A Revisão do PDE A percepção da sociedade organizada frente à revisão do Plano Diretor Estratégico
Brasil – 2008 190 milhões de habitantes TERRA – 2008 6 bilhões, 740 milhões de habitantes
National Geografics 398,6 milhões nas cidades (no mundo - barras do mapa) Am. Norte - 55 milhões Am. Sul - 60,4 milhões Eu...
National Geografics 595,8 milhões nas cidades (no mundo - aproximado) Am. Norte - 71,4 milhões Am. Sul - 76,6 milhões Euro...
Atualmente, a população global está em torno de  6,5 bilhões . Em 2050 aproximadamente 9 bilhões Maior concentração urbana!
Mancha urbana e o cinturão verde envoltório Regula o clima Produção de água Seqüestro de poluentes FOTO SATÉLITE ATUAL Urb...
CAPACIDADE DE SUPORTE AMBIENTAL  URBANO ROMPIDA POR: 1 – Planejamento equivocado 2 – Desmatamento  (Pouca ou nenhuma veget...
Expansão e crescimento das cidades EXPANSÃO  DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL APROFUNDAMENTO DAS DESIGUALDADES SOCIAIS
QUALIDADE DE VIDA NAS CIDADES QUALIDADE AMBIENTAL EQUIDADE SOCIAL SUSTENTABILIDADE  desenvolvimento humano Acesso e oferta...
Os setores da sociedade produzindo informações, promovendo conhecimento integrado para o planejamento estratégico Planejam...
SOCIEDADE Questões Sociais Questões Urbanas Questões ambientais GOVERNO EMPRESA Melhores decisões para o planejamento metr...
<ul><li>As áreas em amarelo representam o desmatamento entre os anos de 1991 e 2000 </li></ul><ul><li>Aproximadamente 3,5 ...
Parques e áreas verdes Pouco mais de 9 km² Insuficientes para a refrigeração da metrópole e a prática saudável de atividad...
São Paulo – muralhas de concreto Pressionando os bairros-jardins Reserva ambiental urbana Jardins
Aquecimento da Cidade: Regulação climática <ul><li>HÁ DIFERENÇAS DE TEMPERATURA DE ATÉ 10ºc  EM PONTOS DISTANTES 10 KM </l...
<ul><li>ÁGUA </li></ul><ul><li>ROMPIMENTO DA CAPACIDADE DE SUPORTE AMBIENTAL POR : </li></ul><ul><li>1 – Perda contínua da...
SO² NOx HC PI CO 0³ Fontes Móveis 7 milhões de veículos automotores Centenas de pousos e decolagens diárias
Ausência de Plano de Habitação Exclusão Social
10 milhões de veículos automotores Ausência de Plano de Circulação e de Transportes
Ausência de Plano Diretor para  Drenagem Urbana Medida não estrutural Eficiente para a aplicação conjunta na política de u...
<ul><li>Elaboração do Plano Diretor de  </li></ul><ul><li>Drenagem Urbana  (medidas não estruturais) </li></ul><ul><li>Ade...
<ul><li>Áreas de alagamento </li></ul>Várzeas <ul><li>Devido a impermeabilização e canalização, a vazão aumenta. </li></ul...
Cinza - Zona de Alta Densidade Laranja e rosa - Zonas de centralidade polar
Licenciamento ambiental para Operações Urbanas Exigências não atendidas
CLIMA URBANO DESMATAMENTO ALAGAMENTOS COBERTURA VEGETAL FAUNA FLORA MACRO E MICRO DRENAGEM URBANA
<ul><li>Uso e Ocupação do Solo </li></ul><ul><li>Recuperação ambiental-urbana </li></ul><ul><li>Proteção aos mananciais </...
Área urbanizada Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
PDE –  Áreas de Intervenção Urbana - AIUs <ul><li>Art. 122 - Ficam definidas como Áreas de Intervenção Urbana, áreas ao lo...
PDE –  Áreas de Intervenção Urbana - AIUs <ul><li>Art. 221 - Áreas de Intervenção Urbana, definidas no artigo 146 desta le...
Faixa de 600 m. ao longo dos eixos do sistema de transporte público Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
Faixa de 600 m. ao longo das vias estruturais Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
SOMA Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
PDE – Áreas de Intervenção Urbana - AIU <ul><li>Art. 126 - Será estimulada a geração de novas centralidades e dinamizadas ...
