Investimentos x Custos (integrando custo, prazo, riscos e escopo)

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    Investimentos x Custos (integrando custo, prazo, riscos e escopo) - Presentation Transcript

    1. Perspectivas de Investimentos, Interligação e Crescimento da Malha de Gasodutos
      WORKSHOPS EXPRESS PÓS-CONFERÊNCIA 28 de outubro de 2009
      Gestão de Projetos e Planejamento Estratégico paraInvestimento em Novos Dutos
    2. O evento
      2
      • http://www.informagroup.com.br/event/show/id/849/evento/PI0913909
    3. 3
    4. Workshop Pós-Conferência:Gestão de Projetos e Planejamento Estratégico para Investimento em Novos Dutos – Módulo II
      O segundo módulo foca em uma perspectiva integrada entre riscos, tempo, custos e escopo.
      Este módulo é baseado na experiência internacional do Spider Team (Spider Management Rússia e X25 TC Brasil)
      Apresentação do Módulo II
      Peter Berndt de Souza Mello, PMP, PMI-SP, SPS
      X25 Treinamento e Consultoria / The Spider Team
      4
    5. Agenda – Módulo II
      Perspectiva integrada: riscos, tempo, custo e escopo
      SuccessDriven Project Management
      Gestão de investimentos como disciplina integrante da gestão de projetos
      Redução de custos operacionais e de investimentos
      Exemplos práticos de gestão de projetos e investimentos
      5
    6. 6
      Perspectiva Integrada: Riscos, tempo, custo e Escopo
      Módulo II – Parte 1
    7. Restrições em Projetos
      Uma das figuras mais tradicionais em Gerenciamento de Projetos é o Triângulo da Tripla-Restrição.
      Prazo
      Escopo
      Custos
      7
    8. Restrições em Projetos
      Na versão 2008, o PMBOK abandona a descrição da tripla-restrição.
      Prazo
      Escopo
      Custos
      8
    9. Restrições em Projetos
      Devemos então balancear as restrições conflitantes do projeto que incluem (mas não se limitam a):
      Escopo
      Qualidade
      Cronograma
      Orçamento
      Recursos
      Riscos
      ( e outros )
      9
      1.3 – Pmbok, 2008
    10. Restrições em Projetos
      Se considerarmos que as diversas restrições – em última instância - sempre refletem em um dos elementos de nosso triângulo original...
      Escopo
      Custo
      Outras Restrições
      Prazo
      10
    11. Restrições em Projetos
      Podemos atuar sobre as diversas restrições mediante o Gerenciamento de RISCOS
      11
    12. Restrições em Projetos
      O reflexo dos eventos de RISCOS poderão sempre ser encontrados em funçãode alterações POSITIVAS ou NEGATIVAS ao ESCOPO, CUSTO e PRAZOS
      12
    13. Gerenciamento de Riscos (PMI)
      Planejamento
      Plano de Gerenciamento de Riscos
      Identificar Riscos
      Análise Quantitativa
      AnáliseQualitativa
      Planejar Resposta a Riscos
      Controle
      Monitoramentoe controle dos Riscos
      13
    14. Gerenciamento Ativo de Riscos
      Planejamento
      Plano de Gerenciamento de Riscos
      Identificar Riscos
      Análise Quantitativa
      AnáliseQualitativa
      Simular &Determinar Metas
      Planejar Resposta a Riscos
      Controle
      Monitoramentoe controle dos Riscos
      14
    15. Gerenciamento Ativo de Riscos
      O Gerenciamento Ativo de Riscos (ARM) não é uma questão de somar novos processos e sim o de impor um esforço contínuo pelo entendimento das oportunidades e problemas oriundos do Gerenciamento de Projetos.
      Riscos deixam de ser elementos dispersos e passam a compor o nosso cenário de planejamento.
      15
      Simular &Determinar Metas
    16. Gerenciamento Ativo de Riscos
      Para integrar RISCOS aos demais elementos de nosso planejamento, as respostas à risco passam a ser modeladas em nosso cronograma, o que nos permite criar cenários probabilísticos.
