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A trindade e toda sua origem
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A trindade e toda sua origem

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  • este artigo tem aparencia de alguém interessado na Palavra de Deus, mas o que faz é usar autores como Louis Berkhof, citando-o só em algumas partes, porque não ler tudo o que o autor diz sobre o assunto? Não vale tirar textos do contexto. assim como com fez com Berkhof, como me garante que não fez com os demais? e acerca do Espírito Santo, houve muitos versículos mal explicados, ou por desconhecimento ou para dar razão à sua tese. Antes de publicar uma obra assim, aconselho-o a olhar mais para a bíblia e a fazer uma exegese honesta e uma hermenêutica correcta das passagens citadas. fica como nota que os comentários de Génesis também estou de acordo com eles, mas isso não explica tudo. a Revelação de Deus é progressiva, o que Abraão ou Moisés conhecia não pode ser comparado ao conhecimento de Paulo, ou até mesmo ao da Igreja em geral, pois só com toda a Escritura completa é possível fazer uma interpretação correcta e uma teologia verdadeira.
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  • Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; Tito 2:13 Quem há-de vir não é o Senhor Jesus Cristo? como explicar Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso. Apocalipse 1:7-8 ?
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  • Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Atos 20:28
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  • É a primeira vez que uma leitura secular me surpreende tanto... Depois da própria Bíblia é claro, essa leitura esclareceu muito bem que a doutrina da trindade é pagã. Parabéns!
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  • estude e não se ajoelhe para esse Deus trino que não e o Deus criador
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  • 1. A Trindade e toda sua Origem.A mais predominante de muitas falsas doutrinas referentes àunidade de Deus é o trinitarianismo. Este erro se insinuou paradentro da Igreja pelo paganismo e manteve seu lugar na teologiaatravés do governo totalitário dos imperadores romanos e daIgreja Católica Romana. Os reformadores Protestantes saíram daigreja papal mas trouxeram consigo algumas doutrinas pagãs.Juntamente com falsas doutrinas como imortalidade da alma,batismo infantil, aspersão, eles também reteram o falso ensino datrindade. A reforma foi boa até o ponto em que mais uma vezchamou a atenção do homem para a Palavra de Deus, e narestauração de doutrinas Bíblicas rejeitadas ao seu próprio lugarna igreja. Ar e forma, contudo, não foi longe o bastante. Muitoserros da Igreja Romana foram retidos. Outra reforma se faznecessária hoje, para livrar a Igreja de todos os erros pagãos eretornar às verdadeiras doutrinas da Bíblia.
  • 2. I -DEFINIÇÃO DE TRINDADETrindade é a crença na existência de um Ser divino que subsisteem três pessoas, Pai, Filho e Espírito. O dicionário Websterdefine a palavra:“A união de três pessoas ou hipostases (o Pai, oFilho, e o Espírito Santo) numa Divindade, de modo que todos ostrês são um Deus, com relação à substância, mas três pessoas ouhipostases com relação à indivi-dualidade‟‟. (Webster‟sCollegiate Dictionary, (F) 5ª edição). Trinitarianos não creemque as três pessoas são uma pessoa ou que as três pessoas sãotrês Deuses. Eles creem em três pessoas que constituem umDeus.II- TRÊS PROPOSTAS ENVOLVIDASExistem três propostas primárias envolvidas na doutrina daTrindade.Estes três pontos são: (1) A unidade composta de Deus. (2) Adivindade do Pai, do Filho e do Espírito. (3) A personalidade doPai, do Filho e do Espírito. O fracasso na prova de qualquer umadestas três propostas, resultará no colapso desta teoria. Pararefutar a trindade, entretanto, necessita-se estabelecer apenas umdos seguintes três fatos: (1) A unidade simples de Deus. (2) Jesusnão é Deus. (3) O Espírito não é uma pessoa.1- A Unidade Composta de Deus: Os trinitarianos afirmamacreditar na unidade de Deus. Caso eles não afirmassem acreditarque Deus é único, sua doutrina seria revelada como não passandode politeísmo.Os trinitarianos, entretanto, não creem na unidade de Deus comoensinada na Bíblia. Eles rejeitam a verdade bíblica de que existeapenas uma pessoa que é Deus. Negam a simples unidade de
  • 3. Deus, insistindo que a unidade de Deus é composta. Advogamque existe uma única substância, uma inteligência e um propósitona Divindade mas que três pessoas eternamente co-existemdaquela essência única e exercitam aquela única inteligência eúnico propósito. Dizem eles que a unidade de Deus refere-se àsua substância, essência ou ser.2- A Divindade do Pai, do Filho e do Espírito: O segundoponto que os trinitarianos buscam estabelecer é que o Pai é Deus,o Filho é Deus e o Espírito é Deus. Tentam mostrar que cada umé mencionado como sendo Deus e que cada um possui atributos eobras de Divindade.Também afirmam que os três são iguais em todas as formas, aunica diferença é que eles são distinguidos por certaspropriedades individuais, a saber, o Filho é gerado pelo Pai, e oEspírito procede do Pai e do Filho.3- A personalidade do Pai, do Filho e do Espírito: Como oterceiro ponto, os trinitarianos procuram provar que o Pai é umapessoa, que o Filho é uma pessoa, e que o Espírito também o é.Cada um tem uma personalidade distinta dos outros dois.Entretanto, cada pessoa é admitida como possuindo toda aessência divina e todos os divinos atributos. Cada pessoa datrindade é admitida como completamente Deus dentro de Simesma. As três pessoas juntas, compartilham em comum aessência única, todos os atributos, uma substância, umainteligência e um propósito.III- ORIGEM HISTÓRICA DESSA DOUTRINA1- Não mencionada na Bíblia – O trinitarianismo não é umadoutrina Bíblica. Esta teoria não é mencionada tampouco
  • 4. ensinada na Bíblia. As palavras “trindade” e “triúno” jamaisforam usadas pelos escritores da Palavra de Deus. A doutrina datrindade era desconhecida pelos Israelitas do Velho Testamento epelos Cristãos do Novo Testamento. Esta teoria não foiformulada até muitos anos após a morte do último apóstolo. Nãohá autoridade bíblica para a trindade; o que ocorre é que osTeólogos leem nas entrelinhas das Escrituras na busca pelatrindade, torcendo os textos Escriturísticos tentando o apoio à suateoria, mas ainda a verdade de que a doutrina da trindade não éensinada pela Bíblia, permanece. Graham Greene, um Inglêsconvertido ao Catolicismo, escreveu um artigo para a revista“Life” em apoio ao dogma na Igreja Católica concernente àascenção de Maria aos céus. Neste artigo, ele admitiu não haverautoridade bíblica para a trindade:Nossos oponentes às vezes afirmam que nenhuma doutrina deveser sustentada dogmaticamente que não esteja explicitamenteexposta na Escritura (ignorando que é somente pela autoridadeda Igreja que reconhecemos certos Evangelhos e não outroscomo verdadeiros). Mas as Igrejas Protestantes, elas mesmas,aceitam tais dogmas como a trindade, para a qual, não há umaprecisa autorização nos Evangelhos.” (Graham Greene “TheCatholic Church‟s New Dogma: The Assumption of Mary,” Life,30/10/50,pg.51)A doutrina da trindade além de não ser bíblica é também anti-bíblica. Não somente é verdade que a Bíblia não apóia tal teoriacomo também o ensino da palavra de Deus é diretamente opostoà ela. A Bíblia claramente afirma a verdade da não-compostaunidade de Deus, que é o Pai. Ela afirma que Jesus é o Filho deDeus, não o próprio Deus; também nos revela que o Espírito é opoder impessoal de Deus.
  • 5. 2- Origem pagã – A doutrina da trindade é de origem pagã. Atrindade, assim como a falsa doutrina da imortalidade da alma, seinsinuou para dentro da teologia da Igreja gradativamentedurante os primeiros séculos da era da Igreja. Pagãos queaparentemente não estavam, completamente convertidostornaram-se membros da Igreja visível. Como esses homensassumiram lugares de liderança como professores e teólogos, ateologia da Igreja gradualmente paganizou-se. Os ensinamentosda Bíblia foram reinterpretados e ajustados para se adaptaremaos ensinamentos da filosofia pagã.Tríades de divindades prevaleciam na mitologia pagã. Emboramuitos deuses fossem adorados em nações politeístas,geralmente havia três divindades que eram consideradas maisimportantes. O hinduísmo cria em uma essência Brâhmaneexpressa em três personalidades: Brahma, o Criador; Vishnu, opreservador, e Shiva, o destruidor. O Zoroastrismo Persa cria emAhura Mazda, a divindade boa, Angra Manya, a divindade má,que eram expressões de Mitra, a primeira grande causa.Confúcio, segundo é relatado, escreveu: “Tao (Deus) é pornatureza único; o primeiro gerou o segundo; ambos em conjuntoderam origem ao terceiro; estes três, criaram todas as coisas.”Osíris, Ísis e Neftís parecem haver formado uma tríade dedivindades no Egito. Na Babilônia, havia Ea, o deus dos resíduosaquosos, Enlil, o senhor das tempestades, e Anu, o senhor doscéus. Na Grécia, as três divindades entre as muitas sobre oMonte Olimpo eram Zeus, Hera e Atena. A tríade de divindadesque os romanos adoravam sobre o monte do Capitólio eraconstituída de Júpiter, Juno e Minerva. As divindades maisimportantes dos Germanos eram Odin, Tró e Freyr. Platãopersonificou três eternos princípios: Bondade, Intelecto e a Almade tudo. A filosofia pagã de Platão que permeava o pensamento
  • 6. grego e romano, foi o fator principal que possibilitou a entradade tais falsas doutrinas como a imortalidade da alma e a trindadena religião Cristã.Embora a trindade do paganismo e a trindade do pseudo-cristianismo não eram idênticos em todos os precisos detalhes dedefinição, está aparente que uma originou-se da outra.3- Primeiro uso da palavra: o primeiro uso da palavra“trindade”em sua forma grega „trias‟ foi de autoria de Teófilo, que tornou-se bispo de Antioquia da Síria, no oitavo ano do reinado deMarco Aurélio (168 a.C.). Ele usou a palavra no segundo dos trêslivros que escreveu endereçados ao seu amigo Autólico.Comentando o quarto dia da criação no Gênesis, ele escreveu:”Da mesma maneira também os três dias que foram antes dosluminares, são tipos da trindade, de Deus, de sua palavra, e Suasabedoria.” (Teófilo, “Para Autólico”, The Ante-Nicene Fathers)Tertuliano (160-220 a.D.) foi o primeiro à usar a palavra latina“trinitas”. Educado em Roma e presbítero em Cártago,Tertuliano lançou as bases da Teologia Latina, a qual mais tardefoi apoiada por Cipriano e Agostinho. Embora tenha denunciadoPlatão como filósofo herege, Tertuliano expressou sua teologianos termos da filosofia de Platão. Ele estava entre os primeiros àensinar a imortalidade da alma e a tortura eterna dos ímpios. Atrindade e a imortalidade da alma foram desenvolvidas eformuladas dentro de um sistema de teologia por Agostinho.Os escritos de Agostinho tornaram-se a teologia básica da IgrejaCatólica Romana. Tertuliano menciona a trindade em seu livroescrito contra Praxeas que apoiava a teoria monarquiana. Eleescreveu: “O mistério da dispensação ainda está guardada, que
  • 7. distribui a Unidade numa trindade, colocando em sua ordem asTrês Pessoas – o Pai, o Filho e o Espírito Santo.” (Tertuliano.“Contra Praxeas,” – The Anti-Nicene Fathers)IV- CONTROVÉRSIA ÀRIO-ATANASIANAAtenção específica foi centralizada sobre a doutrina da trindadeno início do quarto século como resultado de uma controvérsiaentre dois líderes da Igreja em Alexandria, Ario (256-336) eAtanásio (293-373). Ario mantinha que Jesus, embora grande,era em algumas formas inferior à Deus. Atanásio, pelo contrário,afirmava que Cristo era igual à Deus em todos os modos.Em 318 a.D., a controvérsia veio a tona. Ario afirmou que seJesus era realmente Filho de Deus, então deveria ter havido umtempo em que havia um Pai, mas nenhum Filho. O Pai, portanto,era maior do que o Filho. Num Concílio da Igreja local celebradoem 321 a.D., Ario e seus colaboladores foram excomungados daIgreja por causa de sua opinião. Ario, entretanto, tinha muitosamigos e seguidores em todas as Igrejas da Cristandade. A falsateoria da trindade não alcançou rapidamente uma posiçãodominante na Igreja. Pelo mesmo tempo em que a controvérsiaentre Ario e Atanásio estava assolando as Igrejas, o imperadorConstantino tornara-se o maior partidário do Cristianismo.O imperador cosiderava a Igreja como uma grande forçaunificadora e estava ansioso para que o Cristianismo se tornassea religião universal do Império Romano. Ele queria evitar todasas lutas internas da Igreja, arrazoando que deveria haver umaIgreja unida a fim de existir um império unificado.
