I Introdução                 MEMBRANA PLASMÁTICA   Funções            Composição       Propriedades                       ...
II Histórico1 Estrutura das membranas biológicasb)Kolliker – colocou células animais em  soluções iônicas concentradas e o...
II Histórico1 Estrutura das membranas biológicasb) Overton – colocou células animais em vários  solventes e observou que o...
II Histórico1 Estrutura das membranas biológicasd) 1935 – proteínas interagindo com as  cabeças polares dos lipídeos. 1961...
MODELO DE DAVSON E DANIELLI -1935          Proteína    Região Hidrofílica     Região Hidrofílica     Região Hidrofóbica
ESTRUTURA TRILAMINAR – ROBERTSON (1961)
II Histórico1 Estrutura das membranas biológicase) Proteínas com 3 domínios distintos: dois  hidrofílicos (faces internas)...
MODELO DO MOSAICO FLUIDO(SINGER E NICHOLSON – 1972)
COMPARAÇÃO                                                      Região Hidrofílica da                                     ...
MEMBRANA PLASMÁTICA           MODELO                    ¬ glicocálix                                   LipídeosProteína
III Composição química
MEMBRANA PLASMÁTICAComposição química   LIPÍDIOS, PROTEÍNAS E AÇÚCARES
Proteína / Lipídeo                         • Proporção variávelProteínas                               Lipídeos           ...
III Composição química1 Lipídeosb) Substâncias orgânicas insolúveis em água e   solúveis em solventes orgânicas.c) 1 : 50 ...
BICAMADA LIPÍDICA       Fosfolipídios  afinidade diferencial          com a água:         Cabeça hidrofílica: voltada p...
III Composição química1 Lipídeosd) Esfingolipideos – não apresentam glicerol, ponto de fusão   mais alto.d.1) esfingomieli...
Fosfolipídeos     FosfatidilcolinaFosfatidiletanolamina    Fosfatidilserina     Esfingomielina
LIPÍDEOS DE MEMBRANAS   Moléculas Anfipáticas Hidrofílica (cabeça) Hidrofóbica (caudas)
Composição Lipídica de algumas membranas celulares
1- Fluidez da membrana                                                    Natureza das caudas de hidrocarbonetosComposição...
1- Fluidez da membranaFluido Bidimensional  movimentação dos fosfolipídeos dentro da bicamada             Flip Flop      ...
2- Assimetria da Bicamada LipídicaDiferenças na composição da bicamada entre as faces citosólica e extracelçular
3- Permeabilidade da Bicamada LipídicaBarreira hidrofóbica impermeável a solutos e íons                   tamanho da molé...
PROTEÍNAS DASMEMBRANAS
III Composição química2 Proteínas - página 79b)Funções  Transporte de íons e moléculas  Interação com hormônios  Transduçã...
III Composição química2 Proteínas - página 79b) Formas de associaçãob.1) Proteínas intrínsecas – citoplasma,  transmembran...
III Composição química2 Proteínas - página 79b) Formas de associaçãob.1) Proteínas extrínsecasNão interagem com o interior...
III Composição química2 Proteínas - página 79c) ReceptoresIntrínsecas
Proteínas de           membrana     Na+K+
Proteínas Transmembrana  Moléculas anfipáticas ligadas covalentemente aos lipídeosProteínas α-Hélice
Propriedades das Proteínas de membrana                   1- MobilidadeMovimentação das proteínas na bicamada
2- Domínios de membranaRestrição de movimento das proteínas, confinando-as em locais específicos
AÇUCARES DAS MEMBRANAS
Açucares de MembranaHidratos de carbono ligados covalentemente aos lipídeos e proteínas          Glicoproteínas           ...
III Composição química3 Carboidratosb)Principalmente na face extracelularc)Glicocalix
CARBOIDRATOS         GlicocáliceEnvoltório externo à membrana plasmática.Composição química Funções
GLICOCÁLICE
Funções do- proteção e lubrificação da superfície celular                                                  Glicocálice- re...
