Lei de Causa e Efeito
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Lei de Causa e Efeito

on

  • 8,979 views

 

Statistics

Views

Total Views
8,979
Views on SlideShare
8,907
Embed Views
72

Actions

Likes
2
Downloads
66
Comments
0

9 Embeds 72

http://www.slideshare.net 30
http://arithmoi.blogspot.com 16
http://isil-aluzaminhamaneira.blogspot.pt 10
http://www.arithmoi.blogspot.com 5
http://arithmoi.blogspot.com.br 4
http://www.linkedin.com 3
https://www.linkedin.com 2
http://isil-aluzaminhamaneira.blogspot.com 1
http://webcache.googleusercontent.com 1
More...

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Lei de Causa e Efeito Lei de Causa e Efeito Presentation Transcript

    • A LEI DE CAUSA E EFEITO
    • “ A proposta educacional de Jesus tem por objetivo a felicidade e sua pedagogia assenta-se no amor e na esperança.” (Eurípedes Barsanulfo)
    VANDERLEI LUIZ DANELUZ MIRANDA , ago 2004
    • ” Caminante, no hay camino,
    • se hace camin o al andar ."
    • Antonio Machado
  • Agenda
    • Motivações
    • Conhecimento e Ação
    • Empreendedor e sua motivação: o projeto de si
    • Considerações finais
  • Motivações
  • Motivações “ Felicidade é o estado de satisfação existencial, uma questão toda interior e definitiva, bem diferente dos momentos fugazes de bem-estar e alegria que podem ser auferidos por empréstimo através do amparo espiritual, das genuflexões e da fluidoterapia espírita.” E quanto ao outro? “ Não pode acompanhar o outro quem não se acompanha. (…) Somos capazes de facilitar o caminho do outro tão somente até onde nós nos encontramos.”
    • “ Além da caridade e estudo, na forma como nossos companheiros terrenos têm compreendido, precisamos ensinar-lhes
    • a cultivar ideais,
    • a desenvolverem projetos de vida,
    • a terem metas existenciais afinadas com a Proposta Educacional de Jesus e
    • a entenderem com mais acerto o que é a humildade, para não cederem às injunções dolorosas da depressão e da desistência .”
    Motivações
  • Motivações
    • “ (…) carecemos incutir-lhes nas nascentes do coração o sentimento de humildade no resgate da realidade da qual são portadores, que não ultrapassa a excelente condição de filhos arrependidos em busca de melhora e recuperação”
    • “ Entendo por humildade a capacidade de a pessoa assumir o seu próprio tamanho. (…)“Em outras palavras, é a arte de ser o que se é .” (Crema)
    • PARA MUITOS CONSTATAMOS:
    • Inexistência de um Projeto de Vida
    • Falta de uma prática de organização de idéias quando da necessidade de se elaborar um material de referência na forma de um simples programa ou de um planejamento de longo curso.
    Motivações
  • O que falta?
    •  
    • O espírita um EMPREENDEDOR do empreendimento da sua Vida, como fonte de três atitudes :
      • Fonte de autonomia (“meu caminho pelo mundo, eu mesmo traço”), de liberdade para fazer escolhas
      • Fonte de ação , de iniciativa
      • Fonte de compromisso , de responsabilidade com as suas ações e escolhas.
      • Você é o seu projeto!
      • O QUE ESTÁ FAZENDO COM ELE?
  • Conhecimento e Ação
  • Vocabulário Leis de causalidade Destino Dor Carma Causa e efeito Conta do destino Ordem Bem e mal Sinais cármicos Determinismo Livre-arbítrio Circunstâncias reflexas Poder mnemônico
  • Consumo de água?
    • Em sua casa vc gasta um certo numero de litros de água. De repente vc recebe uma conta enorme, correspondente ao dobro do que é normal. Como é que vc procederia para resolver o problema, passo a passo?
  • Defeito no automóvel?
    • Vc está guiando um automóvel e repentinamente ele pára. Em último caso vc terá de chamar um mecânico. O que vc faria com as mãos e com o cérebro? Que pensamentos orientariam suas mãos?
  • Como se pensava antigamente sobre o universo?
    • “ Há sete janelas dadas aos animais no domicílio da cabeça, através das quais o ar é admitido no tabernáculo do corpo para aquecê-lo e nutrí-lo.
