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Estudo epidemiológico phc - ii

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Estudo Epidemiológico dos colaboradores para redução da sinistralidade, gastos com a saúde, prevenção e centralização na patologia do colaborador.

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  • 1. Estudo Epidemiológico para Conhecimento Tratamento Acompanhamento dos Colaboradores.
  • 2. Óbitos. 63 % dos óbitos no mundo são decorrentes das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (WHO 2011). • Cardiovasculares 48% dos óbitos; • Vários tipos de câncer 21%; • Enfermidades respiratórias 12% • Diabetes 3%. • A maior parte da DCNT não resulta de morte súbita, ao contrário, elas provavelmente levarão as pessoas a tornarem-se progressivamente enfermas ou debilitadas.
  • 3. Óbitos Brasil Dados 2010 (fonte WHO 2011) • Doenças Cardiovasculares 33%; • Câncer 16%; • Enfermidades respiratórias 6% • Diabetes 5%. 74% dos óbitos no Brasil são devidos a DCNT
  • 4. Gastos decorrentes da hipertensão • Pesquisadores mediram o valor econômico das perdas de produtividade quando os trabalhadores estavam ausentes ou trabalhando os custos diretos com despesas médicas, com seu rendimento prejudicado por alguma doença (conhecido como presenteismo) Custos com despesas médicas e farmacêuticas U$158.34 por funcionário Custos com perdas de produtividade U$ 687,14
  • 5. O Sistema Fragmentado • O sistema de saúde centrados, de forma desproporcionada, numa oferta limitada de cuidados curativos especializados; • O sistema de saúde em que a prestação de serviços está fragmentada por abordagens de controle de doenças, com objetivos imediatistas; • Os recursos são concentrados nos serviços curativos de elevado custo, negligenciando o potencial da prevenção primária e da promoção da saúde que poderiam prevenir até 70% do fardo da doença. Relatório Mundial da Saúde OMS - 2009
  • 6. Situação das empresas • Funcionários e dependentes em tratamento complexo; • Funcionários e dependentes já conscientes da sua patologia; • Funcionários e dependentes sem diagnósticos.
  • 7. Hospitais • Os hospitais estão no centro do universo dos cuidados da saúde no Brasil. Quando estão doentes, muitos brasileiros vão diretamente para o hospital na falta de um “médico da família” ou de uma rede primária de atendimento; • 80% das diárias hospitalares são usadas com pacientes crônicos.
  • 8. Atenção Primária na Saúde Suplementar • Diversos estudos apontam que uma equipe de Atenção Primária qualificada pode resolver de 85 a 90% dos problemas de saúde; • Para isto é fundamental que esta equipe atue tanto na promoção de saúde e prevenção de doenças, como também no atendimento de pessoas com doenças estabelecidas; • Estudos mostram que cerca de metade dos motivos de consulta em atenção primária se devem a aproximadamente 30 problemas de saúde ou doenças.
  • 9. Principais patologias das operadoras Conforme as Doenças – ANS
  • 10. Dificuldades apontadas pelas operadoras que ofertam programas de promoção de saúde e prevenção de riscos e doenças em %.
  • 11. Motivos apontados pelas operadoras para não oferecerem os programas de promoção de saúde e prevenção de riscos e doenças.
  • 12. Busca dos participantes para os programas.
  • 13. CONSUMIDORES SEGUNDO SEU INTERESSE POR PARTICIPAR EM PROGRAMAS.
  • 14. CONSUMIDORES QUE CONSIDERAM IMPORTANTE A OFERTA DE PROGRAMAS.
  • 15. O Seguro para Cobertura de Medicamentos Reduz as Outras Despesas com Saúde? • As principais evidências na bibliografia pesquisada para os Estados Unidos apontam que ter um seguro de medicamento aumenta as despesas com medicamentos, não melhora o estado de saúde na avaliação dos pacientes e não há relação conclusiva sobre o aumento ou redução da frequência de internações e consultas. Fonte: IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar)
  • 16. Benefício Farmácia • Inserção da farmacologia e farmacoeconomia (custo-efetividade e custo-benefício) • Adesão ao tratamento é o fator mais importante para o controle efetivo da patologia. • Cerca de 40% a 60% dos pacientes em tratamento não fazem uso da medicação.
  • 17. Adesão ao medicamento The WHO estimate that only 50% of patients who suffer from chronic diseases adhere to treatment recommendations.
  • 18. Não adesão ao tratamento Farmacológico • 10% das admissões em hospitais, muitas consultas médicas, muitos exames diagnósticos e muitos tratamentos desnecessários poderiam ser evitados se as pessoas tomassem os medicamentos conforme a orientação médica; • A falta de adesão não apenas aumenta os custos de um tratamento médico como também piora a qualidade de vida.