  • 8. Buscando resturar a unidade às Igrejas, Constantino convocouuma reunião de um Concílio geral da Igreja à ser celebrado nacidade de Nicéia, em 325 a.D. Bispos e o clero de todas asIgrejas foram convidados para assistirem ao Concílio com todasas despesas pagas pelo imperador. O Concílio de Nicéia,entretanto, foi um Concílio de Igrejas na seção oriental doimpério. Enquanto é dito que compareceram ao Concílio 318bispos além de oficiais eclesiásticos menores, não haviam sequerdez bispos do oeste presentes ao Concílio. O Concílio não eraverdadeiramente representativo da Igreja inteira.Eusébio, conhecido como o Pai da história da Igreja, no início doConcílio ofereceu um credo de acordo que usava a linguagem daEscritura em vez dos termos filosóficos usados por Atanásio. Osseguidores de Atanásio perceberam que um voto para Eusébioera realmente um voto para Ario, porque a Bíblia não confirmanada à respeito da doutrina da trindade. O compromisso deEusébio, entretanto, foi rejeitado. O imperador Constantino,embora ignorante com relação aos fatos teológicos que estavamentão em discussão, mas ansioso por alcançar unidade, apoiouAtanásio. A maioria dos bispos presentes assinaram entãofinalmente o credo formulado pelo grupo Atanasiano. Aquelesque não assinaram, incluindo Ario, Eusébio de Nicomédia eTeognis de Nicéia, foram banidos e seus livros queimadospublicamente.Isto, entretanto, não foi o fim. O debate prosseguiu por quarentae seis anos. Ario e seus colaboradores foram chamados de voltado exílio dentro de três a cinco anos após o Concílio de Nicéia.Atanásio foi deposto por um grande Concílio em Tiro em 335a.D., sendo deportado para Gaul. Ario morreu em 336. Duranteos anos que se sucederam, os seguidores de Ario e Atanásioalternadamente foram banidos e chamados de volta, já que vários
  • 9. imperadores que governavam o império favoreciam ou uma ououtra teoria. O trinitarianismo não tornou-se a dominante e“ortodoxa” doutrina da cristandade até que Teodósio tornou-seimperador (379). Teodósio foi o imperador que fez docristianismo a religião estatal. A união da Igreja e estadopavimentaram o caminho para a ascenção da Igreja CatólicaRomana.Teodósio convocou um Concílio em Constantinopla, que sereuniu em 381 a.D. Foi assistido por cerca de cento e cinquentabispos do oriente. No credo adotado, o trinitarianismo foi feitodoutrina oficial da Igreja nas fronteiras do império. Todos os quediscordaram foram expulsos de seus púlpitos e excomungados desuas Igrejas. Era o regime totalitário dos imperadores romanos emais tarde da Igreja Católica Romana que possibilitaram adoutrina da trindade manter seu lugar numa teologia pervertida.Crentes fiéis, mesmo fora da Igreja Católica Romana,continuaram a crer no ensino bíblico concernente a simplesunidade de Deus. A região norte da Europa, convertida pelogrande missionário Ulfilas (Morreu em 381), abraçou a doutrinado Cristianismo Ariano que ensinava. Isto foi muitos séculosantes dos Ostrogodos, Visigodos, Burgúndios, Vândalos,Lombardos, e outros povos do norte Europeu terem finalmente seentregado à crença na Trindade, tornando-se eventualmente parteda Igreja Católica Romana. A história da Igreja e a história dadoutrina revelam muitos crentes fiéis através de todos os vinteséculos da era Cristã que tem repudiado a teoria da trindade einsistido no ensino bíblico concernente à unidade de Deus.V- TRINITARIANISMO NOS CREDOS
  • 10. Durante os anos seguintes à morte dos apóstolos, muitas pessoasdiziam ser cristãs mas não aceitavam os ensinos apostólicos. Afim de se determinar os verdadeiros crentes, cada Igreja local,listava certas doutrinas que os conversos cristãos deveriam crer.Estas listas de doutrinas e confissões de fé foram chamados de“credos” de „credo‟ (Eu creio). Haviam tantos credos, quantohaviam Igrejas, muito possivelmente. O credo dos Apóstolos(Didakê), escrito muitos anos após a morte dos apóstolos e assimchamado pois pretendia incorporar os ensinamentos apostólicos,foi formulado de vários credos de várias Igrejas locais. Foiescrito para que todas as Igrejas locais pudessem ter umaconfissão de fé comum.O credo dos apóstolos (gr. Didakê” – ensino) não inclue adoutrina da trindade. Embora sejam mencionados sentençasreferentes à Deus, Jesus, e o poder de Deus, o Espírito, a doutrinada trindade não é nem mencionada e tão pouco ensinada.1- O Credo de Nicéia – Este é o primeiro Concílio à ensinar atrindade. O credo de Nicéia foi originalmente formulado peloConcílio de Nicéia em 325 a.D. como segue:”Acreditamos em Deus, o Pai, do-Poderoso, Criador de todas ascoisas, visíveis e invisíveis, e no Senhor Jesus Cristo, o Filho deDeus, unigênito do Pai, o único, isto é, da essência do Pai, Deusde Deus, Luz da Luz, Deus perfeito do Deus perfeito, gerado,não criado, sendo de uma substância com o Pai; por meio doqual, todas as coisas foram feitas, tanto na Terra como no céu;que por nós homens, e por nossa salvação, desceu e se fez carne,e foi feito homem; Ele padeceu, e no terceiro dia, levantou-senovamente, e ascendeu aos céus, de onde há de vir à julgar osvivos e os mortos; e no Espírito Santo. Mas aqueles quedizem:”Houve um tempo em que Ele não era”, e “Ele não era até
  • 11. que foi gerado” e, “Ele foi feito do nada”, ou “Ele é de outrasubstância” ou “essência”, ou “O Filho de Deus é criado”, ou“mutável” ou “alterável” – estes são condenados pela santaIgreja Católica Apostólica.” (Hodge, A.A.Opcit.,pp.115-116)2 - O Credo Niceno-constantinopolitano – O credo de Nicéiacomo foi formulado originalmente não é o credo que por essenome é repetido nas Igrejas hoje. O credo orignal foi emendadono Concílio de Constantinopla, 381 a.D., e no Concílio deToledo, Espanha, 589 a.D. O anátema do credo original foiomitido e a porção referente ao Espírito Santo foi aumentada. AIgreja Grega rejeitou este credo porque o mesmo ensinava que oEspírito procedia tanto do Pai como do Filho. A presente formado Credo Niceno é a seguinte:”Creio em Deus, o Pai, Todo-Poderoso, criador do céu e da terra,e de todas as coisas, visíveis e invisíveis; e num Senhor, JesusCristo, o filho unigênito de Deus, gerado de Seu Pai antes detodos os mundos; Deus de Deus, luz da luz, Deus perfeito deDeus, gerado mas não criado, sendo de uma única essência como Pai, por intermédio de quem todas as coisas foram feitas; quepor nós homens e por nossa salvação desceu dos céus, e fez-secarne pelo Espírito Santo, da Virgem Maria, e foi feito homem;foi crucificado também por nós, sob Pôncio Pilatos; padeceu efoi sepultado; e ao terceiro dia, levantou-se novamente de acordocom as Escrituras; e ascendeu aos céus, e está assentado à direitade Deus Pai. E virá novamente em glória para julgar aos vivos eaos mortos; cujo reino não terá fim. E creio no Espírito Santo,Senhor e Doador da vida, que procede do Pai e do Filho, o qualjuntamente com o Pai e o Filho é louvado e glorificado, quefalou pelos profetas. E creio na Igreja Católica e Apostólica,reconheço um batismo para remissão dos pecados; e aguardo aressurreição dos mortos, e a vida do mundo porvir.”
  • 12. 3 - O Credo Atanasiano – Este credo, que é considerado pelostrinitarianos como sendo a mais profunda exposição daqueladoutrina que existe atualmente, é assim denominado em honra deAtanásio. Entretanto, Atanásio não escreveu este credo, pois foiescrito muitos séculos após sua morte. Primeiramente, este credoapareceu em Gaul, na escola de Agostinho por volta do sexto ousétimo século. Enquanto lendo este credo, note as contradiçõesberrantes que o mesmo contém:“1. Quem quer que seja salvo, antes de toda as coisas énecessário que retenha a fé católica.2. A qual, a menos que seja mantida íntegra e imaculada portodos, será a razão sem dúvida alguma, pela qual estará perdidopara todo o sempre.3. Mas, esta é a fé católica: Que adoremos um Deus emtrindade, e trindade em unidade.4. Nem confundindo as Pessoas, nem dividindo assubstâncias.5. Pois, há uma pessoa do Pai, outra do Filho e outra doEspírito Santo.6. Mas, a divindade do Pai, e do Filho e do Espírito Santoéuma só: a glória igual, a majestade co-eterna.7. Tal como o Pai é, também são o Filho e o Espírito Santo.8. O Pai não foi criado, tão pouco o Filho e o Espírito Santo.9. O Pai é imensurável, o Filho é imensurável, o EspíritoSanto é imensurável, como o Filho e o Espírito Santo.10. O Pai é eterno, assim como o Filho e o Espírito Santo.
  • 13. 11. E, entretanto não existem três eternos, mas um eterno.12. E também não existem três que não foram criados, nemtrês imensuráveis, mas um que não foi criado e um imensurável.13. Assim, da mesma forma, o Pai é Todo-Poderoso, o Filho éTodo-Poderoso, e o Espírito Santo Todo-Poderoso.14. E entretanto, não existem três Todo-Poderosos, mas umTodo-Poderoso.15. Assim, o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo éDeus.16. Entretanto não existem três deuses, mas um Deus.17. Assim, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor e o Espírito Santoé Senhor.18. E ainda assim não existem três Senhores, mas um Senhor.19. Pois assim como somos compelidos pela verdade cristãareconhecer todas as Pessoas por Si como sendo Senhor e Deus.20. Também somos proibidos pela religião católica de dizerque há três deuses ou três Senhores.21. O Pai não foi originado de nada, nem criado, nem gerado.22. O Filho é do Pai apenas não feito, não criado mas, gerado.23. O Espírito Santo é do Pai e do Filho, não feito, não criado,nem gerado mas, procedente.24. Portanto, há um Pai, não três Pais, um Filho, não trêsFilhos, um Espírito Santo, não três Espíritos Santos.
  • 14. 25. E nesta trindade, nenhum é antes ou depois de outro,nenhum é maior ou menor do que o outro.26. Mas, todas as três Pessoas são co-eternas, juntas e co-iguais.27. De modo que em todas as coisas, como dissemos antes, aUnidade na Trindade, e a Trindade na Unidade deve ser adorada.28. Aquele que portanto será salvo, deve refletir sobre aTrindade.29. Além disso, é necessário para a salvação eterna, quecreiamos também de maneira correta na en-carnação de NossoSenhor Jesus Cristo.30. Então a fé correta é, que creiamos e confessamos queNosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus e homem.31. Deus da essência do Pai, gerado antes dos mundos; eHomem, segundo a essência de Sua mãe, nascido no mundo.32. Deus perfeito; Homem perfeito, de alma racional e carnehumana subsistente.33. Igual ao Pai, no tocante à Sua natureza Divina, inferior aoPai no tocante à Sua natureza humana.34. E embora Ele seja Deus e Homem, ainda assim não édois,mas um Cristo.35. Um, não pela conversão da Divindade em carne, mas pelaascenção da Humanidade para Deus (para o interior).36. Um, todos juntos não pela confusão da essência, mas pelaunidade pessoal.
  • 15. 37. Pois ssim como a alma racional e a carne racional éumhomem, também Deus e Homem é um Cristo.38. Que padeceu pela nossa salvação, desceu ao Hades,levantou-se dos mortos ao terceiro dia.39. Ascendeu aos céus; está assentado à mão direita de Deus,o Pai Todo-Poderoso.40. Donde há de vir à julgar os vivos e os mortos.41. Em cuja vinda, todos os homens devem levantar-senovamente com seus corpos.42. E darão contas por suas próprias obras.43. E aqueles que tiverem praticado o bem entrarão na vidaeterna, mas, os que houverem operado o mal, para o fogo eterno.44. Esta é a fé católica, a qual caso um homem não creiaverdadeiramente e firmemente, não pode sersalvo.(Curtis,W.A.”A History of Creeds and Confessions ofFaith”; Schaff, Philip. “Creeds of Christendom.”)Trinitarianismo – ContinuaçãoVI- ARGUMENTOS TRINITARIANOS CONSIDERADOSChega à ser quase patético considerar os argumentos debi-litadosque lançam mão os trinitarianos para defender sua teoria. Elesadmitem que a doutrina não está firmada na Bíblia, entretanto, seagarram à toda pequena frase nas Escrituras que possa ser usadade alguma forma para apoiar sua falsa doutrina.I – UM TEXTO ESPÚRIO
  • 16. O único verso na Bíblia que aparenta ensinar a trindade é I João5:7, ” Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a palavra eo Espírito Santo; e estes três são um.” Geralmente é aceito entreos eruditos que este verso é espúrio, não sendo parte genuína daBíblia, portanto, sem autoridade. Sendo pois este verso forjado,já que não consta nos melhores manuscritos, presume-se que omesmo foi inserido por algum escriba trinitariano durante aIdade Média. Hoje em dia, trinitarianos honestos não usam esteverso no ensino de sua doutrina.Quase todas as versões etraduções modernas corretamente omitem as palavras desteverso. (Obs.”O Novo Testamento Grego Analítico”- Barbara &Timothy Friberg, baseado nos antigos códices da SociedadeBíblica Americana, também omite o verso 7, exposto acima,de IJoão 5.)II - OCORRÊNCIA DE TRÊS PALAVRAS JUNTASUm dos principais argumentos usados pelos trinitarianos é o fatode que Deus, Jesus e o Espírito Santo são mencionados juntos emalguns versos. Dizem eles que isso prova a trindade. Isto não éverdade. O fato de que três palavras ocorrem na mesma sentençanão é indicação em si mesmo que os fatores ou pessoasmencionadas são iguais ou até necessariamente relacionadas. Eisalguns versos usados por eles: Mateus 3:16,17 Batismo de Jesus João 14:16 A promessa do Consolador Mateus 28:19 A Grande Comissão 2 Coríntios 13:13 Benção
  • 17. 1 Pedro 1:2º Os Eleitos1. Mateus 3:16,17 – Este texto descreve eventos ligados aobatismo de Jesus. Após Jesus ter sido imergido no Rio Jordão,Deus enviou Seu poder, o Espírito, a Jesus e declarou que Eleera Seu Filho. Incluídos neste incidente estão Jesus, Deus e oEspírito de Deus. Isto, entretanto, não prova nem indica atrindade. O Espírito, que é o poder de Deus, desceu como pombasobre Jesus batizado. Nada há em absoluto neste incidente quemostre que o Espírito é uma pessoa. Nada há aqui que sequerinsinue a idéia de que Jesus, Deus e o Espírito são co-iguais e co-eternos. A subordinação do Filho a Seu Pai, além disso, érevelada pelo fato de que o Pai enviou o Espírito enquanto oFilho era quem o recebia. O Pai nos céus era quem falava. OFilho, saído da água, era quem o Pai reconhecera como Filho.2. João 14:16 – Jesus prometeu Seus discípulos que após Elehaver ascendido aos céus, Ele receberia o Consolador de Seu Pai,e então, envia-lo-ia para eles. O Pai deu Seu poder à Jesus, porSua vez, Cristo deu Seu poder à Seus discípulos. Esta promessacumpriu-se no dia de Pentecostes (Atos 2:33).Deus, Jesus e oEspírito são mencionados juntos aqui. Este fato, entretanto, nãoprova, nem insinua a trindade. Deus, Jesus, e o amor de Deus sãomencionados juntos em diversos versos. Os mesmos argumentosusados pelos trinitarianos personificaria também o amor de Deuse o transformaria numa pessoa da Divindade. O mesmo seaplicaria àsabedoria de Deus e outros atributos. Os argumentostrinitarianos resultariam em tantas pessoas da Divindade quantosatributos houvessem na natureza Divina: isto é absurdo… O fatode que uma das habilidades ou atributos de Deus é usada em
  • 18. conexão com Deus e Seu Filho não é indicação de que umatrindade de pessoas é por este meio ensinada. O Pai somente éDeus. Jesus é o Filho de Deus, o Espírito Santo é o poderimpessoal de Deus.3. Mateus 28:19 – Neste texto a palavra “nome” no originalestá no singular; esta palavra não refere-se a um nome pessoal:designa simplesmente autoridade. “O Pai” não é o nome pessoalde Deus, é um título, pois Seu nome pessoal éYAWEH. “OFilho” não é o nome pessoal de nosso Salvador, é também umtítulo, pois Seu nome pessoal é Jesus. O Espírito é o poder deDeus, não é uma pessoa, portanto, não tem um nome pessoal.Observação: Note o seguinte: O Pai – Nome pessoal: YAHWEH O Filho – Nome pessoal: JESUS O Espírito – Nome:?- Por ser impessoal, o Espírito (poder de Deus) não tem nomepróprio, pois quem jamais encontrou referência na Escriturasobre o nome do Espírito ?- Pode ser dito que as palavras a versão inglesa “Holy Ghost” eHoly Spirit” (Espírito Santo) tem o mesmo significado. Ambasas palavras “ghost” e “spirit” são traduzidas do vocábulo grego“pneuma”, que significa “poder”. Os tradutores não podem terrazão válida para usarem a palavra “ghost” em vez de “spirit”.
  • 19. Este texto (Mateus 28:19), registrando a Grande comissãoevangelística de Cristo, autorizou os discípulos à irem à todomundo e pregar o Evangelho. É similar a Marcos 16:15,16. Noverso anterior a este texto, lemos; ”E chegando-se Jesus, falou-lhes dizendo: É me dado todo o poder no céu e na terra.”(Mt.28:18). A palavra “poder” (Grego: exousia) aqui significa„autoridade‟. Após ter recebido autoridade divina de Deus, Jesusautorizou Seus discípulos para irem e ensinarem todas as nações.Assim, quando os discípulos foram, ensinaram e batizaram, eeles assim o fizeram através da autoridade de que estavaminvestidos pelo Pai, que tinha dado toda autoridade para SeuFilho. Desta maneira, assim eles fizeram isso no “nome” ouautoridade recebida do Pai.Os discípulos foram por todas as partes pregando e ensinandoporque Jesus assim os tinha autorizado e instruído, para queassim agissem. Desta maneira, eles trabalharam no “nome” ouautoridade do Filho. O poder de Deus, o Espírito, foi concedidoaos discípulos para que se operasse neles mudança de caráter epara que fosse possível a operação de milagres. Através dessasobras miraculosas do Espírito, Cristo estava “cooperando comeles (…) e confirmando a palavra com os sinais que seseguiram”. (Marcos 16:20). O poder de Deus confirmou Suamensagem através de milagres, revelando também que eles eramrepresentantes de Deus e Jesus; assim os discípulos foram,ensinaram e batizaram “em nome de” ou com uma autoridadeconfirmada pela operação do poder de Deus, o Espírito Santo.A autoridade recebida de Jesus e do Pai e revelada através dopoder do Espírito foi uma autoridade divina, portanto, a palavra“nome” ou “autoridade” é singular. Nada há neste verso queensine a trindade, como também nada que indique que o Espírito
  • 20. é uma pessoa ou que as três formam uma unidade composta deuma só substância e essência.4. II Coríntios 13:13 – Esta é outra escritura na qual o Pai,Jesus, e o Espírito Santo são mencionados juntamente. Ostrinitarianos afirmam que o Pai é sempre o primeiro, o Filhosempre o segundo, e o Espírito sempre o terceiro. Os apóstolos,entretanto, parecem jamais ter ouvido sobre a regra trinitária. Emmuitos versos, o assunto da discussão exige que Jesus sejamencionado no texto antes de Deus. Na maioria dos textos doNovo Testamento onde Jesus e o Pai são mencionados juntos, oEspírito não é mencionado de forma alguma. É interessante notarque neste verso Jesus é mencionado primeiro, Deus émencionado em segundo, e o Espírito em último. Neste verso,Jesus e Deus são representados como pessoas. O Espírito érevelado como o poder de Deus. Paulo não ensinou a trindadenesta bela bênção. Ele orou para que a graça divina, amor ecomunhão estivessem com os Coríntios. Ele desejava que estesexperimentassem os benefícios da graça de Cristo. Ele tambémdesejava que os crentes de Corinto entrassem nas bençãosresultantes do amor de Deus, assim como, desfrutar dacomunhão espiritual com Deus, Seu Filho, e irmãos que é feitapossível através da operação do poder de Deus, o Espírito Santo.IMPORTANTE: Note que Paulo mencionou a comunhão doEspírito Santo, não a comunhão com o Espírito Santo. Os crentestem comunhão com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo (ver IJoão 1:3-7) porque o Pai e o Filho são pessoas, ao passo que oscrentes não podem ter comunhão com o Espírito, pois este não éuma pessoa. Na verdade, os Cristãos experimentam comunhãodo Espírito, mas não com o Espírito.
