Gotico em Portugal

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  • A Igreja de Santa Maria da Graça , igualmente conhecida como Igreja da Graça ou como Igreja de Santo Agostinho , localiza-se no Largo Pedro Álvares Cabral (também conhecido como Largo da Graça), em pleno centro histórico da cidade de Santarém . A igreja, inserida no conjunto do convento dos Eremitas Calçados de Santo Agostinho , é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade, constituindo um dos mais importantes exemplares da arte gótica no país. Neste templo, Monumento Nacional desde 1910, encontra-se sepultado Pedro Álvares Cabral , descobridor do Brasil .
  • Pormenor do Pórtico Principal e da Rosácea.
  • Pormenor do Interior
  • Foi começado em 1178 pelos monges de Cister . Está classificado como Património da Humanidade pela UNESCO e como Monumento Nacional , desde 1910, IPPAR [1] . Em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal . Em 1833, os monges abandonaram-no, tornando-se este um local de atracção para os mais de 250.000 visitantes que anualmente o visitam.
  • POR VÍDEO NO AR
  • Construído em ( 1330 )
  • O início da sua construção data da primeira metade do século XII , e prolongou-se até ao princípio do século XIII . Esse primeiro edifíco, em estilo românico , sofreu muitas alterações ao longo dos séculos. Na época gótica construiu-se a capela funerária de João Gordo (cerca de 1333), cavaleiro da Ordem dos Hospitalários e colaborador de D. Dinis , sepultado em um túmulo com jacente. Também da época gótica data o claustro (séc XIV-XV), construído no reinado de D. João I . Este rei casou-se com D. Filipa de Lencastre na Sé do Porto em 1387 .
  • Pormenor dos Claustros Góticos
  • Construção : D. Afonso Henriques (Séc. XII)
  • O Castelo de Estremoz , no Alentejo , localiza-se na cidade de Estremoz , freguesia de Santa Maria , Distrito de Évora ,
  • Arcada gótica do Paço da Audiência.
  • Gotico em Portugal

