A Petrobras e o Desenvolvimento Nacional
                       Pré-sal e áreas estratégicas




José Sergio Gabrielli de ...
AVISO


        As apresentações podem conter previsões acerca de eventos futuros. Tais previsões
        refletem apenas ...
Plano de Negócios 2009 / 2013
                                                                                            ...
NOVAS EMBARCAÇÕES

                                                                Planejamento de Entrega de Novas Embarc...
COMPRA DE NOVOS EQUIPAMENTOS


               Itens          Un.   TOTAL                     Itens   Un.   TOTAL
 Árvores ...
PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO DA INDÚSTRIA
NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

          Estrutura do Prominp                   ...
PROMINP - NOVA DEMANDA DE RECURSOS
HUMANOS – PN 2009-2013
      2007      2008          2009           2010      2011    2...
PROMINP
 PRINCIPAIS RESULTADOS (1/2)

                       Visibilidade              Plantas/ Unidades     Equipamentos ...
PROMINP
PRINCIPAIS RESULTADOS (2/2)

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CENPES: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA AS
PRÓXIMAS DÉCADAS



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REDES TEMÁTICAS E NÚCLEOS REGIONAIS

 Construção de Infraestrutura
  de pesquisa no país com
    padrão internacional

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REDE TEMÁTICA DE VISUALIZAÇÃO CIENTÍFICA
GRADE-BR


      Instalação do maior cluster de computadores operando em grade no...
REDES TEMÁTICAS – ESTAÇÃO DE
SENSORIAMENTO REMOTO MARINHO

     Instalação de uma estação completa para a recepção, proces...
CONVÊNIOS COM CENTRO DE TECNOLOGIA
DO EXÉRCITO
 •   Ampliação do núcleo de competência de desenvolvimento de tecnologia de...
Convênios Petrobras-Marinha para Ampliação e
Modernização dos Centros de Instrução



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CONVÊNIO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA
MARINHA / EMGEPRON


     Modernização das instalações e novos equipamentos em 2
     na...
DESAFIO DA OFERTA MUNDIAL DE PETRÓLEO

                                                       DESAFIO DA OFERTA GLOBAL DE ...
DEMANDA VERSUS OFERTA PETROLÍFERA


                             Os maiores mercados consumidores de petróleo produzem ape...
ACESSO À RESERVA E À TECNOLOGIA

                 O conflito de interesses petrolíferos :

     Países com muitas reservas...
AMAZÔNIA AZUL




                Brasil            Área Km²
                Território        8.500.000

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A PROVÍNCIA DO PRÉ-SAL
 • A grande área em azul indica a ocorrência prevista para o Pré-sal, com potencial
   para a prese...
NOVO MARCO
     REGULATÓRIO




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NOVO MARCO REGULATÓRIO


     Partilha                                                 Cessão
     de Produção            ...
REGIME DE PARTILHA DE PRODUÇÃO

                             Celebração dos contratos de partilha
                        ...
O PAPEL DO OPERADOR E PRÁTICAS
DA INDÚSTRIA MUNDIAL

                               OPERADOR


     Responsável pela condu...
VANTAGEM COMPETITIVA EM ÁGUAS
   PROFUNDAS
   Petrobras opera 22% da produção global em águas profundas e possui o maior
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A PETROBRAS COMO OPERADORA
ÚNICA DO PRÉ-SAL


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A PETROBRAS COMO OPERADORA
ÚNICA DO PRÉ-SAL

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CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS


               Concomitantemente com a cessão onerosa pela União
               à Petrobras, ...
OS DESAFIOS DA PETROBRAS

                         DESAFIOS DO PLANO ESTRATÉGICO
      Audacioso plano de negócios 2009-20...
A PETROBRAS NUMA NOVA ERA


     Para chegar a esse novo patamar, nada disso seria possível sem a sua força de
     trabal...
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21.10.2009 Apresentação do Presidente José Sergio Habrielli de Azevedo “A Petrobras e o Desenvolvimento Nacional”. Clube Militar - Rio de Janeiro - RJ

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21.10.2009 Apresentação do Presidente José Sergio Habrielli de Azevedo “A Petrobras e o Desenvolvimento Nacional”. Clube Militar - Rio de Janeiro - RJ