Funções do- alteração da superfície em células cancerígenas;          Glicocálice- ligação de toxinas, vírus e bactérias;-...
IMPORTÂNCIA DOS CARBOIDRATOS
MEMBRANA PLASMÁTICA                       RESUMO             A MEMBRANA PLASMÁTICA                  O modelo do mosaico fl...
PROPRIEDADES DA MEMBRANA Assimetria Fluidez Permeabilidade seletiva Continuidade Resistência à tração.               ...
Membrana Plasmática:Especializações demembrana
ESPECIALIZAÇÕES DA MEMBRANA  PLASMÁTICASUPERFÍCIE APICAL DA CÉLULA    1- Microvilosidades    2- Cílios/Flagelos    3- Este...
ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE APICAL DA MEMBRANA         MICROVILOSIDADES-Projeções cilíndricas do citoplasma, envolvidas ...
MICROVILOSIDADESmicrovilosidades   glicocálice
ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE APICAL DA MEMBRANA                                       ESTEREOCÍLIOS  -São parecidos com m...
CÍLIOS/FLAGELOS
ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE APICAL DA MEMBRANA                CÍLIOS-Projeções cilíndricas MÓVEIS, semelhantes a pêlos-F...
MEMBRANA PLASMÁTICA       ESPECIALIZAÇÕESDemossomos                              Interdigitações                    Meio e...
ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE BASO-LATERAL DA CÉLULA   JUNÇÕES CELULARES                                                  ...
JUNÇÃO OCLUSIVAUne as células formando uma barreira impermeávelEvita movimentação de moléculas entre diferentes domíniosde...
JUNÇÕES CELULARES         ADESÃO                                      JUNÇÃO ADERENTECinturão de adesão apical, abaixo jun...
JUNÇÕES CELULARES          ADESÃO            DESMOSSOMAS  Placas de adesão em forma de disco
JUNÇÃO COMUNICANTE* Formada por 6 proteínas  transmembranas– conexinas* Regulada   abrem e  fecham
PERMEABILIDADE
I PERMEABILIDADE1 Bloqueio da passagem da maioria  das  – moléculas polares  – Moléculas apolares grandes  – Moléculas car...
I PERMEABILIDADE2 Permite  – Pequenas moléculas  – Moléculas polares    • Açúcares    • Aminoácidos    • Por proteínas tra...
I PERMEABILIDADE3 Proteínasb)Canais de proteínas: apresentam espaços  hidrofílicos, criando canais para o  deslocamento de...
I PERMEABILIDADE3 Proteínasb) Permeases (carreadoras): velocidade máxima  relacionada com o ponto de saturação.c) Formas d...
MEMBRANA PLASMÁTICA                 TRANSPORTES  P a s s iv o      A t iv o   Q u a n t id a d eNÃO GASTA           GASTA ...
II Mecanismos1 Difusãob)Não gasta energiac) Difusão simplesd)Osmosee) Difusão por canais proteicos2 Transporte ativoa) Gas...
TRANSPORTES ATIVOS E PASSIVOS
MEMBRANA PLASMÁTICA          TRANSPORTE PASSIVO               OSMOSE                M.S.P              SOLV ENTEHipo      ...
III Difusão2 Osmoseb)A favor do gradiente de concentraçãoc)Até atingir o equilíbriod)Transporte de solvente
MEMBRANA PLASMÁTICA                EXPERIÊNCIA                       hemáciasH2O                  H2O                H2Oem...
MEMBRANA PLASMÁTICACÉLULA VEGETAL EM SOLUÇÃO HIPERTÔNICA.   vacúolo                                                  vacúo...
MEMBRANA PLASMÁTICACÉLULA VEGETAL EM SOLUÇÃO HIPOTÔNICA.            VACÚOLO                NÚCLEO            MEIO HIPOTÔNI...
