ICT, Innovation and KIBS: What indicators reveal and what they might cover

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Viva Presentation at Institute of Economics (IE/UFRJ)_Rio de Janeiro_03/2011

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ICT, Innovation and KIBS: What indicators reveal and what they might cover

  1. 1. TIC, INOVAÇÃO E SERVIÇOS INTENSIVOS EM CONHECIMENTOO que os indicadores retratam e o que poderiam revelar Alessandro Maia Pinheiro Orientador: Paulo Bastos Tigre
  2. 2. ESTRUTURA1. INTRODUÇÃO3. TIC E INOVAÇÃO: explorando uma nova dimensão de análise5. TIC, INOVAÇÃO EM SERVIÇOS E PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO: avaliando processos de produção e utilização de informação estatística7. SERVIÇOS DE TI: apresentando uma estrutura analítica não convencional para inovação9. INDÚSTRIA BRASILEIRA DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI: identificando características dos serviços e delineando o contexto da inovação11. USO DE TIC PARA INOVAÇÃO EM FIRMAS DA IBSS: ouvindo pesquisadores e gestores privadosCONSIDERAÇÕES FINAIS
  3. 3. 1. INTRODUÇÃO Destaques Lógica deInformação e competiçãoconhecimento baseada em inovação •formas de lidar com info e TIC estão potencial para conhecimento na base do revolucionar: •interação entre agentes movimento •condução e organização de atividades •processo de inovação Acelerado Inovação Intensificado século XXI: Integrado complexidade Novos protagonistas KIBS
  4. 4. Justificativa, problema e hipótese TIC Importância sublinhada pela Núcleo de Análise Inovação KIBSLITERATURAESPECIALIZADA, mas: caso emblemático de•Uso de TIC e inovação reforço mútuo COBERTURAsão tratados em separado; ESTATÍSTICA:•TIC: foco na difusão de As limitações sãohardware basicamente as mesmas•Inovação: foco emmanufaturas e naçõesdesenvolvidas
  5. 5. Três fontes de motivação com raízes naslacunas mencionadas:a) Necessidade de destacar nossa temática central Condições extraordinárias p/ aperfeiçoar Ferramentas Processos (TIC) de sofisticadas Digitalização crescente e disseminada inovação Categorias ganha maior sentido no âmbito de suas interaçõesb) Dimensão setorial: por que não estudar um segmento que se encontra na vanguarda Software e deste processo, com posição destacada na serviços de TI economia atual, sendo altamente estratégico, intensivo no uso de informação e conhecimento, e inovador?c) Dimensão geográfica (espacial): objeto de IBSS análise e referência para reflexão sobre a dinâmica em tela no âmbito de um país em desenvolvimento
  6. 6. Problema e hipóteseAs limitações expostas constituem - ao mesmo tempo - fontes-chave deinquietação e base para o lançamento de algumas questões fundamentais, queconsubstanciam o problema de nossa pesquisa: (i) o que as estatísticas e indicadores de TIC, inovação e serviços intensivos em conhecimento retratam e o que poderiam revelar? (ii) é viável a construção de uma nova agenda de pesquisa e de produção estatística conjugando essas três categorias? (iii) como mapear, por meio de um levantamento estatístico (survey), características fundamentais de uso de TIC (ferramentas digitais na forma de aplicações de software para computador) no suporte ao processo de inovação, ponderando especificidades dos serviços e de países em desenvolvimento? O estudo caminha no sentido de corroborar a seguinte hipótese central: a construção da agenda sugerida é algo factível.
  7. 7. Objetivos e Metodologia GeralAuxiliar no preenchimento de importantes lacunas, que refletem as dificuldades enfrentadas pelossistemas oficiais de TIC e inovação em mapear aspectos (a) da dinâmica envolvendo estas duascategorias de análise e (b) da inovação em serviços no domínio de países em desenvolvimento Específicos(i) caracterizar, do ponto de vista teórico-conceitual, a relação entre Cap. 2 TIC e inovação;(ii) identificar lacunas na produção estatística oficial; Cap. 3(iii) analisar, conceitual e teoricamente, aspectos da inovação de serviço e da dinâmica inovativa de firmas do setor, particularmente do Cap. 4 segmento de software e serviços de TI;(iv) delinear o contexto da inovação que envolve empresas da Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI (IBSS); Cap. 5(v) investigar, empiricamente, características de uso de TIC no processo de inovação em firmas da IBSS; e Cap. 6(vi) propor, por meio de um questionário, alternativas para mapeamento estatístico.