1.200 m. entorno estações e terminais Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
SOMA Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
Áreas de Intervenção Urbana Suscetíveis ao adensamento Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
PDE – Operações Urbanas <ul><li>Art. 225 - As Operações Urbanas Consorciadas são o conjunto de medidas coordenadas pelo Mu...
Operações urbanas Atuais e futuras Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
<ul><li>Áreas de alagamento </li></ul>Várzeas OU Faria Lima OU Vila Sônia OU V Leopoldina Jaguaré OU Diagonal Sul OU Verde...
SOMA Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
Falhas na Revisão do Plano Diretor Estratégico <ul><ul><li>Limites do art. 293 do PDE: adequação das ações estratégicas e ...
Plano Diretor nada estratégico <ul><ul><li>A Revisão não cumpriu o Art. 293 do PDE vigente (adequação das ações estratégic...
Plano Diretor nada estratégico <ul><ul><li>Plano Diretor Estratégico sem garantia temporal (Constantes alterações sem praz...
O futuro da cidade de São Paulo <ul><li>Inviabilidade: </li></ul><ul><ul><li>Urbana </li></ul></ul><ul><ul><li>Social </li...
Cidade Insustentável
<ul><li>MUDANÇA DE COMPORTAMENTO DA SOCIEDADE </li></ul><ul><li>MUDANÇA DE PARADIGMAS </li></ul><ul><li>MUDANÇA DE PRIORID...
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Mov. Defenda São Paulo_A revisão do Plano Diretor Estratégico

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Apresentação elaborada pelo Movimento Defenda São Paulo. Os mapas são de autoria do Prof. Luis Carlos Costa.
Os perímetros apresentados das Operações Urbanas são relativos à revisão do Plano Diretor Estratégico e aumentam em relação ao PDE vigente.
Vejam a situação da nossa qualidade de vida com o cenário das permissões de adensamento construtivo para as áreas de intervenção urbana!

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  • Permanece e se acentua o deslocamento humano para os centros urbanos
  • 2000 – população nas principais cidades do mundo
  • 2015 – 37 cidades atingem mais de 10 milhões de habitantes – fenômeno permanente de crescimento das cidades e regiões metropolitanas, desafio da sociedade contemporânea para planejar os territórios garantindo a sustentabilidade social, ambiental, urbana e econômica.
  • A maior concentração urbana no futuro exige decisões eficientes para garantir às próximas gerações ambientes saudáveis e sustentáveis, proporcionando ao conjunto da sociedade, com equidade, a oferta dos serviços urbanos.
  • Processo de urbanização que pressiona o cinturão verde metropolitano – espaço vital de sustentabilidade
  • Diagnóstico urbano – altos investimentos para corrigir o caos
  • Diagnóstico urbano – altos investimentos para corrigir o caos
  • Falta de controle do desmatamento e perda de espaços verdes
  • Preservação das áreas de reserva urbana – combate ao processo especulativo
  • Reflexos da alteração climática na mancha urbana na saúde humana e no regime hídrico
  • Diagnóstico urbano – altos investimentos para corrigir o caos
  • Falta de planejamento e estudos transversais e multidisciplinares para a condução de políticas de planejamento
  • Reflexos da ocupação desordenada, impermeabilização e perda da vegetação
  • Medias são viabilizadas através do Plano Diretor Estratégico e Lei do Uso e Ocupação do Solo e fiscalização
  • Excesso de Operações Urbanas - desrespeito no licenciamento e inversão de obras – Exemplo: ponte estaiada antes da urbanização das moradias
  • Necessidade de planejar observando os indicadores ambientais para implementação de um Plano Diretor (com inversão de prioridades), afastando a lógica desenvolvimentista e aplicando a plataforma de sustentabilidade urbana-ambiental .
  • Medidas estruturais e não-estruturais para recuperação ambiental
  • Trabalho do Prof. Luiz Carlos Costa – a realidade da atual revisão do Plano Diretor realizada pela Prefeitura. O PLANEJAMENTO INSUSTENTÁVEL
  • Trabalho do Prof. Luiz Carlos Costa – a realidade da atual revisão do Plano Diretor realizada pela Prefeitura. O PLANEJAMENTO INSUSTENTÁVEL – Faixa de 600 mts. ao longo dos eixos do Sist. Transp. Público
  • Trabalho do Prof. Luiz Carlos Costa – a realidade da atual revisão do Plano Diretor realizada pela Prefeitura. O PLANEJAMENTO INSUSTENTÁVEL – Faixa de 600 mts. ao longo das vias estruturais
  • Sobreposição das transparências anteriores. Perda de controle do planejamento. Área em amarelo quase desaparece.