MEMBRANA PLASMÁTICA            RESUMO PLASMÓLISE E DEPLASMÓLISE.     plasmólise   meio hipertônico     deplasmólise       ...
MEMBRANA PLASMÁTICA                 FLUXO DE ÁGUA NAS CÉLULAS VEGETAIS                                                    ...
MEMBRANA PLASMÁTICA                        DIFUSÃO SIMPLES                        SACAROSE   ÁGUASolução A   Solução B
III difusão1 DIFUSÃO SIMPLESb)A favor do gradiente de concentraçãoc)Até atingir o equilíbriod)Velocidade depende da solubi...
MEMBRANA PLASMÁTICA                          DIFUSÃO FACILITADA            M.P           M.P            M.P          M.P  ...
IV Difusão por canais Proteicos1 vias aquosas para passagem de solutos2 altamente seletivosc) Conseqüência da disposição d...
V Difusão Facilitada•   Passiva•   Mediada por carreadores•   Especificidade•   Mediado por proteínas•   Limite de saturaç...
MEMBRANA PLASMÁTICA                    TRANSPORTE ATIVO     CONTRA GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO                  Ex: BOMBA DE...
VI Transporte ativo•   Gasto energético•   Mediado por proteínas carreadoras•   Carreador consome energia•   Contra o grad...
VI Transporte ativo• Ponto de saturação – atingido quando os  carreadores estão em atividade máxima
Bomba de Calcio•   A absorção do cálcio ocorre através de dois mecanismos: difusão passiva e    transporte ativo. A difusã...
TRANSPORTE ATIVO Bomba de sódio e potássio
MEMBRANA PLASMÁTICA                                     FAGOCITOSE                ENDOCITOSE                    SÓLIDOS   ...
MEMBRANA PLASMÁTICA                             PINOCITOSEEnglobamento de micropartículas ou gotículas líquidas         Pa...
MEMBRANA PLASMÁTICA                             FAGOCITOSE               Englobamento de partículas sólidas.              ...
ENDOCITOSE MEDIADA POR UM RECEPTOR
MEMBRANA PLASMÁTICA                   CLASMOCITOSEÉ a eliminação dos resíduos da digestão intracelular.Vacúolo resídual   ...
EXOCITOSE
MEMBRANA PLASMÁTICA            RESUMO        DIFUSÃO SIMPLES             M.PMEIO                      MEIO       SUBSTÂNCI...
MEMBRANA PLASMÁTICA            RESUMO        TRANSPORTE ATIVO              M.PMEIO                       MEIO       SUBSTÂ...
MEMBRANA PLASMÁTICA               RESUMO          DIFUSÃO FACILITADA                 M.PMEIO EXTERNO               MEIO IN...
MEMBRANA PLASMÁTICA                 RESUMO        TRANSPORTE EM QUANTIDADEFAGOCITOSE     PINOCITOSE    CLASMOCITOSE SÓLIDO...
VII Aspectos Patológicos1 Fibrose Císticab) Autossômica recessivac) Em caucasianosd) Características:c.1) composição iônic...
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Biologia membrana plamática i

  1. 1. I Introdução MEMBRANA PLASMÁTICA Funções Composição Propriedades Química Proteção Lipídeos ElasticidadePermeabilidade Seletiva Proteínas Regeneração
  2. 2. II Histórico1 Estrutura das membranas biológicasb)Kolliker – colocou células animais em soluções iônicas concentradas e observou que ocorria a passagem de água Membrana semipermeável
  3. 3. II Histórico1 Estrutura das membranas biológicasb) Overton – colocou células animais em vários solventes e observou que o transporte era relacionado à solubilida em lipídeos.c) Gorter e Grendel extrairam fosfolipídeos de eritrócitos e colocaram em recipiente com água e observaram que os lípídeos formavam uma camada na interface entre a água e o ar. Quando os fosfolipídeos foram comprimidos verificaram que a área coberta era maior.
