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PARA ALÉM DA TECNOLOGIAPOSICIONAMENTODe um serviço fronteiraGerador de sinergiasFacilitador de recursos
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Conversas 2.0 sobre Bibliotecas
PARA ALÉM DA TECNOLOGIAESTRATÉGIAIntegração de conteúdos e serviçosRecursos e ferramentas de mobile e web socialIntegrados...
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Não basta estar onde o utilizador estáé importante ser útilonde o utilizador está e aí criarserviços de valor acrescentado
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Oportunidades…• Permitir a utilização dos aparelhos e fornecer serviços gratuitos de acesso web
1               Contexto de mudança    • Ir ao encontro das necessidades dos      públicos e confiar nos utilizadores    •...
Reforçando…(1/3)• O mundo já não muda como costumava mudar, é preciso questionar as nossas práticas.
Reforçando…(2/3)• A grande maioria dos utilizadores das bibliotecas escolares e de ensino superior nasceram e cresceram co...
Reforçando…(3/3)• A Biblioteca é um nó de uma rede cada vez maior que combinando recursos internos e externos pode oferece...
Mobile communications is more aboutcommunications than about mobility
Estudos… e o que é importante para…• “O telemóvel é antes de mais uma ferramenta de comunicação utilizada para falar com f...
Dados estatísticos - PortugalEstudo"A Utilização daInternet em Portugal2010", elaborado peloLINI – Lisbon Internet andNetw...
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Estudos de mercado…
Estudos…• The mobilelife report says that 94% of UK youth own a mobile phone http://www.mobilelife2007.co.uk/• ECAR report...
Projetos em curso (exploratórios)http://www.futureofthebook.org
Projetos em curso (exploratórios)http://www.territorioebook.com
Outros estudos… parcelares• “O estudo revela uma preocupante falta de preparação dos  estabelecimentos de ensino superior ...
Nestes estudos surgem característicasemergentes• Das gerações que hoje chegam às  escolas… • Sempre conectado, multi-taref...
Recomendações• Programa Arcadia da Cambridge Univ. e The Open Univ.Piloting text alerting services - giving users the oppo...
Contéudos paradispositivos móveis• De que modo é que as bibliotecas se estão a preparar para assegurar que os seus recurso...
Ponto de partida• Pró-activo • Produzir aplicações para utilizações nos  aparelhos… Ver: Introducing the PLoS Medicine iPh...
Aplicações• Serviços de alerta por SMS (alertas RSS)• Serviços básicos de referência• Mobile OPAC• Portal web acessível• M...
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Boas práticas
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Novos ambientes… (1/3)Os processos e ambientes de ensino e aprendizagem,de formação e qualificação estão confrontadosatual...
Novos ambientes… (2/3)Ênfase no desenvolvimento dos recursos e capacidadesnecessárias para os alunos se envolverem na aqui...
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Ponto de partida• Assumir uma atitude institucional de pioneirismo tecnológico  focado na funcionalidade e não na tecnolog...
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Mobile tagging: QR codes• Códigos de barras 2D são  uma forma prática e  conveniente de incorporar  o “virtual” no espaço ...
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Em conclusão• As ferramentas e aplicações mobile devem ser incorporadas numa estratégia global de serviços aos utilizadores.
Em conclusão• Serviços que permitem chegar a mais e   novos públicos (muitos deles deslocalizados, oferta de serviços remo...
Em conclusão• As ferramentas e aplicações mobile permitem a   redução de barreiras entre a biblioteca e os seus utilizadores
Alguns problemas…• Que plataformas (suportar)?• Que dispositivos (quais os necessários no nosso  contexto)?• Percepções de...
Agora (muitos de nós) podem…• Estudar o ambiente local e   utilizadores (condições  técnicas e perfil de utilização)• Arra...
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Referências e imagens• http://www.slideshare.net/nebraskaccess/history-of-e-books-ereaders• http://www.flickr.com/photos/s...
