Entregar a biblioteca aos utilizadores: oportunidades da web social

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Entregar a biblioteca aos utilizadores: oportunidades da web social

  1. 1. ENTREGAR A BIBLIOTECA AOS UTILIZADORES oportunidades da web social Pedro Príncipe ratodebiblioteca.blogspot.com
  2. 2. TÓPICOS <ul><li>Pontos de partida… cenários em mudança </li></ul><ul><li>Entregar a biblioteca aos utilizadores na web social </li></ul><ul><li>Uma oportunidade no Posicionamento (fronteira) </li></ul><ul><li>Uma oportunidade na Relevância (conteúdos) </li></ul><ul><li>Uma oportunidade na Visibilidade (acção) </li></ul><ul><li>Uma oportunidade na Estratégia (integrada) </li></ul>
  3. 3. Pontos de partida… um cenário em mudança <ul><li>Os novos recursos web e dispositivos móveis estão a provocar alterações marcantes na relação das pessoas com a informação . </li></ul><ul><li>O papel dos utilizadores da web na relação que estabelecem com a rede transformou-se, passando de meros pesquisadores ou consumidores de informação a produtores e geradores de novos conteúdos. </li></ul><ul><li>As ferramentas e plataformas da web social estabelecem novas formas individuais e colectivas de interacção , produção e validação de informação, amplificando a ideia de que estes sistemas de informação e comunicação se tornam cada vez melhores à medida que mais utilizadores participam e contribuem . </li></ul>
  4. 4. Compreender a alteração do papel dos utilizadores: do consumidor ao prosumer dos media tradicionais aos media participativos <ul><li>PROSUMER </li></ul><ul><li>producer (produtor) + consumer (consumidor) </li></ul>Pontos de partida… um cenário em mudança
  5. 5. Pontos de partida… novos ambientes de aprendizagem <ul><li>Novas formas mais dinâmicas, personalizadas e centradas no aluno. (DOWNES, 2005) </li></ul><ul><li>Novas abordagens caracterizadas por uma maior abertura , participação e colaboração . </li></ul><ul><li>Ênfase no desenvolvimento dos recursos e capacidades necessárias para os alunos se envolverem na aquisição de novas competências e para a procura do conhecimento existente nas redes criadas e mantidas pelos utilizadores . (SIEMENS, 2008) </li></ul>
  6. 6. Um mundo de oportunidades… <ul><li>Todas estas mudanças exigem às bibliotecas diferentes abordagens e conteúdos adequados, mais ou menos complexos , disponíveis em diferentes formatos, plataformas e canais . </li></ul><ul><li>Os novos ambientes de informação, comunicação e aprendizagem revelam um mundo de oportunidades para as bibliotecas . </li></ul><ul><li>A oferta de novos serviços e conteúdos nestes novos contextos: </li></ul><ul><ul><li>amplifica a acção das bibliotecas </li></ul></ul><ul><ul><li>e pode atingir mais públicos, junto dos quais se podem afirmar como serviços de valor acrescentado e relevantes para a vida escolar e académica, profissional ou social dos utilizadores. </li></ul></ul>
  7. 8. “ Just because you can doesn’t mean you should…”
  8. 9. Ferramentas da web social <ul><li>Permitem à biblioteca e aos seus públicos mais comunicação, melhor colaboração e a construção de comunidades online . </li></ul><ul><li>Possibilitam a partilha , a sindicação e reutilização de informação e conteúdos produzidos e disponibilizados pelos serviços. </li></ul><ul><li>Facilitam a aprendizagem , disseminam a informação e capitalizam o conhecimento dos utilizadores e a utilização que fazem dos sistemas da biblioteca. </li></ul>
  9. 10. Ferramentas da web social <ul><li>Permitem às bibliotecas e serviços de informação e documentação tornar acessíveis os seus recursos, serviços e conteúdos onde e quando são necessários , para um número cada vez maior de utilizadores e em interacção com outros. </li></ul><ul><li>Estar onde o utilizador está! </li></ul>
  10. 11. UMA OPORTUNIDADE… RELEVÂNCIA