  4. 4. II Histórico1 Estrutura das membranas biológicasd) 1935 – proteínas interagindo com as cabeças polares dos lipídeos. 1961 – bicamada lipidica no interior de camadas fibrosas de proteínas 1972 – Singer e Nicolson – modelo de mosaico fluido – proteínas embebidas na bicamada lipídica – hidrofóbico com hidrofóbico.
  5. 5. MODELO DE DAVSON E DANIELLI -1935 Proteína Região Hidrofílica Região Hidrofílica Região Hidrofóbica
  6. 6. ESTRUTURA TRILAMINAR – ROBERTSON (1961)
  7. 7. II Histórico1 Estrutura das membranas biológicase) Proteínas com 3 domínios distintos: dois hidrofílicos (faces internas) e um hidrofóbico (interior).f) Atualmente – proteínas movem-se livremente
  8. 8. MODELO DO MOSAICO FLUIDO(SINGER E NICHOLSON – 1972)
  9. 9. COMPARAÇÃO Região Hidrofílica da Proteína ProteínaRegião HidrofílicaRegião Hidrofílica Bicamada LipídicaRegião Hidrofóbica Região Hidrofóbica da Proteína Davson e Danielli Singer e Nicholson
  10. 10. MEMBRANA PLASMÁTICA MODELO ¬ glicocálix LipídeosProteína
  11. 11. III Composição química
  12. 12. MEMBRANA PLASMÁTICAComposição química LIPÍDIOS, PROTEÍNAS E AÇÚCARES
  13. 13. Proteína / Lipídeo • Proporção variávelProteínas Lipídeos Glicolipídeos Integrais (transmembranas) Colesterol Periféricas Fosfolipídeos Fosfatidilcolina Fosfatidiletanolamina Fosfatidilserina Esfingomielina
  14. 14. III Composição química1 Lipídeosb) Substâncias orgânicas insolúveis em água e solúveis em solventes orgânicas.c) 1 : 50 (proteínas: lipídeos)d) Fosfolipídeos – ponto de fusão mais baixo c.1) cabeça polar – glicerol, fosfato e um álcool (colina, etanolamina, serina) c.2) cauda apolar – cadeias carbonicas de ácidos carboxilicos (saturados ou insaturados) Obs: a insaturação contribui para a fluidez da membrana
  15. 15. BICAMADA LIPÍDICA  Fosfolipídios  afinidade diferencial com a água:  Cabeça hidrofílica: voltada para o meio extracelular e para o citoplasma.  Cauda hidrofóbica: voltada para a parte interna da membrana
  16. 16. III Composição química1 Lipídeosd) Esfingolipideos – não apresentam glicerol, ponto de fusão mais alto.d.1) esfingomielinas – também possue o fosfato (fosfoglicerídeo), forma a bainha de mielinad.2) cerebrosídeos – não possuem fosfato e nem carga elétrica, mas possuem uma ou mais moléculas de carboidratos.d.3) gangliosídeos – apresentam cabeça polar muito grande e com muitas moléculas de carboidratos; ocorrem em pequena quantidade.e) Colesterol - fluidez
  17. 17. Fosfolipídeos FosfatidilcolinaFosfatidiletanolamina Fosfatidilserina Esfingomielina
  18. 18. LIPÍDEOS DE MEMBRANAS Moléculas Anfipáticas Hidrofílica (cabeça) Hidrofóbica (caudas)
  19. 19. Composição Lipídica de algumas membranas celulares
  20. 20. 1- Fluidez da membrana Natureza das caudas de hidrocarbonetosComposição Fosfolipídica Caudas curtas (maior fluidez) que caudas longas Insaturação (maior fluidez) que saturação Fosfolipídeos – ponto de fusão mais baixo que esfingolipídeos SATURADOS + viscosa - fluida INSATURADOS - viscosa + fluida
