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  • O que ajuda a melhorar a segurança na vida das pessoas e comunidades? Por que?
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  • 1.  
  • 2. Campanha da Fraternidade 2009 – CF09: Fraternidade e Segurança Pública “A paz é fruto da justiça” (Is 32,17) CNBB-Cáritas: “Fraternidade Viva” nr. 15 - Resumo do Texto Base CF 09 Apresentação de Pe Gunther Zgubic Coordenador Nacional da Pastoral Carcerária/CNBB
  • 3. Ver
  • 4. 1. Porque Segurança Pública? <ul><li>Nossa sociedade se tornou cada vez mais insegura : diariamente ocorrem violências e injustiças as mais diversas. </li></ul><ul><li>Logo, a Quaresma com a CF 09 nos convida a uma profunda conversão para assumirmos juntos, num mutirão, a busca da paz, dom de Jesus, e nossa co-responsabilidade para a construção de um novo modelo de segurança pública e justiça na perspectiva de uma sociedade mais justa, solidária e segura . </li></ul>
  • 5. CF-09 “ Segurança Pública ” <ul><li>Para ser “pública” de fato, a segurança pública precisa ser de todas as pessoas e feita por todas as pessoas , e não apenas para todas as pessoas. </li></ul><ul><li>Ou ela é fruto da ação justa e solidária de todas as pessoas, ou não existirá nunca. </li></ul>
  • 6. Objetivo Geral da CF09 <ul><li>Suscitar o debate sobre a segurança pública e contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade, a fim de que todos se empenhem efetivamente na construção da justiça social que seja garantia de segurança pública. </li></ul>
  • 7. Objetivos específicos da CF-09 <ul><li>Pessoas possam reconhecer a violência e refletir a melhor maneira de resolver os problemas e promover a cultura da paz; </li></ul><ul><li>Denunciar crimes contra a ética na economia e na administração pública </li></ul><ul><li>Fortalecer ações educativas e evangelizadora para superar a violência </li></ul><ul><li>Denunciar o sistema punitivo brasileiro e incentivar as penas alternativas, fóruns de mediação de conflito e programas de estudo e profissionalização dos presos </li></ul>
  • 8. Objetivos da CF-09 <ul><li>Favorecer a criação e articulação de redes sociais e de políticas públicas em favor das superação da violência </li></ul><ul><li>Desenvolver ações que ajudem a superar as causas da insegurança e da violência </li></ul><ul><li>Animar e organizar ações solidárias em favor das vítimas </li></ul><ul><li>Conhecer e avaliar os novos conceitos e políticas de segurança pública e justiça </li></ul>
  • 9. Para debater <ul><li>O que cada pessoa tem a ver com a Segurança Pública? </li></ul><ul><li>Estão claros os objetivos da CF 2009? Como torná-los conhecidos em sua comunidade? </li></ul><ul><li>Em quê e como esta CF nos ajuda a viver a Quaresma e a Páscoa de Jesus? </li></ul>
  • 10. 2. Como está a vida em sua Comunidade?