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V Encontro da Rede Concelhia de Bibliotecas Escolares, 19 de novembro na Biblioteca Municipal ALV - Leiria

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Dispositivos móveis e Leitura digital: desafios e oportunidades para as bibliotecas

  1. 1. DISPOSITIVOS MÓVEIS E LEITURA DIGITAL desafios e oportunidades para as bibliotecasPedro Príncipe | UNIVERSIDADE DO MINHOratodebiblioteca.blogspot.comtwitter.com/pedroprincipe
  2. 2. EnquadramentoA mudança que a utilização dos novos recursos web edispositivos móveis está a provocar nas atitudes daspessoas face à informação é marcante. As novas formas emétodos de acesso à informação, à cultura e àaprendizagem, a proliferação dos meios e plataformas digitaisde comunicação e o crescimento e acesso generalizado àinternet, às ferramentas de web, em particular às redes sociais,marcam estas alterações no perfil dos utilizadores asbibliotecas e serviços de informação e documentação.
  3. 3. 1 Posicionamento das bibliotecas face aos desafios que os novos suportes colocam2 Oportunidades de intervenção e ação para as bibliotecas3 Espaços pedagógicos com enfoque na funcionalidade e não na tecnologia
  4. 4. Posicionamento das1 bibliotecas face aos desafios que os novos suportes colocam
  5. 5. Antes de mais…Mobile communication has been more widely adoptedmore quickly than any other technology ever.Mobile communications “is the fastestdiffusing technology ever”. Manuel Castells
  6. 6. “Horizon Report”(…) tempo para a adoção da tecnologia:• 1 Year or Less - Electronic Books• 1 Year or Less - Mobile Devices• 2-3 Years - Augmented Reality• 2-3 Years - Game Based Learning
  7. 7. Arranque…• Internet móvel é o próximo passo para as bibliotecas.• O aumento exponencial da utilização de dispositivos móveis prevê um recurso inexplorado para a entrega de recursos da biblioteca aos seus públicos.
  8. 8. PARA ALÉM DA TECNOLOGIAPOSICIONAMENTODe um serviço fronteiraGerador de sinergiasFacilitador de recursos
  9. 9. Biblioteca um serviço de FronteiraEstá na fronteira Um serviço de interface… de relações e interdependências…  Da educação formal e da educação não-formal  Do estudo individual e da descoberta partilhada  Do tradicional e da novidade  Do espaço físico e do espaço virtual  Da cultura e da assistência social  Dos leitores e dos escritores  Da história e das estórias…
  10. 10. Conversas 2.0 sobre Bibliotecas
  11. 11. PARA ALÉM DA TECNOLOGIAESTRATÉGIAIntegração de conteúdos e serviçosRecursos e ferramentas de mobile e web socialIntegrados na estratégia dos serviços
  12. 12. Integração dos conteúdos e serviços• Uma forma de entregar a biblioteca aos utilizadores…• Estratégia integrada no apoio ao utilizador em novos ambientes de aprendizagem.• Estratégia que se caracteriza por: • uma lógica de redundância de pontos de acesso à informação, • tornar acessíveis a biblioteca, os seus serviços e recursos onde e quando são necessários.
  13. 13. PARA ALÉM DA TECNOLOGIARELEVÂNCIASendo útil onde o utilizador estáCom atenção às necessidades dos públicosPara adequar conteúdos e ferramentas
  14. 14. 1 Mais relevância • Ir ao encontro das necessidades dos públicos • Seleccionar criteriosamente ferramentas e canais de comunicação a utilizar • Olhar para fora das paredes da biblioteca e encontrar lá as oportunidades de novos serviços e aplicações • Oferecendo serviços de valor acrescentado
  15. 15. Não basta estar onde o utilizador estáé importante ser útilonde o utilizador está e aí criarserviços de valor acrescentado
  16. 16. Oportunidades de intervenção e ação para as2 bibliotecas na disponibilização, acesso e utilização dos novos recursos tecnológicos
  17. 17. Oportunidades…• Permitir a utilização dos aparelhos e fornecer serviços gratuitos de acesso web
  18. 18. 1 Contexto de mudança • Ir ao encontro das necessidades dos públicos e confiar nos utilizadores • Assumir-se institucionalmente “early adopter” • Incorporar serviços e tecnologias emergentes • Correr riscos, não ter receio de errar e rejeitar a “cultura do perfeito”
  19. 19. Reforçando…(1/3)• O mundo já não muda como costumava mudar, é preciso questionar as nossas práticas.
