BEATO JOÃO PAULO II
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PAPA JOÃO PAULO II
História pessoal, Sacerdócio, Bispo e cardeal, Eleição para o papado, Brasão e lema, Pontificado, Diálogo inter-religioso, A URI e a Teosofia, Anglicanismo, Luteranismo, Judaísmo, Igreja Ortodoxa, Budismo, Islã, Diálogo com os jovens, Oração pelas almas dos mortos, Diplomacia, Papel na queda do comunismo, Visitas papais, Visitas ao Brasil, Frei Galvão, Amabile Lucia Visintainer(Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus), Jornada Mundial da Juventude, Documentos Pontifícios, Tentativa de assassinato do Papa João Paulo II, Saúde, Os últimos dias de João Paulo II, morte e funeral, Funeral do Papa João Paulo II, Documentos pontifícios de João Paulo II, Beatificação, Canonização, Homenagens a João Paulo II, Postulador da canonização de JPII fala sobre andamento do processo, Leia relato da freira cuja cura de Parkinson foi atribuída ao papa, Conclave de agosto de 1978, Papa João Paulo I, Conclave de outubro de 1978, Wadowice, Beato João Paulo II em imagens

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    BEATO JOÃO PAULO II BEATO JOÃO PAULO II Document Transcript

    • PAPA JOÃO PAULO IIBEATO JOÃO PAULO II 262º PAPABeato João Paulo II em 2004Totus tuusNome denascimentoKarol Józef WojtyłaNascimento 18 de maio de 1920Wadowice, Pequena PolóniaPolónia
    • Eleição 16 de Outubro de 1978Entronização 22 de Outubro de 1978Fim dopontificado2 de Abril de 2005 (27 anos)Morte 2 de Abril de 2005 (84 anos)VaticanoAntecessor João Paulo ISucessor Bento XVIAssinaturaListas dos papas: cronológica · alfabéticaVeneraçãoporIgreja CatólicaBeatificação 1 de maio de 2011, Cidade doVaticano por Papa Bento XVIFestalitúrgica22 de outubroPadroeiro Co-patrono da Jornada Mundial daJuventude, dos jovensPortal dos SantosBeato Papa João Paulo II (em latim: Ioannes Paulus PP. II,em italiano: Giovanni Paolo II, em polaco: Jan Paweł II, nascido Karol JózefWojtyła, 18 de Maio de 1920 – 2 de Abril de 2005) foi o papa e líder mundialda Igreja Católica Apostólica Romana e Soberano da Cidade do Vaticano de 16de Outubro de 1978 até a sua morte. Teve o terceiro maior pontificadodocumentado da história; depois dos papas São Pedro, que reinou trinta e quatroanos, e Papa Pio IX, que reinou por trinta e um anos. Foi o únicoPapa eslavo e polaco até a sua morte, e o primeiro Papa não-italiano desdeo holandês Papa Adriano VI em 1522.
    • João Paulo II foi aclamado como um dos líderes mais influentes do séculoXX. Teve um papel fundamental para o fim do comunismo na Polónia e talvez emtoda a Europa, bem como significante na melhora das relações da Igreja Católicacom o judaísmo, Islã, Igreja Ortodoxa, religiões orientais e a ComunhãoAnglicana. Apesar de ter sido criticado por sua oposição à contracepção ea ordenação de mulheres, bem como o apoio ao Concílio Vaticano II e suareforma das missas, também foi elogiado.Foi um dos líderes que mais viajaram na história, tendo visitado 129 paísesdurante o seu pontificado. Sabia se expressar nos seguintesidiomas:italiano, francês, alemão, inglês, espanhol, português, ucraniano, russo, servo-croata, esperanto, grego clássico e latim, além do polaco, sua língua nativa.Como parte de sua ênfase especial na vocação universal à santidade, beatificou1340 pessoas e canonizou 483 santos, quantidade maior que todos os seuspredecessores juntos pelos cinco séculos passados. Em 2 de abril de 2005,faleceu devido a sua saúde débil e o agravamento da doença de Parkinson. Em19 de Dezembro de 2009 João Paulo II foi proclamado "Venerável" pelo seusucessor papal, o Papa Bento XVI. Foi proclamado Beato em 1 de Maio de 2011pelo Papa Bento XVI na Praça de São Pedro no Vaticano.História pessoalKarol Józef Wojtyła ( pronunciação polaca ) nasceu em Wadowice, umapequena localidade ao sul da Polónia, a 50 quilómetros de Cracóvia; o mais novodos três filhos de Karol Wojtyła, um polonês e de Emilia Kaczorowska, que édescrita como tendo ascendência lituana e, possivelmente, ucraniana. Emíliamorreu em 13 de abril de 1929, quando Karol tinha apenas 8 anos de idade. Suairmã mais velha, Olga, já tinha morrido antes de seu nascimento, e ele ficou muitopróximo de seu irmão Edmund, que era 14 anos mais velho e era chamadodeMundek. O seu trabalho como médico eventualmente o levaria à mortepor escarlatina, o que deixou Karol muito abalado.Ainda garoto, Karol demonstrou interesse pelos esportes, geralmentejogando futebol na posição de goleiro. Durante a sua adolescência, ele travoucontato com a grande comunidade judaica de Wadowice e os jogos de futeboleram disputados entre os times de judeus e católicos, com Wojtyła muitas vezesjogando ao lado dos judeus.Em meados de 1938, Karol e seu pai deixaram Wadowice e se mudarampara Cracóvia, onde ele se matriculou na Universidade Jaguelônica. Enquanto elese dedicava ao estudo de tópicos como filologia e diversas línguas na
    • universidade, Karol também se prontificou como voluntário na biblioteca, além deter sido obrigado a participar no alistamento obrigatório, servindo na chamada"Legião Acadêmica". Contudo, ele se recusou a atirar. Ele ainda participou dediversos grupos teatrais, atuando principalmente como dramaturgo. Foi nestaépoca que o seu talento para as línguas floresceu e ele aprendeu 12 línguasdiferentes, nove das quais ele usaria extensivamente no futuro como papa.Em 1939, as forças de ocupação da Alemanha Nazista fecharam aUniversidade Jaguelônica após a invasão da Polônia no início da Segunda GuerraMundial. Todos os homens capazes foram obrigados a trabalhar e assim, de1940 até 1944, Karol trabalhou em empregos tão diversos como mensageiro paraum restaurante, operário numa mina de calcário e para a indústriaquímica Solvay, tudo isso para evitar ser deportado para a Alemanha. Seu pai,um suboficial no Exército da Polônia, morreu de ataque cardíaco em 1941,deixando Karol como o último sobrevivente de seu grupo familiar imediato. "Eunão estive presente na morte de minha mãe, nem na do meu irmão e nem na domeu pai", ele disse, refletindo sobre esta época de sua vida, quase quarenta anosdepois, "Aos vinte, eu já tinha perdido todos os que amava".Após a morte de seu pai, ele começou a considerar seriamente a ideiado sacerdócio. Em outubro de 1942, ele bateu às portas do palácio arcebispal deCracóvia e pediu para estudar. Logo em seguida ele começou a ter aulasno seminário clandestino comandado pelo arcebispo de Cracóvia, Adam StefanSapieha.Em 29 de fevereiro de 1944, Karol foi atropelado por um caminhão daWehrmacht. O oficial alemão da Wehrmacht cuidou dele o enviou para umhospital, onde Karol passou duas semanas se recuperando deuma concussão séria e um ferimento nos ombros. Para ele, o acidente e a suasobrevivência foram a confirmação de sua vocação. Em 6 de agosto de 1944, ochamado "Domingo Negro", a Gestapojuntou os homens de Cracóvia para evitaruma rebelião similar à anterior, ocorrida em Varsóvia. Karol escapou seescondendo no porão da casa de um tio na rua Tyniecka, número 10, enquantoas tropas alemãs vasculhavam os andares superiores. Mais de oito mil homens erapazes foram levados presos naquele dia, mas Karol conseguiu depois escaparpara o palácio do arcebispo, onde ele permaneceria até a retirada dos alemães.Na noite de 17 de janeiro de 1945, os alemães fugiram da cidade e osestudantes puderam retomar o então arruinado seminário. Karol e outrosseminaristas ofereceram-se para limpar pilhas de imundíces congeladas que seacumularam nas latrinas. Karol também ajudou uma garota judia de 14 anoschamada Edith Zierer, que tinha fugido de um campo de trabalho alemãoem Częstochowa. Edith havia desmaiado na plataforma de trens e Karol acarregou e ficou com ela durante toda a viagem até Cracóvia. Ela afirma que
    • Karol salvou-lhe a vida naquele dia. A organização judaica Bnai Brith afirma queKarol ajudou a proteger muitos outros judeus poloneses dos nazistas, além de terpriorizado a amizade com os judeus.Após a guerra, enquanto vivia em Cracóvia, Karol envolveu-se em umaperseguição de motocicletas em alta velocidade, escapando por pouco da políciapolonesa.SacerdócioAo terminar os estudos no seminário de Cracóvia, Karol foi ordenado padreem 1 de novembro de 1946, Dia de Todos os Santos, pelo seu protetor, oarcebispo de Cracóvia Adam Sapieha. Ele então foi estudar Teologia em Roma,na Pontifícia Universidade Santo Tomás de Aquino, onde ele conseguiu a sualicenciatura e, posteriormente, o doutorado em Teologia (o primeiro), com atese A Doutrina da Fé segundo São João da Cruz.Retornou para a Polônia no verão de 1948 com sua primeira tarefa pastoralna vila de Niegowić, a 24 km de Cracóvia. Chegou à vila na época da colheita e asua primeira ação foi se ajoelhar e beijar o chão. Este gesto, que ele adaptou dosanto francês Jean Marie Baptiste Vianney. tornar-se-ia sua "marca registrada"durante o seu papado.Em março de 1949, Karol foi transferido para a paróquia de São Floriano,em Cracóvia. Ele lecionou Ética na Universidade Jaguelônica e,posteriormente, Universidade Católica de Lublin (hoje rebatizada em suahomenagem). Enquanto lecionava, juntou um grupo de aproximadamente 20Emilia e Karol Wojtyla, pais do Beato João Paulo II
    • jovens à sua volta que passaram a se chamar de Rodzinka, a "pequena família".Eles se encontravam para rezar, para discutir filosofia e para ajudar os cegos e osdoentes. O grupo eventualmente cresceria até ter aproximadamente 200 pessoase suas atividades se expandiram para incluir viagens anuais para esquiar e paraandar de caiaque.Em 1954 Karol Wojtyła obteve o seu segundo doutorado, em Filosofia,com uma tese avaliando a viabilidade de uma ética católica baseada no sistemaético do fenomenologista Max Scheler. Porém, a intervenção das autoridadescomunistas impediu que ele recebesse o grau até 1957.Durante este período, Wojtyła escreveu uma série de artigos no jornalcatólico de Cracóvia, Tygodnik Powszechny ("Semanal Universal"), que tratavacom os assuntos importantes na época para a Igreja. Ele se focou em criar umaobra literária original durante os primeiros doze anos do sacerdócio. A guerra, avida sob o comunismo e suas responsabilidades pastorais foram inspiração paraas suas peças e sua poesia. Karol publicou trabalhos se utilizando dedois pseudônimos - Andrzej Jawień e Stanisław Andrzej Gruda - para distinguirsua literatura de suas obras religiosas (que eram publicadas sob seu nome) etambém para que elas fossem consideradas por seus próprios méritos. Em 1960,Karol publicou o influente livro teológico Love and Responsibility ("Amor eResponsabilidade"), uma defesa dos ensinamentos tradicionais da Igreja sobre ocasamento a partir de um ponto de vista filosófico novo.Bispo e cardealEm 4 de julho de 1958, enquanto Karol estava em férias, andando decaiaque nos lagos da região norte da Polônia, o papa Pio XII o elevou à posiçãode bispo-auxiliar de Cracóvia. Ele foi então convocado a Varsóvia para seencontrar com o primaz da Polônia, o cardeal Wyszyński, que o informou de suanova função. Ele concordou em servir como bispo auxiliar juntoao arcebispo Eugeniusz Baziak e ele foi ordenado ao episcopado (como bispotitular de Ombi) em 28 de setembro de 1958. O arcebispo Baziak foi o principalconsagrador. Os então bispos auxiliares Boleslaw Kominek (futuro cardeal-arcebispo de Wroclaw) e Franciszek Jop (futuro bispo de Opole) foram osprincipais co-consagradores. Com a idade de 38 anos, Karol se tornara o maisjovem bispo da Polônia. O arcebispo Bakiak viria a morrer em junho de 1962 e,em 16 de julho, Karol Wojtyła foi escolhido como vigário capitular (administradortemporário) da arquidiocese até que um novo arcebispo pudesse ser escolhido.
    • Em outubro de 1962, Karol participou do Concílio Vaticano II (1962-1965),no qual ele contribuiu com dois dos mais importantes e históricos resultadosdo concílio, o "Decreto sobre a Liberdade Religiosa" (em latim: DignitatisHumanae) e a "Constituição Pastoral da Igreja no Mundo Moderno" (Gaudium etSpes).Ele também participou de todas as reuniões do Sínodo dos Bispos. Em 13de janeiro de 1964, o papa Paulo VI o elevou a arcebispo da Cracóvia. Em 26 dejunho de 1967, Paulo VI anunciou a promoção do arcebispo Karol Wojtyłaao Colégio de Cardeais. Wojtyła foi nomeado cardeal-padre do titulus de SanCesareo in Palatio.Em 1967, ele foi importante na formulação da encíclica Humanae Vitae,que trata das mesmas questões que impedem o aborto e o controle denatalidade por meios não-naturais. Em 1970, de acordo com uma testemunhacontemporânea, o cardeal Wojtyła foi contra a distribuição de uma carta nasredondezas de Cracóvia afirmando que o episcopado polonês estava sepreparando para comemorar os cinquenta anos da Guerra Soviético-Polonesa (lembrando que a Polônia estava então sob jugo soviético).Eleição para o papadoEm agosto de 1978, após a morte de papa Paulo VI, o Cardeal Wojtyłavotou no conclave papal que elegeu papa João Paulo I, que aos 65 anos foiconsiderado jovem pelos padrões papais. João Paulo I morreu após somente 33dias como Papa, precipitando assim um outro conclave.O recém-eleito Papa João Paulo II na varanda.
    • O segundo conclave de 1978 começou em 14 de outubro, dez dias após ofuneral do papa João Paulo I. Foi dividido entre dois fortes candidatos aopapado: Cardeal Giuseppe Siri, o conservadorArcebispo de Gênova, eo liberal Arcebispo de Florença, Cardeal Giovanni Benelli, um colaboradorpróximo de João Paulo I.Os defensores da Benelli estavam confiantes de que ele seria eleito, e noinício da votação, Benelli estava com nove votos. Entretanto, a magnitude daoposição a ambos significava que possivelmente nenhum deles receberia osvotos necessários para ser eleito, e o Cardeal Franz König, Arcebispo de Viena,individualmente sugeriu a seus colegas eleitores um candidato de compromisso:o Cardeal polonês, Karol Józef Wojtyła. finalmente ganhou a eleição na oitavavotação no segundo dia, de acordo com a imprensa italiana, com 99 votos dos111 eleitores participantes. Em seguida, ele escolheu o nome de João Paulo IIem homenagem ao seu antecessor, e a tradicional fumaça branca informou amultidão reunida na Praça de São Pedro, que um papa havia sido escolhido. Eleaceitou sua eleição com essas palavras: ‘Com obediência na fé em Cristo, meuSenhor, e com confiança na Mãe de Cristo e da Igreja, apesar das grandesdificuldades, eu aceito.’ Quando o novo pontífice apareceu na varanda, elequebrou a tradição, dizendo a multidão reunida:“ Queridos irmãos e irmãs, todos estamos ainda tristes com a morte doquerido papa João Paulo I. E agora os eminentíssimos Cardeaischamaram um novo Bispo de Roma. Chamaram-no de um país distante…Distante, mas sempre muito próximo pela comunhão na fé e na tradiçãocristã. Tive medo ao receber esta nomeação, mas o fiz com espírito deobediência a Nosso Senhor e com a confiança total na sua Mãe, a VirgemSantíssima. Não sei se posso expressar-me bem na vossa... na nossalíngua italiana. Se eu cometer um erro, por favor ‘korrijam’ [sic] me... ”Wojtyła tornou-se o 262 º papa de acordo com a ordem cronológica listados Papas e o primeiro papa não-italiano em 455 anos. Com apenas 58 anos deidade, ele foi o mais jovem papa eleito desde Pio IX em 1846, que tinha 54 anos.Assim como seu antecessor imediato, João Paulo II dispensou atraditional coroação papal e, em vez disso, recebeu a investidura eclesiástica quesimplificou acerimônia de posse papal, em 23 de outubro de 1978. Durante a suaposse, quando os cardeais estavam a ajoelhar-se diante dele para tomar seusvotos e beijar o Anel do Pescador, ele levantou-se quando o preladopolonês, Cardeal Stefan Wyszyński, ajoelhou-se, interrompeu-o e simplesmentedeu-lhe um abraço.
    • Brasão e lemaO brasão de João Paulo II foi criado por Bruno Bernard Heim.Descrição: Escudo eclesiástico. Campo de azul, com uma cruzlatina de jalde adestrada acompanhada de uma letra "M" do mesmo, no cantãodextro da ponta O escudo está assente em tarja branca. O conjunto pousadosobre duas chaves "decussadas", a primeira de jalde e a segunda de argente,atadas por um cordão de goles, com os seus pingentes. Timbre: a tiara papal deargente com três coroas de jalde. Sob o escudo, um listel de blau com o mote:"TOTVS TVVS", em letras de jalde. Quando são postos suportes, estes são doisanjos de carnação, sustentando cada um, na mão livre, uma cruz trevolada tripla,de jalde.Interpretação: O escudo obedece às regras heráldicas para oseclesiásticos. O campo de blau representa o firmamento celeste e ainda o mantode Nossa Senhora, sendo que este esmalte significa: justiça, serenidade,fortaleza, boa fama e nobreza. A cruz é o instrumento da salvação de todosos homens e representa Jesus Cristo e, sendo de jalde (ouro), simboliza: nobreza,autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio. A letra "M" representaa Virgem Maria, que segundo a doutrina católica seria a principal intercessorado gênero humano, e esteve todo o tempo junto à cruz de seu Filho (Jo 19,25),sendo de jalde (ouro), tem o significado já descrito deste metal. Os elementosexternos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duas chaves"decussadas", uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) são símbolos desuposto poder espiritual e poder temporal. E são uma referência do poder máximodo Sucessor de Pedro, relatado no Evangelho de São Mateus, que narraque Jesus Cristo disse a Pedro: "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo oque ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, serádesligado no céu" (Mt 16, 19). Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico doBrasão pontifício de João Paulo II.
    • poder supostamente dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores. Quantoa tiara papal usada como timbre, no entanto não há certeza sobre o que as trêscoroas da Tiara tripla simbolizam, como é evidente, há uma multiplicidade deinterpretações que têm sido propostas. Alguns a vinculam à autoridade tripla dopapa como "Pastor Universal (tiara superior), Competência Eclesiástica Universal(tiara do centro) e o Poder Temporal (tiara inferior)". No listel o lema "TOTVSTVVS", é uma expressão da imensa confiança do papa na Virgem Maria: "Soutodo teu, Maria", sendo que ele colocou toda a sua vida sacerdotal sob a proteçãoda Virgem.PontificadoCom mais de 26 anos, é o terceiro pontificado mais longo da História daIgreja Católica. Alguns números que se destacam são o de viagens pastorais forada Itália (mais de 100, visitando 129 países e mais de 1000 localidades),cerimónias de beatificação (147) e canonizações (51), nas quais foramproclamados 1338 beatos e 482 santos. É considerado pelo seu carisma ehabilidade para lidar com os meios de comunicação social, o Papa mais popularda História.A primeira metade do seu pontificado ficou marcada pela luta contrao comunismo na Polónia e restantes países da Europa de Leste e do mundo.Muitos poloneses consideram que o marco inicial da derrocada comunista foi odiscurso de João Paulo II em 2 de Junho de 1979, quando falou a meio milhão decompatriotas em Varsóvia e destacou o trabalho do Solidariedade. "Sem odiscurso de Wojtyla, o cenário teria sido diferente. O Solidariedade e o povo nãoteriam se sentido fortes e unidos para levar a luta adiante", acredita o escritor ejornalista Mieczylaw Czuma. "Foi o papa que nos disse para não ter medo." Dezanos depois, as eleições de 4 de Junho de 1989 foram uma "revolução semsangue" e encorajaram outros países do bloco comunista a se liberar deMoscovo. A data tornou-se simbólica da fim do socialismo real. O movimentoJoão Paulo II em visita ao Parlamento Polonês a 11 deJunho de 1999.
    • sindical Solidariedade, liderado por Lech Walesa, obteve a vitória nas primeiraseleições parcialmente livres de todo o bloco comunista.João Paulo II criticou fortemente a aproximação da Igreja como marxismo nos países em desenvolvimento, e em especial a Teologia daLibertação."Não é possível compreender o homem a partir de uma visão económicaunilateral, e nem mesmo poderá ser definido de acordo com a divisão declasses.", disse aos bispos brasileiros em 26 de Novembro de 2002. Durante asua visita a Cuba, em Janeiro de 1998, que marcou o fim de 39 anos de relaçõestensas entre a Igreja Católica e o regime de Fidel Castro, condenouo embargo económico dos E.U.A. ao país. Em 2003, por intermédio docardeal Angelo Sodano, enviou uma carta ao presidente Fidel Castro criticando"as duras penas impostas a numerosos cidadãos cubanos e, também ascondenações à pena capital". Condenou também o terrorismo e o ataqueao World Trade Center ocorrido em 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidosda América.Em relação ao Concílio Vaticano II, no qual João Paulo II participou, eletentou ativamente continuar as reformas e as ideias saídas deste Concílio,nomeadamente sobre o ecumenismo e sobre a abertura da Igreja ao mundomoderno. O Cónego João Seabra afirmou que João Paulo II "é um homem doConcílio, na sua doutrina, na sua concepção do mundo, na sua pastoral. O seumodelo de Igreja é daLumen Gentium, a sua liturgia é da SacrosanctumConcilium, a sua pastoral social é da Gaudium et Spes, João Paulo II é o Concílioem Marcha. Nesse sentido o concílio, na maneira como foi lido e aplicado pelogrande Papa João Paulo II, teve uma grande importância na quedado comunismo".Diálogo inter-religiosoA "Mãe de Deus de Kazan".
    • “ A URI e a TeosofiaA Religião Mundial Já Está Oficialmente Criada!! Equivalente Espiritual dasNações Unidas!!“A Iniciativa das Religiões Unidas ( United Religions Initiative, U.R.I. )representa a mais recente tentativa de amplo alcance da para unir as religiõescom fins globalistas.Tudo começou em 1993 numa sessão do “Parlamento das Religiões” de Chicago.A idéia de formar uma autoridade internacional dedicada a unificar as religiões domundo e constituir um ramo espiritual das Nações Unidas, foi proposta por SirSigmund Sternberg, na sua qualidade de diretor do I.C.C.J., ConselhoInternacional dos Cristãos e Judeus, conjuntamente a Robert Muller, ilustrerepresentante New Age junto às Nações Unidas.A ideia de Robert Muller e de Sternberg já havia avançado e no dia 25 deJunho de 1995, na ocasião de uma cerimônia sincretista na catedral de S.Francisco para o 50° aniversário daCarta da O.N.U., quando o bispopresbiteriano William Edwin Swing havia anunciado a intenção de fundar a UnitedReligions(Religiões Unidas).As conferências U.R.I. foram em breve estendidas aos cinco continentes,com a participação de cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, baha’i, hindus,zoroastrianos, sikh, seguidores do New Age e da Wicca (movimento neo-pagãode cultores da bruxaria), etc. Ali se decidiu elaborar mapas para a meados do ano2000, envolvendo políticos conhecidos pelas suas iniciativas de orações comuns– no estilo de Assis – para proceder enfim à fundação oficial da nova organização,a U.R.I., que tinha no seu plano de ação o objetivo de promover uma durávelcooperação inter-religiosa e criar uma cultura de justiça e paz. Para isto eraBispo W. E Swing
    • necessário induzir religiosos e leigos à gradual aceitação dessa Nova Religiãoderivada de uma filosofia (teosofia) e ecologia espiritual.Para contribuir com esta iniciativa, alguns bispos católicos fundaram, com oapoio de João Paulo II, a World Conference on Religion and Peace(W.C.R.P), Conferência mundial para a Religião e a Paz, creditada junto àO.N.U., presente em mais de 100 países e cujo primeiro presidente foi oarcebispo de Nova Dehli, Angelo Fernandes. Presidente da seção italiana doW.C.R.P. é Lisa Palmieri Billig, representante para a Itália da Anti DefamationLeague do B’nai B’rith, com sede em Roma.A sexta assembleia-geral da Conferência no dia 3 de Novembro de 1994teve seus trabalhos de abertura na sala sinodal da Santa Sé. Era a primeiraconferência inter-religiosa no Vaticano, com a presença pessoal de João Paulo IIna veste de presidente de uma assembleia de quase mil representantes de quinzecrenças diversas, inclusive as religiões indígenas da África, Austrália e Oceania.João Paulo II em Assis 1986. Sacerdotes do Panteão de Assis.
    • Sob a cúpula vaticana ecoaram por duas horas, na presença de JoãoPaulo II, versos hebraicos e do Alcorão, bem como invocações para a paz dosxintoístas, budistas e hindus, entremeados por blues africanos.A Declaração final das Conferências afirmava: Dominamos a naturezacomo se essa fosse nossa, e esta arrogância é uma causa primária da atual criseecológica. Na nossa obra de restauração da harmonia e da vida normal, devemoscomeçar por arrepender-nos das nossas ações destrutivas e efetuaruma mudança desde um modelo antropocêntrico a um bio-cêntrico ecocêntrico.Não é esta uma declaração que exalta a criação acima do Criador, ou Deusimaginário como afirma a teosofia? Chamam a isto de progresso, mas não passade um retorno ao passado. Declaram o estado como laico e o conduzem de voltaao paganismo. Na verdade são apenas estratégias para se libertarem da culturajudaico-cristã e banirem Deus do universo o qual criou. Estes são os mesmo quepromovem os movimentos contra cultura a fim de destruir as famílias.Estes são os apoiadores do anticristo, do governo supranacional e, comopode ser percebido, quem o promove é o falso cristianismo, que no momento estásendo usado, mas a organização Besta, quando não precisar mais de seusserviços o destruírá.Afirmo isto sem o menor temor de errar porque a mesma profecia queinformou que todas estas coisas aconteceriam também informa que a grandeBabilônia que é este cristianismo misturado será destruído: Caiu, caiu a grandeBabilônia.* * * * * * * * * * * * * *Obs.: As religiões e doutrinações satanistas estão focadas no homem. Aexaltação do ego é o seu principal ponto e o que atrai as pessoas que buscamsignificância neste mundo tenebroso. A Teosofia não podia ser diferente por serela uma filosofia luciferiana.”Marcelo Albertohttp://setimoshofar.blogspot.com.br/2012/05/o-aquecimento-global-e-religiao.html
    • O papa João Paulo II viajou extensivamente e se encontrou com fiéis dasmais diferentes crenças. Ele constantemente tentou encontrar afinidades,doutrinárias e dogmáticas. No Dia da Oração realizado emAssis em 27 de outubrode 1986, mais de 120 representantes de diferentes religiões e denominaçõescristãs passaram o dia em jejum e oração em honra ao seu(s) Deus(es).João Paulo II, Assis, 27 de outubro de 1986No espírito de “tamanho não interessa”, a viagem de outubro de 1986de João Paulo a Assis esteve entre os mais curtos trajetos de seu pontificado,mas também um dos mais significativos. A ideia foi a de reunir os líderes dasreligiões do mundo para rezar pela paz no berço do primeiro embaixador docatolicismo da unidade, São Francisco. Visto que a Igreja tem mais de 2 mil anosde história, é difícil encontrar algo verdadeiramente sem precedentes, mas essefoi um grande acontecimento: um pontífice romano ao lado de rabinos, muftis,xamãs e monges budistas, em um apelo comum para o Todo-Poderoso. O eventoteve um significado duradouro por três razões.Primeiro, emprestou um poderoso ímpeto ao diálogo inter-religioso ecolaborativo. João Paulo II convocaria, mais tarde, duas outras cúpulas em Assis,em 1993 e 2002, e a Comunidade de Santo Egídio começou a organizar umencontro anual de líderes religiosos “no espírito de Assis”.Em segundo lugar, demonstrou a capacidade única do papado de unirpersonalidades díspares para galvanizar a atenção da mídia e mover opiniões. Oarcebispo de Canterbury,Robert Runcie, disse: “Só o ministério petrino poderiaconvocar uma assembleia como esta”.Terceiro, enfatizou por que o historiador italiano e fundador da SantoEgídio, Andrea Riccardi, afirmou que João Paulo II não poderia exatamente serentendido como um “conservador”, uma vez que ele enfrentou duras críticas dadireita católica pelo fato de que Assis corria o risco de beirar o sincretismo e o
    • relativismo religioso. Em vez disso, Riccardi propôs que João Paulo fosserecordado como “o papa da complexidade católica”.AnglicanismoO Papa João Paulo II tinha boas relações com a Igreja da Inglaterra,chamada por seu predecessor, Paulo VI, como "nossa amada Igreja Irmã". Elediscursou na Catedral de Cantuária durante a sua visita à Grã Bretanha, erecebeu o Arcebispo de Cantuária de forma amistosa e cortês. Porém, ele sedesapontou com decisão da Igreja da Inglaterra, de oferecer o sacramento dasOrdens Sagradasàs mulheres, e viu nisto um passo contra a reunião entrea Comunhão Anglicana e a Igreja Católica.João Paulo II fez históricos esforços ecumênicos com a ComunhãoAnglicana, e apoiou o estabelecimento da Igreja Católica de Nossa Senhora daExpiação (Uso Anglicano), em cooperação com o Arcebispo Patrick Flores de SanAntonio, Texas, nos Estados Unidos.Em 1980, João Paulo II emitiu uma Provisão Pastoral, permitindo quepadres anglicanos convertidos casados, se tornassem sacerdotes católicos e queas antigas paróquias episcopais fossem aceitas na Igreja Católica. Ele permitiu acriação do uso anglicano no rito latino, que incorpora o Livro de OraçãoComum anglicano.LuteranismoEm 15-19 de novembro de 1980, João Paulo II visitou a AlemanhaOcidental, em sua primeira visita a um país com uma grande população luterana.Em Mainz, ele se encontrou com líderes luteranos e de outrasdenominações protestantes, além de outras denominações cristãs.Em 11 de dezembro de 1983, ele participou de um serviço ecumênico naIgreja Evangélica Luterana em Roma.Em sua peregrinação apostólicaà Noruega, Finlândia, Dinamarca e Suécia entre 1 e 10 de junho de 1989, JoãoPaulo II se tornou o primeiro papa a visitar países majoritariamente luteranos.Além de celebrar missas com fiéis católicos, ele participou de serviçosecumênicos em lugares que haviam sido igrejas católicas antes da reformaluterana, no século XVI, como a Catedral de Nidaros, na Noruega, próximo daIgreja de Santo Olavo, em Thingvellir, na Islândia, a Catedral de Turku na
    • Finlândia, a Catedral de Roskilde, na Dinamarca e a Catedral de Uppsala, naSuécia.Em 31 de outubro de 1999 (o 482º aniversário do Dia da Reforma, o dia emque Lutero pregou as 95 teses), representantes do Vaticano e da Lutheran WorldFederation (LWF) assinaram a Declaração Conjunta Sobre a Doutrina daJustificação como um gesto de unidade. A assinatura foi fruto do diálogo teológicoque vinha ocorrendo entre a LWF e o Vaticano desde 195.JudaísmoAs relações entre o catolicismo e o judaísmo melhoraram durante opontificado de João Paulo II Ele falou com frequência sobre a relação da Igrejacom os judeus.Em 1979, João Paulo II se tornou o primeiro papa a visitar o campo deconcentração Auschwitz, na Polônia, onde muitos de seus compatriotas(majoritariamente judeus poloneses) haviam perecido durante a ocupação alemãda Polônia na Segunda Guerra Mundial. Em 1998, o papa publicou "NósLembramos: Uma Reflexão sobre a Shoah", que delineou seu pensamento sobreo Holocausto. Ele se tornou o primeiro papa a fazer uma visita papal oficial auma sinagoga, quando ele visitou a Grande Sinagoga de Roma em 13 de abril de1986.Em 1994, João Paulo II estabeleceu relações diplomáticas formais entrea Santa Sé e o Estado de Israel, reconhecendo sua importância central na vida efé judaicas. Em honra a este evento, o papa João Paulo II patrocinou o "ConcertoPapal para Comemoração do Holocausto". Este concerto, que foi concebido econduzido pelo maestro norte-americano Gilbert Levine, contou com a presençade Elio Toaff, o Rabino principal de Roma, do presidente da Itália e desobreviventes do Holocausto vindos do mundo inteiro.Em março de 2000, João Paulo II visitou o memorial de Yad Vashem, ummonumento nacional israelense em honra às vítimas e heróis do Holocausto, edepois entrou para a história ao tocar um dos mais sagrados objetos de devoçãodo Judaísmo, o Muro das Lamentações, seguindo o costume de colocar umacarta entre as frestas de seus tijolos (na qual ele pediu perdão pelas perseguiçõescontra os judeus). Em parte do seu discurso, ele disse: "Eu asseguro o povo judeuque a Igreja Católica... está profundamente entristecida pelo ódio, atos deperseguição e mostras de anti-semitismo dirigidas contra os judeus pelos cristãos,à qualquer tempo, em qualquer lugar" e acrescentou que "não há palavras forteso suficiente para deplorar a terrível tragédia do Holocausto". O ministro
    • israelense, rabino Michael Melchior, que foi o anfitrião do papa durante a visita,disse que estava "muito comovido" pelo gesto do papa:“ Foi além da história, além da memória. ”— Rabino Michael Melchior, em 26 de março de 2000, durante a visita deJoão Paulo II a Israel[103],“ Nós estamos profundamente entristecidos pelo comportamento dos que,no curso da história, provocaram sofrimento às suas crianças e, ao pedirperdão, desejamos nos comprometer com uma irmandade genuína como povo da Aliança ”— Papa João Paulo II, em 12 de março de 2000, numa nota deixada no Murodas Lamentações,Em outubro de 2003, Liga Anti-Difamação (ADL, da sigla em inglês) emitiuum comunicado congratulando João Paulo II por seu vigésimo-quinto ano depapado. Em janeiro de 2005, João Paulo II se tornou o primeiro papa a recebera benção sacerdotal de um rabino, quando Benjamin Blech, Barry Dov Schwartze Jack Bemporad visitaram o pontífice no Salão Clementino do PalácioApostólico.Imediatamente após a morte de João Paulo II, a ADL emitiu umcomunicado afirmando que o papa João Paulo II havia revolucionado as relaçõesentre católicos e judeus e que "mais mudanças para melhor haviam ocorrido emseus vinte e sete anos de papado do que nos quase 2000 anos anteriores". Emoutro comunicado, emitido pelo diretor do conselho para assuntos australianos,israelenses e judaicos de Israel, o dr. Colin Rubenstein, afirmou que "O papa serálembrado por sua inspiradora lembrança espiritual em prol da causa da liberdadee da humanidade. Ele conseguiu muito mais em termos de transformar asrelações tanto com o povo judeu quanto com o Estado de Israel do que qualqueroutra figura na história da Igreja Católica".“ Com o judaísmo, portanto, nós temos uma relação com a qual não temoscom qualquer outra religião. Vocês são nossos queridos irmãos e, de certaforma, pode-se dizer que vocês são os nossos irmãos mais velhos ”— papa João Paulo II, em 13 de abril de 1986,
    • Igreja OrtodoxaEm maio de 1999, João Paulo II visitou a Romênia, a convite dopatriarca Teoctist Arăpaşu, da Igreja Ortodoxa Romena. Foi a primeira vez queum papa visitou um país predominantemente ortodoxo desde o Grande Cisma em1054 d.C. Quando ele chegou, o patriarca e o presidente da Romênia, EmilConstantinescu, receberam o papa. O patriarca depois afirmou: "O segundomilênio da história cristã começou com uma dolorosa chaga na unidade da Igreja;o fim deste milênio assiste agora a um real compromisso de restaurar a unidadecristã.".João Paulo II visitou outro país fortemente ortodoxo na região, a Ucrânia,entre 23 e 27 de junho de 2001, a convite do presidente da Ucrânia e dos bisposda Igreja Católica Grega da Ucrânica. O papa falou aos líderes do "Concílio Geraldas Igrejas e Organizações Religiosas Ucraniano", rogando por "um diálogoaberto, tolerante e honesto". Por volta de 200 mil pessoas compareceram àscerimônias litúrgicas celebradas pelo papa em Kiev e a liturgia em Lviv juntouquase um milhão e meio de fiéis. João Paulo II afirmou que terminar com oGrande Cisma era um dos seus mais queridos desejos[110]. Por muitos anos, JoãoPaulo II tentou facilitar o diálogo e a unidade, afirmando já em 1988,na encíclica Euntes in Mundum, que a "Europa tem dois pulmões e jamais irárespirar direito enquanto não usar ambos".Durante as suas viagens de 2001, João Paulo II se tornou o primeiro papaa visitar a Grécia em 1291 anos; Em Atenas, o papa se encontrou com Cristódulode Atenas, o arcebispo líder da Igreja Ortodoxa Grega. Após um encontro privadode 30 minutos, os dois falaram ao público. Cristódulo leu uma lista de "13ofensas" da Igreja Católica contra a Igreja Ortodoxa desde o Grande Cisma,incluindo o saque de Constantinopla pelos cruzados (1204), e reclamou pela faltade um pedido de desculpas da Igreja Católica Romana, afirmando "Até agora, nãose conhecia um único pedido de perdão" pelos"cruzados maníacos do séculoXIII".O papa respondeu dizendo "Pelas vezes, passadas e presentes, quandofilhos e filhas da Igreja Católica pecaram, por ação ou omissão, contra nossosirmãos e irmãs ortodoxos, que o Senhor nos conceda o perdão", ao queCristódulo imediatamente aplaudiu. João Paulo II disse que o saque deConstantinopla era a causa de um "profundo pesar" para os católicos.Posteriormente, João Paulo e Cristódulo se encontraram no lugar onde SãoPaulo um dia pregara para os cristão atenienses. Ali, eles emitiram um"comunicado conjunto", dizendo "Faremos tudo o que estiver em nosso poderpara que as raízes cristãs da Europa e a sua alma cristã seja preservada.... Nóscondenamos todos os recursos à violência, ao proselitismo e ao fanatismo em
    • nome da religião". Os dois líderes então rezaram o Pai Nosso juntos, quebrandoum antigo tabu ortodoxo contra rezar juntamente com católicos.O papa sempre afirmou, por todo o seu pontificado, que um dos seusgrandes sonhos era visitar a Rússia, mas isso jamais ocorreu. Ele tentou resolveros problemas que surgiram durante a história entre a Igreja Católica e a IgrejaOrtodoxa Russa, como quando ele determinou a devolução à Igreja OrtodoxaRussa do Ícone de "Nossa Senhora de Kazan", a "Theotokos" e sempre VirgemMaria. No dia 28 de agosto de 2004, a "Solenidade da gloriosíssima Dormiçãoda Theotokos", delegação representativa da Igreja Católica, chefiada pelocardeal Walter Kasper, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção daUnidade dos Cristãos, entregou o ícone, depois de um solene ofício na Catedralda Dormição, no Kremlim, em Moscovo, em que participaram numerosos fiéis.BudismoO décimo-quarto Dalai Lama, Tenzin Gyatso, visitou o papa João Paulo IIoito vezes, mais do que qualquer outro dignitário. Ambos compartilhavam visõessimilares e compreendiam o sofrimento do outro, ambos vindos de paísesafetados pelo comunismo e sendo grandes líderes de grandes religiões.IslãO papa João Paulo II fez consideráveis esforços para melhorar as relaçõesentre o catolicismo e o islamismo.Em 6 de maio de 2001, o papa João Paulo II se tornou o primeiro papacatólico da história a entrar e rezar numa mesquita. Respeitosamente removendoos seus sapatos, ele entrou na Mesquita dos Omíadas, um antiga igrejacristã bizantina dedicada a São João Batista (que, acredita-se, está enterrado lá),em Damasco, na Síria, e ali deu um discurso que incluía a seguinte afirmação:"Por todas as vezes que os cristãos e os muçulmanos se ofenderam entre si,precisamos buscar o perdão do Todo Poderoso e oferecer uns aos outros operdão" . Ele beijou o Corão nesta mesma viagem, um ato que o tornou popularentre os muçulmanos, mas que perturbou muitos católicos.Em 2004, João Paulo II patrocinou o "Concerto Papal pela Reconciliação",que reuniu líderes do Islã com líderes da comunidade judaica e da Igreja Católicano Palácio Apostólico, no Vaticano, para um concerto do Coro Filarmônico deCracóvia, da Polônia, do Coro Filarmônico de Londres, do Reino Unido,da Orquestra Sinfônica de Pittsburgh, dos Estados Unidos, e do Coro Polifônico
    • Estatal de Ancara, da Turquia. O evento foi concebido e dirigido por Sir GilbertLevine, OSGM, e foi transmitido para o mundo inteiro.João Paulo II supervisionou a publicação do Catecismo da IgrejaCatólica onde faz uma provisão especial para os muçulmanos; onde está escrito,"O plano de salvação também inclui aqueles que reconhecem o Criador, o queinclui os muçulmanos; estes professam ter a fé de Abraão, e junto conosco, elesadoram a um Deus misericordioso, juiz dos homens no último dia."Diálogo com os jovensJoão Paulo II tinha uma relação especial com a juventude católica e éconhecido por alguns como O Papa para a juventude. Antes de seu pontificado,ele participou de acampamentos e caminhadas nas montanhas com os jovens.Ele ainda fez caminhadas na montanha, quando ele foi papa. Ele estavapreocupado com a educação dos futuros sacerdotes e desde cedo fez muitasvisitas a seminários romanos, incluindo a Venerável Faculdade Inglesa em 1979.Ele criou a Jornada Mundial da Juventude em 1984 com a intenção de aproximaros jovens católicos de todas as partes do mundo a se reunirem para celebrar a fé.Estes encontros de uma semana da juventude ocorrem a cada dois ou três anos,atraindo centenas de milhares de jovens, que vão para cantar, festejar, passarbons momentos e aprofundar a sua fé. A 19ª Jornada Mundial daJuventude celebrado durante o seu pontificado, reuniu milhões de jovens de todoo mundo. Durante este tempo, seus cuidados para com a família foram expressosnos Encontros Mundiais das Famílias, que ele começou em 1994.“ Os jovens estão ameaçados... pelo mau uso das técnicas de propaganda,que estimulam a inclinação natural deles para evitar o trabalho duro, aoprometer a satisfação imediata de cada desejo. ”A Jornada Mundial da Juventude é um evento temático popularda fé católica internacional voltado para jovens, esse evento foiiniciado pelo Papa João Paulo II.