    1. 1. Estilo Gótico
    2. 2. O Estilo Gótico <ul><li>Desenvolveu-se na Europa durante a Idade Média </li></ul><ul><li>O termo gótico foi criado pelos renascentistas para dominarem um tipo de arquitectura compreendida por eles como bárbara, uma vez que destronou a arte clássica. </li></ul>
    3. 3. O Estilo Gótico <ul><li>O gótico é um estilo arquitectónico caracterizado pela forma ogival das abóbadas e dos arcos. </li></ul><ul><li>O gótico refere-se a um determinado período que se inicia com um estilo arquitectónico revolucionário, o qual durou do século XII ao XIV na maioria da Europa. </li></ul>
    4. 4. Características Gerais <ul><li>Verticalismo dos edifícios substitui o horizontalismo do Românico; </li></ul><ul><li>Paredes mais leves e finas; </li></ul><ul><li>Contrafortes em menor número; </li></ul><ul><li>Janelas predominantes; </li></ul><ul><li>Torres ornadas por rosáceas; </li></ul><ul><li>Utilização do arco de volta quebrada; </li></ul><ul><li>Consolidação dos arcos feita por abóbadas de arcos cruzados ou de ogivas; </li></ul><ul><li>Nas torres (principalmente nas torres sineiras) os telhados são em forma de pirâmide </li></ul>
    5. 5. Elementos Arquitectónicos
    6. 6. Arcada <ul><li>Uma arcada (ou arcaria ) é formada por uma sequência de arcos , em geral formando um plano divisor de espaços, os quais assentam-se em colunas . São, por exemplo, encontradas em claustros . </li></ul>
    7. 7. Abóbada <ul><li>A abóbada é uma cobertura côncava. Caracteriza-se por um tecto arqueado, usualmente constituído por pedras aparelhadas, tijolos ou betão . É um elemento pesado e que gera varios impulsos, em diversas direcções, que devem ser equilibrados ou apoiados. Assim, enquanto que as forças verticais se distribuem pelas paredes ou pelos arcos e pilares , os impulsos horizontais são contidos através do uso de contrafortes ou arcobotantes . </li></ul><ul><li>Também é a parte encurvada das pontes que tem por finalidade suportar o tabuleiro . </li></ul>
    8. 8. Arco quebrado <ul><li>O arco quebrado ou arco ogival é um novo elemento estruturante da arquitetura gótica e veio substituir o arco de volta perfeita utilizado no Românico . Geometricamente, é mais complicado de projectar, no entanto, distribui melhor as forças, tornando-se mais fácil de suportar. </li></ul><ul><li>É mais dinâmico e flexível, adaptando-se melhor aos espaços que precisa de cobrir. </li></ul>
    9. 9. Clerestório <ul><li>Em arquitectura clerestório é o nome que se dá à parte da parede de uma nave , iluminada naturalmente por um conjunto de janelas laterais do andar superior das igrejas medievais do estilo gótico . De uma forma geral, refere-se à fiada de janelas altas, dispostas sobre um telhado adjacente. O seu uso remonta às basílicas romanas. </li></ul>
    10. 10. Coluna <ul><li>Uma coluna é um elemento arquitetónico destinado a receber as cargas verticais de uma obra de arquitetura ( arco , arquitrave , abóbada ) transmitindo-as à fundação. Embora tenha a mesma função de um pilar , este é geralmente mais robusto e de secção quadrada, (o que poderia corresponder genericamente ao fuste da coluna). A coluna costuma ser caracterizada por uma estrutura mais esbelta e esguia em prumo (tradicionalmente de secção cilíndrica podendo também ser poligonal ) e que acarreta um significado histórico, decorativo e simbólico mais acentuado. Os materiais de construção podem variar entre a pedra , alvenaria , madeira , metal ou mesmo tijolo atingindo-se uma grande variedade formal e decorativa que se pode observar desde a antiguidade. </li></ul>
    11. 11. Rosácea <ul><li>A rosácea é um elemento arquitectónico ornamental usado no seu auge em catedrais durante o período gótico . Dentro do eixo condutor deste período artístico, a rosácea transmite, através da luz e da cor, o contacto com a espiritualidade e a ascensão ao sagrado. </li></ul>
    12. 12. Vitral <ul><li>Os vitrais são elementos arquitectónicos constituídos por pedaços de vidro , geralmente coloridos, combinados para formar desenhos . </li></ul>
    13. 13. Trifório <ul><li>O termo arquitectónico trifório refere-se a uma galeria estreita, aberta (ou arcada cega) sobre o andar das arcadas ou das tribunas e sob o clerestório nas paredes laterais que separam a nave principal das colaterais nas igrejas ou catedrais medievais . Esta zona sem janelas faz a ligação estética entre os outros dois elementos do conjunto dando outra plasticidade à parede que de outro modo ficaria vazia e fechada para o exterior por aí se encontrar o telhado das naves laterais (mais baixas que a nave central). </li></ul><ul><li>Com o desenvolvimento do estilo gótico outras coberturas para as alas laterais são desenvolvidas permitindo rasgar aberturas para o exterior na zona do trifório. Deste modo esta zona perde o seu objectivo e função originais. </li></ul>
    14. 14. Arcobotante <ul><li>O arcobotante é uma construção em forma de meio arco , erguida na parte exterior dos edifícios românicos e na góticos para apoiar as paredes e repartir o peso das paredes e colunas só assim se conseguiu aumentar as alturas das edificações dando forma (beleza), função (estrutura) com a técnica da época. </li></ul>
    15. 15. Arquivolta <ul><li>Arquivolta , termo de origem latina - arco + volta , é um elemento arquitectónico decorativo utilizado em conjunto (várias arquivoltas) a emoldurar uma abertura em arco , referindo-se geralmente à sua aplicação em portais de entrada de igrejas ou catedrais em estilo românico ou gótico . </li></ul>
    16. 16. Cogulho <ul><li>O elemento arquitectónico cogulho , também crochet , colchete ou cogoilo , designa um pequeno elemento decorativo em pedra representando folhas estilizadas , de uso comum na arquitectura do estilo gótico . </li></ul><ul><li>Estes elementos encurvados e retorcidos surgem em repetição, e colocados à mesma distância entre si, especialmente a rematar arestas de pináculos (coroados no pico com um florão ou crista), gabletes e arcos . </li></ul><ul><li>No gótico primitivo estas formas são bastante simplificadas passando a formas extremamente trabalhadas no gótico flamejante, quando a profusão de decoração atinge o auge do estilo e se acentua a ideia de verticalidade e de movimento em direcção ao céu. </li></ul>
    17. 17. Contraforte <ul><li>Um contraforte é reforço de muro ou muralha , geralmente constituído de um pilar de alvenaria na superfície externa ou interna de uma parede , para sustentar a pressão de uma abóbada (onde também pode funcionar em conjugação com o arcobotante ), terraço ou outros esforços que possam derrubá-la. Comumente chamado por pedreiros de &quot;gigante&quot; . </li></ul><ul><li>Na arquitectura gótica existe um novo tipo de contraforte, composto por dois elementos: o botaréu e o arcobotante . </li></ul>
    18. 18. Portal <ul><li>Em arquitetura , um portal é a entrada principal que geralmente se apresenta de forma ornamentada, usualmente numa igreja , catedral ou num grande edifício . As Portas surgiram dos antigos portais, na Grécia. </li></ul>
    19. 19. Nave <ul><li>O termo arquitectónico nave é originário do grego , referente ao espaço fechado de um templo, e do latim medieval navis . A nave é o termo referente à ala central de uma igreja ou catedral onde se reunem os fiéis de modo a assistirem ao serviço religioso. </li></ul>
    20. 20. Transepto <ul><li>O transepto é a parte de um edifício de uma ou mais naves que atravessa perpendicularmente o seu corpo principal perto do coro e dá ao edifício a sua planta em cruz . O cruzeiro é a área de intersecção dos dois eixos. </li></ul>
    21. 22. Gótico em Portugal
    22. 23. Sé Velha de Coimbra
    23. 24. Sé Velha da Guarda
    24. 25. Sé de Lisboa
    25. 26. Igreja da Graça (Santarém)
    26. 27. Igreja da Graça (Santarém)
    27. 28. Igreja da Graça (Santarém)
    28. 29. Mosteiro de Alcobaça
    29. 30. Mosteiro da Batalha
    30. 31. Mosteiro de Leça do Balio
    31. 32. Sé do Porto
    32. 33. Sé do Porto
    33. 34. Arquitectura Civil/Militar
    34. 35. Castelo de Leiria
    35. 36. Castelo de Estremoz
    36. 37. Castelo Estremoz Gótica
    37. 38. Castelo de Sta. Maria da Feira
    38. 39. História (A) – 10ºano Ensino Recorrente Nocturno <ul><li>Ana Filipa Rego </li></ul><ul><li>Eduardo MAGALHÃES Simões </li></ul><ul><li>Hugo Alexandre Sousa </li></ul><ul><li>Pedro Miguel Carvalho </li></ul>

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