  20. 20. Reforçando…(2/3)• A grande maioria dos utilizadores das bibliotecas escolares e de ensino superior nasceram e cresceram com a web, com as redes sociais e dispositivos móveis (nativos digitais).
  21. 21. Reforçando…(3/3)• A Biblioteca é um nó de uma rede cada vez maior que combinando recursos internos e externos pode oferecer novos serviços.
  22. 22. Mobile communications is more aboutcommunications than about mobility
  23. 23. Estudos… e o que é importante para…• “O telemóvel é antes de mais uma ferramenta de comunicação utilizada para falar com familiares e amigos. No entanto, apesar de 45,4% dos inquiridos ter afirmado que nunca utiliza o telemóvel por motivos profissionais (contra 26,3% que disse usar “pouco frequentemente”, 18,3% “frequentemente”, e apenas 6,1% “muito frequentemente”), a análise do uso do telemóvel em contexto profissional não deixa de ser relevante devido às implicações que tem, quer em termos sociais, como económicos.” Ver estudo: http://www.obercom.pt/client/?newsId=29&fileName=rr4.pdf Ver tb “The Mobile Communication Society”
  24. 24. Dados estatísticos - PortugalEstudo"A Utilização daInternet em Portugal2010", elaborado peloLINI – Lisbon Internet andNetworks Institute com oapoio da UMIC,apresentado a 10 Nov.Telemóvel é o 2ºequipamento de TIC deposse mais generalizada(88,7)
  25. 25. Dados estatísticos - Portugal Estudo "A Utilização da Internet em Portugal 2010", elaborado pelo LINI – Lisbon Internet and Networks Institute com o apoio da UMIC, apresentado a 10 Nov.• Dos utilizadores da Internet a quase totalidade tem telemóvel• 48,8% dos agregados domésticos tem acesso à internet , 20,4 por banda larga móvel e 2,4 por telefone móvel
  26. 26. Estudos de mercado…
  27. 27. Estudos…• The mobilelife report says that 94% of UK youth own a mobile phone http://www.mobilelife2007.co.uk/• ECAR reports that 66% of students own an Internet- capable phone but most don’t use it for Internet because of expense…this WILL change• http://www.educause.edu/ECAR/TheECARStudyofUnd ergraduateStu/163283
  28. 28. Projetos em curso (exploratórios)http://www.futureofthebook.org
  29. 29. Projetos em curso (exploratórios)http://www.territorioebook.com
  30. 30. Outros estudos… parcelares• “O estudo revela uma preocupante falta de preparação dos estabelecimentos de ensino superior para lidar com a crescente aumento dos serviços móveis”• 40% identificaram as "comunicações móveis" como uma área importante no seu plano estratégico de tecnologia“Spreading the Word: Messaging and Communications in Higher Education,”EDUCAUSE Center for Applied Research, 2009
  31. 31. Nestes estudos surgem característicasemergentes• Das gerações que hoje chegam às escolas… • Sempre conectado, multi-tarefa • Orientado para trabalho em grupo • Aprendizagem pela experimentação • Mais visual • Simultaneamente produtores e consumidores de informação
  32. 32. Recomendações• Programa Arcadia da Cambridge Univ. e The Open Univ.Piloting text alerting services - giving users the opportunity to choose whether they want notificationsby text message, email or both are likely to be taken up by at least a third of library users. These alertswould include the notifications automatically generated by the Library Management System (LMS).Piloting a text reference service – if the library receives a high volume of enquiries that require briefresponses, such as dictionary definitions, facts or service information from the library.Providing a mobile OPAC interface – perhaps using a service such as AirPac or WorldCat Mobile, orworking with their LMS supplier to develop a mobile version of their OPAC.Ensuring that the library website is accessible and will resize to smaller screens – in order to be readyfor increasing numbers of netbook users and mobile internet users in the next few years.Providing audio tours of the library - to help visitors or new users orient themselves and learn moreabout the service.Allowing mobile phone use in the library - as long as they are set to silent or to flight mode (meaningthey are not receiving a signal).
