PETROBRAS 150.000 horas de soldagem 676.000 metros de tubos
AGENDA
O Gasoduto <ul><li>Este projeto, no estado do Amazonas, é um serviço prestado pela IENOR (Implementação de Empreendimentos...
O Gasoduto <ul><li>Este projeto, no estado do Amazonas, é um serviço prestado pela IENOR (Implementação de Empreendimentos...
Métricas <ul><li>Origem: Urucu (município de Coari/AM) </li></ul><ul><li>Destino: Manaus </li></ul><ul><li>Capacidade: 10....
Supressão vegetal
Desfile dos tubos
Soldagem
Tubos a enterrar (coluna ou tramo)
AGENDA
Sistema de informação em GP (SIGP) <ul><li>Para desenvolver as atividades de planejamento e controle do projeto, um Sistem...
Sistema de Informação em GP (SIGP) <ul><li>Para desenvolver as atividades de planejamento e controle do projeto, um Sistem...
Sistema de Informação em GP (SIGP) <ul><li>Aplicação </li></ul><ul><ul><li>Contratos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Recursos ...
Premissa do Sistema
MUNDO REAL Linha do Tempo EMPREENDIMENTO Conceito do Sistema EFICÁCIA PETROBRAS BNDES GOVERNO ELETROBRAS TAG/TUM Previsto ...
EMPREENDIMENTO Integração de informações Contratadas Petrobras Governo Sistemas Diversos SIGP Mundo Real Linha do Tempo
AGENDA
Corrente Crítica (conceitos) <ul><li>“ Técnica de análise de rede do cronograma, que modifica o cronograma do projeto para...
Corrente Crítica (conceitos) <ul><li>“ Técnica de análise de rede do cronograma, que modifica o cronograma do projeto para...
Corrente Crítica (conceitos) <ul><li>“ Técnica de análise de rede do cronograma, que modifica o cronograma do projeto para...
Corrente Crítica (exemplo) Necessidade do Recurso Restrição Imposta: 2 técnicos de segurança 2 4
Corrente Crítica (exemplo) Disponível Indisponível É necessário se criar um cronograma baseado na CORRENTE CRÍTICA 2 4
Corrente Crítica (exemplo) Caminho Crítico A restrição de recursos, devido à limitação de 2 técnicos, implica na dilatação...
Corrente Crítica (exemplo) Caminho Crítico A quebra de atividades permite adequar o projeto à realidade Corrente Crítica
Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Através da Modelagem Computacional de Projetos, somos capazes de criar um mecanismo p...
Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Através da Modelagem Computacional de Projetos, somos capazes de criar um mecanismo p...
Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>As tarefas e/ou atividades de um projeto são  PROCESSOS ; </li></ul><ul><li>Um Proces...
Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Através da identificação “ no maior detalhe possível ” de quais são os recursos neces...
Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Podemos determinar e quantificar os Recursos, mediante o emprego de  5W2H </li></ul>
Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Podemos representar a relação:  Processos & Recursos , mediante o  DIAGRAMA DE ISHIKA...
Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Cada atividade identificada entre os pacotes de trabalho é detalhada em relação a: </...
Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Ainda no modelo, as quantidades de recursos são definidas em função de uma META em te...
Corrente Crítica (modelagem) O  TEMPO  necessário no cronograma do Gasoduto é determinado por:   RECURSOS  ( Resource Crit...
Corrente Crítica (modelagem) O que nunca é possível... Se todos os recursos tivessem  100%  de aproveitamento, o histogram...
Corrente Crítica (aplicação) A aplicação de Corrente Crítica para diversos “ elos ”  (km da obra) permite o encadeamento d...
Corrente Crítica (aplicação) O desenvolvimento do cronograma baseado na corrente crítica e a aplicação do nosso modelo pro...
Corrente Crítica (aplicação) Para um projeto com 676 Km o modelo gerado tem mais de 28.000 atividades O Diagrama de Rede, ...