    • Oração pelas almas dos mortosPerante cerca de 20 mil pessoas na Basílica de São Pedro, em 2 deNovembro de 1983, disse (no contexto orativo católico) :"A oração pelas almas dos fiéis defuntos não deve ser interrompida, pois, narealidade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo".DiplomaciaA mediação pontifícia de João Paulo II permitiu que o Chile ea Argentina chegassem a um acordo no conflito sobre os seus limites territoriaisna região austral (Canal de Beagle) que ameaçava levar os dois países à guerra.Em 22 de dezembro de 1978 o Papa enviou o cardeal italiano Antonio Samoré aogoverno dos dois países como emissário pessoal o que levou a assinatura dosAcordos de Montevidéu, no Palácio Taranco, a 18 de Janeiro de 1979 - através doqual os dois Estados recorreram formalmente à mediação do papa - e àconclusão do dissentimento sobre a Região Austral, com a assinatura do Tratadode Paz e Amizade assinado diante do papa, na Capela Paulina (Vaticano), nodia 29 de novembro de 1984.Papel na queda do comunismoJoão Paulo II foi creditado como sendo fundamental para derrubar ocomunismo no Central e no Leste Europeu, por ser a inspiração espiritual por trásde sua queda, e um catalisador para "uma revolução pacífica" na Polônia. LechWałęsa, o fundador do ‘Solidariedade’, credita João Paulo II como dando aospoloneses a coragem de se levantar. De acordo com Wałęsa, "Antes de seupontificado, o mundo estava dividido em blocos. Em Warsaw, em 1979, eleO presidente russo Vladimir Putin se encontra com oPapa João Paulo II
    • simplesmente disse: Não tenha medo, e depois orou: Deixe o seu Espíritodescer alterar a imagem da terra... esta terra."A correspondência do presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan como Papa revela "um contínuo esforço para assegurar o apoio do Vaticano àspolíticas norte-americanas. Talvez o mais surpreendente, os documentosmostram que, por volta de 1984, o Papa não acreditava que o governo comunistapolonês poderia ser mudado."Em dezembro de 1989, João Paulo II reuniu-se com líder soviético MikhailGorbachev no Vaticano e cada um expressou o seu respeito e admiração paracom o outro. Gorbachev certa vez disse ‘O colapso da Cortina de Ferro teria sidoimpossível sem João Paulo II’. No funeral de João Paulo II, Mikhail Gorbachevdisse: "A devoção do Papa aos seus seguidores é um exemplo notável para todosnós"Em fevereiro de 2004, Papa João Paulo II foi nomeado para o PrêmioNobel da Paz em homenagem ao trabalho de sua vida na oposição aocomunismo e ajudando a remodelar o mundo.O presidente George W. Bush presenteou o Papa com a MedalhaPresidencial da Liberdade, a maior honraria civil dos EUA, durante uma cerimôniano Vaticano, em 4 de junho de 2004. O presidente leu a citação que acompanhoua medalha, que reconhece o "filho desta Polônia" cujo "apoio aos princípios depaz e liberdade inspirou milhões e ajudou a derrubar o comunismo e a tirania."Depois de receber o prêmio, João Paulo II disse, "Que o desejo de liberdade, paz,um mundo mais humano simbolizado por esta medalha inspire homens emulheres de boa vontade em todo tempo e lugar."Em relação a a política mundial, pouco antes de sua morte, a BBC disse,referindo-se a uma frase de Mikhail Gorbachev: "O Papa — disse Gorbachev asua esposa Raisa— é a autoridade moral mais importante do mundo e é eslavo".O entendimento entre as duas personalidades sem dúvida facilitou o caminhopara a democracia no bloco oriental".Nas palavras do General Wojciech Jaruzelski, último líder na Polôniacomunista, a visita de João Paulo II a Polônia em 1979, foi o "detonador" dasmudanças. Por ocasião de sua morte, o Presidente doParlamento Europeu, osocialista Josep Borrell, escreveu: "Me inclino com respeito ante a memória dessagrande personalidade que marcou de forma determinante a historia do últimoquarto de século. (...) Impunha respeito pela clareza de suas opiniões e pelasinceridade de seus esforços contínuos a favor da justiça, a paz e do respeito dadignidade e dos direitos humanos. Ninguém vai esquecer os gestos de abertura ediálogo dirigidos aos representantes das outras religiões, particularmente duranteas reuniões de Assis. A história lembrará do esforço decisivo de João Paulo II na
    • recondução dos Países da Europa Central e Oriental para a democracia e aliberdade. Lembrará, também, sua atividade, muitas vezes discreta, a favor dodiálogo entre os povos e os Estados em conflito e pela retomada dasnegociaciações entre os Países do Oriente Médio". O chanceler alemão, GerhardSchröder, declarou que o Papa tinha "influenciado a integração pacífica daEuropa em muitos aspectos. Por seus esforços e sua personalidadeimpressionante, mudou o nosso mundo".Ele também enfatiza seu compromisso com os direitos humanos: "Seucompromisso como Pontífice não era apenas difundir o Evangelho, mastransformar o Papado romano no porta-voz dos direitos humanos" —de acordocom um artigo da CNN, citando Marco Politi, autor do livro His Holiness.O equilíbrio de sua vida do ponto de vista religioso e pessoal, delineou oentão Cardeal Ratzinger, futuro papa Bento XVI, no funeral de João Paulo II:"Siga-me, disse o Senhor ressuscitado para Pedro, como sua última palavra aeste discípulo escolhido para apascentar o seu rebanho. Siga-me, esta palavrade Cristo pode ser considerada a chave para compreender a mensagem que vemda vida do nosso saudoso e amado papa João Paulo II".“ Varsóvia, Moscovo, Budapeste, Berlim, Praga, Sofia e Bucareste forametapas duma longa peregrinação em direção à liberdade. É admirável quenestes eventos, povos inteiros falaram – mulheres, jovens, homens,venceram o medo, sua sede irreprimível de liberdade aceleraram osacontecimentos, fez desabar as paredes e abriram os portões. ”— Papa João Paulo II (1989)Visitas papaisDurante o seu pontificado, o papa João Paulo II viajou para 129 países,contabilizando mais de 1,1 milhões de quilômetros viajados. Ele consistentementeatraía grandes multidões em suas viagens, algumas contando entre as maiores járeunidas na história, como a do Jornada Mundial da Juventude de 1995,em Manila, nas Filipinas, que reuniu cerca de 5 milhões de pessoas. Algunssugeriram que esta pode ter sido a maior reunião católica da história, porém semconseguir prová-lo. As primeiras visitas oficiais de João Paulo II foram paraa República Dominicana e para o México, em janeiro de 1979, e para a Polônia,em 1979, onde multidões o rodearam. Esta primeira visita à Polônia serviu paraelevar o espírito da nação e catalisou a formação do Movimento Solidariedade em
    • 1980, que trouxe de volta a liberdade e os direitos humanos para a sua terranatal.Enquanto que algumas de suas viagens (como a feita aos EstadosUnidos e à Terra Santa) foram para lugares previamente visitados por Paulo VI,João Paulo II se tornou o primeiro papa a visitar a Casa Branca em sua viagem deoutubro de 1979 aos Estados Unidos, onde ele foi recebido calorosamente pelopresidente Jimmy Carter. Ele viajou para lugares que nenhum outro papa haviajamais visitado antes, sendo o primeiro papa a visitar o México, em janeiro de1979, e Irlanda, no mesmo ano. Ele foi ainda o primeiro papa em exercício avisitar o Reino Unido, em 1982, onde ele se encontrou com a rainha IsabelII, Governadora Suprema da Igreja de Inglaterra (a Igreja Anglicana, que seseparou da Igreja Católica no reinado de Henrique VIII, mais de 400 anos antes).Ele visitou o Haiti em 1983, onde ele discursou em crioulo para milhares deempobrecidos fiéis que o esperavam no aeroporto, sua mensagem, "A situaçãoprecisa mudar no Haiti", se referindo à disparidade entre os ricos e pobres, foirecebida com um estrondoso aplauso. Em 2000, ele foi o primeiro papa modernoa visitar o Egito, onde ele se encontrou com o papa copta, Shenouda III (da IgrejaOrtodoxa Copta de Alexandria, que se separou da Igreja Ortodoxa apóso Concílio de Calcedônia, em 451) e o patriarca grego ortodoxo de Alexandria( da Igreja Ortodoxa Grega de Alexandria, separada da Igreja Católica no GrandeCisma do Oriente, em 1054). Ele foi o primeiro papa católico a visitar e rezarnuma mesquita islâmica, em Damasco, na Síria, em 2001. Ele visitou a Mesquitados Omíadas, uma antiga igreja cristã onde se acredita estar enterrado São JoãoBatista (que também é um profeta no Islã), onde fez um discurso pedindo aoscristãos, muçulmanos e judeus que trabalhassem juntos.Em março de 2000, enquanto visitava Jerusalém, João Paulo II se tornou oprimeiro papa da história a visitar e rezar no Muro das Lamentações. Emsetembro de 2001, durante os ataques de 11 de setembro, ele viajouao Cazaquistão, onde foi recebido por uma audiência majoritariamentemuçulmana, e para a Armênia, para participar da celebração dos 1700 anos decristianismo na nação.
    • Mapa indicando o s países onde João Paulo II visitou.“ Hoje, pela primeira vez na história, um bispo de Roma pisou em soloinglês. Esta bela terra, que já foi um entreposto distante do mundo pagão,se tornou, através da pregação do Evangelho, uma parte amada eabençoada do vinhedo cristão ”— Papa João Paulo II, em sua visita à Inglaterra em 1982,Viagens pelo mundo do Papa João Paulo II:1979N DATA PAÍSES01 25 de janeiro–1 República Dominicana e México9 + visitas8 visitas7 visitas5 visitas4 visitas3 visitas2 visitas1 visitas0 visita
    • de fevereiro02 2–10 de junho Polônia03 29 de setembro–7 de outubroIrlanda e Estados Unidos04 28–30 denovembroTurquia198005 2–12 de maio Zaire, República do Congo, Quênia,Gana, República doAlto Volta eCosta do Marfim06 30 de maio–2 dejunhoFrança07 30 de junho–12de julhoBrasil08 15–19 denovembroAlemanha Ocidental198109 16–27 defevereiroFilipinas, Guam, e Japão198210 12–19 defevereiroNigéria, Benim, Gabão, e Guiné Equatorial11 Maio 12–15 Portugal (incluindo Fátima)12 28 de maio–2 dejunhoGrã-Bretanha13 10–13 de junho Argentina14 15 de junho Suíça15 29 de agosto San Marino16 31 de outubro–9de novembroEspanha
    • 198317 Março 2–10 Costa Rica, Nicarágua, Panamá, ElSalvador, Guatemala, Belize,Honduras e Haiti18 16–23 de junho Polônia19 14–15 de agosto Lourdes (França)20 10–13 desetembroÁustria198421 2–12 de maio Coreia do Sul, Papua-Nova Guiné,IlhasSalomão, Tailândia22 12–17 de junho Suíça23 9–20 desetembroCanadá24 10–12 de outubro Espanha, República Dominicana,Porto Rico198525 26 de janeiro–6de fevereiroVenezuela, Equador, Peru, Trinidad e Tobago26 11–21 de maio Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo27 8–19 de agosto Togo, Costa do Marfim, Camarões,República CentroAfricana, Zaire,Quênia, Marrocos28 8 de setembro Liechtenstein198629 1–10 de fevereiro Índia30 1–8 de julho Colômbia, Santa Lúcia31 4–7 de outubro França32 19 de novembro–1 de dezembroAustrália, Nova Zelândia,Bangladesh, Fiji, Singapura,Seychelles
    • 198733 31 de março–13de abrilUruguai, Chile, Argentina34 30 de abril–4 demaioAlemanha Ocidental35 8–14 de junho Polônia36 10–20 desetembroEstados Unidos e Canadá198837 7–18 de maio Uruguai, Bolívia, Peru, Paraguai38 23–27 de junho Áustria39 10–19 desetembroZimbabwe, Botswana, Lesoto,Suazilândia, Moçambique,através daÁfrica do Sul40 8–11 de outubro França198941 28 de abril–6 demaioMadagascar, Reunião, Zâmbia, eMalawi42 1–10 de junho Noruega, Islândia, Finlândia,Dinamarca, Suécia43 19–21 de agosto Espanha44 6–16 de outubro Coreia do Sul, Indonésia, Timor-Leste,Maurício199045 45. 25 dejaneiro–1 defevereiroCabo Verde, Guiné-Bissau, Mali,Burkina Faso, Chade46 21–22 de abril Checoslováquia47 6–13 de maio México, Curação48 25–27 de maio Malta49 1–10 desetembroTanzânia, Ruanda, Burundi, Costa do Marfim
    • 199150 10–13 de maio Portugal51 1–9 de junho Polônia52 13–20 de agosto Polônia, Hungria53 12–21 de outubro Brasil199254 19–26 defevereiroSenegal, Gâmbia, Guiné55 4–10 de junho Angola, São Tomé e Príncipe56 9–14 de outubro República Dominicana199357 3–10 de fevereiro Benim, Uganda, Sudão58 25 de abril Albânia59 12–17 de junho Espanha60 9–16 de agosto Jamaica, México, Estados Unidos61 4–10 desetembroLituânia, Letônia, Estônia199462 10–11 desetembroCroácia199563 12–21 de janeiro Filipinas, Austrália, Papua-Nova Guiné, Sri Lanka64 20–22 de maio República Checa, Polônia65 3–4 de junho Bélgica66 30 de junho Eslováquia67 14–20 desetembroCamarões, Quênia, África do Sul
    • 68 4–8 de outubro Estados Unidos199669 5–12 de fevereiro Guatemala, El Salvador, Nicarágua,Venezuela70 14 de abril Tunísia71 Maio 17–19 Eslovênia72 21–23 de junho Alemanha73 6–7 de setembro Hungria74 19–22 desetembroFrança199775 12–13 de abril Sarajevo, Bósnia e Herzegovina76 25–27 de abril República Checa77 10–11 de maio Líbano78 31 de maio–10de junhoPolônia79 21–24 de agosto França80 2–5 de outubro Brasil199881 21–25 de janeiro Cuba82 21–23 de março Nigéria83 19–21 de junho Áustria84 2–4 de outubro Croácia199985 22–25 de janeiro Cidade do México no MéxicoJaneiro 26–27 Saint Louis, Missouri86 7–9 de maio Romênia87 5–17 de junho Polônia
    • 88 19 de setembro Eslovênia89 5–9 de novembro Nova Deli (Índia) e Tbilisi (Geórgia)200090 24–26 defevereiroEgito91 20–26 de março Jordânia, Israel e Palestina92 12–13 de maio Fátima em Portugal200193 4–5 de maio Atenas em Grécia5–6 de maio Síria8–9 de maio Malta94 23–27 de junho Ucrânia95 22–27 desetembroArmênia e Cazaquistão200296 22–26 de maio Azerbaijão e Bulgária97 23 de julho–1 deagostoCanadá, Guatemala, e México98 16–19 de agosto Polônia200399 3–4 de maio Espanha100 5–9 de junho Croácia101 22 de junho Bósnia e Herzegovina102 Setembro 11-14 Eslováquia2004103 5-6 de junho Suíça
    • 104 14-15 de agosto Lourdes (França)Visitas ao BrasilO papa João Paulo II esteve no Brasil quatro vezes, sendo três delasoficiais e uma delas, porém, permaneceu apenas no aeroporto, quando ia para aArgentina em 1982, onde fez um rápido discurso durante a escala de seu voo noRio de Janeiro. Na primeira, chegou ao meio-dia de 30 de junho de 1980, foirecebido pelo general João Batista Figueiredo, percorreu treze cidades emapenas doze dias, percorrendo um total de 30 000 quilômetros. Durante 12 diasJoão Paulo II percorreu as cidades de Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro,São Paulo, Vitória, Aparecida do Norte, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Recife,Salvador, Belém, Teresina e Fortaleza. Essa visita foi marcada pela expectativados brasileiros em receber pela primeira vez um Papa no país e pela beatificaçãodo jesuíta espanhol José de Anchieta, fundador da cidade de São Paulo. O Papaparticipou do X Congresso Eucarístico Nacional, realizado entre 30 de junho a 12de julho 1980, em Fortaleza, no Ceará. Durante a visita, bancos e repartiçõespúblicas fecharam, teatros atrasaram os espetáculos e os esquemas rodoviáriosforam alterados. Essa foi uma das maiores movimentações populares járegistradas no Brasil. Em pleno regime militar, defendeu a justiça social, liberdadesindical, reforma agrária, direitos humanos e educação sexual. Mas tambémcondenou a Teologia da Libertação e o aborto. Destacou-se, na primeira visita, amúsica "A bênção, João de Deus", composta para a ocasião por Péricles deBarros.A outra visita foi entre 12 e 21 de outubro de 1991, sendo recebidoem Brasília pelo então presidente Fernando Collor de Mello, visitou a Irmã Dulce,em Salvador, percorreu dez capitais e fez 31 pronunciamentos, beatificou MadrePaulina e na ocasião para um público de 60 mil pessoas, o papa afirmou durantea homilia: "Soube ela converter todas as suas palavras e ações num contínuo atode louvor a Deus. Sua conformidade com a vontade de Deus levou-a a umaconstante renúncia de si mesma, não recusando qualquer sacrifício para cumpriros desígnios divinos". O Papa abordou a questão indígena, a reprovação do usoJoão Paulo II com o cantor Roberto Carlos a 5 de Outubro de1997, na sua quarta visita ao Brasil.
    • de anticoncepcionais, o problema da divisão de terras, a família e a condenaçãodo divórcio. A visita também foi marcada pelo fato de um menino de rua de 12anos, descalço e vestido humildemente, ter ultrapassado barreira de segurança,em Goiânia, e ter se jogado nos braços do Papa, que retribuiu o carinho com umlongo abraço.Esteve também no Brasil entre 2 e 6 de outubro de 1997, foi recebido peloentão presidente Fernando Henrique Cardoso. Nessa visita o Papa participou doII Encontro Mundial com as Famílias, realizado na cidade do Rio de Janeiro,ficando por quatro dias na cidade. Em seus discursos, João Paulo II condenou odivórcio, o aborto e os métodos contraceptivos. Ele abençoou o Rio de Janeiroaos pés do Cristo Redentor.Em visita à cidade do Rio de Janeiro declarou: "Se Deus é brasileiro, opapa é carioca".Nas três visitas oficiais de João Paulo II ao Brasil, tanto o Vaticano comoos Correios editaram selos comemorativos para homenagear a passagem dopontífice no país. Ao todo foram impressos oito selos pela Casa da Moeda doBrasil. Um deles em homenagem póstuma, em 2005.Visitas a PortugalJoão Paulo II visitou Portugal 3 vezes: em 1982, 1991 e 2000 foram visitasapostólicas e em 1983 fez escala em Lisboa onde discursou.A primeira visita, de 12 a 15 de maio de 1982, ocorreu um ano após oatentado de que foi vítima em 13 de Maio de 1981. No primeiro dia de visita, JoãoPaulo II acabou sendo ferido na segunda tentativa de assassinato quando JuanMaría Fernández y Krohn o tentou esfaquear com uma baioneta, onde o papaacabou sendo ferido. Nessa visita o Papa João Paulo II depositou a bala doatentado sofrido no ano anterior em plena Praça de São Pedro no altar de NossaSenhora de Fátima. Ainda hoje a mesma bala se encontra na coroa de NossaSenhora de Fátima no Santuário de Fátima. Em 14 de maio, visitou o Santuáriode Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal, em Vila Viçosa. Namanhã de 15 de maio, visitou o Santuário de Nossa Senhora do Sameiro,em Braga, e, à tarde, viajou de helicóptero até o Porto, onde presidiu uma missacelebrada junto à Câmara Municipal, na Avenida dos Aliados. Para comemorarsua visita o CTT Correios de Portugal lançou uma emissão de selos intitulada“Visita de S.S. o Papa João Paulo II a Portugal de 12 a 15 de Maio de 1982”.Em 2 de março de 1983 fez uma escala em Lisboa, por volta da meia-noite,em viagem com destino a América Central e na ocasião uma multidão de pessoas
    • o aguardava, sendo que o papa fez uma pequena homília invocando a sua "Fé eDevoção a Nossa Senhora de Fátima".De 10 a 13 de maio de 1991, esteve nos Açores, na Madeira, Lisboa, enovamente em Fátima. Um dos pontos mais altos foi o encontro com os jovensrealizado no Estádio do Restelo, em Lisboa, em 10 de maio.A sua última visita, em que beatificou os pastorinhos de Fátima, JacintaMarto e Francisco, teve lugar em 12 e 13 de maio de 2000, em Fátima e sobreeles disse o seguinte: "grande era, no pequeno Francisco, o desejo de reparar asofensas dos pecadores, esforçando-se por ser bom e oferecendo sacrifícios eoração. E Jacinta sua irmã, quase dois anos mais nova que ele, vivia animadapelos mesmos sentimentos". Nesta peregrinação, João Paulo II ofereceu a NossaSenhora de Fátima o anel com o lema “Totus Tuus” que o cardeal Wiszinski lhehavia ofertado no início do seu pontificado. Também teve a revelação do "Terceirosegredo de Fátima que estava relacionado com o atentado de João Paulo II. Paraassinalar esta data os CTT Correios de Portugal fizeram uma emissão de selosintitulada "Visita a Portugal de Sua Santidade o Papa João Paulo II".1aVISITA DO PAPA JOÃO PAULO II 30/06 À 12/07 DE 1980
    • Num encontro emocionante, em julho de 1980, em Pernambuco, João Paulo II chamou oarcebispo de Olinda e Recife de irmão dos pobres e meu irmão, diante da multidão reunidapara a celebração de uma missa campal."Em vez de me passar um pito, por eu não estar usando o solidéu, o Santo Padre tirou o seu dacabeça e segurou numa das mãos", contava sorridente. Em 15 de agosto de 1981Daniel Militão era criança quando encontrou o PapaJoão Paulo II pela primeira vez, em um evento noColégio Santo Américo, em São Paulo, em 1980Ao ver que Daniel estava relutante em entregaras flores, João Paulo II pegou o menino no colo
    • 2aVISITA DO PAPA JOÃO PAULO II DE 12 À 21/10 DE 1991
    • Papa João Paulo II plantando pé de pau-brasil3aVISITA DO PAPA JOÃO PAULO II 02/10 À 06/10 DE 1997pé de pau-brasil plantado pelo Papa João Paulo II
    • Em 1997, no Rio de Janeiro, João Paulo II é surpreendido por um homem vestido com uniforme da PolíciaMilitar que se ajoelha com um papel nas mãos, enquanto ele desfilava no chamado "papamóvel".Removido por seguranças, o fiel gritava "eu quero falar com o Papa, eu quero falar com o Papa".
    • Frei GalvãoSanto Antônio de SantAna GalvãoFrei Galvão em pintura de artista desconhecido(circa 1850).Frei FranciscanoNascimento 10 demaio de 1739 em GuaratinguetáMorte 23 dedezembro de 1822 (83 anos) emSãoPauloVeneração por Igreja CatólicaBeatificação 8 deabril de 1997, Vaticano por JoãoPaulo IICanonização 11 de maio de 2007, SãoPaulo porBento XVI
    • Principaltemplo Mosteiro da LuzFesta litúrgica 25 de outubro1Portal dos SantosSanto Antônio de SantAna Galvão, OFM, mais conhecido como FreiGalvão (Guaratinguetá, 10 de maio de 1739 — São Paulo, 23 dedezembro de 1822) foi um frade brasileiro. Uma das figuras religiosas maisconhecidas do Brasil, famoso por seus supostos poderes de cura, Galvãofoi canonizado pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007, tornando-se oprimeiro santo nascido no Brasil. No geral, é o segundo santo católico brasileiro,já que a ítalo-brasileira Santa Paulina havia sido canonizada por João Paulo II em2002.Em julho de 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos"em concurso realizado pelo SBT com a BBC de Londres.BiografiaAntônio de SantAnna Galvão nasceu no dia 10 de maiode 1739 na freguesia de Santo Antônio de Guaratinguetá, na capitania de SãoPaulo. Era o quarto de dez ou onze filhos de uma família profundamente religiosade elevado status social e político. Seu pai, o portuguêsAntônio Galvão deFrança, era o capitão-mor da vila. Natural de Faro e ativo no mundo do comércio,França pertencia à Ordem Terceira de São Francisco e era conhecido por suagenerosidade. Sua mãe, Isabel Leite de Barros, era filha de fazendeiros emembro da família do famosobandeirante Fernão Dias Pais, conhecido como o"caçador de esmeraldas". Ela morreria prematuramente em 1755, aos 38 anos.Também conhecida por sua generosidade, Isabel teria doado todas suas roupasaos pobres à época de sua morte.Galvão passou toda sua infância na casa que se situava na esquina da Rua doHospital com a Rua do Teatro (atualmente Ruas Frei Galvão e Frei Lucas,respectivamente). O local foi demolido e recentemente reconstruído.7Aos 13anos, Galvão foi enviado pelos pais ao seminário jesuíta Colégio de Belém,localizado em Cachoeira, na Bahia, com a finalidade de estudar ciênciashumanas. Seu irmão José já se encontrava no local. No Colégio de Belém, quefreqüentou de 1752 a 1756, Galvão fez grandes progressos nos estudos sociais ena prática cristã. Ele aspirava se tornar um padre jesuíta, mas a perseguição anti-jesuíta liderada por Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal,
    • fez com que ele se mudasse para um convento franciscano em Taubaté,seguindo o conselho do pai.Aos 21 anos, em 15 de abril de 1760, Galvão desistiu do futuro promissor –visto a influência de sua família na sociedade – e se tornou umnoviço noConvento de São Boaventura de Macacu, em Itaboraí, Rio de Janeiro. Lá, eleadotou o nome religioso de Antônio de SantAna Galvão em homenagem àdevoção de sua família a Santa Ana. Durante o noviciado, Galvão se tornouconhecido por sua piedade, zelo e virtudes exemplares. Galvão fez sua profissãosolene em 16 de abril de 1761, assumindo o voto de defender o título de"Imaculada" da Virgem Maria, ainda considerada uma doutrina polêmica à época.8Em 11 de julho de 1762, Galvão foi ordenado sacerdote e transferido parao Convento de São Francisco na cidade de São Paulo, onde continuou seusestudos em teologia e filosofia. Durante a jornada do Rio de Janeiro para SãoPaulo, fez uma breve parada em Guaratinguetá para celebrar sua primeira missa,realizada na Matriz de Santo Antônio, onde ele havia sido batizado. Em 1768, elefoi nomeado confessor, pregador e porteiro do convento, considerado um cargoimportante naquela época. Se destacou de tal forma que a Câmara Municipal lheconsiderou o "novo esplendor do Convento".Em 1770, foi convidado para fazer parte da Academia Paulistana de Letras.Na segunda sessão literária, realizada em março de 1770, Galvão declamou comsucesso, em latim, dezesseis peças de sua autoria, todas dedicadas a Santa Ana.Declamou também dois hinos, uma ode, um ritmo e doze epigramas. Suascomposições são bem metrificadas e dotadas de profundo sentimento religioso epatriótico.De 1769 a 1770, atuou como confessor no Recolhimento de Santa Teresa,casa que abrigava devotas de Teresa de Ávila na cidade de São Paulo. Lá, eleMonumento em homenagem a Frei Galvão em sua cidade natal,Guaratinguetá.
    • conheceu a Irmã Helena Maria do Espírito Santo, uma freira penitente queafirmava ter visões onde Jesus lhe pedia para fundar um novo Recolhimento.Galvão, o confessor dela, estudou essas mensagens e se consultou com osoutros religiosos, que as reconheceram como válidas e sobrenaturais.Galvão ajudou a criar o novo Recolhimento, chamado Nossa Senhora daLuz, que foi fundado em 2 de fevereiro de 1774 na mesma cidade. Era baseadona Ordem da Imaculada Conceição, e se tornou um lar para meninas quedesejavam viver uma vida religiosa sem fazer votos. Com a morte repentina dairmã Helena em 23 de fevereiro de 1775, Galvão se tornou o novo diretor doinstituto, atuando como novo líder espiritual das irmãs.Naquela época, uma mudança no governo da província de SãoPaulo trouxe um líder que ordenou o fechamento do convento. Galvão aceitou adecisão, mas as freiras se recusaram a abandonar o local e, devido à pressãopopular e aos esforços do Bispo, o convento foi logo reaberto. Posteriormente,com o crescente número de novas irmãs, a construção de mais espaço deconvivência se tornou necessária. Galvão demorou 28 anos para construir umnovo convento e uma igreja, sendo esta última inaugurada em 15 de agosto de1802. Além das obras de construção e dos deveres dentro e fora de sua Ordem,Galvão se comprometeu também com a formação das irmãs.8Os estatutos queele escreveu para elas eram um guia para a vida interior e para a disciplinareligiosa.Quando as coisas pareciam estar mais calmas, uma outra intervenção dogoverno trouxe uma nova provação para Galvão. O capitão-mor sentenciou umsoldado à morte por ter ofendido a seu filho levemente, e o sacerdote foi obrigadoa se exilar por ter defendido o soldado. Mais uma vez, a pressão popularconseguiu revogar a ordem contra o padre.Imagem de Frei Galvão na Catedral de Santo Antônio, emGuaratinguetá.