  • 11. Comunidades p 8-9 <ul><li>Comunidades: </li></ul><ul><ul><li>bairro, vila rural, religiosa, trabalho, esportiva, escolar, universitária, artística etc. </li></ul></ul><ul><li>Elas contribuem para a qualidade de vida de todos os membros ? Ou as relações são superficiais? </li></ul><ul><li>Dificuldades no trabalho e para a sobrevivência fazem as pessoas cuidarem de si, deixando a comunidade para “Deus”. </li></ul>
  • 12. Comunidades <ul><li>Insegurança e sensação de medo justificam defesa a qualquer custo. </li></ul><ul><li>Como esse grupos de comunidade podem se organizar para enfrentar de forma construtiva os conflitos? </li></ul>
  • 13. Para refletir <ul><li>Os espaços de vida comunitária estão aumentando ou diminuindo em seu ambiente de convivência? De que comunidades você participa? </li></ul><ul><li>O que predomina, em sua realidade: o medo ou a segurança? Por quê? </li></ul><ul><li>Existe o hábito de enfrentar os conflitos? Como? Com que resultados? </li></ul>
  • 14. 3. Quem e o quê fazem aumentar a insegurança? <ul><li>A insegurança é fruto da violência que toma conta da sociedade, ou existem também forças interessadas em aumentar a insegurança ? </li></ul>
  • 15. A quem interessa a insegurança? <ul><li>Há grupos econômicos que ganham com o desemprego estrutural, com a instabilidade do trabalho. É muito bom para os empregadores que os trabalhadores tenham medo de perder o emprego e que o desemprego os força a trabalhar a qualquer preço. </li></ul><ul><li>Outra fonte estrutural de insegurança é a falta limites de propriedades: em decorrência, os que têm dinheiro aumentam e defendem muitas vezes seus privilégios como direitos e a satisfação dessa ganância o aumento da insegurança de vida dos pobres. </li></ul><ul><li>Estrutural é também a discriminação étnica e racial que atinge os povos indígenas, os ciganos, os quilombolas e os afrodescentes. Os mesmos que insistem que não há racismo, invadem territórios indígenas ou de quilombolas. Na ideologia de que, no Brasil todos tiveram e têm oportunidades, culpam e criminalizam os pobres como pessoas que não prestam. </li></ul>
  • 16. A quem interessa a insegurança? <ul><li>A insegurança é vantajosa para: </li></ul><ul><ul><li>Grandes proprietários de terra </li></ul></ul><ul><ul><li>Empresários </li></ul></ul><ul><ul><li>Banqueiros </li></ul></ul><ul><ul><li>A Mídia </li></ul></ul><ul><ul><li>Criminosos do colarinho branco </li></ul></ul><ul><ul><li>Políticos que ganham votos com políticas de endurecimento policial e penal, militarizando e desdemocratizando o país, aumentando assim as possibilidades de corrupção </li></ul></ul><ul><ul><li>O tráfico de drogas, armas, pessoas e órgãos, o crime e a delinqüência organizados no atacado e no varejo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Pessoas violentas e corruptas, igualmente no povo comum. </li></ul></ul><ul><ul><li>_ Todos que não tem como explicar a origem da riqueza e do poder concentrada em suas mãos. </li></ul></ul>
  • 17.  
  • 18. Sensação de insegurança <ul><li>Os meios de comunicação incentivam a sensação de insegurança, falando e encenando crimes, para criar e aumentar seus lucros. </li></ul>
  • 19. Sensação de insegurança 69,3% 6,6 % Furtos Roubos 59 % EXIBIDOS NA TELEVISÃO 1,7% Homicídios Latrocínios PRATICADOS TOTAL DE CRIMES
  • 20. Para refletir <ul><li>Existem os que têm interesse em aumentar a insegurança e o medo? Por que? Como isso aparece na vida das comunidades? </li></ul><ul><li>É possível vencer esse medo? Como? </li></ul>
  • 21. 3. Repressão e prisões resolvem? <ul><li>50% dos presos do país poderiam estar livres se a justiça funcionasse </li></ul>
  • 22. Repressão e prisões resolvem? <ul><li>Temos tantos presos por falta de advogados ou para a estratégia da criação de medo e sensação de insegurança ? </li></ul>