Corrente Crítica (aplicação) No entanto, o projeto é na realidade uma caixa contendo “ peças de Lego ” ( elos da corrente ...
Corrente Crítica & PDCA (aplicação) O cronograma resultante se transforma em  AUTORIZAÇÃO DE TRABALHO  e a sua medição diá...
CENÁRIO DO PLANEJAMENTO Linha do Tempo RENDIMENTO DOS RECURSOS Mão-de-obra Método Material Medição Máquina Meio-ambiente P...
? Mão-de-obra Método Material Medição Máquina Meio-ambiente CENÁRIO DA REALIZAÇÃO RENDIMENTO DOS RECURSOS Linha do Tempo P...
Corrente Crítica & PDCA (aplicação) <ul><li>O mecanismo utilizado para reduzir as diferenças entre: </li></ul><ul><ul><li>...
Aplicação da Corrente Crítica e PDCA O cronograma é continuamente medido em relação à  sua EFICÁCIA   Previsto X  Realizado
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Pontos de Melhoria <ul><li>Outros conceitos que encontramos na corrente crítica podem incrementar a qualidade do modelo de...
Pontos de Melhoria <ul><li>Outros conceitos que encontramos na corrente crítica podem incrementar a qualidade do modelo de...
Pontos de Melhoria <ul><li>Técnicas para a identificação das reservas ou folgas impostas para cada atividade durante as es...
Pontos de Melhoria <ul><li>Técnicas para a identificação das reservas ou folgas impostas para cada atividade durante as es...
Pontos de Melhoria PC = Pulmão de Convergência Corrente Crítica Outros caminhos Outros caminhos
Pontos de Melhoria <ul><li>No entanto, o método da corrente crítica não desenvolveu mecanismos claros para a elaboração do...
Pontos de Melhoria <ul><li>No entanto, o método da corrente crítica não desenvolveu mecanismos claros para a elaboração do...
Success Driven Project Management
Pontos de Melhoria <ul><li>Estimativas em 3 pontos </li></ul><ul><ul><li>O modelo computacional poderá ser ainda mais efic...
Pontos de Melhoria <ul><li>Estabelecimento do Buffer do Projeto </li></ul><ul><ul><li>Determinar e controlar o “estoque de...
Pontos de Melhoria <ul><li>Aplicação do Success Driven Project Management ( SDPM ): </li></ul><ul><ul><li>Success Driven P...
Pontos de Melhoria (SDPM) <ul><li>A aplicação se dá com a criação de 3 versões do modelo computacional, onde aspectos rela...
Pontos de Melhoria (SDPM) <ul><li>Após a elaboração destas estimativas, utiliza-se  MonteCarlo ou a Curva de  Liberzon  (e...
Pontos de Melhoria (SDPM) <ul><li>A curva resultante incorpora o Buffer do projeto, dimensionado por aspectos relacionados...
Pontos de Melhoria (SDPM) Os pulmões são  definidos  matematicamente com base nos três cenários  (SDPM) e recalculados dur...
Informações complementares <ul><li>Detalhes sobre a aplicação do “Success Driven Project Management ( SDPM )” e a elaboraç...
OBRIGADO! <ul><li>Autores: </li></ul><ul><ul><li>Jefferson Guimarães , SpP Engenheiro de Planejamento Sênior III PETROBRAS...