      16
      Simular &Determinar Metas
      Cenário Otimista
      Cenário Provável
      Cenário Pessimista
    17. Gerenciamento Ativo de Riscos
      Simular &Determinar Metas
      Em linhas gerais, a Curva Beta nos dá uma representação interessante do que são os riscos e incertezas e seus impactos sobre nossos objetivos relacionados ao TEMPO e CUSTO.
      Cenário Otimistatem probabilidade próxima a ZERO
      17
    18. 18
      Gerenciamento Ativo de Riscos
      Simular &Determinar Metas
      Em linhas gerais, a Curva Beta nos dá uma representação interessante do que são os riscos e incertezas e seus impactos sobre nossos objetivos relacionados ao TEMPO e CUSTO.
      Cenário Prováveltem probabilidadeaté 50%
    19. 19
      Gerenciamento Ativo de Riscos
      Simular &Determinar Metas
      Em linhas gerais, a Curva Beta nos dá uma representação interessante do que são os riscos e incertezas e seus impactos sobre nossos objetivos relacionados ao TEMPO e CUSTO.
      Cenário Pessimista
      tem probabilidade > 90%
    20. 20
      Gerenciamento Ativo de Riscos
      Simular &Determinar Metas
      Cronogramas Probabilísticos não são novidade no mundo Ocidental. PERT e MONTE CARLO são ferramentas adequadas à construção de cronogramas em função de INCERTEZAS.
      Ampliar reservas (tempo/custo)
      =
      SEGURANÇA
      Maior Segurança
      Menor Segurança
    21. Cronogramas Probabilísticos não são novidade no mundo Ocidental. PERT e MONTE CARLO são ferramentas adequadas à construção de cronogramas em função de INCERTEZAS.
      21
      Gerenciamento Ativo de Riscos
      Simular &Determinar Metas
      + Segurança =MENOR LUCRATIVIDADE
      Maior Lucratividade
      Menor Lucratividade
      Maior Segurança
      Menor Segurança
    22. 22
      Gerenciamento Ativo de Riscos
      Simular &Determinar Metas
    23. 23
      Gerenciamento Ativo de Riscos
      Simular &Determinar Metas
      Realizamos PROJETOS por que assumimos o RISCO deles darem certo.
      Projetos podem ser medidos em função de seu índice de probabilidade de sucesso.
    24. 24
      SuccessDriven Project Management
      Módulo II – Parte 2
    25. SuccessDriven Project Management
      Aplicação
      Petróleo & Gás
      Hidrelétricas
      Engenharia Militar
      Indústria Naval
      Telecomunicações
      TI
      Engenharia Civil
      Pesquisa & Desenvolvimento
      25
    26. SUCCESS DRIVEN PROJECT MANAGEMENT
      Para competir nos tempos de Guerra Fria, a União Soviética desenvolveu complexos algoritmos para ampliar os resultados obtidos com a técnica americana CPM (Critical Path Method) e desenvolveu o RCP (Resource Critical Path).
      26
    27. SUCCESS DRIVEN PROJECT MANAGEMENT
      Em função de cronogramas otimizados e calcados em restrições de recursos, os soviéticos puderam desenvolver planos ambiciosos, como o programa espacial e seu sistema militar, com uma fração da disponibilidade financeira americana.
      A CAPACIDADE DE SIMULAÇÃO E CÁLCULO DE RESTRIÇÕES DESENVOLVIDOS NA RÚSSIA NÃO TEM PRECEDENTES NO MUNDO OCIDENTAL.
      27
    28. SUCCESS DRIVEN PROJECT MANAGEMENT
      Com a queda do Muro de Berlim, Vladimir Liberzon – um dos precursores de RCP no Kremlin, desenvolveu o SuccessDriven Project Management, reunindo o nivelamento de atividades baseadas em restrições ao Gerenciamento por Tendências em função da Análise de Riscos em Projetos.
