontros de quatro horas de duração para o fascículo 7 e doisencontros para o fascículo 8 por turma de cursistas, manhã e noite, às quintas-feiras, mais um encontro para reposição de aulas por turma, também às quintas –feiras, no Espaço do Saber.3. Fascículos trabalhados durante o período de 02 de agosto a 30 de agostode 2012: Foram estudados os fascículos7 e 8.4.Dinâmica e metodologia de trabalho utilizada - Procuramos seguir a dinâmica já estabelecida para o nosso trabalho ,iniciando os encontros com as boas vindas às professoras cursistas, com umadelas lendo o seu relato sobre o encontro anterior; seguimos recolhendo astarefas individuais , comentando-as e tirando as possíveis dúvidas existentes.Esse é um precioso momento de trocas de experiências pois muitas das tarefasindividuais tratam de aplicações junto aos alunos dos estudos vistos em aulaspresenciais .Distribuímos a pauta do dia e damos prosseguimento aos encontros recorrendo amateriais pedagógicos diversos, vídeos, músicas, textos, em fim, recursos quepossam ampliar e fundamentaros conteúdos a serem desenvolvidos e estudadosno momento.Esses estudos sempre são enriquecidos com os relatos das cursistas sobre suasexperiências pessoais e com atividades em classee extra- classe a elaspropostas. Encerramos com o relato das cursistas sobre os assunto estudados.5. Descrição das atividades – Planejamento e realização -Muitas das atividades desenvolvidas em sala de aula são as sugeridas pelosautores dos fascículos em estudo, outras são frutos das pesquisas realizadas pelatutora ou pelas cursistas e outras tantas são frutos da experiência que todas têmem sala de aula, ou na coordenação pedagógica ou na direção das unidadesescolares onde atuam. Reservamos momentos para a realização de tarefasindividuais e também para o desenvolvimento de tarefas em grupos deprofessoras cursistas. 14
    • 6. Desdobramentos da formação: encontros já realizados e encontrosprevistos- Todos os encontros previstos no início da formação foram realizados noperíodo de 1º de março a 30 de agosto de 2012.7. Pontos positivos do curso (máximo 3)- São inumeráveis os pontos positivos do curso: a possibilidade da formaçãocontinuada, a troca de experiências entre as participantes eas devolutivas dastarefas propostas com a participação dos alunos das cursistas são os que maismerecem destaque.8. Pontos negativos do curso (máximo 3)- Apenas um, a curta duração dos encontros presenciais para o desenvolvimentode temas tão importantes para a formação continuada de professores dos anosiniciais do Ensino Fundamental, haja visto a sua formação não específica na áreade Matemática.Outras considerações necessárias Nossos agradecimentos a todos os que colaboraram para que esse curso serealizasse.PS: consultem o nosso blogwww.proletramentovinhedomat.wordpress.com MARIA SILVIA LEITE ZAMPIERI Professora Tutora de Matemática Pró-letramento MatemáticaVinhedo=SP=2012 15
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