  1. 1. A Petrobras e o Desenvolvimento Nacional Pré-sal e áreas estratégicas José Sergio Gabrielli de Azevedo Presidente Rio de Janeiro, 21/10/09 - Clube Militar 1
  2. 2. AVISO As apresentações podem conter previsões acerca de eventos futuros. Tais previsões refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia. Os termos “antecipa", "acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "projeta", "objetiva", "deverá", bem como outros termos similares, visam a identificar tais previsões, as quais, evidentemente, envolvem riscos ou incertezas previstos ou não pela Companhia. Portanto, os resultados futuros das operações da Companhia podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve se basear exclusivamente nas informações aqui contidas. A Companhia não se obriga a atualizar as apresentações e previsões à luz de novas informações ou de seus desdobramentos futuros. Aviso aos Investidores Norte-Americanos: A SEC somente permite que as companhias de óleo e gás incluam em seus relatórios arquivados reservas provadas que a Companhia tenha comprovado por produção ou testes de formação conclusivos que sejam viáveis econômica e legalmente nas condições econômicas e operacionais vigentes. Utilizamos alguns termos nesta apresentação, tais como descobertas, que as orientações da SEC nos proíbem de usar em nossos relatórios arquivados. 2
  3. 3. Plano de Negócios 2009 / 2013 2.270 3.012 PRODUÇÃO PETRÓLEO E GÁS CAPACIDADE DE REFINO 5.729 Premium I 7,5% a.a. 223 600 mil bpd . 6% a.a 409 2010: 43 MIL BPD e Premium II 3.655 2011:255 MIL BPD 300 mil bpd 1,177 2.757 1.779 1.791 2012: 150 MIL BPD 2.308 2.400 131 210 8,8% a.a. 634 103 109 100 142 124 463 126 273 321 3,920 2,680 1,792 1,855 2,050 2007 2008 2009 2013 2020 Produção de Óleo - Brasil Produção de Gás - Brasil Produção de Óleo - Internacional Produção de Gás - Internacional 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2020 GÁS E ENERGIA Investimento 2009-2013 US$174,4 Bilhões 1º ciclo de investimentos (até 2010) 2% 2% 2% E&P 3% + 2. 332 km de gasodutos 5,6 RTC 7% 3.0 + 19 novas usinas de energia 11,8 2.8 G&E + 1.236 MW 3.2 Petroquímica + Term. de GNL - Baía de Guanabara Distribuição 43,4 104,6 (*) Biocombustíveis 2º ciclo de investimentos (2011 em diante) 25% 59% Corporativo + 307 km de gasodutos + novas estações de compressão (*) US$ 17,0 bilhões destinados a + 2 term. de GNL (Terminal Regás-Flex) Exploração + usinas a Gás Natural 3
  4. 4. NOVAS EMBARCAÇÕES Planejamento de Entrega de Novas Embarcações Recursos Críticos de 2009 até 2013 de 2013 até 2015 de 2016 até 2020 Navios de Grande Porte (1) 44 5 0 Barcos de Apoio e Especiais 92 50 53 Plataformas de Produção (2) 15 8 22 Outros (Jaqueta e TLWP) 2 2 3 Total 153 65 78 Barco de Apoio Navio de grande porte (VLCC) Plataforma de Produção (FPSO) SONDAS DE PERFURAÇÃO 30 SONDAS CONTRATADAS, MAIS 28 A SEREMOs investimentos previstos atendem às necessidades da carteira CONTRATADAS ATÉ 2018, TOTALIZANDO 58 SONDAS: • 23 serão entregues entre 2009 e 2011 exploratória e de desenvolvimento da produção da Petrobras • 9 serão contratadas através de processos de licitação no mercado internacional e entregues em 2012 – Atendendo as necessidades de curto prazo da Petrobras enquanto a indústria nacional se prepara para responder as demandas adicionais (sendo que 2 só serão liberadas em 2013). • 28 serão construídas no Brasil com entrega prevista no período de 2013 a 2018 (1) Promef 1 e Promef 2 4 (2) FPSO e SS
  5. 5. COMPRA DE NOVOS EQUIPAMENTOS Itens Un. TOTAL Itens Un. TOTAL Árvores de Natal Molhadas un 500 Bombas un 8,000 Cabeças de Poço un 500 Compressores un 700 Dutos Flexíveis km 4,000 Guinchos un 450 Manifolds un 30 Guindastes un 200 Tubos de Rev. e Produção t 42,000 Motores de Combustão un 1,000 Umbilicais km 2,200 Turbinas un 350 Árvores de Natal Seca un 1,700 Aço estrutural t 940,000 Cabeças de Poço Terrestres un 1,700 Itens Un. TOTAL Itens Un. TOTAL Reatores un 280 Geradores un 500 Separadores de água e óleo un 50 Filtros un 300 Tanques de Armazenamento un 1,800 Queimadores (Flares) un 30 Torres un 550 5