    • Em 1781, Galvão foi nomeado mestre dos noviços em Macacu. Entretanto,as irmãs e o Bispo de São Paulo, Manuel da Ressurreição, recorreram aosuperior provincial, escrevendo-lhe que "nenhum dos habitantes desta cidadeserá capaz de suportar a ausência deste religioso por um único momento". Comoresultado, ele foi mandado de volta para São Paulo.8Mais tarde, em 1798, Galvãofoi nomeado guardião do Convento de São Francisco, sendo reeleito em 1801.Em 1808, Galvão teria instituído a devoção a Nossa Senhora dasBrotas em Piraí do Sul durante viagem missionária ao Paraná. Galvão, ao chegaràs margens do rio Piraí, teria decidido passar alguns dias no povoado, sehospedando na casa de Ana Rosa Maria da Conceição. Antes de ir embora,deixou de presente a ela uma estampa de Nossa Senhora das Barracas. AnaRosa colocou a lembrança numa moldura de madeira e fazia suas orações dianteda imagem. Ficou viúva, se casou de novo e se mudou de endereço. Durante amudança, a estampa se perdeu. Algum tempo depois, passando por uma regiãoonde havia ocorrido um incêndio, ela encontrou o quadro entre as cinzas e osbrotos da vegetação. A moldura havia se queimado, mas a imagem estavaapenas chamuscada. O fato foi interpretado como um milagre e a notícia seespalhou pelo povoado. Como o povo já não se lembrava do nome original daimagem, rebatizaram-na de Nossa Senhora das Brotas e erigiram uma capela emsua homenagem.Em 1811, fundou o Convento de Santa Clara em Sorocaba. Onze mesesdepois, retornou ao Convento de São Francisco, na cidade de São Paulo. Em suavelhice, obteve permissão do Bispo Mateus de Abreu Pereira e de seu tutor paraficar no Recolhimento que ajudara a criar. Veio a falecer naquele local em 23 dedezembro de 1822. Galvão foi sepultado na igreja do Recolhimento, sendo o seutúmulo até hoje um destino de peregrinação de fiéis que teriam obtido favoresdevido a sua intercessão.Na época de seu enterro, sua fama de santo já havia se espalhado portodo Brasil, sendo que os frequentadores de seu velório, desejosos em guardaruma relíquia sua, foram cortando pedaços de seu hábito, que ficou reduzido até aaltura dos joelhos de Galvão. Como ele possuía somente aquele hábito, foisepultado com o de outro frade, que ficou igualmente curto. A primeira lápide dotúmulo de Galvão teria tido o mesmo destino de sua batina, sendo pouco a poucoConvento de Nossa Senhora da Luz em 1867, 45 anos após amorte de Galvão.
    • levada pelos devotos. As pedras da lápide eram colocadas em copos com águapara tratar os enfermos.Em 1929, o Convento de Nossa Senhora da Luz tornou-se um mosteiro,sendo incorporado à Ordem da Imaculada Conceição. A edificação, atualmentechamada de Mosteiro da Luz, foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidadepela UNESCO. No local também está localizado o Museu de Arte Sacra de SãoPaulo, que abriga um dos mais representativos acervos do patrimônio sacrobrasileiro, originalmente reunido por Duarte Leopoldo e Silva, primeiro arcebispode São Paulo.MisticismoFrei Galvão era um homem de muita e intensa oração, sendo algunsfenômenos místicos atribuídos a ele, como telepatia, premonição e levitação.Casos de bilocação também foram famosos durante sua vida; segundo relatos elese fazia presente em dois lugares diferentes ao mesmo tempo para cuidar deenfermos ou moribundos que clamavam por sua ajuda.Também era procurado pelo seu alegado poder de curar doenças numaépoca em que os recursos médicos eram escassos. Numa dessas ocasiões,escreveu num pedaço de papel uma frase em latim do Ofício de Nossa Senhora("Após o parto, permaneceste virgem: Ó Mãe de Deus, intercedei por nós"). Emseguida, enrolou o papel no formato de uma pílula e deu-o a uma jovem cujasfortes cólicas renais estavam colocando sua vida em risco. Depois que ela tomoua pílula a dor cessou imediatamente e ela expeliu uma grande quantidadede cálculo renal. Em outra ocasião, um homem pediu a Galvão que ajudasse suaesposa, que estava passando por um parto difícil. Galvão fez com que elatomasse a pílula de papel, e a criança nasceu rapidamente, sem maiorescomplicações. A história das pílulas se espalhou rapidamente e Galvão teve queensinar às irmãs do Recolhimento como fabricá-las, o que elas fazem até os diasde hoje. Elas são distribuídas gratuitamente para cerca de 300 fiéis diariamente.
    • Em 25 de outubro de 1998, Galvão se tornou o primeiro religioso nascidono Brasil a ser beatificado pelo Vaticano, tendo sido declarado Venerável um anoantes, em 8 de março de 1997. Em 11 de maio de 2007, durante a visita de cincodias do Papa Bento XVI ao Brasil, se tornou a primeira pessoa nascida no Brasil aser canonizada pela Igreja Católica. A cerimônia de mais de duas horas, realizadaao ar livre no Aeroporto Militar Campo de Marte, perto docentro de São Paulo,reuniu cerca de 800 mil pessoas, segundo estimativas oficiais. Galvão foi oprimeiro santo que o Papa Bento XVI canonizou numa cerimônia realizada fora daCidade do Vaticano. Sua elevação ao status de santo veio depois que a Igrejaconcluiu que ele havia realizado pelo menos dois milagres.De acordo com a Igreja, as histórias de Sandra Grossi de Almeida eDaniella Cristina da Silva são evidências da intercessão divina de Galvão. Apóstomar uma das pílulas de papel em 1999, Almeida – que possui uma malformaçãouterina que deveria impossibilitar que ela carregasse um feto no útero por mais dequatro meses – deu à luz a Enzo. As pílulas de Galvão, de acordo com a Igreja,Papa Bento XVI celebrando a missa sagrada durante a Canonização de Frei Galvão em São Paulo em11 de Maio de 2007.Papa João Paulo II celebrando a missa sagrada durante a Beatificação deFrei Galvão no Vaticano em 25 de Outubro de 1998.
    • também seriam responsáveis pela cura, em 1990, de Daniella Cristina da Silva,uma menina de quatro anos de idade que sofria de hepatite considerada incurávelpelos médicos. Apesar da popularidade das pílulas entre os católicos brasileiros,médicos e até mesmo alguns membros do clero consideram-nas comomeros placebos. A orientação da Igreja é que somente pacientes em estadoterminal devam tomá-las.Casa de Frei Galvão Rota FranciscanaConvento de Nossa Senhora da Luz Bento XVI celebrando MissaBento XVI celebrando Missa Convento de Nossa Senhora da Luz
    • Amabile Lucia VisintainerSanta Paulina do Coração Agonizante de JesusNascimento 16 de dezembro de 1865 em VigoloVattaroMorte 9 de julho de 1942 (76 anos) em SãoPaulo, BrasilVeneração por Igreja CatólicaBeatificação 18 deOutubro de 1991, Florianópolis,Brasil por PapaJoão Paulo IICanonização 19 de maio de 2002, Vaticano por Papa JoãoPaulo IIPrincipaltemplo Santuário Santa Paulina, em NovaTrento,BrasilFesta litúrgica 9 de JulhoPortal dos SantosAmabile Lucia Visintainer, hoje Santa Paulina, (Vigolo Vattaro, 16 dedezembro de 1865 — São Paulo, 9 de julho de 1942) foi uma religiosatirolesa canonizada em 19 de Maio de 2002 pelo Papa João Paulo II.Santa Paulina é considerada uma santa ítalo-brasileira, embora, na verdade,seja austro-brasileira porque nasceu austríaca, quando toda a regiãodo Tirol pertencia ao Império Austro-húngaro. Atualmente, sua terra natal, VigoloVattaro pertence à Itália.
    • BiografiaFilha de Napoleone Visintainer (Wiesenteiner) e Anna Pianezzer, nascenuma família de poucas posses que em 1875 emigrou para o Brasilcomo muitosoutros tiroleses italianos oriundos do atual Trentino (Tirolo Italiano),estabelecendo-se na localidade catarinense de Nova Trento.Desde muito cedo, actuante nos serviços religiosos da sua paróquia, emiteos votos em 1895 e torna-se Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus.Amábile dá início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição,naatual Irmandade Santa Casa de Bragança Paulista, . Em 1903 deixa Nova Trentoe, no bairro do Ipiranga, em São Paulo, ocupa-se de crianças órfãs e de ex-escravos abandonados.A partir de 1918 passa a ter uma vida muito reservada, dedicando-se àoração e à vida contemplativa. Em 1938 já demonstrava sérios problemas desaúde causados pela diabetes até que lhe foi amputado o braço direito. Passouos últimos meses de sua vida cega, vindo a falecer em 9 de julho de 1942.Em 18 de Outubro de 1991 foi beatificada pelo Papa João Paulo II porocasião da sua visita a Florianópolis. Foi por fim canonizada em 19 demaio de 2002 pelo mesmo Papa, recebendo oficialmente o nome de SantaPaulina do Coração Agonizante de Jesus. É considerada a primeira santabrasileira, mesmo não tendo nascido no Brasil.Santuário de Santa Paulina, localizado em NovaTrento,SC, vista da rampa de acesso ao santuáro.
    • Vigollo Vattaro para O paese de Vigollo e uma graça, cheio de casaantigas e vielas, tudo muito verde e de uma paz imensa. conheca a casa ondenasceu a Madre Paulina.A casa onde nasceu a madre foi toda reformada e hoje possui trêsandares, mas o subsolo onde a família vivia foi mantido. As freiras que cuidam dolugar estavam em peregrinação, então quem nos recebeu foi uma senhora muitosimpática. Bem idosa, mas de uma boa vontade e mobilidade imensas.
    • A família habitava pequenas peças feitas de pedra e sem janelas. Duranteo inverno eles dividiam o espaço com os animais, já que essa era a única maneirade sobrevivem devido ao frio. Nós visitamos o lugar na primavera e estava bemfrio lá embaixo. Não consigo imaginar como era no inverno. A foto abaixo e dolugar onde nasceu a santa, sem seguida a foto de uma camisola e dos fios deceda produzidos por ela.Imagens da casa que hoje serve de oratório e pequeno santuárioMadre Paulina imigrou para o Brasil com nove anos de idade em 1875 eestabelecendo-se em Nova Trento. Toda a vida de irmã foi voltada a caridade, esua canonização aconteceu somente em 1965. Madre Paulina e a primeira santaBrasileira.
    • Confira alguns dos fatos marcantes na vida de Santa MadrePaulina.Cerca de 30 mil pessoas assistiram em Roma à cerimônia de canonização da Madre Paulina em18 de Outubro de 1991Amábile Lúcia Visintainer foi canonizada pelo Papa João Paulo II Em 18 deOutubro de 1991 . Italiana, ela viveu grande parte da vida na cidade de NovaTrento, no Vale do Rio Tijucas, em Santa Catarina.Na mesma cidade, ainda vivem os descendentes da Santa Madre Paulina
    • que conservam a admiração pela religiosa. Nas imagens abaixo, alguns dosmomentos importantes relacionados à Santa Paulina.— 1865: nasce em 16 de dezembro, no norte da Itália, e recebe o nome deAmábile Lúcia Visintainer.— Em outubro de 1875: vem para o Brasil com a família para morar nalocalidade de Vígolo, em Nova Trento, Santa Catarina.— 1887: com a morte da mãe, tem que cuidar da família até o pai casarnovamente. Desde pequena ajuda na Paróquia de Nova Trento e colabora, comum grupo de jovens, para comprar a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, queestá na gruta do Santuário.— Em 12 de Julho de 1890, com a amiga Virginia Rosa Nicolodi, dá início àCongregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, cuidando de uma doenteem fase terminal num casebre doado por Beniamino Gallotti. Em 1891, junta-se àirmã Teresa Anna Maule.— 1894: o trio funda a Congregação e recebe um terreno e uma casa demadeira de João Valle e Francisco Sgrott como doação.— 07 de dezembro de 1895 – Amábile faz seus votos religiosos e passa aser conhecida como Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus, a MadrePaulina.— 02 de fevereiro de1903: Santa Paulina é eleita, pelas irmãs, SuperioraGeral. No mesmo ano, deixa Nova Trento para cuidar dos ex-escravos idosos eórfãos, no São Paulo.— 24 de agosto de 1909: a Congregação cresce em Santa Catarina e SãoPaulo. As Irmãs assumem a missão evangelizadora na educação, na catequese,no cuidado aos idosos, doentes e crianças órfãs. Santa Paulina é deposta docargo de Superiora Geral pela autoridade eclesiástica e enviada para BragançaPaulista a fim de cuidar de asilados.— Setembro de 1909, em Bragança Paulista, a Madre Paulina trabalhacomo lavadeira, faxineira e enfermeira, cuidando de doentes e inválidos.
    • — 1918: é chamada a viver na Casa Geral, em São Paulo, onde ajuda naelaboração da História da Congregação. Acompanha e abençoa as Irmãs quepartem em missão para novas fundações.— 19 de maio de 1933 – Recebe o Decreto de louvor de sua obra,concedido pelo Papa Pio XI.— 18 de março de 1938 – O braço direito da Madre, que era diabética, éamputado.— Em 9 de julho de 1942, morre aos 77 anos, na Casa Geral em SãoPaulo, com fama de santidade, pois viveu as virtudes de fé, esperança e caridade— 1965: em 3 de setembro inicia-se o processo de canonização.— 23 de setembro de 1966 – Eluíza Rosa de Souza (Imbituba-SC)sobrevive a uma hemorragia interna e choque irreversível. Em seu peito foicolocado um pedaço de roupa de Madre Paulina e ela foi curada.— 18 de outubro de 1991 – Madre Paulina é Beatificada, em Florianópolis,por João Paulo II.— 5 de junho de 1992 – Iza Bruna Vieira de Souza nasce com um tumor dacabeça. Operada, sofre convulsões cerebrais e, aparentemente, sem chance desobreviver. A avó coloca um retrato de Madre Paulina perto da menina. Em 24horas, depois de ser batizada, a menina recupera a saúde.— 19 de maio de 2002 – Madre Paulina é Canonizada, na Praça de SãoPedro, e passa a ser chamada de Santa Paulina do Coração Agonizante deJesus.— No dia 17 de outubro de 1991 - O Papa João Paulo II desembarca noAeroporto Hercílio Luz para a beatifização da Madre Paulina—1988 é construída em Nova Trento a réplica do casebre de Amábile e Virginia.Chamada de Casebre, lá estão guardados documentos do nascimento, batismo,crisma de Santa Paulina, além da certidão de casamento de seus pais da Santa
    • — 1991: a beatificação de Santa Paulina, proclamada pelo Papa João Paulo II,ocorre no dia 18 de outubro, em Florianópolis— 2002: a canonização ocorre no dia 19 de maio, em Roma. Madre Paulina estáincluída na lista das Santas e Santos da Igreja Católica. Nem mesmo a chuva finaafastou a multidao de 30 mil pessoas reunida na Praca de Sao Pedro para assistira canonizacao de cinco novos santos da Igreja Catolica entre eles a MadrePaulina do Coracao Agonizante de Jesus— 8 de setembro de 2002: O então candidato à presidência Ciro Gomes e anamorada Patrícia Pillar fazem uma visita ao Santuário de Santa Paulina— 2006: Obras da catedral do Santuário em Nova Trento
    • — 2007: A catarinense Eluiza Rosa de Souza, de 65 anos, viaja a São Paulo paraver o Papa Bento XVI. A aposentada de Imbituba já tinha visto o Papa João PauloII de perto em três oportunidades, inclusive no Vaticano. Ela foi uma das primeiraspessoas a receber um milagre de Santa Paulina.—2006: Inauguração da Catedral do Santuário da Santa Paulina. Hoje, oSantuário é um parque ecológico, com estrutura para o turismo.—2010: Jogadores e comissão do Avaí visitam o santuário de Santa Paulina emNova Trento para pagar promessa de permanencia na série A do CampeonatoBrasileiro de futebol.
    • Processos de Beatificação e CanonizaçãoPara a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, acomemoração dos 10 anos de Canonização (em 2012) faz recordar todo oprocesso de beatificação e canonização de Santa Paulina. O primeiro milagre foiregistrado em Imbituba (SC), no qual foi reconhecida a cura instantânea, perfeitae duradoura de Eluíza Rosa de Souza, que possuía uma doença complexa: amorte intra-uterina do feto e sua retenção por alguns meses; extração cominstrumentos e revisão do útero, seguida de grande hemorragia e choqueirreversível. O caso foi discutido e, posteriormente, o Santo Padre ratificou emdecreto aprovando as conclusões da Congregação para as Causas dos Santos.Já o segundo milagre comprovado ocorreu com a menina Iza Bruna Vieirade Souza, de Rio Branco (AC). Ela nasceu com má formação cerebral,diagnosticada como “meningoencefalocele occipital de grande porte”. No 5º dia devida, foi submetida, embora anêmica, a uma cirurgia e, depois de 24 horas,apresentou crises convulsivas e parada cardiorrespiratória. A avó da menina,Zaira Darub de Oliveira rezou à Madre Paulina durante toda a gestação da filha etambém durante o período no Hospital. A menina Iza Bruna foi batizada no próprioHospital, dentro do balão de oxigênio, e logo se recuperou. A cura foi atestadapelo Santo Padre e, no dia 19 de maio de 2002, o Papa João Paulo II canonizouSanta Paulina, reconhecendo suas virtudes em grau heróico: humildade,caridade, fé, simplicidade, vida de oração, entre outras.
    • casa onde nasceu Madre Paulinacasa onde nasceu Madre Paulina casa onde nasceu Madre PaulinaVigolo Vattaro Trentino, Itália Vigolo Vattaro Trentino, Itália
    • Interior da casa onde nasceu Madre PaulinaVigolo Vattaro Trentino, ItáliaInterior da casa onde nasceu Madre PaulinaCasebre onde Amébile e Virginia acolhiam doentesno início da congregação. Nova Trento, SC
    • Beatificação de Madre Paulina Interior do SantuárioSantuário de Santa Paulina Iza Bruna, com 9 anos, recebe ahóstia do Papa, durante a missa decanonização no VaticanoSanta Paulina Santuário de Santa Paulina
    • Jornada Mundial da Juventude28ª Jornada Mundial daJuventudeBandeira oficial do evento frente à Catedralde Aachen, Alemanha.Primeiraedição1986Edição atual 2013Período 23 a 28 de julhoLocal(is) Rio de JaneiroGênero CatólicoIngresso pago, contribuiçõeseconômicasIdealizadoporJoão Paulo IIRealização Arquidiocese do Riode Janeiro, SetorJuventude daCNBB e PontifícioConselho para osLeigosPágina oficial http://rio2013.com/
    • Jornada Mundial da Juventude é um evento religioso criado pelo PapaJoão Paulo II em 1985, que consiste na reunião de milhões de pessoascatólicas,sobretudo jovens. O evento é celebrado a cada dois ou três anos, numa cidadeescolhida para celebrar a grande jornada em que participam pessoas do mundointeiro. Nos anos intermédios, as Jornadas são vividas localmente, no Domingode Ramos, pelas dioceses ao redor do mundo. Para cada Jornada, o Papa sugereum tema.Durante as JMJ, acontecem eventos como catequeses, adorações, missas,momentos de oração, palestras, partilhas e shows. Tudo isso em diversaslínguas. Em sua última edição, em Madrid em 2011, reuniu cerca de três milhõesde jovens. Apesar de ser proposta pela Igreja Católica, é um convite a todos osjovens do mundo. Para João Paulo II, "…a esperança de um mundo melhor estánuma juventude sadia, com valores, responsável e, acima de tudo, voltada paraDeus e para o próximo."A História das JornadasA Jornada Mundial da Juventude foi celebrada pela primeira vez, demaneira oficial, no Domingo de Ramos de 1986, em Roma. A partir de 1987 edepois, a cada dois anos, como regra geral, organiza-se a Jornada Mundial daJuventude em algum lugar determinado do mundo.Em 1987, os jovens foram convocados a Buenos Aires, onde 1 milhão departicipantes escutaram as seguintes palavras do Papa: "Repito ante vós o quevenho dizendo desde o primeiro dia do meu pontificado: que vós sois a esperançado Papa, a esperança da Igreja." (…) Dois anos depois, 600 mil jovens foram emperegrinação à cidade espanhola de Santiago de Compostela.Em 1991, 1 500 000 participantes participaram da Jornada no santuáriomariano da cidade polonesa de Czestochowa e o Papa João Paulo II foi oprimeiro Papa a falar em Esperanto. Depois da queda do Muro de Berlim, essa foia primeira ocasião em que os jovens do Leste Europeu puderam participar semproblemas do evento.Meio milhão de jovens encontraram o Papa João Paulo II em 1993, nacidade americana de Denver. Diante do impressionante cenário das MontanhasRochosas.
    • O maior encontro de todos os tempos teve lugar em 1995, por ocasião daJornada Mundial da Juventude em Manila nas Filipinas, 4 milhões de jovensaplaudiram o Papa que evocava a relação com o próximo.Em 1997, foram muitos jovens que responderam ao convite do Papa para aJornada em Paris, que terminou com um evento reunindo quase um milhão depessoas. O Jubileu do ano 2000 converteu-se também no jubileu das JornadasMundiais da Juventude. Cerca de 2,5 milhões de jovens (segundo a imprensalocal) reuniram-se em Roma para um novo mega-encontro com o Papa.A cidade canadense de Toronto foi o palco do encontro de 2002 onde 800mil pessoas encontraram-se para a última Jornada com o peregrino João Paulo II.O Papa lembrou a todos que o espírito jovem é algo que não pode ser sufocado:"Vós sois jovens e o Papa é idoso, e ter 82 ou 83 anos não é a mesma coisa queter 22 ou 23. Todavia, ele continua a identificar-se plenamente com as vossasesperanças e as vossas aspirações. Juventude de espírito, juventude de espírito!Embora eu tenha vivido no meio de muitas trevas, sob duros regimes totalitários,tive suficientes motivos para me convencer de maneira inabalável de quenenhuma dificuldade e nenhum temor é tão grande a ponto de poder sufocarcompletamente a esperança que jorra sem cessar no coração dos jovens."A Jornada entre os dias 16 e 21 de Agostode 2005 em Colónia na Alemanha (XX Jornada Mundial da Juventude, XXWeltjugendtag Köln 2005 em alemão), foi a primeira após a morte do Papa JoãoPaulo II. O evento foi presidido pelo Papa Bento XVI na que foi a primeira viageminternacional do seu pontificado, e em que mais de um milhão de jovens seajoelharam junto com o Papa navigília de 20 de agosto. Nem a variedade delinguâs, culturas, distanciaram os jovens um dos outros.Em 15 de julho de 2008, em Sydney na Austrália, iniciou-se a XXIII JornadaMundial da Juventude sob o tema: "Ides receber uma força, a do Espírito Santo,que descerá sobre vós e sereis minhas testemunhas" (At 1, 8). Em 20 de julho, namissa de encerramento, o Papa convocou os jovens do mundo todo para aXXVI Jornada Mundial da Juventude de 2011 em Madrid naEspanha. No ultimodia da Jornada Mundial da Juventude em Madrid o papa Bento XVI anunciou acidade brasileira do Rio de Janeiro como proxima sede do mega evento católicoem 2013.
    • InternacionalAno Data Sede Público Tema Hino Missa198415 deAbrilRoma,Vaticano300,000Ano SantodaRedenção:Uma festadeesperançaResta QuiCon Noi[Italiano] Santa Missa realizadana Piazza San Pietro Papa João PauloII confia a Cruz daJMJ a Juventude.198531 deMarçoRoma,Vaticano300,000AnoInternacionaldaJuventude Santa Missa realizadana Piazza San Pietro198711 deAbril–12BuenosAires,Argentina1,000,000"Assimconhecemoso amor queDeus tempor nós econfiamosnesse amor"(1 Jo 4:16)Un NuevoSol[Espanhol] Primeira JMJ fora daEuropa198915 deAgosto–20Santiago deCompostela,Espanha400,000“Eu sou ocaminho, averdade e avida”(Jo 14:6)Somos LosJóvenes[Espanhol] Missa deEncerramentorealizada no Montedo Gozo199110 deAgosto–15Częstochowa,Polónia1,600,000“Vocêsreceberam oEspírito queos adotacomo filhos"(Rm8:15)Abba Ojcze[ Polonês ItalianoEspanhol] Missa deEncerramentorealizada no JasnaGóra199310 deAgosto–15Denver,EstadosUnidos500,000Eu vim paraque tenhamvida, e atenhamplenamente (Jn10:10)(We Are)One Body[Inglês] Missa deEncerramentorealizada no CherryCreek State Park Primeira JMJ naAmérica do Norte199510 deJaneiro–15Manila,Filipinas5,000,000“Assim comoo Pai meenviou,também euvos envio"(Jo20:21)Tell theWorld of HisLove[Inglês] Missa deEncerramentorealizada no LunetaPark Recorde Mundial de
    • maior público em umencontro com o Papa Primeira JMJ na Ásia199719 deAgosto–24Paris,França2 1,200,000“Mestre,onde moras?Vinde evereis"( Jo 1:38-39)Maître EtSeigneur[Françês] Missa deEncerramentorealizadano LongchampRacecourse200015 deAgosto–20Roma,VaticanoItália2,000,000“E o Verbose fez carnee habitouentre nós"(Jo 1:14)Emmanuel[Italiano IngêsFrançês Espanhol] Missa deEncerramentorealizada no TorVergata Realizada pelaocasião do Jubileu de2000200223 deJulho–28Toronto,Canadá800,000“Vós sois osal da terra...Vós sois aluz domundo"(Mt5:13-14)Lumière DuMonde/LightOf TheWorld[ Francês InglêsEspanhol Italiano] Missa deEncerramentorealizada no ParqueDownsview Última JMJ com apresença do PapaJoão Paulo II Primeira JMJ noCanadá200516 deAgosto–21Colônia,Alemanha1,200,000"Viemosadorá-lo"(Mt 2:2)VenimusAdorare Eum[ Alemão LatinFrancês EspanholInglês Italiano] Missa deEncerramentorealizadaem Marienfeld Primeira JMJ com apresence do PapaBento XVI200815 deJulho–20Sydney,Austrália400,000"Recebereisa força doEspíritoSanto, quevirá sobrevós, e sereisminhasReceive ThePower[ Inglês ItalianoEspanhol Francês] Missa deEncerramentorealizada noRandwickRacecourse
    • testemunhas" (Ac 1:8)  Primeira JMJna Oceania esegundano Hemisfério Sul201116 deAgosto–21Madrid,Espanha1,400,000-2,000,000” Enraizadose edificadosem Cristo...firmes na fé”(Col2:7)Firmes en laFe[ Espanhol InglêsFrancês ItalianoAlemão Polaco] Missa deEncerramentorealizada noAeroportoCuatro Vientos Espanha se torna oprimeiro país (fora doVaticano/Itália) asediar a JMJ duasvezes.201323 deJulho–28Rio deJaneiro,BrasilTBD"Ide e fazeidiscípulosentre todasasnações”!(Mt28:19)"EsperançadoAmanhecer" Missa deEncerramentorealizada no Camposda Fé JMJ retorna àAmérica do Suldepois de mais deduas décadas....1 - Attendance numbers reflect the total number at the closing Mass whichincludes many locals who attended only that one event. Unless otherwisereferenced, the numbers are quoted from the USCCB website.2 - This lists languages used in the main international version of the anthem. Localversions of the anthem in other languages (and alternate versions) may have alsobeen produced.1 - Números de atendimento refletir o número total no missa de encerramento queinclui muitos locals que assistiram só que uma evento. Salvo disposição emcontrário referenciada, os números são cotados a partir de o website USCCB.2 - Este listas de línguas usado em o principal versão internacional do o hino.Versões locais de o hino em outros idiomas (e as versões alternados) tambémpode ter sido produzido.
    • História da Cruz da JMJ (A Cruz e o Ícone das Jornadas)A Cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo,Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, muitos a chamam de Cruz dosJovens porque ela foi entregue pelo papa João Paulo II aos jovens para que alevassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símboloda fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o AnoSanto da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No finaldaquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruzcomo um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, emnome de toda a juventude foram os jovens do Centro Juvenil Internacional SãoLourenço em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião:"Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinaldeste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolodo amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte eressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção". (SuaSantidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 2004).Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Levaram a cruz ao CentroSão Lourenço, que se converteria em sua morada habitual durante os períodosem que ela não estivesse peregrinando pelo mundo.Desde 1984, a Cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa,além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e agora naAustrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundialda Juventude. Em 1994 a Cruz começou um compromisso que, desde então, setornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do pais sede de cada JMJinternacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento.O Ícone de Nossa SenhoraEm 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fépara ser levado pelo mundo, acompanhando a Cruz da JMJ: o Ícone de NossaSenhora, "Salus Populi Romani", uma cópia contemporânea de um antigo esagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus,no ocidente, Santa Maria Maior.
    • "Hoje eu confio a vocês… o Ícone de Maria. De agora em diante ele vaiacompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a Cruz. Contemplema sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovensque são chamados, como o Apóstolo João, a acolhe-la em suas vidas" (Roma,18ª Jornada Mundial da Juventude, 2003).Papa Bento XVI continua o legadoO Papa Bento XVI, continuando o legado de seu predecessor, falou nacerimônia de entrega da Cruz e do Ícone da JMJ de um grupo de jovens alemãespara uma delegação de jovens australianos no Domingo de Ramos de 2006.Então enfatizou porque o Ícone de Maria pertence à peregrinação da Cruz daJMJ."Nossa Senhora esteve presente no cenáculo com os Apóstolos quando elesestavam esperando por Pentecostes. Que ela seja vossa mãe e guia. Que ela vosensine a receber a palavra de Deus, a valoriza-la e medita-la em seu coração (cf.Lc 2,19) como ela fez com sua vida. Que ela possa encorajar-vos a dizer o vosso"sim" ao Senhor ao viver "a obediência da fé". Que ela possa ajudar-vos apermanecer fortes na fé, constantes na esperança, perseverantes na caridade,sempre atentos à palavra de Deus".Ao observarmos Maria no Ícone carregando seu Filho, ela nos ensina comolevá-lo para o mundo.Milhões de jovens nos últimos 20 anos participaram das Jornadas Mundiaisda Juventude. Centenas de milhares mais participaram da graça do evento peloseu encontro com a Cruz e o Ícone da JMJ. Esses símbolos são apresentados aomundo de forma mais contundente pelos jovens que os levam não por algunsmomentos ou horas, mas pelo exemplo de suas vidas cristãs diariamente.
    • Perguntas e Respostas sobre a Jornada Mundial da Juventude Título ainda não informado (favor adicionar) (em português)1 - O que é a Jornada Mundial da Juventude (JMJ)?A Jornada Mundial da Juventude é a semana de eventos da Igreja Católica paraos jovens e com os jovens. Ela reúne milhares de jovens do mundo todo paracelebrar e aprender sobre a fé católica e para construir pontes de amizade eesperança entre continentes, povos e culturas, além de compartilhar entre si avivência da espiritualidade.Inspirado por grandes encontros de jovens do mundo em eventos especiaisocorridos no Domingo de Ramos em Roma em 1983 e 1984, o Papa João Paulo IIestabeleceu a Jornada Mundial da Juventude como um evento anual e um meiopara alcançar a nova geração de católicos e propagar os ensinamentos da Igreja.2 - Quando elas ocorrem?São celebradas anualmente. Em intervalos de 2 ou 3 anos, uma cidade éescolhida para celebrar a grande Jornada, na qual participam centenas demilhares de pessoas do mundo inteiro. Nos anos intermediários, as JMJs sãovividas localmente, no Domingo de Ramos, por algumas dioceses ao redor domundo. Para cada Jornada, o Santo Padre sugere um tema.3 - O que acontece nas JMJs?Durante as JMJs acontecem eventos como catequeses, adorações, missas,momentos de oração, palestras, partilhas e shows. Tudo isso em diversaslínguas. Mas todas as atividades com o mesmo objetivo: a busca de Deus.Em sua última edição, na Espanha, reuniu mais de um milhão e meio de jovens.Apesar de ser proposta pela Igreja Católica, é um convite a todos os jovens domundo.Para João Paulo II, a esperança de um mundo melhor está numa juventude sadia,com valores, responsável e, acima de tudo, voltada para Deus e para o próximo.
    • Jornadas Mundiais da Juventude 1986 - Roma, Itália 1987 - Buenos Aires, Argentina 1989 - Santiago de Compostela, Espanha 1991 - Częstochowa, Polônia 1993 - Denver, Estados Unidos 1995 - Manila, Filipinas 1997 - Paris, França 2000 - Roma, Itália 2002 - Toronto, Canadá 2005 - Colónia, Alemanha 2008 - Sydney, Austrália 2011 - Madrid, Espanha 2013 - Rio de Janeiro, BrasilJornada Mundial da Juventude no Brasil (Rio 2013)No dia 21 de agosto de 2011, ao concluir a Missa de envio no aeródromo deQuatro Ventos em Madrid (Espanha), o Papa Bento XVI anunciou que a seguinteJornada Mundial da Juventude será na cidade do Rio de Janeiro no Brasil. Oanúncio fez saltar de alegria todos os brasileiros presentes assim como muitosdos latino-americanos reunidos na JMJ de Madrid e os jovens também reunidosno Maracanãzinho no Rio de Janeiro em vigília, na expectativa para o anúncio doPapa. Ao fazer o esperado anúncio, o Santo Padre disse: "agrada-me anunciaragora que a sede da próxima Jornada Mundial da Juventude, em 2013, será o Riodo Janeiro", logo depois do qual teve que fazer uma pausa pela euforia vividaapós estas palavras. Bento XVI animou logo os presentes a pedirem ao Senhor"desde este instante que assista com sua força a quantos deverão pô-la emmarcha e aplaine o caminho para os jovens de todo o mundo para que possamreunir-se novamente com o Papa nessa bela cidade brasileira". Antes de saudarem outros idiomas, o Papa disse: "Antes de nos despedirmos e depois que osjovens da Espanha entreguem aos do Brasil a cruz das Jornadas Mundiais daJuventude, como Sucessor de Pedro confio todos os aqui presentes esta grandetarefa: levem o conhecimento e o amor de Cristo por todo mundo". (ACIDigital adaptado).
    • No dia 7 de maio de 2013, o Vaticano divulga a agenda oficial do pontífice,confirmando a visita do Papa em favela no Rio e ida a Aparecida (SP). Franciscochega à cidade no dia 22 de julho e retorna a Roma ao término da JornadaMundial da Juventude (JMJ), em 28 de julho.13Jornada Mundial da JuventudeCelebrações a nível internacionalPapaJoão Paulo IIRoma 1984 • Roma 1985 • Buenos Aires 1987 • Santiagode Compostela 1989 • Częstochowa 1991 • Denver1993 • Manila 1995 • Paris 1997 • Roma 2000 • Toronto2002PapaBento XVIColônia 2005 • Sydney 2008 • Madri 2011PapaFranciscoRio 2013Imagens do JMJ de algumas edições mundiais
    • No Luneta Park, no dia 15 de janeiro de 1995, foi entre quatro e cinco milhões — o maior público de umevento papal e uma das maiores concentrações pacíficas na história humana.
    • Documentos PontifíciosAo todo são 14, as encíclicas escritas por João Paulo II ao longo do seupontificado e diversos os pronunciamentos sobre todos os campos da atividadehumana onde houvesse necessidade de se dar um critério ético ou moral deação.Hábitos religiososSegundo o livro Why a Saint? publicado em Janeiro de 2010 por SlawomirOder, monsenhor que cuida do processo de beatificação de João Paulo II, o Paparealizava a prática conhecida no cristianismo como mortificação, ou seja, auto-flagelação, para atingir um grau mais próximo de Deus. Oder diz que no armáriodo pontífice existia uma cinta utilizada para executar o ato e que também KarolWojtyla dormia algumas vezes no chão para praticar ascetismo.Posições sociais e políticasJoão Paulo II foi considerado um conservador em doutrina e questõesrelacionadas com a reprodução e a ordenação de mulheres.O Papa no Brasil, em 1997, já com a saúde fraca
    • Enquanto o Papa estava visitando os Estados Unidos da América, disse,"Toda a vida humana, desde os momentos de concepção e por todas as fasessubsequentes, é sagrada."Uma série de 129 palestras dadas por João Paulo durante uma quarta-feirade audiências em Roma entre setembro de 1979 e novembro de 1984, forammais tarde compilados e publicados em uma única obra, intitulada Teologia doCorpo, uma longa meditação sobre a sexualidade humana. O Papa condenouo aborto, eutanásia e praticamente todos os usos da pena de morte, chamandoisso de "cultura da morte" que é difundida no mundo moderno. Ele fez campanhapara a anulação da dívida mundial e também pela justiça social.Teologia da libertaçãoEm 1984 e 1986, através do Cardeal Ratzinger, líder da Congregação paraa Doutrina da Fé, João Paulo II oficialmente condenou vários aspectosda Teologia da libertação, especialmente proeminente na América do Sul. Atentativa de Óscar Romero, durante a visita de João Paulo II à Europa, de obteruma condenação para o regime de El Salvador, denunciado por violações dosdireitos humanos e por sustentar o Esquadrão da Morte, foi um fracasso. Em suaviagem para Managua, Nicaragua em 1983, João Paulo II duramente condenou oque ele apelidou de "Igreja popular" (i.e. "comunidades eclesiais de base" (CEBs)apoiado pelo CELAM), e tendências do clero nicaraguense, para apoiar aesquerda Sandinista, lembrando o clero das suas funções de obediência paracom a Santa Sé. Durante essa visita Ernesto Cardenal, um padre e ministro nogoverno sandinista, ajoelhou-se para beijar a mão do Papa, João Paulo IIlevantou-o, lhe apontou o dedo, e disse: "Você deve endireitar a sua posição coma Igreja."Visões sobre a sexualidadeUm estudo de 1997 determinou que 3% das declarações do papa foramsobre a questão da moralidade sexual.O Papa reafirmou que os ensinamentos existentes da Igreja em relaçãoaos transsexuais, como a Congregação para a Doutrina da Fé, que elesupervisionou, deixando claro que os transexuais não poderiam servir emposições da Igreja.
