Your SlideShare is downloading. ×
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Toyotismo - Primeira Parte
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Toyotismo - Primeira Parte

8,818

Published on

0 Comments
3 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
8,818
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
269
Comments
0
Likes
3
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Toyotismo
  • 2. Nas aulas anteriores vimos...
  • 3. Nas aulas anteriores vimos...
    • Séc. XVIII – XIX: transição dos modos de produção artesanal e manufatureiro para o fabril (Rev. Industrial)
    Artesanal Manufatureiro Fabril
  • 4. Nas aulas anteriores vimos...
    • Séc. XVIII – XIX: transição dos modos de produção artesanal e manufatureiro para o fabril (Rev. Industrial)
    • Artesanal: faz praticamente tudo, detendo conhecimento completo sobre o produto e a técnica
    Artesanal Manufatureiro Fabril
  • 5. Nas aulas anteriores vimos...
    • Séc. XVIII – XIX: transição dos modos de produção artesanal e manufatureiro para o fabril (Rev. Industrial)
    • Artesanal: faz praticamente tudo, detendo conhecimento completo sobre o produto e a técnica
    • Manufatureiro: há grande número de trabalhadores reunidos, especializados por função, mas SEM MÁQUINAS
    Artesanal Manufatureiro Fabril
  • 6. Nas aulas anteriores vimos...
    • Séc. XVIII – XIX: transição dos modos de produção artesanal e manufatureiro para o fabril (Rev. Industrial)
    Fabril
    • Artesanal: faz praticamente tudo, detendo conhecimento completo sobre o produto e a técnica
    • Manufatureiro: há grande número de trabalhadores reunidos, especializados por função, mas SEM MÁQUINAS
    • Fabril: UTILIZAÇÃO DAS MÁQUINAS EM SUBSTITUÍÇÃO AO TRABALHO HUMANO
    Artesanal Manufatureiro
  • 7. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
  • 8. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  • 9. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  • 10. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  • 11. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  • 12. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  • 13. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  • 14. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  • 15. Nas aulas anteriores vimos...
    • Início do séc. XX: desenvolvimento da produção em massa (taylorismo-fordismo)
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril
  • 16. Toyotismo
  • 17. Toyotismo
    • O Toyotismo procura combinar as vantagens da produção artesanal com as da produção em massa
  • 18. Toyotismo
    • O Toyotismo procura combinar as vantagens da produção artesanal com as da produção em massa
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril Produção enxuta
  • 19. Toyotismo
    • O Toyotismo procura combinar as vantagens da produção artesanal com as da produção em massa
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril Produção enxuta
  • 20. Toyotismo
    • O Toyotismo procura combinar as vantagens da produção artesanal com as da produção em massa
    Artesanal Manufa-tureiro Volume de produção Conteúdo do trabalho Qualificação da MDO Versatilidade ferramentas, máquinas e equipamentos Variedade de produtos Produção em massa Fabril Produção enxuta
  • 21. Toyotismo A gênese do Toyotismo (Produção Enxuta)
  • 22. Toyotismo
    • 1926: Sakichi Toyoda funda a Toyoda Spinning & Weaving e a Toyoda Automatic Loom Works Ltda.
    • 1937: Kiichiro Toyoda (filho de Sakichi) funda a Toyota Motor Co.
      • Caminhões de guerra
      • Propósito: produção em larga escala de carros de passeio e caminhões comerciais
    • 1942: a Toyoda Spinning & Weaving foi dissolvida.
    • 1943: Taiichi Ohno foi transferido para a Toyota Motor Company.
    • 1945: a produtividade dos trabalhadores americanos era cerca de 10 vezes superior à produtividade dos japoneses.
    A gênese do Toyotismo (Produção Enxuta)
  • 23. Toyotismo
    • A Toyota Motor Co. tentou por vários anos, sem sucesso, reproduzir a organização e os resultados da Ford.
    • Pressionada pela depressão do pós-guerra, demitiu 25% de sua força de trabalho, gerando uma enorme crise.
      • Pedido de demissão do presidente, Toyoda Kiichiro.
      • Novo modelo de relação capital-trabalho (emprego vitalício, promoções por antigüidade e participação nos lucros).
    • 1950: Eiji Toyoda (primo de Kiichiro) e Taiichi Ohno passaram 3 meses na fábrica Rouge da Ford.
      • 7.000 veículos/dia (Rouge) X 2.685 veículos/ano (Toyota)
    • De volta ao Japão, concluíram: “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”.
    A gênese do Toyotismo (Produção Enxuta)
  • 24. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
  • 25. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  • 26. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  • 27. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
    • Limitado (volume relativamente baixo)
    • Demandas variadas (alta variedade de produtos)
      • Carros de luxo: autoridades
      • Grandes caminhões: transporte de mercadorias
      • Pequenos caminhões: pequenos agricultores
      • Carros pequenos: baixo consumo de combustível p/ as cidades populosas
  • 28. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  • 29. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
    • Os japoneses não estava mais dispostos a ser tratados como peça intercambiável.