  11. 12. Mais relevância <ul><li>É importante ser útil onde o utilizador está </li></ul><ul><li>Incorporar serviços e tecnologias emergentes </li></ul><ul><li>Ir ao encontro das necessidades dos públicos </li></ul><ul><li>Seleccionar criteriosamente ferramentas e canais de comunicação a utilizar </li></ul><ul><li>Olhar para fora das paredes da biblioteca e encontrar lá as oportunidades de novos serviços e aplicações </li></ul><ul><li>Permanente adequação dos conteúdos desenvolvidos e a desenvolver </li></ul><ul><li>Oferecendo serviços de valor acrescentado </li></ul>
  12. 13. Ponto de partida <ul><li>Assumir uma atitude institucional de pioneirismo tecnológico focado na funcionalidade e não na tecnologia. </li></ul><ul><li>Postura de early adopter com um duplo papel: </li></ul><ul><ul><li>incorporador das tecnologias nos seus sistemas e serviços, </li></ul></ul><ul><ul><li>formador dos seus públicos na utilização dos novos recursos tecnológicos. </li></ul></ul>
  13. 14. PLE sapo campus UA http://fotos.ua.sapo.pt/Vh6fhW1H2V4uYfBd41Oq integrar o espaço pessoal de aprendizagem
  14. 15. David Álvarez, Mi PLE - http:// e-aprendizaje.es/2010/03/09/mi-ple gerar conteúdos relevantes
  15. 16. Martin Weller - My personal work/leisure/learning environment http ://nogoodreason.typepad.co.uk/no_good_reason/2007/12/my-personal-wor.html serviços em diferentes canais
  16. 17. Alec Couros, PhD Thesis illustration, the Networked Teacher - http://educationaltechnology.ca/couros/580 úteis onde o utilizador está
  17. 18. Ismael Peña-López, Mapping the PLE sphere - http://ictlogy.net/20100715-mapping-the-ple-sphere / com integração dos recursos
  18. 19. Katherine Pisana - My PLE and 3 Sub PLEs oriented towards specific learning networks construção de comunidades online
  19. 20. Paulo Simões - Twitter - the Heart of a #PLE fontes de informação relevantes
  20. 21. Não basta estar onde o utilizador está
  21. 22. UMA OPORTUNIDADE… POSICIONAMENTO
  22. 23. Biblioteca um serviço de Fronteira <ul><li>Está na fronteira: é um serviço de interface… de relações e interdependências… </li></ul><ul><ul><li>Da educação formal e da educação não-formal </li></ul></ul><ul><ul><li>Do estudo individual e da descoberta partilhada </li></ul></ul><ul><ul><li>Do tradicional e da novidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Do espaço físico e do espaço virtual </li></ul></ul><ul><ul><li>Da cultura e da assistência social </li></ul></ul><ul><ul><li>Dos leitores e dos escritores </li></ul></ul><ul><ul><li>Da história e das estórias… </li></ul></ul><ul><ul><li>… </li></ul></ul>
  23. 24. Concretizando no ensino… <ul><li>Reposicionar as ferramentas e recursos de informação da biblioteca, para ser possível a sua incorporação nos processo de ensino, aprendizagem e investigação. </li></ul><ul><li>As bibliotecas têm que incorporar os seus recursos e conteúdos nos sistemas e ferramentas dos estudantes e da instituição. </li></ul><ul><li>Ocupam um lugar relevante nos fluxos de informação . </li></ul>
  24. 25. Steve Wheeler, Anatomy of a PLE - http :// steve-wheeler.blogspot.com/2010/07/anatomy-of-ple.html incorporados nos ambientes
  25. 27. UMA OPORTUNIDADE… VISIBILIDADE
  26. 28. Maior visibilidade <ul><li>Estar onde o utilizador está </li></ul><ul><li>Ser útil onde o utilizador está </li></ul><ul><li>Organização aberta à mudança </li></ul><ul><li>Oferecendo serviços e conteúdos relevantes </li></ul><ul><li>Confiando e envolvendo a comunidade </li></ul>
  27. 29. Competências, estratégias e agilidades de pesquisa de informação na web
  28. 30. Promoção de hábitos de leitura
  29. 31. Outros espaços, mais proximidade e leitores
  30. 32. Dinamização e integração social
  31. 33. Papel activo e pioneiro nas literacias…
  32. 34. Parceiro na informação aos cidadãos
  33. 35. De dentro para fora e em acesso aberto
  34. 36. Formação ao longo da vida…