  33. 33. Contéudos paradispositivos móveis• De que modo é que as bibliotecas se estão a preparar para assegurar que os seus recursos web, nomeadamente os seus portais e catálogos, fiquem devidamente acessíveis nestes dispositivos?
  34. 34. Ponto de partida• Pró-activo • Produzir aplicações para utilizações nos aparelhos… Ver: Introducing the PLoS Medicine iPhone application • http://www.plos.org/cms/node/517
  35. 35. Aplicações• Serviços de alerta por SMS (alertas RSS)• Serviços básicos de referência• Mobile OPAC• Portal web acessível• Mapas interactivos da biblioteca• Serviço de recomendações• Disponibilizar áudio guias• M-Bases de dados e M-Repositórios• Serviços de empréstimo mobile• Conteúdos para e-books
  36. 36. Conteúdos… e serviços…• Disponibilizar podcasts• Configurar conteúdos digitais para e-books reader• Facilitar as colecções móveis de recursos• Recursos científicos e académicos• Tutoriais vídeos, screencasts• Txt a call number
  37. 37. Exemplos…• Consultar http://www.libsuccess.org/index.php?title=M- Libraries37
  38. 38. Conteúdos • American Institute of Physics iResearch iPhone application • EBSCOhost Mobile • Hoovers Mobile company information • IEEE XPlore • Lexis/Nexis Get Cases and Shepardize • PubMed for Handhelds medical database • Questia iPhone application (iTunes link) • Refworks Mobile • Westlaw legal research database • EBL Ebook Library • Google Books • OverDrive • Safari Books Online • Amazon Kindle for the iPhone (US Only) • Zotero
  39. 39. Boas práticas
  40. 40. Bibliotecas como espaços pedagógicos de literacia para3 a promoção e utilização dos novos recursos com enfoque na funcionalidade e não na tecnologia
  41. 41. Novos ambientes… (1/3)Os processos e ambientes de ensino e aprendizagem,de formação e qualificação estão confrontadosatualmente com mudanças constantes, mas que nãoresultarão necessariamente na substituição de um tipode aprendizagem por um outro.Há novas formas mais dinâmicas, personalizadase centradas no aluno. (DOWNES, 2005)
  42. 42. Novos ambientes… (2/3)Ênfase no desenvolvimento dos recursos e capacidadesnecessárias para os alunos se envolverem na aquisiçãode novas competências e para a procura doconhecimento existente nas redes criadas e mantidaspelos utilizadores. (SIEMENS, 2008)Novas abordagens caracterizadas por uma maiorabertura, participação e colaboração.
  43. 43. Novos ambientes… (3/3)O papel dos utilizadores da web na relação queestabelecem com a rede transformou-se, passando demeros pesquisadores ou consumidores de informação aprodutores e geradores de novos conteúdos.Do consumidor ao PROSUMERproducer (produtor) + consumer (consumidor)
  44. 44. 2 Nova realidade • Proliferação dos meios e plataformas digitais de comunicação • Crescimento e acesso generalizado à internet, às ferramentas de web, em particular às redes sociais • Marcam alterações no perfil dos utilizadores
  45. 45. Ponto de partida• Assumir uma atitude institucional de pioneirismo tecnológico focado na funcionalidade e não na tecnologia.• Postura de early adopter com um duplo papel:• incorporador das tecnologias nos seus sistemas e serviços,• formador dos seus públicos na utilização dos novos recursos tecnológicos.
  46. 46. http://blogs.library.duke.edu/scholcomm/2011/11/15/the-unexpected-reader
  47. 47. One very touching story is worth retelling here to make this point. PhilipBourne, a professor at UC San Diego and Editor in Chief of the journal PLoSComputational Biology, told of a rather remarkable manuscript that wassent directly to him in his editorial role. He thought it was quite a specialwork of scholarship, on computer modelling of pandemics, and askedsome of his colleagues with expertise in that field for theiropinions. Uniformly it was felt that the article was ground-breaking. Finally, Bourne met directly with the author and, unusually,urged her to submit it to the journal Science. You see, the author was afifteen-year old high school student who had done her research as avisitor in university libraries and, for a while, using a “test” login obtaineddirectly from a vendor.• The point here is not the obstacles to access that this young author encountered and overcame. The point is that she was not at all the person the authors of previous articles on the topic thought they were writing for. Yet she made a remarkable advance in the field because she was able to read those works in spite of conventional expectations.• By the way, Science selected her article for in-depth review, which is itself a big accomplishment for even experienced researchers, but ultimately decided not to publish her paper, which will now likely appear in PLoS Computational Biology, as she originally hoped.