    • Plano Marshall: novas leis trabalhistas
      • O poder de barganha dos sindicatos foi grandemente reforçado.
      • O direito à demissão foi rigidamente restrito.
    • Ausência de imigrantes temporários, dispostos a enfrentar condições de trabalho precárias.
  • 30. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  • 31. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho
    • Devastada pela guerra.
    • Impossibilidade de compra das tecnologias de produção ocidentais mais recentes.
    Economia japonesa
  • 32. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho Economia japonesa
  • 33. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho
    • As “3 Grandes”: Ford, GM e Chrysler (95% das vendas em 1955)
    • Difusão da produção em massa na Europa: Citroen, Renault e Fiat.
    • Ansiosos por operar no Japão.
    • Dispostos a defender seus mercados contra as exportações japonesas.
    Economia japonesa
  • 34. Toyotismo
    • “ A produção em massa jamais funcionaria no Japão ”
    Mercado doméstico Concorrência externa Força de trabalho
    • Reação do governo japonês:
      • Proibiu investimentos externos diretos na indústria automobilística.
      • Impôs elevadas tarifas alfandegárias.
      • Tentou estimular o modo de produção em massa, dividindo o mercado entre as empresas, mas foi desafiado.
    Economia japonesa
  • 35. Toyotismo
    • A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas.
    • O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos.
  • 36. Toyotismo
    • A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas.
    • O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos.
    Taiichi Ohno (1912-90)
  • 37. Toyotismo
    • A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas.
    • O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos.
    Taiichi Ohno (1912-90)
    • 1912: nascido na Manchuria, China.
    • 1935: g raduou-se na Nagoya Technical High School e c omeçou a trabalhar na Toyota.
    • 1943: Gerente de produção da Toyota Motors.
    • 1955: início da parceria com Shigeo Shingo (consultor).
  • 38. Toyotismo
    • A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas.
    • O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos.
    Taiichi Ohno (1912-90)
    • 1975: tornou-se Vice Presidente Executivo da Toyota
    • início da década de 1980: aposentou-se da Toyota e tornou-se presidente de uma subsidiária e fornecedora (Toyota Gosei).
    • 1990: faleceu na Toyota City.
  • 39. Toyotismo
    • A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas.
    • O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos.
    Shigeo Shingo (1909-90)
  • 40. Toyotismo
    • A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas.
    • O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos.
    Shigeo Shingo (1909-90)
    • 1909: Nascido em Saga, Japão.
    • 1930: formou-se Engenheiro de Produção e foi trabalhar na Taipei Railway Company.
    • 1943: Gerente de produção da Amano Manufacturing Plant – aumentou a produtividade em 100%.
  • 41. Toyotismo
    • A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas.
    • O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos.
    Shigeo Shingo (1909-90)
    • 1946: tornou-se consultor da Japanese Management Association (JMA).
    • 1955: início da parceria com a Toyota.
    • 1959: abriu sua própria empresa de consultoria.
    • 1990: trabalhou até o final de sua vida.
  • 42. Toyotismo
    • A Produção Enxuta foi moldada ao longo de décadas a partir de uma série de experiências práticas.
    • O objetivo era contornar as restrições para viabilizar a produção industrial com alta variedade de produtos.
    Shigeo Shingo (1909-90)
    • Escreveu 14 livros e centenas de artigos importantes sobre produção.
    • Em sua homenagem foi criado o Shingo Prize, concedido a empresas por excelência operacional.
    • Juntamente com Taiichi Ohno, é considerado o pai do Toyotismo.
  • 43. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
  • 44. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 45. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 46. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
    • PREÇO = CUSTO + LUCRO
    • LUCRO = PREÇO – CUSTO
    Fixado pelo mercado
  • 47. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    • PREÇO = CUSTO + LUCRO
    • LUCRO = PREÇO – CUSTO
    Fixado pelo mercado Reduzir CUSTO Maximizar LUCRO Eliminar PERDAS TUDO QUE GERA CUSTO, MAS NÃO ADICIONA VALOR Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação O verdadeiro objetivo da Produção Enxuta é aumentar os lucros através da eliminação das perdas.
  • 48. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 49. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    • Técnica de gestão utilizada para alcance do objetivo da Produção Enxuta: aumentar os lucros através da eliminação das perdas.
    • Cada processo deve ser suprido com os itens certos, no momento certo, na quantidade certa e no local certo.
    • Shingo:
      • Just-in-time (senso de urgência)
      • Just-on-time (sem atropelos)
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 50. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 51. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    • Jidoka = automação
    • A máquina pára automaticamente quando:
      • atinge a quantidade programada
      • ocorre alguma anomalia
    • Permite que um operador supervisione mais de uma máquina.