  • 21. Portanto, notamos que esta benção de Paulo na realidade nãoensina de modo algum a falsa doutrina da trindade.O fato de que Pedro, Tiago e João são mencionados juntosrepetitivamente na Bíblia não indica que eles formam umatrindade. Por que deveria isto ser mais verdade porque Deus,Jesus e o poder de Deus aparecem mencionados no mesmo verso? Outras Escrituras usadas de modo errôneo no mesmo intuitopelos trinitarianos são:Gn.19:24; Nm.27:18; Sal.51:11; Isa.34:16;40:13; 48:16; Oséias 1:7; Ageu 2:4-5l; I Cor.12:4-6; I Ped.3:18;Apoc.1:4-6.III-FRASES REPETIDAS TRÊS VEZESOutro grupo de Escrituras nas quais os trinitarianos tentam lersua doutrina inclue aqueles versos onde uma certa frase érepetida três vezes. Estes textos quando usados erroneamentedeste modo, estão relacionados abaixo: Isaías 6:3 Santo, Santo, Santo Apocalipse 4:8 Santo, Santo, Santo Números 6:24-26 O Senhor, o Senhor, o Senhor1. Isaías 6:3 – O serafim adora à Deus clamando um aooutro: ”Santo, Santo, Santo, é o Senhor dos Exércitos: a terratoda está cheia de Sua glória.” O fato de que o atributo divino dasantidade é repetida três vezes na adoração do serafim, nãoindica que alguma referência é feita à três pessoas de uma
  • 22. trindade assentadas sobre um trono. A palavra “Santo” érepetida três vezes para dar ênfase.*Obs.: Hollenberg & Budde em sua “Gramática Elementar daLíngua Hebraica” ensinam que a forma repetida de um adjetivoem Hebraico além de lhe comunicar Ênfase, também serve comosuperlativo absoluto, passando “Santo, Santo, Santo” à serentendido como “Santíssimo”.Repetição para Ênfase é uma prática comum entre os escritoresda Bíblia. Note os seguidores exemplos: “Ó terra, terra, terra!Ouve a palavra do Senhor.” (Jer.22:29) Terá Jeremias ensinadouma trindade de terras? Certamente que não.”Ao revés, ao revés,ao revés a porei, e ela não será mais, até que venha aquele aquem pertence de direito, e a ele darei.” (Ezequiel 21:27).Deus declarou que o reino de Israel seria suspenso e o trono deDavi seria posto ao revés. Este permaneceria em efeito até que oMessias viesse para reinar como rei. Neste texto a palavra “aorevés” é repetida três vezes para Ênfase.2. Apocalipse 4:8 – Este verso é similar à Isaías 6:3. Aqui osquatro seres viventes “não descansam nem de dia nem de noite,dizendo: “Santo, Santo, Santo” Senhor Deus Todo-Poderoso, queera, e é, e que há de vir.” O contexto deste verso nos mostra queestas palavras foram dirigidas somente ao Pai. Embora sejaverdade de que o Filho é Santo e que o poder de Deus éSanto, aspalavras de adoração deste texto são ende-reçadas ao Pai apenas.O Filho não é incluído aqui.O contexto descreve Deus assentado sobre Seu trono no Céutendo nas mãos um livro selado com sete selos. (Apoc.5:1). Umanjo forte inquire por alguém que possa vir e abrir o livro
  • 23. (Apoc5:2-4). Finalmente após tornar-se claro que ninguém maisera digno, Jesus é descrito como o Cordeiro que vem e toma olivro da mão direita de Deus (Apoc.5:5-7). Jesus não era aqueleque Se assentava sobre o trono, nem parte d‟Ele. Aquele que seAssentava no trono não era uma trindade.Em Apocalipse 4:2-3, notamos que “um” estava assentado sobreo trono. Esta pessoa única era o Pai, o Criador. Era Ele queestava assentado sobre o trono a quem as quatro criaturasviventes adoravam com as palavras: “Santo, Santo, Santo.” Estetexto, assim como Isaías 6:3 absolutamente não apóia a falsadoutrina da trindade.3- Números 6:24-26 – ”O Senhor te abençoe e te guarde; oSenhor faça o Seu rosto resplandecer sobre ti, e tenhamisericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o Seu rosto, e te dê apaz.” As palavras “o Senhor” são usadas como o sujeito de trêssentenças consecutivas. Este fato, entretanto, não é prova que atrindade é indicada. Nesta benção sacerdotal, Aarão referiu-se àapenas uma pessoa, o Senhor Deus de Israel. No verso seguinte,Deus fala de si mesmo, no singular, ”Assim porão o Meu nomesobre os filhos de Israel, e Eu os abençoarei.” (Núm.6:27)”Os próprios Judeus severamente resentem-se da imputação deque suas Escrituras contém alguma prova ou até mesmointimação da doutrina da trindade ortodoxa, e Jesus e os Judeusnunca diferiram sobre este assunto, ambos mantendo de queDeus é único, e de que esta é a maior verdade revelada para ohomem.” (Gifford, Ezra D. “The True God, the true Christ, thetrue Holy Spirit.- San Diego, Califórnia, 1912, pp.44-45)
  • 24. *Obs.: Em Números 6:24-26, a palavra traduzida por “Senhor” éo nome próprio de Deus, o Pai Eterno, isto é”Yahweh” o queindica claramente que a passagem refere-se somente à Ele, o queé confirmado no verso 27.IV- A PALAVRA PLURAL HEBRAICAA palavra hebraica mais comum e usada para designar Deus noVelho Testamanto é”Elohim”, sendo um substantivo plural. “Noprincípio, criou Deus o céu e a terra.” (Gên.1:1). “Elohim” não énome pessoal de Deus; simplesmente refere-se à Sua Divindade,Sua posição em relação às criaturas, significando originalmente“O Forte”. Esta palavra plural hebraica é usada 2470 vezes noAntigo Testamento. É aplicado a homens que exercitamautoridade, a anjos, e para os muitos deuses do paganismo, comotambém para o único Deus verdadeiro. Quando aplicado aoverdadeiro e único Deus, “Elohim” geralmente é associado comverbos singulares, como também adjetivos e advérbios. Porexemplo, a palavra hebraica para “criou” em Gênesis 1:1 “bara”é singular. Elohim, designando o verdadeiro e único Deus, nãoindica uma pluralidade de deuses ou pluralidade de pessoasnuma substância, isto é: politeísmo / triteísmo ou trinitarianismo.Se o substantivo plural “Elohim” fizesse referência à umapluralidade de pessoas ou pluralidade de deuses quando usadoem referência ao único Deus verdadeiro, Ele sempre seriaidentificado por esta palavra plural, pensamos entretanto, queeste não é o caso. A forma singular “Eloah” também é usada emreferência a Deus. Isto é especialmente verdade nos LivrosPoéticos do Antigo Testamento. Quarenta e uma das quarenta eseis ocorrências de ELOAH, encontram-se no Livro de Jó. Osescritores do Antigo Testamento usaram a palavra Elohim para
  • 25. designar o único Deus verdadeiro, mostrando Sua infinitasuperioridade em relação às divindades politeístas e indicandoSua singular existência.A pluralidade de atributos e poderes que o politeísmo distribueentre muitas divindades finitas, pertencem à Pessoa Infinita, oDeus verdadeiro. Divindades pagãs são não-existentes.Adoração, reverência, e sacrifícios prestados a esses deuses sãomal-direcionados.O louvor total, obediência, e amor da raçahumana pertencem ao único infinito Deus. Este Ser Infinitodeclarou, “Eu sou o Senhor (Yahweh) teu Deus. Não terás outrosdeuses diante de mim.” (Ex.20:2,3).O Plural de majestade – Quando usado em referência ao únicoDeus verdadeiro, o substantivo plural hebraico Elohim denotamajestade, excelência, superioridade. Refere-se à infinitaplenitude de Deus e ilimitada grandeza; designa mais pluralidadequantitativa do que numérica, refere-se mais à quanto(intensidade), do que a quantos (quantidade). O uso desubstantivos plurais e pronomes em referência à pessoa de Deusé comumente conhecido como “plural de majestade”. Estepensamento é substanciado nas seguintes citações:Numa nota sobre Gênesis 1:1, Joseph Bryant Rotherham faz asseguintes observações:”Deveria ser cuidadosamente observado que, embora Elohimseja plural na forma, todavia quando, como aqui, está construídocom um verbo no singular, naturalmente é singular em sentido;especialmente por que o “plural de qualidade” ou “excelência” éabundante na língua hebraica em casos onde a referência éinegavelmente à alguma coisa que deve ser compreendida em
  • 26. número singular.” (Rotherham, Joseph Bryant. “The EmphasizedBible”. Londres: H.R. Allenson, 1901. Vol. 1. p. 33)Louis Berkhof, presidente do seminário Teológico Calvinista, faza seguinte observação concernente à palavra Elohim:“O nome raramente ocorre no singular, exceto em poesia. Oplural deve ser considerado como intensivo, e portanto, servepara indicar plenitude de poder.” (Op. cit. p. 48)O doutor William Smith da Universidade de Londres, um séculoatrás, foi descrito como o “mais eminente lexicógrafo do mundode língua Inglesa.” A seguinte afirmação encontra-se noDicionário Bíblico que o doutor Smith editou:”A forma plural Elohim tem dado origem à muita discussão. Aidéia fantasiosa de que refere-se à trindade de pessoas naDivindade, dificilmente encontra agora algum partidário entreeruditos. Ou é o que os gramáticos chamam “plural demajestade” ou então denota a plenitude da força divina, a somade poderes revelados por Deus. (Smith, William. “A Dictionaryof the Bible” Philadelphia: American Baptist PublicationSociety, 1863, pg. 216).Embora sendo trinitariano, Dr. Augustus H. Strong mostra que apalavra Elohim frequentemente adquire a significado singular:”Pensou-se uma vez que o estilo real de linguagem era umcostume de um tempo posterior à Moisés. O Faraó não o usa. EmGênesis 41:41-44, ele diz: “Te tenho posto sobre toda a terra doEgito…eu sou Faraó.” Mas investigações posteriores parecemprovar que o plural para Deus foi usado pelos Cananitas antes daocupação hebraica: o Faraó é chamado “meus deuses” ou “meudeus”, indiferentemente. A palavra “Senhor” é geralmente
  • 27. encontrada no plural no Antigo Testamento. (cf. Gênesis 24:9,51; 39:19; 40:1). O plural dá expressão ao sentido de temor,significa magnitude ou plenitude. Os hebreus tinham muitasformas plurais, onde deveríamos usar o singular.Ex: “MÀ-YIM” (água x águas) = água.“SHAMAYIM” (Céus) = céu. (Op. cit. pp. 318-319)Strong cita Gustav Friedrich Oehler, “Old Testament Theology”,como chamado Elohim um plural quantitativo, significandograndeza ilimitada. (Ibidem, 318).V – PRONOMES PESSOAIS PLURAISExistem quatro escrituras no Antigo Testamento onde pronomespessoais plurais são usados em referência à Deus. Ostrinitarianos afirmam que isto ensina sua teoria. Isto não éverdade. De maneira nenhuma estes quatro textos ensinam queexiste uma pluralidade de pessoas em Deus. Os quatros textosem questão são os seguintes: Gênesis 1:26 Façamos o homem à nossa imagem. Gênesis 3:22 O homem é como um de nós. Gênesis 11:7 Desçamos e confundamos Isaías 6:8 Quem ir por nós?Os pronomes pessoais plurais nestes versos referem-se à umDeus singular. Isto está claro pelo fato de que pronomessingulares são usados no contexto em referência à Deus. Em
  • 28. Gênesis 1:26, Deus disse, “Façamos o homem à nossa imagem,conforme a nossa semelhança.” No verso seguinte, entretanto,lemos: “E criou Deus o homem à Sua (Dele) imagem; à imagemde Deus os criou; macho e fêmea os criou.”(*Obs: Note acima os verbos no singular, como também ospronomes.)Em Isaías 6:8, lemos, ”Depois disto, ouvi a voz do Senhor, quedizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós?” Note que oSenhor disse: “A quem enviarei…?” – Deus falou de si mesmono singular.Em todo o restante da Bíblia, exceto estes quatros textos, Deus édesignado por pronomes singulares.Quando falando de si mesmo, Deus diz: “Eu, Meu, Mim.”Quando homens falam à respeito de Deus, dizem: “Ele, dEle,Lhe.” – Caso os pronomes plurais destes textos fizessemreferência à uma pluralidade de pessoas dentro de Deus, porqueentão não é Deus, sempre designado por pronomes plurais? Alémdo mais, se estes pronomes plurais denotassem realmentepluralidade em Deus, não haveria absolutamente nada querevelasse quantos haveriam naquela pluralidade, se seriam dois,três, dez, ou mesmo mil. Aplicar pluralidade à Deus resultariaem Politeísmo, mas não trinitarianismo.Estes pronomes plurais, como o substantivo plural ELOHIM,referem-se ao “plural de majestade”. Deus é representado comodizendo: “Façamos” em vez de dizer: “Vou fazer” como umaindicação de Sua glória e grandeza.O Dr. William Evans, embora trinitariano, escreveu o seguinte:
  • 29. “Alguns diriam que o “Façamos” em Gênesis 1:26 – “Façamos ohomem,” refere-se à Deus consultando Seus anjos, com os quaisEle toma conselho antes de executar algo de importância. Mas,Isaías 40:14, diz: “Com quem tomou conselho?” mostra então,que não é este o caso; e Gênesis 1:27 contradiz esta idéia, poisrepete a frase: “ à imagem de Deus”, não à imagem de anjos;também que Deus criou o homem à Sua própria imagem, àimagem de Deus (não anjos) o criou.” O “Façamos” de Gênesis1:26, portanto, é devidamente compreendido como plural demajestade, como indicando a dignidade e majestade d‟Aqueleque fala. A tradução apropriada deste verso não deveria ser“Façamos”, mas “Faremos”, indicando mais a linguagem de“resolução” do que de “consulta”.(Evans, William “The Gospel Doctrines of the Bible” –Chicago: Moody Press, 1939, pg. 27).Trinitarianismo – ContinuaçãoVII- CONTRA – TRINITARIANISMOA trindade como mencionamos previamente, é baseada sobre trêspropostas. É como uma mesa construída sobre três pernas. Casouma das pernas seja removida, a mesa por inteiro cairá. As trêspropostas sobre as quais a trindade está construída são: (1) Aunidade composta de Deus. (2) A divindade do Pai, do Filho e doEspírito. (3) A personalidade do Pai, do Filho e do Espírito. Emcaso de fracasso em se provar qualquer uma destas trêspropostas, isto causará o colapso desta falsa teoria. Para refutar atrindade, portanto, precisa-se estabelecer apenas um dos trêsfatos verdadeiros seguintes: (1) A unidade de Deus não écomposta. (2) Jesus não é Deus. (3) O Espírito não é uma pessoa.