      28
    29. SUCCESS DRIVEN PROJECT MANAGEMENT
      SDPM irá reunir:
      RCP (Corrente Crítica)
      Cronogramas Probabilísticos
      Análise de Tendências
      Gerenciamento Ativo de Riscos
      29
    30. Cronogramas
      SDPM
      CPM (Critical Path Method)
      Probabilístico
      Caminho Crítico por Tarefas
      Corrente Crítica
      Gerenciamento por Status
      Gerenciamento por Tendência
      Cálculo de Reservas/Tempo
      Cálculo de Reservas/Custo
      Determinístico
      Caminho Crítico por Tarefas
      Gerenciamento por Status
      30
    31. Cronogramas
      SDPM
      CCPM (Método Corrente Critica)
      Probabilístico
      Caminho Crítico por Tarefas
      Corrente Crítica
      Gerenciamento por Status
      Gerenciamento por Tendência
      Cálculo de Reservas/Tempo
      Cálculo de Reservas/Custo
      Determinístico/ Probabilistico*
      Caminho Crítico por Tarefas
      Corrente Crítica
      Gerenciamento por Status
      Cálculo de Reservas/Tempo
      31
      * Alguns implementadores de CCPMutilizam Estimativas em 2 ou 3 pontos
    32. Cronogramas
      SDPM
      PERT
      Probabilístico
      Caminho Crítico por Tarefas
      Corrente Crítica
      Gerenciamento por Status
      Gerenciamento por Tendência
      Cálculo de Reservas/Tempo
      Cálculo de Reservas/Custo
      Probabilístico
      Caminho Crítico por Tarefas
      Gerenciamento por Status
      Cálculo de Reservas/Tempo
      Cálculo de Reservas/Custo
      32
    33. SDPM - Probabilístico
      A criação de cenários permite estabelecer o tamanho das reservas em função de incertezas e também em função de respostas ativas à riscos identificados.
      33
      Otimista38 h.
      Provável 86 h.
      Pessim.105 h.
    34. SDPM - Probabilístico
      34
      28/08
      44 %
    35. 07/09
      70 %
      SDPM - Probabilístico
      35
    36. SDPM - Probabilístico
      36
      Meta de Projeto
      Reservas
      Registros Pessimistas
      Médias Históricas
      Limite Técnico
    37. SDPM – Corrente Crítica
      37
      • Cada restrição em projeto agrega Riscos e Incertezas aos resultados esperados.
      • Se enxergamos as atividades como processos, a disponibilidade das entradas adequadas são fator crítico para a geração de resultados.
      Atividade
      ENTRADAS
      Resultados
    38. SDPM – Corrente Crítica
      38
      • O tradicional Ishikawa (6M) pode nos auxiliar no entendimento da complexidade de restrições que precisamos tratar.
      Método
      Medição
      Meio Ambiente
      Atividade
      ENTRADAS
      Resultados
      Mão de Obra
      Máquinas
      Materiais
    39. SDPM – Corrente Crítica
      39
      • E para estarmos preparados para as adversidades do mundo atual, precisamos considerar o 7º Elemento (moeda/money)
      Método
      Medição
      Meio Ambiente
      MOEDA!
      Atividade
      ENTRADAS
      Resultados
      Mão de Obra
      Máquinas
      Materiais
    40. SDPM – Corrente Crítica
      40
      • Uma vez conhecidas as restrições de cada atividade, podemos gerar um cronograma resultante
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
      Atividade
    41. SDPM – Cálculo de Reservas
      41
      • Similar ao Método da Corrente Crítica, o SDPM cria reservas que irão proteger o cronograma meta estabelecido.
      • Estas reservas não estão limitadas à durações retiradas de atividades individuais. Elas são resultado de uma análise probabilística em função do Índice de Probabilidade de Sucesso desejado.
      • As reservas consideram incertezas habituais nas diversas atividades e também as ações pró-ativas de resposta à risco, pois estas também consomem recursos financeiros, materiais e humanos e devem estar descritas no cronograma como atividades regulares de projeto.
    42. SDPM – Cálculo de Reservas
      42
      • Reservas são controladas virtualmente ao invés de mantidas em um pulmão de projeto.
      10/09
      81 %
      28/08
      44 %
    43. SDPM – Cálculo de Reservas
      43
      • Quando criamos os lastros virtuais (reservas), a corrente crítica é determinada somente pelas restrições reais de projeto.
      • Se novas restrições surgirem, a corrente crítica poderá ser deslocada de lugar, dando lugar a um novo cenário de nivelamento de recursos.