  6. 6. PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL Estrutura do Prominp Forma de Atuação Prominp MME MDIC Diagnóstico Diagnóstico PETROBRAS Investimentos da demanda de da demanda de bens e serviços bens e serviços COMITÊ BNDES no Setor de Identificação Maximizar o de LACUNAS e DIRETIVO IBP Ações CONTEÚDO Petróleo Diagnóstico da Diagnóstico da LOCAL ONIP capacidade de capacidade de corretivas e Gás atendimento da atendimento da indústria indústria Comitê Executivo MESMAS ENTIDADES DO COMITÊ DIRETIVO & Áreas de Enfoque ASSOCIAÇÕES DE CLASSE Capacitação Instrumentos de Desempenho Política Industrial Empresarial Comitês Setoriais Tecnológica Financiamento Sustentabilidade Regulação Competitividade E&P TM GE&TD ABAST Industrial Polí tica Tributária IND P&G Pessoas Fomentaà Pequena SMS e Mé dia Empresa Comitê Temático de Meio Ambiente - MMA Comitê Temático de Tecnologia - MCT 6
  7. 7. PROMINP - NOVA DEMANDA DE RECURSOS HUMANOS – PN 2009-2013 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Plano de Negócios 2008 – 2012 28 Sondas 146 Barcos de Apoio Novas Plataformas de Produção Promef II Afretamento 19 Navios Refinaria Premium I Refinaria Premium II 207.643 Lacunas de Recursos Humanos PN 2009-13 29.862 Profissionais Selecionados 48.330 Profissionais Qualificados 7
  8. 8. PROMINP PRINCIPAIS RESULTADOS (1/2) Visibilidade Plantas/ Unidades Equipamentos Componentes Previsão de da Cadeia 450 800 itens 600 itens Demanda de Projetos Bens e Serviços Desenvolvimento do Portal de Oportunidades mapeados 78.000 profissionais beneficiados Qualificação 185 cursos diferentes em 13 Estados e 34 cidades Profissional 80 Instituições de ensino evolvidas Investimento de U$ 150 MM Estruturação do Plano de Desenvolvimento Tecnológico Industrial Diagnóstico por Direcionadores Resultados Setor Industrial do Plano Obtidos Desenvolvimento Tecnológico Mecânica; Identificação da Agenda Identificação de 15 Projetos para o Tecnológica Industrial desenvolvimento de tecnologia de base Industrial Metalurgia Coordenação do Criação do Comitê Tecnológico do Prominp Elétrica-Eletrônica; Processo Recursos não reembolsáveis com contra- Serviços. Financiamento partidas não financeiras das empresas 8
  9. 9. PROMINP PRINCIPAIS RESULTADOS (2/2) Prominp Recebíveis Financiar os 10 fundos voltados para contratos dos pequenos e grandes contratos (FDIC - Fundo de Investimento em Direito Creditório) fornecedores U$ 7 Bilhões Financiamento Capitalizar os 3 fundos Prominp Participações (Private Equity) fornecedores U$ 1,5 Bilhões Inserção de 2.500 MPE na cadeia de Peetróleo Inserção de Convênio Micro e 33 Rodadas em 14 Estados Pequenas Petrobras/Sebrae U$ 40 MM investidos para gerar U$ 1 Bi em Empresas transações comerciais Indicador de Conteúdo Local do Prominp (US$bi) (%CL) + 14.2 Aumento do conteúdo local de 57% (em 2003) 60,00 U$ Bi 100% 50,00 para cerca de 75% (no 1º sem/09) 74,3% 75,4% 75,6% 74,2% 80% 70,0% 68,5% 68,4% 69,8% 70,6% 66,0% 67,2% 62,2% 64,0% O aumento do conteúdo local levou à injeção 35,9 40,00 57,0% 32,7 32,2 + 638 Mil 60% 31,4 59,7% 63,1% 59,9% 57,3% Postos de 25,9 30,00 25,3 adicional de US$ 14,2 Bi em aquisições na 25,0 22,7 22,5 22,4 Trabalho 21,5 19,9 40% 18,9 17,4 17,2 20,00 15,0 15,0 economia brasileira 12,6 12,4 11,0 10,2 9,6 9,3 9,2 20% 8,4 7,4 6,7 10,00 6,2 6,1 5,7 5,2 5,3 4,6 3,5 3,4 3,0 0,00 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 0% Essas encomendas contribuíram para a geração $ Meta Nacional $ Meta Total Meta ICL de 638.000 postos de trabalho adicionais na $ Realizado Total $ Realizado Nacional Realizado ICL indústria 2º Trimestre de 2009 9