  8. 8. 2. TIC E INOVAÇÃO: explorando umanova dimensão de análise O que encontramos? Várias linhas de investigação No campo vinculadas às TIC, mas sem explorar econômico a dimensão de uso dessas tecnologias e foco no hardware Na área de gestão Estudos explorando a dimensão de uso, MAS atribuindo à inovação um organizacional papel coadjuvante na análise
  9. 9. O esquema Think, Play, Do: dimensão de uso de TIC,colocando a inovação no centro da análise(DODGSON, GANN & SALTER, 2005) •Think (pensar): atividade de gestão da informação e doInovação como um processo dinâmico conhecimento representado pela interação de três •Play (experimentar): atividade de DNP, especialmenteatividades simultâneas e assistidas por design ferramentas digitais •Do (implementar): atividade de implementação de inovações de produto •duas tendências do processo de inovação: crescente extensão da integração tecnológica e da integração estratégica (parcerias em redes); •TIC na forma de software para computador; Algumas vantagens do esquema (ante •a inovação enquanto processo (e não como output); nossos propósitos) – possuir como foco: •a integração de atividades de inovação (think, play, do); •atividades não formalizadas, ou seja, esforços de P&D formalizados (com estrutura e organização bem definidas e sistematicidade) não são o foco
  10. 10. O esquema Think, Play, Do: dimensão deuso de TIC e inovação no central da análise(cont.) Dentro deste esquema, Dodgson, Gann & Salter (2005) sugerem uma tipologia de ferramentas digitais, baseada no papel predominante que desempenham no processo de inovação (classificação funcional) Entretanto, o esquema acaba colocando as inovações organizacionais num plano secundário. Por exemplo, o que os autores consideram como Tecnologias de Inovação (TIV) são apenas as ferramentas de suporte a inovações de produto. Sentimos então necessidade, baseando-se na literatura, de reclassificar as tecnologias e atividades de inovação, a fim de tornar o esquema mais adequado ao tratamento dos serviços A nova tipologia também segue uma classificação funcional. Considera apenas as ferramentas de software para computador com potencial de oferecer suporte mais direto às atividades de inovação. As TIC tradicionais não figuram no centro da análise
  11. 11. O Modelo de Gestão, Desenvolvimento e Implementaçãoda Inovação Auxiliados por TIC (GDI_TIC) A reclassificação das tecnologias (apenas software para computador) conduz à reclassificação das Gestão atividades de inovação Gestão Inovação Desenvolvimento Desenvolvimento Implementação Implementação Canais Canais TICgi TICgi TICdi TICdi Integrar, Acelerar, Intensificar TICii TICii TICie TICie Fonte: elaboração própria
  12. 12. 3. TIC, INOVAÇÃO EM SERVIÇOS EPAÍSES EM DESENVOLVIMENTO: avaliandoprocessos de produção e utilização de informação estatística TIC (foco nas transações) Economia dos Custos de Transação (ECT) INOVAÇÃO (foco nas manufaturas) Modelo de elos em cadeia Cada programa de pesquisa possui um núcleo teórico peculiar e, no mundo das estatísticas, isto pode se refletir numa espécie de inércia institucional, a ponto de obstruir iniciativas apoiadas pela necessidade de tratar conjuntamente - e de maneira mais densa - TIC e inovação.
