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F1 O M10 N28

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  • JÁ VIMOS O CONCEITO DE PF Agora vamos ver principalmente a estrutura da Pastoral Familiar
  • EXORTAÇÃO DO PAPA JOÃO PAULO II AOS BISPOS
  • CONTINUAÇÃO DA TRANSPARÊNCIA ANTERIOR
  • OUTRA EXORTAÇÃO DO PAPA JOÃO PAULO II
  • OUTRA EXORTAÇÃO
  • OUTRA EXORTAÇÃO
  • OS DOIS PRIMEIROS ITENS ACIMA JÁ FORAM ABORDADOS NA SUB-APRESENTAÇÃO ANTERIOR. PORTANTO, AS TRANSPARÊNCIA DE 8 A 17, QUE SEGUEM, PODEM SER LIDAS BREVEMENTE, OU OMITIDAS. PODEMOS IR DIRTO PARA A TRANSPARÊNCIA Nº 18
  • VER NOTA DO SLIDE 7
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  • VER NOTA DO SLIDE 7
  • TRANSPARÊNCIA AUTO-EXPLANATÓRIA
  • EXPLICAR O ORGANOGRAMA – TALVEZ SEJA MELHOR JÁ IR DIRETO PARA O PRÓXIMO, QUE É MAIS COMPLETO.
  • A ESTRUTURA JÁ É DO DOMÍNIO COMUM DO MULTIPLICADOR NOTA Aqui vamos dar uma visão geral do que é abrangido pelos setores. Não vamos entrar em pormenores de cada setor, visto que este primeiro CIP (Curso Intensivo Presencial – Visão Global) é uma visão da PF como um todo. Para entrar em pormenores de cada setor existem os demais CIPs que abordam pormenores sobre cada setor especificamente e dá elementos para o desenvolvimento do projetos do setor.
  • PULAR ESTE SLIDE
  • A idéia é que cada pessoa que ama sua família procure ser agente de PF para sua família. Mas como estamos falando em projeto de Deus, nossa preocupação com a família do outro é natural e então nos tornamos agentes de PF. Nossa oferta que é agradável a Deus, não é a oferta do que sobre! Tem que ser semelhante`a oferta da viúva, do evangelho. Portanto que quer ser agente de PF precisa oferecer disponibilidade, disposição para aprender com alegria, determinação de caminhar com Jesus Cristo
  • AS TRANSPARÊNCIAS DE Nº 23 ATÉ Nº26 LISTAM ALGUMAS DAS FORMAS DE TRABALHO, COM O PROPÓSITO DE ILUSTRAR A METODOLOGIA MAIS COMUNS.
  • VAMOS VER OS CONTEÚDOS MAIS ADIANTE
  • OS ORGANOGRAMAS (ESTE E OS QUE SEGUEM) MOSTRAM A ESTRUTURA DA PF NO BRASIL.
  • Transcript

    • 1. Pastoral Familiar Resposta da Igreja às causas de problemas que agridem a família .
    • 2. João Paulo II, AOS BISPOS DO BRASIL Faz anos recordava aos Bispos do Brasil essa prioridade e centralidade da Pastoral Familiar, com umas palavras que hoje têm uma maior atualidade e uma mais pungente necessidade de se pôr em prática: Em cada Diocese – vasta ou pequena, rica ou pobre, dotada ou não de clero – o Bispo estará agindo com sabedoria pastoral, estará fazendo “investimento” altamente compensador, estará construindo, a médio prazo, a sua Igreja particular, à
    • 3. João Paulo II, AOS BISPOS DO BRASIL
      • à medida que der o máximo apoio a uma Pastoral Familiar efetiva” (Diretrizes aos Bispos do Brasil, n.5) A Pastoral Familiar – a nível paroquial, diocesano e nacional – deve considerar-se, não apenas uma opção entre outras, mas uma premente necessidade que virá a ser como foco irradiador dos valores cristãos da nova evangelização, no próprio âmago da sociedade onde a família está radicada; é ela que dará estabilidade ao longo do tempo do esforço evangelizador.
