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REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA   ABA. Documento do Grupo de Trabalho sobre Comunidades Negras Rurais. RJ, 1994.    In: SILVA, D...
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Trabalho pet história da áfrica

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  1. 1. PET- HISTÓRIA DA ÁFRICA COMUNIDADES NEGRAS/REGIÃO DE ABRANGÊNCIA DA UNIPAMPAOrientador: Adelmir FiabaniAcadêmicos: Márcio Costa Corrêa, Otávio Botelho Rosa, Rodrigo da CostaSegovia, Tiago José Santana jr, Juliete Flores, Karol Bertoletti.
  2. 2. INTRODUÇÃO O Grupo PET-História da África teve inicio em dezembro de 2010, tendo como finalidade desenvolver o ensino, pesquisa e extensão. Uma das atividades é desenvolver pesquisas nas Comunidades Negras Rurais da metade-sul do Rio Grande do Sul; Projeto este que visa analisar a formação, organização e principais aspectos sociais e culturais de 11 comunidades desta região;
  3. 3. COMUNIDADES NEGRAS QUILOMBOLAS Comunidade Negra Bolsa do Candiota (Pedras Altas) Comunidade Negra Quilombo Cachoeirinha (Piratini) Comunidade Negra Quilombo Candiota ( Candiota) Comunidade Negra Quilombo Faxina ( Piratini) Comunidade Negra Quilombo Lichiguana ( Cerrito) Comunidade Negra Quilombo Madeira (Jaguarão) Comunidade Negra Quilombo Rincão do Couro ( Piratini) Comunidade Negra Rincão do Quilombo (Piratini) Comunidade Negra Quilombo São Manoel ( Piratini) Comunidade Negra Quilombo Solidão (Pedras Altas) Comunidade Negra Quilombo Várzea dos Baianos ( Pedras Altas)
  4. 4. METODOLOGIA Foram visitadas 11 comunidades negras situadas na fronteira sul do Rio Grande do Sul, onde realizamos entrevistas com os moradores, aplicamos questionários e fotografamos o local onde vivem; Foram entrevistados os moradores de mais idade, os líderes, mães e integrantes das comunidades. As entrevistas e os questionários objetivam obter informações sobre a história da comunidade, seus saberes, atrações turísticas, práticas medicinais, culturais e quais dificuldades e reivindicações;
  5. 5. RESULTADOS As comunidades negras pertencentes à fronteira-sul do Rio Grande do Sul são pequenas. A menor comunidade é composta de cinco famílias e a maior possui 60 unidades familiares; Todas estão localizadas no interior dos municípios, em regiões de difícil acesso. Não apresentam problemas fundiários graves, como conflitos pela posse da terra, mas algumas comunidades tiveram a área inicial reduzida; As propriedades são pequenas e insuficientes para o sustento de todos os membros da família, obrigando alguns integrantes, sobretudo os jovens, saírem da comunidade em busca de emprego;
  6. 6.  A renda das comunidades é mínima, as famílias produzem para o consumo e vendem o excedente nas cidades; Os moradores reclamam dos atravessadores que se dirigem à comunidade e exploram os produtores oferecendo valores muito abaixo do que é pago pelos comerciantes ou cooperativas; A precariedade das estradas e a localização da comunidade em regiões de difícil acesso impedem o escoamento da produção a baixo custo. A presença do Estado é praticamente inexistente. Não encontramos nenhuma comunidade que se beneficie de programas federais como o Programa Brasil Quilombola; Os moradores da comunidade se identificam como remanescentes de quilombo ou quilombolas. Afirmam que alguma coisa mudou após o reconhecimento oficial. No entanto, esperam muito mais do Estado; As comunidades guardam saberes, histórias e cultura própria. No entanto reclamam que muitos pesquisadores se dirigem às comunidades e não retornam mais;
  7. 7. CONCLUSÃO As comunidades negras da fronteira sul apresentam problemas de desenvolvimento e inclusão social. A presença do Estado é tímida embora não se registram conflitos fundiários, a área atual das comunidades está bastante reduzida em relação à área inicial.; Faz-se necessário registrar os saberes, a história e manifestações culturais das comunidades porque elas tendem a desaparecer gradativamente, as famílias dirigem-se aos centros maiores em busca de empregos, assistência médica, educação; Com o trabalho do grupo PET-História da África buscamos dar visibilidade a essas comunidades, fazendo com que eles recuperem o reconhecimento do passado histórico e descentralizamos o conhecimento acadêmico;
  8. 8. REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA ABA. Documento do Grupo de Trabalho sobre Comunidades Negras Rurais. RJ, 1994. In: SILVA, Dimas Salustiano da. Constituição e Diferença Étnica. In: O’DWYER, Eliane Cantarino. [Org.]. Terra de Quilombos. Rio de Janeiro: ABA/UFRJ, 1995. ABA. Documento do Grupo de Trabalho sobre Comunidades Negras Rurais. In: Boletim Informativo NUER/ Núcleo de Estudos sobre Identidade e Relações Interétnicas/ Fundação Cultural Palmares – v. 1, n. 1. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 1997. BRASIL. SEPPIR. Programa Brasil Quilombola. Maestri, Mário, 1948 - O escravo no Rio Grande do Sul: trabalho, resistência e sociedade/ Mario Maestri. - 3. ed. rev. atual. - Porto Alegre : Editora da UFRGS, 2006. MAESTRI, Mário. A servidão negra. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988 MOURA, Clóvis. Quilombos: resistência ao escravismo. 3 ed. São Paulo: Ática, 1993. Pereira,Amauri Mendes; Silva , Joselina da. Movimento Negro Brasileiro : escritos sobre os sentidos de democracia e justiça social no Brasil. Belo Horizonte: Nandyala, 2009. 240 p.
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