  • Trabalho do Prof. Luiz Carlos Costa – a realidade da atual revisão do Plano Diretor realizada pela Prefeitura. O PLANEJAMENTO INSUSTENTÁVEL – Círculos de 1200 metros no entorno de Estações e Terminais
  • Sobreposição das transparências anteriores. Perda de controle do planejamento. Área em amarelo quase desaparece.
  • Trabalho do Prof. Luiz Carlos Costa – a realidade da atual revisão do Plano Diretor realizada pela Prefeitura. O PLANEJAMENTO INSUSTENTÁVEL – Áreas de Intervenção Urbana – Suscetíveis ao adensamento.
  • Trabalho do Prof. Luiz Carlos Costa – a realidade da atual revisão do Plano Diretor realizada pela Prefeitura. O PLANEJAMENTO INSUSTENTÁVEL – Operações urbanas Aprovadas e “planejadas”
  • Reflexos da ocupação desordenada, impermeabilização e perda da vegetação
  • Sobreposição final das transparências anteriores. Perda de controle do planejamento. Área em amarelo praticamente inexistente.
  • Mov. Defenda São Paulo_A revisão do Plano Diretor Estratégico

    1. 1. A Revisão do PDE A percepção da sociedade organizada frente à revisão do Plano Diretor Estratégico
    2. 2. Brasil – 2008 190 milhões de habitantes TERRA – 2008 6 bilhões, 740 milhões de habitantes
    3. 3. National Geografics 398,6 milhões nas cidades (no mundo - barras do mapa) Am. Norte - 55 milhões Am. Sul - 60,4 milhões Europa - 55 milhões África - 21,3 milhões Ásia - 206 milhões
    4. 4. National Geografics 595,8 milhões nas cidades (no mundo - aproximado) Am. Norte - 71,4 milhões Am. Sul - 76,6 milhões Europa - 65 milhões África - 59 milhões Ásia - 323,8 milhões
    5. 5. Atualmente, a população global está em torno de 6,5 bilhões . Em 2050 aproximadamente 9 bilhões Maior concentração urbana!
    6. 6. Mancha urbana e o cinturão verde envoltório Regula o clima Produção de água Seqüestro de poluentes FOTO SATÉLITE ATUAL Urbanização centrífuga e predatória
    7. 7. CAPACIDADE DE SUPORTE AMBIENTAL URBANO ROMPIDA POR: 1 – Planejamento equivocado 2 – Desmatamento (Pouca ou nenhuma vegetação) 3 – Impermeabilização da cidade 4 – Verticalização predatória 5 – Emissão de poluentes (fontes diversas) 6 – Áreas Contaminadas 7 – Enfrentar problemas/dirimir conflitos
    8. 8. Expansão e crescimento das cidades EXPANSÃO DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL APROFUNDAMENTO DAS DESIGUALDADES SOCIAIS
    9. 9. QUALIDADE DE VIDA NAS CIDADES QUALIDADE AMBIENTAL EQUIDADE SOCIAL SUSTENTABILIDADE desenvolvimento humano Acesso e oferta à população dos bens urbanos
    10. 10. Os setores da sociedade produzindo informações, promovendo conhecimento integrado para o planejamento estratégico Planejamento urbano saúde urbana
    11. 11. SOCIEDADE Questões Sociais Questões Urbanas Questões ambientais GOVERNO EMPRESA Melhores decisões para o planejamento metropolitano sustentável Construção do conhecimento Qualidade e disponibilidade das informações
    12. 12. <ul><li>As áreas em amarelo representam o desmatamento entre os anos de 1991 e 2000 </li></ul><ul><li>Aproximadamente 3,5 Parques do Ibirapuera são desmatados por ano na cidade de São Paulo </li></ul><ul><li>São Paulo está com 45% do território impermeabilizado República - 98,5% Bela-Vista - 94,2% 80% </li></ul>Desmatamento Impermeabilização Cidade Ademar Itaim Paulista Sapopemba } Atlas Ambiental
    13. 13. Parques e áreas verdes Pouco mais de 9 km² Insuficientes para a refrigeração da metrópole e a prática saudável de atividades físicas
    14. 14. São Paulo – muralhas de concreto Pressionando os bairros-jardins Reserva ambiental urbana Jardins