  • 30. Nas três próximas seções, planejamos considerar estes três fatos.I – A UNIDADE DE DEUS NÃO É COMPOSTAExiste apenas uma pessoa que é Deus. Ele é a fonte e oDominador do universo. Ele é o Pai de Nosso Senhor JesusCristo. A unidade de Deus é simples, não composta.1 - Um Deus significa uma pessoa – Deus é único. Ele éIndividual e Singular, uma unidade, um único Ser. Vejamosagora uma pequena listagem que ensina que Deus é único.Jesus fez referência à Seu Pai como “o único Deus verdadeiro”(João17:3). Moisés declarou: ”Ouve, ó Israel: O Senhor nossoDeus é um único Senhor.” (Deut. 6:4). Paulo escreveu: ”Para nóshá um só Deus, o Pai.” (I Cor. 8:6)Há um Deus (gr. “heis” – heb. echad”). Deus é singular, só,único, à parte. Ele é o único Deus (gr. “monos” – heb. “bad”).Todos os “outros” estão excluídos. Nada mais há, nenhum outro.Ele é uma pessoa única. Além d‟Ele nenhum outro há. Todasestas palavras denotam unidade simples; A respeito da palavra“echad” (único, um) R. H. Judd escreveu:“Esta palavra hebraica “echad” ocorre aproximadamentequinhentas vezes no Antigo Testamento, e nem um exemplosequer pode ser produzido onde a palavra em qualquer sentidoperde seu valor numérico; nem pode ser negado que esta é a baseda qual todos os outros numerais tem ser valor; é verdade quetemos tais palavras como “nação”, “grupo”, “assembléia”, masquando falamos de “uma nação” como contra duas ou maisnações, absolutamente não há alteração do valor numérico donumeral.
  • 31. (Judd, R. H. “One God: The God of The Ages”. Oregon, Illinois:National Bible Institution, 1949, pp. 28, 30)Sobre a questão da unidade simples de Deus, citamos o seguintedo famoso Catecismo Racoviano:“Prova-me que na única essência de Deus há somente umaPessoa…De princípio já podemos notar que a essência de Deus éúnica não em tipo mas em número, pelo que não pode de modoalgum conter uma pluralidade de pessoas, já que uma pessoa énada mais do que uma essência inteligente individual. Então,onde quer que existam três pessoas numéricas, devem serreconhecidas da mesma maneira, três essências individuais; pois,no mesmo sentido em que é afirmado que há uma essêncianumérica; também deve ser considerado que há apenas umapessoa numérica.” (The Racovian Cathecism, Seção III, cap. 1.)2 - Pronomes Pessoais Singulares – O fato de que pronomespessoais singulares são usados em referência à Deus é excelentetestemunho da unidade Simples de Deus.”Às dezenas, ás centenas, de fato aos milhares, os pronomes daBíblia em relação à Deus permanecem como faróis em cadapágina do Gênesis ao Apocalipse, nos revelando a singularidadepessoal, literal e individual de Deus com uma clareza tal, quenenhum trinitariano, nem qualquer outro argumento pode negarcom sucesso. “Eu, Mim, Meu” e “Ele, Dele, Ele mesmo”, “Tu,Ti, Teu”, jamais foi e nunca será corretamente aplicado à maisdo que uma personalidade individual; tais palavras levamconsigo, uma dignidade e uma certeza que não pode ser expressanem por um nome (de doutrina) ou de qualquer outro método.”(Judd, R. H. Op. cit. p.32)
  • 32. 3 - Esta única Pessoa é o Pai – O testemunho da Bíblia é queexiste uma única Pessoa que é Deus. Quem então é esta Pessoa?Ele é o Pai. Numerosos textos Bíblicos identificam o único Deuscomo o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Algumas destasEscrituras são as seguintes: João 17:3 “… à Ti só, por único Deus verdadeiro…” Romanos “…glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso 15:6 Senhor…” I Cor. 8:6 “…para nós, há um só Deus, o Pai…” I Cor. 15:24 “…à Deus, o Pai.” II Cor. 1:3 “…o Deus e Pai de nosso Senhor…” Efésios 1:17 “…O Deus de nosso Senhor Jesus Cristo…” Efésios 4:6 “…Um só Deus e Pai de todos…” ITess. 3:13 “…Nosso Deus e Pai…” Tiago 3:9 “…à Deus e Pai…” “…de parte de Deus Pai e do nosso Senhor II João 3 Jesus Cristo, o Filho do Pai.”A unidade de Deus não é composta. Um Deus significa umapessoa. Esta única pessoa é o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
  • 33. II- JESUS NÃO É DEUS1 - Somente uma única pessoa é Deus – Jesus não é Deusporque há somente uma pessoa que é Deus. Essa pessoa únicatem sido identificada com o Pai. Jesus portanto, não pode sertambém Deus. Não há outra pessoa que possa ser Deus nomesmo sentido em que o Pai é Deus. “Para nós há um só Deus, oPai, de quem é tudo, e para quem nós vivemos.” (I Cor. 8:6).“Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, epor todos, e em todos.” (Efésios 4:6). Jesus é divino, mas nãodivindade. Ele é o divino Filho de Deus, mas, não é a divindade,o Ser Supremo.2 - Jesus como mediador não pode ser o próprio Deus –“Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e oshomens, Jesus Cristo homem.” (I Tim. 2:5). Jesus é Mediadorentre Deus e os homens, portanto, não é Ele o próprio Deus. Se opróprio Jesus fosse Deus e igual à Deus, como os trinitarianosdeclaram, Ele não estaria numa posição para servir comoMediador; como Mediador, alguém deve ser a terceira parte; poiscaso Cristo sendo Deus ou igual à Deus, seria uma das duaspartes, e não teria condições de ministrar como Mediador entreos dois – Deus e o homem. (Gál. 3:20).O fato de que Jesus é um Mediador anula a possibilidade de queEle seja parte de uma trindade. Jesus insistiu que Ele e Seu Painão são idênticos. Ele e Seu Pai são de personalidades separadas,essência e ser. Ele declarou que Ele e Seu Pai constituem duastestemunhas separadas: ”E na vossa Lei está também escrito queo testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testificode mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que meenviou.” (João 8:17-18)
  • 34. 3 - Jesus é o Filho de Deus – Jesus em Si mesmo não é Deus,nem parte de um Deus triuno pois Ele é o Filho de Deus. Ele nãopode ser Deus e Filho de Deus ao mesmo tempo. O Pai e o Filhonão são nem iguais, nem idênticos. O Pai vivia antes do Filho; oFilho recebeu Sua vida do Pai; o Pai é maior do que o Filho.Jesus foi gerado de Seu Pai e nascido de Maria; Ele é o Filho doDeus vivo. O Novo Testamento está repleto de escriturasafirmando que Jesus é o Filho de Deus.4 - Deus é o Deus de Jesus – Jesus reconheceu o Pai, o únicoDeus verdadeiro, como seu Deus. Jesus jamais reivindicou Elepróprio ser Deus; não pretendia ser igual à Deus. Ele sempre sereferiu ao Pai como sendo superior à Ele, Seu Deus. Nasseguintes Escrituras, Jesus faz referência ao Pai como Seu Deus,ou Deus é descrito como o Deus de Jesus. João 20:17 “Meu Deus e vosso Deus” Apocalipse 3:12 “Meu Deus / meu Deus / meu Deus” Mateus 27:46 “Deus meu, Deus meu…” Marcos 15:34 “Deus meu, Deus meu…” Salmo 22:1 “Deus meu, Deus meu…’’ II Cor. 11:31 “O Deus e Pai de Nosso Senhor…” Efésios 1:3 “O Deus e Pai de Nosso Senhor…” Efésios 1:7 “O Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo…”
  • 35. I Pedro 1:3 “O Deus e Pai de Nosso Senhor…” Hebreus 1:8-9 “Deus…O Teu Deus Te ungiu…” Salmo 45:6-7 “Deus…O Teu Deus Te ungiu…” Apocalipse 1:6 “…para Seu Deus…” (R.S.V.) II Cor. 1:3 “Deus e Pai de Nosso Senhor…”5 - Jesus orou ao Seu Deus, o Pai – Jesus revelou que Elepróprio não era Deus, quando orou à Seu Pai como Deus. CasoJesus fosse igual à Deus, porque orou Ele então à Deus? Ostrinitarianos afirmam que Deus, Jesus, e o Espírito todos temuma mesma inteligência e um propósito; caso Jesus e Deuscompartilhassem um propósito, o poder de decisão, pareceriazombaria para uma pessoa de uma trindade orar à uma outrapessoa de uma trindade. Jesus mostrou ser inferior à Seu Pai, eque somente Seu Pai é Deus pelo fato de que Cristo orou paraEle. Hebreus 5:7-8 Ofereceu orações à Deus. Lucas 6:12 A noite toda em oração à Deus. Mateus 11:25 ó Pai, Senhor do céu e da terra. João 17:1 Pai, é chegada a hora. Mateus 26:38,42 Meu Pai, se é possível…
  • 36. 6 - Jesus é inferior à Deus – Jesus ocupa a mais exaltadaposição no universo, junto à Deus. Jesus não é igual à Seu Pai,pois o Pai é maior do que o Filho, e este, por sua vez, é inferior àSeu Pai. Jesus, portanto, não é Deus. Reconhecer este fato, nãoquer dizer que não estejamos dando a glória devida à Cristo: ésimplesmente o reconhecimento da verdadeira relação entre o Paie Seu Filho. Jesus declarou: “Meu Pai é maior do que Eu.” (João14:28). Quando Jesus disse; “Eu e o Pai somos um” (João10:30), Ele não ensinou que Ele e Seu Pai eram um em essênciaou ser (como os trinitarianos afirmam) ou um em pessoa (comoos Sabelios ensinam). Ele referiu-se à unidade de propósito eperfeita concordância que existe entre Ele próprio e Seu Pai.Jesus orou para que esta mesma unidade tornasse possível entreSeus seguidores. (João 17:11,21-23). Jesus sempre reconheceuque Seu Pai é maior do que Ele. Isto claramente expõe o fato deque Jesus não pode ser parte então, de um Deus triuno. João 14:28 O Pai é maior da que Eu. João 10:29 Meu Pai…é maior do que todos. I Cor. 11:3 A cabeça de Cristo é Deus. I Cor. 3:23 Cristo é de Deus. Mateus 20:23 Não me pertence dá-lo(…)mas, à Meu Pai. I Cor. 15:24-28 O próprio Filho sujeitou-se ao Pai.
  • 37. Depois de haver sido completada a soberania redentora de Cristoe Deus haja posto todos os inimigos debaixo de Seus pés, Jesuscontuará à ser sujeito à Deus. Deus será supremo; será tudo emtodos: “Porque todas as coisas sujeitou debaixo de Seus pés. Masquando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está quese excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E quandotodas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o Filhomesmo se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, paraque Deus seja tudo em todos.” (I Cor. 15:24-28) Jesus viveucomo o Servo de Deus. Ele rendeu perfeita obediência à Seu Pai,sempre fazendo aquilo que agradava à Deus, mostrando assim,que Ele reconhecia ser inferior à Deus. Zacarias 3:8 Meu servo, o Renovo. Mateus 12:18 Eis qui o Meu Servo. Filipenses 2:7- A forma de um Servo. 8 Hebreus 10:7,9 Eis aqui venho para fazer a Tua vontade. João 4:34 Fazer a vontade d’Aquele que me enviou. Busco (…) a vontade do Pai que Me João 5:30 enviou. João 6:38 Não para fazer minha própria vontade. João 8:29 Eu faço sempre o que Lhe agrada Lucas 22:42 Não se faça a minha vontade, mas a Tua.
  • 38. Romanos 5:19 Pela obediência de um.7 - Jesus é inferior à Deus em atributos – O Novo Testamentorevela Jesus Cristo como inferior à Deus em atributos. Esta éuma indicação definitiva de que Jesus em si mesmo não é Deus;não é nem igual ou idêntico ao Pai, tão pouco parte de um Deustriuno. Deus é infinito e perfeito em todos os Seus atributos. Emtodas estas coisas, Deus é imutável; Sua perfeição infinita nãopode nem aumentar, tão pouco diminuir. O que Ele Tem sido,sempre será. Jesus demonstrou Ele mesmo ser inferior à Deus emSeus atributos.Inferior em conhecimento – Deus é onisciente; é perfeito emconhecimento. “Conhecidas de Deus são todas as Suas obrasdesde o começo do mundo.” Seus conhecimentos são infinitos,eternos e completos. Jesus, por outro lado, não era onisciente.Jesus “crescia em sabedoria” (Lucas 2:52). Se Jesus era Deuscom conhecimento infinito, como poderia Ele ter “crescido emsabedoria”? O conhecimento de Deus é nem adquirido nemderivado: Origina-se com Ele mesmo. “…que conselheiro oensinou?” (Isaías 40:13). Por outro lado, Jesus recebeu Seuconhecimento de Deus. (João 8:28). O conhecimento de Deusinclue todas as coisas, presentes, passadas, e futuras; Ele conhecetodas as coisas. Jesus, por outro lado, era limitado emconhecimento com relação à data de Sua volta. (Marcos 13:32).Jesus não é Deus. Lucas 2:52 Jesus crescia em sabedoria. João 5:19 O que Ele vê o Pai fazer.