  • 23. Repressão e prisões resolvem? <ul><li>A segurança não melhora, apenas com </li></ul><ul><li>- Mais polícia na rua </li></ul><ul><ul><li>Mais presídios </li></ul></ul><ul><ul><li>Leis mais duras </li></ul></ul>
  • 24. Repressão e prisões resolvem? <ul><li>Seria melhor termos [ mais]: </li></ul><ul><ul><li>Reflexão sobre as causas da violência e da insegurança </li></ul></ul><ul><ul><li>Políticas sociais, de solidariedade e de justiça social </li></ul></ul><ul><ul><li>Conselhos autônomos de Segurança Pública </li></ul></ul><ul><ul><li>Reeducação das polícias </li></ul></ul><ul><ul><li>Polícia comunitária </li></ul></ul><ul><ul><li>Mediação de conflito e Justiça Restaurativa </li></ul></ul><ul><ul><li>Pena alternativa – serviço à Comunidade </li></ul></ul>
  • 25. Para refletir <ul><li>O que cada pessoa pensa sobre o uso de armas, repressão e cadeia? Resolve? </li></ul><ul><li>O que ajuda a melhorar a segurança na vida das pessoas e comunidades? Por que? </li></ul><ul><li>O que fazer para que não fiquem presos os que são inocentes ou os que têm direito a responder o processo em liberdade? </li></ul>
  • 26. 5. O que é Segurança Pública ? <ul><li>Segurança Pública é a garantia dos direitos de todos numa sociedade, ela precisa ser de todas as pessoas e feita por todas as pessoas, e não apenas para todas as pessoas. </li></ul><ul><li>Deve ser assumida pelas comunidades, organizações, entidades, igrejas e movimentos sociais. </li></ul>
  • 27. <ul><li>Segurança Publica é um direito de todas as pessoas, e seu objetivo é a proteção e garantia dos direitos humanos. </li></ul><ul><li>Por isso, precisa ser assumida como tarefa de toda a sociedade: por todas as comunidades, organizações, entidades, igrejas e movimentos sociais; </li></ul><ul><li>- por todos os âmbitos de governo – municipal, estadual, nacional; </li></ul><ul><li>- por todas as instituições do Estado </li></ul>Segurança Publica: Garantia dos Direitos Humanos :
  • 28. Papel da Força de Segurança <ul><li>A Força de Segurança deve promover: </li></ul><ul><ul><li>Igualdade </li></ul></ul><ul><ul><li>Cidadania </li></ul></ul><ul><ul><li>Superação do ódio, da falta de respeito, lógica da vingança, da agressividade e da tortura. </li></ul></ul>
  • 29. Segurança Pública também é Prevenção <ul><li>Todos precisam colaborar com a prevenção à violência e ao crime. </li></ul><ul><li>A prevenção à violência e ao crime envolve toda a sociedade e os 3 níveis de poder (municipal, estadual e federal) e a cooperação de todos é a palavra chave. </li></ul><ul><li>Requer principalmente políticas públicas e ações comunitárias que melhoram a qualidade de vida pessoal, social e comunitária das pessoas </li></ul><ul><li>Requer a criação e participação de conselhos comunitários autônomos de segurança pública, dos conselhos e gabinetes municipais e estaduais integrados de segurança pública, bem como audiências públicas. </li></ul>
  • 30. Prevenção : primária – secundária – terciária <ul><li>A prevenção deve se dar em 3 níveis: </li></ul><ul><li>Prevenção primária: </li></ul><ul><ul><li>Evitar a proliferação de violência e crime por investir em políticas de direitos humanos econômicos, sociais, culturais, ambientais, individuais e coletivas em favor de todos, principalmente dos jovens em situação de risco e de demais grupos menos favorecidos; </li></ul></ul><ul><ul><li>ações específicas de segurança pública por diminuição de fatores ambientais de risco e de aumento de proteção de vida; </li></ul></ul>