  13. 13. 3.1 Estatísticas e indicadores da economia/sociedade da informação Interesse maior: TIC- ferramenta- Privilegiamos TIC sob duas óticas desenvolv.) Setor Transveral de Atividade Produtos TIC: foco na difusãoEconômica ou Oferta TIC (classif. de (acesso) de tecnologias, ativ. econômicas) – sobretudo hardware (classif. demedir a produção de empresas como: produtos)
  14. 14. O que poderia estar por trás dos indicadoresde difusão da economia da informação? O Mundo das Transações São vistas como instrumentos de mitigação de Custos de e, assim, de TIC Desenv. Transação Como? Basicamente revolucionando as formas de criação e difusão da informação Além disso, foco nas ferramentas hardware (paradigma industrial)
  15. 15. Para além dos custos de transação:utilizando uma nova lenteMas como, então, dar embasamento a algo como uma mudança de lente, de modo quepossamos enxergar para além das transações e, desta feita, estabelecer os caminhos que justifiquem a utilização do modelo GDI_TIC? TIC O GDI_TIC elo CAPACITAÇÕES ajuda a CUSTOS DE Inovação TRANSAÇÃO (elo de ligação) explorar a riqueza do processo conexão Curto Longo prazo prazo Tempo (aprendizado)
  16. 16. 3.2 Os Serviços nos Principais Manuais/Surveysde Inovação Inovação em serviços: inicialmente, estudos qualitativos foram conduzidos, revelando elevado grau de inovatividade e destacando especificidades de seu processo de inovação (principalmente qto à natureza e modo de (OECD) organização). Passo seguinte: quantificação Manual de Oslo Fases: Indiferença 1ª Versão: CIS1 TPP innovations Subordinação 2ª Versão: CIS2, CIS3, Reconhece dificuldade p/ CIS4, CIS2006, diferenciar inov. produto/proc e CIS2008 e PINTECs produto novo/aperf 3ª Versão: pouco Subordinação aproveitamento Enfatiza conteúdos não tecnológ p/ acomodar na CIS2008 serviços; PP innovations Autonomia: levantamentos- piloto individuais
  17. 17. Formas tradicionais de utilização de indicadoresde TIC e Inovação: a influência da estruturainput-output e do modelo de função de produção Input-output: estrutura contábil para mensurar quantidades a jusante e a montante na área de Ciência (ex: estatísticas em educação, P&D, informação e comunicação) Input Modelo de função de produção Output Primeiro modelo utilizado para integrar Ciência dentro da análise econômica: faz a conexão entre input e output, inspirando-se na economia neoclássica, incluindo o axioma da maximização ou racionalidade como eficiência: mazimizar output para um dado input ou minimizar input para um dado output Indicadores de TIC e inovação costumam ser utilizados em uma variante da função de produção:
  18. 18. A função de produção do conhecimento A geração de novo conhecimento é dependente de capital investido em P&D, na força de trabalho e outros recursos. Em um modelo econométrico, a inovação usualmente constitui a variável dependente Y (um output, proxy de novo conhecimento gerado) e as TIC figuram no vetor X de variáveis explanatórias (inputs). LnYi = α +∑ j β j ln X ji+ε i A estrutura da equação é baseada numa função de produção Cobb-Douglas, onde: ln denota a transformação logarítmica; i indica firma; βj é a elasticidade do produto com respeito ao vetor de inputs; e εi é um termo de erro aleatório Em suma, queremos mostrar que: inspiram e reforçam a relação Produção Produção Input-Output e Modelo teórica indicadores de função de produção Utilização indicadores
  19. 19. 4. SERVIÇOS DE TI: apresentando uma estruturaanalítica não convencional para inovação Fazemos uso de uma literatura que procura explorar, entre outros pontos, dimensões importantes,que acabam passando despercebidas ou subestimadas nas estatísticas oficiais de inovação, em função das dificuldades e limitações dos approaches tradicionais de mensuração estatística, tal como discutidos no capítulo anteriorOs serviços não são completamente distintos das manufaturas, mas há que se considerar o fato de que muitas de suas atividades enfatizam aspectos relativamente incomuns em muitos setores manufatureiros, embora isto possa ser historicamente contingente Características dos serviços 1. Tipo de Inovação Características da Inovação (gerais e instrínsecas), juntamente com fatores que os diferenciam, respondem d a eem boa medida pelos padrões Capítulo setoriais de inovação 5 observados (MILES, 2008). 4. Agente Inovador Características da Organização InovadoraA análise deve contemplar as b c 2. Processo de Inovaçãovárias faces da inovação, que Características da 3. Contexto da Inovação Características dosinteragem entre si (GREEN, Gestão da Inovação f Sistemas de Inovação MILES & RUTTER, 2005)
  20. 20. ESQUEMA CONCEITUAL: MODIS_TI CONTEXTO DA INOVAÇÃO Características gerais: Intangibilidade CONTEXTO DA INOVAÇÃO Diferentes perspectivasCONTEXTO DA INOVAÇÃO Interatividade Simultaneidade Baixa portabilidade Opções de estratégia e Nichos Intensidade de Informação + padrões Fatores Diferenciadores: de Processos fundamentais inovação Intensidade do conhecimento Relações de mercado FIRMA TI CONTEXTO DA INOVAÇÃO