    • “ Quais são estas partes do microcosmo? Duas narinas, dois olhos, dois ouvidos e uma boca. Da mesma forma, nos céus como num macrocosmos, há duas estrelas favoráveis, duas desfavoráveis, dois luminares e Mercúrio, indeciso e indiferente. A partir destas e de muitas outras similaridades na natureza, tais como os sete metais, etc., que seria cansativo enumerar, concluímos que o número dos planetas é necessariamente sete ”
    • (S. Warhft(org.), Francis Bacon: A Selection of his Works , p. 17)
  • Como entender isso? Consegue descobrir alguma ordem em meio aos estranhos absurdos aparentes? Quais os pressupostos?
  • Pressupostos Quais os pressupostos? Nada está solto. As coisas são nos céus como são no homem. Tudo é um cosmos, ordem. Microcosmos e macrocosmos estão ligados por relações de analogia . O homem é o microcosmos. Modelo do universo, próximo de todos, visível, conhecido. Baseado na sua visão da ordem do universo, ele enuncia suas conclusões: “ o número de planetas é necessariamente sete”
  • Outro exemplo: feitiçaria!
    • Evans-Pritchard estudou a crença na feitiçaria entre um grupo africano, os azandes :
    • “ A princípio achei estranho viver entre os azandes e ouvir suas ingênuas explicações de infortúnios que, para nós, têm causas evidentes. Depois de certo tempo aprendi a lógica do seu pensamento e passei a aplicar noções de feitiçaria de forma espontânea quanto eles mesmos, nas situações em que o conceito era relevante.”
  • O caso do menino azande: o pensamento mágico. “ Um menino bateu o pé num pequeno toco de madeira que estava no seu caminho – coisa que acontece freqüentemente na África – e a ferida doía e incomodava. O corte era no dedão e era impossível mantê-lo limpo. Inflamou. Ele afirmou que bateu o dedo por causa da feitiçaria. Com era meu hábito argumentar com os azandes e criticar suas declarações, foi o que fiz. Disse ao garoto que ele batera o pé no toco de madeira porque ele havia sido descuidado, e que o toco não havia sido colocado no caminho por feitiçaria, pois ele ali crescera naturalmente.”
  • O caso do menino azande “ Como argumento final para comprovar o seu ponto de vista ele acrescentou que cortes não demoram dias para cicatrizar, mas que, ao contrário, cicatrizam rapidamente, pois é a natureza dos cortes . Por que então, sua ferida havia inflamado e permanecido aberta, se não houvesse feitiçaria atrás dela?” (e. Evans Pritchard, Witchcraf Oracles and Magic among the Azende, p. 64-7)
  • Duas questões… “ Quais os pressupostos que fazem com que o garoto azande junte e relacione as coisas da forma como ele faz? Por que nós não fazemos como ele?
  • Visão de mundo???… V isão da natureza como uma ordem em que as coisas estão integradas e nada acontece por acaso. Tudo se encaixa perfeitamente. Pode a ordem gerar a desordem? O indesejável, o não-previsto, maléfico só podem ser produtos de um fator estranho a esta mesma ordem, a feitiçaria.
  • Quebra-cabeças
    • Imagine que vc tem um monte de peças de um quebra-cabeças. Sua tarefa: armá-lo. Mas há um pequeno problema: não lhe dou o modelo. Como é que vc procederia para realizar a tarefa?
    • E se forem 1000 peças?
  • Como você faz? Partimos de um pressuposto… Qual?
  • Pressuposições Deve haver uma ordem no quebra-cabeças. Ele deve formar um padrão conhecido : paisagem, mapa, texto, rosto.
  • Continuando… Basta dar uma olhadela nas peças com letras maiúsculas. Elas indicam inícios. Cores variadas? Talvez uma paisagem. E numa paisagem as cores não aparecem embaralhadas. Os verdes estão juntos (pastagens, árvores). Também os azuis (céu, mar). E as peças com lados retos? Elas formam os limites do quebra-cabeças e indicarão onde as outras deverão se encaixar.
  • O que a gente pode tirar de tudo isso? A gente pensa quando…
  • O que a gente pode tirar de tudo isso? Pensamos quando… ...temos problemas!
  • Então…
    • A gente pensa porque as coisas não vão bem – alguma coisa incomoda. Quando tudo vai bem, a gente não pensa, mas simplesmente usufrui… Por isso
    • O conhecimento só ocorre em situações-problema.
    • Todo conhecimento tem uma finalidade.