  • 39. João 8:28 Como o Pai me ensinou. Marcos 13:32 Não sabe a data de Sua volta. Atos 1:7 Na autoridade do Pai.Inferior em poder – Deus é onipotente. Ele é Todo-Poderoso;tem poder infinito. “Com Deus todas as coisas são possíveis.” Opoder de Deus originou-se d‟Ele próprio. Através de seu poder,Deus executa todas as Suas obras. Jesus por outro lado, não eraonipotente. O poder que Cristo exercia quando operava milagresera recebido de Deus. Ele disse: “O Filho por si mesmo não podefazer coisa alguma.” (João 5:19). O poder que Cristo usa pararelizar Sua obra na Igreja hoje, e o qual Ele usará para governar aterra em Seu reino futuro foi recebido de Deus. O poder de Deusoriginou-se de Si mesmo; Jesus recebeu poder de Deus. Jesusnão é Deus. João O Filho por Si mesmo não pode fazer coisa 5:19 alguma. João Eu não posso de Mim mesmo fazer coisa 5:30 alguma. João Nada faço por Mim mesmo. 8:28Inferior em vida – Deus sempre existiu. Nunca houve um tempono qual Deus não existisse. Deus não somente viverá para
  • 40. sempre no futuro, mas também viveu eternamente no passado. Avida de Deus foi sem começo. A vida de Cristo, por outro lado,teve um começo definido; houve um tempo, em que Jesus nãoexistia; Ele viverá por toda eternidade no futuro, mas não viveupor toda a eternidade no passado. Jesus é inferior à Deus, comrelaçãoà idade e extensào anterior de vida.Deus é a fonte de toda a vida. Sua existência derivou-se de nada;Possui vida em Si mesmo. Jesus, ao contrário, recebeu vida deDeus. Se não fosse por Deus, Jesus jamais teria existido; Jesusfoi gerado do Pai, Sua vida foi portanto, derivada de Deus. Opoder de Deus fez com que Maria concebesse e desse à luz à umfilho. Se não fosse pelo santo poder de Deus, Jesus jamais terianascido. “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude doAltíssimo te cobrirá com a Sua sombra; pelo que também oSanto que de ti há de nascer será chamado Filho de Deus.”(Lucas 1:35). Jesus disse, “O Pai que vive Me enviou, e Eu vivopelo Pai.”(João 6:57).Jesus também recebeu vida ressureta do Pai. Deus levantou Jesusdos mortos através de Seu poder, o Espírito. (Atos 10:40; 13:30;Rom.10:9). Jesus voluntariamente entregou Sua vida como umsacrifício. Ele tinha autoridade para entregá-la e tornar à tomá-lanovamente (João 10:17-18). Jesus não ressurgiu dos mortos porSi mesmo. Ele foi levantado da morte através do poder de Deus,pois Ele éa fonte de toda a vida; Jesus recebeu a vida de Deus,portanto, Jesus não é Deus.Deus não pode morrer – Deus é imortal, e não pode estar sujeitoà morte; sempre foi e será imortal, pois é impossível que Elemorra. Jesus, ao contrário, nasceu mortal, pois é sabido queexperimentou a morte. Jesus tinha as características de umhomem mortal. Ele experimentou: fome (Mat. 4:2), sede (João
  • 41. 19:28), cansaço (João 4:6), tentação (Mat. 4:1), e sofrimento(Luc.24:46). Jesus morreu (João 19:33 I Cor. 15:3). Deus nãopode morrer, mas, Jesus morreu. Jesus não é Deus. Jesus tornou-se imortal quando Deus o levantou da sepultura, assim sendo,recebeu imortalidade de Deus; com isso, sabemos que Jesusjamais pode morrer novamente (Rom. 6:9). Quando Jesus voltar,todos os verdadeiros crentes serão feitos imortais como Ele. (ICor. 15:52-53 – Filipenses 3:20-21).8 - Atributos e Posições Divinas recebidas de Deus – Algunsacham que Jesus deve ser Deus porque Ele exerce certaautoridade divina, e revela certos atributos divinos. Exaltado àmão direita de Deus, Jesus recebeu autoridade e poder divinos deDeus. Isto entretanto, não prova que Jesus é igual à Deus, opróprio Deus, nem uma parte de Deus.O fato que Jesus foi exaltado pelo Pai mostra que Ele é maiorque Jesus. O fato de que Jesus recebe posição e obras divinasmostra que Ele é inferior à Deus. Hoje, Jesus tem sido exaltado àmais alta posição no universo, segundo apenas pelo próprioDeus.Autoridade recebida de Deus – Jesus disse, “Todo o poder(autoridade) me é dado no céu e na terra” (Mat. 28:18). Jesussempre entendeu que Seu Pai era superior à Ele em autoridade.Ele viveu em perfeita obediência à Deus. Após Sua ressurreição,Jesus recebeu autoridade divina de Deus. A autoridade de Deus éderivada do nada; é originária do próprio Deus. Deus é maior doque Jesus; Jesus é inferior à Deus; Jesus não é Deus.Reinado recebido de Deus – Jesus é designado Rei dos Reis.Deus sempre tem sido designado Rei do universo; Jesus recebeuSua autoridade real de Deus. A base do reinado de Cristo é o fato
  • 42. de que Ele é o Filho de Davi (Lucas 1:31- 33) e também o Filhode Deus (Salmo 2:6-9 e Daniel :14). Jesus não tornou-se Filho deDavi e Filho de Deus até que tivesse nascido de Maria.Obra de Julgamento – Deus autorizou Jesus à ser o juiz dahumanidade. Deus entregou o julgamento à Seu Filho. Deusjulgará a humanidade através da obra de Cristo, o juiz. Jesusrecebeu esta posição e obra de Deus. (João 5:22,27 – Atos 10:42;– 17:31). O fato de que Jesus recebeu esta prerrogativa de SeuPai, indica que o Pai é superior à Ele. Jesus não é Deus.Sua presença Invisível – Embora Jesus esteja nos céus, Ele podeestar presente em todos os lugares com Seus seguidores. Eledisse: “Eis que Eu estou convosco todos os dias, até aconsumação dos séculos.” (Mat. 28:20). Jesus pode fazer issoatravés do poder de Deus, o Espírito. Jesus recebeu este poder deDeus. (João 15:26) (Atos 2:33). Durante Seu ministério terrestre?Jesus pode curar o servo do centurião (Mat. 8:5-13) mesmoestando o servo doente à uma grande distância daquele lugar queSe encontrava. Ele também podia conhecer o que havia nocoração do homem. Jesus podia fazer essas coisas, não porqueEle é parte de um Deus triuno, mas, porque Deus O revestiu depoder para executar essas obras.9 - Quatro argumentos trinitarianos considerados – Ostrinitarianos objetam o fato de que Jesus não é Deus. Os quatrosmais importantes argumentos que eles costumam ensinar queJesus é o próprio Deus são:(1) Atributos divinos são atribuídos à Cristo; (2) Prerrogativasdivinas são atribuídas à Cristo; (3) Certas escrituras atestam queJesus era a imagem ou plenitude de Deus; (4) Dá-se o título de“Deus” à Jesus em certas Escrituras.
  • 43. Já consideramos o primeiro argumento e observamos que Jesusera inferior à Deus em atributos de conhecimento, poder e vidadurante Seu ministério terrestre: Ele era dependente de Deus emtodas as coisas. Em vez se provar que Jesus é Deus, seusatributos provam que não. O segundo argumento também já foiconsiderado. O fato de que Jesus exerceu ou exercerá certaautoridade divina e executará obras divinas (Rei, Juiz, etc.) nãoindica que Jesus é Deus, ao contrário, notamos que Jesus recebeutodas essas posições e obras de Deus, mostrando que Ele éinferior à Deus.O terceiro argumento usado pelos trinitarianos contra a verdadede que Jesus não é Deus, é o fato de que algumas Escriturasatestam que Jesus é a imagem de Deus. Estas Escrituras são asseguintes: Filipenses 2:6 Sendo em forma de Deus. Colossenses N’Ele habita toda a plenitude. 1:19 N’Ele habita toda a plenitude da Colossenses 2:9 divindade. II Cor. 4:4 Cristo, que é a imagem de Deus. Hebreus 1:3 A expressa imagem da Sua pessoa. Quem me vê a mim, vê aquele que me João 12:45 enviou. João 14:9 Quem me vê a mim, vê ao Pai.
  • 44. Estas Escrituras não ensinam que Jesus é Deus. Não indicamtambém que Jesus é parte de uma trindade. A palavra “imagem”significa “semelhança” ou “caráter impressionado”. Jesus era asemelhança moral de Deus. Seu caráter refletia os atributos demorais de Deus – santidade, retidão, justiça, amor, misericórdia,amabilidade, verdade, fidelidade. Jesus é Divino. Ele ésemelhante à Deus em caráter e conduta. Jesus propriamente nãoera Deus; Ele refletia o caráter de Deus em Sua vida perfeita.O quarto argumento usado pelos trinitarianos é que Jesus échamado pelo título de “Deus” em algumas Escrituras. As trêsprincipais Escrituras são: João 20:28; Tito 2:13; Hebreus 1:8.Este argumento é respondido pelo fato de que a palavra de“Deus” (Heb. ‟ELOHIM‟ / Gr. ‟THEOS‟) às vezes é aplicado àhomens e anjos na Bíblia. Quando usada no sentido secundário, apalavra ”Deus” indica alguém que é ‟representante‟ d‟Aqueleque é o verdadeiro e supremo Deus.O termo Deus é empregado nas Escrituras principalmente emdois sentidos.O primeiro destes é quando designa Aquele que governa epreside sobre todas as coisas no céu e na terra, que é reconhecidocomo Superior à todas as coisas…Neste sentido as Escriturasafirmam que Deus é um. O último sentido é quando designa umser que recebeu do primeiro (o Deus único) algum tipo deautoridade superior ou nocéu ou sobre a terra entre os homens, ou poder superior comrelação à todas as coisas humanas, ou autoridade para imporjulgamento sobre outros homens, sendo dessa maneira, e nesse
  • 45. sentido considerado como um participante da Divindade do Deusúnico. (The Recovian Cathecism. Seção 3 Cap.I).Moisés foi designado por Deus como “Deus” em relação àAarão (Ex. 4:16) e com relação à Faraó (Ex.7:1). Moisés foichamado Deus (ELOHIM), mas ele não era o único supremoDeus, nem parte de uma trindade. Moisés foi o representante deDeus. Juízes, representantes humanos do único Deus verdadeiro,são desginados como Deus. Em Êxodo 22:28 a palavra “deuses”refere-se à Juízes humanos; *apesar de termos “Juízes”, nooriginal encontramos ”ELOHIM” (deuses). Em Êxodo 21:6;22:8-9; e em I Samuel 2:25, a palavra “Juízes” é traduzido doHebraico ‟ELHOIM‟ ou Deus. Salmo 97:7 é citado em Hebreus1:6. Os “anjos” de Hebreus 1:6, são “deuses” no Salmo 97:7.Anjos são representantes de Deus, mas, não Ele próprio.Os Israelitas foram chamados “deuses” no Salmo 82:6-7. Jesuscitou este verso para mostrar este fato. “Respondeu-lhes Jesus:Não está escrito na vossa Lei: Eu disse: Sois deuses? Pois , se aLei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida(e a escritura não pode ser anulada). Aquele a quem o Paisantificou e enviou ao mundo, vóz dizeis: Blasfemas; porquedisse: Sou Filho de Deus? (João 10:34-36).O fato de que a palavra Deus é usada no sentido secundio comum representante de Deus em Hebreus 1:8 é mostrado noversículo seguinte. Em Hebreus 1:9 o “único Deus verdadeiro”(João 17:3) é descrito como sendo o Deus do Filho! “Amaste ajustiça, e aborreceste a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus teungiu com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.”(Hebreus 1:8-9 é uma citação de Salmo 45:6-7). Jesus não é opróprio Deus; também não é parte de uma trindade. Jesus é oFilho de Deus.
  • 46. III – O ESPÍRITO NÃO É UMA PESSOAO Espírito Santo não é uma pessoa distinta do Pai e do Filho. OEspírito Santo é impessoal, não é portanto, parte de nehumatrindade. É sim, a energia divina através da qual, Deus realizaSuas obras.1 - O Espírito é o Poder de Deus – O Espírito não é umapessoa distinta do Pai e do Filho porque é o poder de Deus. OEspírito Santo é o poder impessoal de Deus. Cada obra que Deusexecuta, é através de Seu poder, ou Espírito.“Espírito” é traduzido do hebraico „ruach‟ e „neshamah‟e dapalavra grega „pneuma‟. Pneuma nas escrituras gregas, é ruachnas Escrituras hebraicas. Espírito significa, ar, respirar, poder,animação, e manifestação do poder de alguém. O Espírito deDeus é o poder de Deus.2 - A palavra “Espírito” é neutra – O Espírito não é umapersonalidade porque a palavra grega “pneuma”, traduzidoEspírito, é neutra, em gênero. Artigos e pronomes referentes àessa palavra também são neutros. (*ref.”o Novo TestamentoGrego-analítico).3 - Símbolos Impessoais – O poder impessoal de Deus, oEspírito Santo, é designado na Bíblia por símbolos impessoais.Alguns desses são: vento (João 3:8 / Atos 2:2), fogo (Mat. 3:11),água (João 7:37-39),ó leo (Sal. 45:7 / Isa. 61:1), sêlo (Ef. 1:13),pomba (Mat. 3:16), lâmpadas (Apoc. 4:5), e fôlego.4 - Características Impessoais – As características impessoaisdo Espírito revelam-no como o poder de Deus e não como umapersonalidade. O Espírito é mencionado como sendo“derramado” (Isa. 32:15 / 44:3 / Joel 2:28 / Atos 2:17 / 10:45),
  • 47. “espargido, vertido” (Tito 3:5-6), assoprado (João 20:22), eenchendo pessoas (Atos 2:2-4) e (Ef. 5:18). Jesus foi ungido comeste poder (Atos 10:38); Homens foram batizados nele (Mat.3:11; Atos 1:5; I Cor. 12:13) e beberam dele (I Cor. 12:13); écomparado ao vento que sopra (João 3:8). O Espírito Santo, éportanto, impessoal. *Perguntamos: Qual Ser físico que pode ser:derramado, espargido, vertido, assoprado? O Espírito não é umapessoa.5 - Sem um nome pessoal – O Espírito demonstra-seimpessoal pelo fato dele não possuir nenhum nome pessoal. Deusé uma pessoa: Seu Nome é”Yahweh”; Nosso Salvador é umapessoa: Seu Nome é Jesus. *Qual é o nome do Espírito? OEspírito não é uma pessoa, não tem nome pessoal. Se o Espírito éuma pessoa, porque ele não tem um nome pessoal? A palavra“nome” de Mateus 28:19 não se refere à um nome pessoal. Apalavra “nome” neste verso significa “autoridade” ou “comorepresentante de”. O Espírito não é uma personalidade.6 - Nenhuma prece dirigida – ”O Espírito Santo não é umapessoa, porque em toda a Bíblia não há sequer uma oração oucanção de louvor, ou exclamação à ele endereçada. Nem há umpreceito sequer que autorize dentro da Bíblia tal oração ou hinode louvor.” (Gilfford. Op. cit. p.172). Miles Grant escreveu:Outro fato importante que é digno de nota, é que em nenhumlugar nas Escrituras somos nós ensinados à amar, honrar, oulouvar o Espírito Santo, ou à orar por sua assistência. Por quenão, se é uma pessoa, como o Pai e o Filho? (Grant, Miles.“Positive Theology” - Boston: Advent Christian PublicationsSociety, p. 287).