    • Enquanto que tomou uma posição tradicional sobre a sexualidade, defendendo aoposição moral da Igreja em relação ao casamento entre pessoas do mesmosexo, o Papa afirmou que as pessoas com inclinações homossexuais possuem amesma dignidade e direitos como todos os outros. Em seu último livro, Memória eIdentidade, ele se referiu às "pressões" sobre o Parlamento Europeu para permitiro "casamento homossexual". No livro, citado pela Reuters, ele escreveu: "Élegítimo e necessário perguntar-se se isso não é, talvez, parte de uma novaideologia do mal, talvez mais insidiosa e oculta, que é contra os direitos humanoscontra a família e contra o homem."EvoluçãoEm 22 de outubro de 1996, em um discurso para a seção plenáriana Pontifícia Academia das Ciências, no Vaticano, o Papa João Paulo II disse daevolução que "esta teoria tem sido progressivamente aceita pelos pesquisadores,após uma série de descobertas em vários campos do conhecimento. Aconvergência, nem pensada, nem fabricada, dos resultados do trabalho que foiconduzido de forma independente é em si um argumento significativo em favordessa teoria." O Papa classificou isto notando que, "ao invés da teoria daevolução, deveríamos falar de várias teorias da evolução." Algumas dessasteorias, ele observou, têm uma base puramente materialista filosófica que não écompatível com a fé católica: "Consequentemente, as teorias da evolução que, deacordo com as filosofias que as inspiram, consideram a mente como emergentedas forças da matéria viva, ou como um mero epifenómeno desta matéria, sãoincompatíveis com a verdade sobre o homem.Embora geralmente aceitando a teoria da evolução, João Paulo II fez umagrande exceção – a alma humana. "Se o corpo humano tem sua origem na vidamaterial que pré-existe, a alma espiritual é imediatamente criada por Deus".Guerra do IraqueEm 2003, tornou-se um proeminente crítico da Invasão do Iraque em 2003liderada pelos EUA. Em seu discurso em 2003, o Papa declarou sua oposição àinvasão ao afirmar, "Não à guerra! A guerra não é sempre inevitável. É sempreuma derrota para humanidade." Ele mandou o ex-Pró-Núncio Apostólico para osEstados Unidos Cardeal Pío Laghi para conversar com o presidenteamericanoGeorge W. Bush para expressar a oposição à guerra. João Paulo II
    • disse que cabe para as Nações Unidas resolver os conflitos internacionais pormeio da diplomacia e que uma agressão unilateral é um crime contra a paz e umaviolação do direito internacional.Tentativa de assassinato do Papa João Paulo IITentativa de assassinato de João Paulo IIO lugar em que o Papa foi atingido pelos disparosfoi marcado por uma rocha na Praça de SãoPedroLocal Praça de São Pedro, VaticanoData 13 de maio de 1981Tipo de ataque disparos de arma de fogoFeridos 3Responsável Mehmet Ali AğcaQuando ele entrou na Praça de São Pedro para discursar para umaaudiência em 13 de maio de 1981, uma quarta-feira, João Paulo II foi atingidoquatro vezes e gravemente ferido por Mehmet Ali Ağca, um perito atirador turcoque era membro do grupo militante facista Lobos Cinzentos. O assassino usouuma pistola semi-automática 9 mm Browning, atingindo-o no abdômen eperfurando seu cólon e intestino delgado várias vezes. João Paulo II foi levado àspressas para a Policlínica Gemelli. No caminho para o hospital, ele perdeu a
    • conciência. Ele passou por cinco horas de cirurgia para tratar sua perda maciçade sangue e feridas abdominais. Os cirurgiões realizaram uma colostomia,reencaminhando temporariamente a parte superior do intestino grosso para deixara parte danificada inferior curar. Quando ele ganhou rapidamente a consciênciaantes de ser operado, ele instruiu os médicos para não remover o seu Escapuláriode Nossa Senhora do Carmo durante a operação. O Papa afirmou que NossaSenhora de Fátima ajudou a mantê-lo vivo durante todo o seu calvário.Internado de urgência na Policlínica Agostini Gemelli, o papa foi submetidoa delicada cirugia de cinco horas e vinte minutos, com extirpação de 55centímetros de intestino. A 20 de Junho, 17 dias depois de ter alta, é internado denovo na mesma clínica de Roma para ser tratado de uma infecção decytomegalovirus, resultante da operação anterior.Coincidentemente, os tiros disparados contra o Papa foram feitos no dia 13de maio. Nesta data, em 1917, Nossa Senhora de Fátima teria feito a suaprimeira aparição aos três pastorinhos. O Pontífice sempre afirmou que a VirgemMaria teria "desviado as balas" e salvo a sua vida nesse dia. Um ano depois, a 13de Maio de 1982 e já recuperado, João Paulo II visita pela primeira vezo Santuário de Nossa Senhora de Fátima para agradecer à Virgem o ter salvo. OSanto Padre ofereceu uma das balas que o atingiu ao Santuário. Essa bala foiposteriormente colocada na coroa da Virgem, onde permanece até hoje.“ Eu poderia esquecer que o evento (Tentativa de assassinato de Ali Agca)na Praça de São Pedro teve lugar no dia e na hora em que a primeiraaparição da Mãe de Cristo aospastorinhos estava sendo lembrada por 60anos em Fátima, Portugal? Mas em tudo o que aconteceu comigo naquelemesmo dia, senti que a proteção extraordinária maternal e cuidadosa,acabou por ser mais forte do que a bala mortal. ”—Papa João Paulo II -Memória e Identidade, Weidenfeld & Nicolson, 2005, p.184Em 2 de março de 2006, uma comissão parlamentar italiana, a ComissãoMitrokhin, criada por Silvio Berlusconi e dirigida pelo senador da ForzaItalia, Paolo Guzzanti, concluiram que a União Soviéticaestava por trás doatentado contra a vida de João Paulo II, em retaliação do apoio dado pelo Papapara a organização Solidariedade, o movimento católico de trabalhadorestrabalhadores pró-democracia, uma teoria que já havia sido apoiada por MichaelLedeen e a Agência Central de Inteligência dos Estado Unidos. O relatórioitaliano declarou que certamente os departamento de segurança
    • da Bulgária Comunista foram utilizados para evitar que fosse descoberto o papelda União Soviética. O relatório afirmou que a Inteligência militarsoviética (Glavnoje Razvedyvatelnoje Upravlenije)—e não a KGB—foiresponsável. O porta-voz do Serviço de inteligência das Relações Exteriores daRússia, Boris Labusov, chamou a acusação de ‘absurda’. Embora o Papa tivessedeclarado, durante uma visita em maio de 2002, para a Bulgária, que nãoacreditava que aquele país estivesse envolvido com a tentativa de assassinato,seu secretário, Cardeal Stanisław Dziwisz, alegou em seu livro A Life with Karol,que o Papa estava particularmente convencido que a ex-União Soviética estavapor trás da tentativa de assassinato. Bulgária e Rússia contestaram as conclusõesda comissão italiana, apontando que o Papa negou a conexão búlgara.A segunda tentativa de assassinato ocorreu em 12 de maio de 1982,apenas um dia antes do aniversário da primeira tentativa contra sua vida,em Fátima, Portugal quando um homem tentou esfaquear João Paulo II comuma baioneta. Ele foi parado por guardas de segurança, embora o CardealStanisław Dziwisz mais tarde afirmou que João Paulo II tinha sido ferido durante atentativa, mas conseguiu esconder uma ferida não-fatal. A pessoa que atacou oPapa, o ex-padre tradicionalista espanhol chamado Juan María Fernández yKrohn, foi ordenado padre pelo Arcebispo Marcel Lefebvre da Sociedade de SãoPio X e se opôs às mudanças causadas pelo Concílio Vaticano II, chamando oPapa de agente comunista de Moscou e de marxista do Bloco do Leste.Fernández y Krohn posteriormente deixou o sacerdócio Católico Romano ecumpriu três anos de uma pena de seis anos. O ex-padre teve tratamento dedoente mental e, em seguida foi expulso de Portugal, depois disso trabalhoucomo advogado na Bélgica. Ele foi preso novamente em julho de 2000 apósescalar sobre a barricada de segurança no Palácio Real de Bruxelas, acusando orei Juan Carlos de ter assassinado seu irmão mais novo, Alfonso, em 1956.O Papa João Paulo II foi um dos alvos da Al-Qaeda, que financioua operação Bojinka, durante uma visita as Filipinas em 1995. O primeiro plano eramatar o Papa João Paulo II quando visitou as Filipinas, durante as celebraçõesdo Dia Mundial da Juventude de 1995. Em 15 de janeiro de 1995, um homem-bomba iria vestir-se como um sacerdote, enquanto João Paulo II passaria nacarreata em seu caminho para o Seminário San Carlo em Makati. O assassinoplanejava chegar perto do Papa, e detonar a bomba. O assassinato planejado doPapa tinha a intenção de desviar a atenção da próxima fase da operação.Entretanto, um incêndio acidental chamou a atenção da polícia, e eles forampresos quase uma semana antes da visita do Papa.
    • SaúdeQuando ele se tornou Papa em 1978, João Paulo II ainda era um ávidoesportista. Aos 58 anos era extremamente saudável e ativo,fazia jogging nos Jardins do Vaticano, exercícios com pesos, natação, ecaminhadas nas montanhas. Ele gostava de futebol. A mídia fazia comparaçõescom a figura forte e saudável de João Paulo II com a saúde precária de JoãoPaulo I e Paulo VI, a imponência de João XXIII e as reivindicações constante dedoenças de Pio XII. O único Papa moderno que tinha uma boa aptidão física tinhasido o Papa Pio XI (1922–1939) que era um ávido alpinista.João Paulo II recuperou-se totalmente da primeira tentativa de assassinato,e ostentou uma ótima condição física ao longo da década de 1980. Em novembrode 1993, ele escorregou em um pedaço de carpete recém-instalado e caiu váriosdegraus, quebrando o ombro direito. Quatro meses mais tarde, ele caiu em suabanheira, quebrando seu fêmur, resultando em uma visita a PoliclínicaGemelli para uma substituição do quadril. Ele raramente andou em público apósisso, e começou a ter a fala arrastada e dificuldade em ouvir. Suspeitava-se que opontífice estivesse com a doença de Parkinson, embora tenha sido reveladoapenas em 2001 pelo cirurgião ortopédico italiano, Dr. Gianfranco Fineschi.A administração do Vaticano finalmente confirmou a doença de Parkinsonque em 2003, depois de mantê-la em segredo por 12 anos.Em fevereiro de 2005, o pontífice foi novamente levado para a PoliclínicaGemelli com inflamação e espasmos da laringe, resultado da gripe. Ele teve devoltar por causa da dificuldade em respirar. Foi realizada uma traqueostomia, quemelhorou a respiração do Papa, mas limitou sua capacidade de falar, para suafrustração. O Vaticano confirmou que ele estava perto da morte em março 2005,poucos dias antes de morrer.O Papa doente no papamóvel em 22 de setembro de 2004
    • Os últimos dias de João Paulo II, morte e funeralJá com a doença de Parkinson muito avançada, no dia 30 de março de2005, surgiu à janela do seu escritório para tranquilizar os católicos, e já era muitoevidente o seu estado extremamente debilitado. No último Domingo de Páscoa, oPapa ainda abençoou os fiéis, mas pela primeira vez no seu pontificado nãoconseguiu pronunciar a tradicional Urbi et Orbi.Em 31 de março de 2005, após uma infecção do trato urinário, o PapaJoão Paulo II entrou em choque séptico, uma forma generalizada de infeção comfebre muito alta e baixa pressão arterial, mas não foi levado para o hospital. EmFuneral de João Paulo II naBasílica de São Pedro.Funeral de João Paulo II. Presidido pelo futuro Bento XVI, em Roma.Túmulo que conteve os restos mortais de João Paulo II, até o dia 29de abril de 2011.
    • vez disso, lhe foi oferecido um acompanhamento por uma equipe de médicos nasua residência privada. Acreditou-se que isso era uma indicação para que aspessoas próximas do Papa acreditassem que ele estava se aproximando damorte; de acordo com seus desejos, queria morrer no Vaticano. Mais tardenaquele dia, fontes do Vaticano anunciaram que João Paulo II havia recebidoa Unção dos enfermos por seu amigo e secretário Stanisław Dziwisz. Durante osdias finais da vida do Papa, as luzes foram mantidas acessas durante a noite emque ele estava no apartamento Papal, no piso superior do Palácio Apostólico.Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se e mantiveram-se em vigíliana Praça de São Pedro e nas ruas vizinhas por dois dias. Ao saber disso, afirma-se que o Papa disse: "Tenho procurado por você, e agora você veio para mim, ete agradeço."No sábado, 2 de abril de 2005, em torno das 15h30min no CEST, JoãoPaulo II falou suas palavras finais, "pozwólcie mi odejść do domu Ojca", ("Deixe-me partir para a casa do Pai"), para seus assessores, e entrou em coma, cerca dequatro horas depois. A missa da vigília da Segundo Domingo daPáscoa comemorando a canonização de Sainta Maria Faustina em 30 de Abril de2000. Ele morreu em seu apartamento privado, às 21:37 CEST (19:37 UTC) deum choque séptico e de um colapso cardiovascular circulatório irreversível, 46dias antes de completar 85 anos. João Paulo não tinha família por perto na épocaque quando ele morreu, e seus sentimentos são refletidos como ele escreveu em2000, no final de sua última vontade e testamento:“ Enquanto o fim de minha vida se aproxima, volto com minha memória aocomeço, aos meus pais, ao meu irmão, à minha irmã (eu nunca a conheciporque ela morreu antes de meu nascimento), à paróquia de Wadowice,onde fui batizado, à cidade que amo, aos meus colegas, amigos da escolaprimária, escola secundária e da universidade, até a época da ocupação,quando era um operário, e então na paróquia de Niegowic, depois em SãoFloriano em Cracóvia, do ministério pastoral acadêmico, ao círculo de... atodos os círculos... de Cracóvia e a Roma... às pessoas que foramconfiadas a mim de uma forma especial pelo Senhor. ”O Testamento do Papa João Paulo II publicado em 7 de abril revelou queo pontífice ficaria contente de ser enterrado na Polônia, mas deixou a decisãofinal para o Colégio dos Cardeais, que preferiram enterrá-lo debaixo da Basílicade São Pedro, honrando o pedido do pontífice a ser colocado "em terra nua".Uma missa de réquiem em 8 de abril teve um número recorde de chefes deEstado presentes em um funeral. Foi o maior encontro único de chefes de Estadona história, superando os funerais de Winston Churchill (1965) e Josip BrozTito (1980). Quatro reis, cinco rainhas, pelo menos 70 presidentes e primeiros-ministros, e mais de 14 líderes de outras religiões participaram juntamente com os
    • fiéis. É provável que tenha sido a maior peregrinação do Cristianismo, comnúmeros estimados em mais de quatro milhões enlutados em Roma. Entre250 000 e 300 000 pessoas assistiram ao evento de dentro dos muros doVaticano.Funeral do Papa João Paulo IIFuneral do Papa João Paulo IIO corpo do Papa João Paulo II deitada noestado.Participantes O Colégio dos Cardeais(lideradopelo então cardealJosephRatzinger ), dignitários váriaspartes do mundo ,católicos emtodo o mundoLocalização Basílica de São Pedro , Cidadedo VaticanoData 08 de abril de 2005O funeral do Papa João Paulo II foi realizada em 8 de abril de 2005, seisdias depois de sua morte, em 2 de abril. O funeral foi seguidopelonovemdiales devocional em que a Igreja Católica Romana e as Igrejasorientais católicas observar nove dias de luto .Em 22 de fevereiro de 1996, o Papa João Paulo II introduziu revisões paraas cerimônias seculares que cercam a morte do papa, repouso e
    • sepultamento. As revisões promulgadas através da constituiçãoapostólica Universi Dominici Gregis aplicada ao seu próprio funeral .Funeral de João Paulo II reuniu o maior encontro único na história deChefes de Estado fora das Nações Unidas, ultrapassando os funerais de WinstonChurchill (1965) e Broz Josip Tito (1980). Quatro reis , cinco rainhas , pelo menos70 presidentes e primeiros-ministros , e mais de 14 líderes de outras religiõesparticiparam, ao lado do fiel. É provável que tenha sido o maior encontro únicode cristianismo na história, com números estimados em excesso de quatromilhões de enlutados reunidos em Roma.Coincidindo com o funeral, em Cidade do Vaticano ,arcebispos e bispos em catedrais de todo o mundo comemorarammemorial missas de luto católicos . Em uma raridadehistórica, protestantes e ortodoxas cristãs líderes, bem como líderesno Judaísmo , Islamismo e Budismo , ofereceu memoriais e orações próprias paraseus fiéis partilhar a dor dos católicos.No funeral em si, o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I participou no bancohonorário em primeiro lugar no setor reservado para as delegações de igrejas nãoem plena comunhão com Roma , esta foi a primeira vez que um patriarcaecumênico um funeral papal desde o Grande Cisma . Oarcebispo deCanterbury , Rowan Williams , esteve presente no funeral do Papa, pela primeiravez desde a Igreja da Inglaterra rompeu com o papado, no século 16. Tambémpara a primeira vez, o chefe da Igreja Etíope Ortodoxa Tewahido ,Patriarca Abune Paulos um funeral papal.Rito de morte papalSéculos de rituais sagrados são postos em movimento após a morte deum papa . Esses rituais são administrados pelo Cardeal Camerlengo .Quando João Paulo II morreu, o Camerlengo Eduardo MartínezSomalo removido do Papa Anel do Pescador do seu dedo, então cerimonialmenteesmagou-o com a prata cerimonial martelo na presença dos membros do Colégiode Cardeais . Isso foi feito para evitar a criação de documentos falsos,documentos retroatividade, que parecem ter sido aprovada por João Paulo II.Após a destruição do anel, o Cardeal Martínez Somalo isolado ecolocado selos de cera sobre as entradas para quarto privado do Papa eestudo. Esta tradição tem origem cardeais cruéis saqueando as câmaras papaisapós a morte dos papas passado.
    • Certificado do Papa morte formal foi assinado pelo Dr. Renato Buzzonetti,Diretor do Departamento de Saúde e Saneamento da Cidade do Vaticano, nanoite de sua morte. Cardeal Martínez Somalo então cerimonialmente ordenouo Decano do Colégio dos Cardeais , Joseph Ratzinger , para convocar oscardeais do mundo para a Cidade do Vaticano para eleger um novo papa .Enquanto seus antecessores tinham sido embalsamado depois da morte, oVaticano disse que o papa João Paulo II não foi embalsamado e estava emestado sem tratamento normal para a preservação, o que é evidente pela corcinza assumida pelo corpo. Além disso, era costume os papas a ter seus órgãosremovidos após a morte. Papa Pio X terminou esta prática durante o seu reinado,eo desejo de alguns poloneses que João Paulo II coração ser enterradona Polônia não estava obrigado.Exposição e Deitado no EstadoO Corpo do Papa João Paulo II, estava vestida de branco o familiar batina ,sobre a qual foi colocada uma planície branca alb . A estola , símbolo doministério ordenado, foi colocado ao redor de seu pescoço. Ao longo dosparamentos interiores, o Papa João Paulo II foi vestido de umvermelho casula. Um antigo bizantino costume, o vermelho é a cor do luto paraPapas. Em volta da gola, o pálio de lã branca de cordeiro estava envolto. Umbrancosolidéu branco e um bispo mitra adornado cabeça o Papa João PauloII. Em seu braço descansou Paulo VI s famoso pastoral balestilha, usado porpapas no lugar do báculo . Com as mãos um rosário . Na primeira, ele estava emestado em seu favorito par de polonês feitos sapatos de couro marrom, 44-1/2tamanho, que ele usava em suas viagens por todo o mundo. Mais tarde, seguindoo exemplo de seus antecessores imediatos, estes foram transformados emsimples de couro vermelho sapatos papais .O corpo do Papa João Paulo II exposto aos fiéis no PalácioApostólico
    • O corpo do Papa João Paulo II foi exposto em primeiro lugar na Residênciapapal e venerada pelo clero antes de uma procissão, após o que foi colocadoem St. Basílica de Pedro ; A Guarda Suíça manteve-se sempre ao lado do corpoenquanto ele foi exposto para visualização. Depois da colocação do corpo antesde o local de enterro de St. Peter , todos os fiéis, em St. Praça Pedro entrou naBasílica para rezar diante do corpo exposto.Ele permaneceu lá antes de umacerimônia privada da colocação do corpo em um caixão de cipreste, e depoistrazido de fora na Praça para o funeral .Para o funeral, a Guarda Suíça partiu ocorpo para proteger a Missa de Requiem , presidida pelo então cardeal JosephRatzinger .Massa de RepousoA primeira missa do Repouso, tal como é oferecido para qualquerum batizado na Igreja Católica, foi presidida pelo Cardeal Eduardo MartínezSomalo em 3 de abril de 2005. Naquele domingo de serviço coincidiu com acelebração da Festa da Divina Misericórdia, uma festa memorial instituído pelopapa João Paulo II.A missa de Repouso, comemorando o envio da alma a Deus , seguiu-se arecitação do Regina Coeli .Rito de VisitaçãoO corpo do Papa João Paulo II foi vestido com suas vestes e se mudoupara a Sala Clementina no terceiro nível (considerado o segundo andar)doPalácio Apostólico em 3 de abril. Seu corpo foi colocado em uma azeitonatoldo inclinado catafalco e sua cabeça apoiada sobre uma pilha de travesseirosCorpo do Papa João Paulo II é colocado em St. Basílica dePedro para visitação privado por autoridades do Vaticano edignitários estrangeiros. Entre os americanos na fotografiasão George W. Bush , Laura Bush , George HW Bush , BillClinton , Condoleezza Rice , e Andrew Card.
    • três de ouro. Perto do catafalco de madeira era um crucifixo e um círiopascal simbólico de Jesus Cristo como a luz do mundo em face de trevas emorte. Seu corpo foi guardado pela Guarda Suíça , um corpo de homens quejuraram proteger o papa através de vários séculos. Durante um período defuncionários de visitação privadas do Vaticano e um contingente de funcionáriosdo governo italiano viu o corpo do Papa João Paulo II.Em 4 de abril, o corpo de João Paulo II foi transferido para um vermelho develudo catafalco, com a cabeça apoiada em três almofadasvermelhas. OsSenhores Papais , regalou em preto fraques e luvas brancas, foramescolhidos como carregadores e ficou longo dos lados do caixão dopapa. Cardeal Martínez Somalo, vestido com vestes vermelhas e douradas,oficiou a asperges rito. Ele abençoou o papa com as águas sagradas do batismotrês vezes: à direita do papa, em sua cabeça e, em seguida, à suaesquerda. Um acólito então levado para o Camerlengo um turíbulo ebarco. Cardeal Martínez Somalo indignado o papa três vezes.Um longo cortejo foi iniciado, a fim de transferir o corpo do Papa JoãoPaulo II da Sala Clementina, através das colunatas do Palácio Apostólico eem St. Praça Pedro entre o povo espera. Tradicionalmente, o corpo do papa éentão levado para qualquer St. Basílica de Pedro ou a catedral do papa, St. Joãode Latrão . Uma procissão de monges, sacerdotes e bispos caminhavalentamente ao longo de uma rota para a Basílica de São Pedro. O Colégio dosCardeais rebocados pelo Cardeal Ratzinger e cardeal Martínez Somalo seguia.Como o ritual que remonta à medieval era procedeu, cantosgregorianos foram cantadas por várias ordens religiosas com as pessoasrespondendo a cada verso com o antigo grego oração: "Senhor, tem piedade" ou6 de abril, um milhão de pessoas tinham visto o Papa JoãoPaulo II permanece deitado no estado, na Basílica de SãoPedro.Um total estimado de quatro milhões de pessoas, alémdos mais de três milhões de habitantes de Roma, eramesperados para fazer a peregrinação para ver o papa.
    • " Kyrie eleison ". A ladainha dos Santos foi cantada. Depois de cada nome deummártir ou santo foi cantado, invocando sua intercessão entre Deus e aspessoas, os participantes da procissão cantou os latino- palavras, "Ora pro OE",que significa "Ore por ele." Esta é uma partida do tradicional, "Orai por nós" ou"Ora pro nobis".Quando o corpo do papa foi hasteada sobre os passos da Basílica de SãoPedro, os Senhores Papais virou o esquife e levantou a cabeça do papa paraenfrentar as dezenas de milhares de pessoas que encheram a Praça de SãoPedro. Cardeal Martínez Somalo notou como aspecto simbólico do papa passadono devotados seguidores que tinham enchido Praça de São Pedro durante opapado de João Paulo II.A procissão terminou com o assentamento do Colégio dos Cardeais eacolocação do caixão carregando o corpo de João Paulo em um catafalco na frentedos degraus que levam ao altar da Basílica de São Pedro. O círio pascal foi acesoeo corpo do Papa ficou furioso novamente pelo Cardeal MartínezSomalo. Orações foram ditas e uma leitura do Evangelho foi realizada porum diácono . Depois que o Colégio de Cardeais prestaram suas homenagens edeixou o santuário, a basílica foi fechada e depois reaberta para o oficial deitadono estado para durar até o dia da Missa de Requiem enterro e subseqüentes.Requiem MissaO cardeal Joseph Ratzinger liderou a Missa de Requiem em 8 de abril, às10h00 CEST (08:00 UTC ), em virtude de seu cargo de Decano do Colégio dosCardeais. Ele também foi um dos mais próximos do Papa João Paulo II amigos erealizou mais de deveres do Papa durante a sua última doença. Concelebraram aMissa de Requiem foram o Colégio dos Cardeais (o número de membros queestavam presentes, foi várias vezes dado como 157 e 164) e patriarcas dasIgrejas Orientais Católicas.Como o papa deve ser enterrado entre o quarto eo sexto dia após a suamorte, sexta-feira foi escolhida como a última data possível. A missa na BasílicaOs Senhores Papais carregar o caixão na Praça deSão Pedro. Em pé na fila da frente estão, da esquerda para adireita, o presidente Chen Shui-bian, de Taiwan(representadacomo a China ), a primeira-dama Marisa Letícia da Silva e dopresidenteLuiz Inácio Lula da Silva do Brasil, opresidente Georgi Parvanov da Bulgária, Presidente BorislavParavac da Bósnia e Herzegovina , ea primeira-dama ElviraSalinas de Mesa e Presidente Carlos Mesa da Bolívia.
    • de São Pedro foi a primeira Missa de Requiem para um papa a ser televisionadoao vivo em quase todas as nações do mundo.O evento contou com uma audiência estimada de mais de 2 bilhões depessoas, a Igreja Católica afirma apenas 1,3 bilhões entre os seus membros. Ofuneral de João Paulo II foi, de longe, o maior funeral da história do mundo. Emvez de uma exibição pública, na Basílica de São João de Latrão, como eratradição, imensas telas digitais em vez transmitir a Missa de Requiem Rito eposterior Interment para aqueles na igreja catedral do papa fora dos limites daCidade do Vaticano. As mesmas telas digitais foram içadas em vários locais emRoma, incluindo o Circo Máximo , e em acampamentos especialmentedesignadas fora da cidade para os milhões de peregrinos que desceram sobre acidade.O funeral foi talvez o evento mais assistido ao vivo da história datelevisão. Porque as pessoas na América do Norte entendeu que o serviço tevelugar durante as primeiras horas da manhã do seu lado do Atlântico , muitosacordou para ver o funeral, e outras gravadas por um registro histórico. Alémdisso, várias redes de televisão nas Américas retransmitir o enterro mais tarde nodia.ProcessionalComo a Missa de Requiem começou, as portas da Basílica de São Pedroestavam trancadas com dignatários convidados a ficar de fora da igreja. Apenas oColégio Cardinalício e os patriarcas e metropolitas presidentes das Igrejasorientais católicas foram permitidos dentro de uma cerimônia privada em queJoão Paulo foi colocado em um caixão de cipreste, o primeiro de três. Antes deser colocado no caixão, o Arcebispo Stanisław Dziwisz teve a honra de colocarum véu de seda branca sobre o rosto do papa (uma tradição iniciada por LeãoXIII). Foi seu último ato oficial de serviço ao papa como seu secretário papal. Ocorpo foi baixado em um caixão de cipreste, que serviu de caixão interior. Juntocom o corpo foi um documento selado, o Rogito, um elogio detalhando a vida eArcebispo Piero Marini , o mestre de cerimônias para celebraçõeslitúrgicas papais, venera o caixão de João Paulo
    • obra do Papa João Paulo II, leu em voz alta na América do Arcebispo Marini eassinada pelos presentes durante o funeral. Três sacos contendo ouro, prata,cobre e moedas de euro foram colocados ao lado do corpo. Cada saco continhauma moeda para cada ano de reinado do Papa João Paulo II, a únicacompensação monetária que recebeu por seu serviço como papa, que totalizaramcerca de € 100 (valor de EUA $ 141). Após a cerimônia privada, as portas daBasílica de São Pedro foram abertos enquanto dignitários estavamsentados. Cardeal Ratzinger e seus concelebrantes preparado para a procissãode dentro da basílica a um avental de mármore no meio da Praça de São Pedro,onde a Missa de Requiem foi realizada.A procissão começou com o canto introdutório, "Requiem Aeternam"("Descanso Eterno conceder-lhe, Senhor"), que inclui versos de Salmo 64 (65),"para você devemos nosso hino de louvor, ó Deus de Sião". Carregado nosombros dos cavalheiros papais, o caixão com a imagem do Papa João Paulo IIbrasão de armas queimadas na tampa, o papa foi realizada na Praça de SãoPedro para o avental de mármore. Um acólito segurando uma capa de courovermelho Livro do Evangelholevou o caixão. Os Senhores Papais colocado ocaixão em um tapete vermelho diretamente frente no altar.Liturgia da PalavraA Liturgia da Palavra começou com uma leitura dos Atos dos Apóstolos ,10:34-43, leia por chilena Alejandra Correa em espanhol . O Salmo responsorialfoi 22 (23). A segunda leitura foi lida por John McDonald em Inglês, tiradodas cartas de São Paulo aos Filipenses , 03:20-04:01. Ele foi intitulado, "Mas anossa pátria está nos céus." O leitor acabou por cantar, "Verbum Domini" ("APalavra do Senhor.") Congregantes respondeu no canto, "Deo gratias" ("Graças aDeus".)Congregantes ficou para o anúncio do Evangelho, anunciado pelo cantardos Aleluia . Depois de ter sido abençoado pelo cardeal Ratzinger,um Inglêsdiácono da Arquidiocese de Birmingham , Paul Moss (que já foiA frente da Praça de São Pedro estava cheia de cardeais, bispos,sacerdotes e dignitários estrangeiros
    • ordenado sacerdote e está servindo atualmente como Diretor de Vocações daArquidiocese de São Paulo), processado com o livro dos Evangelhosao ambão ou púlpito . Ele começou a cantar, "O Evangelho segundoJoão".Congregantes respondeu: "Glória a ti, ó Senhor". Moss depois enfureceu oLivro do Evangelho e então cantou a leitura em latim . A leitura veiode Joãocapítulo 6, versículo 40, afirmando: "Porque esta é a vontade de meu Paique todo aquele que vê o Filho, e crê nele tenha a vida eterna." Moss em seguida,ler a partir de João, capítulo 21, versículos 15 a 19 , que é uma conta de umdiálogo entre Jesus e São Pedro . Jesus perguntou três vezes: "Você meama?" Ele, então, disse ao seu discípulo: "Siga-me". O diácono levantou o Livrodo Evangelho e cantaram "Verbum Domini" ou "A Palavra doSenhor." Congregantes respondeu em cantar: "Glória a ti, Senhor Jesus Cristo."HomiliaDepois de beijar o texto do Livro dos Evangelhos, o cardealRatzinger estava em pé diante dos fiéis para oferecer a homilia que incluíareferências à vida e serviço do Papa João Paulo II. Ele falou em italiano , primeirocumprimentando as muitas figuras políticas e líderes religiosos que se reuniram e,em seguida, contou a história de como o jovem Karol tinha respondido aochamado do Senhor, e se tornou um padre depois da perseguição dos nazistas, aresposta do comando : "Siga-me!" Cardeal Ratzinger também contou da vida deJoão Paulo II como bispo, cardeal, papa e, freqüentemente aplicar escritura paraa vida do papa. Finalmente, ele falou sobre a devoção do Papa a Maria e daMisericórdia Divina de Cristo. As últimas palavras do cardeal foram sobre o fim davida do Papa João Paulo II:Nenhum de nós pode esquecer nunca como neste último domingo dePáscoa da sua vida, o Santo Padre, marcado pelo sofrimento, veio mais uma vezà janela do Palácio Apostólico e pela última vez deu a bênção Urbi etOrbi . Podemos ter certeza de que o nosso amado Papa está de pé hoje na janelada casa do Pai, vê-nos e abençoa-nos. Sim, nos abençoe, Santo Padre.Nósconfiamos a sua alma querida à Mãe de Deus, tua Mãe, que te guiou todos osdias e que o guiará agora à glória eterna de seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.Alguns interpretado o final da homilia para dizer que o papa já haviaentrado em céu , e tornou-se um santo .Cardeal Ratzinger se tornou emocional em certas partes de sua homilia,especialmente em reflexo da incapacidade do Papa João Paulo para falar nos
    • últimos dias de sua vida. Ao todo, a homilia foi interrompida cerca de dez vezescom explosões de aplausos por parte dos fiéis.O Credo Niceno cantado na língua latina seguiu a homilia. As orações dosfiéis foram oferecidos em italiano , francês , swahili , tagalog , polonês , alemão ,e Português .Liturgia da EucaristiaA parte da Missa de Requiem chamado a Liturgiada Eucaristia começou. Cardeal Ratzinger e os cardeais concelebrantes sereuniram em torno do altar para consagrar o pão eo vinho. Os católicos sabemque na Missa (quando o sacerdote re-apresenta a última ceia), a substância dopão e do vinho é realmente mudou para a de corpo físico e sangue deCristo. Essa alteração é denominada transubstanciação . Porque a Igreja sabeque a Eucaristia é literalmente Cristo, os católicos adoração de Cristo através daEucaristia.Após a Oração Eucarística (o ponto na massa quando acredita-se oselementos se tornam Cristo), a oração do Senhor foi cantado, seguido mais tardepela ladainha breve Latina, " Agnus Dei ". A Eucaristia foi levado para acongregação, na Praça de São Pedro para ser distribuído entre ospresentes.Como a congregação recebeu o Santíssimo Sacramento , Salmo129 (em algumas versões da Bíblia Salmo 130) foi cantada. Suas letrasproclamou: "Das profundezas clamo a ti, ó Senhor, Senhor, ouve a minha voz."Após a Liturgia da Eucaristia, as multidões nas ruas da Cidade do Vaticanoirrompeu em aplausos, acenando bandeiras e faixas cantando "Santo Subito!" oque significa "Saint agora!" e "Giovanni Paolo Santo" ou "São JoãoPaulo!". Alguns também repetidamente gritavam "Magnus" ou "Grande", de formaespontânea declarando que ele deve ser João Paulo , o Grande .Ter sobre os ombros dos Senhores papais , o caixão do PapaJoão Paulo II é retirado do altar para o Rito de Interment
    • ComendaApós os fiéis receberam a Comunhão , o cardeal Ratzinger levou o Rito deLouvor Final e Despedida. Ele pediu ao Colégio de Cardeais e patriarcas de ritooriental convergir para o caixão do Papa João Paulo II. Os fiéis foram chamados àoração, "Queridos irmãos e irmãs confiamos à misericórdia mais suave de Deus,a alma do nosso Papa João Paulo II". Ele continuou: "Que a Virgem Maria ...interceder junto a Deus para que ele pudesse mostrar a cara do seu bendito Filhoao nosso Papa, e consolar a igreja com a luz da ressurreição."O coro cantou a ladainha dos Santos , a mesma música foi cantadadurante a procissão, que transferiu o corpo do Papa João Paulo II da SalaClementina do Palácio Apostólico para a Basílica de São Pedro. Rompendo coma tradição para a oração sagrada, os nomes dos santos canonizados pelo PapaJoão Paulo II , como Faustina Kowalska e Josemaría Escrivá de Balaguer , foramautorizados a ser incluído na ladainha. Nomes de santos incluídos na ladainhamais tradicional também foram incluídos, juntamente com os santos maisrecentes.Após o canto do ladainha dos Santos, o patriarcas , arcebisposmetropolitas e das Igrejas Orientais Católicas se aproximou do caixão do PapaJoão Paulo II para os seus próprios rituais de louvor e despedida( panikhida ). Eles indignado o caixão e cantou a proclamação da Páscoa , "Cristoressuscitou dentre os mortos, atropelando-se a morte por sua morte", três vezes,e no resto do serviço memorial Oriental. Patriarcas orientais, juntamente com todoo Colégio de Cardeais testemunhou a aspersão do caixão com as águasutilizadas no sacramento do batismo . Incenso foi usado uma vez, quandoRatzinger, assistido por um diácono italiano do Pontifício Seminário Maior, emRoma, o pai de Nello Luongo, indignado e orou para que o Papa morto no final daMissa A Oração das Igrejas Orientais dos Parastas(Office of the Dead) do ritobizantino foi cantado em grego e em árabe por greco-melquita católica PatriarcaGregório III Laham, terminando com " A sua memória é eterna , nosso irmão,digno de bênçãos e inesquecíveis. "A visão de dentro da congregação
    • A Missa de Requiem foi oficialmente terminou com pé congregação,cantando as palavras: "Que os anjos te acompanhar para o céu, pode mártiresrecebê-lo quando você chegar, e levá-lo à Santa de Jerusalém . "Os Senhores Papais carregaram o caixão do Papa João Paulo II parasepultamento. Como eles levaram o Papa para a entrada de São Pedro, acongregação no atendimento irrompeu em aplausos e aplaudiu quando suadespedida final. O caixão foi depois virou 180 graus para enfrentar a congregaçãoe as câmeras, ea multidão aplaudiu e aplaudiu com mais fervor, antes de serretirado da vista do público pela última vez. Cardeal Ratzinger entregouautoridade do Rito de Interment ao Cardeal Martínez Somalo, o Camerlengo .Rito de IntermentO povo da Polônia tinha desejado para o coração do Papa João Paulo IIpara ser removido de seu corpo e transferido para a catedral do Wawel para serenterrado ao lado a maior da Polôniamonarcas e nacionais heróis . CardealMartínez Somalo disse que o pedido não seria obrigado.Um metro gruta ao lado do antigo santuário do corpo, agora de vidroenterrado e preservado do Beato Papa João XXIII foi escolhido para o enterro doPapa João Paulo II. Ele foi baixado em um túmulo que tinha sido preparado apósa transferência dos restos mortais Beato Papa João XXIII da gruta para o andarprincipal da basílica depois de sua beatificação . O cofre que originalmentemantinha o corpo de João XXIII tinha sido removido para um sepulcro novo,poderia ser construído. O Colégio dos Cardeais, decidiu manter João Paulo II sobo altar da Basílica de São Pedro, citando a possibilidade de beatificação futuroe canonização em santidade .Pallbearers levou o caixão pela porta central da Basílica de SãoPedro. Nesse ponto, um sino soou única. Os carregadores levou o caixão atravésda Porta Santa Marta, sob o Monumento a Alexandre VII, para o exterior (Sul) daBasílica. Eles entraram nas grutas, um cemitério sob a Basílica onde São Pedro éacreditado para ser enterrado, através da porta agora utilizada como saída dasgrutas. Depois de passar por baixo tetos baixos e através de longos corredores,os carregadores parou na cripta do Papa João Paulo II.