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Gasoduto Urucu/Manaus (Mostra Tic)

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Apresentação resumida sobre o Projeto Urucu/Manaus com a participaçao de Leonardo Feitosa, Jefferson Guimarães e Peter Mello feita durante a Mostra Tic 2007 sobre o gasoduto da Petrobras

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  • Gasoduto Urucu/Manaus (Mostra Tic)

    1. 1. PETROBRAS 150.000 horas de soldagem 676.000 metros de tubos
    2. 2. AGENDA
    3. 3. O Gasoduto <ul><li>Este projeto, no estado do Amazonas, é um serviço prestado pela IENOR (Implementação de Empreendimentos para o Norte, unidade da engenharia da PETROBRAS); </li></ul>
    4. 4. O Gasoduto <ul><li>Este projeto, no estado do Amazonas, é um serviço prestado pela IENOR (Implementação de Empreendimentos para o Norte, unidade da engenharia da PETROBRAS); </li></ul><ul><li>A IENOR tem por missão implementar empreendimentos de gás, energia e transporte dutoviário, com o objetivo de desenvolver a matriz energética nacional. </li></ul>
    5. 5. Métricas <ul><li>Origem: Urucu (município de Coari/AM) </li></ul><ul><li>Destino: Manaus </li></ul><ul><li>Capacidade: 10.500.000 m 3 /dia </li></ul><ul><li>Tubovias (tronco): </li></ul><ul><ul><li>GLPduto, 10” </li></ul></ul><ul><ul><li>Gasoduto, 20” e 18” (readaptação) </li></ul></ul>
    6. 6. Supressão vegetal
    7. 7. Desfile dos tubos
    8. 8. Soldagem
    9. 9. Tubos a enterrar (coluna ou tramo)
    10. 10. AGENDA
    11. 11. Sistema de informação em GP (SIGP) <ul><li>Para desenvolver as atividades de planejamento e controle do projeto, um Sistema de Informação em Gerenciamento de Projetos está sendo implementado em todas as unidades envolvidas com o empreendimento; </li></ul>
    12. 12. Sistema de Informação em GP (SIGP) <ul><li>Para desenvolver as atividades de planejamento e controle do projeto, um Sistema de Informação em Gerenciamento de Projetos está sendo implementado em todas as unidades envolvidas com o empreendimento; </li></ul><ul><li>O SIGP deve integrar necessidades do mundo corporativo Petrobras, dos clientes e fornecedores envolvidos. </li></ul>
    13. 13. Sistema de Informação em GP (SIGP) <ul><li>Aplicação </li></ul><ul><ul><li>Contratos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Recursos Humanos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Materiais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Equipamentos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cronogramas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Documentação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Distribuição de Responsabilidades; </li></ul></ul><ul><ul><li>Custos; </li></ul></ul><ul><ul><li>... </li></ul></ul>
    14. 14. Premissa do Sistema
    15. 15. MUNDO REAL Linha do Tempo EMPREENDIMENTO Conceito do Sistema EFICÁCIA PETROBRAS BNDES GOVERNO ELETROBRAS TAG/TUM Previsto Realizado Datas Valores Eventos Custos Sistema de Informações em Gerenciamento de Projetos SIGP
    16. 16. EMPREENDIMENTO Integração de informações Contratadas Petrobras Governo Sistemas Diversos SIGP Mundo Real Linha do Tempo
    17. 17. AGENDA
    18. 18. Corrente Crítica (conceitos) <ul><li>“ Técnica de análise de rede do cronograma, que modifica o cronograma do projeto para que leve em conta recursos limitados”. (Pmbok); </li></ul>
    19. 19. Corrente Crítica (conceitos) <ul><li>“ Técnica de análise de rede do cronograma, que modifica o cronograma do projeto para que leve em conta recursos limitados”. (Pmbok); </li></ul><ul><li>Define o menor tempo possível de um projeto levando em consideração as dependências por tarefas ( task-critical-path ) e por recursos ( resource-critical-path ); </li></ul>
    20. 20. Corrente Crítica (conceitos) <ul><li>“ Técnica de análise de rede do cronograma, que modifica o cronograma do projeto para que leve em conta recursos limitados”. (Pmbok); </li></ul><ul><li>Define o menor tempo possível de um projeto levando em consideração as dependências por tarefas ( task-critical-path ) e por recursos ( resource-critical-path ); </li></ul><ul><li>O termo foi cunhado por Goldratt na década de 90, mas sua fundamentação matemática encontra-se em projetos desenvolvidos ainda na antiga União Soviética. </li></ul>
    21. 21. Corrente Crítica (exemplo) Necessidade do Recurso Restrição Imposta: 2 técnicos de segurança 2 4
    22. 22. Corrente Crítica (exemplo) Disponível Indisponível É necessário se criar um cronograma baseado na CORRENTE CRÍTICA 2 4