  • 19. PMID: 22524591 PubMed - MEDLINE Uma intervenção móvel de saúde para pacientes das cidades do interior com diabetes mal controlado: RESULTADOS: • Na semana antes do texto-MED, 56,5% os participantes relataram comer frutas / verduras ao dia versus 83% após, 43,5% relataram exercício antes versus 74% após, e 74% relataram a realização de verificações de pé antes versus 85% depois. Noventa por cento dos participantes indicaram que gostariam de continuar o programa, e 100% recomendariam o programa para a família ou amigos.
  • 20. • Estima-se que 30% dos brasileiros sofrem de pressão alta, segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). A doença afeta mais de 50% das pessoas acima de 60 anos e já atinge 5% das crianças e dos adolescentes no país. Ela é responsável por 40% dos infartos, 80% dos casos de acidentes vasculares cerebrais (derrames) e 25% dos registros de insuficiência renal terminal. • Para piorar essa situação, menos da metade (40%) dos hipertensos estão sendo tratados e só 10% têm a pressão arterial corretamente controlada, dizem médicos do Instituto Nacional de Cardiologia (INC).
  • 21. Despesas cardiológicas evitáveis O diagnóstico e o tratamento adequados da Hipertensão Arterial Sistêmica proporcionam menores gastos com internações, invalidez, hemodiálise, bem como com a assistência às cardiopatias, acidentes vasculares cerebrais e suas sequelas, reduzindo também a procura aos serviços de emergências. • Sociedade Brasileira de Hipertensão. • Sociedade Brasileira de Nefrologia -Departamento de Hipertensão Arterial.
  • 22. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 265, DE 19 DE AGOSTO DE 2011. Art. 1° Esta Resolução dispõe sobre a concessão de bonificação aos beneficiários de planos privados de assistência à saúde pela participação em programas para promoção do Envelhecimento Ativo ao Longo do Curso da Vida e de premiação pela participação em programas para População-Alvo Específica e programas para Gerenciamento de Crônicos, todos definidos na RN nº 264, de 19 de agosto de 2011.
  • 23. Desafios Para o desenvolvimento de um programa para promoção e prevenção de doenças enfrentamos alguns desafios, tais como: PARA QUEM ? O QUE? PARA QUE? COMO?
  • 24. Estudo Epidemiológico • Realizar um Estudo Epidemiológico dos colaboradores via Tecnologia SMS; • O estudo visa diagnosticar o colaborador que apresentar algum elemento das patologias que compõem as DCNT (Doenças Crônicas Não Transmissíveis).
  • 25. Encaminhamento • Os resultados do estudo serão encaminhados para uma equipe multidisciplinar referente a cada patologia diagnosticada; • Uma nova avaliação com o objetivo de melhor estratificação do risco do colaborador poderá ser solicitada pela equipe multidisciplinar hospitalar; • A equipe referente será contratada no ambiente hospitalar e sempre de acordo com a cobertura do Plano de Saúde da empresa para encaminhamento de seus colaboradores.
  • 26. Logística - Parte - I
  • 27. Controle Os colaboradores serão convidados a participar de um programa individual e administrado de monitoramento realizado pela equipe do Hospital. • O tratamento será centralizado na patologia do paciente, realizando o atendimento humanista e centrado, de acordo com a sua estratificação de risco com a decisão terapêutica do Hospital.
  • 28. Logística - Parte - II Operadora
  • 29. Abordagem Multiprofissional • A hipertensão arterial é um excelente modelo para o trabalho de uma equipe multiprofissional. Por ser uma doença multifatorial, que envolve orientações voltadas para vários objetivos, terá seu tratamento mais efetivo com o apoio de vários profissionais de saúde. • Objetivos múltiplos exigem diferentes abordagens, e a formação de uma equipe multiprofissional proporcionará essa ação diferenciada, ampliando o sucesso do controle da hipertensão e dos demais fatores de risco cardiovascular.
  • 30. Resultados • Programar as atividades e reestruturar o processo de trabalho; • Executar, os procedimentos de vigilância à saúde e de vigilância epidemiológica, nos diversos ciclos da vida; • Prestar assistência integral, respondendo de forma contínua e racional à demanda, buscando contatos com indivíduos sadios ou doentes, visando promover e prevenir a saúde.
  • 31. Resultados É possível reduzir em 40%, os gastos com os planos de saúde: • Atuando na atenção primária e secundária; • Lembrar os colaboradores na adesão dos medicamentos de uso continuo prescrito pelos médicos via SMS; • Monitoramento dos doentes crônicos na atenção secundária. “Tão importante como conhecer a doença é conhecer a pessoa que tem a doença”. Prof. Dr. Pablo González Blasco.
  • 32. Obrigado Paulo Ventura Seabra pauloventuraseabra@gmail.com (11) 9-6965-6005

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