    • Cardeal Martínez Somalo, camerlengo da Igreja Romana, em seguida,presidiu o rito de sepultamento. Foi um serviço privado testemunhado apenaspelos membros mais graduados do Colégio de Cardeais. Como é de costume, oPapa João Paulo II foi enterrado em três caixões. O caixão de cipreste foi seladoe amarrado com três fitas de seda vermelha. [ 15 ]O caixão de cipreste foi reduzidaem um maior sólida de zinco (tradicionalmente levar ) caixão, quefoi soldada fechada. O caixão estava adornado com três de bronze placas: umasimples cruz na cabeça do caixão, uma placa de meia com o nome do Papa e daduração de sua vida e pontificado, e um terceiro com pessoal brasão do PapaJoão Paulo II de braços no pé . O caixão de zinco foi finalmente baixou em umagrande nogueira (tradicionalmente elm ) caixão, tendo três placas idênticas, quefoi fechada com pregos de puroouro . As placas médias suportar a seguintedeclaração em latim:CORPUSIOANNIS PAULI II PMVIXIT Annos LXXXIV Menstruação X MORRE XVECCLESIAE Universae PRAEFUITAnnos XXVI mens V DIES XVIITradução Inglês:Corpo deJoão Paulo II, Sumo PontíficePapa João Paulo II foi enterrado às 2:30 PM tempo Vaticanonesta cripta subterrânea simples de acordo com seus desejos,seus restos mortais foram removidos desta cripta em 2011, empreparação para sua beatificação .
    • Ele viveu 84 anos, 10 meses e 15 diasele presidiu a Igreja Universal26 anos, 5 meses, 17 diasO caixão unificado foi rebaixada para o chão, como o Papa pediu, ecoberto com uma laje de pedra lisa com o seu nome e as datas de seupontificado. Papa João Paulo II pediu que seu enterro ser como o de Papa PauloVI , não em um elaborado sarcófago e acima do solo ornamentadotúmulo , masem "terra nua".Cardeal Martínez Somalo terminou o Rito de Interment com as palavras:"Senhor, dá-lhe o descanso eterno, e brilhe a luz perpétua sobre ele". Ospresentes cantaram "Salve Regina" ou "Salve Rainha".DignitáriosAntes do Colégio dos Cardeais poderia oferecer convites oficiais habituaispara os vários chefes de Estado e de governo, mais de 200 funcionáriosestrangeiros tinha expressado seu desejo de participar da Missa deRequiem. Entre os rostos mais conhecidos em todo o mundo foram o Presidentedos Estados Unidos e ex-presidentes dos Estados Unidos, o primeiro-ministro daItália , os atuais e ex- presidentes do Brasil , o Presidente da Polónia,o Presidente da França , o Presidente da Irlanda , o Taoiseach da Irlanda ,o rei ea rainha da Espanha, Albert King II e Paola Rainha da Bélgica, oprimeiro-ministro do Reino Unido , a chanceler da Alemanha e do presidente da Alemanha,o príncipe de Gales (que adiou seu casamento com Camilla Parker-Bowles por 24horas, para assistir), o primeiro-ministro do Canadá , o Rei e Rainha da Jordânia ,o presidente do Afeganistão , e do Secretário-Geral das Nações Unidas . Tambémpresentes estavam Mohammad Khatami do Irã e presidente de Israel, MosheKatsav . Reis e Rainhas da Dinamarca, Suécia e Noruega também estavampresentes.Dignitários de todo o mundo orar durante o funeral; comovisto: Alberto II e Rainha Paola da Bélgica , o príncipe Henrik daDinamarca , o presidente Jacques Chirac deFrança eSra. Bernadette Chirac , PresidenteJorgeSampaio de Portugal , o presidenteGeorge W. Bush e PrimeiroLady Laura Bushdo Estados Unidos , o presidente ArnoldRüütel da Estónia , e presidente Gloria Macapagal-Arroyo da Filipinas
    • Os dignitários estavam sentados em ordem alfabética de acordo com aortografia francesa do nome do seu país e organizadas de acordo com oprotocolo diplomático, com Soberanos tendo precedência sobre as cabeças deEstado eleito e sentado na fila da frente. As maiores delegações foram ositalianos (sentado nos assentos de primeira honorários foram o presidente daItália queridos e outros altos dignitários italianos) e polaco. Como tal, o presidenteisraelense, Moshe Katsav sab apenas dois assentos de distância do ex-presidente do Irã em meio a relações tensas . ZimbábuePresidente RobertMugabe desafiou a União Europeia proibição de viajar para assistir aofuneral. Taiwan presidente Chen Shui-bian fez uma aparição sem precedentes eestava sentado na linha da frente como o chefe de Estado da China, devido àexistência de relações diplomáticas entre a Santa Sé ea República da China. ARepública Popular da China não foi convidado para o enterro e protestaramcontra a Itália para permitir a passagem de Chen ao Vaticano. Ao todo, a Missade Requiem foi considerado o maior encontro de estadistas na história do mundo,ultrapassando o encontro no funeral de estado de Sir WinstonChurchill em Londres , em 1965. Alguns dos dignitários que participou do funeraltambém participou da missa de instalação para o Papa Bento XVI em 24 de abrilde 2005.NovemdialesApós o rito do enterro, nove dias oficiais de lutocomeçou. O devocional chamado novemdiales apresenta uma Missa de Requiemem cada um dos nove dias a Basílica de São Pedro. Vários cardeais foramescolhidos pelo Cardeal Ratzinger de ter a honra de presidir cada Missa Um doshomenageados mais controversos foi Bernard FrancisLaw , Arcipreste da Basílica de Santa Maria Maggiore , agendada para presidirum novemdiales em 11 de abril. Durante seu mandato como arcebispo deBoston , cardeal Law foi acusado de ter maltratado os casos de abuso sexual nasmãos de padres diocesanos. O evento provocou o país Igreja Católica Romanaescândalo de abuso sexual nas dioceses dos Estados Unidos .Vários membros da Rede de Sobreviventes de Abusados porPadres (SNAP) voaram para Roma para protestar dizendo lugar cardeal Law dehonra foi doloroso para as vítimas de abuso sexual e embaraçoso para oscatólicos. Assim como os membros do grupo chegaram a Basílica de São Pedro,liderada pelo fundador Barbara Blaine , os policiais escoltaram fora dos limites daPraça de São Pedro. Blaine não foi capaz de passar para fora panfletos para aspessoas que andam na Missa oferecida pela Lei Cardeal.
    • Blaine já havia dito a repórteres em uma conferência de imprensa, "Nóssomos os filhos e filhas da família católica que foram estupradas, sodomizado emolestado sexualmente por padres. Neste momento, devemos ser capazes de seconcentrar na morte do Santo Padre, em vez de proeminência Cardeal Law ". OColégio Cardinalício responderam afirmando que o cardeal Law foi homenageadocomo uma questão de ele ser o normal de uma das basílicas mais importantes daIgreja Católica Romana.14 de abril de Massa novemdiales na Basílica de São Pedro substituiuhinos tradicionais e orações com os do rito maronita , uma das Igrejas OrientaisCatólicas. Cardeal Nasrallah Boutros Sfeir, Patriarca de Antioquia dos Maronitas,presidiu a Missa Foi a primeira vez que um Cardeal Patriarca de uma IgrejaCatólica Oriental ofereceu uma missa novemdiales, em seu próprio rito, para umpapa.SegurançaA imensidão da presença peregrino de Roma e do imenso contingentediplomática de nações ao redor do mundo levantou preocupações por partedo Colégio dos Cardeais que o funeral conclave, e instalação de um novo papafaria a Cidade do Vaticano um alvo para o terrorismo . A tarefa anti-terrorismoforça responsável pela segurança do funeral considerados terroristasinternacionais a principal ameaça potencial, devido aos dignitários presentes;terrorismo doméstico de extremistas políticos italianos foi considerada menosprovável.Em 6 de abril, no advento da chegada do Estados Unidos delegação abordo do Air Force One , protegido por uma escolta militar, o governo italianoemitiu um zona de exclusão aérea dentro de um raio de cinco milhas de Roma. Ogoverno italiano considerou o presidente dos Estados Unidos , o presidentesentado primeiro americano a participar de um funeral papal, como o alvo maistentador para terroristas. Oficiais delegações diplomáticas de outros paísescomeçaram a chegar ao mesmo tempo.A Aeronautica Militare Italiana (Força Aérea Italiana) preparouseu avião para ser lançado a qualquer momento, em caso de um ataqueterrorista. O Exército Italiano implantado anti-aeronavesmísseis em torno Cidadedo Vaticano, para o desespero relutante do Colégio dos Cardeais. MarinaMilitare Italiana (navy) navios de guerra foram posicionados ao longo da costa daItália armado com torpedos . Gunboats correu cima e para baixo os rios e cursosdágua de Roma, incluindo o Rio Tibre , que flui ao redor da Cidade do
    • Vaticano. Mil atiradores de elite foram posicionados em telhados estratégicos emtoda a capital italiana como Carabinieri da polícia militar forças-tarefavarreu aquedutos e esgotos para explosivos . Helicópteros foram enviadospara fazer a varredura das ruas da cidade de cima. Planos de fechar aeroportoCiampino de comerciais voos e desviar o tráfego aéreo de e para o Leonardo daVinci do Aeroporto Internacional de Fiumicino foram finalizados para o dia daMissa de Requiem e enterro do Papa João Paulo II. Outro menorcivil suburbano e recreativas aeroportos também foram desligados.Algumas das mesmas medidas de segurança que estavam em vigor para ofuneral estiveram também em efeito para a missa de instalação de Papa BentoXVI em 24 de abril.
    • CríticasO papa foi alvo várias vezes de críticas de vários setores da sociedade.Entre os principais pontos de sua atuação pública que foram questionados estão:Em 1988, quando o Papa João Paulo II foi fazer um discursoao Parlamento Europeu, o então líder do Partido Unionista Democrático emembro da Igreja Presbiteriana Livre de Ulster, Ian Paisley, gritou: "eu o denunciocomo o anticristo!" e levantou uma bandeira vermelha onde estava escrito "PapaJoão Paulo II ANTICRISTO". Otto de Habsburgo, o príncipe herdeiro da Áustria-Hungria pegou a bandeira de Paisley e, juntamente com outros eurodeputados,ajudou a expulsá-lo da câmara. O Papa continuou com seu discurso após Paisleyter sido expulso.A reafirmação de doutrinas tradicionais contra a ordenação de mulheres,a contracepção, a Teologia da Libertação, o homossexualismo e casamentohomossexual, e o aborto em todos os casos;Seu apoio à Opus Dei e a canonização de seu fundador, JosemaríaEscrivá, em 2002.Sua defesa de visões conservadoras sobre questões ligadasà sexualidade, à eutanásia e ao papel da mulher na sociedade. Arevista Time comentou que seu próprio comportamento por ocasião de sua agoniacontradisse sua pregação sobre o prolongamento artificial da vida.Muitos ativistas dos direitos dos gays e outros criticaram-no por manter intacta aoposição da Igreja com respeito aocomportamento homossexual e ao casamentoentre pessoas do mesmo sexo.Sua condenação do uso de preservativos mesmo para prevençãode doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, e como contracepção emfamílias pobres e já numerosas;Sua posição ambígua nos escândalos sexuais envolvendo clérigos,favorecendo secretamente políticas de acobertamento e intimidação das vítimas,enquanto em público fazia declarações condenatórias.Foi criticado também por praticar a centralização do poder de formaautoritária, revertendo uma tendência liberal e colegiada iniciada por João XXIII.Também encontrou objeções sobre suas frequentes viagens, que teriam deixadoa estrutura administrativa da Igreja desamparada em várias crises importantes,além de serem causa de alta despesa para os países visitados.[Onze teólogos dissidentes protestaram contra o processo de suabeatificação, baseados no argumento de que suas declarações e atitudes sobrevários pontos eram contrárias aos requisitos formais.
    • Muitas críticas foram levantadas por grupos que alegaram que asinstituições e programas benemerentes da Igreja espalhados pelo mundo eramuma fachada para buscar a conversão de populações não-católicas.Foi acusado ainda de acobertar o envolvimento do Vaticano em escândalosfinanceiros que ligavam o Banco do Vaticano a grupos de crime organizado comoa Máfia e a Cosa Nostra, e de proteger sistematicamente o principal articuladordessas ligações, o arcebispo Paul Marcinkus, que saiu livre de acusações.Também foi acusado de interferir na política de vários países, direta ouindiretamente, e de pôr obstáculos nas investigações sobre criminosos de guerraenvolvidos em genocídios e em desvios de imensas somas em dinheiro durantea Segunda Guerra Mundial, como Ante Pavelić, Klaus Barbie, Adolf Eichmann eoutros, que teriam sido protegidos pelo Vaticano naquela época.Desde sua morte, ele tem sido criticado por não ter agido em acusações deabuso sexual de crianças por padres, incluindo as acusações de Marcial Maciel,fundador da Legião de Cristo.DesculpasJoão Paulo II pediu desculpas aos judeus, Galileo, mulheres, vítimasda Inquisição, Muçulmanos mortos pelos Cruzados, e quase todos que sofreramnas mãos da Igreja Católica ao longo dos anos. Mesmo antes de se tornar oPapa, ele era um editor proeminente e apoiador de iniciativas como a Carta dereconciliação dos Bispos poloneses para os Bispos da Alemanha de 1965. ComoPapa, ele fez oficialmente desculpas públicas para mais de 100 destes delitos,incluindo:O processo legal sobre o cientista e filósofo italiano Galileo Galilei, elepróprio um católico devoto, em torno de 1633. Onde disse "Galileu, fiél e sincero,mostrou-se mais perspicaz do que seus adversários teólogos".Aos povos nativos das Américas, pediu desculpas pelos "desatinos" dosmissionários.O envolvimento de católicos com a escravidão africana.O papel da Hierarquia da Igreja nas execuções na fogueira a as guerrasreligiosas que se seguiu à Reforma Protestante.Também pediu desculpas aos cristãos ortodoxos.
    • As injustiças cometidas contra as mulheres, a violação dos direitos dasmulheres e para com a difamação histórica das mulheres (10 de julho de 1995,em uma carta para "todas as mulheres"). Sobre as mulheres, admitiu que "nãopoucos" membros do clero foram culpados de discriminação, e disse, "pelo queofereço sinceras escusas".A inatividade e o silêncio de muitos católicos durante o Holocausto.“ Uma desculpa é pior e mais terrível do que uma mentira, uma desculpaé uma mentira guardada. ”—Papa João Paulo IIDocumentos pontifícios de João Paulo IIEncíclicasDia/Mês/AnoNome(em latim)Nome(em português)Indicações25/2 a 4/3 de1979‘Redemptorhominis’O Rendentor doHomemRevela as linhas-mestras doseu prontificado.2 de Dezembrode 1979‘Dives inMisericordia’Rico emMisericórdiaSobre Deus Pai, rico emmisericórdia.14 de Setembrode 1981‘Laboremexercens’Exercendo otrabalhoSobre a dignificação dotrabalho. Na comemoraçãodo 90º aniversário daencíclica "Rerum Novarum"do Papa Leão XIII.2 de Junho de1985‘SlavorumApostoli’Os Apóstolosdos EslavosSobre os Santos Cirilo eMetódio, padroeiros dosPovos Eslavos.30 de Maio de ‘Dominum et Senhor e dá a Sobre o Espírito Santo na
    • 1986 vivificantem’ Vida vida da Igreja e do Mundo.25 de Março de1987‘RedemptorisMater’A Mãe doRedentorSobre o culto mariano navida da Igreja.30 deDezembro de1987‘Sollicitudo ReiSocialis’A Solicitudepelas coisassociaisSobre a reafirmação dopapel da Igreja nasquestões sociais.22 de Janeirode 1991‘RedemptorisMissio’A Missão doRedentorSobre o mandatomissionário de Cristo à SuaIgreja.1 de Maio de1991‘CentesimusAnnus’O CentésimoAnoSobre a questão social: otrabalho, o capital e oensino. No 100º aniversárioda encíclica "RerumNovarum".5 de Outubrode 1993‘Veritatessplendor’ O esplendor daVerdadeSobre os fundamentos damoral católica.30 de Março de1995‘Evangeliumvitae’O Evangelho daVidaSobre o valor e ainviolabilidade da vidahumana.30 de Maio de1995‘Ut unum sint’Para que todossejam umSobre o empenhamentoecuménico.15 de Outubrode 1998‘Fides et Ratio’ A Fé e a RazãoSobre as relações entre a fée a razão. Condena oateísmo e a fé sem razão, eafirma a posição da filosofiae razão na religião.17 de Abril de2003‘Ecclesia deEucharistia’A Igreja daEucaristiaSobre a Eucaristia na suarelação com a Igreja.Dentre outros documentos também publicados destaca-se a Carta ApostólicaMulieris dignitatem, publicada em 15 de agosto de 1988, sobre a dignidade evocação da mulher, que se insere no contexto da promoção da mulher e nadefesa da sua dignidade.
    • Exortações ApostólicasDia/Mês/Ano Nome Indicações25 de Outubrode 1979‘CatechesiTradendae’Sobre a Catequese do nosso tempo.22 de Novembrode 1981‘Familiaris Consortio’Sobre a função da família cristã nomundo de hoje.29 de Março de1984‘RedemptionisDonum’Dirigida aos religiosos e religiosas.11 de Dezembrode 1984‘Reconciliatio etpoenitentia’Sobre a reconciliação e penitência naIgreja.30 de Janeiro de1989‘Christifideles laici’ Sobre a missão dos Leigos na Igreja.15 de Agosto de1989‘Redemptoris Custos’Sobre a missão de São José na vida daIgreja.7 de Abril de1992‘Pastores dabo vobis’Sobre a formação dos sacerdotes nascircunstâncias atuais.15 de setembrode 1995‘Ecclesia in Africa’Sobre a Igreja em África e sua missãoEvangelizadora.25 de Março de1996‘Vita consecrata’Sobre a vida consagrada e a suamissão na Igreja e no Mundo.10 de maio de1997‘Uma nova esperançapara o Líbano’22 de janeiro de1999‘Ecclesia in America’ Destinada a Igreja da América Latina.6 de novembrode 1999‘Ecclesia in Asia’ Destinada à Igreja da África.2 de novembro ‘Ecclesia in Oceania’ Sobre a Igreja na Oceânia.
    • de 200128 de junho de2003‘Ecclesia in Europa’ Sobre a Igreja na Europa.16 de outubro de2003‘Pastores Gregis’Sobre o Bispo, servidor do Evangelhode Jesus Cristo para a Esperança doMundo.
    • BeatificaçãoInspirado por chamadas de "Santo Subito!" ("Santo Imediatamente!") dasmultidões se reuniram durante o funeral, Papa Bento XVI iniciou o processode beatificação de seu antecessor, ignorando a restrição normal que cinco anosdevem se passar após a morte de uma pessoa antes do processo de beatificaçãopoder começar.Em uma audiência com o Papa Bento XVI, Camillo Ruini, Vigário Geral daDiocese de Roma e o responsável pela promoção da causa de canonização dequalquer pessoa que morre dentro daquela diocese, citou "circunstânciasexcepcionais" e sugeriu que o período de espera poderia ser dispensado. Estadecisão foi anunciada em 13 de Maio de 2005, a Festa de Nossa Senhora deFátima e o 24 º aniversário do atentado a João Paulo II na Praça de São Pedro.Em 28 de maio de 2006, Bento XVI rezou uma missa na Polônia, para umpúblico estimado em 900 000 pessoas. Durante a homilia, encorajou orações paraa canonização precoce de João Paulo II e declarou que esperava que acanonização fosse acontecer "em um futuro próximo." Em fevereiro de 2007,relíquias do Papa João Paulo II — pedaços da batina que ele costumava vestir —estavam sendo distribuídas gratuitamente com cartões de oração para a causa dabeatificação.O seu processo de beatificação foi aberto em 28 de Junho do mesmo ano.No dia 19 de dezembro de 2009 o Papa Bento XVI proclamou-o "Venerável", aopromulgar o decreto que reconhece as virtudes heróicas do Servo de Deus JoãoPaulo II, um importante passo dentro do processo de beatificação que ficaaguardando a existência de um milagre realizado pela intercessão do papapolaco.Foi relatado que a Irmã Marie-Simon-Pierre vivenciou uma "cura completae duradoura depois que membros de sua comunidade rezaram pela intercessãodo Papa João Paulo II". Desde Maio de 2008, Irmã Marie-Simon-Pierre, entãocom 46 anos, voltou a trabalhar novamente em um hospital maternidade que éregido pela ordem religiosa à qual ela pertence."Eu estava doente e agora estou curada," ela disse ao reporter GerryShaw. "Estou curada, mas cabe à Igreja dizer se foi um milagre ou não."Em janeiro de 2007, Cardeal Stanisław Dziwisz de Kraków, seu ex-secretário, anunciou que a fase chave do processo de beatificação, na Itália ePolônia, estava em fase de conclusão.Em 8 de março de 2007, o Vicariato de Roma anunciou que a fasediocesana da causa de João Paulo II para a beatificação estava no fim. Após umacerimônia em 2 de abril de 2007 – o segundo aniversário da morte do pontífice – a
    • causa procedeu ao exame da comissão de leigos, membros do clero,e episcopal do Vaticano, da Congregação para as Causas dos Santos, que entãoiriá conduzir uma investigação própria.No quarto aniversário da morte do Papa João Paulo, 2 de abril de 2009, oCardeal Dziwisz disse aos repórteres que um suposto milagre havia ocorridorecentemente no túmulo do antigo Papa na Basílica de São Pedro. Um garotopolonês de nove anos de idade de Gdańsk, que sofria de câncer de rim e eracompletamente incapaz de andar, tinha ido visitar o túmulo de seus pais. Ao sairda Basílica de São Pedro, o menino disse-lhes: "Eu quero andar", e começou aandar normalmente.Em 16 de novembro de 2009, um júri de revisores da Congregação para asCausas dos Santos votou em unanimidade que o Papa João Paulo II havia vividouma vida de virtude.Em 19 de dezembro de 2009, Bento XVI assinou o primeiro de doisdecretos necessários à beatificação e proclamou João Paulo II "Venerável", noreconhecimento de que viveu heroicamente uma vida virtuosa. A segundavotação e o segundo decreto assinado reconhece a autenticidade de seu primeiromilagre (o caso da Irmã Marie Simon-Pierre, a freira francesa que foi curada dadoença de Parkinson). Uma vez que o segundo decreto é assinado, o positio (orelatório sobre a causa, com a documentação sobre sua vida e seus escritos ecom informações sobre a causa) é considerado como sendo completo. Ele podeentão ser beatificado.No dia 14 de Janeiro de 2011 o Papa Bento XVI aprovou o decreto sobreum milagre atribuído ao Papa Wojtyla, permitindo a sua beatificação queaconteceu em Roma no dia 1 de maio de 2011, o Domingo da Divina Misericórdia.Desde de Junho de 2005 até Abril de 2007 foi realizado inquérito diocesanoprincipal romano em diversas dioceses sobre a vida, as virtudes e a fama desantidade e de milagres. Em vista da beatificação, a postulação da causaapresentou ao exame da Congregação para as Causas dos Santos a cura do Malde Parkinson da Irmã Marie Simon Pierre Normand, religiosa do Insitut desPetites Soers des Maternités Catholiques, foi relatado que ela vivenciou uma"cura completa e duradoura depois que membros de sua comunidade rezarampela intercessão do Papa João Paulo II". Os peritos se manifestaram a favor dainexplicabilidade científica da cura e a Congregação para as Causas dosSantos emitiu uma sentença considerando milagrosa a cura da religiosa francesa,a seguir à intercessão de João Paulo II. A beatificação de João Paulo II, presididapelo seu sucessor, é um fato sem precedentes: nenhum papa elevou às honrasdos altares o seu imediato predecessor. 1 de maio é comemorado em ex-paísescomunistas, como a Polónia, e alguns países da Europa Ocidental países como oDia de Maio, e o Papa João Paulo II é mais bem conhecido, entre muitas outras
    • coisas, por suas contribuições cruciais para o desaparecimento relativamentepacífico do comunismo no Leste Europeu e na Europa Central, como atestadopelo ex-presidente soviético Gorbachev após a morte do pontífice.Em 29 de abril de 2011, o caixão do Papa João Paulo II foi exumado dagruta debaixo da Basílica de São Pedro com dezenas de milhares de pessoasque começaram a chegar em Roma para um dos maiores eventos desde seufuneral em 2005.No mesmo dia "Non abbiate paura" ("Não tenho medo"), a canção oficialdedicada a João Paulo II, com imagens originais e as palavras do Papa, foilançada. A canção, de autoria de Giorgio Mantovan e Francesco Fiumanò, foiexecutada pelo cantor italiano Matteo Setti e é a única peça musical para a qual oVaticano deu permissão de usar a voz de Karol Wojtyla.Seis anos após seu falecimento, no dia 1° de maio de 2011 às 10h37(horário de Roma), sua beatificação foi proclamada pelo Papa Bento XVI. Ele,acolhendo o pedido do vigário de Roma, Agostino Vallini, leu a fórmula latina queincluiu o papa polaco entre os beatos. Seu processo de beatificação foi o maisrápido dos últimos 700 anos, sendo o processo de canonização mais rápido atéhoje o de Santo Antonio de Lisboa que foi canonizado apenas 11 meses após suamorte. A celebração de seu dia foi o dia 22 de outubro, aniversário de sua eleiçãoao pontificado.A cerimónia foi acompanhada na Praça de São Pedro por mais de ummilhão de pessoas, vindas de todos os continentes, com aplausos e cantosreligiosos. Bento XVI celebrou a cerimónia - com paramentos que pertenceram aseu antecessor - acompanhado por cardeais presentes em Roma,como Stanisław Dziwisz e por Mieczysław Mokrzycki, ex-primeiro e segundosecretário particular de João Paulo II.Bento XVI recebeu uma relíquia contendo o sangue de João Paulo, que lhefoi entregue por Marie Simon Pierre Normand. O milagre com que foi tocada areligiosa foi um dos fatores decisivos para a beatificação de João Paulo II. BentoXVI também declarou que o processo de beatificação foi acelerado devido àgrande veneração popular por Woijtila.A Casa da Moeda da Polônia emitiu moedas de ouro de 1000 zloty com aimagem do Papa para comemorar sua beatificação.Desde o dia 2 de maio de 2011, o corpo do Beato repousa na Capela deSão Sebastião no Vaticano.
    • Beatificação de João Paulo IIA cerimônia teve início às 10 horas no horário local (5h de Brasília), pelo papae outros 800 sacerdotes presentes. Com um cálice e mitra que foram usados nosúltimos anos de pontificado de João Paulo II e com uma vestimenta que tambémpertenceu a seu antecessor, Bento XVI abriu a cerimônia com uma saudação emlatim, que foi traduzida simultaneamente em espanhol, francês, português, francês,inglês, alemão e polonês pela Rádio Vaticano.Um cardeal leu um texto sobre a vida do pontífice, morto em 2005, após 27anos de papado. Foram destacadas virtudes de João Paulo II, como seus dotesintelectuais, morais e espirituais.Após a leitura, ocorreu o principal momento da cerimônia, em que foidescerrado um retrato de João Paulo II, a partir de então denominado beato."Concedemos que o venerado servo de Deus João Paulo II, Papa, seja de agora emdiante chamado beato", proclamou Bento XVI.A data escolhida para a veneração do papa foi 22 de outubro, dia da primeiramissa do seu pontificado.Muitos aplausos e gritos de "Santo subito" (Santo já), como no dia do funeralde João Paulo II, foram ouvidos na praça, repleta de pessoas que exibiam bandeirasde muitos países, entre elas a polonesa e a brasileira.A freira francesa irmã Marie Simon-Pierre Normand - cuja a cura do mal deParkinson, a mesma doença degenerativa do papa, em junho de 2005, é tida como aprimeira graça de João Paulo II- levou ao altar uma ampola contendo sangue doPapa, enquanto outra religiosa que o acompanhou durante o papado, levou algumasde suas relíquias.Em uma cerimônia solene napresença de mais de 1 milhão depessoas que lotaram a praça deSão Pedro, segundo a políciaromana, o Papa Bento XVIproclamou beato o seuantecessor, João Paulo II(1920-2005) e presidente GloriaMacapagal-Arroyo da Filipinas
    • Retrato de João Paulo II é exposto na fachada da basílica de São Pedro, no Vaticano, durante cermôniaA beatificação é a etapa anterior à canonização e aconteceu em tempo recorde.Cerimônia de BeatificaçãoMilhares de fiéis que assistiram à cerimônia de beatificação de João Paulo2º fazem fila para venerar os restos mortais do papa, na Basílica de São Pedro,no Vaticano.O caixão, que não foi aberto, está exposto perante o altar da Confissão.Sobre ele foi colocada uma cópia do Evangelho de Lorsch, aberto e apoiado emum coxim tecido com decoração de ouro, além de uma coroa de flores com ascores oficiais da bandeira vaticana, amarela e branca.A Guarda Suíça é responsável por guardar o caixão de Karol Wojtyla, quefoi proclamado beato em cerimônia solene neste domingo pelo papa Bento XVI,provocando uma profunda emoção em mais de um milhão de fiéis que assistiramao ato.
    • Eclesiastas oram diante do caixão de João Paulo 2º, que irá para a capela de São Sebastião na segundaOs fiéis começaram a visitar o caixão às 13h16 (8h16 de Brasília) eestendeu-se até às 19h (14h em Brasília), quando serão fechados os portões daBasílica.No dia 29, o féretro foi retirado do túmulo que ocupava na cripta da Basílicade São Pedro e será colocado nos próximos dias em uma capela do templo. Atéagora, os restos de Wojtyla estavam a poucos passos do sepulcro de São Pedro.Após o papa e os cardeais veneraram os restos de João Paulo 2º, foi a vezdas delegações oficiais dos países presentes, e em seguida a de pessoasportadoras de deficiência e o restante do público.Assim que foram concluídas as celebrações pela beatificação, o caixão foilevado à capela de São Sebastião, com melhor capacidade para receber umvolume ainda maior de fiéis no futuro.BEATIFICAÇÃOSeis anos após sua morte, João Paulo 2º foi proclamado beato nestedomingo pelo seu sucessor, em uma cerimônia assistida por mais de um milhãode pessoas na praça de São Pedro.
    • Há cerca de mil anos um papa não beatificava seu antecessor, segundo oVaticano. Bento 16 afirmou que ele "tinha a força de um gigante" e enfrentou"sistemas políticos e econômicos", como o marxismo e a ideologia do progresso,para cumprir o desafio de viver a fé sem medo."Sua mensagem foi esta: o homem é o caminho da Igreja, e Cristo é ocaminho do homem. Com essa mensagem, que é a grande herança do ConcílioVaticano 2º e de seu timoneiro, Paulo 6º, João Paulo 2º conduziu o povo de Deusao Terceiro Milênio", afirmou o papa Ratzinger.Papa Bento 16 oficializa beatificação de seu antecessor, João Paulo 2º, em cerimônia na praça São PedroO pontífice acrescentou que "aquela carga de esperança que fora cedidaao marxismo e à ideologia do progresso, João Paulo 2º legitimamente reivindicou-a para o cristianismo, restituindo-lhe a fisionomia autêntica da esperança, de viverna história com um espírito de advento, com uma existência pessoal ecomunitária orientada a Cristo, plenitude do homem".