  10. 10. CENPES: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA AS PRÓXIMAS DÉCADAS Parceria com mais de 120 universidades e centros de pesquisa no Brasil e 70 instituições no exterior. Investimentos em Tecnologia 2009-2013 Programas Tecnológicos US$ 4,0 bilhões 25% 1.0 Novas Modelagem Óleos Recuperação Águas Pré-sal Fronteiras de bacias Pesados avançada Refino profundas 1.9 47% Exploratorias 5% 0.2 0.9 23% Otimização Bio Meio Mudanças Inovação em PRO-CO² & Transporte Gás natural Combustíveis ambiente Climáticas combustíveis E&P Abastecimento G&E Corp. confiabilidade 10
  11. 11. REDES TEMÁTICAS E NÚCLEOS REGIONAIS Construção de Infraestrutura de pesquisa no país com padrão internacional 38 Redes Temáticas 7 Núcleos Regionais RJ - Rio de Janeiro(2) e Macaé(1) BA - Salvador RN - Natal SE - Aracaju ES - Vitória Unidades Operacionais da PETROBRAS Instituições de ensino e pesquisa nacionais Construção de novos laboratórios Ampliação de infra-estrutura Aquisição de equipamentos Núcleos Regionais 2006 - 2008 422 convênios assinados com 52 instituições de ensino e pesquisa nacionais Contratados R$ 724 Milhões 11
  12. 12. REDE TEMÁTICA DE VISUALIZAÇÃO CIENTÍFICA GRADE-BR Instalação do maior cluster de computadores operando em grade no hemisfério sul Investimento Previsto R$ 76 Milhões (infraestrutura) R$ 39 Milhões (projetos P&D) Instituições Cluster de computadores : UFAL, ITA, USP, PUC-RJ, UFRJ Demais participantes: UFAM, UFMA, UFC, UFRN, UFPE, LNCC, INPE, UNICAMP, FURG Abrangência 22 diferentes linhas de pesquisas 260 pesquisadores Objetivo Parcerias entre instituições nacionais de pesquisas voltadas para pesquisas na área de óleo, gás e energia com uso de computação científica e visualização, adotando técnicas no estado da arte em nível mundial 12
  13. 13. REDES TEMÁTICAS – ESTAÇÃO DE SENSORIAMENTO REMOTO MARINHO Instalação de uma estação completa para a recepção, processamento e armazenamento de dados de satélites para o monitoramento costeiro e oceânico em tempo próximo do real - INPE Cobertura da Antena Investimento já realizado de R$ 6,7 milhões Interesse da Marinha em investimentos adicionais – Zona Econômica Exclusiva As imagens adquiridas na costa brasileira são enviadas diretamente para a estação, onde são processadas e disponibilizadas em menos de 1 hr. 13
  14. 14. CONVÊNIOS COM CENTRO DE TECNOLOGIA DO EXÉRCITO • Ampliação do núcleo de competência de desenvolvimento de tecnologia de carbono (materiais especiais de carbono a partir de resíduos aromáticos de destilação de petróleos) • Em princípio, foram estimados R$ 23MM para este núcleo. 14
  15. 15. Convênios Petrobras-Marinha para Ampliação e Modernização dos Centros de Instrução CIAGA e CIABA DEMANDAS EMERGENCIAIS Recursos Instrucionais Equipe Docente Áreas de Habitação Simuladores (passadiço, Contratação de novos Reforma e ampliação dos máquinas, posicionamento professores: alojamentos, camarotes dinâmico, radar ARPA e sistema GMDSS) Reposição por (prédio novo no CIABA) e aposentadoria banheiros Laboratórios (automação, eletrônica, máquinas, Aumento de turmas Reforma de Cozinhas e motores, navegação etc.) refeitórios Salas de aula Necessidade de Aporte Financeiro Emergencial → R$ 78 milhões 15
  16. 16. CONVÊNIO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA / EMGEPRON Modernização das instalações e novos equipamentos em 2 navios oceanográficos - plataforma continental e mar profundo CHM / Emgepron - R$ 7,9 milhões ATRAVÉS DA REDE TEMÁTICA MONITORAMENTO AMBIENTAL MARINHO NOc. Antares - H 40 NOc.Amorim do Valle - H 35 16