    15. 15. Aquecimento da Cidade: Regulação climática <ul><li>HÁ DIFERENÇAS DE TEMPERATURA DE ATÉ 10ºc EM PONTOS DISTANTES 10 KM </li></ul><ul><li>A CIDADE DE SÃO PAULO TEM 27 MICROCLIMAS DIFERENTES (DESCONFORTO TÉRMICO) </li></ul><ul><li>PESQUISAS INDICAM QUE AS ILHAS DE CALOR ESTÃO INTERFERINDO NO REGIME HÍDRICO DA METRÓPOLE – CHOVE MAIS NO CASCO URBANO - NÃO ABASTECE OS MANANCIAIS </li></ul>Atlas Ambiental
    16. 16. <ul><li>ÁGUA </li></ul><ul><li>ROMPIMENTO DA CAPACIDADE DE SUPORTE AMBIENTAL POR : </li></ul><ul><li>1 – Perda contínua da capacidade de produção natural de água </li></ul><ul><li>2 – Assoreamento permanente por uso irregular do solo </li></ul><ul><li>3 – Concentração da poluição por esgoto nos períodos de estiagem – eutrofização dos reservatórios </li></ul><ul><li>4 – Aumento da carga difusa com maior presença da cidade nas áreas de mananciais </li></ul>
    17. 17. SO² NOx HC PI CO 0³ Fontes Móveis 7 milhões de veículos automotores Centenas de pousos e decolagens diárias
    18. 18. Ausência de Plano de Habitação Exclusão Social
    19. 19. 10 milhões de veículos automotores Ausência de Plano de Circulação e de Transportes
    20. 20. Ausência de Plano Diretor para Drenagem Urbana Medida não estrutural Eficiente para a aplicação conjunta na política de uso e ocupação do solo Atlas Ambiental
    21. 21. <ul><li>Elaboração do Plano Diretor de </li></ul><ul><li>Drenagem Urbana (medidas não estruturais) </li></ul><ul><li>Adequação ao Plano Diretor de Drenagem executado pelo Estado </li></ul><ul><li>Indicar áreas a serem protegidas ou reservadas (restrições em áreas inundáveis </li></ul><ul><li>Ocupação face aos estudos das bacias hidrográficas </li></ul><ul><li>Limites do uso do solo - correção/adaptação </li></ul><ul><li>Garantia da permeabilidade dos lotes </li></ul><ul><li>Recuperação de rios e córregos </li></ul><ul><li>Controle da poluição difusa </li></ul>
    22. 22. <ul><li>Áreas de alagamento </li></ul>Várzeas <ul><li>Devido a impermeabilização e canalização, a vazão aumenta. </li></ul><ul><li>A canalização transfere enchentes </li></ul><ul><li>Índices de ocupação do solo imcompatíveis com a macrodrenagem urbana </li></ul><ul><li>80% dos corpos d’água são esgotos domésticos </li></ul>
    23. 23. Cinza - Zona de Alta Densidade Laranja e rosa - Zonas de centralidade polar
    24. 24. Licenciamento ambiental para Operações Urbanas Exigências não atendidas
    25. 25. CLIMA URBANO DESMATAMENTO ALAGAMENTOS COBERTURA VEGETAL FAUNA FLORA MACRO E MICRO DRENAGEM URBANA
    26. 26. <ul><li>Uso e Ocupação do Solo </li></ul><ul><li>Recuperação ambiental-urbana </li></ul><ul><li>Proteção aos mananciais </li></ul><ul><li>Proteção às áreas ambientalmente saudáveis (ex.: bairros verdes) </li></ul><ul><li>Despermeabilização urbana </li></ul><ul><li>Controlar adensamento através dos índices de ocupação do solo </li></ul><ul><li>Criar áreas verdes </li></ul><ul><li>Não ocupação das várzeas </li></ul>
    27. 27. Área urbanizada Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    28. 28. PDE – Áreas de Intervenção Urbana - AIUs <ul><li>Art. 122 - Ficam definidas como Áreas de Intervenção Urbana, áreas ao longo dos eixos das linhas de transporte público coletivo, com o objetivo de qualificar estas áreas e seu entorno e obter recursos para aplicação na implantação e melhoria das linhas de transporte público por meio da outorga onerosa do potencial construtivo adicional, delimitadas por: </li></ul><ul><li>I - faixas de até 300 (trezentos) metros de cada lado dos alinhamentos do sistema de transporte público coletivo de massa; </li></ul><ul><li>II - círculos com raio de até 600 (seiscentos) metros tendo como centro as estações do transporte metroviário ou ferroviário. </li></ul>