      • João Paulo II aos Bispos do RS2 em visita “Ad Limina”
    • 4. Exortações
      • “ Num momento histórico em que a família é alvo de numerosas forças que a procuram destruir ou de qualquer modo deformar, a Igreja, sabedora de que o bem da sociedade e de si mesma está profundamente ligado ao bem da família, sente de modo mais vivo e veemente a sua missão de proclamar a todos o desígnio de Deus sobre o matrimônio e sobre a família, para lhes assegurar a plena vitalidade e promoção humana e cristã, contribuindo assim para a renovação da sociedade e do próprio Povo de Deus” FC 3.
      • Que forças são essas?
    • 5. Exortações
      • “ É preciso empregar todas as forças para que a Pastoral Familiar se afirme e se desenvolva, dedicando-se a um setor verdadeiramente prioritário, com a certeza de que a evangelização, no futuro, depende, em grande parte, da Igreja doméstica” ( FC 65; Puebla 438; CNBB, Diretrizes gerais da ação pastoral da Igreja no Brasil , 1991-94, nº 217).
    • 6. Exortações
      • “ É necessário fazer da Pastoral Familiar uma prioridade básica, sentida, real e atuante. Básica, como fronteira da nova evangelização. Sentida, isto é, acolhida e assumida por toda a comunidade diocesana. Real, porque será respaldada, concreta e decididamente, pelo bispo diocesano e por seus párocos. Atuante, ou seja, deve estar inserida numa pastoral orgânica”. (SD 64)
    • 7. Visão prática da resposta da Igreja PASTORAL FAMILIAR
          • O que é?
          • Qual a finalidade?
          • Como é organizada na paróquia?
          • Quem deve pertencer à PF?
          • Métodos de trabalho na PF.
          • Quais os principais conteúdos?
    • 8. As estruturas pressionam a família
      • Refletimos sobre as formas de pressão sobre a família e as causas das mesmas.
      FAMÍLIA ESTADO CULTURA MCS SISTEMA ECONÔMICO
    • 9.
      • É a resposta da Igreja às dificuldades da família hoje.
      • Para ser eficaz deve atuar nas causas dos problemas.
      • Discernir o que é especificidade da PF e o que são áreas de atuação articuladas com outras forças da Igreja e de fora.
      • O entendimento do conceito de PF melhora com o aprofundamento da visão da realidade da família e de seu papel para o bem da pessoa e da sociedade.
      Pastoral Familiar
    • 10. 1. O que é Pastoral Familiar?
      • A PF é um serviço da Igreja, de apoio à família, para que esta, a partir de sua realidade, possa existir e viver dignamente, crescer em seus relacionamentos e formar as novas gerações conforme o plano de Deus.
    • 11. O que é a Pastoral Familiar?
      • PF enfoca questões político-sociais mais amplas. A área mais específica da PF é a que trata dos relacionamentos evangélicos:
        • Relacionamentos próximos: da pessoa com Deus, consigo e com o cônjuge; destes com os filhos; entre todos os familiares; da família com a comunidade.
    • 12. O que é a Pastoral Familiar?
        • Relacionamentos mais amplos: com a sociedade e das estruturas sociais com a família.
      • A PF necessita de organicidade e de articulações. Esta necessidade cresce quando enfoca questões político sociais mais amplas.
    • 13. 2. Qual a finalidade da PF?
      • Desenvolver a consciência de que o existir e viver dignamente, é direito e dever natural e inviolável da família.
      • Despertar a consciência de que a família baseada no matrimônio cristão é a primeira e mais importante escola de humanismo, de vivência comunitária e social. É o primeiro núcleo evangelizador.
    • 14. 2. Qual a finalidade da PF?