  • 31. Prevenção primária – secundária – terciária <ul><ul><li>Prevenção secundária: </li></ul></ul><ul><ul><li>Vigiar e intervir : Atuação da comunidade junto com a polícia comunitária (policiamento comunitário) e de resolução de problemas, mediação de conflitos e Justiça Restaurativa, atenção aos jovens em situação de risco, liberdade assistida, programas de redução de dano para dependentes de álcool e droga etc.. </li></ul></ul><ul><ul><li>Prevenção Terciária: </li></ul></ul><ul><ul><li>Reprimir e recuperar: Atuação da polícia repressiva e justiça criminal, execução penal apoiada por programas de assistência jurídica, de saúde, educação, profissionalização, trabalho, cultura e lazer, individual e comunitária, social e religiosa , bem como apoio aos egressos do sistema prisional. Maior aplicação de penas alternativas por serviço comunitário e de solidariedade. </li></ul></ul>
  • 32. Para refletir <ul><li>O que você pensa que deve ser a Segurança Pública? Quem é responsável por ela? </li></ul><ul><li>Essa prática da “prevenção” é o melhor caminho para se ter segurança? Por quê? </li></ul><ul><li>Seria bom que sua comunidade fizesse parte de um plano de segurança pública? </li></ul>
  • 33. Julgar
  • 34. 1. Deus é justo e deseja filhos justos <ul><li>Deus se posiciona contra a injustiça. </li></ul><ul><li>Sua aliança está assentada na justiça, na igual dignidade dos filhos e filhas. </li></ul>
  • 35. A Paz e fruto da justiça A paz é fruto do amor Shalon <ul><li>Amor entre os filhos de Deus conduz à Paz, ao Shalon. </li></ul><ul><li>Shalon= bem-estar, felicidade, saúde, segurança, relações equilibradas e harmonia consigo mesmo. </li></ul>
  • 36. <ul><li>Todo ato de injustiça e desamor é ofensa a Deus e fonte de violência. </li></ul>
  • 37. <ul><li>A Paz e fruto da justiça - A paz é fruto do amor: </li></ul><ul><li>No Sermão da Montanha Jesus mostra que é preciso quebrar a rede de ódio e de vingança que existe na sociedade. Ele propõe uma nova atitude diante do mal. </li></ul>
  • 38. <ul><li>A comunidade dos seguidores de Jesus deve ser guardiã e construtora da paz. </li></ul>
  • 39. Para refletir: <ul><li>O que leva as pessoas e comunidades ao Shalon? </li></ul><ul><li>O que significa a comunidade viver a exemplo de Jesus? Em que isso ajuda a construir segurança pública? </li></ul>
  • 40. 2. Jesus Cristo e a construção da segurança pública <ul><li>Jesus foi considerado uma ameaça e perseguido, foi traído, preso, julgado e executado, vítima de um sistema e de funcionários de segurança pública violentos e corruptos a serviço de uma elite a-social e de uma religião legalista e moralista. </li></ul><ul><li>Foi tratado com violência “se falei mal, mostra-me o que falei mal; se falei certo, porque me bates ? ” (Jo 19, 1-3) </li></ul><ul><li>Mesmo assim disse “Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!” (Lc 23,34) </li></ul>
  • 41. <ul><li>A construção da paz e da sociedade segura somente será possível quando: </li></ul><ul><li>as pessoas viverem o mandamento do amor segundo o critério de Jesus, como entrega de si mesmo, perdão, serviço e gratuidade; </li></ul><ul><li>constroem com valores do Reino de Deus estruturas de uma nova sociedade. </li></ul>
  • 42. Jesus Cristo e a construção da segurança pública <ul><li>Onde há injustiças e desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais, rejeita-se o Senhor e seu dom da paz. </li></ul><ul><li>A Eucaristia e a transformação social </li></ul><ul><li>Comunidades que fermentam: </li></ul>
  • 43. Comunidades que fermentam <ul><li>Para haver segurança Pública é preciso que o exercício do poder supere a forma da opressão, da busca do interesse próprio e de grupos privilegiados. Só quando o poder significar ação em favor do outro e serviço em vista do bem comum haverá segurança e paz. </li></ul>