    • Bento XVI lembrou ainda a famosa frase de João Paulo 2º: "Não temais,abri de par em par as portas a Cristo!" e afirmou que Karol Wojtyla "abriu a Cristoa sociedade, a cultura, os sistemas políticos e econômicos, enfrentando com aforça de um gigante, com a força dada por Deus, uma tendência que pareciairreversível".Sobre o processo de beatificação, um dos mais rápidos da história, o papaafirmou que já no dia do funeral de Wojtyla, em 8 de abril de 2005, podia seperceber seu "perfume da santidade", e que o povo de Deus manifestava demuitas formas sua veneração.João Paulo 2º foi proclamado beato na festividade da Divina Misericórdia,instituída por ele para honrar o culto impulsionado pela santa Faustina Kowalska,uma religiosa da qual se considerava discípulo.A cerimônia foi assistida por mais de um milhão de pessoas, entre elascerca de 100 mil fiéis procedentes da Polônia, assim como milhares de pessoasprocedentes de todo o mundo, que aplaudiram por vários minutos quando, às10h38 locais (5h38 de Brasília), ele foi elevado à glória dos altares.Na fachada principal da Catedral de São Pedro foi colocado um retratogigante do novo beato, no qual ele pode ser visto sorrindo. Bento 16 estipulou quea festa litúrgica do novo beato será celebrada em 22 de outubro, aniversário doinício de seu Pontificado (1978).Papa Bento XVI proclama Beato João Paulo II
    • Padres se reúnem na praça São Pedro, no Vaticano, para acompanhar a beatificação de João Paulo 2º; vejamais imagensApós a proclamação, as câmeras de televisão enfocaram o caixão do papaWojtyla, colocado perante o Altar Maior da Basílica de São Pedro para suaveneração pelos fiéis.Tobiana, a freira polonesa que cuidou de João Paulo 2º em seus últimosanos de vida, e Marie Simon Pierre --freira cuja cura de maneira inexplicável paraa ciência do mal de Parkinson originou o processo de beatificação de "João deDeus"-- levaram até o altar maior um relicário com uma pequena ampola comsangue de Wojtyla.Delegações de 87 países assistiram à cerimônia, incluindo o Brasil, cincocasas reais, entre elas a da Espanha, e 16 chefes de Estado, entre eles os deMéxico e Honduras.
    • CanonizaçãoCanonização é um termo utilizado pela Igreja Católica e que diz respeito aoato de atribuir o estatuto de Santo a alguém que já era Beato. A canonização deum beato é um assunto sério e um processo complexo dentro da Igreja, a pontode só poder ser tratada pela Santa Fé em si, por uma comissão de altos membrose com a aprovação final do Papa. Canonização é a confirmação final da Santa Sépara que um Beato seja declarado Santo. Só o Papa tem a autoridade deconceder o estatuto de Santo.O Código de Direito Canônico da Igreja, no seu cânon 1186estabelece: "Para fomentar a santificação do povo de Deus, a Igreja recomendaà veneração peculiar e filial dos fiéis a Bem-aventurada sempre Virgem Maria,Mãe de Deus, que Jesus Cristo constituiu Mãe de todos os homens, e promove overdadeiro e autêntico culto dos outros Santos, com cujo exemplo os fiéis seedificam e de cuja intercessão se valem."; e, ainda no artigo 1187: "Só é lícitovenerar com culto público os servos de Deus, que foram incluídos pela autoridadeda Igreja no álbum dos Santos ou Beatos."Documentos importantesA Constituição Apostólica Divinus perfectionis Magister (1983), de JoãoPaulo II, estabeleceu de uma vez as normas para a instrução das causas decanonização e para o trabalho da Congregação para as Causas dos Santos. Nelaé afirmado: "A Sé Apostólica, (…) propõe homens e mulheres que sobressaempelo fulgor da caridade e de outras virtudes evangélicas para que sejamvenerados e invocados, declarando-os Santos e Santas em ato solene decanonização, depois de ter realizado as oportunas investigações."Em 18 de fevereiro de 2008 a Santa Sé torna público a instrução"Sanctorum Mater" (1983) da Congregação para a Causa dos Santos sobre asSanto Adalberto, por Kovács Mihály (1818-1892)
    • normas que regulam o início das causas de beatificação juntamente com o "Indexac status causarum".A Instrução se divide em seis partes:Primeira: diz da necessidade de uma autêntica fama de santidade para se darinício ao processo e se explicam as figuras e tarefas do autor do postulador edo bispo competente para a causa.Segunda: nela é descrita a fase preliminar da causa que chega até àconcessão do "nulla osta" da Congregação para as Causas dos Santos.Terceira: diz da celebração da causa.Quarta: trata das modalidades para se recolher as provas documentais.Quinta: cuida das provas testemunhais e naSexta: são indicados os procedimentos para os atos conclusivos da instruçãodiocesana.Procedimento resumidoSegundo a Constituição Divinus perfectionis Magister e ainstrução Sanctorum Mater, ao bispo diocesano ou autoridade da hierarquia a eleequiparada, de iniciativa própria ou a pedido de fiéis, é a quem compete investigarsobre a vida, virtudes ou martírio e fama de santidade e milagres atribuídos e, seconsiderar necessário, a antiguidade do culto da pessoa cuja canonização épedida. Nesta fase a pessoa investigada recebe o tratamento de "Servo de Deus"se é admitido o início do processo.Haverá um postulador que deverá recolher informações pormenorizadassobre a vida do Servo de Deus e informar-se sobre as razões que pareceriamfavorecer a promoção da causa da canonização. Os escritos que tenham sidopublicados devem ser examinados por teólogos censores, nada havendo nelescontra a fé e aos bons costumes, passa-se ao exame dos escritos inéditos e detodos os documentos que de alguma forma se refiram à causa. Se ainda assim obispo considerar que se pode ir em frente, providenciará o interrogatório dastestemunhas apresentadas pelo postulador e de outras que achar necessário.Em separado se faz o exame do eventual martírio e o das virtudes, que oservo de Deus deverá ter praticado em grauheroico (fé, esperança e caridade; prudência, temperança, justiça, fortalezae
    • outras) e o exame dos milagres a ele atribuídos. Concluídos estes trabalhos tudoé enviado a Roma para a Congregação da Causa dos Santos.Para tratar das causas dos santos existem, na Congregação para a Causa dosSantos, consultores procedentes de diversas nações, uns peritos em história eoutros em teologia, sobretudo espiritual, há também um Conselho de médicos.Reconhecida a prática das virtudes em grau heroico o decreto que o faz declara oServo de Deus "Venerável".Havendo apresentação de milagre este é examinado numa reunião deperitos e se se trata de curas pelo Conselho de médicos, depois é submetido aum Congresso especial de teólogos e por fim à Congregação dos cardeais ebispos. O parecer final destes é comunicado ao Papa, a quem compete o direitode decretar o culto público eclesiástico que se há de tributar aos Servos de Deus.A Beatificação portanto, só pode ocorrer após o decreto das virtudes heroicas eda verificação de um milagre atribuído à intercessão daquele Venerável.O milagre deve ser uma cura inexplicável à luz da ciência e da medicina,consultando inclusive médicos ou cientistas de outras religiões e ateus. Deve seruma cura perfeita, duradoura e que ocorra rapidamente, em geral de um a doisdias. Comprovado o milagre é expedido um decreto, a partir do qual pode sermarcada a cerimônia de beatificação, que pode ser presidida pelo Papaou poralgum bispo ou cardeal delegado por ele.Caso a pessoa em causa já tenha o estatuto de beato e seja comprovadomais um milagre pela Igreja Católica, em missa solene o Santo Padre ou umCardeal por ele delegado declarará aquela pessoa como Santa e digna de serlevada aos altares e receber a mesma veneração em todo o mundo, concluindoassim o processo de Canonização.
    • Homenagens a João Paulo IIDesde a morte de João Paulo II, um número de clérigos do Vaticano, bemcomo leigos de todo o mundo, começaram a se referir ao Papa como "João PauloII o Grande", ou Magno (o quarto Papa a ser chamado assim desde o 1º milênio).Estudiosos da Lei Canônica dizem que não há um processo oficial para aclamar oPapa como "Grande"; o título começa simplesmente a ser usado, tornado-sepopular, assim como é o caso de grandes líderes da história (porexemplo, Alexandre III da Macedônia ficou popularmente conhecidocomo Alexandre o Grande). Os três Papas que hoje são conhecidos como‘’Grande’’, são São Leão Magno, cujo pontificado se estendeu de 440 – 461,responsável por impedir que Átila, o Huno tomasse e incendiasse Roma; SãoGregório Magno, 590 – 604, do qual deriva o termo Canto Gregoriano; e SãoNicolau Magno 858–867.Seu sucessor, Papa Bento XVI, referiu-se a ele como "O grande Papa JoãoPaulo II" em seu primeiro endereço na loggia da Igreja de São Pedro, eo Cardeal Angelo Sodano também se referiu a ele como "o Grande" em suahomilia escrita e publicada da Missa de Exéquias.Desde sua homilia no funeral do Papa João Paulo, o Papa BentoXVI continuou a se referir a João Paulo II como "o Grande". Durante a XX JornadaMundial da Juventude na Alemanha, em 2005, Bento XVI, falando em polonês,língua materna de seu antecessor, disse: “Como o Grande Papa João Paulo IIdiria: deixem a chama da fé viva em suas vidas e em seu povo.”Em maio de 2006, Bento XVI visitou a Polônia. Durante a visita, ele repetidamentefez referências ao pontífice chamou de "Grande João Paulo" e "Meu grandepredecessor."Estátua de João Paulo II em Częstochowa, Polônia
    • Em somatória, vários jornalistas do Vaticano têm-no chamado de “grande”.Por exemplo, o jornal italiano Corriere della Sera chamou-o também desta formabem como o jornal sul-africano católico “The Southern Cross”.Algumas escolas dos EUA, como a Universidade Católica João Paulo II oGrande e o Colégio Católico João Paulo II o Grande, receberam recentementeesse nomes, usando o do Papa e este título.EstátuasExistem várias estátuas em homenagem a João Paulo II espalhadas pelomundo.Uma estátua de João Paulo II foi inaugurada em 23 de Fevereiro de 2008em Santa Clara, Cuba para recordar os dez anos da sua visita ao país. A estátuafoi levada como um presente à comunidade católica de Cuba pelo secretário deEstado do Vaticano cardeal Tarcísio BertoneEm Fátima, que o Papa visitou por três vezes, foi inaugurada uma estátuada autoria de Czeslaw Dzwigaj, de nacionalidade polaca, por ocasião do 90.ºaniversário das aparições de Nossa Senhora, celebrado em Maio de 2008. Aspalavras que o Papa proferiu na Capelinha quando da primeira visita a Fátima, em1982, estão gravadas na estátua de João Paulo II que se encontra na praçaexterior, junto à nova Igreja da Santíssima Trindade. A estátua de João Paulo IIque retrata o momento de oração na Capelinha, junto à imagem de NossaEstátua de João Paulo II em frente à catedral metropolitana, nacidade do Rio de Janeiro.
    • Senhora testemunha as Aparições do Anjo e também a actualidade do mistériodas três pessoas da Santíssima Trindade. É em bronze e mede 3,5m de altura.Em 1ode Julho de 2009 a Policlínica Gemelli de Roma, onde o Papa foiinternado em nove ocasiões (a primeira, em 13 de maio de 1981, após o atentadosofrido na Praça de São Pedro; a última, em março de 2005 ao final de suaenfermidade) e onde passou um total de 153 dias e 152 noites, inaugurou umaestátua em sua homenagem. A estátua foi construída de um bloco procedentedas pedreiras de Carrara, pesando todo o conjunto 47 toneladas e alcançando 4,6metros. A estátua pesa 18 toneladas e mede 3,05 metros, e tem uma base decerca de 20 toneladas e uma cruz de metal. Está com os olhos fixos na janela doquarto do 10.º andar, onde o Papa ficava internado e de onde concedia a bênçãoaos fiéis. A estátua mostra uma imagem do Papa João Paulo II como recordadapelos médicos e religiosas que o assistiram até à sua morte, ou seja, com o rostoe o corpo marcados pela doença que ele nunca quis esconder. Os trabalhos paraa elaboração desta escultura demoraram cerca de sete meses, sem considerar osnumerosos projectos realizados anteriormente. A cerimónia de inauguração foianimada pela Banda Musical de Armas dos Carabineiros, dirigida pelo maestroTenente Colonnello Massimo Martinelli.Em Coimbra, Portugal existe uma estátua de bronze na Praça João PauloII, inaugurada depois da segunda visita do Papa ao país.PraçasUma praça em homenagem ao Papa João Paulo II, chamada Praça doPapa, foi criada em Campo Grande no local onde, em 1991, foi realizada umamissa durante a sua visita à cidade. Existem, também, outras praças com omesmo nome em Belo Horizonte e em Vitória em sua homenagem. Ambas selocalizam no Brasil. Na cidade de Curitiba também existe um parque em suahomenagem, no local onde o Papa passou quando esteve na cidade. Em PortoAlegre, próximo ao Estádio Olímpico Monumental, há uma rótula (entre asavenidas Erico Veríssimo, José de Alencar, da Azenha e Gastão Mazeron[Cascatinha]), onde está um monumento que lembra sua missa rezada no local.Em Natal, também existe um monumento em homenagem ao Papa João Paulo II,localizado no bairro de Candelária, o qual é chamado papódromo. Em CaboVerde também se homenageou o Papa com uma praceta na Cidade da Praia, apraça "Cruz do Papa", onde se encontra a estátua daquele que abençoou estearquipélago. A localização é estratégica, pois a vista está direccionada para olocal onde se realizou a missa em 1990.
    • Outras homenagensPenínsula Ioannes Paulus IICoordenadas: 62° 31 43" S 60° 45 58" OLocalização da Península Ioannes Paulus II na Ilha Livingstonnas Ilhas Shetland do Sul.Península Ioannes Paulus II (ao fundo) do Outeiro Kuzman.Penínsulas da Ilha Livingston.A península Ioannes Paulus II (Búlgaro: Полуостров Йоан ПавелII Poluostrov Yoan Pavel II Pronúncia búlgara:poluˈɔstrov joˈan ˈpaveɫ fˈtɔri) é umapenínsula coberta de gelo na costa norte da Ilha Livingston nas Ilhas Shetland doSul, Antártica, que é unida pela Baía Hero ao leste e a Baía Barclay a oeste. SePapa Bento XVI vendo o mapa da Península Ioannes Paulus IIna Antarctica no mapa búlgaro de 2005 da Ilha Livingston.
    • estende por 13 km em comprimento na direção norte-sul e tem 8 km largura. Suaextremidade norte é formada pelo Cabo Shirreff que é livre de gelo, uma áreavisitada pelos caçadores de foca do início do século 19. O interior da penínsulaestá ocupado pelas Elevações Oryahovo.A feição recebeu o nome do Papa João Paulo II (1920–2005) por suacontribuição à paz mundial e compreensão entre as pessoas.LocalizaçãoA península é localizada em 62° 31′ S 60° 45′ W (mapeamento britânicoem 1822 e 1968, chileno em 1971, argentino em 1980, mapeamento espanhol em1991 e levantamento topográfico búlgaro Tangra 2004/05 e mapeamento em2005 e 2009).Vários projetos nacionais e municipais publicos foram nomeados emhomenagem ao Papa: a Estação Roma Termini, foi dedicada ao Papa João PauloII por uma votação da Câmara Municipal, o primeiro objeto publico municipal quepossui o nome de um não-italiano. Aeroportos internacionais com o seu nome sãoo Aeroporto Internacional João Paulo II de Cracóvia-Balice – um dos principaisaeroportos da Polônia – e o Aeroporto João Paulo II em Ponta Delgada. A PonteJuan Pablo II localiza-se no Chile, enquanto Praça João Paulo na Bulgária denotaa visita do Papa a Sófia em 2002. Em Tegucigalpa, a capital de Honduras há umpopular boulevard chamado de "Juan Pablo II". E foi nomeado assim após a visitado Papa Tegucigalpa, o Estádio João Paulo II é um estádio de futebol em Moji-Mirim no Brasil. Parvis Notre-Dame – Praça Jean-Paul II é uma das partescentrais de um dos bairros de Paris. No domingo, 10 de dezembro de 2006, acidade de Ploërmel, Morbihan, oeste da França, foi inaugurada um estátua deJoão Paulo II com 8,75 m (28 71 pé) , e foi um presente do escultor russo-
    • georgiano Zurab Tsereteli. O Parque Papa João Paulo II é uma característicade Boston,Massachusetts enquanto a rua Papa João Paulo II serve a moradoresde Chicago, Illinois.De interesse internacional, a Península Ioannes Paulus II na IlhaLivingston nas Ilhas Shetland do Sul foram nomeadas em honra do Papa. Umponto de referência na Antartica em reconhecimento por sua contribuiçãopara paz mundial e a compreensão entre as pessoas.Um museu em Częstochowa aberto em 11 de Augosto de 2011, com 5.500medalhas e moedas com a imagem do Papa. O museu foi fundado pelopresidente do President Electronics Poland, Krzysztof Witkowski.“ A liberdade não consiste em fazer o que queremos, mas em ter o direito defazer o que devemos ”— Papa João Paulo IIEstátua de João Paulo II em Santa Clara. Aestátua foi levada de Roma pelo secretário deEstado do Vaticano, o cardeal Tarcisio BertoneUm monumento com uma Estátua do PapaJoão Paulo II na cidade do México Capital, foiao chão quando um motorista em altavelocidade colidiu com ela.Estátua de João Paulo II,na Cadetral do Rio deJaneiroCZESTOCHOWA, Polônia , fica a cerca de130 km de Wadowice, onde João Paulo IInasceu..
    • Estátua em Cracóvia imorttaliza o papa JoãoPaulo II no tradicional gesto da bençãoVarsóvia, PolôniaLyon, França Basílica de Guadelupe, MéxicoMirandela, Portugal Wroclaw, Polonia
    • Basílica de Nossa Senhora doRosário, FátimaHomenagem do povo timorense à visita do PapaJoão Paulo II ao Timor-Leste em 12 de outubrode 1989.Achada de S. António, Ilha de Santiago, CaboVerdeCascais, PortugalNo Santuário Nacional, uma estátua do novo beatofoi colocada no Altar Central, e ele foihomenageado na celebração das 8h, dia 1 de maiode 2011Parque EcológicoMunicipal de Sarandi,RS
    • Madri, EspanhaCentro Cívico, Curitiba - PRPapa João Paulo II, no pátio da Biblioteca deLiteratura Estrangeira, em Moscouno adro da Sé doFunchal, MADEIRADesenhos de João Paulo II
    • Na Bazylika Wadowice , temWadowice, cidade natal de João Paulo IIUma estatua de João Paulo II do lado de fora e, Outra dentro da Bazylika Wadowice.Boneco do Papa João Paulo II Papa Francisco reza dianteda imagem de João Paulo II,VaticanoBoneco do Papa JoãoPaulo II
    • Postulador da canonização de JPII fala sobreandamento do processoDa Redação, com Ecclesia ArquivoPadre Slawomir Oder destaca que têm recebido numerosos testemunhosde graças alcançadas por intercessão de João Paulo IIO responsável pela causa de canonização de João Paulo II, padreSlawomir Oder, revelou nesta segunda-feira, 2, que o processo está dependenteda confirmação de um “novo milagre” para que possa ser concluído. Hoje a Igrejarecorda os sete anos do falecimento de João Paulo II.Padre Oder disse que têm recebido “numerosas indicações de graçasatribuídas ao beato João Paulo II e algumas são, seguramente, interessantes”.“De momento, espero pela documentação para poder dar início a umestudo mais aprofundado [dos casos] e fazer um bom discernimento”, acrescentao postulador da causa.O Papa polaco foi proclamado beato por Bento XVI no dia 1º de maio de2011, na Praça de São Pedro.De acordo com o direito canônico, para a canonização é necessário umnovo milagre atribuído à intercessão do beato João Paulo II a partir da data dabeatificação.
    • João Paulo II morreu no dia 2 de abril de 2005, no Vaticano, data que éassinalada com iniciativas em várias partes do mundo, segundo o padre Oder,que destaca a peregrinação das relíquias do beato, atualmente na Nigéria.Karol Jozef Wojtyla, eleito Papa no dia 16 de outubro de 1978, nasceu emWadowice, na Polônia, em 18 de maio de 1920.Entre os seus principais documentos, contam-se 14 encíclicas, 15exortações apostólicas, 11 constituições apostólicas e 45 cartas apostólicas;realizou 104 viagens internacionais; celebrou 147 ritos de beatificação, nos quaisproclamou 1338 beatos, e 51 canonizações, com um total de 482 santos.http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285777
    • Leia relato da freira cuja cura de Parkinson foiatribuída ao papaA freira francesa Marie Simon-Pierre, 50, esteve no centro da beatificaçãode João Paulo 2º neste domingo. Foi ela quem recebeu o milagre atribuído aopapa e que permitiu à Igreja Católica torná-lo bento.Alberto Pizzoli/France PresseFreira Marie Simon-Pierre (centro) foi alvo do milagre atribuído a João Paulo 2º e que o tornou beatoLeia seu relato ao site oficial da causa pela beatificação"Estava sofrendo de mal de Parkinson. A doença foi diagnosticada emjunho de 2001. Toda a metade esquerda do meu corpo fora afetada, o que mecausava sérias dificuldades por eu ser canhota.Passados três anos, os sintomas se agravaram: comecei a piorar dia apósdia. Não conseguia mais escrever, não conseguia mais dirigir o carro a não serem percursos muito curtos. Estava exausta.Desde o diagnóstico, tinha dificuldade para ver João Paulo 2º na televisão.Mas me sentia muito próxima a ele em minhas orações e sabia que ele seriacapaz de compreender o que eu vivia. Admirava sua força e coragem.
    • Em 2 de abril de 2005, o anúncio da morte de João Paulo 2º fez com quemeu mundo desabasse: havia perdido o amigo que me compreendia. Surgiu-me asensação de um grande vazio --mas ainda tinha a certeza de Sua presença viva.Em 1º de junho, eu já não aguentava: levantar-me e caminhar era uma luta.No dia seguinte, procurei minha superiora e lhe solicitei que me dispensasse dotrabalho. Ela me pediu que resistisse até a festa da ascensão em Lourdes, emagosto, e acrescentou: "João Paulo 2º ainda não disse sua última palavra".Depois da oração noturna, passei pelo meu escritório antes de me recolhera meu quarto. Senti o desejo de apanhar uma caneta e escrever, como se meinstruíssem a fazê-lo. Eram 21h30 ou 21h45.Minha caligrafia estava perfeitamente legível: surpreendente! Acomodei-meem minha cama, atônita.Eram passados exatos dois meses do retorno de João Paulo 2º à moradado Pai.Acordei às 4h30, espantada por ter conseguido dormir.Levantei-me rapidamente; meu corpo já não estava dolorido, a rigidez tinhadesaparecido; e eu não me sentia mais a mesma, interiormente. Mais tarde, dei-me conta de que, enquanto caminhava, meu braço esquerdo se movia; já nãopermanecia imóvel, encostado ao corpo.Em 7 de junho, meu neurologista se surpreendeu ao constatar a repentinadesaparição de todos os sintomas da doença. No dia seguinte, a superiora-geralda ordem comunicou a toda a comunidade a graça concedida a nós.Já se passaram dez meses desde que interrompi toda espécie detratamento. Retomei o trabalho normalmente e não tenho dificuldade alguma paraescrever ou guiar. A sensação é a de que renasci.Hoje afirmo que o amigo que deixou nossa Terra continua muito próximode meu coração. Que o Senhor tenha me concedido viver, por intercessão deJoão Paulo 2º, é um grande mistério; mas nada é impossível para Deus."
    • John Paul IIs Last Will and Testament"I Hope That Christ Will Give Me the Grace for the Last Passage"VATICAN CITY, APRIL 7, 2005 (Zenit.org).- Here is a translation of John Paul IIslast will and testament, published today by the Holy See.Última Vontade de João Paulo II e Testamento"Eu espero que Cristo me dará a graça para a última passagem"CIDADE DO VATICANO, 07 de abril de 2005 (Zenit.org) -. Aqui é uma traduçãoda última vontade de João Paulo II e testamento, publicado hoje pela Santa Sé.***O Testamento de 1979/03/06(E a subsequente adição)"Totus Tuus ego sum"Em nome da Santíssima Trindade. Amen."Vigiai, pois não sabeis em que dia vem o vosso Senhor" (Mt 24:42) - essaspalavras me fazem lembrar da última chamada, que irá ocorrer no momento emque o Senhor o quer. Eu quero segui-lo e quero toda a parte que se forma daminha vida terrena para me preparar para este momento. Eu não sei quando issovai ocorrer, mas como tudo, eu também colocar neste momento nas mãos da Mãede meu Senhor: . Totus tuus " Eu deixo tudo nas mesmas mãos maternas, etodos aqueles que foram conectadas a minha vida e minha vocação. Acima de
    • tudo, deixar a Igreja em essas mãos, e também a minha Nação e toda ahumanidade. Agradeço a todos. Peço a todos para o perdão. Peço também aoração, para que a Misericórdia de Deus se mostrará maior do que a minhafraqueza e indignidade.Durante os exercícios espirituais, reli o testamento do Santo Padre Paulo VI. Estaleitura levou-me a escrever o presente testamento.Eu não me deixar para trás qualquer propriedade que será necessário eliminar.Na medida em que as coisas de uso diário que me serviu, eu peço que sejamdistribuídos como vai parecer oportuno. Minhas notas pessoais devem serqueimados. Peço que Dom Stanislaw relógio sobre este, a quem agradeço porsua colaboração muito prolongada e abrangente e ajudar ao longo dos anos.Todos os outros agradecimentos vez eu deixo no meu coração diante de Deusmesmo, porque é difícil expressá-los.No que diz respeito ao funeral, repito as mesmas disposições que foram dadaspelo Santo Padre Paulo VI [aqui ele observa na margem: graves na terra, não emum sarcófago, 13.3.92]."Apud Dominum misericordiaet copiosa apud Eum redemptio "João Paulo II ppRoma, 6.III.1979Depois de minha morte, peço Santas Missas e orações5.III.1990
    • ***Folha sem data:Expresso minha profunda confiança que, apesar de toda a minha fraqueza, oSenhor me concederá toda a graça necessária para enfrentar, de acordo com asua vontade, qualquer tarefa, experimentação e sofrimento que ele pode exigir doseu servo no curso da vida. Eu também acredito que ele nunca vai permitir que,através de alguma atitude minha: palavras, obras ou omissões, eu trair minhasobrigações nesta Santa Sé de Pedro.***24.II - 1.III.1980Também durante estes exercícios espirituais reflecti sobre a verdade doSacerdócio de Cristo na perspectiva de que a Transit que para cada um de nós éo momento da nossa própria morte. Sinal eloquente [adição acima: decisivo] paranós quando se despedir deste mundo - para nascer no outro, o mundo do futuro -é a Ressurreição de Cristo.Eu tenho lido, portanto, o registro de meu testamento do ano passado, tambémfez durante os exercícios espirituais - eu comparei com o testamento do meugrande Predecessor e Pai Paulo VI, com o testemunho sublime sobre a morte deum cristão e de um papa - e renovei em mim a consciência das questões, paraque o registro das 6.III.1979 refere, preparados por mim (de uma forma bastanteprovisória).Hoje eu só quero adicionar isso para ele, que todos devem ter presente aperspectiva da morte. E deve estar pronto para apresentar-se diante do Senhor eJuiz - e, contemporaneamente, Redentor e Pai. Eu também levar isso emconsideração continuamente, confiando esse momento decisivo à Mãe de Cristo eda Igreja - à Mãe de minha esperança.
    • Os tempos, em que vivemos, são indescritivelmente difícil e inquietante. Ocaminho da Igreja também se tornou difícil e tenso julgamento, característicadestes tempos - tanto para os Fiéis, bem como para os Pastores. Em algunspaíses (como, por exemplo, no que eu li sobre durante os exercícios espirituais), aIgreja se encontra em um período de perseguição que não é inferior à dosprimeiros séculos, e ultrapassa-los pelo grau de crueldade e ódio. "Sanguismartyrum - christianorum sêmen." E para além disso - tantas pessoasdesaparecem inocentemente, também neste país em que vivemos ...Desejo mais uma vez para elogiar-me totalmente à graça do Senhor. Ele mesmodecidirá quando e como devo terminar a minha vida terrena e ministério pastoral."Totus Tuus", através da Imaculada na vida e na morte. Aceitar esta morte jáagora, espero que Cristo me dará a graça para a última passagem, que é a[minha] Páscoa. Espero que ele irá torná-lo útil também para esta causa maisimportante que eu procuro servir: a salvação dos homens, a salvaguarda dafamília humana, e nela de todas as nações e povos (entre eles eu tambémtransformar em uma determinada caminho para a minha Pátria terrena), útil paraas pessoas que ele me confiou de modo particular, para as questões da Igreja,para a glória do próprio Deus.Não quero acrescentar nada ao que escrevi há um ano - apenas para expressaresta prontidão e contemporaneamente esta confiança, a que os ExercíciosEspirituais presentes, mais uma vez eliminados mim.João Paulo II***"Totus Tuus ego sum"5.III.1982No curso de exercícios espirituais deste ano li (várias vezes) o texto dotestamento de 6.III.1979. Embora eu ainda considerá-lo como provisório (não
    • definitivo), deixo-o na forma que ela existe. Eu não mudo (por agora) nada, nemme acrescentar nada no que diz respeito às disposições nele contidas.O atentado contra a minha vida em 13.V.1981, de alguma forma, confirmou aexatidão das palavras escritas no período dos exercícios espirituais de 1980 (24.II- 1.III)Eu me sinto muito mais profundamente que estou totalmente nas mãos de Deus -e eu permaneço continuamente à disposição do meu Senhor, confiando-me a Elena Sua Mãe Imaculada ("Totus Tuus")João Paulo II***5.III.82Em conexão com a última frase do meu testamento de 6.III 1979 (: "No lugar / olugar, isto é, do funeral / Colégio dos Cardeais e dos meus compatriotas devemdecidir") - esclareço o que tenho em mente: o metropolita de Cracóvia e doConselho Geral do Episcopado da Polónia - Eu solicitar ao Colégio dos Cardeais,entretanto, para satisfazer, na medida do possível, as eventuais perguntas dosseus membros.***1.III.1985 (no curso dos Exercícios Espirituais).Agora - no que diz respeito à expressão "Colégio Cardinalício e os meuscompatriotas": o "Colégio Cardinalício" não tem obrigação de questionar "meuscompatriotas" neste argumento, que pode no entanto fazer isso, se por algummotivo que considere legítimo.
    • JPIIOs Exercícios Espirituais de Jubileu do Ano 2000(12-18.III)[Para o testamento]1. Quando no dia 16 de outubro de 1978, o conclave dos cardeais eleitos JoãoPaulo II, o Primaz da Polónia, Card. Stefan Wyszynski me disse: "A tarefa do novoPapa será a de conduzir a Igreja no Terceiro Milênio". Eu não sei se eu repetir afrase exatamente, mas pelo menos era esse o sentido do que ele, então, sentiu.Foi dito pelo homem que passou para a história como Primaz do Milénio. Umprimata grande. Fui testemunha de sua missão, de sua total confiança. De suaslutas: de sua vitória. "Vitória, quando ocorre, será uma vitória através de Maria" -estas palavras de seu predecessor, Card. Agosto Hlond, o Primaz do Miléniocostumava repetir.Desta forma, eu era de alguma forma preparado para a tarefa que o dia 16outubro de 1978, apresentou diante de mim. No momento em que escrevo estaspalavras, o Jubileu do ano de 2000, já é uma realidade em progresso. A noite de24 de dezembro de 1999, o porta simbólica do Grande Jubileu foi aberta naBasílica de São Pedro, mais tarde, a de São João de Latrão, em seguida, deSanta Maria Maior - no dia de Ano Novo, e no dia 19 de janeiro a Porta daBasílica de São Paulo "Fora dos Muros". Este último evento, por causa de seucaráter ecumênico, ficou gravado na minha memória de uma forma particular.2. Como o Jubileu do Ano 2000 vai para a frente, de um dia para o século 20fecha atrás de nós e do século 21 será aberta. De acordo com os planos daProvidência, que me foi dado viver no difícil século que está indo para o passado,e agora, no ano em que a idade da minha vida chega a 80 anos ("Octogesimaadveniens"), deve-se perguntar si mesmo, se não é a hora de repetir com obíblico Simeão "Nunc dimittis".No dia 13 de maio de 1981, dia do atentado contra o Papa durante a audiênciageral na Praça de São Pedro, a Divina Providência salvou-me de modo milagroso
    • da morte. Ele, que é o único Senhor da vida e da morte, Ele próprio prolongouessa vida, de uma certa maneira, ele deu-me novamente. A partir deste momentoele novamente ainda mais pertence a ele. Espero que Ele vai me ajudar areconhecer quanto tempo devo continuar este serviço, para que ele me chamouno dia 16 de outubro de 1978. Peço-lhe para me ligar quando ele mesmo o quer."Na vida e na morte pertencemos ao Senhor ... somos do Senhor" (cf. Rm 14:8).Espero também que, desde que me é dado para a realização do serviço petrinona Igreja, a Misericórdia de Deus me dará a força necessária para este serviço.3. Como todos os anos durante os exercícios espirituais li o meu testamento de6.III.1979. Continuo a manter as disposições nele contidas. Aquilo que agora, etambém durante os Exercícios Espirituais subseqüentes, foi adicionado é umreflexo da difícil e tensa situação geral que marcou os anos 80. Desde o Outonodo ano de 1989 essa situação mudou. A última década do século passado, estavalivre das tensões anteriores, o que não significa que ela não trouxe consigo novosproblemas e dificuldades. De modo particular pode Divina Providência serelogiado por isso, que o período da chamada "Guerra Fria" terminou sem conflitonuclear violenta, o que pesou sobre o perigo mundial no período anterior.4. Estar no limiar do Terceiro Milênio "in medio Ecclesiae", desejo mais uma vezexpressar gratidão ao Espírito Santo pelo grande dom do Concílio Vaticano II,para que, juntamente com toda a Igreja - e, acima de tudo, com todo oepiscopado - Eu me sinto em dívida. Estou convencido de que, mais uma vez epor um longo tempo será dado às novas gerações haurir das riquezas que esteConcílio do século 20 tem concedido. Como Bispo que participou no eventoconciliar do primeiro ao último dia, desejo confiar este grande tesouro para todosaqueles que são ou serão no futuro chamados a realizá-lo. De minha parte,agradeço ao Pastor eterno que me permitiu servir esta grande causa no curso detodos os anos de meu pontificado."In medio Ecclesiae" ... desde os primeiros anos de serviço episcopal -precisamente graças ao Concílio - foi-me dado a experimentar a comunhãofraterna do Episcopado. Como sacerdote da Arquidiocese de Cracóviaexperimentei a comunhão fraterna do presbitério - o Concílio abriu uma novadimensão desta experiência.5. Quantas pessoas eu teria de listar! O Senhor tem chamado, provavelmente, amaioria deles para si - no que diz respeito aqueles que ainda estão deste lado, as
    • palavras deste testamento lembrá-los, todos e em toda parte, onde quer que seencontrem.No decorrer de mais de vinte anos em que realizaram o serviço petrino "in medioEcclesiae" Eu experimentei a colaboração benevolente e extremamente fecundade tantos cardeais, arcebispos e bispos, tantos padres, tantas pessoasconsagradas - Irmãos e Irmãs - em suma, de tantos leigos, no ambiente da Cúria,no Vicariato da Diocese de Roma, bem como fora destes ambientes.Como posso não voluntariamente abraçar a todos os Episcopados do mundo,com os quais eu me encontrei na sucessão de visitas "ad limina Apostolorum"Como posso não lembrar também tantos Irmãos cristãos - não católicos! E orabino de Roma e os numerosos representantes de religiões não-cristãs! E osmuitos representantes do mundo da cultura, da ciência, da política, dos meios decomunicação social!6. Na medida em que o fim de minha vida terrena se aproxima de eu voltar para amemória do início, dos meus pais, meu irmão e minha irmã (que eu não sei,porque morreu antes do meu nascimento), à paróquia de Wadowice, onde Fuibatizado, para que a cidade do meu amor, dos meus contemporâneos, menina ecompanheiros menino do ensino fundamental, a escola secundária, auniversidade, até aos tempos da ocupação, quando eu trabalhava como operário,e mais tarde no paróquia de Niegowic, Cracóvia de St. Florian, ao cuidadopastoral dos acadêmicos, o ambiente ... para todos os ambientes ... a Cracóvia eaRoma ... às pessoas que de uma maneira especial para mim foram confiados peloSenhor.Para tudo o que eu gostaria de dizer uma coisa: "Deus vos recompense""Em manus Tuas, Domine, Commendo spiritum meum"D.C.17.III.2000 (7 de abril de 2005) © Innovative Media Inc.