  • 48. O Espírito não é mencionado nos hinos de adoração noApocalipse(Apoc. 5:13 / 7:10). Se o Espírito é uma terceira pessoa de umatrindade, por que é omitida a referência à ele?7 - Não incluído nas Saudações Apostólicas – O poder deDeus, o Espírito, geralmente não é mencionado juntamente comDeus e Jesus nos cumprimentos e saudações Apostólicas nasEpístolas Neo-Testamentárias. O Espírito não é mencionado emnenhuma das saudações das Epístolas de Paulo (Rom. 1:7; I Cor.1:3; II Cor. 1:2; Gál. 1:3; Ef. 1:2; Filip. 1:2; Col. 1:2; I Tess. 1:1;IITess. 1:2; I Tim. 1:2; II Tim. 1:2; Tito 1:4; Filemom 3.)Deus e Jesus são mencionados juntos repetidamente, masraramente é o Espírito mencionado com eles. Note também aspalavras de abertura das epístolas escritas pelos outros escritores.(Tiago 1:1; II Pedro 1:2; I João 1:3; II João 3; Judas 1). Todosestes mencionam Deus e Jesus, mas não o Espírito. O Espírito émencionado em I Pedro 1:2 mas não como pessoa: *O apóstolosimplesmente afirma que o poder manifesto de Deus, o Espírito,é o agente que santifica os eleitos. Notar-se-á também que oEspírito não é incluído em maioria das doxologias e bençãos.Uma passagem na qual o Espírito é mencionado, (II Cor. 13:13)já foi considerada.”A questão repete-se novamente. Por que não há “graça”solicitada do Espírito Santo de Deus, se é uma pessoa? Casohouvesse uma junta de três pessoas, e não houvesse menção deterceira, mas, somente das outras duas em todos os relatórios,não teria a terceira ocasião para se sentir por demais desprezada?Se Paulo sabia de uma “terceira pessoa” de quem a graça deveria
  • 49. ser recebida, porque não solicitou ele por isso, à seu favor, emconexão com o Pai e Seu Filho? (Ibid. p. 288)8 - Não mencionado como estando entronado ou reinando – ABíblia representa à Deus o Pai, sentado sobre Seu Trono e Jesusassentado à Sua mão direita. O Pai e o Filho são ligados nojulgamento e na redenção. O reino vindouro é o reino de Deus ede Seu Cristo. Não há menção alguma do Espírito como sendouma pessoa ou como um assentado um trono.9 - Não relacionado com o Pai como uma pessoa para a outra:A relação do Espírito com o Pai não é aquela de uma pessoa paraoutra. A relação do Espírito com o Pai é aquela de um poder paracom uma pessoa. O Espírito é o poder de Deus. O poder de Deusnão é mais uma pessoa distinta de Si mesmo, mais do que o amore sabedoria de Deus o são; *Isto é, se considerarmos o Espíritode Deus com pessoa, também deveremos considerar outrosatributos de Deus como sabedoria e amor como pessoas,igualmente.O Pai e o Filho são pessoas, mas o Espírito não é uma pessoa.O Pai diz: “Tu” ao Filho e o Filho diz: “Tu” ao Pai, mas, nenhumdeles diz “Tu” ao Espírito. O Pai ama o Filho, e o Filho ama aoPai, mas nemhum dEles é mencionado “amando o Espírito”. OEspírito nunca foi denominado “o terceiro” ou “a terceirapessoa” em qualquer maneira. Além do mais, o Pai nunca échamado “a primeira pessoa” e o Filho nunca é chamado “asegunda pessoa”.10 - Objeções consideradas – Os trinitarianos afirmam,baseados em Atos 5:3-4 e II Cor. 3:17, que o Espírito é Deus.Eles insistem que desde que o Espírito está diretamenteidentificado com Deus, o Espírito deve ser Deus e uma
  • 50. personalidade distinta. Nada há nestes dois versos para garantirtal afirmação. Meramente porque a Bíblia afirma que “Deus éamor” (I João 4:8,16) ninguém está autorizado à dizer que oamor é uma personalidade distinta do Pai e um membro de umatrindade. O Espírito é o poder de Deus. A obra do Espírito é aobra de Deus e Seu Filho. Quando alguém é cheio do Espírito,ele está cheio com o poder de Deus e Cristo. O fruto do Espíritoé o resultado da obra de Cristo na vida do crente através de Seupoder. Quando a Bíblia descreve o Espírito como falando (Apoc.2:7), está se fazendo referência à obra de Deus falando atravésde Seu poder. Quando o Espírito é descrito como fazendointercessão (Rom. 8:26-27), refere-se à intercessão que Cristo,Nosso Sumo Sacedote faz por nós através de Seu poder. (Rom.8:34 / Heb. 7:25). Jesus é o Nosso único intercessor; Ele é oNosso mediador. Quando Ananias mentiu ao Espírito Santo, elementiu para Deus que operava através daquele santo poder.Quando o homem “entristece” o Santo Espírito de Deus (Ef.4:30), ele entristece ao próprio Deus que opera através de SeuSanto Espírito.O Espírito é descrito como eterno e Santo porque Deus é eternoe Santo. Quando, o Espírito, o poder de Deus, é representadocomo tendo certas características e desempenhando certas obras,a referência é feita ao único Deus eterno que tem estascaracterísticas e faz estas obras.11 - Pronomes Masculinos do Grego: Nenhuma prova depersonalidade – Nosso Senhor prometeu à Seus discípulos queapós Ele ter ascendido aos céus Ele lhes enviaria o poder deDeus, o Espírito Santo. Através deste poder, Jesus continuariaSua obra com e nos Discípulos. O poder foi chamado o“Consolador”, “Paráclito”, “Advogado” ou “Auxiliador”, porque
  • 51. Jesus pretendia trabalhar através daquele poder em favor doscrentes.IMPORTANTE:Era o próprio Jesus que seria o próprio “Advogado” ou“Paráclito”, o qual segundo João 14:26 seria enviadoposteriormente. Podemos verificar isso através de I João 2:1,onde encontramos Jesus Cristo como Advogado, em grego“Paráclito”. Foi o próprio Jesus que prometeu estar com osdiscípulos e os crentes através das eras, sempre, até aconsumação dos séculos (Mat. 28:20), e também seria sua fontede conforto e auxílio. Jesus disse: “Não vos deixarei órfãos:voltarei para vós” (João 14:18). A obra do Espírito de Cristocomo Confortador, advogado e auxiliador não era senão a obrado próprio Cristo como confortador, Advogado, e Auxiliadoratravés daquele poder divino.A palavra grega para Confortador “Parákletos” é masculina emgênero. (João 14:16; 17:26; 15:26; 16:7-8,13-15). Portanto, os tradutores usaram pronomes masculinos para sereferir ao poder de Deus nesta porção de João, muito emboraaquele próprio poder fosse neutro e impessoal. O poderimpessoal de Deus foi indicado por uma palavra masculina“Confortador” porque ia ser usado pela pessoa, Jesus Cristo.Jesus é uma pessoa, mas o poder, o Espírito Santo, através doqual Ele operava era impessoal. O uso de pronomes masculinosnestes versos citados não são indicações de personalidade.“Espírito em grego é um substantivo neutro e semprerepresentado por pronomes neutros naquele idioma. O
  • 52. Confortador em grego é masculino e portanto, é representado porpronomes masculinos. Mas, isto nada prova com respeito àpersonalidade. Porque o uso de pronomes masculinos no gregonão é prova de personalidade. O grego, diferentemente do Inglêsusa pronomes masculinos e femininos com referência à coisas equalidades, bem com à pessoas. Em grego, um campo émasculino, uma cidade é feminino, dor é feminino, vinho éfeminino, mas vinha é masculino, vento é masculino, prata émasculino, mas uma moeda de prata é neutro, um número émasculino, um escudo é feminino, etc. Do começo ao fim doléxico de substantivos gregos. Não é prova em absoluto depersonalidade que um objeto seja masculino ou feminino emgrego. Um substantivo neutro, entretanto, nunca é usado emgrego para denotar uma pessoa, exceto no caso de umdiminutivo, como uma criança, uma pessoa demente, ou umapessoa considerada não como uma pessoa, mas sim, como a umobjeto. Portanto, já que o Espírito é sempre neutro em grego,não pode ser uma pessoa, e jamais pode-se fazer referência àoEspírito por ele, lhe, quem, mas, sempre por pronomes neutros.(Gifford, Op. cit. 170-172)A Sabedoria em Provérbios é personificada como sendo ela. Istoentretanto, não é referência de que a sabedoria seja uma mulherou uma pessoa. Não significa que seja parte de um Deus triuno.O fato de que o Confortador é chamado “ele / dele” não indicaque é uma personalidade. Várias versões e traduções do NovoTestamento usam pronomes neutros em vez de masculinos emJoão 14:16,17,26.Entre estas versões, estão: “The New Testament: An AmericanTranslation” – Edgar J. Goodspeed; J. B. Rotherham, “TheEmphasized Bible”, e Wilson, “The Emphatic Diaglott”. MilesGrant afirma que os três manuscritos mais antigos do Novo
  • 53. Testamento, o Sinaítico, o Alexandrino, e Vaticano, usampronomes neutros em vez de masculinos em João 14. (Op. cit.290-293).**Gostaríamos que algum dos muitos trinitarianos sincerospudesse responder as dez perguntas que se seguem com o intuitode esclarecermos, e revelar definitivamente a farsa que envolve adoutrina da trindade, que é uma sombra que ainda paira sobremuitas seitas denominadascristãs. Esta sombra de Babilônia, é também parte de seu vinhode prostituição o qual ela tem dado à beber todas as nações daterra.1) Sendo I João 5:7 um texto espúrio, com sinceridade,devem os trinitarianos usá-lo para defender sua doutrina?2) O Pai é uma pessoa. Seu nome éYAHWEH ou JEOVÁ. OFilho é uma pessoa. Seu nome é JESUS CRISTO. Qual é o nomedo Espírito? Não tem nome? Então é impessoal!3) Porque temos comunhão com o Pai e com Seu Filho, edesfrutamos da comunhão do Espírito? Porque não temoscomunhão com o Espírito?(Ver pág. )4) A quem reconheceu Jesus Cristo como único Deusverdadeiro, à Ele mesmo, ou à Seu Pai? (João 17:3)(Ver pág. ).5) Já após Sua ascensão e glória, quando da visão de João daIlha de Patmos, como Jesus referiu-se à Seu Pai? (Apoc. 3:12).
  • 54. 6) Cristo admitiu que nada podia senão pelo Pai: (João 5:19 /5:30 / 8:28). Como se explica isso? Jesus sendo Deus não seriaautosuficiente, completo em Si mesmo?7) Como explicam os trinitarianos o texto de I Cor. 8:6?“Para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo, e para quem nósvivemos.”Obs: Jesus nunca foi chamado de Pai, mas, sim de Filho.8) Por que não há oração dirigida ao Espírito Santo, e osapóstolos raramente costumavam citá-lo em suas saudações edoxologias de suas epístolas?9) Em Apoc. 22:1 encontramos já na Nova Terra, os tronosdo Pai e do Cordeiro (Jesus / João 1:36); Se Jesus é Deus por quedeve Ele ter um trono separado do Pai? E o Espírito Santo…ondeestá seu trono, já que ele faz parte da “trindade”?10) Sabendo-se que a “trindade” é uma refinada heresia que seinfiltrou na Igreja nos primeiros séculos, atrvés do paganismo deConstantino, deliberadamente continuariam à propagar umadose a mais do vinho de Babilônia?NOTA: O presente estudo foi traduzido da obra:”SYSTEMATIC THEOLOGY” de Alva G. Huffer – 1976.VII- CONTRA – TRINITARIANISMOA trindade como mencionamos previamente, é baseada sobre três propostas. É como uma mesa construídasobre três pernas. Caso uma das pernas seja removida, a mesa por inteiro cairá. As três propostas sobre asquais a trindade está construída são: (1) A unidade composta de Deus. (2) A divindade do Pai, do Filho e doEspírito. (3) A personalidade do Pai, do Filho e do Espírito. Em caso de fracasso em se provar qualquer umadestas três propostas, isto causará o colapso desta falsa teoria. Para refutar a trindade, portanto, precisa-seestabelecer apenas um dos três fatos verdadeiros seguintes: (1) A unidade de Deus não é composta. (2) Jesusnão é Deus. (3) O Espírito não é uma pessoa.Nas três próximas seções, planejamos considerar estes três fatos.
  • 55. I – A UNIDADE DE DEUS NÃO É COMPOSTAExiste apenas uma pessoa que é Deus. Ele é a fonte e o Dominador do universo. Ele é o Pai de Nosso SenhorJesus Cristo. A unidade de Deus é simples, não composta.1 - Um Deus significa uma pessoa – Deus é único. Ele é Individual e Singular, uma unidade, um únicoSer. Vejamos agora uma pequena listagem que ensina que Deus é único.Jesus fez referência à Seu Pai como “o único Deus verdadeiro” (João17:3). Moisés declarou: ”Ouve, ó Israel:O Senhor nosso Deus é um único Senhor.” (Deut. 6:4). Paulo escreveu: ”Para nós há um só Deus, o Pai.” (ICor. 8:6)Há um Deus (gr. “heis” – heb. echad”). Deus é singular, só, único, à parte. Ele é o único Deus (gr. “monos”– heb. “bad”). Todos os “outros” estão excluídos. Nada mais há, nenhum outro. Ele é uma pessoa única.Além d‟Ele nenhum outro há. Todas estas palavras denotam unidade simples; A respeito da palavra “echad”(único, um) R. H. Judd escreveu:“Esta palavra hebraica “echad” ocorre aproximadamente quinhentas vezes no Antigo Testamento, e nem umexemplo sequer pode ser produzido onde a palavra em qualquer sentido perde seu valor numérico; nem podeser negado que esta é a base da qual todos os outros numerais tem ser valor; é verdade que temos taispalavras como “nação”, “grupo”, “assembléia”, mas quando falamos de “uma nação” como contra duas oumais nações, absolutamente não há alteração do valor numérico do numeral.(Judd, R. H. “One God: The God of The Ages”. Oregon, Illinois: National Bible Institution, 1949, pp. 28,30)Sobre a questão da unidade simples de Deus, citamos o seguinte do famoso Catecismo Racoviano:“Prova-me que na única essência de Deus há somente uma Pessoa…De princípio já podemos notar que aessência de Deus é única não em tipo mas em número, pelo que não pode de modo algum conter umapluralidade de pessoas, já que uma pessoa é nada mais do que uma essência inteligente individual. Então,onde quer que existam três pessoas numéricas, devem ser reconhecidas da mesma maneira, três essênciasindividuais; pois, no mesmo sentido em que é afirmado que há uma essência numérica; também deve serconsiderado que há apenas uma pessoa numérica.” (The Racovian Cathecism, Seção III, cap. 1.)2 - Pronomes Pessoais Singulares – O fato de que pronomes pessoais singulares são usados em referênciaà Deus é excelente testemunho da unidade Simples de Deus.”Às dezenas, ás centenas, de fato aos milhares, os pronomes da Bíblia em relação à Deus permanecem comofaróis em cada página do Gênesis ao Apocalipse, nos revelando a singularidade pessoal, literal e individualde Deus com uma clareza tal, que nenhum trinitariano, nem qualquer outro argumento pode negar comsucesso. “Eu, Mim, Meu” e “Ele, Dele, Ele mesmo”, “Tu, Ti, Teu”, jamais foi e nunca será corretamenteaplicado à mais do que uma personalidade individual; tais palavras levam consigo, uma dignidade e umacerteza que não pode ser expressa nem por um nome (de doutrina) ou de qualquer outro método.” (Judd, R.H. Op. cit. p.32)3 - Esta única Pessoa é o Pai – O testemunho da Bíblia é que existe uma única Pessoa que é Deus. Quementão é esta Pessoa? Ele é o Pai. Numerosos textos Bíblicos identificam o único Deus como o Pai de nossoSenhor Jesus Cristo. Algumas destas Escrituras são as seguintes:
  • 56. João 17:3 “… à Ti só, por único Deus verdadeiro…” Romanos 15:6 “…glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor…” I Cor. 8:6 “…para nós, há um só Deus, o Pai…” I Cor. 15:24 “…à Deus, o Pai.” II Cor. 1:3 “…o Deus e Pai de nosso Senhor…” Efésios 1:17 “…O Deus de nosso Senhor Jesus Cristo…” Efésios 4:6 “…Um só Deus e Pai de todos…” ITess. 3:13 “…Nosso Deus e Pai…” Tiago 3:9 “…à Deus e Pai…” II João 3 “…de parte de Deus Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai.”A unidade de Deus não é composta. Um Deus significa uma pessoa. Esta única pessoa é o Pai de nossoSenhor Jesus Cristo.II- JESUS NÃO É DEUS1 - Somente uma única pessoa é Deus – Jesus não é Deus porque há somente uma pessoa que é Deus. Essapessoa única tem sido identificada com o Pai. Jesus portanto, não pode ser também Deus. Não há outrapessoa que possa ser Deus no mesmo sentido em que o Pai é Deus. “Para nós há um só Deus, o Pai, de quemé tudo, e para quem nós vivemos.” (I Cor. 8:6). “Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e portodos, e por todos, e em todos.” (Efésios 4:6). Jesus é divino, mas não divindade. Ele é o divino Filho deDeus, mas, não é a divindade, o Ser Supremo.2 - Jesus como mediador não pode ser o próprio Deus – “Porque há um só Deus, e um só mediador entreDeus e os homens, Jesus Cristo homem.” (I Tim. 2:5). Jesus é Mediador entre Deus e os homens, portanto,não é Ele o próprio Deus. Se o próprio Jesus fosse Deus e igual à Deus, como os trinitarianos declaram, Elenão estaria numa posição para servir como Mediador; como Mediador, alguém deve ser a terceira parte; poiscaso Cristo sendo Deus ou igual à Deus, seria uma das duas partes, e não teria condições de ministrar comoMediador entre os dois – Deus e o homem. (Gál. 3:20).O fato de que Jesus é um Mediador anula a possibilidade de que Ele seja parte de uma trindade. Jesusinsistiu que Ele e Seu Pai não são idênticos. Ele e Seu Pai são de personalidades separadas, essência e ser.Ele declarou que Ele e Seu Pai constituem duas testemunhas separadas: ”E na vossa Lei está também escritoque o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testificatambém o Pai que me enviou.” (João 8:17-18)3 - Jesus é o Filho de Deus – Jesus em Si mesmo não é Deus, nem parte de um Deus triuno pois Ele é oFilho de Deus. Ele não pode ser Deus e Filho de Deus ao mesmo tempo. O Pai e o Filho não são nem iguais,nem idênticos. O Pai vivia antes do Filho; o Filho recebeu Sua vida do Pai; o Pai é maior do que o Filho.Jesus foi gerado de Seu Pai e nascido de Maria; Ele é o Filho do Deus vivo. O Novo Testamento está repletode escrituras afirmando que Jesus é o Filho de Deus.