    23. 23. Corrente Crítica (exemplo) Caminho Crítico A restrição de recursos, devido à limitação de 2 técnicos, implica na dilatação do prazo do projeto
    24. 24. Corrente Crítica (exemplo) Caminho Crítico A quebra de atividades permite adequar o projeto à realidade Corrente Crítica
    25. 25. Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Através da Modelagem Computacional de Projetos, somos capazes de criar um mecanismo para aplicar restrições por recursos em grandes projetos como é o caso do Gasoduto Urucu/Manaus. </li></ul>
    26. 26. Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Através da Modelagem Computacional de Projetos, somos capazes de criar um mecanismo para aplicar restrições por recursos em grandes projetos como é o caso do Gasoduto Urucu/Manaus. </li></ul><ul><li>O que desenvolvemos foi o elo de uma “ corrente crítica modular ”, através de unidades representativas do projeto: </li></ul><ul><ul><li>Km de supressão vegetal; </li></ul></ul><ul><ul><li>Km de desfile dos tubos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Junta soldada. </li></ul></ul>
    27. 27. Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>As tarefas e/ou atividades de um projeto são PROCESSOS ; </li></ul><ul><li>Um Processo existe ao longo da LINHA DO TEMPO ; </li></ul><ul><li>Um Processo é caracterizado por: Entrada, Transformação e Saída ; </li></ul><ul><li>Um Processo consome RECURSOS ; </li></ul><ul><ul><li>Recursos podem ser: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Reutilizáveis (mão-de-obra/equipamentos) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Consumíveis (materiais). </li></ul></ul></ul>
    28. 28. Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Através da identificação “ no maior detalhe possível ” de quais são os recursos necessários para a entrega de 1 Km de gasoduto, podemos estabelecer uma aproximação do histograma necessário para toda a obra; </li></ul>
    29. 29. Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Podemos determinar e quantificar os Recursos, mediante o emprego de 5W2H </li></ul>
    30. 30. Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Podemos representar a relação: Processos & Recursos , mediante o DIAGRAMA DE ISHIKAWA (6 M) </li></ul>Mão-de-obra Máquina Medição Método Meio-ambiente Material A T I V I D A D E / P R O C E S S O Entrada Saída
    31. 31. Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Cada atividade identificada entre os pacotes de trabalho é detalhada em relação a: </li></ul><ul><ul><li>Mão-de-Obra (Recursos humanos) </li></ul></ul><ul><ul><li>Máquinas (Equipamentos) </li></ul></ul><ul><ul><li>Medição (Dados) </li></ul></ul><ul><ul><li>Materiais (Suprimentos) </li></ul></ul><ul><ul><li>Meio-ambiente (Local) </li></ul></ul><ul><ul><li>Método (Procedimentos) </li></ul></ul>Os recursos e suas quantidades foram determinados através da aplicação das ferramentas 5W2H e 6M , com base em médias históricas e na expertise dos profissionais
    32. 32. Corrente Crítica (modelagem) <ul><li>Ainda no modelo, as quantidades de recursos são definidas em função de uma META em termos de TEMPO. </li></ul>No exemplo, os recursos foram alocados em uma quantidade necessária para produzir uma coluna de 83,3 m por hora de trabalho ( 1.000 m/1,5 dias)
    33. 33. Corrente Crítica (modelagem) O TEMPO necessário no cronograma do Gasoduto é determinado por: RECURSOS ( Resource Critical Path ) DIAGRAMA DE ATIVIDADES ( Task Critical Path )
    34. 34. Corrente Crítica (modelagem) O que nunca é possível... Se todos os recursos tivessem 100% de aproveitamento, o histograma ideal para 100 Km seria: 100X (o padrão do modelo)
    35. 35. Corrente Crítica (aplicação) A aplicação de Corrente Crítica para diversos “ elos ” (km da obra) permite o encadeamento de atividades com base na disponibilidade de recursos para sua realização
    36. 36. Corrente Crítica (aplicação) O desenvolvimento do cronograma baseado na corrente crítica e a aplicação do nosso modelo proporciona o rendimento máximo de cada recurso. Com um bom seqüênciamento, muitos recursos poderão ser utilizados com aproveitamento de 100%
    37. 37. Corrente Crítica (aplicação) Para um projeto com 676 Km o modelo gerado tem mais de 28.000 atividades O Diagrama de Rede, resultado da aplicação do nosso modelo, evidencia a impossibilidade de um controle manual
    38. 38. Corrente Crítica (aplicação) No entanto, o projeto é na realidade uma caixa contendo “ peças de Lego ” ( elos da corrente ) devidamente organizadas para representar com o maior detalhe possível a realidade da obra.