      • Se optarmos por um pulmão fixo de projeto, a estabilidade do cronograma é mantida com o consumo do pulmão em função de alguma crise, impedindo a análise de alternativas.
      • As reservas em SDPM são calculadas pelo Índice de Probabilidade de Sucesso
    44. Índice de Probabilidade de Sucesso (IPS)
      • Em SDPM, cada atividade tem quatro estimativas:
      • Limite técnico ou Otimista
      • Mais Provável
      • Pessimista
      • Estimativa Projetada (resultado)
      44
    45. Índice de Probabilidade de Sucesso (IPS)
      • Em SDPM, a realização de uma atividade pode aumentar ou reduzir o Índice de Probabilidade de Sucesso do Projeto em função de:
      • A duração real x duração prevista;
      • Sua criticidade na rede do projeto;
      • Alterações nos cenários de risco.
      45
    46. Índice de Probabilidade de Sucesso (IPS)
      • Em linhas gerais, podemos ter:
      Planejado
      Sem variação
      Aumento IPS
      Redução IPS
      46
    47. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Situação inicial:O Gráfico de Tendênciacomeça com aprobabilidadeescolhida comoMETA de PROJETO
      47
    48. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Simulação/Exemplo:Após uma Medição deAvanço de Projeto, oÍndice de Probabilidade de Sucesso (IPS) aumentou
      48
    49. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      A probabilidade de sucesso do projetoaumenta quando:
      • As atividades realizadas foram cumpridas no prazo ou antes da META estabelecida;
      • ou a alteração nos cenários no período foi favorável ao projeto.
      Simulação/Exemplo:Após uma Medição deAvanço de Projeto, oÍndice de Probabilidade de Sucesso (IPS) aumentou
      49
    50. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Na segunda medição,
      atrasos nas atividadesimpactam o projetoe reduzem o LASTRO
      50
    51. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      A probabilidade de sucesso do projetoabaixa quando:
      • As atividades previstas utilizaram prazos superiores ao planejado ou ao limite de reservas estabelecido
      • ou novos riscos negativos foram identificados, modificando o cenário pessimista do projeto.
      Na segunda medição,
      atrasos nas atividadesimpactam o projetoe reduzem o LASTRO
      51
    52. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Há situações onde o IPS pode voltar a subir em função de um novo nivelamento de recursos e a redução do tempo previsto para o trabalho restante.
      52
    53. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Quanto maior o aumento
      do IPS, maior é a capacidade da reserva de projeto ser suficiente para atender desvios nas atividades restantes do projeto.
      53
    54. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      54
    55. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Data original prevista para o fim do projeto
      55
    56. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Data original prevista para o fim do projeto
      Novo fim calculado para o projeto
      56
    57. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Data original prevista para o fim do projeto
      Novo fim calculado para o projeto
      Data meta do projeto
      57
    58. Indicador de Probabilidade de Sucesso
      Os atrasos no projeto estãoandando em ritmo inferior ao
      previsto com a Data Meta e,
      portanto o IPS – Índice de
      Probabilidade de Sucesso do
      Projeto está aumentando.
      lastro
      Lastro remanescente
      58
    59. 59
      Gestão de Investimentos como Disciplina Integrante da Gestão de Projetos
      Módulo II – Parte 3
    60. Ger. Custos x Ger. Investimentos
      Custos
      Investimentos
      Identifica custos de projeto;
      Estabelece prioridades com base as entregas do projeto;
      Estabelece o valor agregado esperado com base aos custos.
      Identifica aportes a serem realizados;
      Identifica ganhos esperados;
      Estabelece prioridades com base a resultados para o investimento realizado;
      Estabelece o valor agregado esperadocom base aos ganhos.
      60
    61. Gerenciamento de Investimentos
      Deve responder:
      Qual o ganho/dia por entrega antecipada?
      Qual o custo/dia por entrega atrasada?
      É melhor gastar mais e entregar antecipadamente?
      É melhor atrasar e garantir redução de custos?
      Qual a probabilidade de atingir os objetivos financeiros e de prazo estabelecidos?