  21. 21. 5. INDÚSTRIA BRASILEIRA DE SOFTWARE ESERVIÇOS DE TI: identificando características dosserviços e delineando o contexto da inovação •Software Características dos Importante para pacote/pronto serviços ofertados, identificação dos •Serviços em software com base na principais nichos de de baixo VA CNAE mercado •Serviços em software (recorte importante) de alto VA Reflexão sobreparticularidades da IBSS Antecedentes históricos Etapas Suporte institucional Políticas Panorama econômico Caract conjunt/estrut, Características do perspect/oport para recente contexto de empresas no Brasil inovação Padrões gerais de Temáticas da PINTEC inovação Indicadores Difusão da economia da educacionais e de informação difusão de TIC À luz do MODIS_TI, podemos dizer: estes elementos tendem a interagir com as características de nossa temática central (uso de TIC para inovação) e sua observância dá mais substância à análise
  22. 22. 6. USO DE TIC PARA INOVAÇÃO EM FIRMASDA IBSS: ouvindo pesquisadores e gestores privados ETAPAS Revisão de literatura/ Delineamento do contexto Lista original de temáticas e perguntas Entrevistas com pesquisadores acadêmicos Lista final de temáticas Estrutura analítica geral e perguntas Método de abordagem: entrevistas semi-estruturadas Tratamento do material: Entrevistas com gestores método de análise de conteúdo da IBSS com auxílio do Atlas.ti Proposição de um questionário para survey
  23. 23. Primeira fase empírica – Consultando a Academia Pesquisador Centro/Universidade Abordagem Ian Miles MIoIR/University of Manchester Presencial Marcela Miozzo MIoIR/University of Manchester Presencial Phillip Shapira MIoIR/University of Manchester e University Presencial of Georgia (EUA) Jakob Edler MIoIR/University of Manchester Presencial Brian Nicholson MBS e Institute for Development Policy and E-mail Management, University of Manchester Ammon Salter London Imperial College E-mail Paulo Tigre IE/UFRJ Presencial Renata La Rovere IE/UFRJ PresencialObjetivos: discutir o conteúdo de cada item da lista (momento em que os entrevistados tiveramoportunidade, entre outras coisas, de trazer à luz suas experiências pessoais e opinar sobre variáveisinstitucionais); e solicitar aos pesquisadores que refletissem sobre modos de operacionalização dasquestões em surveys, envolvendo formas mais adequadas de realizar as perguntas, alternativas deresposta para cada questão, áreas/assuntos que poderiam ser incluídos ou retirados, novas tendências,entre outros aspectos
  24. 24. Estrutura analítica geral (visão de rede): resultado darevisão de literatura e das entrevistas com pesquisadores
  25. 25. Visão de rede: destaques da academia
  26. 26. Lista final de temáticas e perguntas Áreas Temáticas Questão Formulação da questão A utilização de Aplicações de Software (AS) pode contribuir significativamente para que empresas 1 criem coisas novas (inovações). Isto ocorreu com as principais mudanças implementadas pela sua empresa nos últimos anos? Caso sim, responda a q2. Caso não, passe para a q.10. Quais os tipos principais de coisas novas que sua empresa conseguiu introduzir nos últimos anos 2(i) Aplicação de TIC com o suporte de AS?para Inovação Em que funções/atividades principais sua empresa utilizou AS no processo de inovação nos 3 últimos anos? Especifique os principais tipos de AS utilizadas na execução dessas funções e informe quais destas AS foram desenvolvidas por sua empresa, isoladamente ou em parceria. De que forma as AS mencionadas por você ajudaram no processo de inovação da sua empresa nos 4 últimos anos? Como os funcionários de sua empresa aprenderam a utilizar AS no processo de inovação nos 5(ii) Processos de últimos anos?Aprendizado Quais foram os principais parceiros de sua empresa neste processo de aprendizado nos últimos 6 anos? Para que as AS pudessem auxiliar o processo de inovação, foi necessário introduzir alguma mudança organizacional (ou de gestão) na sua empresa, ou seja, na cultura corporativa, nas(iii) Mudanças 7 técnicas gerenciais ou nas estratégias de negócios? Caso sim, informe as principais mudanças eOrganizacionais Dando siga a q. 8. Caso não, passe para a q.10.Suporte ao Uso de ASno Processo de 8 Estas mudanças ocorreram antes ou após o início da utilização de AS visando a inovação?Inovação 9 Qual foi o principal papel dessas mudanças para auxiliar o uso de AS no processo de inovação?(iv) Barreiras ao Uso de Quais as principais dificuldades enfrentadas pela sua empresa para iniciar o uso ou durante oTIC para Inovação 10 processo de utilização de AS visando a inovação nos últimos anos? Considere barreiras relativas aos ambientes interno e externo à sua empresa.