  • Quando não entendo… respondo? “ É tolo tentar responder uma questão que você não entende. É triste ter de trabalhar para um fim que você não deseja. Coisas tristes e tolas como estas freqüentemente acontecem dentro e for a da escola, mas o professor deve evitar que ocorram em classe. O estudante deve entender o problema. Mas não basta que ele entenda. É necessário que ele deseje a sua solução .” (G. Polya, How to Solve it, p. 6) Isso vale só para a escola?
  • Problema x Solução
    • Imagine que você é um escoteiro e se perdeu numa floresta. O seu problema é voltar ao acampamento. Qual seria o seu procedimento?
    • O que significa encontrar a solução para o problema?
  • Problema x Solução
    • ” Um problema bem definido já é metade da solução. Invista o tempo necessário para definir objetivamente o seu problema, a sua oportunidade , o seu sonho , o seu desejo ."
    • Albert Einstein
  • Solução… É o caminho que o levará de onde você está para onde você deseja ir. Mas, Imagine que você não sabe para onde ir : não poderá fazer nada de inteligente. Gritará, chorará, andará à esmo.
  • Resumindo…
    • Começar do desconhecido, isto é, do ponto onde você quer chegar:
    • a inteligência segue o caminho inverso da ação .
    • O que é necessário e exigido? O que é que você quer encontrar? O que que é que você deve procurar? O que é o desconhecido?
    • Começar do ponto onde você quer chegar!
  • Como assim…? Os dados conhecidos são os tijolos para construir a casa. Mas eu não construirei casa alguma se não organizar os tijolos segundo a imagem de uma entidade ainda inexistente: a casa. Daí, Comece do desconhecido, do ponto onde você quer chegar. Mas, se ainda não cheguei lá, não posso saber como o fim será. Como posso portanto começar do fim?
  • Como assim…? Você está resolvendo um quebra-cabeças. Há uma peça faltando. Será que você não pode e deve construí-la, pela imaginação ? A forma da peça será o encaixe positivo daquelas que já estão prontas. A sua cor deverá ser a continuação das cores ao seu redor. Por este processo você construiu mentalmente a peça e é somente em decorrência deste fato, isto é, de você haver pensado o fim , que você poderá procurar a peça que estava faltando.
  • O que você fez antes?
    • Chama-se “construção mental” de um “modelo”:
    • Você tomou consciência do problema. Começou a pensar.
    • Construiu um modelo ideal da máquina ou situação.
    • Em terceiro lugar você elaborou hipóteses sobre o problema (simulações ideais das possíveis causas dele)
    • Finalmente você testou as suas hipóteses. (Validação)
    • A observação sugere mas não dá a resposta.
    • É necessário imaginação .
  • Exemplo?
    • ANTIGAMENTE, quando uma pessoa sentia uma dor de barriga muito forte, a primeira coisa que se fazia era dar um purgante bem forte. Que modelo dos intestinos se encontra por trás desta prática?
  • Mais um exemplo
    • ANTIGAMENTE, quando uma pessoa sentia uma dor de barriga muito forte, a primeira coisa que se fazia era dar um purgante bem forte. Que modelo dos intestinos se encontra por trás desta prática?
      • Intestinos = Tubulação
      • Tubulações podem ficar entupidas
    • Conclusão: desobstruir a “canalização”
    • A observação sugere mas não dá a resposta.
    • É necessário imaginação .
  • Outro exemplo Um médico, ao tentar fazer um diagnóstico. O sintoma (sentido pelo paciente ou detectado pelo exame) é o problema a ser corrigido. Mas o médico nada poderá fazer se não tiver, na cabeça, um plano ideal de como funciona o organismo , isto é, um modelo
  • Outro exemplo? O que é inveja ? Você pode construir um “modelo”? Do que precisa?
  • Inveja... Etimologicamente, a palavra inferno significa estar fechado . O oposto da inveja, esta vivência infernal, é farguinen , um verbo da língua ídiche, que pode ser traduzido como abrir espaço . Quando abrimos espaço, o outro pode ser quem ele é, com seu brilho e sua sombra. O que fizemos agora?
  • O que buscamos ao pensar?
    • Cada um à sua moda, o menino azande e o cientista estão atrás de uma mesma coisa:
    • ORDEM
    • E, por quê?
    • A exigência de ordem se fundamenta na própria necessidade de sobrevivência . Não existe vida sem ordem nem comportamento inteligente sem ela.