    29. 29. PDE – Áreas de Intervenção Urbana - AIUs <ul><li>Art. 221 - Áreas de Intervenção Urbana, definidas no artigo 146 desta lei, compreendem: </li></ul><ul><li>I - áreas de Operação Urbana Consorciada; </li></ul><ul><li>II - áreas de Projeto Estratégico indicadas no Quadro nº 10 e Mapa 9; </li></ul><ul><li>III - áreas de implantação de parques lineares; </li></ul><ul><li>IV - eixos e pólos de centralidade; </li></ul><ul><li>V - áreas para a implantação de rede viária estrutural; </li></ul><ul><li>VI - áreas para implantação de rede estrutural de transporte público coletivo; </li></ul><ul><li>VII - áreas envoltórias do Rodoanel Metropolitano Mário Covas. </li></ul>
    30. 30. Faixa de 600 m. ao longo dos eixos do sistema de transporte público Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    31. 31. Faixa de 600 m. ao longo das vias estruturais Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    32. 32. SOMA Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    33. 33. PDE – Áreas de Intervenção Urbana - AIU <ul><li>Art. 126 - Será estimulada a geração de novas centralidades e dinamizadas as já existentes pela implantação contígua, de agências e repartições da Prefeitura, escolas públicas, pontos de embarque, praças e passeios públicos, equipamentos de serviços públicos, como elementos catalisadores do comércio e serviços privados. (Complementado pelo art. 8º da LM 13.885/04) </li></ul><ul><li>§ 1º - Ficam definidas como Áreas de Intervenção Urbana as faixas de largura de até 300 (trezentos) metros de cada lado dos eixos de centralidade, visando à inclusão social e à melhoria da qualidade dos centros atuais e futuros. </li></ul><ul><li>§ 2º - As Áreas de Intervenção Urbana para implantação dos pólos de centralidade serão definidas nas leis dos Planos Regionais. </li></ul><ul><li>§ 3º - Para a qualificação ou requalificação de eixos e pólos de centralidade poderão ser realizadas parcerias com a iniciativa privada. </li></ul><ul><li>§ 4º - A Rede Estrutural de Eixos e Pólos de Centralidades, bem como as propostas específicas, constam do Quadro nº 08 e Mapa nº 04, integrantes desta lei. </li></ul><ul><li>Art. 127 - As centralidades mencionadas no artigo anterior deverão ser integradas pelos eixos estruturais viários, de transporte coletivo ou ambiental e aeroportuários. </li></ul>
    34. 34. 1.200 m. entorno estações e terminais Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    35. 35. SOMA Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    36. 36. Áreas de Intervenção Urbana Suscetíveis ao adensamento Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    37. 37. PDE – Operações Urbanas <ul><li>Art. 225 - As Operações Urbanas Consorciadas são o conjunto de medidas coordenadas pelo Município com a participação dos proprietários, moradores, usuários permanentes e investidores privados, com o objetivo de alcançar transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e a valorização ambiental, notadamente ampliando os espaços públicos, organizando o transporte coletivo, implantando programas habitacionais de interesse social e de melhorias de infra-estrutura e sistema viário, num determinado perímetro. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>§ 1º - Cada nova Operação Urbana Consorciada será criada por lei específica, de acordo com as disposições dos artigos 32 a 34 da Lei Federal n° 10.257, de 10 de julho de 2001 - Estatuto da Cidade. </li></ul><ul><li>§ 2º - Ficam delimitadas áreas para as novas Operações Urbanas Consorciadas Diagonal Sul , Diagonal Norte , Carandiru-Vila Maria , Rio Verde-Jacú , Vila Leopoldina , Vila Sônia e Celso Garcia , Santo Amaro e Tiquatira , além das existentes Faria Lima , Água Branca , Centro e Águas Espraiadas , com os perímetros descritos nas suas leis específicas e indicadas no Mapa n° 09, integrante desta lei. </li></ul>