  • 57. 4 - Deus é o Deus de Jesus – Jesus reconheceu o Pai, o único Deus verdadeiro, como seu Deus. Jesusjamais reivindicou Ele próprio ser Deus; não pretendia ser igual à Deus. Ele sempre se referiu ao Pai comosendo superior à Ele, Seu Deus. Nas seguintes Escrituras, Jesus faz referência ao Pai como Seu Deus, ouDeus é descrito como o Deus de Jesus. João 20:17 “Meu Deus e vosso Deus” Apocalipse 3:12 “Meu Deus / meu Deus / meu Deus” Mateus 27:46 “Deus meu, Deus meu…” Marcos 15:34 “Deus meu, Deus meu…” Salmo 22:1 “Deus meu, Deus meu…’’ II Cor. 11:31 “O Deus e Pai de Nosso Senhor…” Efésios 1:3 “O Deus e Pai de Nosso Senhor…” Efésios 1:7 “O Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo…” I Pedro 1:3 “O Deus e Pai de Nosso Senhor…” Hebreus 1:8-9 “Deus…O Teu Deus Te ungiu…” Salmo 45:6-7 “Deus…O Teu Deus Te ungiu…” Apocalipse 1:6 “…para Seu Deus…” (R.S.V.) II Cor. 1:3 “Deus e Pai de Nosso Senhor…”5 - Jesus orou ao Seu Deus, o Pai – Jesus revelou que Ele próprio não era Deus, quando orou à Seu Paicomo Deus. Caso Jesus fosse igual à Deus, porque orou Ele então à Deus? Os trinitarianos afirmam queDeus, Jesus, e o Espírito todos tem uma mesma inteligência e um propósito; caso Jesus e Deuscompartilhassem um propósito, o poder de decisão, pareceria zombaria para uma pessoa de uma trindadeorar à uma outra pessoa de uma trindade. Jesus mostrou ser inferior à Seu Pai, e que somente Seu Pai éDeus pelo fato de que Cristo orou para Ele. Hebreus 5:7-8 Ofereceu orações à Deus. Lucas 6:12 A noite toda em oração à Deus. Mateus 11:25 ó Pai, Senhor do céu e da terra. João 17:1 Pai, é chegada a hora.
  • 58. Mateus 26:38,42 Meu Pai, se é possível…6 - Jesus é inferior à Deus – Jesus ocupa a mais exaltada posição no universo, junto à Deus. Jesus não éigual à Seu Pai, pois o Pai é maior do que o Filho, e este, por sua vez, é inferior à Seu Pai. Jesus, portanto,não é Deus. Reconhecer este fato, não quer dizer que não estejamos dando a glória devida à Cristo: ésimplesmente o reconhecimento da verdadeira relação entre o Pai e Seu Filho. Jesus declarou: “Meu Pai émaior do que Eu.” (João 14:28). Quando Jesus disse; “Eu e o Pai somos um” (João 10:30), Ele não ensinouque Ele e Seu Pai eram um em essência ou ser (como os trinitarianos afirmam) ou um em pessoa (como osSabelios ensinam). Ele referiu-se à unidade de propósito e perfeita concordância que existe entre Ele próprioe Seu Pai. Jesus orou para que esta mesma unidade tornasse possível entre Seus seguidores. (João 17:11,21-23). Jesus sempre reconheceu que Seu Pai é maior do que Ele. Isto claramente expõe o fato de que Jesus nãopode ser parte então, de um Deus triuno.João 14:28 O Pai é maior da que Eu.João 10:29 Meu Pai…é maior do que todos.I Cor. 11:3 A cabeça de Cristo é Deus.I Cor. 3:23 Cristo é de Deus.Mateus 20:23 Não me pertence dá-lo(…)mas, à Meu Pai.I Cor. 15:24-28 O próprio Filho sujeitou-se ao Pai.Depois de haver sido completada a soberania redentora de Cristo e Deus haja posto todos os inimigosdebaixo de Seus pés, Jesus contuará à ser sujeito à Deus. Deus será supremo; será tudo em todos: “Porquetodas as coisas sujeitou debaixo de Seus pés. Mas quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro estáque se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, entãotambém o Filho mesmo se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo emtodos.” (I Cor. 15:24-28) Jesus viveu como o Servo de Deus. Ele rendeu perfeita obediência à Seu Pai,sempre fazendo aquilo que agradava à Deus, mostrando assim, que Ele reconhecia ser inferior à Deus.Zacarias 3:8 Meu servo, o Renovo.Mateus 12:18 Eis qui o Meu Servo.Filipenses 2:7-8 A forma de um Servo.Hebreus 10:7,9 Eis aqui venho para fazer a Tua vontade.João 4:34 Fazer a vontade d’Aquele que me enviou.João 5:30 Busco (…) a vontade do Pai que Me enviou.João 6:38 Não para fazer minha própria vontade.
  • 59. João 8:29 Eu faço sempre o que Lhe agradaLucas 22:42 Não se faça a minha vontade, mas a Tua.Romanos 5:19 Pela obediência de um.7 - Jesus é inferior à Deus em atributos – O Novo Testamento revela Jesus Cristo como inferior à Deus ematributos. Esta é uma indicação definitiva de que Jesus em si mesmo não é Deus; não é nem igual ouidêntico ao Pai, tão pouco parte de um Deus triuno. Deus é infinito e perfeito em todos os Seus atributos. Emtodas estas coisas, Deus é imutável; Sua perfeição infinita não pode nem aumentar, tão pouco diminuir. Oque Ele Tem sido, sempre será. Jesus demonstrou Ele mesmo ser inferior à Deus em Seus atributos.Inferior em conhecimento – Deus é onisciente; é perfeito em conhecimento. “Conhecidas de Deus são todasas Suas obras desde o começo do mundo.” Seus conhecimentos são infinitos, eternos e completos. Jesus, poroutro lado, não era onisciente. Jesus “crescia em sabedoria” (Lucas 2:52). Se Jesus era Deus comconhecimento infinito, como poderia Ele ter “crescido em sabedoria”? O conhecimento de Deus é nemadquirido nem derivado: Origina-se com Ele mesmo. “…que conselheiro o ensinou?” (Isaías 40:13). Poroutro lado, Jesus recebeu Seu conhecimento de Deus. (João 8:28). O conhecimento de Deus inclue todas ascoisas, presentes, passadas, e futuras; Ele conhece todas as coisas. Jesus, por outro lado, era limitado emconhecimento com relação à data de Sua volta. (Marcos 13:32). Jesus não é Deus.Lucas 2:52 Jesus crescia em sabedoria.João 5:19 O que Ele vê o Pai fazer.João 8:28 Como o Pai me ensinou.Marcos 13:32 Não sabe a data de Sua volta.Atos 1:7 Na autoridade do Pai.Inferior em poder – Deus é onipotente. Ele é Todo-Poderoso; tem poder infinito. “Com Deus todas as coisassão possíveis.” O poder de Deus originou-se d‟Ele próprio. Através de seu poder, Deus executa todas asSuas obras. Jesus por outro lado, não era onipotente. O poder que Cristo exercia quando operava milagresera recebido de Deus. Ele disse: “O Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma.” (João 5:19). O poderque Cristo usa para relizar Sua obra na Igreja hoje, e o qual Ele usará para governar a terra em Seu reinofuturo foi recebido de Deus. O poder de Deus originou-se de Si mesmo; Jesus recebeu poder de Deus. Jesusnão é Deus.João 5:19 O Filho por Si mesmo não pode fazer coisa alguma.João 5:30 Eu não posso de Mim mesmo fazer coisa alguma.João 8:28 Nada faço por Mim mesmo.Inferior em vida – Deus sempre existiu. Nunca houve um tempo no qual Deus não existisse. Deus nãosomente viverá para sempre no futuro, mas também viveu eternamente no passado. A vida de Deus foi semcomeço. A vida de Cristo, por outro lado, teve um começo definido; houve um tempo, em que Jesus nãoexistia; Ele viverá por toda eternidade no futuro, mas não viveu por toda a eternidade no passado. Jesus éinferior à Deus, com relaçãoà idade e extensào anterior de vida.
  • 60. Deus é a fonte de toda a vida. Sua existência derivou-se de nada; Possui vida em Si mesmo. Jesus, aocontrário, recebeu vida de Deus. Se não fosse por Deus, Jesus jamais teria existido; Jesus foi gerado do Pai,Sua vida foi portanto, derivada de Deus. O poder de Deus fez com que Maria concebesse e desse à luz à umfilho. Se não fosse pelo santo poder de Deus, Jesus jamais teria nascido. “Descerá sobre ti o Espírito Santo, ea virtude do Altíssimo te cobrirá com a Sua sombra; pelo que também o Santo que de ti há de nascer seráchamado Filho de Deus.” (Lucas 1:35). Jesus disse, “O Pai que vive Me enviou, e Eu vivo pelo Pai.”(João6:57).Jesus também recebeu vida ressureta do Pai. Deus levantou Jesus dos mortos através de Seu poder, oEspírito. (Atos 10:40; 13:30; Rom.10:9). Jesus voluntariamente entregou Sua vida como um sacrifício. Eletinha autoridade para entregá-la e tornar à tomá-la novamente (João 10:17-18). Jesus não ressurgiu dosmortos por Si mesmo. Ele foi levantado da morte através do poder de Deus, pois Ele éa fonte de toda a vida;Jesus recebeu a vida de Deus, portanto, Jesus não é Deus.Deus não pode morrer – Deus é imortal, e não pode estar sujeito à morte; sempre foi e será imortal, pois éimpossível que Ele morra. Jesus, ao contrário, nasceu mortal, pois é sabido que experimentou a morte. Jesustinha as características de um homem mortal. Ele experimentou: fome (Mat. 4:2), sede (João 19:28), cansaço(João 4:6), tentação (Mat. 4:1), e sofrimento (Luc.24:46). Jesus morreu (João 19:33 I Cor. 15:3). Deus nãopode morrer, mas, Jesus morreu. Jesus não é Deus. Jesus tornou-se imortal quando Deus o levantou dasepultura, assim sendo, recebeu imortalidade de Deus; com isso, sabemos que Jesus jamais pode morrernovamente (Rom. 6:9). Quando Jesus voltar, todos os verdadeiros crentes serão feitos imortais como Ele. (ICor. 15:52-53 – Filipenses 3:20-21).8 - Atributos e Posições Divinas recebidas de Deus – Alguns acham que Jesus deve ser Deus porque Eleexerce certa autoridade divina, e revela certos atributos divinos. Exaltado à mão direita de Deus, Jesusrecebeu autoridade e poder divinos de Deus. Isto entretanto, não prova que Jesus é igual à Deus, o próprioDeus, nem uma parte de Deus.O fato que Jesus foi exaltado pelo Pai mostra que Ele é maior que Jesus. O fato de que Jesus recebe posiçãoe obras divinas mostra que Ele é inferior à Deus. Hoje, Jesus tem sido exaltado à mais alta posição nouniverso, segundo apenas pelo próprio Deus.Autoridade recebida de Deus – Jesus disse, “Todo o poder (autoridade) me é dado no céu e na terra” (Mat.28:18). Jesus sempre entendeu que Seu Pai era superior à Ele em autoridade. Ele viveu em perfeitaobediência à Deus. Após Sua ressurreição, Jesus recebeu autoridade divina de Deus. A autoridade de Deus éderivada do nada; é originária do próprio Deus. Deus é maior do que Jesus; Jesus é inferior à Deus; Jesusnão é Deus.Reinado recebido de Deus – Jesus é designado Rei dos Reis. Deus sempre tem sido designado Rei douniverso; Jesus recebeu Sua autoridade real de Deus. A base do reinado de Cristo é o fato de que Ele é oFilho de Davi (Lucas 1:31- 33) e também o Filho de Deus (Salmo 2:6-9 e Daniel :14). Jesus não tornou-seFilho de Davi e Filho de Deus até que tivesse nascido de Maria.Obra de Julgamento – Deus autorizou Jesus à ser o juiz da humanidade. Deus entregou o julgamento à SeuFilho. Deus julgará a humanidade através da obra de Cristo, o juiz. Jesus recebeu esta posição e obra deDeus. (João 5:22,27 – Atos 10:42; – 17:31). O fato de que Jesus recebeu esta prerrogativa de Seu Pai, indicaque o Pai é superior à Ele. Jesus não é Deus.Sua presença Invisível – Embora Jesus esteja nos céus, Ele pode estar presente em todos os lugares comSeus seguidores. Ele disse: “Eis que Eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” (Mat.28:20). Jesus pode fazer isso através do poder de Deus, o Espírito. Jesus recebeu este poder de Deus. (João15:26) (Atos 2:33). Durante Seu ministério terrestre? Jesus pode curar o servo do centurião (Mat. 8:5-13)mesmo estando o servo doente à uma grande distância daquele lugar que Se encontrava. Ele também podia
  • 61. conhecer o que havia no coração do homem. Jesus podia fazer essas coisas, não porque Ele é parte de umDeus triuno, mas, porque Deus O revestiu de poder para executar essas obras.9 - Quatro argumentos trinitarianos considerados – Os trinitarianos objetam o fato de que Jesus não éDeus. Os quatros mais importantes argumentos que eles costumam ensinar que Jesus é o próprio Deus são:(1) Atributos divinos são atribuídos à Cristo; (2) Prerrogativas divinas são atribuídas à Cristo; (3) Certasescrituras atestam que Jesus era a imagem ou plenitude de Deus; (4) Dá-se o título de “Deus” à Jesus emcertas Escrituras.Já consideramos o primeiro argumento e observamos que Jesus era inferior à Deus em atributos deconhecimento, poder e vida durante Seu ministério terrestre: Ele era dependente de Deus em todas as coisas.Em vez se provar que Jesus é Deus, seus atributos provam que não. O segundo argumento também já foiconsiderado. O fato de que Jesus exerceu ou exercerá certa autoridade divina e executará obras divinas (Rei,Juiz, etc.) não indica que Jesus é Deus, ao contrário, notamos que Jesus recebeu todas essas posições e obrasde Deus, mostrando que Ele é inferior à Deus.O terceiro argumento usado pelos trinitarianos contra a verdade de que Jesus não é Deus, é o fato de quealgumas Escrituras atestam que Jesus é a imagem de Deus. Estas Escrituras são as seguintes:Filipenses 2:6 Sendo em forma de Deus.Colossenses 1:19 N’Ele habita toda a plenitude.Colossenses 2:9 N’Ele habita toda a plenitude da divindade.II Cor. 4:4 Cristo, que é a imagem de Deus.Hebreus 1:3 A expressa imagem da Sua pessoa.João 12:45 Quem me vê a mim, vê aquele que me enviou.João 14:9 Quem me vê a mim, vê ao Pai.Estas Escrituras não ensinam que Jesus é Deus. Não indicam também que Jesus é parte de uma trindade. Apalavra “imagem” significa “semelhança” ou “caráter impressionado”. Jesus era a semelhança moral deDeus. Seu caráter refletia os atributos de morais de Deus – santidade, retidão, justiça, amor, misericórdia,amabilidade, verdade, fidelidade. Jesus é Divino. Ele é semelhante à Deus em caráter e conduta. Jesuspropriamente não era Deus; Ele refletia o caráter de Deus em Sua vida perfeita.O quarto argumento usado pelos trinitarianos é que Jesus é chamado pelo título de “Deus” em algumasEscrituras. As três principais Escrituras são: João 20:28; Tito 2:13; Hebreus 1:8. Este argumento érespondido pelo fato de que a palavra de “Deus” (Heb. ‟ELOHIM‟ / Gr. ‟THEOS‟) às vezes é aplicado àhomens e anjos na Bíblia. Quando usada no sentido secundário, a palavra ”Deus” indica alguém que é‟representante‟ d‟Aquele que é o verdadeiro e supremo Deus.O termo Deus é empregado nas Escrituras principalmente em dois sentidos.O primeiro destes é quando designa Aquele que governa e preside sobre todas as coisas no céu e na terra,que é reconhecido como Superior à todas as coisas…Neste sentido as Escrituras afirmam que Deus é um. Oúltimo sentido é quando designa um ser que recebeu do primeiro (o Deus único) algum tipo de autoridadesuperior ou no
  • 62. céu ou sobre a terra entre os homens, ou poder superior com relação à todas as coisas humanas, ouautoridade para impor julgamento sobre outros homens, sendo dessa maneira, e nesse sentido consideradocomo um participante da Divindade do Deus único. (The Recovian Cathecism. Seção 3 Cap.I).Moisés foi designado por Deus como “Deus” em relação à Aarão (Ex. 4:16) e com relação à Faraó (Ex.7:1).Moisés foi chamado Deus (ELOHIM), mas ele não era o único supremo Deus, nem parte de uma trindade.Moisés foi o representante de Deus. Juízes, representantes humanos do único Deus verdadeiro, sãodesginados como Deus. Em Êxodo 22:28 a palavra “deuses” refere-se à Juízes humanos; *apesar de termos“Juízes”, no original encontramos ”ELOHIM” (deuses). Em Êxodo 21:6; 22:8-9; e em I Samuel 2:25, apalavra “Juízes” é traduzido do Hebraico ‟ELHOIM‟ ou Deus. Salmo 97:7 é citado em Hebreus 1:6. Os“anjos” de Hebreus 1:6, são “deuses” no Salmo 97:7. Anjos são representantes de Deus, mas, não Elepróprio.Os Israelitas foram chamados “deuses” no Salmo 82:6-7. Jesus citou este verso para mostrar este fato.“Respondeu-lhes Jesus: Não está escrito na vossa Lei: Eu disse: Sois deuses? Pois , se a Lei chamou deusesàqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e a escritura não pode ser anulada). Aquele a quem o Paisantificou e enviou ao mundo, vóz dizeis: Blasfemas; porque disse: Sou Filho de Deus? (João 10:34-36).O fato de que a palavra Deus é usada no sentido secundio com um representante de Deus em Hebreus 1:8 émostrado no versículo seguinte. Em Hebreus 1:9 o “único Deus verdadeiro” (João 17:3) é descrito comosendo o Deus do Filho! “Amaste a justiça, e aborreceste a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus te ungiucom óleo de alegria mais do que a teus companheiros.” (Hebreus 1:8-9 é uma citação de Salmo 45:6-7).Jesus não é o próprio Deus; também não é parte de uma trindade. Jesus é o Filho de Deus.III – O ESPÍRITO NÃO É UMA PESSOAO Espírito Santo não é uma pessoa distinta do Pai e do Filho. O Espírito Santo é impessoal, não é portanto,parte de nehuma trindade. É sim, a energia divina através da qual, Deus realiza Suas obras.1 - O Espírito é o Poder de Deus – O Espírito não é uma pessoa distinta do Pai e do Filho porque é o poderde Deus. O Espírito Santo é o poder impessoal de Deus. Cada obra que Deus executa, é através de Seupoder, ou Espírito.“Espírito” é traduzido do hebraico „ruach‟ e „neshamah‟e da palavra grega „pneuma‟. Pneuma nas escriturasgregas, é ruach nas Escrituras hebraicas. Espírito significa, ar, respirar, poder, animação, e manifestação dopoder de alguém. O Espírito de Deus é o poder de Deus.2 - A palavra “Espírito” é neutra – O Espírito não é uma personalidade porque a palavra grega “pneuma”,traduzido Espírito, é neutra, em gênero. Artigos e pronomes referentes à essa palavra também são neutros.(*ref.”o Novo Testamento Grego-analítico).3 - Símbolos Impessoais – O poder impessoal de Deus, o Espírito Santo, é designado na Bíblia porsímbolos impessoais. Alguns desses são: vento (João 3:8 / Atos 2:2), fogo (Mat. 3:11), água (João 7:37-39),óleo (Sal. 45:7 / Isa. 61:1), sêlo (Ef. 1:13), pomba (Mat. 3:16), lâmpadas (Apoc. 4:5), e fôlego.4 - Características Impessoais – As características impessoais do Espírito revelam-no como o poder deDeus e não como uma personalidade. O Espírito é mencionado como sendo “derramado” (Isa. 32:15 / 44:3 /Joel 2:28 / Atos 2:17 / 10:45), “espargido, vertido” (Tito 3:5-6), assoprado (João 20:22), e enchendo pessoas(Atos 2:2-4) e (Ef. 5:18). Jesus foi ungido com este poder (Atos 10:38); Homens foram batizados nele (Mat.3:11; Atos 1:5; I Cor. 12:13) e beberam dele (I Cor. 12:13); é comparado ao vento que sopra (João 3:8). OEspírito Santo, é portanto, impessoal. *Perguntamos: Qual Ser físico que pode ser: derramado, espargido,vertido, assoprado? O Espírito não é uma pessoa.