    • As pedras estão vivas?
  • O homem e as pedras “ Pedras não são motivadas a aprender – elas não sofrem dor ou gozam prazer como os seres humanos. Talvez nada seja mais importante, em nossa compreensão do comportamento dos organismos, que o processo de aprendizagem, como ele ocorre e o que o motiva” (David A. Dushkin) Há uma necessidade básica: compreender o mundo, a fim de viver melhor e sobreviver. Para isso as ciências, para isso as crenças .
  • Crenças?
  • Crenças, ou Pressupostos? Há diferença?
  • Dois pressupostos…
    • Procedemos de tal forma que pressupomos que há sempre ORDEM . Sem ordem não há problema a ser resolvido. Porque o problema é exatamente
    • construir uma ordem ainda invisível de uma desordem visível e imediata.
    • Além disso, nós temos que pressupor sermos capazes de descobrir a ordem:
    • Só nos entregamos a problemas que acreditamos poder resolver com os recursos de que dispomos .
  •  
  • Mas, haverá uma só “ordem”?
    • Haverá diferentes possibilidades de se compreender a ordem?
    • Por exemplo, Basquete, futebol, pôquer, buraco, xadrez e dama: ordens distintas, regras diferentes, mundos diferentes. Mas, todos são ordens.
    • Notemos que a nossa “ordem pessoal” é profundamente marcada por
    • preferências, emoções, valores .
  • Para pensar Como informação e conhecimento se relacionam? Como você aprende? O que motiva você a aprender? De que é feito o que é conhecimento? Próximo… Ampliando as idéias correntes…
  • Complexidade
  • Fractalidade
  • Mapeamento de links
  • Relação de causa e efeito Usina Hidrelétrica Luz Diretiva causal Chuva Desmatamento Densidade demográfica
  • Tipos de Relações Causa x Efeito
  • Empreendedorismo: O projeto de si
  • O Projeto Humano
    • Dois princípios reguladores do projeto HUMANO, onde indivíduo e cosmo participam de um princípio evolutivo comum:
    • Princípio da tendência realizadora – direcionamento no sentido da auto-realização, auto-regulação e plenitude, conformando o substrato da motivação individual.
    • Princípio da tendência formativa – amplificação e extrapolação do nível individual para o universal: há uma tendência direcional formativa no próprio universo que o conduz a uma crescente ordem de complexidade e inter-relação.
  • Princípios orientadores Físico Fazer Experiência sensorial Identidade grupal Emocional - Sentir - Consciência pessoal - Conexão
    • Mental
    • Pensar
    • Desprendimento e isenção
    Princípio Vida Grupal de Qualidade / Ação Habilidade de empreender ações eficazes e práticas Compaixão Amor incondicional Inclusividade Criar relacionamentos satisfatórios Visão Perspectiva “ Ver” sem Forma Pensar clara e objetivamente Tendência formativa (Transpessoal) Tendência realizadora (Pessoal)
  • Categorias: Instrumentos “ O espaço, o tempo e causalidade, a tríade da física clássica, seriam complementados pelo fator sincronicidade, convertendo-se em uma tétrade, um quatérnio, que nos torna possível um julgamento de totalidade” (Jung) Reconhecimento inato de padrões (Por que temos medo de baratas voando?) Ver o Gene da Matemática – p. 225
  • Desenvolvimento O que a criança “ganha” com a categoria espaço ? Informação sobre o mundo (ordem através de um modelo funcional) para agir no mundo (brincadeiras) Através da apreensão da categoria tempo , ela poderá conceber a existência da mudança , da transformação , o prenúncio do “vir-a-ser”. Assim, através da experimentação, onde se vê agente de mudança, onde elabora a disposição dos materiais segundo sua vontade, onde sofre a intervenção externa ao seu desejo , modificando-lhe a situação atual, vai construindo a noção de causalidade , ainda que rudimentar, princípio básico para o uso sofisticado da Razão.
  • Suporte Teórico Complexidade Instabilidade Intersubjetividadee Pensar de Ordem Superior Teoria da Modificabilidade Cognitiva e EAM Teoria da Ação Comunicativa Teoria de Psicodidática Visão de Processo / Projetos
  • Processo Mediacional
  • Qual o seu conceito de liberdade? Algumas possibilidades de resposta…
  • O que é liberdade?