  27. 27. Segunda fase empírica – Entrevistando GestoresPrivados N° Funcionários no Nome do Origem do Nicho Empresas Sede Brasil/ Entrevistado/ Capital Principal Tamanho CargoK&M Serviços de Nacional RJ 50 (porte médio) Felipe Deco (gerente Serviços deManutenção Ltda. de TI) baixo VAMarlin Soluções Web Nacional RJ 61 (porte médio) Gianini Saciloto Serviços de (sócio-diretor de alto VA operações de TI)FPS Informática Ltda. Nacional RJ 08 (porte micro) Fernando Pinho Serviços de (diretor executivo) baixo VAAlpha do Brasil Estrangeiro n.d. 7000 (porte grande) George William Serviços de (consultor de TI) alto VAWage Mobile Nacional RJ 05 (porte micro) Luiz Silveira (sócio- Serviços de diretor de TI) baixo VAUnisys Brasil Ltda. Estrangeiro Chicago/ 3000 (porte grande) Jandira Cristina Serviços de EUA (gerente de projetos) alto VAClavis Segurança da Nacional RJ 22 (porte pequeno) Bruno Salgado Serviços deInformação (diretor-executivo) baixo VA
  28. 28. Análise geral e comparativa das organizações Privilegia a observação dos recortes e é apresentada conforme as áreas temáticas Dimensões da inovação de serviço não são vetores discretos de mudança: tendem a interagir num processo dinâmico Primazia de inovações nas opções tecnológicas (T-KIBS) Empresas em nichos múltiplos atividades de VA mais elevados - TIC canais G, D & I Inovação capacidade para usar:(i) Aplicação de TIC para Empresas menores: potencial criativo (tecnologias free/open source, incluindo Inovação comp. em nuvem); customização/implementação/ativ. menor conteúdo tec.; mudanças org. tímidas, mas importantes (permitiu especialização: WM – serviços p/ eventos; e diversificação: Clavis – serviços de e-learning é uma nova área de negócios) ETN: arsenal de ferramentas; centralização/metodologia mundial limita o uso de TICdi e de inovações de serviço (opções tec/conceito); base interna mundial de conhecimento/e-learning
  29. 29. Análise geral e comparativa das organizações (cont.) Learning-by-research formal não foi registrado nas organizações Marlin: tarefas mais complexas de desenvolvimento dentro de estruturas não(ii) Aprendizado formalizadas; praticamente todas as modalidades tiveram lugar Empresas menores: foco no aprender fazendo e na aividade de implementação ETN: intensivas em treinamento, mas sem foco no uso de TIC p inovação; e- learning; learning-by-interacting (internamente às corporações) Efeitos apenas em empresas médias e grandes (principalmente mudança na cultura corporativa). Empresas menores: fragilidade relativa às capacitações de (iii) Mudanças gestão inibem mudanças organizacionais organizacionais dando suporte ao uso de TIC Mais abrangentes na Marlin (demissões e treinamento p diretoria); e na Unisys (redução de camadas hierárquicas)
  30. 30. Análise geral e comparativa das organizações (cont.) Ambiente interno Em quase todas as empresas, exceto nas menores: rigidez organizacional (sobretudo aversão a novas tecnologias). Nas ETN, destacou-se a rigidez relativa à falta de autonomia das subsidiárias para inovar Empresas menores: deficiências relativas às competências e capacitações de gestão; falta de pessoal interno qualificado (tarefas simples e mais criativas) Empresas nacionais: alto turnover/incapacidade de pagar salários atraentes e de oferecer possibilidade de realização de tarefas mais criativas (iv) Barreiras ETN e Marlin: escassez interna de pessoas com proficiência na língua inglesa Ambiente externo Empresas nacionais: custos das TIC, especialmente p/ a Marlin (interação com grandes organizações exige utilização de ferramentas proprietárias/efeitos de rede) Deficiência mais grave em todas as empresas: falta de capacitação, variando conforme o perfil das firmas. ETN e Marlin: falta no mercado de pessoas com proficiência na língua inglesa.