    39. 39. Corrente Crítica & PDCA (aplicação) O cronograma resultante se transforma em AUTORIZAÇÃO DE TRABALHO e a sua medição diária permite ajustes no modelo, no histograma geral e na reprogramação das atividades.
    40. 40. CENÁRIO DO PLANEJAMENTO Linha do Tempo RENDIMENTO DOS RECURSOS Mão-de-obra Método Material Medição Máquina Meio-ambiente PROCESSOS SEM VARIAÇÃO E COM EFICÁCIA
    41. 41. ? Mão-de-obra Método Material Medição Máquina Meio-ambiente CENÁRIO DA REALIZAÇÃO RENDIMENTO DOS RECURSOS Linha do Tempo PROCESSOS COM VARIAÇÃO E SEM EFICÁCIA
    42. 42. Corrente Crítica & PDCA (aplicação) <ul><li>O mecanismo utilizado para reduzir as diferenças entre: </li></ul><ul><ul><li>Planejamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Realização é a manutenção do Ciclo PDCA ( P lan / D o / C heck / A ct) </li></ul></ul>?
    43. 43. Aplicação da Corrente Crítica e PDCA O cronograma é continuamente medido em relação à sua EFICÁCIA Previsto X Realizado
    44. 44. AGENDA
    45. 45. Pontos de Melhoria <ul><li>Outros conceitos que encontramos na corrente crítica podem incrementar a qualidade do modelo de projeto e, consequentemente, o cronograma da obra; </li></ul>
    46. 46. Pontos de Melhoria <ul><li>Outros conceitos que encontramos na corrente crítica podem incrementar a qualidade do modelo de projeto e, consequentemente, o cronograma da obra; </li></ul><ul><li>Um ponto muito importante abordado por Goldratt, se refere à criação de “ reservas entre tarefas ” que são normalmente adicionadas às atividades de projeto para estabelecer uma “ zona de confiança ” por quem realiza as estimativas do projeto. </li></ul>
    47. 47. Pontos de Melhoria <ul><li>Técnicas para a identificação das reservas ou folgas impostas para cada atividade durante as estimativas realizadas permitem a criação de uma reserva centralizada, sob tutela da equipe de gerenciamento do projeto. </li></ul>
    48. 48. Pontos de Melhoria <ul><li>Técnicas para a identificação das reservas ou folgas impostas para cada atividade durante as estimativas realizadas permitem a criação de uma reserva centralizada, sob tutela da equipe de gerenciamento do projeto. </li></ul><ul><li>Temos então o “ pulmão do projeto ” ou “ pulmões de convergência ”, a partir de onde gerenciamos a boa aplicação de nossa reserva do precioso TEMPO... </li></ul>
    49. 49. Pontos de Melhoria PC = Pulmão de Convergência Corrente Crítica Outros caminhos Outros caminhos
    50. 50. Pontos de Melhoria <ul><li>No entanto, o método da corrente crítica não desenvolveu mecanismos claros para a elaboração dos Buffers (“ pulmões de convergência ” ou “ pulmão de projeto ”); </li></ul>
    51. 51. Pontos de Melhoria <ul><li>No entanto, o método da corrente crítica não desenvolveu mecanismos claros para a elaboração dos Buffers (“pulmões de convergência” ou “pulmão de projeto”); </li></ul><ul><li>No modelo sugerido, utilizamos então o “ Success Driven Project Management ” ( SDPM ), desenvolvido na Rússia para lidar com enormes limitações de recursos financeiros, pessoal e de equipamentos, típicas de uma realidade como a nossa. </li></ul>
    52. 52. Success Driven Project Management