  48. 48. O mobile permite…Permite às bibliotecas virtualizar o espaço físico,aumentando a sua realidade, amplificar a sua acção,tornando acessíveis os seus serviços, recursos e conteúdosonde e quando são necessários para um número cada vezmaior de utilizadores, captando novos públicos.
  49. 49. Explorando um exemplo
  50. 50. Mobile tagging• Processo de disponibilização de dados em dispositivos móveis, normalmente através do uso de informação codificada em códigos de barra 2D para serem lidos usando um telefone com câmara.
  51. 51. Mobile tagging: QR codes• Códigos de barras 2D são uma forma prática e conveniente de incorporar o “virtual” no espaço físico• Fornecer conteúdo útil, no momento em que ele é útil e necessário• Os códigos QR são uma tecnologia de baixo custo, fácil de implementar e de usar.
  52. 52. QR codes, DataMatrix Code, Microsoft Tag…• Como é que as bibliotecas já usam e podem usar… este mundo de aplicações• Muita imaginação com relevância, criação de conteúdos com valor acrescentado, gerar redundância. códigos de: m.ox.ac.uk
  53. 53. Aplicações (QR codes)• Nas exposições, incluindo um ligação a músicas, vídeos, sites, inquéritos ou outras informações que “ampliam” essas exposições;• Códigos nas estantes ou secções que apontam para recursos electrónicos ou bibliotecas digitais de assuntos relacionados;• Adicionar o código aos materiais impressos (folhetos, etc) para obter informações adicionais na web;• Nas mostras de arte ligando aos sites dos artistas• No catálogo para fornecer mais informações sobre um registo, incluindo a localização e o número de sistema;• Código colocado em portas de sala de estudo ou computadores ligando aos formulários de reserva;• Ligações a playlists de tutoriais vídeo da biblioteca…
  54. 54. Em conclusão• As ferramentas e aplicações mobile devem ser incorporadas numa estratégia global de serviços aos utilizadores.
  55. 55. Em conclusão• Serviços que permitem chegar a mais e novos públicos (muitos deles deslocalizados, oferta de serviços remotos).
  56. 56. Em conclusão• As ferramentas e aplicações mobile permitem a redução de barreiras entre a biblioteca e os seus utilizadores
  57. 57. Alguns problemas…• Que plataformas (suportar)?• Que dispositivos (quais os necessários no nosso contexto)?• Percepções de custos vs utilização• Quem vai tomar as decisões e quem suporta técnicamente?• Quem cria e selecciona conteúdos móveis?• Serão estas opções vantagens competitivas?• Que metodologias de investigação usar nesta nova realidade• Escassos exemplos e boas práticas nacionais
  58. 58. Agora (muitos de nós) podem…• Estudar o ambiente local e utilizadores (condições técnicas e perfil de utilização)• Arrancar com projectos piloto (parcerias)• Participar nas estratégias institucionais (m-learning, serviços de redes e comunicação)• Promover estas primeiras acções junto da comunidade (dos públicos)• Partilhar sucessos e problemas• Arriscar (ousar) participar
  59. 59. ratodebiblioteca.blogspot.comfacebook.com/pedroprincipetwitter.com/pedroprincipeyoutube.com/user/pedroprincipeslideshare.com/pedroprincipe 19 Nov. 2011
  60. 60. Referências e imagens• http://www.slideshare.net/nebraskaccess/history-of-e-books-ereaders• http://www.flickr.com/photos/shifted/1240167805• http://www.flickr.com/photos/sixesandsevens/1288663668• http://lerebooks.wordpress.com/2011/11/18/a-amazon-em-numeros-infografico• http://revolucaoebook.com.br/infografico-pirataria-online-numeros• …

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