  21. 21. 1- Fluidez da membranaFluido Bidimensional  movimentação dos fosfolipídeos dentro da bicamada Flip Flop Rotação Difusão Lateral dependente da temperatura
  22. 22. 2- Assimetria da Bicamada LipídicaDiferenças na composição da bicamada entre as faces citosólica e extracelçular
  23. 23. 3- Permeabilidade da Bicamada LipídicaBarreira hidrofóbica impermeável a solutos e íons  tamanho da molécula  solubilidade da molécula (em óleo)
  24. 24. PROTEÍNAS DASMEMBRANAS
  25. 25. III Composição química2 Proteínas - página 79b)Funções Transporte de íons e moléculas Interação com hormônios Transdução de sinais Estabilização de sinais Razão proteina:lipídeos é variavel EX. memb. bainha de mielina 25%; memb.interna de mitocondrias 75%
  26. 26. III Composição química2 Proteínas - página 79b) Formas de associaçãob.1) Proteínas intrínsecas – citoplasma, transmembrana e não citoplasmáticoUnipasso – atravessa 1 vez a membranaMultipasso – atravessa várias vezes a membrana (todas as transportadoras como os canais iônicos)
  27. 27. III Composição química2 Proteínas - página 79b) Formas de associaçãob.1) Proteínas extrínsecasNão interagem com o interior hidrofóbicoLigadas à proteínas intrinsecas ou lipideos
  28. 28. III Composição química2 Proteínas - página 79c) ReceptoresIntrínsecas
  29. 29. Proteínas de membrana Na+K+
  30. 30. Proteínas Transmembrana Moléculas anfipáticas ligadas covalentemente aos lipídeosProteínas α-Hélice
  31. 31. Propriedades das Proteínas de membrana 1- MobilidadeMovimentação das proteínas na bicamada
  32. 32. 2- Domínios de membranaRestrição de movimento das proteínas, confinando-as em locais específicos
  33. 33. AÇUCARES DAS MEMBRANAS
  34. 34. Açucares de MembranaHidratos de carbono ligados covalentemente aos lipídeos e proteínas Glicoproteínas Proteoglicanas Glicolipídeos polissacarídeos oligossacarídeos glicosaminoglicanas GLICOCÁLICE OU GLICOCÁLIX
  35. 35. III Composição química3 Carboidratosb)Principalmente na face extracelularc)Glicocalix
  36. 36. CARBOIDRATOS GlicocáliceEnvoltório externo à membrana plasmática.Composição química Funções
  37. 37. GLICOCÁLICE
  38. 38. Funções do- proteção e lubrificação da superfície celular Glicocálice- reconhecimento célula-célula e adesão celular
  39. 39. Funções do- alteração da superfície em células cancerígenas; Glicocálice- ligação de toxinas, vírus e bactérias;- propriedades enzimáticas (peptidase/glicosidase)- especificidade do sistema sanguíneo ABO; tabela na página 82
  40. 40. IMPORTÂNCIA DOS CARBOIDRATOS
  41. 41. MEMBRANA PLASMÁTICA RESUMO A MEMBRANA PLASMÁTICA O modelo do mosaico fluido afirma que moléculas ESTRUTURA protéicas estão em dupla camada lipídica, mas com livre movimentação. FUNÇÃO Permeabilidade seletiva e reconhecimento celular. Ocorrem no epitélio intestinal e Microvilosidades servem para aumentar a superfície de absorção.ESPECIALIZAÇÕES Invaginações de Promovem o transporte de água base nos canalículos renais. Desmossomos e Servem para promover a adesão interdigitações entre as células epiteliais.