  • 44. <ul><li>A Paz e segurança, mais do que discursos devem ser expressão de uma cultura; isto é, tornar-se uma mentalidade que marque as pessoas. Para isso, será preciso: </li></ul><ul><ul><li>Cuidar para que a família seja um ambiente em que se aprenda a ser verdadeiramente humano; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fazer que o amor-caridade seja o critério de julgamento, trabalhando sempre em favor da superação dos problemas e conflitos, em vista de uma sociedade justa e segura; </li></ul></ul><ul><ul><li>Promover a não-violência ativa, que inclui a objeção de consciência e a desobediência civil como formas legítimas de luta; </li></ul></ul><ul><ul><li>Promover e valorizar as pessoas que agem com boa vontade, já que Deus age ao lado deles, não em seu lugar. </li></ul></ul><ul><ul><li>Empenho e colaboração para construção das novas políticas, instrumentos e ações de segurança pública </li></ul></ul>Comunidades que fermentam
  • 45. Para refletir <ul><li>Em que e como a prática de Jesus ajuda a construir segurança pública? </li></ul><ul><li>De que modo as comunidades de seguidores de Jesus são fermento de sociedades seguras? </li></ul>
  • 46. Agir
  • 47. Principais causas a serem enfrentadas <ul><li>Centralização econômico-financeira </li></ul><ul><li>Injustiça social </li></ul><ul><li>Desvalorização da pessoa humana e sua dignidade </li></ul><ul><li>Pobreza, miséria, fome e exclusão social </li></ul><ul><li>Educação de má qualidade </li></ul><ul><li>Meios de comunicação social </li></ul><ul><li>Individualismo e subjetivismo </li></ul><ul><li>Falta de construção de um novo modelo de segurança publica, justiça penal e social. </li></ul>
  • 48. Ações de combate à violência <ul><li>Ações contra a violência em geral </li></ul><ul><li>Ações comunitárias </li></ul><ul><li>Ações educativas </li></ul>
  • 49. Ações de combate à violência <ul><li>Cada comunidade precisa organizar-se para estar atenta, analisar e organizar ações para superar práticas de violências e conflitos existentes. </li></ul><ul><li>A Igreja, Paróquias, CEBs, Movimentos e Pastorais podem e devem colaborar ativamente na criação, organização e articulação de grupos de reflexão e ação . </li></ul>
  • 50. Ações locais <ul><li>Existem boas iniciativas para se superar as práticas de violência e conflitos existentes. Todas elas nasceram com a criação de grupos de reflexão e atuação. Pode haver grupos que refletem a violência em geral, mas também grupos com enfoques específicos: </li></ul><ul><ul><li>- Violência e </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tráfico de drogas, armas, pessoas e órgãos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Crimes contra a pessoa </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Direitos econômicos, sociais, culturais, ambientais, individuais e coletivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Trânsito </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Família e de gênero </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Juventude </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Grupos vulneráveis e populações tradicionalmente excluídas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Meios de comunicação social </li></ul></ul></ul>
  • 51. Ações locais <ul><li>Avaliação e colaboração crítica com os novos conceitos de segurança pública e justiça cidadã, comunitária e democrática. </li></ul><ul><li>Criação de redes, as quais enviariam representantes para participar dos conselhos de segurança pública ou gabinete de gestão integrada, audiências públicas e conferências municipais e estaduais de segurança pública (Políticas Públicas municipais e estaduais). </li></ul>
  • 52. Para refletir <ul><li>Como você e sua comunidade podem participar e reforçar organizações que procuram enfrentar as causas estruturais da violência e da insegurança? </li></ul><ul><li>O que você e sua comunidade podem fazer para criar ou reforçar os grupos de reflexão e atuação sobre segurança? </li></ul>
  • 53. 2. Compromisso com a segurança <ul><li>Segurança é uma conquista e uma construção histórica, um compromisso e a responsabilidade de cada pessoa, de cada grupo, de cada comunidade. </li></ul><ul><li>Violência não se vence com violência, nem segurança pública se conquista com armas! </li></ul>
  • 54.  