      61
    62. Gerenciamento de Investimentos
      62
    63. Gerenciamento de Investimentos
      63
    64. Gerenciamento de Investimentos
      64
    65. Gerenciamento de Investimentos
      65
    66. Gerenciamento de Investimentos
      66
    67. Gerenciamento de Investimentos
      67
      Visões tradicionais de Gerenciamento de Risco (com base aos custos) são comumente encontradas em metodologias que se utilizam do Gerenciamento de Valor Agregado.
    68. Gerenciamento de Investimentos
      68
      Justificativas para a criação de curvas capazes de comportar desvios em função dos riscos são encontrados em documentação do Governo Americano (NDIA, DoD, NASA, entre outros)
    69. Gerenciamento de Investimentos
      69
      O quadro abaixo resume o mecanismo de integração entre Riscos e Escopo/Custo/Prazo normalmente adotados pela NASA, DoD, NDIA, entre outros.
    70. Gerenciamento de Investimentos
      70
      SDPM irá promover três alterações consideráveis em relação à avaliação de investimentos em projetos:
      Incluir análise dos ganhos à Curva S do Projeto
    71. Gerenciamento de Investimentos
      71
      SDPM irá promover três alterações consideráveis em relação à avaliação de investimentos em projetos:
      Incluir análise dos ganhos à Curva S do Projeto
      Entender quando um projeto pode começar a gerar lucro auxilia a tomada de decisões estratégicas
    72. Gerenciamento de Investimentos
      72
      SDPM irá promover três alterações consideráveis em relação à avaliação de investimentos em projetos:
      Substituir “situação atual” x “tendências”
    73. Gerenciamento de Investimentos
      73
      SDPM irá promover três alterações consideráveis em relação à avaliação de investimentos em projetos:
      Substituir “situação atual” x “tendências”
      A tradicional Curva-Sde projetos podemascarar resultados
    74. Gerenciamento de Investimentos
      74
      SDPM irá promover três alterações consideráveis em relação à avaliação de investimentos em projetos:
      Substituir “situação atual” x “tendências”
      Sem acumular resultados,podemos avaliar a tendênciaem função da produtividadesemanal
    75. Gerenciamento de Investimentos
      75
      SDPM irá promover três alterações consideráveis em relação à avaliação de investimentos em projetos:
      Substituir “situação atual” x “tendências”
      Análise de tendência podedemonstrar problemasfuturos
    76. 76
    77. Gerenciamento de Investimentos
      77
      A terceira mudança na forma habitual de gerir projetos é o principal avanço em Gerenciamento de Projetos promovido pelo SDPM:
      Gerir o avanço de projeto por tendências de probabilidade de sucesso (IPS)
    78. Gerenciamento de Investimentos
      78
      O IPS é um indicador que verifica tendências em função ao tempo restante de um projeto e não em relação ao que já foi executado, que é a base da Análise de Valor Agregado.
    79. Gerenciamento de Investimentos
      79
      Uma vez que identifica as atividades que de fato faltam ser realizadas e sua probabilidade de acontecerem dentro das metas, o IPS “percebe” tendências não informadas por índices de EVM.
      IPIPerformance deTEMPO (SDPM)
      SPIPerformance deTEMPO (EVM)
    80. Gerenciamento de Investimentos
      80
      No exemplo, o projeto teve ganhos de produtividade na semana. O IPS (SDPM) demonstra que não são suficientes para recuperar o projeto. O SPI (EVM) indica tendência positiva.
      Alguma recuperação,mas com tendência negativa
      Recuperação elevada,já com tendência positiva
    81. Gerenciamento de Investimentos
      81
      EVM projeta o futuro com base às realizações atuais
      SDPM cria um balanço entre cenários, examinando o futuro com base à sua probabilidade de execução.
    82. Gerenciamento de Investimentos
      82
      EVM projeta o futuro com base às realizações atuais
      SDPM cria um balanço entre cenários, examinando o futuro com base à sua probabilidade de execução.
      O IPS demonstra possibilidadesde recuperação com base aoreplanejamento e análise de riscos.
      O IPS mostra o histórico de probabilidadede sucesso em função do que jávem acontecendo no projeto.