      • Formar clara consciência de que o Matrimônio é para o bem dos cônjuges e para a geração e formação da prole.
      • Inserir na vida familiar, como valores pessoais, para o bem de seus membros, os valores evangélicos de relacionamentos.
    • 15. 2. Qual a finalidade da PF? Cont.
      • Refletir com as famílias sobre os problemas por elas vividos e identificar suas causas e conseqüências.
      • Despertar e/ou aprimorar a consciência comunitária e a ação missionária na família.
      • Motivar a família para evangelizar famílias.
    • 16. 2. Qual a finalidade da PF? Cont.
      • Promover oportunas articulações dentro e fora da Igreja para atingir os objetivos da PF.
      • Testemunhar o valor do sinal sacramental.
      • Apoiar as famílias na educação da sexualidade.
      • Difundir o valor da família cidadã.
    • 17. 2. Qual a finalidade da PF? Cont.
      • Ajudar as famílias em situações especiais.
      • Preparar a população para o Matrimônio e vida matrimonial.
      • Constituir equipes, formar, planejar e executar atividades de PF.
    • 18. 3. Como é organizada na paróquia?
      • Comissão paroquial (ver organograma)
      • Cada Setor forma grupo de trabalho.
      • O trabalho deve ser planejado.
    • 19. COMISSÃO PAROQUIAL Pároco Assistente Espiritual Casal Coordenador Paroquial Coordenadores dos setores Representantes Paroquiais dos Movimentos, Serviços e Institutos Comissão Diocesana Núcleo de Formação e Espiritualidade Setor Pré-Matrimonial Coordenação/Equipe Setor Casos Especiais Coordenação/Equipe ORGANIZAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR NO BRASIL COMISSÃO PAROQUIAL – CPPF Setor Pós-Matrimonial Coordenação/Equipe Secretária Administrativo- Financeiro ANEXO 4
    • 20. PASTORAL FAMILIAR NA PARÓQUIA Sugestão de Estrutura COMISSÃO PAROQUIAL Pároco - Assistente Espiritual Casal Coordenador paroquial Representantes paroquiais Movimentos, Serviços e Inst. Coordenadores setores Setor Pré Coord/Equipe - Setor Pós Coord/Equipe - – Setor CE Coord-Equipe Prepara Matr./família:   População catequese   População escola   Jovens - namorados   Noivos   Regularização (*) Métodos:   Retiros   Palestras   Representações   Musica, etc Acompanhamento:   Recém casados   Casais e filhos   Educação filhos   Conflitos (*)   Dificuldades (*) Métodos:   Reuniões grupos   Retiros - movimentos   Atend. Individual   Encaminhamentos Atende:   Situações irregulares   Situações conflito   Dificuldades   Vícios   Segundas uniões Métodos:   Atend. Individual   S.O.S.   Retiros   Visitas   Articulações Núcleo de Formação e Espiritualidade Secretária Administrativo- Financeiro
    • 21. Casal eu família comunidade sociedade Alianças pf ABRANGÊNCIA DA PF e alianças NECESSÁRIAS
    • 22. 4. Quem deve pertencer à PF?
      • A pessoa que tem família e a sem família. Que cada responsável por família seja um agente.
      • NOTA- a liderança tem que:
        • Estar numa caminhada de formação;
        • Dar algum tempo prioritário à Pastoral.
        • Ter encontrado e estar aderindo a Jesus Cristo.
    • 23. 5. Métodos de trabalho
      • Atenção individual - pessoa a pessoa;
      • Trabalho missionário articulado com o social - busca dos excluídos/afastados e famílias quebradas;
      • Pequenos grupos de caminhada;
      • Apresentações de: músicas, filmes e encenações, seguidas de crítica;
      • Palestras com o uso de recursos pedagógicos.
    • 24. 5. Métodos de trabalho – cont.