  42. 42. PROPRIEDADES DA MEMBRANA Assimetria Fluidez Permeabilidade seletiva Continuidade Resistência à tração. FUNÇÕES DA MEMBRANAIndividualizaçãoda célulaTransportes moleculares e iônicosRecepção de informaçãoTransmissão de informaçãoReconhecimento celularOrientação de reações químicas em cadeia: enzimas localizadas na superfície da membrana
  43. 43. Membrana Plasmática:Especializações demembrana
  44. 44. ESPECIALIZAÇÕES DA MEMBRANA PLASMÁTICASUPERFÍCIE APICAL DA CÉLULA 1- Microvilosidades 2- Cílios/Flagelos 3- EstereocíliosSUPERFÍCIE BASO-LATERAL DA CÉLULA Junções célula-célula 1- Junções celulares Junções célula-matriz extracelular
  45. 45. ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE APICAL DA MEMBRANA MICROVILOSIDADES-Projeções cilíndricas do citoplasma, envolvidas por membrana que se projetamda superfície apical da célula-São imóveis-Aumentam a área de superfície celular-Filamentos de actina
  46. 46. MICROVILOSIDADESmicrovilosidades glicocálice
  47. 47. ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE APICAL DA MEMBRANA ESTEREOCÍLIOS -São parecidos com microvilosidades- mais longas e ramificadas -São imóveis -Encontrados no epidídimo e nas células pilosas do ouvido interno -Aumentam a área de superfície das células -Filamentos de actina mais discretos que nas microvilosidades
  48. 48. CÍLIOS/FLAGELOS
  49. 49. ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE APICAL DA MEMBRANA CÍLIOS-Projeções cilíndricas MÓVEIS, semelhantes a pêlos-Função: propulsão de muco e de outras substâncias sobrea superfície do epitélio, através de rápidas oscilaçõesrítmicas e no caso dos flagelos funcionam na locomoção-Microtúbulos organizados (9 + 2), inseridos no corpúsculobasal
  50. 50. MEMBRANA PLASMÁTICA ESPECIALIZAÇÕESDemossomos Interdigitações Meio extracelular Desmossomo Interdigitação Espaço Desmossomo intercelular Aumentam a aderência
  51. 51. ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE BASO-LATERAL DA CÉLULA JUNÇÕES CELULARES JUNÇÕES JUNÇÃO OCLUSIVA COMPLEXO JUNÇÃO JUNCIONAL ADERENTE DESMOSSOM A JUNÇÃO COMUNICANT E Matriz extracelular
  52. 52. JUNÇÃO OCLUSIVAUne as células formando uma barreira impermeávelEvita movimentação de moléculas entre diferentes domíniosde membrana
  53. 53. JUNÇÕES CELULARES ADESÃO JUNÇÃO ADERENTECinturão de adesão apical, abaixo junção oclusiva
  54. 54. JUNÇÕES CELULARES ADESÃO DESMOSSOMAS Placas de adesão em forma de disco
  55. 55. JUNÇÃO COMUNICANTE* Formada por 6 proteínas transmembranas– conexinas* Regulada abrem e fecham
  56. 56. PERMEABILIDADE
  57. 57. I PERMEABILIDADE1 Bloqueio da passagem da maioria das – moléculas polares – Moléculas apolares grandes – Moléculas carregadas eletricamente
  58. 58. I PERMEABILIDADE2 Permite – Pequenas moléculas – Moléculas polares • Açúcares • Aminoácidos • Por proteínas transportadoras de membrana
  59. 59. I PERMEABILIDADE3 Proteínasb)Canais de proteínas: apresentam espaços hidrofílicos, criando canais para o deslocamento de certos íons ou moléculas transporte rápido – proporcional à concentração do soluto
  60. 60. I PERMEABILIDADE3 Proteínasb) Permeases (carreadoras): velocidade máxima relacionada com o ponto de saturação.c) Formas de transporte:c.1) Uniporte: 1 moléculac.2) Simporte: 2 moléculas na mesma direçãoc.3) Antiporte: 2 moléculas em direção oposta
  61. 61. MEMBRANA PLASMÁTICA TRANSPORTES P a s s iv o A t iv o Q u a n t id a d eNÃO GASTA GASTA GRANDES ENERGIA ENERGIA MOLÉCULAS
  62. 62. II Mecanismos1 Difusãob)Não gasta energiac) Difusão simplesd)Osmosee) Difusão por canais proteicos2 Transporte ativoa) Gasto energético
  63. 63. TRANSPORTES ATIVOS E PASSIVOS
  64. 64. MEMBRANA PLASMÁTICA TRANSPORTE PASSIVO OSMOSE M.S.P SOLV ENTEHipo HiperPerde Ganha ISOTONIA
  65. 65. III Difusão2 Osmoseb)A favor do gradiente de concentraçãoc)Até atingir o equilíbriod)Transporte de solvente
  66. 66. MEMBRANA PLASMÁTICA EXPERIÊNCIA hemáciasH2O H2O H2Oem meio em meio em meio hipotônicoisotônico hipertônico (hemólise) Representação de osmose em célula animal.