  31. 31. CONSIDERAÇÕES FINAIS•O que pode ser realizado, em termos de inovação, com as ferramentas digitais utilizadas porempresas brasileiras de serviços intensivos em conhecimento?•Quais tecnologias estão sendo aplicadas?•De que maneira elas podem aperfeiçoar significativamente o processo de inovação? Umaempresa pode ter acesso a ferramentas sofisticadas, mas aprendeu a (ou lhe foi permitido)aproveitar este potencial tecnológico?•Como e com quem aprendeu?•Quais as principais dificuldades enfrentadas para usar TIC no processo de mudança?A ausência de cobertura estatística causa espécie, num mundo em grande parte dominado por essastecnologias e pelos serviços, e onde a inovação representa uma fonte crucial de competitividade e fio condutor para o desenvolvimento econômico Todavia, temas complexos precisam ser enfrentados, como: fazer a conexão entre TIC e inovação (plano das capacitações); e ponderar tipicidades dos serviços e de países em desenvolvimento
  32. 32. CONSIDERAÇÕES FINAIS (cont.) passos Etapas metodológicos instrumento Objetivo Questionário empíricas geral •Objetivos desta fase: avaliar a aplicabilidade da estrutura analítica, oferecer uma amostra do tipo de análise e conduzir à elaboração do questionário-proposta. Resultados em geral mostraram: •diversidade/temáticas/recortes; • capacidade das firmas para usar TIC de forma criativa, mesma as menores; Segunda Fase •as inovações na interface com o cliente ocorreram mais no consumo do serviço e(destaques) guardaram relação com mudanças no sist. de distribuição (por exemplo, em função do uso de ERP), o que pode ser sintomático de pouca interação na atividade de desenvolvimento; •empresas-destaque: aquelas que utilizaram ferramentas para dar suporte à G,D&I, por meio da habilitação de vários canais e levando à mobilização de múltiplas dimensões da inovação e foi reflexo da qualidade dos processos de aprendizado e das condições do contexto.
  33. 33. CONSIDERAÇÕES FINAIS (cont.) Comentários de ordem metodológica•Perceber a inovação do século XXI comoum processo composto por três atividades permitem visualizar fenômenoscada vez mais integradas e apoiadas por procedimentos importantes da atualidade, cujoTIC, mapeamento se torna•visualizar as dimensões interativas da extremamente complicado porinovação de serviço; e meio de estruturas input-output e•observar o comportamento de firmas modelos de função de produçãobaseadas em projetosFatores como:•uma ferramenta específica podeser TICdi, gi e ii, habilitar múltiplos Fazem perdercanais e integrar atividades (ex: estratégia •Orientação da sentido Isolar pesquisa paraVisual Studio);•características dos serviços (ex: efeitos atividades/processosinteração entre dimensões de inov); /aspectos qualitativos•Dificuldade em separar inovações(ex: de processo e de gestão) Cumpre dizer ainda que o O aprendizado está Mudanças entrevistado é quem deve mais próximo da organizacionais são classificar a TIC, ao indicar a formação de fundamentais, mas de atividade assistida capacitações difícil mapeamento
  34. 34. CONSIDERAÇÕES FINAIS (cont.) Últimas palavras Distância entre o momento de aquisição de tecnologias e a realização de inovações; torna-se crucial mapear estatisticamente aquilo que se interpõe neste caminho (atividades/processos) Um dos principais objetivos implícitos, ao produzir o questionário, é destacar a importância deste tipo de informação estatística como subsídio para orientar políticas públicas, em especial aquelas direcionadas à área de CT&I Lidar com questões pouco iluminadas pela literatura exigiu esforço de abstração, no sentido de realizar alguns refinamentos e sistematizações de abordagens existentes, e de ouvir pessoas dos domínios acadêmico e empresarial, uma vez que não havia uma estrutura analítica pronta para aplicação ao caso concreto. É razoável supor que desafios desta natureza possam inibir iniciativas de cobertura estatística, uma vez que requerem enveredamento por caminhos desconhecidos e arriscados Nosso questionário-proposta, em que pese seu caráter preliminar, procura reunir um número considerável de contribuições e, assim, representar um passo importante para enfrentar temas complexos, todavia de extrema relevância na atualidade. A confecção deste instrumento conflui para corroborar nossa hipótese central: “a construção de uma nova agenda de pesquisa e de produção estatística, conjugando TIC, inovação e serviços intensivos em conhecimento, é algo factível”
  35. 35. Obrigado!

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