  • 63. 5 - Sem um nome pessoal – O Espírito demonstra-se impessoal pelo fato dele não possuir nenhum nomepessoal. Deus é uma pessoa: Seu Nome é”Yahweh”; Nosso Salvador é uma pessoa: Seu Nome é Jesus.*Qual é o nome do Espírito? O Espírito não é uma pessoa, não tem nome pessoal. Se o Espírito é umapessoa, porque ele não tem um nome pessoal? A palavra “nome” de Mateus 28:19 não se refere à um nomepessoal. A palavra “nome” neste verso significa “autoridade” ou “como representante de”. O Espírito não éuma personalidade.6 - Nenhuma prece dirigida – ”O Espírito Santo não é uma pessoa, porque em toda a Bíblia não há sequeruma oração ou canção de louvor, ou exclamação à ele endereçada. Nem há um preceito sequer que autorizedentro da Bíblia tal oração ou hino de louvor.” (Gilfford. Op. cit. p.172). Miles Grant escreveu:Outro fato importante que é digno de nota, é que em nenhum lugar nas Escrituras somos nós ensinados àamar, honrar, ou louvar o Espírito Santo, ou à orar por sua assistência. Por que não, se é uma pessoa, como oPai e o Filho? (Grant, Miles. “Positive Theology” - Boston: Advent Christian Publications Society, p. 287).O Espírito não é mencionado nos hinos de adoração no Apocalipse(Apoc. 5:13 / 7:10). Se o Espírito é uma terceira pessoa de uma trindade, por que é omitida a referência àele?7 - Não incluído nas Saudações Apostólicas – O poder de Deus, o Espírito, geralmente não é mencionadojuntamente com Deus e Jesus nos cumprimentos e saudações Apostólicas nas Epístolas Neo-Testamentárias.O Espírito não é mencionado em nenhuma das saudações das Epístolas de Paulo (Rom. 1:7; I Cor. 1:3; IICor. 1:2; Gál. 1:3; Ef. 1:2; Filip. 1:2; Col. 1:2; I Tess. 1:1; IITess. 1:2; I Tim. 1:2; II Tim. 1:2; Tito 1:4;Filemom 3.)Deus e Jesus são mencionados juntos repetidamente, mas raramente é o Espírito mencionado com eles. Notetambém as palavras de abertura das epístolas escritas pelos outros escritores. (Tiago 1:1; II Pedro 1:2; I João1:3; II João 3; Judas 1). Todos estes mencionam Deus e Jesus, mas não o Espírito. O Espírito é mencionadoem I Pedro 1:2 mas não como pessoa: *O apóstolo simplesmente afirma que o poder manifesto de Deus, oEspírito, é o agente que santifica os eleitos. Notar-se-á também que o Espírito não é incluído em maioria dasdoxologias e bençãos. Uma passagem na qual o Espírito é mencionado, (II Cor. 13:13) já foi considerada.”A questão repete-se novamente. Por que não há “graça” solicitada do Espírito Santo de Deus, se é umapessoa? Caso houvesse uma junta de três pessoas, e não houvesse menção de terceira, mas, somente dasoutras duas em todos os relatórios, não teria a terceira ocasião para se sentir por demais desprezada? SePaulo sabia de uma “terceira pessoa” de quem a graça deveria ser recebida, porque não solicitou ele por isso,à seu favor, em conexão com o Pai e Seu Filho? (Ibid. p. 288)8 - Não mencionado como estando entronado ou reinando – A Bíblia representa à Deus o Pai, sentadosobre Seu Trono e Jesus assentado à Sua mão direita. O Pai e o Filho são ligados no julgamento e naredenção. O reino vindouro é o reino de Deus e de Seu Cristo. Não há menção alguma do Espírito comosendo uma pessoa ou como um assentado um trono.9 - Não relacionado com o Pai como uma pessoa para a outra: A relação do Espírito com o Pai não éaquela de uma pessoa para outra. A relação do Espírito com o Pai é aquela de um poder para com umapessoa. O Espírito é o poder de Deus. O poder de Deus não é mais uma pessoa distinta de Si mesmo, mais doque o amor e sabedoria de Deus o são; *Isto é, se considerarmos o Espírito de Deus com pessoa, tambémdeveremos considerar outros atributos de Deus como sabedoria e amor como pessoas, igualmente.O Pai e o Filho são pessoas, mas o Espírito não é uma pessoa.
  • 64. O Pai diz: “Tu” ao Filho e o Filho diz: “Tu” ao Pai, mas, nenhum deles diz “Tu” ao Espírito. O Pai ama oFilho, e o Filho ama ao Pai, mas nemhum dEles é mencionado “amando o Espírito”. O Espírito nunca foidenominado “o terceiro” ou “a terceira pessoa” em qualquer maneira. Além do mais, o Pai nunca é chamado“a primeira pessoa” e o Filho nunca é chamado “a segunda pessoa”.10 - Objeções consideradas – Os trinitarianos afirmam, baseados em Atos 5:3-4 e II Cor. 3:17, que oEspírito é Deus. Eles insistem que desde que o Espírito está diretamente identificado com Deus, o Espíritodeve ser Deus e uma personalidade distinta. Nada há nestes dois versos para garantir tal afirmação.Meramente porque a Bíblia afirma que “Deus é amor” (I João 4:8,16) ninguém está autorizado à dizer que oamor é uma personalidade distinta do Pai e um membro de uma trindade. O Espírito é o poder de Deus. Aobra do Espírito é a obra de Deus e Seu Filho. Quando alguém é cheio do Espírito, ele está cheio com opoder de Deus e Cristo. O fruto do Espírito é o resultado da obra de Cristo na vida do crente através de Seupoder. Quando a Bíblia descreve o Espírito como falando (Apoc. 2:7), está se fazendo referência à obra deDeus falando através de Seu poder. Quando o Espírito é descrito como fazendo intercessão (Rom. 8:26-27),refere-se à intercessão que Cristo, Nosso Sumo Sacedote faz por nós através de Seu poder. (Rom. 8:34 /Heb. 7:25). Jesus é o Nosso único intercessor; Ele é o Nosso mediador. Quando Ananias mentiu ao EspíritoSanto, ele mentiu para Deus que operava através daquele santo poder. Quando o homem “entristece” o SantoEspírito de Deus (Ef. 4:30), ele entristece ao próprio Deus que opera através de Seu Santo Espírito.O Espírito é descrito como eterno e Santo porque Deus é eterno e Santo. Quando, o Espírito, o poder deDeus, é representado como tendo certas características e desempenhando certas obras, a referência é feita aoúnico Deus eterno que tem estas características e faz estas obras.11 - Pronomes Masculinos do Grego: Nenhuma prova de personalidade – Nosso Senhor prometeu à Seusdiscípulos que após Ele ter ascendido aos céus Ele lhes enviaria o poder de Deus, o Espírito Santo. Atravésdeste poder, Jesus continuaria Sua obra com e nos Discípulos. O poder foi chamado o “Consolador”,“Paráclito”, “Advogado” ou “Auxiliador”, porque Jesus pretendia trabalhar através daquele poder em favordos crentes.IMPORTANTE:Era o próprio Jesus que seria o próprio “Advogado” ou“Paráclito”, o qual segundo João 14:26 seria enviadoposteriormente. Podemos verificar isso através de I João 2:1,onde encontramos Jesus Cristo como Advogado, em grego“Paráclito”. Foi o próprio Jesus que prometeu estar com osdiscípulos e os crentes através das eras, sempre, até aconsumação dos séculos (Mat. 28:20), e também seria sua fontede conforto e auxílio. Jesus disse: “Não vos deixarei órfãos:voltarei para vós” (João 14:18). A obra do Espírito de Cristocomo Confortador, advogado e auxiliador não era senão a obrado próprio Cristo como confortador, Advogado, e Auxiliadoratravés daquele poder divino.
  • 65. A palavra grega para Confortador “Parákletos” é masculina emgênero. (João 14:16; 17:26; 15:26; 16:7-8,13-15). Portanto, os tradutores usaram pronomes masculinos para sereferir ao poder de Deus nesta porção de João, muito emboraaquele próprio poder fosse neutro e impessoal. O poderimpessoal de Deus foi indicado por uma palavra masculina“Confortador” porque ia ser usado pela pessoa, Jesus Cristo.Jesus é uma pessoa, mas o poder, o Espírito Santo, através doqual Ele operava era impessoal. O uso de pronomes masculinosnestes versos citados não são indicações de personalidade.“Espírito em grego é um substantivo neutro e semprerepresentado por pronomes neutros naquele idioma. OConfortador em grego é masculino e portanto, é representado porpronomes masculinos. Mas, isto nada prova com respeito àpersonalidade. Porque o uso de pronomes masculinos no gregonão é prova de personalidade. O grego, diferentemente do Inglêsusa pronomes masculinos e femininos com referência à coisas equalidades, bem com à pessoas. Em grego, um campo émasculino, uma cidade é feminino, dor é feminino, vinho éfeminino, mas vinha é masculino, vento é masculino, prata émasculino, mas uma moeda de prata é neutro, um número émasculino, um escudo é feminino, etc. Do começo ao fim doléxico de substantivos gregos. Não é prova em absoluto depersonalidade que um objeto seja masculino ou feminino emgrego. Um substantivo neutro, entretanto, nunca é usado emgrego para denotar uma pessoa, exceto no caso de umdiminutivo, como uma criança, uma pessoa demente, ou umapessoa considerada não como uma pessoa, mas sim, como a umobjeto. Portanto, já que o Espírito é sempre neutro em grego,não pode ser uma pessoa, e jamais pode-se fazer referência ào
  • 66. Espírito por ele, lhe, quem, mas, sempre por pronomes neutros.(Gifford, Op. cit. 170-172)A Sabedoria em Provérbios é personificada como sendo ela. Istoentretanto, não é referência de que a sabedoria seja uma mulherou uma pessoa. Não significa que seja parte de um Deus triuno.O fato de que o Confortador é chamado “ele / dele” não indicaque é uma personalidade. Várias versões e traduções do NovoTestamento usam pronomes neutros em vez de masculinos emJoão 14:16,17,26.Entre estas versões, estão: “The New Testament: An AmericanTranslation” – Edgar J. Goodspeed; J. B. Rotherham, “TheEmphasized Bible”, e Wilson, “The Emphatic Diaglott”. MilesGrant afirma que os três manuscritos mais antigos do NovoTestamento, o Sinaítico, o Alexandrino, e Vaticano, usampronomes neutros em vez de masculinos em João 14. (Op. cit.290-293).**Gostaríamos que algum dos muitos trinitarianos sincerospudesse responder as dez perguntas que se seguem com o intuitode esclarecermos, e revelar definitivamente a farsa que envolve adoutrina da trindade, que é uma sombra que ainda paira sobremuitas seitas denominadascristãs. Esta sombra de Babilônia, é também parte de seu vinhode prostituição o qual ela tem dado à beber todas as nações daterra.1) Sendo I João 5:7 um texto espúrio, com sinceridade,devem os trinitarianos usá-lo para defender sua doutrina?
  • 67. 2) O Pai é uma pessoa. Seu nome é YAHWEH ou JEOVÁ. OFilho é uma pessoa. Seu nome é JESUS CRISTO. Qual é o nomedo Espírito? Não tem nome? Então é impessoal!3) Porque temos comunhão com o Pai e com Seu Filho, edesfrutamos da comunhão do Espírito? Porque não temoscomunhão com o Espírito?(Ver pág. )4) A quem reconheceu Jesus Cristo como único Deusverdadeiro, à Ele mesmo, ou à Seu Pai? (João 17:3)(Ver pág. ).5) Já após Sua ascensão e glória, quando da visão de João daIlha de Patmos, como Jesus referiu-se à Seu Pai? (Apoc. 3:12).6) Cristo admitiu que nada podia senão pelo Pai: (João 5:19 /5:30 / 8:28). Como se explica isso? Jesus sendo Deus não seriaautosuficiente, completo em Si mesmo?7) Como explicam os trinitarianos o texto de I Cor. 8:6?“Para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo, e para quem nósvivemos.”Obs: Jesus nunca foi chamado de Pai, mas, sim de Filho.8) Por que não há oração dirigida ao Espírito Santo, e osapóstolos raramente costumavam citá-lo em suas saudações edoxologias de suas epístolas?9) Em Apoc. 22:1 encontramos já na Nova Terra, os tronosdo Pai e do Cordeiro (Jesus / João 1:36); Se Jesus é Deus por quedeve Ele ter um trono separado do Pai? E o Espírito Santo…ondeestá seu trono, já que ele faz parte da “trindade”?
  • 68. 10) Sabendo-se que a “trindade” é uma refinada heresia que seinfiltrou na Igreja nos primeiros séculos, atrvés do paganismo deConstantino, deliberadamente continuariam à propagar umadose a mais do vinho de Babilônia?

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