  17. 17. DESAFIO DA OFERTA MUNDIAL DE PETRÓLEO DESAFIO DA OFERTA GLOBAL DE LÍQUIDOS MM bpd 140,0 Cenário Alto Crescimento 120,0 EIA DOE Cenário de Referência | IEA 100,0 80,0 Cenários de Demanda Global de Óleo Cenário Baixo Crescimento EIA DOE 60,0 Observed decline Adição Requerida de 40,0 Capacidade (bpd) Declínio natural Natural decline Declínio observado 20,0 2020 | 55 – 65 MM Produção existente Existing production 0,0 Existing production 2030 | 75 – 90 MM 2010 2012 2014 2008 2016 2018 2020 2022 2024 2026 2006 2028 2030 2000 2002 2004 • A diferença deverá ser suprida por: • Incorporação de novas descobertas • Fontes alternativas de energia • Maior eficiência energética 17 Fonte: IEA World Energy Outlook 2007, EIA International Energy Outlook 2007
  18. 18. DEMANDA VERSUS OFERTA PETROLÍFERA Os maiores mercados consumidores de petróleo produzem apenas pequena parcela do que consomem → dependem dos grandes países produtores Os maiores produtores de petróleo, por sua vez, não possuem grandes mercados consumidores domésticos → dependem das exportações O Brasil é um grande produtor de petróleo que possui um grande mercado consumidor interno Importações e Exportações Líquidas de Petróleo 11 (Milhões barris por dia) 6 1 EUA China Índia França Japão Kuwait Ar. Saudita Rússia Irã Noruega Nigéria Alemanha Iraque Coréia do Árabes Venezuela Em. Sul -4 -9 -14 Principais consumidores x Principais produtores da OPEP, incluindo Rússia e Noruega 18
  19. 19. ACESSO À RESERVA E À TECNOLOGIA O conflito de interesses petrolíferos : Países com muitas reservas, pouca tecnologia, reduzida base industrial, conflitos regionais e instabilidade institucional X Países com grandes mercados consumidores com poucas reservas, alta tecnologia, grande base industrial e estabilidade institucional Situação Privilegiada BRASIL: País com grandes reservas, alta tecnologia em petróleo, base industrial diversificada, grande mercado consumidor, estabilidade institucional e jurídica 19
  20. 20. AMAZÔNIA AZUL Brasil Área Km² Território 8.500.000 Zona econômica 3.500.000 Exclusiva Extensão da 911.000 Plataforma Continental ZEE + Amazônia Azul 4.411.000 Extensão da (42% do território) Plataforma Continental Mar territorial 12 milhas 20
  21. 21. A PROVÍNCIA DO PRÉ-SAL • A grande área em azul indica a ocorrência prevista para o Pré-sal, com potencial para a presença de petróleo • No Campo de Jubarte (Parque das Baleias) está sendo realizada a antecipação da produção e, na área de Tupi (Bacia de Santos), o teste de longa duração • Área total da Província: 149.000 km2 • Área já concedidas: 41.772 km2 (28%) • Área sem concessão: 107.228 km2 (72%) • Área concedida c/ partc. Petrobras: 35.739 km2 (24%) 21
  22. 22. NOVO MARCO REGULATÓRIO 22 22
  23. 23. NOVO MARCO REGULATÓRIO Partilha Cessão de Produção Onerosa Pré-Sal e Áreas Petrobras 100% Estratégicas Petrobras Operadora Até 5 bilhões boe Terceiros por Licitação Outras Mantém-se o Regime Áreas de Concessões Atual Não haverá mudança para as Áreas já concedidas, inclusive no Pré-Sal 23
  24. 24. REGIME DE PARTILHA DE PRODUÇÃO Celebração dos contratos de partilha Definições Técnicas Petrobras é sempre a Operadora com participação definida pelo CNPE, não inferior a 30% Consórcio entre Petrobras, Petro-Sal e vencedora(s) da licitação, que será administrado pelo Comitê Operacional Petrobras poderá participar das licitações visando aumentar sua participação para além da mínima Vencedora da licitação será a Empresas Empresa que oferecer o + Petrobras* maior percentual do “óleo Óleo lucro” para União Lucro Petrobras acompanha o União percentual ofertado pela licitante vencedora União não assume riscos das atividades, exceto nos casos em Óleo que resolver investir diretamente Custo Antes de contratar, a União poderá fazer avaliação de potencial das áreas e, para tanto, poderá contratar diretamente a Petrobras 24 * Petrobras com no mínimo 30%