      • Encontros/retiros de:
        • casais;
        • noivos;
        • jovens namorados;
        • divorciados em nova união;
        • lideranças de Pastoral Familiar;
        • lideranças de diversas pastorais.
    • 25. 5. Métodos de trabalho – cont.
      • Atividades articuladas com forças da Igreja e externas.
      • Estabelecer relacionamento com MCS da Igreja e de fora dela.
      • Atuar nos MCS e reagir ativamente.
      • Atuação política em defesa da família e de suas condições de vida.
    • 26. 5. Métodos de trabalho – cont.
      • Uso do testemunho honesto.
      • Uso de dinâmicas de grupo bem orientadas.
      • Favorecer a participação orientada.
      • Trabalho com continuidade e orientação.
      • Organização de eventos e trabalhos na comunidade.
      • Questionamentos para a reflexão.
    • 27. 6. Os principais conteúdos
      • Serão enumerados e abordados mais adiante, ao longo do curso.
    • 28. Comissão Nacional -CNPF Bispo Responsável Assessor Nacional Casal Coordenador Casal Vice-Coordenador Casais Regionais Representantes dos Movimentos Familiares ORGANIZAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR NO BRASIL – CNBB COMISSÃO EPISCOPAL PASTORAL DA VIDA E DA F AMÍLIA ANEXO 1 Bispo Responsável Nacional Assessor Nacional Núcleo de Reflexão e Apoio - NURAP Secretaria Executiva Nacional SECREN Diretoria de Planejamento Diretoria Administrativa e Financeira Instituto Nacional da Família e da Pastoral Familiar - INAPAF
    • 29. Comissão Regional-CRPF Bispo Referencial Assessor Eclesiástico Casal Coordenador Regional Casais Coordenadores Diocesanos Assistentes Espirituais Diocesanos Representantes Diocesanos dos Movimentos Familiares e Institutos COMISSÃO EPISCOPAL PASTORAL DA VIDA E DA F AMÍLIA Comissão Nacional de Pastoral Familiar - CNPF ORGANIZAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR NO BRASIL COMISSÃO REGIONAL -CRPF Setor Pré-Matrimonial Setor Casos Especiais Setor Pós-Matrimonial Núcleo de Formação e Espiritualidade Secretária Administrativo- Financeiro ANEXO 2
    • 30. COMISSÃO DIOCESANA Bispo Diocesano Assessor Eclesiástico Diocesano Casal Coordenador Diocesano Representante dos Sub-Regionais ou Foranias Representantes Diocesanos de Movimentos, Serviços e Institutos Coordenação Regional -CRPF Núcleo de Formação E Espiritualidade Setor Pré-Matrimonial Setor Casos Especiais ORGANIZAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR NO BRASIL COMISSÃO DIOCESANA -CDPF Setor Pós-Matrimonial Secretária Administrativo- Financeiro ANEXO 3
    • 31. COMISSÃO PAROQUIAL Pároco Assistente Espiritual Casal Coordenador Paroquial Representantes Paroquiais dos Movimentos, Serviços e Institutos Comissão Diocesana Núcleo de Formação e Espiritualidade Setor Pré-Matrimonial Setor Casos Especiais ORGANIZAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR NO BRASIL COMISSÃO PAROQUIAL - CPPF Setor Pós-Matrimonial Secretária Administrativo- Financeiro ANEXO 4
    • 32. INAPAF Conselho Superior Bispo Responsável - Presidente Assessor Nacional - Secretário Casal Coordenador Nacional Conselheiros (3) COMISSÃO EPISCOPAL PASTORAL DA VIDA E DA F AMÍLIA Núcleo Formação e Espiritualidade Diretoria Pedagógica Diretoria Administrativo Financeiro ORGANIZAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR NO BRASIL Diretoria de Planejamento Comissão Nacional-CNPF Coordenação Geral (Monitorias e Secretaria ) ANEXO 5 Secretaria Executiva
    • 33. FIM