• Share
  • Email
  • Embed
  • Like
  • Save
  • Private Content
Aula 53   capital estrangeiro
 

Aula 53 capital estrangeiro

on

  • 706 views

 

Statistics

Views

Total Views
706
Views on SlideShare
698
Embed Views
8

Actions

Likes
0
Downloads
8
Comments
0

1 Embed 8

http://www.pet.ufal.br 8

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Aula 53   capital estrangeiro Aula 53 capital estrangeiro Presentation Transcript

    • Economia Política Internacional:capital estrangeiro
    • Capital Estrangeiro: formas1. FDI – Investimento Externo Direto: investimento produtivo feito por uma empresa multinacional (MNC) para criar uma filial ou subsidiária num outro país. Envolve a transferência de um pacote composto por capital, tecnologia, expertise, marca, marketing e canais de distribuição: a) Controle gerencial permanece com a empresa matriz b) País hospedeiro não tem responsabilidade sobre a margem de retorno dos investimentos PET-Economia FEAC-UFAL
    • Capital Estrangeiro: formas2. Empréstimos externos: concedidos por bancos comerciais ou envolvendo a compra de títulos a) Traz consigo o compromisso legal de pagamento b) Não confere controle gerencial ao credor sobre o uso dos recursos c) Mecanismos de enforcement são indiretos: maior risco é a exclusão do mercado internacional de capitais PET-Economia FEAC-UFAL
    • Capital Estrangeiro: condições1. Estrutura de maturação: curto ou longo prazo O credor pode se recusar a renovar os créditos?2. Compartilhamento dos riscos moeda de denominação; juros fixos ou flutuantes; garantias governamentais implícitas3. Motivações dos credores e usos permitidos dos recursos: Credores oficiais têm motivações políticas, credores multilaterais têm motivações desenvolvimentistas e credores privados têm motivação na lucratividade e no pagamento PET-Economia FEAC-UFAL
    • Capital Estrangeiro: uso e conseqüências1. Financiar projetos de desenvolvimento2. Financiar despesas correntes É sempre necessária a preocupação em alavancar as exportações para viabilizar o pagamento dos juros e do principal em seu devido tempo de maturação3. Empréstimos e FDI são feitos sob a compreensão de que haverá condições de pagamento, remessa de lucros e saída PET-Economia FEAC-UFAL
    • Default O que acontece quando um país não consegue pagar suas dívidas ou não dispõe de reservas suficientes para permitir a remessa de lucros ao exterior?  Perda de credibilidade internacional: reduzida capacidade para atrair novos empréstimos ou FDI  Necessidade de recorrer a fontes oficiais, especialmente o FMI: condicionalidades  Programas de ajuste estrutural PET-Economia FEAC-UFAL
    • Ascensão e Crise do Modelo ISI O recurso à poupança externa foielemento essencial do desenvolvimento naAL: benefícios e custos:  Reduz restrições  Balanço de Pagamentos é dadas pela escassez afetado por remessa de lucros e serviços da dívida de capital (poupança doméstica)  Risco de que a entrada de capitais seja aquém das  Diversifica os riscos expectativas da economia  Impõe restrições às doméstica políticas econômicas PET-Economia FEAC-UFAL
    • ISI e Capital Estrangeiro nas décadas de 1950 e 1960 Após a II Guerra, a entrada de capital estrangeiro na AL se dá na forma de FDI e empréstimos governamentais  1950s, década das MNC. Modelo ISI oferecia:  Mercado cativo  Subsídios  Liberdades para remessa de lucros  1960s, empréstimos oficiais para o desenvolvimento econômico:  USAID, BID, BIRD, Aliança para o Progresso: EUA  Não havia prioridade para a agricultura PET-Economia FEAC-UFAL
    • 1970s: Crise Internacional e Empréstimos Privados Crise dos alimentos e do petróleo  Desequilíbrio no BdP  Reciclagem de petrodólares  Empréstimos de bancos comerciais a juros inicialmente negativos, mas flutuantes (43%/1983), e prazos curtos de maturação (média de 8,2 anos/1983)  Empréstimos não-específicos e com baixo monitoramento Crise dos juros norte-americanos  Elevação do serviço da dívida  Escassez de financiamentos para países em desenvolvimento PET-Economia FEAC-UFAL
    • A Crise dos Anos 1980 Incapacidade de servir dívida obriga a recurso ao FMI: Argentina, México, Brasil, Peru Ativismo do FMI e do Banco Mundial:  Organização dos credores e monitoramento dos devedores: condicionalidade  Programas de ajuste estrutural: dinheiro novo + políticas econômicas ortodoxas  Planos Baker (1985) e Brady (1988): redução da dívida e swaps de dívida (Brady Bonds, C-bonds) Retorno ao mercado de capitais no início dos anos 1990: privatizações, financiamento de exportações, FDI, investimentos em carteira, títulos públicos PET-Economia FEAC-UFAL