  • 55. Ações educativas: <ul><li>Consciência de que a família = ambiente para educação da cultura da paz. </li></ul><ul><li>Atuar com a CF nas escolas, Segurança Pública como eixo transversal. </li></ul><ul><li>Campanhas de conscientização com o apoio do governo e dos Meios de Comunicação </li></ul><ul><li>Campanhas a partir das dioceses e paróquias </li></ul><ul><li>Campanhas de desarmamento </li></ul>
  • 56. Para refletir <ul><li>O que você precisa fazer para ser construtor da paz? Em que precisa mudar? </li></ul><ul><li>Que tipo de ações educativas serão implementadas em sua comunidade, bairro, paróquia e diocese? Em parceria com quem? Como você e sua comunidade participarão? </li></ul>
  • 57. 3. Falência do modelo penal <ul><li>Pena = multa ou reclusão </li></ul><ul><li>Multa – legalidade ligada ao pagamento e não à mudança de comportamento. </li></ul><ul><li>Pena – a pessoa humana (suspeito, ofensor e vítima) não é vista em sua dignidade e é desrespeitada em todos os sentidos. </li></ul>
  • 58. Elementos de luta para um novo modelo penal <ul><li>Devemos trabalhar em favor da criação, ampliação e aplicação das penas alternativas. </li></ul><ul><li>Formação e valorização das Comissões de Justiça e Paz e Comissões de DH </li></ul><ul><li>Lutar pela mudança no Código Penal e Código do Processo Penal = prevê privilégios oligárquicos </li></ul><ul><li>Univ. Católicas incluírem disciplinas: DH e visão crítica dos códigos penais </li></ul><ul><li>Criação, reforço e valorização da Pastoral Social, em particular da Pastoral Carcerária e da Pastoral do Menor. </li></ul><ul><li>Analisar com critérios cristãos as propostas do SUSP, Pronasci e Sistema Nacional de Proteção de Direitos Humanos </li></ul>
  • 59. Colaboração básica das dioceses e comunidades <ul><li>Polícia: </li></ul><ul><li>Colaborar com a criação e fomentação dos Conselhos Comunitários Autônomos de Segurança Pública e participar. Solicitar em seguida a implantação da Polícia comunitária (policiamento comunitário). </li></ul><ul><li>Justiça: </li></ul><ul><li>Solicitar e colaborar com a criação de serviços de mediação de conflito no Bairro: Justiça Comunitária de mediação de conflitos e Terapia Comunitária; formar promotores legais populares , principalmente entre jovens e mulheres. Luta pelo fortalecimento das defensorias públicas </li></ul>
  • 60. Colaboração básica das dioceses e comunidades : <ul><li>Sistema Penitenciário e Medidas Sócio-educativas </li></ul><ul><li>C riar e fortalecer a Pastoral Carcerária em cada paróquia para acompanhar os presos, egressos, familiares e os apenados com pena alternativa. Lutar pela criação e participação dos Conselhos da Comunidade da Execução Penal em cada comarca. </li></ul><ul><li>Criar e fortalecer a Pastoral do Menor em cada paróquia para acompanhar os adolescentes infratores de lei sob medida sócio-educativa em regime de internação ou em meio aberto, bem como suas famílias. Participar do Conselho Tutelar municipal. </li></ul><ul><li>Constituir uma Pastoral de Conjunto para visitar e acompanhar os seus adolescentes internados, adultos presos, suas famílias e os egressos dessas instituições de internação e prisão, mesmo que em outra cidade. </li></ul>
  • 61. Para refletir <ul><li>Você e sua comunidade visitam os presos? </li></ul><ul><li>O que você e sua comunidade farão para reforçar a luta por um novo sistema penal? </li></ul>