  35. 37. Integração dos conteúdos e serviços <ul><li>Entregar a biblioteca aos utilizadores… </li></ul><ul><li>Estratégia integrada no apoio ao utilizador em novos ambientes de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Estratégia que se caracteriza por: </li></ul><ul><ul><li>uma lógica de redundância de pontos de acesso à informação , </li></ul></ul><ul><ul><li>tornar acessíveis a biblioteca, os seus serviços e recursos onde e quando são necessários . </li></ul></ul>
  36. 38. CASO PRÁTICO: BIBLIOTECAS UA
  37. 39. FORMAÇÃO INTEGRADA DE UTILIZADORES
  38. 40. RECURSO Á COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
  39. 41. COMUNICAÇÃO COLABORATIVA E INFORMAL
  40. 42. PRESENTE NA PLATAFORMA DE ELEARNING
  41. 43. CONVERSAR, CAPITALIZAR E AMPLIFICAR NAS REDES SOCIAIS
  42. 44. RECURSO ABERTO E PARTILHADO NA WEB
  43. 45. PARTILHA E COLABORAÇÃO EM REDE <ul><li>Interessante… </li></ul><ul><li>CONTEÚDOS DE APOIO E LITERACIA </li></ul><ul><ul><li>RELEVANTES e ÚTEIS </li></ul></ul><ul><ul><li>ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO INSTITUCIONAL </li></ul></ul><ul><ul><li>INCORPORADOS NOS SISTEMAS </li></ul></ul><ul><ul><li>UTILIZANDO A WEB SOCIAL </li></ul></ul><ul><ul><li>COM IMPLICAÇÕES DE DIMENSÃO MUNDIAL </li></ul></ul>
  44. 46. UMA OPORTUNIDADE… ESTRATÉGIA
  45. 47. As ferramentas de web social devem ser integradas numa estratégia global de serviços aos utilizadores
  46. 48. Utilizar a inteligência colectiva para desenhar novos serviços aos utilizadores: - introduzindo no “processo” o público, - procurando compreender como acedem, consomem e produzem informação
  47. 49. Saber utilizar os clicks que os utilizadores fazem
  48. 50. “ Estar na web 2.0 cria expectativas de serviço, tão importantes como ter a porta aberta da biblioteca”
  49. 51. Construir relações de proximidade
  50. 52. <ul><li>Não andar pelas redes sociais sem antes reprogramar o cérebro 1.0 com a versão 2.0 </li></ul>
  51. 53. Não há receitas <ul><li>É preciso criatividade </li></ul><ul><li>Adaptabilidade </li></ul><ul><li>E processos de construção colaborativa </li></ul>
  52. 54. identidade e memória colectiva da comunidade
  53. 55. diversidade nas ferramentas de web social
  54. 56. diversificação dos canais
  55. 57. realidades concretas, comunidades locais
  56. 58. <ul><li>“ Community is the new content” </li></ul>http://seedmagazine.com/images/uploads/15Sci08368.jpg
  57. 59. ratodebiblioteca.blogspot.com facebook.com/pedroprincipe twitter.com/pedroprincipe youtube.com/user/pedroprincipe slideshare.com/pedroprincipe
  58. 60. Imagens <ul><li>http:// fotos.ua.sapo.pt/Vh6fhW1H2V4uYfBd41Oq?a=6 </li></ul><ul><li>http:// www.gliffy.com/pubdoc/1092065/L.png </li></ul><ul><li>http:// ictlogy.net/img/posts/0000003437.png </li></ul><ul><li>http://4.bp.blogspot.com/_ p0M9IDN4_TM/TDmqK_u1ZGI/AAAAAAAABag/UMpeQCo-h4I/s1600/CLE+Concept.jpg </li></ul><ul><li>http://1.bp.blogspot.com/_ p0M9IDN4_TM/TDmp-M7V3oI/AAAAAAAABaY/s4Sv6eCdytQ/s1600/PLE+anatomy.jpg </li></ul><ul><li>http:// eaprendizaje.files.wordpress.com/2010/03/miple_basico1.png </li></ul><ul><li>http://nogoodreason.typepad.co.uk/.shared/image.html?/ photos/uncategorized/2007/12/06/pwe_3.jpg </li></ul><ul><li>http:// www.virtuallyscholastic.com/wp-content/uploads/2009/07/MY-Professional-PLE.png </li></ul><ul><li>http:// edtechpost.wikispaces.com/file/view/Picture_5.png/155457331/Picture_5.png </li></ul>
  59. 61. Referências <ul><li>http:// edtechpost.wikispaces.com/PLE+Diagrams#downes </li></ul><ul><li>http://ictlogy.net/20100715-mapping-the-ple-sphere / </li></ul><ul><li>http:// steve-wheeler.blogspot.com/2010/07/anatomy-of-ple.html </li></ul><ul><li>http:// www.microbiologybytes.com/tutorials/ple/ple5.html </li></ul><ul><li>http://www.virtuallyscholastic.com/2009/07/whats-in-your-orbit / </li></ul><ul><li>http:// nogoodreason.typepad.co.uk/no_good_reason/2007/12/my-personal-wor.html </li></ul><ul><li>http://napraia.blogs.ua.sapo.pt / </li></ul><ul><li>http://prezi.com/sumyq0u4o4vo/workshop-ple_bcn-twitter-the-heart-of-your-ple / </li></ul>
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