  67. 67. MEMBRANA PLASMÁTICACÉLULA VEGETAL EM SOLUÇÃO HIPERTÔNICA. vacúolo vacúolo MEIO HIPERTÔNICO núcleo núcleo Célula plasmolisada
  68. 68. MEMBRANA PLASMÁTICACÉLULA VEGETAL EM SOLUÇÃO HIPOTÔNICA. VACÚOLO NÚCLEO MEIO HIPOTÔNICO Célula túrgida
  69. 69. MEMBRANA PLASMÁTICA RESUMO PLASMÓLISE E DEPLASMÓLISE. plasmólise meio hipertônico deplasmólise protoplasma meio hipotônico retraído
  70. 70. MEMBRANA PLASMÁTICA FLUXO DE ÁGUA NAS CÉLULAS VEGETAIS H2O H2O P.C H2O H2O M.P H2O H2O núcleo PLASMÓLISE DEPLASMÓLISE vacúolo de suco celular MEIO HIPER MEIO HIPOISOTONIA CÉL. PLASMOLISADA CÉL. TÚRGIDA
  71. 71. MEMBRANA PLASMÁTICA DIFUSÃO SIMPLES SACAROSE ÁGUASolução A Solução B
  72. 72. III difusão1 DIFUSÃO SIMPLESb)A favor do gradiente de concentraçãoc)Até atingir o equilíbriod)Velocidade depende da solubilidade do soluto e do tamanho das moléculase)Oxigênio e nitrogênio tem solubilidades extremamente altasf) Transporte de soluto
  73. 73. MEMBRANA PLASMÁTICA DIFUSÃO FACILITADA M.P M.P M.P M.P PermeaseGlicose G L I C RECONHECIMENTO CAPTURA TRANSLOCAÇÃO LIBERAÇÃO O S E
  74. 74. IV Difusão por canais Proteicos1 vias aquosas para passagem de solutos2 altamente seletivosc) Conseqüência da disposição das cargas elétricasd)diâmetro3 Ex. canais de sódio 0,3 -0,5nm, ricos em cargas negativasCanais de potássio não apresentam carga elétrica
  75. 75. V Difusão Facilitada• Passiva• Mediada por carreadores• Especificidade• Mediado por proteínas• Limite de saturação• A favor do gradiente de concentração
  76. 76. MEMBRANA PLASMÁTICA TRANSPORTE ATIVO CONTRA GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO Ex: BOMBA DE Na+ e K+K+ K+ K+Na+ Na+ Na+DIFUSÃO SIMPLES TRANSPORTE ATIVO
  77. 77. VI Transporte ativo• Gasto energético• Mediado por proteínas carreadoras• Carreador consome energia• Contra o gradiente de concentração• Ex: – Bomba de Cálcio – Bomba de Hidrogênio – Bomba de sódio e Potássio • Carreador Na/K ATPase
  78. 78. VI Transporte ativo• Ponto de saturação – atingido quando os carreadores estão em atividade máxima
  79. 79. Bomba de Calcio• A absorção do cálcio ocorre através de dois mecanismos: difusão passiva e transporte ativo. A difusão passiva não é saturável e ocorre apenas com elevadas concentrações intestinais de cálcio e, por esse motivo, quantitativamente é menos importante que o mecanismo de transporte ativo, O transporte ativo do cálcio ocorre em duas etapas. Primeiramente, o cálcio sofre difusão segundo seu gradiente de concentração da luz intestinal para o interior da célula intestinal, processo que