    • Conclave de agosto de 1978Conclave de agosto de 1978Papa João Paulo IDuração:De 25 a 26 deagosto de1978LocalCapelaSistina, VaticanoEleito:Papa João PauloI (Albino Luciani)Participantes 112Escrutínios: 4Decano: Carlo ConfalonieriVice-Decano: Paolo MarellaCamerlengo: Jean-Marie VillotProtodiácono: Pericle Felici
    • Eleiçãoanterior:Conclave de 1963Eleiçãoseguinte:Conclave deoutubro de 1978-Em 6 de agosto de 1978 faleceu o Papa Paulo VI. Com sua morte oscardeais católicos vão até Roma para formarem o conclave que elegeria o novosucessor de Pedro na Terra.No dia 25 de Agosto após dois dias em reunião o cardeal patriarca deVeneza Albino Luciani, de 65 anos, é eleito Papa e toma o nome de João Paulo I.Luciani foi o primeiro papa da história a escolher um nome duplo, "João" era emhomenagem a João XXIII e "Paulo" em homenagem a Paulo VI. Foi o último papaitaliano a ser eleito continuamente num longo ciclo de mais de 400 anos no qualsó italianos eram eleitos (o seu sucessor, oPapa João Paulo II era nascido naPolónia).O Papa João Paulo I governou apenas 33 dias, morrendo vitimado deuma parada cardíaca fulminante e fatal.Brasão Papal de João Paulo I.
    • Papa João Paulo IServo de Deus João Paulo I263º papaJoão Paulo I e o Cardeal Wojtyla, futuro JoãoPaulo II.HVMILITASNome denascimentoAlbino Luciani TanconNascimento Canale dAgordo, Itália,17 de outubro de 1912Eleição 26 de agosto de 1978Entronização 3 de Setembro de 1978
    • Fim dopontificado28 de setembro de 1978 (33dias)Morte 28 desetembro de 1978 (65 anos)Antecessor Paulo VISucessor João Paulo IIListas dos papas: cronológica · alfabéticaverO Papa João Paulo I, nascido Albino Luciani (Forno di Canale, 17 deoutubro de 1912 — Vaticano, 28 de setembro de 1978) e oriundo de famíliahumilde, foi Papa da Igreja Católica. Governou a Santa Sé durante apenas ummês, entre 26 de agosto de 1978 até a data da sua morte. Tornou-se rapidamenteconhecido na Cúria Romana pelo apelido de "Papa do Sorriso", por suaafabilidade.Foi o primeiro Papa desde Clemente V a recusar uma coroação formal,cerimónia não oficialmente abolida, ficando a cargo do eleito escolher como queriniciar seu pontificado. Contudo, desde então, os papas eleitos têm optado poruma cerimônia de "início do pontificado", com a respectiva entronização e ojuramento de fidelidade. Não aceitava ser carregado em uma liteira como osoutros papas, por uma questão de humildade. Também foi pioneiro ao adoptarum nome papal duplo.Antes de ser Papa, Luciani foi Patriarca de Veneza e não tinha ambiçãoalguma, nunca tendo sonhado em ser papa. Foi o primeiro Papa a nascerno século XX. Seu nome papal duplo foi uma homenagem aos seus doisantecessores, Paulo VI e João XXIII.Trajetória e eleição para o papadoAlbino Luciani nasceu na província de Belluno, norte da Itália. Seu nome debatismo fora uma homenagem a um amigo da família, que morrera numaexplosão em uma mina de carvão na Alemanha. De origem humilde, viu seu pai,
    • chamado Giovanni, que era socialista, ser inúmeras vezes forçado a buscartrabalho em outros países, por ocasião da Primeira Guerra Mundial. Sua mãe,Bertola, católica fervorosa, incentivou-o a seguir a formação religiosa. No que foibem sucedida: Albino foi ordenado padre em 1935, assumindo a posiçãoparoquial que tanto desejara.Embora, segundo consta, não tivesse grande ambições, foinomeado bispo pelo João XXIII ecardeal pelo Paulo VI, com o título de SãoMarcos. Esteve presente no Concílio Vaticano II, convocado em 1962 por JoãoXXIII. Albino Luciani era o Patriarca de Veneza quando, com 65 anos, foieleito Papa, em 26 de agosto de 1978, na terceira votação do conclave que seseguiu à morte do Papa Paulo VI, superando o cardeal considerado"ultraconservador" Giuseppe Siri - favorito ao trono de São Pedro, de acordo coma imprensa - por 99 votos a 11. Segundo conta-se, a princípio, um atônito Lucianiteria declinado de aceitar o pontificado, mas fora persuadido do contrário pelocardeal holandês Johannes Willebrands, que estava sentado a seu ladona Capela Sistina. Para isso, ter-lhe-ia dito: "Coragem. O Senhor dá o fardo, mastambém a força para carregá-lo".Escolheu o nome de João Paulo (Ioannes Paulus, pela grafia em latim)para homenagear seus antecessores, João XXIII e Paulo VI. Morreu namadrugada de 28 de Setembro de 1978, entre 23h 30 min e 4h 30min da manhã,no Palácio Apostólico do Vaticano. Na época do conclave, ocardeal britânico BasilHume, um de seus eleitores, chamou João Paulo I de "o candidato de Deus". Afigura de João Paulo I na Igreja Católica sempre foi a de um papa afável, tendo,por isso, recebido a alcunha de "O Papa Sorriso".Cardeal Luciani em 1969.
    • Reza uma lenda que João Paulo I teria feito uma premonição sobre sua morte, aoafirmar a conhecidos que "alguém mais forte que eu, e que merece estar nestelugar, estava sentado à minha frente durante o conclave". Um cardeal presente naocasião – que preferiu escudar-se no anonimato – confirmou que esse homemera, de fato, o polaco Karol Wojtyla. "Ele virá, porque eu me vou", prosseguiu o"Papa Breve". Curiosamente, Wojtyla realmente votara em Luciani naqueleconclave e logo depois veio a se tornar João Paulo II. Por outro lado, o que há deconcreto é que João Paulo I teria falado da sua morte um dia antes dela ao BispoJohn Magee .[editar]Brasão e lemaDescrição: Escudo eclesiástico. Campo de blau, com um monte de seiscômoros de argente, à italiana, sobreposto por três estrelas de cinco pontasde jalde, postas: 1 e 2. Em chefe as armas patriarcais de São Marcos de Veneza,que são de argente com um leão alado e nimbado, passante ao natural,sustentando um livro aberto que traz a legenda: PAX TIBI MARCEEVANGELISTA MEVS, em letras de sable. O escudo está assente em tarjabranca. O conjunto pousado sobre duas chaves decussadas, a primeira de jalde ea segunda de argente, atadas por um cordão de goles, com seus pingentes.Timbre: a tiara papal de argente com três coroas de jalde. Sob o escudo, um listelde blau com o mote: HVMILITAS, em letras de jalde. Quando são postossuportes, estes são dois anjos de carnação, sustentando cada um, na mão livre,uma cruz trevolada tripla, de jalde.Interpretação: O escudo obedece às regras heráldicas para oseclesiásticos. O campo de blau representa o firmamento celeste e ainda o mantode Nossa Senhora, sendo que este esmalte significa: justiça, serenidade,fortaleza, boa fama e nobreza. O monte é uma homenagem ao seu predecessor,o Papa Paulo VI, da família Montini, e ainda uma referência ao seu local deBrasão do Papa João Paulo I.
    • nascimento: Canale dAgordo, nas montanhas Dolomitas, a cerca de mil metrosacima do nível do mar, sendo de argente (prata) traduz: inocência, castidade,pureza e eloqüência. As três estrelas representam as virtudesteologais: fé, esperança e caridade, sendo de jalde (ouro) simbolizam: nobreza,autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio. O chefe com as armasdo Patriarcado de Veneza relembra o tempo feliz que o pontífice passou comoseu patriarca e é ainda uma homenagem ao Papa João XXIII; sendo que aexpressão "ao natural" é um recurso para se colocar o leão, naturalmentedourado sobre o campo de argente (prata), sem ferir as leis da heráldica. Oselementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duaschaves "decussadas", uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) sãosímbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do podermáximo do Sucessor de Pedro , relatado no Evangelho de São Mateus, que narraque Nosso Senhor Jesus Cristo disse a Pedro: "Dar-te-ei aschaves do reino doscéus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares naterra, será desligado no céu" (Mt 16, 19). Por conseguinte, as chaves são osímbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores.A tiara papal usada como timbre, recorda, por sua simbologia, os três poderespapais: de Ordem, Jurisdição e Magistério, e sua unidade na mesma pessoa. Nolistel o lema HVMILITAS (Humildade), é uma expressão da personalidade dopapa Luciani.MorteEmbora João Paulo I tenha sido encontrado morto por uma freira quetrabalhava para ele e o acordava havia muitos anos, a versão oficial divulgadapelo Vaticano, contudo, diz que o corpo de João Paulo I teria sido encontradopelo padre Diego Lorenzi, um de seus secretários, enunciando a morte como"possivelmente associada com enfarte do miocárdio". Para alguns, João Paulo IO túmulo do " Papa Sorriso ", como era conhecidoo papa João Paulo I
    • teria sido vítima das terríveis pressões características de seu cargo, e que não astendo suportado, veio a perecer. A citada freira, após a morte deste, fez voto desilêncio .Outra hipótese levantada foi a de que o Papa "Sorriso de Deus" teria sidovítima de embolia pulmonar. De qualquer maneira, sua morte provocou enormeconsternação entre os católicos; mesmo sob chuva torrencial, a Praça de SãoPedro esteve totalmente lotada quando de seus serviços funerais. Em suahomenagem, seu sucessor adotaria seu nome papal ao ser eleito, em 16 deoutubro de 1978.Teorias da conspiração envolvendo o PapaJoão Paulo IO Papa João Paulo I morreu em setembro de 1978 apenas um mês depoisde sua eleição para o papado. A brevidade de seu pontificado e as contradições,erros e imprecisões na versão doVaticano sobre esta suscitam até hojeespeculações a respeito de que teria sido vítima de uma conspiração. Apesar dafalta de provas e conclusões, há muito fantasia na hipótese de que o Papa tenhasido envenenado durante a noite.FundamentaçãoO Vaticano afirma papa João Paulo I morreu de um ataque cardíaco emsua cama, e que a autópsia não foi realizada devido à oposição de algunsmembros da família. Alguns aspectos desta declaração oficial, no entanto, forammais tarde contrariada: não foi o irlandês John Magee (então bispo), que foisecretário pessoal dos papas Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II, a primeirapessoa a encontrar o cadáver do papa, mas uma das freiras que cuidavam deafazeres domésticos, como foi conhecido em 1988; a família do falecido papa,em 1991, revelou que não faleceu em sua cama, mas em seu escritório ; e, alémTumba de João Paulo I.
    • disso, teria sido feito uma autópsia, de acordo com outros relatórios. Estasinconsistências oficiais, juntamente com outros fatores de desenvolvimentoeconómico, têm dado origem a teorias conspiratórias que apontam para umenvenenamento do pontífice.Um dos inúmeros boatos surgidos após a morte de João Paulo I diz queseu pontificado entrara em choque com idéias e interesses da Opus Dei. Suasaída repentina do cenário daria espaço a setores da Igreja ligados à CúriaRomana, mais empenhados em combater as tendências socialistas entãoemergentes no clero em vários países. Alguns especuladores reforçaram a tesecom a eleição de João Paulo II, um pontífice conservador em relação a diversasquestões, como contracepção e política. De fato, o ainda bispo Luciani desejaraao menos uma revisão das posições tradicionais da Igreja Católica sobre estestemas, consultando-se com especialistas em reprodução humana e com filósofose pensadores de distintas religiões.Existem também algumas teses que defendem que os negócios poucoclaros entre o Banco Ambrosiano e o Banco do Vaticano foram o motivo do seuassassinato perpetrado pela alta hierarquia da Igreja Católica em cumplicidadecom a máfia ligada ao Banco Ambrosiano e as irmandades secretas maçônicas,já que o objetivo deste Papa seria a denúncia de crimes econômicos etencionando começar esse desafio pessoal dentro da igreja.Alguns teóricos da conspiração ligam a morte de João Paulo (em setembrode 1978) com a imagem do "bispo vestido de branco", dito ter sido visto por LúciaSantos e os seus primos Jacinta Marto e Francisco Marto, durante as visitasde Nossa Senhora de Fátima em 1917 . Em uma carta a um colega, João Paulodisse que ele estava profundamente comovido por ter encontrado com Lucia eprometeu realizar a Consagração na Rússia.Livro de David YallopO jornalista britânico David Yallop publicou em 1984, após longa pesquisa,a obra Em nome de Deus (In Gods Name), na qual oferece pistas sobre umapossível conspiração para matar João Paulo I. A dar-se crédito às fontes deYallop (que incluem inúmeros clérigos e habitantes da cidade do Vaticano), JoãoPaulo I esboçara, no início de seu breve pontificado, uma investigação sobresupostos esquemas de corrupção no IOR (Istituto per le Opere di Religione, amais poderosa instituição financeira do Vaticano, vulgo Banco do Vaticano), quepossuía muitas ações doBanco Ambrosiano. O Banco do Vaticano perdeu cerca
    • de um quarto de bilhão de dólares. Logo após eleger-se papa, ele ficara a par deinúmeras irregularidades no Banco Ambrosiano, então comandado por RobertoCalvi, conhecido pela alcunha de "Banqueiro de Deus" por suas íntimas relaçõescom o IOR. Esta corrupção foi real e é conhecida por ter envolvido o chefe doBanco do Vaticano, Paul Marcinkus, juntamente com Calvi Calvi era um membroda P2, uma loja maçônica italiana ilegal. Ele foi encontrado enforcado numaponte em Londres, depois de ter desaparecido antes da corrupção se tornarpública. Sua morte foi inicialmente dada como suicídio, e um segundo inquérito -ordenado por sua família -, em seguida, retornou a um "veredicto aberto".Entre os envolvidos no esquema, estaria o então secretário de Estado doVaticano e Camerlengo, Jean Villot, o mafioso siciliano Michele Sindona, ocardeal de Chicago John Cody e o bispoPaul Marcinkus, então presidentedo Banco do Vaticano. As nebulosas movimentações financeiras destes nãopassaram despercebidas pelo "Papa Sorriso". Tambem são citados supostosmembros da loja maçônica P2, como Licio Gelli (deve-se ressaltar que pertencera essa comunidade secreta sempre foi e ainda é considerado motivo deexcomunhão pela Igreja Católica).A Cúria Romana como um todo teria rechaçado o perfil humilde ereformista de João Paulo I. Diversos episódios no livro corroborariam essatendência: o "Papa Sorriso" sempre repudiou dogmas, ostentação, luxo eformalidades; para ficar num exemplo, ele detestava a sedia gestatória, a liteirapapal (argumentando que, por mais que fosse o líder espiritual de quase milmilhões decatólicos, não se sentia importante a ponto de ser carregado nosombros de pessoas). Após muita insistência curial, ele passou a usá-la.Yallop cita a digitalina (veneno extraído da planta com o mesmo nome)como a droga usada para pôr fim ao pontificado de João Paulo I. Essa toxinademora algumas horas para fazer efeito; Yallop defende que uma dose mínima dedigitalina, acrescentada à comida ou à bebida do papa, passaria despercebida eseria suficiente para levar ao óbito. E para o autor de Em nome de Deus, teriasido muito fácil, para alguém que conhecesse os acessos à cidade do Vaticano,penetrar nos aposentos papais e cometer um crime dessa natureza. Outras obrasde investigação fontes também lançam a teoria de envenenamento: o livro El díade la cuenta do sacerdote espanhol Jesús López Sáez, pressume que o Papa foienvenenado com uma forte dose de um vasodilatador.
    • Sem se deter na morte de João Paulo I, Yallop ainda insinuou que JoãoPaulo II seria conivente com todas as irregularidades detectadas no pontificado deseu breve antecessor.Livro de John CornwellAs teorias defendidas por Yallop foram parcialmente refutadas peloescritor John Cornwell, também britânico, em seu livro A Thief in the Night (UmLadrão na Noite). Em diversos tópicos, como o horário e a causa da morte doPapa, Cornwell contesta as afirmações e provas de Yallop e oferece sua versão,mantendo o debate aberto. Os que defendem as teses expostas em Em Nome deDeus afirmam que Cornwell seria ligado a personalidades influentes da CúriaRomana, embora apontem como ocorrências incomuns a estranheza da maneiracomo se deu o rápido embalsamamento do papa, as notícias contraditórias sobrequem encontrou o corpo e o fato de João Paulo I não ter sido devidamenteatendido por médicos através de procedimentos para a prevenção de sua morte ea corrupção que envolvia Marcinkus.Abbé Georges de NantesO teólogo tradicionalista Abbé Georges de Nantes passou grande parte desua vida construindo um caso de assassinato contra o Vaticano, coletandodepoimentos de pessoas que conheceram o Papa, antes e após a sua eleição.Seus escritos entram em detalhes sobre os bancos e sobre a suposta descobertade João Paulo I de alguns sacerdotes maçons no Vaticano, juntamente com umasérie de suas propostas de reformas e devoção a Fátima.Suposta previsão de NostradamusEm sua obra Centúrias, o profeta francês do século XVI Nostradamus teriaprevisto a morte de um papa em circunstâncias muito semelhantes às de umsuposto assassinato de João Paulo I (profecia relatada na Centúria 10, Quadra12), embora não estejam específicas outras circunstâncias, como nome e época:O papa eleito será traído por seus eleitores,
    • Esta pessoa prudente será reduzida ao silêncio.Eles o matarão porque ele era muito bondoso,Atacados pelo medo, eles conduzirão sua morte à noite.Cultura popular O livro de Malachi Martin Vatican: A Novel é um romance com basena história papal recente. Embora oficialmente um trabalho de ficção, Martinpropõe a teoria de que o papa foi assassinado pela União Soviética, porque iriaabdicar da política benigna de seus dois antecessores, João XXIII e Paulo VI nosentido de acomodar o comunismo, e novamente condená-lo como uma ideologiatotalitária ateia. Martin acredita que a estrutura da Igreja foi infiltrada por décadaspor agentes Illuminati que alcançaram posições de influência e de alta patente,como Jean-Marie Villot, naquela época Cardeal Secretário de Estado. O filme de 1990, O Poderoso Chefão III , apresentou um elementoda história retratando a Società Generale Immobiliare a maior empresa imobiliáriado mundo, cujo antigo maior acionista era a Santa Sé e o Banco doVaticano envolvidos no crime organizado durante e depois da morte do velhopapa e a eleição de um cardeal fictício chamada Lamberto ao papado. Lambertoleva o nome papal de "João Paulo I" e, como o real Papa João Paulo I, ele morremisteriosamente; depois de um secretário entrar em seu quarto para lhe dar umaxícara de chá, que "iria ajudá-lo dormir", o Papa dorme em paz, porém, maistarde, uma freira entra no mesmo quarto e tenta acordá-lo de seu sono,verificando que o mesmo está sem vida. O romance do escritor português Luís Miguel Rocha intitulado OÚltimo Papa e publicado em 2008, apoia a teoria de que João Paulo I foiassassinado. Em The Company: A Novel of the CIA por Robert Littell, o Papa JoãoPaulo I é assassinado por um assassino contratado pela KGB. The Last Confession é uma peça escrita por Roger Crane. Éum thriller que acompanha as tensões dramáticas, crises de fé, e manobraspolíticas dentro do Vaticano em torno da morte do Papa João Paulo I. A peçapercorreu o Reino Unido na primavera de 2007, antes de ser transferida parao Teatro Haymarket, com um elenco que inclui David Suchet. Posteriormente, foitransmitido pela BBC Radio 4 em 4 de outubro de 2008. Em outubro de 2010, a
    • peça foi levada para a Europa continental pelo Grupo de Teatro Antuérpia "DeSpeling"PrecedidoporPaulo VI Papa263.ºSucedidoporJoão PauloIIEncontro com a Irmã LúciaA revista italiana 30 Giorni revela, com base em declarações de um dosquatro irmãos de João Paulo I, que a Irmã Lúcia, durante a visita que oentão Patriarca de Veneza lhe fez no Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra,sempre o tratou por "Santo Padre". O Cardeal Luciani fica impressionado epergunta: "Porquê?", ao que a Irmã responde: "Vossa Eminência um dia seráeleito Papa". E ele disse: "Sabe-se lá, irmã…", e a Irmã retorquiu: "Será sim, maso seu pontificado será muito breve".O Papa João Paulo II e Irmã LúciaSantuário de Fátima 13 de maio de 2000Papa Paulo VI, e Irmã Lúcia Discurso noSexagésimo aniversário das aparições deFátima, 13 de Outubro de 1977.Papa Paulo VI, Papa Paulo VI, e Irmã Lúcia,13 de Outubro de 1977.
    • João Paulo I e cardeal Karol Józef WojtyłaJoão Paulo IJoão Paulo I e cardeal Karol Józef Wojtyła Papa João Paulo IJoão Paulo I saúda os fiéis26 de agosto de 1978 - João Paulo I
    • João Paulo I e cardeal Mário JorgeBergolioJoão Paulo I e cardeal Józef RatzingerJoão Paulo I João Paulo IJoão Paulo I João Paulo I
    • João Paulo IJoão Paulo IJoão Paulo I João Paulo IJoão Paulo I João Paulo I
    • João Paulo IJoão Paulo IJoão Paulo I João Paulo IManchete da morte do PapaVelorio de João Paulo I
    • Bento XVI em visita a JordâniaJoão Paulo II em Assis 1986. Sacerdotes doPanteão de Assis.Tumba do papa João Paulo I Tumba do papa João Paulo ITumba do papa João Paulo ITumba do papa João Paulo I
    • Conclave de outubro de 1978Conclave de outubro de 1978Papa João Paulo IIDuração:De 14 a 16 deoutubro de1978LocalCapelaSistina, VaticanoEleito:Papa João PauloII (Karol JózefWojtyła)Participantes 111Escrutínios: 8Decano: Carlo ConfalonieriVice-Decano: Paolo MarellaCamerlengo: Jean-Marie VillotProtodiácono:Pericle Felici
    • Eleiçãoanterior:Conclave deagosto de 1978Eleiçãoseguinte:Conclave de 2005-O conclave de outubro de 1978 foi convocado após a morte do Papa JoãoPaulo I (o papa sorriso), ocorrida após tão somente 33 dias de sua surpreendenteeleição. Pouco mais de dois meses após reunir-se para definir o sucessorde Paulo VI, todos os cardeais com menos de 80 anos de idade tiveram de seencerrar na Capela Sistina e de lá não sair até que um novo pontífice fosseescolhido.As tendências demonstradas neste conclave – até mesmo pelo curtoespaço de tempo – não divergiram muito daquelas apontadas do conclaveanterior. Entre os papabile, outra vez destacava-se a figura do cardealultraconservador Giuseppe Siri, o candidato preferido da Cúria Romana, o corpoburocrático do Vaticano.A disputa de Siri com o liberal Giovanni Benelli, arcebispo de Florença, nãotardou a evidenciar-se para os demais cardeais, em especial oseuropeus não-italianos e os norte-americanos, que acabariam elegendo o polonês Karol Wojtyła– então arcebispo de Cracóvia –, que tomaria o nome de João Paulo II, emboradurante uma das primeiras votações, Benelli tenha ficado a apenas oito votosdo pontificado. Em 16 de outubro de1978, o cardeal Pericle Felici foi encarregadodo anúncio tradicional, seguido da aparição pessoal do eleito:– Annuntio vobis gaudium magnum: (Anuncio-vos com grande alegria)– Habemus Papam! (Já temos o papa!)– Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum (O Eminentíssimo eReverendíssimo Senhor)– Dominum Carolum (Dom Carlos (Karol)– Sanctæ Romanæ Ecclesiæ Cardinalem Wojtyla (Cardeal da Santa IgrejaRomana, Wojtyla)– Qui sibi nomen imposuit (Que adotou o nome)– Ioannis Pauli (de João Paulo II)
    • WadowicePowiat wadowickiPowiat de WadowiceVista aérea da Praça Principal
    • BrasãoWadowiceCoordenadas: 49 ° 53N 19 ° 30EPaís PolôniaVoivodeship Lesser PolandMunicípio Wadowice CountyGmina Gmina Wadowice
    • Estabelecido Século 14Direitos Cidade 1430Governo• Prefeito Ewa FilipiakÁrea• Total de 12,98 km 2(5,01 sq mi)Maior elevação 318 m (1.043 pés)Menor elevação 250 m (820 pés)População (2007)• Total de 19149• Densidade 1500 / km 2( 3800 / sq mi)Fuso horário CET ( UTC +1 )• Verão ( DST ) CEST ( UTC +2 )Código postal 34-100Código de área (s) +48 33Placas de carro KWASite http://www.wadowice.plO condado possui:Comunas urbana-rurais: Andrychów, Kalwaria Zebrzydowska, Wadowice
    • Comunasrurais: Brzeźnica, Lanckorona, Mucharz, Spytkowice, Stryszów, Tomice, WieprzCidades: Andrychów, Kalwaria Zebrzydowska, WadowiceWadowice [vadɔv its ] é uma cidade no sul da Polónia , a 50 kmde Cracóvia , com 19.200 habitantes (2006), situado no Skawa rio, confluênciado rio Vístula , na parte oriental da Silésia Foothills (Pogórze Silésia). Wadowice émais conhecido por ser o berço do Papa João Paulo II .HistóriaO primeiro assentamento permanente na área de Wadowice de hoje foifundada no final do século 10 ou início do século 11. De acordo com uma lendalocal, a cidade foi fundada por certo punhado ou Wlad " , uma forma abreviadado nome eslavo de Ladislau ( polonês : Władysław ). A cidade foi mencionadapela primeira vez como Wadowicze em St. Peter centavo registo nos anos 1325-1327. Em 1327 ele também é mencionado (com o mesmo nome) em um feudo deregistro enviado do príncipe D. João I Scholastyk de Oswiecim a Bohemian rei D.João I, conde de Luxemburgo . Neste momento, era um povoado de comérciopertencente ao Dukes of Silesia da dinastia Piast , e de acordo com algunshistoriadores já era um município. Em 1430 um grande incêndio destruiu acidade. Ele logo foi reconstruída e concedeu direitos de cidade, juntamente comuma carta patente da cidade e um auto-governo, com base no então popular leiKulm . Os privilégios, concedidos pelo príncipeKazimierz I de Oswiecim levou aum período de reconstrução e crescimento rápido.A divisão administrativa da região nos tempos de divisão regional foicomplicado. Inicialmente, entre 1313/1317 e 1445, Wadowice pertenciaàSilésia Ducado de Oswiecim e depois de 1445 para o Ducado de Zator . Em1482 Władysław I de Zator só herdou metade das terras de seu pai e criou umseparado Ducado de Wadowice , que durou até a sua morte em 1493. No anoseguinte, seu irmão e sucessor, Jan V de Zator abdicou.Ao mesmo tempo, a terraestava sujeita a Bohemian soberania, que durou até o ano seguinte, quando oducado foi comprado pelo reis da Polônia e incorporado como uma County
    • Silésia . Finalmente, o Condado foi incorporada ao Voivodeship Cracóvia em1564.No 16 º 17 séculos Wadowice era um centro regional de artesanato ecomércio. Entre as mais notáveis filhos da cidade era Marcin Wadowita , teólogo,filósofo e um diácono da Academia de Cracóvia . Ele também foi o fundador deum hospital, e uma escola básica em Wadowice. No entanto, várias pragas eincêndios interrompeu a prosperidade e crescimento da cidade acabou por serinterrompida também.No efeito da primeira partição da Polônia , Wadowice foi anexadapela Áustria , incorporado no reino recém-criado de Galiza , sob o domínioaustríaco direta e renomeado Frauenstadt . O crescimento da cidade começoulogo em seguida, depois de uma estrada que liga Viena comLwów foiconstruído. A cidade tornou-se sede de um comunal administração e desde 1867- um site do condado. Pequenas indústrias estavam se desenvolvendolentamente, durante o século 19. Novos moradores se instalaram na região,atraídos pela indústria, novo quartel militar e várias instituiçõesadministrativas. Além disso, um novo hospital e um tribunal regional foramerguidas no centro da cidade. Finalmente, nos últimos 25 anos do século 19liberalização parcial do Austro-Húngaro monarquia levou à criação de váriassociedades científicas e culturais poloneses.Após a I Guerra Mundial ea dissolução da monarquia, Wadowice tornou-separte do recém-reborn Polônia . O assento de um powiat permaneceu na cidadee, em 1919, os habitantes da área formada no 12 º Regimento de Infantaria queparticiparam da Guerra polaco-bolchevique de 1919-1920. Em 1920, KarolWojtyla nasceu em Wadowice (mais tarde conhecido como o bispo de Cracóvia edo Papa João Paulo II ).Santo Padre João Paulo II família County Court
    • Após a guerra defensiva polaca de 1939, a Alemanha ocupou a área e em26 de outubro Wadowice foi anexada pela Alemanha nazista . Em 29 dedezembro do mesmo ano, a cidade foi renomeada paraWadowitz . Inicialmente, opolonês intelligentsia foi alvo de políticas raciais e culturais alemães duras ecentenas de pessoas da região, principalmente os sacerdotes, professores eartistas, foram assassinados em execuções em massa. Centenas de outros foramexpulsos e reassentados para oGoverno Geral , a fim de dar lugar para oscolonos alemães. Entre 1941 e 1943 um gueto foi estabelecido na cidade. Quasetodo o local, judeu foi exterminado população (mais de 2.000), principalmente nasproximidades do campo de concentração de Auschwitz . Além disso, os alemãesBasílica de WadowicePrefeituraJohn Paul II SquareZatorska Rua Lwowska Rua
    • montaram um POW acampamento para aliados soldados e um campo penal, queserviu como um acampamento de transferência para vários campos deconcentração alemães . Apesar de terror alemão, os Home do exército unidadesestavam ativos na área, principalmente na própria cidade e nas montanhasBeskid para o sul.Após a guerra, em 1945 Wadowice manteve a sua powiat estatuto dacidade e até 1975 serviu como um importante centro de comércio e transportesna voivodia de Cracóvia . Depois que a cidade foi transferida para o recém-criado Bielsko-Biala voivodia . Após a transformação pacífica do sistema político eeconômico na Polônia (em 1989), a maior parte da indústria local foi encontradoineficiente e faliu. No entanto, o patrimônio ecológico e histórico da área, bemcomo seu status como o local de nascimento doPapa João Paulo II levou a umrápido crescimento do turismo. Atualmente, mais de 200 mil pessoas visitamWadowice a cada ano e este número está aumentando.EconomiaWadowice é hoje sobretudo um centro de turismo e lazer, mas também umlugar para pequenas indústrias, tais como a produção de máquinas e materiais deconstrução. Há também a sede da maior fabricante de suco de Poland - Maspex -eo produtor de calçados - Badura.Cultura e visitas Dias de Wadowice (DNI Wadowic) são realizadas a cada maio-junho. A festacomeça a cada 18 de maio para comemorar o nascimento de Karol Wojtyła . Museu do Santo Padre família na casa da família do papa João Paulo II reúneobjetos que pertenceram a Karol Wojtyła e sua família. Igreja paroquial - Ofertório da Virgem Maria Basílica Menor século 15,reconstruída no século 18. Kościelna 4 rua, uma casa do século 18. Neo-clássico "Mikołaj" solar - do século 19, em homenagem ao prefeito MikołajKomorowski . Museu Municipal de Marcin Wadowita .
    •  O Papa João Paulo II com praça do século 19 burguesas casas. Monumento ao Emil Zegadłowicz , um escritor que descreveu a área deWadowice em muitos de seus livros.cidades gêmeasWadowice é geminada com: San Giovanni Rotondo em Itália ( desde 2006 ) Pietrelcina na Itália ( desde 2006 ) Carpineto Romano em Itália Sona em Itália Canale dAgordo em Itália ( desde 2010 )Pessoas notáveis Karol Wojtyla (1920-2005), sacerdote polonês e bispo de Cracóvia , 1978-2005 como o Papa João Paulo II Marcin Wadowita Martinus Vadovius Campinus (nascido em 1567), teólogopolonês, filósofo e diácono da Academia de Cracóvia Brumowski Godwin (1889-1936), Austro-Húngaro Primeira GuerraMundial caças e geral ar São Rafael Kalinowski (nascido em 1835, Vilna;. d 1906, Wadowice), fundadorda Wadowice faculdade, seminário, igreja, mosteiro e convento Ada Sari (29 de junho de 1886 - 12 de julho 1968) foi um famoso cantor deópera polonês, atriz.Marcin Wadowita Brumowski Godwin São Rafael Kalinowski
    • Beato João Paulo II em imagens20 Jun 1920 – Batizadopelo Capelão militarFranciszek Zak P.Karol Józef Wojtyla (João Paulo II), com os paisEmilia e Karol. Wadowice, Polônia.Maio de 1938 – Recebeu aconfirmação do SacramentoKarol Wojtyla estudou na Jagiellonian Universidade em Cracóvia para, pelo menos, duas razões. Foiatraído pela qualidade elevada ensinamento que o Cracóvia Universidade oferece aos seus alunos. E poruma razão geográfica, sua cidade natal – Wadowice, fica a apenas 50 quilômetros de distância deCracow.14 Dez 1935 – Foi admitido na Sociedade deMaria1930 – recebeu suaprimeira comunhão
    • Em sua Catedral privada em Wavel1 Nov 1946, foi ordenado Sacerdote, peloArcebispo Principe Adam Sapieha2 Nov 1946, celebrou a primeira Missa – naCripta São Leonard na Catedral Wavel8 de Julho de 1948 – Foi enviado para a suaprimeira missão pastoral Igreja Paroquialda aldeia de Niegowic, 15 milhas de Cracóvia.Agosto de 1949 – foi transferido para a Paróquade St. Florian, Cracóvia4 de Julho de 1958 – foi nomeado Bispo Titularde Ombi e Bispo Auxiliar de Cracóvia pelo PapaPio XI
    • Ele foi consagrado pelo Arcebispo Baziak juntamente com os Bispos BolesławKominek e Bispo Franciszek Jop na festa de São Venceslau em 28 de setembro de 1958na Catedral de Wawel, em Cracóvia.16 de julho de 1962 - Karol Wojtyla foi eleitoVigário Capitular, ou administrador provisório,da Arquidiocese até um arcebispo poderia sernomeado.Se mudou para Kanonicza Street, Cracóvia, epermaneceu até 1964.Cardeal Polones e Bispos com o Papa João XXII no Concílio do Vaticano II realizado entre 8 de Outubro a11 de Dezenbro de 1962.
    • Se mudou para a Rua 3 Franciskanska (1964-1978)30 de Dezembro de 1963 – o Papa Paulo VInomeou-o Arcebispo Metropolitano de CracóviaBasílica Franciscana – em frente ao Palácio doArcebispo, onde celebrou missas todos os dias.10 de Setembro de 1964 – foi a Roma para aterceira sessão do Concílio do Vaticano II31 de Jan a 06 de Abr de 1965 – participou detrabalho em esquema XIII, “Gaudium et Spes”,sobre a Igreja do mundo conteporâneo.05 Out 1972 – eleito para o Coselho daSecretaria Geral do Sínodo dos Bispos.
    • 11 de Agosto de 1978 – em Roma com o CardealWynzynski para o funeral do Papa Paulo Vi05 Out 1973 – AudiÇencia com Papa Paulo VI30 de Agosto o Papa João Paulo I recebe oCardeal Wojtyla em audiência privada09 de Setembro de 1978 – partipa do inicio dopontificado de Jõao Paulo IFuneral do Papa João Paulo I Funeral do Papa João Paulo I
    • João Paulo II na Basílica São Pedro 07/06/1981 João Paulo IIPapa João Paulo II com o CardealJozef RatzingerMissa Inaugural – 22 de Outubro de 197816 de Outubro de 1978 as 19:15 o Papa JoãoPaulo II aparece na varandaCardeal Diacono Péricles Felici colocando Pálioem João Paulo II
    • Cerimônia com o Papa João Paulo II, que reuniu120 mil fiéis, recorde de presença de público noestádio. (Banco de Dados, 9/7/1980)Papa João Paulo 2º no Rio de Janeiro, durante asua primeir visita ao BrasilBartolomeu I e João Paulo II em 29 de junho de1995, na Basílica de São PedroPapa João Paulo II, Vaticano, 1993África 05 a 12 de Maio de 1980 João Paulo II
    • Em imagem sem data, o arcebispo de BuenosAires, Jorge Mario Bergoglio, beija a mão dopapa João Paulo 2º em cerimônia no VaticanoJoão Paulo II reza em missa que celebrou os1,7 mil anos do cristianismo na Armênia, nacidade de Etchmiadzin, em setembro de 2001O então presidente soviético Mikhail Gorbachev esua mulher Raissa se encontram com o PapaJoão Paulo II, no Vaticano, em novembro de1990, quando a URSS ruía com o suporte daIgrejaApós o atentado de 13 de Maio de 1981, JoãoPaulo II reteve uma convicção, que testemunhoucom as seguintes palavras: “Eu devo a minha vidaa nossa Senhora de Fátima”. Assim, um ano apósesta data, em 1982, o “Papa de Fátima”,peregrinou a este santuário mariano português.Dez anos depois do atentado, em 1991, o Papaperegrino regressaria a Fátima, após em 1984 terpedido para lhe ser levada a Roma a imagem deNossa Senhora de Fátima entronizada naCapelinha das Aparições, para a consagração domundo à Virgem.A expressão mais alta do reconhecimento deFátima por João Paulo II deu-se a 13 de Maio de2000, com a beatificação dos dois videntes maisnovos e o anúncio da publicação da terceiraparte do segredo”, considera Mons. LucianoGuerra, antigo reitor do Santuário de Fátima.