    83. Gerenciamento de Investimentos
      83
      • Mais do que a gestão de custos, o gerenciamento de investimentos favorece o desenvolvimento de bons projetos tendo como perspectiva metas globais claras, alinhadas às necessidades estratégicas das empresas e não apenas em função de entregas em projetos.
      Precisamos abandonar o Mundo dos CUSTOS
    84. Gerenciamento de Investimentos
      84
      • Mais do que a gestão de custos, o gerenciamento de investimentos favorece o desenvolvimento de bons projetos tendo como perspectiva metas globais claras, alinhadas às necessidades estratégicas das empresas e não apenas em função de entregas em projetos.
      E gerir em função do Mundo dos LUCROS
      Precisamos abandonar o Mundo dos CUSTOS
    85. 85
      Redução de custos operacionais e de investimentos
      Módulo II – Parte 4
    86. 86
      Redução de custos operacionais e de investimentos
      Otimizaçãode Recursos
    87. 87
      Otimização de Recursos
    88. Otimização de Recursos
      A aplicação da Modelagem Computacional de Cronogramas permite a Otimização de Recursos e - como conseqüência - a redução de custos operacionais e de investimentos.
      Cronogramas otimizados são resultado de um estudo detalhado dos elementos essenciais de um projeto e a reorganização das atividades em função de ganhos globais, em detrimento de prejuízos locais.
      88
    89. Otimização de Recursos
      Cronogramas otimizados a partir de um bom modelo podem alcançar reduções entre 5% a 25% de tempo e custo, com o uso dos mesmos recursos humanos, técnicos, materiais e financeiros.
      89
      João, 10 diasAtividade 1
      Maria, 10 diasAtividade 2
      Maria, 10 diasAtividade 4
      João, 5 dias Atividade 3
      30DIAS
    90. João, 10 diasAtividade 1
      Maria, 10 diasAtividade 2
      25DIAS
      João, 5 dias Atividade 3
      Maria, 10 diasAtividade 4
      João, 10 diasAtividade 1
      Maria, 10 diasAtividade 2
      Maria, 10 diasAtividade 4
      João, 5 dias Atividade 3
      30DIAS
    91. Solda
      Abaixamento
      Supressão Vegetal
      Carga de Trabalho(Horas/Equipe)
      Distribuição noTempo (Semanas)
    92. A reorganização de atividades com base à produtividades de cada equipe e o deslocamentode recursos limitados à equipes de maior produtividade pode favorecer a melhoria global.
      O atraso em uma fase (supressão) permitiu umganho global de mais de 30%
    93. A equipe “Supressão”
      Transfere parte dos recursos e reduz suaprodução semanal.
      Após a evolução deoutros trabalhos,retorna os recursos já ociosos para concluirsuas próprias atividades.
    94. Otimização de Recursos
      A otimização na aplicação de recursos em projetos pode se utilizar de informações diversas, como períodos de chuva, atrasos na chegada de materiais, problemas com equipamentos, etc.
      Toda programação semanal é otimizada em função de ganhos globais. O atraso localizado de equipes pode compensar melhorias no desempenho geral.
      94
    95. Otimização de Recursos
      A otimização se aplica a todo tipo de recurso, inclusive financeiro.
      95
    96. Otimização de Recursos
      O que é melhor: Agilizar um empréstimo por 30 dias e pagar os juros correspondentes ou atrasar o projeto em 50 dias por problemas de fluxo de caixa?
      96
    97. Otimização de Recursos
      O que é melhor: Agilizar um empréstimo por 30 dias e pagar os juros correspondentes ou atrasar o projeto em 50 dias por problemas de fluxo de caixa?
      O que é melhor: Pagar uma bonificação para o fornecedor antecipar um material em 30 dias ou atrasar o projeto em 50 dias por problemas de fluxo de materiais?
      97
    98. Otimização de Recursos
      O que é melhor: Agilizar um empréstimo por 30 dias e pagar os juros correspondentes ou atrasar o projeto em 50 dias por problemas de fluxo de caixa?
      O que é melhor: Pagar uma bonificação para o fornecedor antecipar um material em 30 dias ou atrasar o projeto em 50 dias por problemas de fluxo de materiais?