é mediado por proteínas transportadoras na membrana da célula mucosa. Depois, o cálcio é transportado ativamente da célula para o LEC, através de bombas de cálcio localizadas sobre a superfície serosa dessa célula. Esse sistema de transporte ativo é saturável e, por esse motivo, a absorção do intestinal do cálcio é autolimitada; caso sejam ingeridas grandes quantidades de cálcio, o sistema de transporte pode manusear apenas uma pequena percentagem desse cálcio e, conseqüentemente, a percentagem de cálcio ingerido que é absorvida diminui. A taxa de transporte ativo também varia com o cálcio dietético, aumentando em vigência de pequena ingestão e diminuindo com o aumento do cálcio dietético. Como descrito anteriormente, essas alterações na absorção do cálcio são mediadas pela vitamina D.
  80. 80. TRANSPORTE ATIVO Bomba de sódio e potássio
  81. 81. MEMBRANA PLASMÁTICA FAGOCITOSE ENDOCITOSE SÓLIDOS PINOCITOSE ENGLOBAMENTO LÍQUIDOSTRASPORTE EMQUANTIDADE EXOCITOSE CLASMOCITOSE GRANDESMOLÉCULAS ELIMINAÇÃO RESÍDUOS
  82. 82. MEMBRANA PLASMÁTICA PINOCITOSEEnglobamento de micropartículas ou gotículas líquidas Partícula líquida Canal de pinocitose pinossomoA partícula englobada será, posteriormente, digerida pelos lisossomos.
  83. 83. MEMBRANA PLASMÁTICA FAGOCITOSE Englobamento de partículas sólidas. Fagossomo Partícula sólida Pseudópodes LisossomosPosteriormente a partícula será digerida pelos lisossomos.
  84. 84. ENDOCITOSE MEDIADA POR UM RECEPTOR
  85. 85. MEMBRANA PLASMÁTICA CLASMOCITOSEÉ a eliminação dos resíduos da digestão intracelular.Vacúolo resídual RESÍDUOS
  86. 86. EXOCITOSE
  87. 87. MEMBRANA PLASMÁTICA RESUMO DIFUSÃO SIMPLES M.PMEIO MEIO SUBSTÂNCIAS [] []
  88. 88. MEMBRANA PLASMÁTICA RESUMO TRANSPORTE ATIVO M.PMEIO MEIO SUBSTÂNCIAS [] []
  89. 89. MEMBRANA PLASMÁTICA RESUMO DIFUSÃO FACILITADA M.PMEIO EXTERNO MEIO INTERNO M O L É C U L A S PERMEASE
  90. 90. MEMBRANA PLASMÁTICA RESUMO TRANSPORTE EM QUANTIDADEFAGOCITOSE PINOCITOSE CLASMOCITOSE SÓLIDOS LÍQUIDOS RESÍDUOS
  91. 91. VII Aspectos Patológicos1 Fibrose Císticab) Autossômica recessivac) Em caucasianosd) Características:c.1) composição iônica anormal no produto secretadoc.2) comportamento físico-químico alterado do muco nos ductos exócrinos – muco viscoso pode obstruir ductos podendo causar:Doença pulmonar obstrutiva crônica, insuficiência pancreática, obstrução intestinal, cirrose hepática,Pode ser associada à presença de Pseudomonas aeroginosaConduzindo a desidratação das células epiteliais
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