    • O conceito estende-se às operações manuais.
    • Shingo: prefere chamar de pré-automação, pois a correção é deixada a cargo do operador.
    • Juntamente com o JIT , compõe os 2 pilares da Produção Enxuta.
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 52. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 53. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    • Emprego vitalício (até a aposentadoria)
    • Remuneração por tempo de serviço
    • Participação nos lucros
    • Treinamento e desenvolvimento dos funcionários
    • Multifuncionalidade
    • Certo grau de autonomia
    • Envolvimento e comprometimento com os resultados
    • Trabalho em equipe
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 54. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação Taylorismo-fordismo Toyotismo
  • 55. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 56. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    • A produção é uma rede de processos e operações.
    • Processo
      • Caminho pelo qual a matéria-prima é transformada em produto.
      • Composto por operações.
    • Operações
      • Ações efetuadas sobre o material pelos trabalhadores e máquinas.
      • 4 tipos: Processamento, Inspeção, Transporte, Estocagem
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 57. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação
  • 58. Toyotismo
    • Bases da Produção Enxuta
    Princípio do não custo Just-in-time - JIT Autonomação Envolvimento da força de trabalho Processo X Operação “ Para maximizar a eficiência da produção, analise profundamente e melhore o processo antes de tentar melhorar as operações. ” Shigeo Shingo
  • 59. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Considerada a categoria de desperdício mais grave, pois gera estoque e esconde as demais.
      • Produzir demais (superprodução por quantidade)
    • Produzir antes que o cliente necessite (superprodução por antecipação)
  • 60. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário A função básica dos estoques é equilibrar fornecimento e consumo
  • 61. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Desperdício financeiro, uma vez que prejudica a taxa de giro de capital.
    • No entanto, os estoques têm a capacidade de “aliviar” os problemas de sincronia entre os processos.
    • Redução gradativa dos estoques com o intuito de expor os problemas que geram a necessidade de se manter estoques. Assim, pode combater a fonte de sua necessidade.
  • 62. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Espera do homem: por exemplo quando o operador tem que permanecer junto à máquina acompanhando o processamento.
    • Espera da máquina: quando a máquina pára por atraso no suprimento de materiais ou por desbalanceamento do processo.
    • No Japão a espera do homem é considerada mais grave devido ao custo/hora da mão-de-obra (3 a 5 vezes superior ao custo/hora das máquinas).
  • 63. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Buscar eliminar a necessidade ( layout)
    • Esgotadas as possibilidades desta natureza, implementar melhorias na operação de transporte em si
      • Ex: aplicação de esteiras rolantes, transpor-tadores suspensos, braços mecânicos, etc.
      • Atenção: automação nem sempre é o mais indicado. Dispositivos simples e que, por exemplo, utilizam a gravidade também devem ser considerados.
  • 64. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário Orientação por tecnologia (orientação funcional) Orientação por produto (orientação por processo) A B C D A B C D A B C D A D C B
  • 65. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Referem-se aos movimentos desnecessários realizados pelos operadores.
    • A otimização pode ser obtida a partir de:
      • Estudo dos métodos (Tempos e Movimentos).
      • Mecanização. No entanto, só é recomendada após o primeiro estudo ter sido realizado.
  • 66. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  • 67. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  • 68. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  • 69. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  • 70. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  • 71. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Refere-se à geração de produtos ou serviços que não atendem à sua especificação e que, portanto, geram retrabalho ou sucateamento.
    • A geração de defeitos pode atingir:
      • O preço de venda
      • A capacidade de atendimento
      • O prazo de entrega
      • O cliente externo
  • 72. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Poka Yoke
    • Poka (erros inadvertidos) + Yokeru (evitar)
    • Dispositivo a prova de erros destinado a evitar a ocorrência de defeitos
  • 73. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
  • 74. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Uma bandeja de instrumentos cirúrgicos com depressões que sinalizam a ausência dos instrumentos. O médico só fechará uma incisão quando todas as depressões estiverem preenchidas.
    • Tiras de papel envolvendo as toalhas limpas e vasos higienizados em hotéis, evitando que o funcionário saia dos quartos sem que o serviço tenha sido efetuado.
    • Em um formulário eletrônico em que o cliente deve preencher seus dados cadastrais, os campos possuem quantidade e tipo de caractere pré-determinados (ex: número de CPF: 11 caracteres numéricos).
    Poka-Yoke em serviços
  • 75. Toyotismo
    • As 7 categorias de perdas ou desperdícios (MUDA)
    Superprodução Estoque Espera Transporte Movimentação Defeito Processamento desnecessário
    • Refere-se a etapas do processo que poderiam ser eliminadas sem prejuízos para as características e funções do produto ou serviço.
    • Melhorias estão associadas à análise do que é “valor” para o cliente.
  • 76. Toyotismo Críticas ao Toyotismo
  • 77. Toyotismo

×