  25. 25. O PAPEL DO OPERADOR E PRÁTICAS DA INDÚSTRIA MUNDIAL OPERADOR Responsável pela condução das atividades de exploração e produção, providenciando os recursos críticos: tecnologia (utilização e desenvolvimento), pessoal e recursos materiais (contratação) Acesso à informação estratégica Controle sobre a produção e custos Acesso e desenvolvimento de tecnologia PETROBRAS: definida como operadora exclusiva de todas as áreas sujeitas ao regime de partilha de produção 25
  26. 26. VANTAGEM COMPETITIVA EM ÁGUAS PROFUNDAS Petrobras opera 22% da produção global em águas profundas e possui o maior número de unidades de produção (FPS e navios). 2008 produção mundial em águas Operadores FPS profundas por operador Navios Contratados (Total de 252) 13% 22% 6% 8% 14% 9% 14% 14% Petrobras Exxon Shell Statoil BP Total Chevron Outros Fonte: PFC Energy | Nota: Os volumes estimados acima representam o que cada operador é responsável por produzir, não o que eles detêm como participação. Águas profundas são consideradas acima de 300 m de lâmina d’ água; os 11 operadores apresentados acima representam 94% da produção mundial em águas profundas em 2007 26
  27. 27. A PETROBRAS COMO OPERADORA ÚNICA DO PRÉ-SAL Alianças tecnológicas com centros de pesquisa e fornecedores nacionais Atuação pró-ativa na Planejamento contratação junto ao mercado nacional integrado das aquisições de bens e serviços Padronização dos requisitos técnicos dos materiais e equipamentos 27
  28. 28. A PETROBRAS COMO OPERADORA ÚNICA DO PRÉ-SAL Desenvolvimento das Contratação e Contratação e tecnologias treinamento de pessoal execução de serviços necessárias para a qualificado a planejar e especializados condução das executar as atividades atividades Contratação da construção dos bens de capital Garante-se que as decisões estratégicas serão necessários tomadas por brasileiros, no Brasil 28
  29. 29. CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS Concomitantemente com a cessão onerosa pela União à Petrobras, a Companhia fará um aumento de capital Entrada de R$ no Caixa da Petrobras (exercício dos Aumento de Capital minoritários) na Petrobras (aprovado pelo Petrobras paga a Valoração das Conselho de União pela Cessão Reservas em R$ Administração) do exercício das atividades de E&P União poderá fazer o aporte de capital na Petrobras com títulos da dívida pública mobiliária federal, precificados a valor de mercado A Petrobras poderá pagar a União, pela cessão onerosa dos direitos de E&P, utilizando os mesmos títulos advindos da capitalização 29 Valores hipotéticos e sem proporcionalidade no gráfico
  30. 30. OS DESAFIOS DA PETROBRAS DESAFIOS DO PLANO ESTRATÉGICO Audacioso plano de negócios 2009-2013 Forte incremento do portfólio de E&P e maior integração com as demais áreas, demandando: Aprimoramento do modelo de gestão da companhia Administração dos recursos críticos (financeiros, tecnológicos, RH, contratação de equipamentos e serviços) DESAFIOS AINDA MAIORES COM O NOVO MARCO REGULATÓRIO Expansão dos investimentos em todas as áreas de negócios, mantendo a Companhia integrada Administração financeira, contábil e tributária Contratação e formação de novos Empregados (treinamento contínuo da força de trabalho) Ampliação dos controles internos (inclusão de mais um ente fiscalizador – Petro-sal, e novos parceiros na partilha de produção) 30
  31. 31. A PETROBRAS NUMA NOVA ERA Para chegar a esse novo patamar, nada disso seria possível sem a sua força de trabalho e sua capacitação técnica. Pensando no futuro, a Companhia se prepara para uma nova era: desde 2002, 27 mil novos empregados foram admitidos e novas contratações ainda estão programadas Todos estes atributos, aliados ao fato de ser uma companhia nacional controlada pelo Governo Federal, conferem à Petrobras um papel relevante no novo marco regulatório 31
  32. 32. OBRIGADO 32
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