    38. 38. Operações urbanas Atuais e futuras Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    39. 39. <ul><li>Áreas de alagamento </li></ul>Várzeas OU Faria Lima OU Vila Sônia OU V Leopoldina Jaguaré OU Diagonal Sul OU Verde Jacu OU Àguas Espraiadas OU Centro OU Diagonal Norte OU Água Branca OU Carandiru V Maria OU Sto Amaro OU Celso Garcia OU Tiquatira OU Terminal Cargas F Dias OU Amador Bueno OU Polo Des Sul
    40. 40. SOMA Fonte: Prof. Luis Carlos Costa
    41. 41. Falhas na Revisão do Plano Diretor Estratégico <ul><ul><li>Limites do art. 293 do PDE: adequação das ações estratégicas e acrescentar instrumentos do Estatuto </li></ul></ul><ul><ul><li>Ausência do Plano de Habitação </li></ul></ul><ul><ul><li>Ausência do Plano de Circulação e Transportes </li></ul></ul><ul><ul><li>Alteração dos instrumentos sem justificativa e debate </li></ul></ul><ul><ul><li>Supressão do Título II: Das Políticas Públicas: desenv. econ. e social; Turismo; Desenv. Humano; Educação; Saúde; esportes, Lazer; Segurança; Abastecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta de participação da sociedade em todas as etapas da revisão, falta de publicidade, editais equivocados </li></ul></ul><ul><ul><li>Audiências públicas incipientes e pouco democráticas </li></ul></ul><ul><ul><li>Ausência de sistematização das críticas nas AP’s </li></ul></ul>
    42. 42. Plano Diretor nada estratégico <ul><ul><li>A Revisão não cumpriu o Art. 293 do PDE vigente (adequação das ações estratégicas do PDE, com possíveis acréscimos de áreas do território da cidade para aplicação dos instrumentos previstos no Estatuto da Cidade) </li></ul></ul><ul><ul><li>Supressão de elementos do desenvolvimento urbano já conquistados pela sociedade, com retrocesso nos aspectos sociais e culturais, de abastecimento, agrícola, alterações das ZEIS, eliminação das 4 macroáreas e a retirada da importante figura dos Planos de Bairros </li></ul></ul><ul><ul><li>E ste novo Plano coloca praticamente todo o território urbano sujeito à venda de áreas construídas superiores às atualmente permitidas, liberando sem controle a verticalização e adensamento ao sabor do interesse puramente imobiliário, desconsiderando seus reflexos na evidente ausência de sustentabilidade ambiental de nossa cidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Ausência de Plano de Habitação, de Transportes e Circulação Viária, dispositivos estes interdependentes e subordinados às diretrizes do Plano Diretor Estratégico vigente . </li></ul></ul>
    43. 43. Plano Diretor nada estratégico <ul><ul><li>Plano Diretor Estratégico sem garantia temporal (Constantes alterações sem prazo definido) </li></ul></ul><ul><ul><li>Prossegue a ausência de Planejamento que considere a sustentabilidade urbana </li></ul></ul><ul><ul><li>Prossegue a ocupação predatória do espaço vital da cidade. Ausência de prioridades na ocupação do território e seu desenvolvimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Pressão dos interesses econômicos — prioridade da visão econômica no planejamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Ausência de políticas intersetoriais </li></ul></ul><ul><ul><li>Não observação e aplicação dos indicadores ambientais e sociais </li></ul></ul>
    44. 44. O futuro da cidade de São Paulo <ul><li>Inviabilidade: </li></ul><ul><ul><li>Urbana </li></ul></ul><ul><ul><li>Social </li></ul></ul><ul><ul><li>Econômica </li></ul></ul>
    45. 45. Cidade Insustentável
    46. 46. <ul><li>MUDANÇA DE COMPORTAMENTO DA SOCIEDADE </li></ul><ul><li>MUDANÇA DE PARADIGMAS </li></ul><ul><li>MUDANÇA DE PRIORIDADES PELA GOVERNANÇA </li></ul>

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