    • Liberdade é não-restrição
    • Se há regras e todos têm que acatá-las, então não há
    • liberdade.
  • O que é liberdade?
    • Liberdade como consciência da necessidade
    • O indivíduo tem que tomar consciência de tudo aquilo
    • que o determina, condiciona e influencia, procurando
    • o espaço onde vai afirmar a sua liberdade, onde vai
    • exercê-la, sabendo que é uma prática limitada, dentro
    • de uma visão realista da situação.
  • O que é liberdade?
    • Liberdade como participação do ato criador das
    • regras
    • O contexto cria as regras. Ou seja, há uma junção das
    • duas possibilidades anteriores, onde há uma tensão
    • entre dois espaços:
      • do sujeito
      • do grupo
    • Ou seja, a autonomia é relativizada pela resistência
    • dos outros, pelo conceito, pelo que se pretende.
  • Pensamento Sistêmico Legenda: C – contextualizar e focalizar as interações recursivas (complexidade) M – trabalhar com a mudança no sistema e admitir que não controla o processo (instabilidade) I – reconhecer-se como parte do sistema e atuar na perspectiva de co-construção das soluções (intersubjetividade) Fig. 3 – Pensamento Sistêmico numa relação triádica fechada. C I M
  • Enxergar o mundo em processo é ver a realidade em 3 dimensões Referência, Comunicação, Gestão, Gramática Infra-estrutura, álgebra, recursos Função, Valores, Atividades
  • Conceito de Processo Não é apenas o conjunto de atividades realizadas na geração de resultados. Processo é a sincronia entre insumos, atividades, infra-estruturas e referências necessários para gerar valores adicionados para o ser humano.
  • Atividade Máquina Contextual Valores Adicionados Autômato Insumos Referências Perfil Humano Recursos interfaces de comunicação
  • Valor adicionado
    • Objetivo de todo processo
    • É um benefício usufruído por um ser humano
    • Diferença entre um desejo e o que existe hoje
    • Sonho, desejo, vontade a realizar
    • Primeiro passo de todo processo é defini-lo bem
    • Pode ser entendido como um produto, mas nunca é uma coisa
    Valor adicionado = Valor agregado adiciona qualidade = adiciona custo ao produto ou serviço
  • Visões Funcional X por Processo Atacar os efeitos e não as causas X Corrigir problemas na origem e não seus efeitos colaterais Reagir por não saber como agir X Agir por conhecer o contexto Secar o chão com a torneira aberta X Fechar a torneira Medicina Curativa X Medicina Preventiva Visão Mecanicista X Visão Holística Apagar o incêndio X Prevenir o incêndio
  • Produzir no Brasil X Produzir o Brasil Fazer produtos industriais X Fazer com que a população tenha acesso aos produtos industriais Fazer carros X Fazer com que todos possam se locomover eficientemente Fazer equipamentos médicos X Garantir a todos atendimento médico de qualidade Fazer carteiras escolares X Fazer com que as crianças ocupem essas carteiras e recebam educação Cristovam Buarque
      • Inclusão
      • Co-evolução
      • Reconstrução
      • Dualidade
      • Proto-interação
      • Tempo Zero
      • Integração com Energia Zero
      • Auto-defesa
      • Fracamente Estruturado
      • Reconhecimento
      • Unidade
      • Mudança
      • Paralelismo
      • Exponenciação
    Princípios de Processos
  • Máquina Contextual Atividade são aquilo que sofre transformação regras usadas para transformar insumos em valores adicionados que transforma insumos em valores adicionados Infra-estrutura: o que está pronto para ser usado são benefícios que podem ser sentidos pelo ser humano Contexto: é o espaço onde são válidas as referências, infra-estruturas, insumos e atividades para gerar os valores adicionados Valores Adicionados Autômato Insumos Referências Perfil Humano Recursos interfaces de comunicação
  •  
  • Um Componente de Processo Eixo da Referência Eixo da Função Eixo da Infra-estrutura
  • Princípios Referências Infra-estrutura
  • Considerações Finais
  •  
  • Abstração Realidade
  • Contatos
    • [email_address]
  • OBRIGADO!
    • “ É INCRÍVEL O QUE ALGUÉM CONSEGUE FAZER QUANDO NÃO SABE DO QUE NÃO É CAPAZ...” (GARFIELD)