  • 62. Propostas da PCr para melhoria da Segurança Pública <ul><li>Implantar: </li></ul><ul><li>Ações permanentes pela paz; </li></ul><ul><li>Terapia Comunitária </li></ul><ul><li>Atendimento às vítimas de violência </li></ul><ul><li>Mediação de conflitos </li></ul><ul><li>Penas alternativas </li></ul><ul><li>Justiça Restaurativa </li></ul><ul><li>Conselhos da Comunidade </li></ul><ul><li>Apacs </li></ul><ul><li>Mini-presídios </li></ul><ul><li>Individualização da pena </li></ul><ul><li>Vagas limitadas no sistema prisional </li></ul><ul><li>Lutar por: </li></ul><ul><li>Defensoria Pública </li></ul><ul><li>Educação para a paz </li></ul><ul><li>Lazer e cultura </li></ul><ul><li>Moradia digna </li></ul><ul><li>Profissionalização da Juventude </li></ul><ul><li>Respeito ao ECA </li></ul><ul><li>Segurança Pública cidadã </li></ul><ul><li>Implantação PAI-PJ </li></ul><ul><li>Não ao contingenciamento </li></ul><ul><li>Apoio às famílias dos presos </li></ul><ul><li>Sistema prisional = re-humanização </li></ul><ul><li>Não ao endurecimento das penas </li></ul><ul><li>Não ao exame criminológico </li></ul><ul><li>Re-integração do Egresso </li></ul>
  • 63. Ações propostas pela Pastoral Carcerária para melhoria da segurança Pública <ul><li>Melhorar: </li></ul><ul><li>Iluminação das ruas </li></ul><ul><li>Controle do trânsito </li></ul><ul><li>Controle do tráfico de drogas </li></ul><ul><li>Moradias </li></ul><ul><li>Lei Seca e Desarmamento </li></ul><ul><li>Reduzir a Violência doméstica </li></ul><ul><li>Incentivo a programas como Ética na TV </li></ul><ul><li>Incentivo de programas de Proteção à Família </li></ul><ul><li>Lei de Responsabilidade Social </li></ul><ul><li>Mapeamento das forças Comunitárias </li></ul><ul><li>Colaboração de Universitários </li></ul><ul><li>Apoio às crianças em fase escolar </li></ul><ul><li>Noções de justiça penal no material didático </li></ul><ul><li>Promotores populares de direito </li></ul><ul><li>Polícia: </li></ul><ul><li>Uso de armas não letais </li></ul><ul><li>Polícia Comunitária </li></ul><ul><li>Formação Continuada </li></ul><ul><li>Controle externo da Polícia </li></ul><ul><li>Combate à corrupção </li></ul><ul><li>Reforma da Justiça Comunitária </li></ul><ul><li>Melhores condições de trabalho e salariais </li></ul>
  • 64. <ul><li>Sugestão: </li></ul><ul><li>Estudar, para conhecer e ver suas possibilidades de ação. </li></ul><ul><li>A íntegra das propostas da Pastoral Carcerária está em arquivo Word disponível no site da PCr: www.carceraria.org.br </li></ul><ul><li>na seção Formação sob o título: </li></ul><ul><li>Segurança Pública – Propostas de ação </li></ul>
  • 65. 4. Organizando a solidariedade e a partilha <ul><li>Mutirão de evangelização e de partilha </li></ul><ul><li>Gestos concretos: coleta da solidariedade </li></ul><ul><li>Informações sobre as contribuições ao Fundo Nacional de Solidariedade </li></ul>
  • 66. Para refletir <ul><li>Existe uma constatação de que o povo brasileiro é um povo solidário e ao ser motivado, sabe partilhar. O que podemos fazer para organizar melhor a partilha e a solidariedade em nossa comunidade? </li></ul><ul><li>Como você e sua comunidade irão animar a Coleta da Solidariedade durante a Quaresma e no Domingo de Ramos? Na sua Diocese – em que serão aplicados os recursos de 60% da coleta da solidariedade da Campanha da Fraternidade de 2009? </li></ul><ul><li>Lembrar ou procurar saber em que ação ou projetos sociais , foi aplicado o recurso dos 60% da coleta realizada no Domingo de Ramos de 2008? (Fraternidade e Defesa da Vida) </li></ul>
  • 67. Anexo <ul><li>I. Fundo diocesano de solidariedade (FDS) – </li></ul><ul><li>Tempo de ampliar a organização nas dioceses </li></ul><ul><li>II. Equipes de animação de campanhas </li></ul><ul><ul><li>Hino da CF09 e Oração da CF 09 </li></ul></ul>

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