    • João Paulo IILava-pésCastelgandolfo 30 de Julho de 2003 Papa João Paulo IIRoma, 1978Avenida 9 de Julio, em Buenos Aires. Argentina,12/04/1987
    • O papa João Paulo II lembrou em 08 dedezembro de 2004 , o 150º aniversário daproclamação do dogma da Imaculada Conceiçãocom uma missa solene na basílica de São Pedrodo VaticanoEm 2004 a Ferrari o Papa João Paulo II comuma miniatura de uma Ferrari F2004, deFórmula 1. Barrichello e Schumacher e todaa cúpula da equipe estava lá.João Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II Madre Teresa de Calcutásobe para saudar o Papa navisita que este fez à Índiaem 1986.
    • 13 de Maio de 2000 - O Papa João Paulo IIvisita Fátima pela última vez paraa beatificação dos pastorinhos Franciscoe Jacinta Marto. Aí se encontra pelaúltima vez com a Lúcia. O CardealÂngeloSodano, no final da solene ConcelebraçãoEucarística presidida por João Paulo II,anuncia o Terceiro Segredo de Fátima.Encontrou-se com Irmã Dulce em 1980 João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II e Jorge Mario BergoglioLúcia (aos dez anos de idade, nomeio) e seus dois primos: Francisco(nove anos) e Jacinta Marto (seteanos) segurando seus rosáriosEstátuado ImaculadoCoração deMaria conforme adescrição daSua apariçãoà Irmã Lúcia.
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II com os jovens João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II João Paulo II
    • João Paulo II em FatimaJoão Paulo IIJoão Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II João Paulo II João Paulo II
    • João Paulo II e Pelé em 18/03/1978.João Paulo II e HavelangeRonaldo cumprimenta e dá camisa da seleçãobrasileira ao Papa João Paulo II em audiênciaprivada no Vaticano em 1998João Paulo IIJoão Paulo II no Monte Gargano, Itália24 de Maio de 1987Na primeira visita de um Papa ao Brasil, em 1980,João Paulo II foi recebido pelo então presidentemilitar João Figueiredo.
    • Com o presidente Fernando Henrique Cardoso ea primeira-dama Ruth Cardoso em sua terceiravisita ao Brasil, em 1997.Em uma audiência para receber Dom FernandoFigueiredo, bispo de Santo Amaro, e o padreMarcelo Rossi.Em, 21/01/1998, João Paulo II visitou Cuba paradebater sobre os direitos humanos com FidelCastro.Kofi Annan, então secretário geral daOrganização das Nações Unidas (ONU), visitouo Papa no Vaticano em 2003.O cantor da banda irlandesa U2, Bono Vox,presenteou o Papa com seus óculos.Recebeu o exilado Dalai Lama para uma reuniãosobre interesses religiosos, em 2003.
    • Em 2003, recebeu pela segunda vez o entãopresidente da Rússia Vladimir Putin.João Paulo II Colle Don Bosco, Turim, 1988Recebeu o primeiro-ministro britânico TonyBlair no Vaticano, em 2003.Papa João Paulo II e o Presidente FernandoCollor. Brasília, Brasil, 14 de outubro de 1991.Papa João Paulo II acena para a multidão noShea Stadium. Nova York, EUA, outubro de1979.Papa João Paulo II cercado por fiéis. Aparecida,Brasil, 04 de julho de 1980.
    • Papa João Paulo II reza na Igreja do SantoSepulcro. Jerusalém, Israel, 26 de março de2000.Papa João Paulo II beija o chão em sua chegadaao Brasil. São Paulo, 12 de outubro de 1991.Papa João Paulo II em uma missa debeatificação de Anton Martin Slomsek. Eslovênia,19 de setembro de 1999.Papa João Paulo II durante sua audiênciasemanal. Roma, Itália, 07 de abril de 2004.João Paulo II fala com garotas polonesas. Roma,Itália, 07 de abril de 2004.Papa João Paulo II se reúne com o israelenseRabi Meir Lau(esq.) e o palestinos Sheikh TatzirTamimi. Jerusalém, Israel, 23 de março de 2000.
    • Papa João Paulo II é presenteado com um cocarem Brasília. Brasil, 11 de outubro de 1991.Papa João Paulo II chega ao altar para celebrara Missa no prado de Cracóvia Blonie. 18 deagosto de 2002Papa João Paulo II deixa o Coliseu após OCaminho da Cruz. Roma, Itália, 09 de abril de 2004Papa João Paulo II entre o príncipe Charles e aprincesa Diana. Vaticano, abril de 1985.Papa João Paulo II em frente a montanha Monte Bianco durante suas férias de verão. Val Ferret, Itália, 17de julho de 2004.
    • Papa João Paulo II na cela de São MaximilianoKolbePapa João Paulo II com aestátua de São MaximilianoKolbe, 10 de Outubro de1982Papa João Paulo II com Dom Anuar Battisti 31 deagosto de 2002Papa João Paulo II no Brasilem 1997Papa João Paulo II Papa João Paulo II sauda os jovens Papa João Paulo II
    • A expressão mais alta do reconhecimento deFátima por João Paulo II deu-se a 13 de Maio de2000Com o conterrâneo Dom CeslauO Papa Bento XVI desfilando no papamóvel naPraça de São Pedro no VaticanoPapa João Paulo II na eucaristiaPapa João Paulo II na eucaristia Papa João Paulo II na eucaristiaPapa João Paulo II na eucaristia
    • Papa João Paulo IIPapa João Paulo IIPapa João Paulo II
    • João Paulo II com jovensPe. Pino Puglisi com o Papa João Paulo II Papa João Paulo II visitou a BósniaHerzegovina, em 12 e 13 de abril de 1997Papa João Paulo II visitou a BósniaHerzegovina, em 12 e 13 de abril de 1997João Paulo II em D.BoscoJoão Paulo II, no Funchal ,12 de Maio/1991João Paulo IIJoão Paulo II
    • Em LORETO - Ancona - Itália, em 05 de setembro de 2004, a Televisão RAI VATICANO, filmou um fatoextraordinário: durante o Ángelus, recitado pela primeira vez em Italiano, o PAPA JOÃO PAULO II honra aDivindade de Maria Santíssima dizendo: GLÓRIA AO PAI... À MÃE... AO FILHO... E AO ESPÍRITO SANTOA mesa de Montorso, em Loreto, Ancona, Itália, onde o Papa João Paulo II celebrou solenemente a SantaMissa. Na ocasião o Santo Padre benzeu o Estandarte Oficial do Movimento dAmore San Juan Diegodiante de milhares de pessoas.Em LORETO - Ancona - Itália, em 05 de setembro de 2004
    • 8 de maio de 1991 uma enorme multidão na Piazza Del Popolo recebidos em San Severino Marche, avisita do Papa João Paulo II.A Rainha Elizabeth II troca presentes com SuaSantidade o Papa João Paulo II, durante umaaudiência oficial no Vaticano, no dia 17 deOutubro de 2000, Roma.Líder palestino Yasser Arafat encontra o PapaJoão Paulo II em 2001Visita ao Quênia em 1995 Papa João Paulo II (1995 )
    • Em visita ao Brasil em 1980Visita à Alemanha em 1980Visita à Califórnia em 1987 Encontro russo em 1990Visita à França em 1996 Visita à Cuba em 1998
    • Papa João Paulo II encontra Bill Clinton em 1995Durante audiência privativa S.S. o Papa JoãoPaulo II, ofereceu suas bençãos para o sucessoda Fundação Lama Gangchen pela Paz Mundial,no Vaticano, Itália, em 13 de janeiro de 1993.Boton João Paulo II 1995. Visita New York Comunhão com o Papa João Paulo II, naBasílica de São Pedro, em Roma, na Missa doGalo, em 24 de dezembro de 1993Mar de cruzes em Siauliai, Lituânia. 07/09/1993. Pe. René Laurentin oferece aoPapa João Paulo II o seu livroQuem é Vassula? em 1995
    • Visita a Suiça 1984As Nações Unidas declararam o ano de 1985 como “Ano Internacional daJuventude”. Ficou claro em Roma que deveria haver outro encontro dosjovens do mundo todo com o Papa. O tempo foi curto e trabalhou-seintensamente. Dessa vez, mais de 250 mil jovens responderam ao convitedo Papa, comparecendo em Roma no Domingo de Ramos.Marca: João Paulo II costumava beijar o chãodos locais onde aterrissava. Fiji, 21/11/1986.JOÃO PAULO II FALA DOFUTURO DA EUROPA NOPARLAMENTO EUROPEU11 de Outubro de 1988Presidente George H.W. Bush (pai) com papaJoão Paulo II em 1989O então presidente soviético Mikhail Gorbachev esua mulher Raissa se encontram com o PapaJoão Paulo II, no Vaticano, em novembro de 1990,quando a URSS ruía com o suporte da Igreja
    • Capela do Vaticano, 27/01/1999João Paulo II cumprimenta um "sacerdote" doVoodú Africano. (Assis, 1986)O presidente sul-africano Nelson Mandela dá asboas-vindas ao papa, em Johannesburgo,16/09/1995Chegada ao Chile. 01/04/1987Na praça de São Pedro,Vaticano, quando fezpiada com uma pombaque insistia em pousarem sua cabeça.30/01/2005Basílica de São Francisco de Assis, Itália.03/01/1998
    • JOÃO PAULO IIJMJ 2000JMJ – DENVER 1993 Roma, 1984. Mais de 300 mil jovens do mundointeiro responderam a um convite. O anfitrião oshavia chamado para o “Jubileu Internacional daJuventude”, no Domingo de Ramos. A celebraçãocomeçou com a Via-Sacra no Coliseu seguida daMissa na Praça de São Pedro.Com o ministro da Defesa do Kuwait, sheik Jaberal-Hamad al-Sabah. Biblioteca do Vaticano,10/02/2004João Paulo II recebe Fernando HenriqueCardoso na biblioteca do Vaticano. 19/11/1999.
    • emprestou um poderoso ímpeto ao diálogo inter-religioso e colaborativoNo Dia da Oração realizado em Assis em 27 de outubro de 1986, 130 representantes dediferentes religiões e denominações cristãs passaram o dia em jejum e oração em honra ao seu(s)Deus(es).demonstrou a capacidade única do papado de unir personalidades díspares para galvanizar a atenção damídia e mover opiniões.
    • Visita do Papa João Paulo II à Sinagoga deRoma, foi realizada em 13 de abril de 1986. Oentão Rabino, Elio Toaff, aguardava KarolWojtyla na entrada da SinagogaLíder da Igreja Ortodoxa grega, ArcebispoChristodoulos, cumprimenta João Paulo II, emAtenas. Grécia, 04/05/2001Presidente Ronald Reagan com papa João PauloII em 1987Em maio de 1985, Papa João Paulo II visita aBélgicaO Papa João Paulo II cumprimenta o presidentedo Chile na época, o General Augusto Pinochet,em Santiago, Chile, em 1987.João Paulo II se encontra com o ex-presidente palestino IasserArafat, no Vaticano, em 1996. Considerado o terceiro maislongo da história, o pontificado de Karol Wojtyła foi marcadopela reaproximação da Igreja com a juventude católica, onúmero expressivo de viagens, o apoio ao fim da UniãoSoviética, e, principalmente, o diálogo inter-religioso. O novobeato entrou para a história ao viajar para a Terra Santa, emmarço de 2000, e buscar a reconciliação com os judeus
    • João Paulo II e voduEm 2 de Fevereiro de1986, em Madras, ÍndiaNo Vaticano, Papa João Paulo II recebe o ex-presidente do Irã, Mohammed Khatani, dofechado regime dos aiotolásPresidente venezuelano, Hugo Chávez,presenteia João Paulo II com uma réplica daespada de Simón Bolívar, em visita ao VaticanoPapa João Paulo II recebe o ex-presidente daArgentina, Carlos Menem, no escritório particularna Cidade do VaticanoEm abril de 2000, no Vaticano, Papa João PauloII aperta a mão do presidente do Iêmen, AliAbdullah Saleh, que, na atualidade, é alvo daonda de protestos do mundo árabe e éclassificado por boa parte da população como umditadorEm 2 de Fevereiro de1986, em Madras, Índia
    • Austrália 1986Em 1981, o Papa João Paulo II abençoa umamultidão, em Onitsha, durante uma visita decinco dias na NigériaO Papa São João Paulo II com Santo AntónioRibeiro, Cardeal Patriarca de Lisboa na sua primeiraviagem a Portugal em 1982Presidente Bush (filho) com papa João Paulo IIno Vaticano em 2004JOÃO PAULO II FALA DOFUTURO DA EUROPA NOPARLAMENTO EUROPEU11 de Outubro de 1988Papa João Paulo II no Paraguai - 1988
    • Em Roma, o Papa João Paulo II beija o pé de umpadre, na Quinta-Feira Santa de 1998, paracelebrar o gesto de humildade de Jesus Cristocom seus apóstolos, antes de sua morte1999 - Papa João Paulo IIna Basílica de São Pedro,no Vaticano2004 – Papa João Paulo II na Itália 1983 – Papa João Paulo IIna Basílica de São Pedro,no VaticanoEm 1980, dois anos após tornar-sePapa, João Paulo II celebra missana chuva para milhares depessoas, ao lado de uma cruz, noaeroclube da cidade francesa de LeBourgetJoão Paulo II é recebido pelo ator Clint Eastwoodem sua chegada à cidade americana deMonterey, em setembro de 1987
    • Papa João Paulo II e o Cardeal Józef RatzingerJoão Paulo II chega ao antigo campo deconcentração nazista de Auschwitz, em junho de1979, durante sua primeira viagem oficial àPolóniaPapa João Paulo II na Polônia pela primeira vezdepois que se tornou Papa em 1979Vista aérea do Luneta Park, em Manila, navisita de João Paulo II, em 1995Papa João Paulo II sentado com embaixadoresdo Vaticano. Roma, Itália, 12 janeiro de 2004.1999 - Papa João Paulo II na Polônia
    • 13/05/1981, pouco depois das 17horas, João Paulo II era atingido porduas balas disparadas , na Praça SãoPedro, no Vaticano, pelo turcoMehmet Ali Agca, 23 anos.1981 – O Papa João Paulo II momentos antes deser baleado na praça São Pedro, no Vaticano.No detalhe, a arma de Ali AgcaO papa João Paulo II momentos depois de tersofrido um atentado à bala em 1981, na Praça SãoPedro, no Vaticano.João Paulo II foi levado às pressas paraa Policlínica Gemelli. No caminho para o hospital,ele perdeu a conciência. Ele passou por cincohoras de cirurgia para tratar sua perda maciça desangue e feridas abdominais e permaneceuhospitalizado durante 22 dias.1983 – Papa João Paulo II com Ali Agca, oterrorista turco que tentou matá-lopapa João Paulo II encontra, na prisão, o homemque tentou assassiná-lo, o turco Mehmet AliAgca. Itália, 31/03/03/2005
    • João Paulo II em visita ao Parlamento Polonês a11 de Junho de 1999.João Paulo II durante sua visita a Cuba, emJaneiro de 1998, apresenta Fidel Castro com areprodução do mosaico de Cristo no nicho doPálios nas Grutas Vaticanas.desenvolveu esforços concretos pela unidade doscristãos, inclusive com a encíclica ‘Ut unumsint’,1995Deputados polacos celebraram o 30 º aniversáriodo pontificado de João Paulo II, em uma sessãoespecial. A visita do Papa polonês no parlamentopolonês - 11 de junho de 1999.Papa João Paulo II com Sri Chinmoy, 18 de junhode 1980, Vaticano
    • Sri Chinmoy homenageia o Papa João Paulo IIcom o prêmio U Thant. Vaticano.22 de maio de 1998“Eu saúdo os participantes da Corrida da Paz, osquais estão carregando a tocha ao destino depaz através das ruas do mundo.”Após ter abençoado a Tocha da Paz de SriChinmoy, e tê-la segurado juntamente com SriChinmoy no Vaticano. 31 de maio de 1995Papa João Paulo II concede a Vila Olimpia maisuma benção, a pedido do pároco, Pe. Barone.João Paulo II com o jogador italiano Roberto BaggioViagem do Tricolor ao Vaticano, na década de 80. Na fileira da frente, daesquerda para a direita, vemos: Oscar, Marco Aurélio Cunha, ConstantinoCury (de óculos), o saudoso papa João Paulo II, mulher não-identificada,Juvenal Juvêncio, Pita, Cilinho, Zé Mário e Casagrande. Na fileira de trás, namesma ordem: Paulo Roberto, massagista Hélio Santos, mulher não-identificada, Antonio Leme Nunes Galvão (de preto), Geraldo, Abelha,homem grisalho não identificado, Bebeto, Barbirotto (com a mão no ombro dePita), Careca e Fonseca (atrás, entre Pita e Cilinho).Osculando o Al-Corão
    • Com o Patriarca Ortodoxo da RoméniaCom o S.S. Dimitrios I de Constantinopla, PatriarcaEcuménico em 30 de Novembro de 1979Com o Papa e Patriarca Copta de Alexandria,Shenuda IIICom Dom Maurílio Gouveia, em Vila Viçosa,durante a sua viagem a Portugal, em 14 deMaio de 1982Brigitte Bardot encontra-se com o PapaJoão Paulo II, no Vaticano, em setembro de 1995,em uma audiência com outros ativistas dos direitosdos animais.Saudações do Papa João Paulo II
    • Roney Marczak com o PapaJoão Paulo II em concertono VaticanoCom São Roger Schutzem TaizéEm 2001, Hugo Chavez pediu uma audiênciaprivada com João Paulo II, no Vaticano.«Declaração comum» firmada por João Paulo IIe o Patriarca ecumênico de Constantinopla,Bartolomeu I, ao final de sua visita a Roma.1º de julho de 2004Sua Santidade, o Papa João Paulo II, recebecumprimentos de Mauricio de Sousa.Ao fundo, o Cardeal Adam Maida (Arcebispo daArquidiocese de Detroit e Presidente doCentro Cultural João Paulo II). 05 de novembroO Papa João Paulo II, Gerhard Berger e a filhaChristina em Maranello, em 1988. À esquerda,um dos carros de F 1 da equipe.Roney Marczak com o PapaJoão Paulo II após concertono Vaticano
    • Primeira Encíclica do Papa João Paulo IIJoão Paulo II em uma Ferrari conversíveldurante a visita a Maranello. Ao volante estáPiero Lardi Ferrari, filho de Enzo Ferrari.Parte interior do livreto da Santa Missa de22/10/1978 - início do Ministério de SupremoPastor de João Paulo IIEsta é a capa do livreto utilizado na missa de22/10/1978 - pelo início do Ministério deSupremo Pastor do Papa João Paulo II naBasílica de São Pedro - Vaticano.Papa João Paulo II discursa emsessão da ONU, em 1995Papa João Paulo II em Eucaristia
    • João Paulo II assinandoO Papa João Paulo II orando frente aCapela Santa Maria dos Anjos, ouPorciuncula. Essa Capelinha foireconstruida por S. Francisco de Assise foi onde a Ordem dos FradesMenores foi fundada. Era nessaIgrejinha que eles se reuniam para orare celebrar o Santo Sacrificio.Mensagem do Papa João Paulo IIJoão Paulo IIordenandoJoão Paulo II rezandocom PedroJoão Paulo II emEucaristiaJoão Paulo II rezando João Paulo II rezando João Paulo II dando aBençãoJoão Paulo II emTrages típicosPapa João Paulo II emseu escritório
    • Papa João Paulo IIPapa João Paulo II com o ex-presidente daPolônia Lech Walesa no ano 2000Papa João Paulo IIPapa João Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo II em Missa do galoJoão Paulo II no muro das lamentações João Paulo II em seu último AngellusPraça do Obradoiro acolheu João Paulo II, nacatedral de Santiago, na JMJ memorável 1989João Paulo II é recebe o arcebispo de Santiagode Compostela, Dom Antonio Maria Rouco
    • João Paulo IIJoão Paulo IITiara de João Paulo II aqual nunca usouJoão Paulo IIJoão Paulo II João Paulo II ,México 1979João Paulo IIJoão Paulo II
    • O Papa João Paulo II cumprimenta o rei HassanII, do Marrocos, em 1991.O Papa João Paulo II escapa de atentadodurante visita à Portugal em 1982. O autor doatentado estava vestido com roupas religiosas efoi identificado como o padre Joan FernandezKrohn.O Papa João Paulo II senta-seembaixo dos arcos no teto da Catedralde Cologne, Alemanha, em 1980.João Paulo II de pluvial, férula 3barras, na abertura AnoRedenção, 25 de março de 198322 de Fevereiro de 2001, Igreja da Trindade, Porto
    • 1987 Papa visita ao Chile, mas evita críticasabertas ao regime ditatorial de Augusto PinochetO Papa João Paulo II beija o solo Brasileiro em19831986 Então presidente do Brasil, José Sarney esua mulher, Marly, se encontram com o papaJoão Paulo II, no Vaticano1989 Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Letíciacumprimentam o papa João Paulo II noVaticano1996 Encontro entre o líder soviéticoMikhail Gorbatchev (dir.) e o papa JoãoPaulo II, em audiência privada, noVaticano1997 Em referência ao gesto de humildade deJesus Cristo, papa beija o pé de um dos padrespresentes em cerimônia da Semana Santa, emRoma
    • 2003 O papa João Paulo II saúda a multidãoestimada em mais de 150 mil pessoas presentesna missa de comemoração do 25º aniversário depontificado1998 Pontífice cumprimenta o líder cubano FidelCastro durante visita a CubaPapa João Paulo II e Fernando HenriqueCardoso e família 2002, VaticanoPeregrinacao a França ePolonia outubro 2008Papa João Paulo II à ilha de S. Miguel em 1991. Papa João Paulo II
    • Papa João Paulo IIJoão Paulo IIPapa João Paulo II no vidigal, 1980 Papa João Paulo II e Irmã LuciaPapa João Paulo II à ilha de S. Miguel em 1991. Papa João Paulo II e Irmã Lucia
    • Papa João Paulo II e Madre Tereza de CalcutáJoão Paulo II e cardeal Jozép RatzengirPapa João Paulo II e Fidel Castro - 1998 Papa João Paulo IIPapa João Paulo II Papa João Paulo II
    • Papa João Paulo IIPapa João Paulo II e Irmã LuciaPapa João Paulo IIPapa João Paulo IIPapa João Paulo II Papa João Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II João Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II, D. Eugenio ePe. RicardoJoão Paulo II beija o Alcorão 1986João Paulo II João Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II Visita à Tunísia em 1996
    • Relatório das doenças cumulativas do Papa JoãoPaulo II
    • Wanda Poltawska com o marido Andrzej,grande filósofo polonês, em audiênciaprivada com João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II Cambruzzi guarda recordações das trêsviagens que fez como comissário de bordo doPapaJoão Paulo II recebe FernandoHenrique Cardoso na biblioteca doVaticano 19 /11 /1999João Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II João Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II João Paulo II João Paulo II
    • João Paulo IIJoão Paulo IIJoão Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II João Paulo IIJoão Paulo II
    • João Paulo II e cardeal Joseph Aloisius RatzingerJoão Paulo II e cardealJoseph Aloisius RatzingerJoão Paulo II e cardeal JosephAloisius RatzingerJoão Paulo II e cardeal Joseph Aloisius RatzingerJoão Paulo II e cardeal Joseph AloisiusRatzingerJoão Paulo II e cardeal Joseph AloisiusRatzinger
    • João Paulo II e cardeal Joseph AloisiusRatzingerJoão Paulo II e cardeal Joseph AloisiusRatzingerJoão Paulo II e cardeal Joseph AloisiusRatzingerJoão Paulo II e cardeal Joseph AloisiusRatzingerJoão Paulo II e cardeal Joseph AloisiusRatzinger e, Jorge Mario BergoglioJoão Paulo II e cardeal Joseph AloisiusRatzinger e, Jorge Mario Bergoglio
    • João Paulo II com as crianças
    • A sua última aparição em público, a 30de Março de 2005, foi precisamentepara saudar um grupo de jovensvindos da Diocese de Milão.
    • BONUS:O PAPA E O RABINOEu poderia estar matando, roubando, mas preferi virar escritor para podercontar lindas histórias que emocionem meus leitores.Esta história que vou contar até que poderia ser feita de forma sucinta, mastenho certeza de que, ao fazer isso, estaria privando-os das riquezas que elaenvolve.Trata-se do encontro entre um Papa e um Grão Rabino de Israel.Vamos lá!Karol Józef Wojtyła, o Papa João Paulo II,nasceu em Wadowice, umapequena localidade ao sul da Polônia, a 50 quilômetros de Cracóvia; o mais novodos três filhos de Karol Wojtyła, um polonês e de Emilia Kaczorowska, que édescrita como tendo ascendência lituana ou possivelmente, ucraniana.Emília morreu quando Karol tinha apenas 8 anos de idade. Sua irmã maisvelha, Olga, já tinha morrido antes de seu nascimento, e ele ficou muito próximode seu irmão Edmund, que era 14 anos mais velho e era chamadode Mundek, mas o seu trabalho como médico o levou à morte por escarlatina, oque deixou Karol muito abalado.
    • Ainda garoto, Karol demonstrou interesse pelos esportes, geralmentejogando futebol na posição de goleiro. Durante a adolescência, travou contatocom a grande comunidade judaica de Wadowice e os jogos de futebol eramdisputados entre os times de judeus e católicos, com Wojtyła muitas vezesjogando ao lado dos judeus.Em 1939, as forças de ocupação da Alemanha Nazista fecharam aUniversidade Jaguelônica após a invasão da Polônia no início da Segunda GuerraMundial. Todos os homens capazes foram obrigados a trabalhar e assim, de 1940até 1944, Karol trabalhou em empregos tão diversos como mensageiro para umrestaurante, operário numa mina de calcário e para a indústria química Solvay,tudo isso para evitar ser deportado para a Alemanha.Seu pai, um suboficial no Exército da Polônia, morreu de ataque cardíacoem 1941, deixando Karol como o último sobrevivente de seu grupo familiarimediato."Eu não estive presente na morte de minha mãe nem na do meu irmão e nemna do meu pai".
    • Disse, refletindo sobre esta época de sua vida, quase quarenta anos depois."Aos vinte, eu já tinha perdido todos os que amava".Após a morte de seu pai, ele começou a considerar seriamente a ideia dosacerdócio e em outubro de 1942, bateu às portas do palácio arcebispal deCracóvia e pediu para estudar.Logo em seguida começou a ter aulas no seminárioclandestino comandado pelo arcebispo de Cracóvia.PARAMOS POR AQUI, APENAS TEMPORARIAMENTE, PARACONHECERMOS O OUTRO PERSONAGEM.Israel Meir Lau, Lulek para os mais íntimos, nasceu em 1 de junho de 1937,na cidade polonesa de Piotrków Trybunalski.Mas com a invasão da Alemanha Nazista, toda sua família foi arrancada desua cidade natal de Piotrkow, onde seu pai, o Rabino Moshe Chaim Lau era oRabino Chefe, para ser brutalmente assassinada. Seu pai era a 37ª geração emuma linha de ascendência direta e ininterrupta de rabinos,mas morreu heroicamente em Treblinka. Lúlek foi enviado para Buchenwald atéser libertado em 1945.
    • Durante o tempo em que esteve no campo, Lúlek creditou sua proteçãoa Feodor Mikhajlichenko, um prisioneiro adolescente.Pois bem, antes de serem presos, a mãe de Lúlek pediu que uma amigacatólica cuidasse dele, e caso ela morresse, o que acabou acontecendo, e elesobrevivesse,ela deveria enviá-lo para junto dos familiares que viviam no Mandatoda Palestina, e onde ele teria um futuro junto dos seus e das suas raízes.No dia 15 de julho de 1945, Lúlek embarcava no navio RMS Maratoa nocolo de Elazar Schiff para desembarcar na Terra Prometida; Israel; nessa época,ainda sob o mandato inglês.
    • Lúlek frequentou a renomada Yeshiva Kol Torah, coordenada pelo sábioRabino Shlomo Zalman Auerbach, além das igualmente consagradas Yeshivot dePonevezh e Knesses Chizkiyahu.Depois recebeu ordenação rabínica no ano de 1961, e ao casar-se com afilha do então Rabino-Chefe da cidade de Tel Aviv, assumiu o posto de Rabino-Chefe de Netahnya, desenvolvendo já nesta época excelente reputação comonotável orador.Ao percorrer sua fascinante trajetória, o Rabino Israel Meir Lau veio atornar-se uma das mais importantes figures rabínicas dos últimos tempos,orgulhosamente dando continuidade à sua ascendência, a 38ªgeração ininterrupta de rabinos, que escapou do extermínio.
    • AGORA A HISTÓRIA VAI SE JUNTARNuma sala de audiências do Vaticano, Karol Wojtyla recebe a visita de umadas mais altas autoridades religiosas do Judaísmo, Israel Meir Lau, o GrãoRabino do Estado de Israel.A entrevista dá-se num ambiente muito cordial e o rabino dá origem aoseguinte relato:
    • - Há muito tempo atrás, numa aldeia no norte da Europa, terminada aSegunda Guerra Mundial, uma mulher católica dirigiu-se ao pároco da sua aldeiapara lhe fazer uma consulta.Ela e seu marido tinham ao seu cuidado, desde o fim da guerra, um meninojudeu, cuja mãe, uma amiga da família, pedira que ela encaminhasse o menino,caso ele sobrevivesse, para ter um futuro na Palestina, e esperavadesesperadamente que ela fizesse isso pelo seu filho.A mulher encontrava-se diante de um dilema e pedia ao sacerdote católicoum conselho. Desejava tornar realidade o sonho de sua amiga judia, mas, aomesmo tempo, ansiava mantê-lo consigo e batizá-lo.O pároco deu-lhe uma resposta rápida e segura:- O seu dever é respeitar a vontade dos pais do menino.O menino judeu foi enviado, então, para o Mandato Palestina, que trêsanos depois tornou-se o recém-fundado Estado de Israel, onde ele se criou e foieducado dentro dos princípios do judaísmo.O fato pareceu muito interessante a Karol Wojtyla, mas passou a serrealmente comovedor quando o Grande Rabino concluiu:
    • - Sabe quem era esse pároco?-Não. Respondeu o Papa.- Era você.Surpreso, Karol perguntou ao Grão Rabino:- E você sabe onde está este menino?No que Lúlek respondeu:- Este menino sou eu.O Rabino Israel Meir Lau desempenha um papel fundamental dentro dasociedade israelense, ao aproximar as diferentes correntes ortodoxas e aparar asarestas entre o Judaísmo Ultra-Ortodoxo e a Ortodoxia Sionista e suas correntesde pensamento. Ele é uma das poucas, se não a única figura rabínica na históriaque conseguiu conquistar o respeito e a admiração em diversas camadas e
    • setores da sociedade israelense.Em maio de 2005, Lúlek recebeu o “Prêmio Israel” do governo,efetivamente por sua habilidade única de minimizar os conflitos ideológicos epromover o entendimento e o diálogo entre irmãos.Com grande projeção internacional, o Rabino Meir Lau obtevereconhecimento internacional. Tendo atuado também em negociações de pazcom outros povos, encontrou-se com lideranças religiosas, e é reverenciado porjudeus e não-judeus no mundo inteiro.O livro de sua autoria, uma auto-biografia intitulada“Lúlek” (seu apelidonos tempos da infância na Europa) transformou-se um best-seller, tornandopública e acessível, em uma linguagem íntima, pessoal e extremamente realista afascinante história de vida desta figura carismática e impressionante.As relações entre o catolicismo e o judaísmo melhoraram durante opontificado de João Paulo II.Ele falou com frequência sobre a relação da Igreja com os judeus.Em 1979, João Paulo II se tornou o primeiro papa a visitar o campo deconcentração de Auschwitz, na Polônia, onde muitos de seus compatriotas(majoritariamente judeus poloneses) haviam perecido durante a ocupação alemãda Polônia na Segunda Guerra Mundial.
    • Em 1998, o papa publicou "Nós Lembramos: Uma Reflexão sobre aShoah", que delineou seu pensamento sobre o Holocausto.(http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/chrstuni/documents/rc_pc_chrstuni_doc_16031998_shoah_po.html)Ele se tornou o primeiro papa a fazer uma visita papal oficial a umasinagoga, quando visitou a Grande Sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986.Em 1994, João Paulo II estabeleceu relações diplomáticas formais entre aSanta Sé e o Estado de Israel, reconhecendo sua importância central na vida e féjudaicas.Em honra a este evento, o papa João Paulo II patrocinou o "Concerto Papalpara Comemoração do Holocausto". Este concerto, que foi concebido e conduzidopelo maestro norte-americano Gilbert Levine, contou com a presença de ElioToaff, o Rabino principal de Roma, do presidente da Itália e de sobreviventes doHolocausto vindos do mundo inteiro.Em março de 2000, João Paulo II visitou o memorial de Yad Vashem, ummonumento nacional israelense em honra às vítimas e heróis do Holocausto, edepois entrou para a história ao tocar um dos mais sagrados objetos de devoçãodo Judaísmo, o Muro das Lamentações, seguindo o costume de colocar umacarta entre as frestas de seus tijolos (na qual ele pediu perdão pelas perseguiçõescontra os judeus). Em parte do seu discurso, ele disse: "Eu asseguro o povojudeu que a Igreja Católica... está profundamente entristecida pelo ódio, atosde perseguição e mostras de antissemitismo dirigidas contra os judeuspelos cristãos, à qualquer tempo, em qualquer lugar" e acrescentou que "nãohá palavras fortes o suficiente para deplorar a terrível tragédia doHolocausto".O ministro israelense, rabino Michael Melchior, que foi o anfitrião do papadurante a visita, disse que estava "muito comovido" pelo gesto do papa:“Foi além da história, além da memória”.— Rabino Michael Melchior, em 26 de março de 2000, durante a visita de JoãoPaulo II a Israel.“Nós estamos profundamente entristecidos pelo comportamento dosque, no curso da história, provocaram sofrimento às suas crianças e,
    • ao pedir perdão, desejamos nos comprometer com uma irmandadegenuína com o povo da Aliança”.— Papa João Paulo II, em 12 de março de 2000, numa nota deixada no Murodas Lamentações.Em outubro de 2003, Liga Anti-Difamação (ADL, da sigla em inglês) emitiuum comunicado congratulando João Paulo II por seu vigésimo-quinto ano depapado.Imediatamente após a morte de João Paulo II, a ADL emitiu umcomunicado afirmando que o papa Karol Wojtyla havia revolucionado as relaçõesentre católicos e judeus e que "mais mudanças para melhor haviam ocorridoem seus vinte e sete anos de papado do que nos quase 2000 anosanteriores".Em outro comunicado, emitido pelo diretor do conselho para assuntosaustralianos, israelenses e judaicos de Israel, o Dr. Colin Rubinstein, afirmouque "O papa será lembrado por sua inspiradora lembrança espiritual em prol dacausa da liberdade e da humanidade. Ele conseguiu muito mais em termos detransformar as relações tanto com o povo judeu quanto com o Estado de Israel doque qualquer outra figura na história da Igreja Católica".“Com o judaísmo, portanto, nós temos uma relação com a qual nãotemos com qualquer outra religião. Vocês são nossos queridos irmãose, de certa forma, pode-se dizer que vocês são os nossos irmãos maisvelhos”— papa João Paulo II, em 13 de abril de 1986.http://kitomello.blogspot.com.br/2013/02/o-papa-e-o-rabino.html