    53. 53. Pontos de Melhoria <ul><li>Estimativas em 3 pontos </li></ul><ul><ul><li>O modelo computacional poderá ser ainda mais eficiente para o planejamento e acompanhamento do gasoduto mediante a criação de: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estimativa Pessimista </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estimativa Mais Provável </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estimativa Otimista </li></ul></ul></ul>
    54. 54. Pontos de Melhoria <ul><li>Estabelecimento do Buffer do Projeto </li></ul><ul><ul><li>Determinar e controlar o “estoque de TEMPO”, para compensar eventuais atrasos na realização das atividades. </li></ul></ul>
    55. 55. Pontos de Melhoria <ul><li>Aplicação do Success Driven Project Management ( SDPM ): </li></ul><ul><ul><li>Success Driven Project Management estabelece mecanismos para que possamos criar uma “ curva de probabilidade de sucesso ”, onde as estimativas passam a influenciar o cálculo da corrente crítica, favorecendo a criação de Buffers com acuracidade. </li></ul></ul>
    56. 56. Pontos de Melhoria (SDPM) <ul><li>A aplicação se dá com a criação de 3 versões do modelo computacional, onde aspectos relacionados à produtividade e disponibilidade de recursos devem ser analisados </li></ul>
    57. 57. Pontos de Melhoria (SDPM) <ul><li>Após a elaboração destas estimativas, utiliza-se MonteCarlo ou a Curva de Liberzon (empregada em nosso trabalho) para encontrar o índice de confiança ou probabilidade de sucesso. </li></ul>Resultado com base no índice de confiança DESEJADO
    58. 58. Pontos de Melhoria (SDPM) <ul><li>A curva resultante incorpora o Buffer do projeto, dimensionado por aspectos relacionados à produtividade e disponibilidade de recursos ao longo da realização </li></ul>Obtemos então os buffers do Projeto, como na corrente crítica
    59. 59. Pontos de Melhoria (SDPM) Os pulmões são definidos matematicamente com base nos três cenários (SDPM) e recalculados durante toda a vida do projeto (PDCA)
    60. 60. Informações complementares <ul><li>Detalhes sobre a aplicação do “Success Driven Project Management ( SDPM )” e a elaboração de cronogramas com 3 estimativas podem ser examinados no documento: </li></ul><ul><ul><li>Gerenciamento de Portfólios através de indicadores de tendência de sucesso e o uso da corrente crítica. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Apresentado durante o VI Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos (PMI-SP, 2006) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Link disponível na seção de artigos no website: www.spiderproject.com.br </li></ul></ul></ul>
    61. 61. OBRIGADO! <ul><li>Autores: </li></ul><ul><ul><li>Jefferson Guimarães , SpP Engenheiro de Planejamento Sênior III PETROBRASENGENHARIAIETEGIENOR </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>[email_address] </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>[email_address] </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Peter Mello , SpS, PMP Consultor em Projetos e Portfólios Diretor da X25 Treinamento e Consultoria </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Email :peter.mello@x25.com.br </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Skype: petersmello </li></ul></ul></ul><ul><li>Esta apresentação: </li></ul><ul><ul><li>www.spiderproject.com.br/downloads/mostratic2007.pps </li></ul></ul>
    62. 62. Bibliografia

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