      98
      Separar cronogramas físicos de cronogramas financeiros NÃO deve ser uma opção para o desenvolvimento de bons projetos !!
    99. 99
      Exemplos Práticos de Gestão de Projetos e Investimentos
      Módulo II – Parte 5
    100. CaspianPipeline
      Empreendimento formado por 11 entidades multinacionais, incluindo o Governo Russo, Governo da Ucrânia, Oman e oito companhias petrolíferas.
      100
    101. CaspianPipeline
      É o maior investimento com capital estrangeiro em operação em território da antiga União Soviética.
      A extensão total ultrapassa 1,5 quilômetros de tubulação e investimentos ao redor de USD 2,7 bilhões.
      101
    102. CaspianPipeline
      Em apenas 4 anos passou a distribuir 650,000 barris de petróleo por dia;
      Investimentos complementares deverão alavancar a distribuição para 1,5 milhões.
      102
      http://www.cpc.ru/_press/documents/cpc_a4_0303_en.pdf
    103. CaspianPipeline
      O planejamento detalhado ultrapassou mais de 20.000 linhas.
      As primeiras “fragnets” levaram meses para o seu desenvolvimento.
      103
    104. CaspianPipeline
      Uma “fragnet” é um fragmento de rede de projeto, detalhado em função de um conjunto de entregas.
      104
    105. CaspianPipeline
      Utilizando “fragnets” já desenvolvidas, as etapas seguintes do projeto levaram apenas algumas semanas para serem planejadas.
      105
    106. CaspianPipeline
      Integração
      Custos
      Recursos Humanos
      Equipamentos
      Materiais
      Logística
      Processos
      Ger. Riscos
      106
    107. Bovanenkovo Field
      Região com 11 campos de gás e 15 de petróleo;
      Irá reunir uma rede de distribuição de gás com 2.400 Km e outra com 1.100 km.
      107
      http://old.gazprom.ru/eng/articles/article29698.shtml
    108. Clientes Spider (Oil & Gas)
      PeterGaz BV (Netherlands)
      BeltransGaz
      West OilGroup
      The CaspianPipeline Consortium
      LukoilOverseas
      PetroKemikal Company
      Gazprom
      Trading house TNK
      StroyGazKonsalting
      RyazanRefinery
      Sibneftegaz
      No Brasil, foi utilizado em apoio à Fiscalização do Gasoduto de Urucu/Manaus
      108
    109. Referências
      109
      E seminiários/artigos de Peter Mello na Mundo PM, PMI Global e Sucesu/Es (2008-2009)
    110. Peter Mello, SpS, PMP, PMI-SP
      Possui 14 anos de experiência na criação e gestão de novos negócios e projetos, com oito anos de dedicação à área de Tecnologia da Informação. Desde 2006 vem também desenvolvendo trabalhos nas áreas de engenharia (projetos de construção civil e petróleo & gás) com ênfase a otimização de cronogramas e a aplicação de conceitos de corrente crítica e SDPM.
      Palestrante internacional, cientista e educador, com trabalhos nas áreas de gerenciamento de riscos, qualidade, projetos, métricas, SuccessDriven Project Management e corrente crítica. Formado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, acumulando também mais de 3.000 horas de cursos na área de tecnologia, no Brasil e exterior.
      É Membro ativo do Project Management Institute, com atuação no grupo de trabalho para a definição do “Risk Management Practice Standard” (2006-2009) e representante sul-americano para o “Portfólio Role DelineationStudyGroup” (São Francisco, 2007). Primeiro Latino-Americano a receber o Eric Jenett Project Management Excellence Award (PMI: 2009 Best of the Best)
      110
    111. Este conteúdo foi baseado em workshops e seminários que tiveram a participação de:
      Edward Fern Osvaldo Pedra Vladimir Liberzon Jef. Guimarães Russell Archibald
      Estados Unidos Brasil Rússia Brasil Estados Unidos
      111
    112. Obrigado!
      Peter Berndt de Souza Mello PMI-SP, PMP, SpS
      peter.mello@thespiderteam.com
      http://thespiderteam.com/imedia(baixe o Spider Desk200 + tutoriais)
      112
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