Your SlideShare is downloading. ×
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

A História, Fundamentos do Voleibol, Etc

5,309

Published on

A História, Fundamentos do Voleibol, Etc

A História, Fundamentos do Voleibol, Etc

Published in: Education
0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
5,309
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
85
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. História O Voleibol foi criado em 1895, pelo professor de Educação Física Willian George Morgan, diretor do departamento de educação física associação cristã de moços (ACM) de Holyoke, em Massachusetts, Estados Unidos. Com o intuito de ser um jogo recreativo para senhores e incentivar a prática de atividades físicas em quadras cobertas ; Impressas as primeiras regras em 1897, o jogo começou a ganhar popularidade a partir de 1910, quando se construíram quadras em parques públicos de diversas cidades americanas. Na primeira guerra mundial a Europa conheceu o novo esporte por intermédio de soldados americanos. Em 1936, iniciou-se o movimento para a fundação de um órgão internacional de Voleibol, congrega entidades nacionais para a orientação do esporte e promoção de competições, a mais importante das quais é o campeonato mundial, realizado desde 1949. O esporte passou a integrar a programação dos Jogos Olímpicos em 1964, no Japão. Introduzido nas escolas, logo alcançou grande popularidade; Em 1947 foi fundada a Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que regulamentava o esporte em todo o mundo. Não se sabe ao certo quando o Voleibol chegou ao Brasil. Há quem afirme que o Colégio Marista de Pernambuco foi quem realizou a primeira partida de Voleibol em solo Brasileiro. Hoje temos documentos que provam que o Voleibol foi introduzido no Brasil pela Associação Cristã de Moços; No primeiro campeonato Sul-Americano de Voleibol promovido pela confederação Brasileira de Desportos (CBD) em 1951, o Brasil ganhou os títulos nas categorias Masculina e Feminina. Participando pela primeira vez de uma olimpíada, em 1964, no Japão, a seleção brasileira de voleibol classificou-se em sétimo lugar na categoria Masculina, Em Agosto de 1954, foi criada a confederação Brasileira de Voleibol, com a finalidade de regulamentar a prática do esporte no país. A primeira bola de voleibol foi uma câmara de bola de basquetebol. Mais tarde, Morgan solicitou a firma A.G..Stalding&.Brothers a fabricação uma bola para o referido esporte.
  • 2. Considerações sobre o voleibol O Voleibol é um jogo em que os jogadores usam as mãos, porém só para tocar a bola. Não é permitido carregar ou segurar bola. Controlada apenas por toques das as mãos, a bola deve ser lançada para o campo adversário e vice- versa, por cima da rede separa os campos de cada equipe.
  • 3. O Voleibol inicia com a bola sendo lançada para o campo adversário por um jogador que se coloca atrás da linha de fundo de seu campo. Este lançamento é chamado saque. O direito ao primeiro saque. O direito ao primeiro saque à posse é decidido por sorteio. O objetivo do jogo é fazer com que a bola caia no chão do campo adversário. Quando a equipe adversária não consegue devolver a bola dentro da área do jogo (bola fora) ou quando, utilizando até três toques, não consegue devolver a bola, a equipe que fez o lançamento marca pontos. Quando a equipe que saca erra, seu adversário adquire o direito ao saque, realizando antes um rodizio das posições dos jogadores na quadra. Essa característica torna o voleibol um jogo bastante dinâmico, em que todos devem saber atuar em todas as posições. Para atingir os objetivos do jogo, é necessário que os atletas de uma equipe passem a bola entre si, utilizando até três toques, de modo que a bola seja lançada para o campo adversário. Uma partida de voleibol é disputada com 12 jogadores,6 cada equipe. cada equipe por vez deve ser composta por 12 jogadores 6 em cada equipe que iniciam o jogo e 6 reserva que normalmente, no decorrer do jogo substituem os jogadores. Ao entrar em campo, 3 se colocam mais para o fundo da quadra. São os defensores. O voleibol é jogado em sets. Quando uma das equipe atinge a contagem de 15 pontos, com uma diferença mínima de dois pontos em relação ao adversário, completa-se nas partidas oficiais disputam-se o melhor de cinco sets. Portanto, vence o jogo a equipe de ganhar 3 sets. Uma partida de voleibol não termina empatada. Extraoficialmente pode ser realizadas partidas disputando-se o melhor de 3 sets Os jogos oficiais devem ser conduzidos por dois árbitros. 2 fiscais de linha e 1 anotador – são chamados oficiais do voleibol. Os árbitros assinalam as violações e determinam as penalidades. Os fiscais de linha auxiliam os árbitros. O anotador registra todas as ocorrências da partida Em jogos internacionais são exigidos quatro fiscais de linha. A quadra de voleibol deve medir 18 m x 9 m De seguinte forma ela é organizada: As linhas laterais e de fundo servempara indicar a área de jogo. A linha central divide a quadra ao meio e indica a área de jogo de cada equipe. A área de cada equipe, por sua vez, é dividida em zona de ataque e zona de defesa pela linha de ataque. A zona de ataque é o local onde são realizados os ataques. A zona de defesa é onde, geralmente são divididos os saques. A rede, devido à altura em que e colocada, exige dos jogadores um bom controle de bola. As antenas servem para indicar se as bolas lançadas por cima da rede então dentro ou fora da área de jogo. A zona de saques limita a área de onde se executa o saque. Técnicas do voleibol A partida de voleibol é iniciada com um saque, vejamos como executar o saque: O saque
  • 4. O objetivo principal do saque é colocar a bola do jogo. Porém, quando bem executado, colocado e forte ele se torna o meio mais rápido e simples de se converter o lançamento em pontos. O iniciante, porém, deve ser preocupar mais com a precisão e regularidade do saque, deixando para adquirir maior potência quando já estiver maior domínio da técnica. Saque por baixo Para iniciante de voleibol, a posição indicada para saque é: pé esquerdo na frente, pernas semiflexionadas e braço esquerdo segurando a bola à altura dos joelhos. Ao mesmo tempo em que solta à bola com a mão esquerda, o jogador faz um movimento de baixo para cima com o braço direito, tocando a bola com a mão aberta e os dedos unidos ou, ainda, com a mão fechada. A execução do saque exige muita atenção, pois os erros do saque são considerados infrações. O jogador que saca deve estar fora da quadra, dentro da zona de saque. No momento da execução nenhum jogador poderá estar foda quadra. Através do saque a bola e envida para o campo adversário. Os jogadores que esperam receber a bola devem manter-se em posição em posição de guarda ou de expectativa: pernas semiflexionadas um pé mais para frente, o corpo um pouco inclinado para frente e as mãos prontas para tocar a bola. Partindo dessa posição podem-se realizar todos os movimentos que permitam controlas a bola atacando e defendendo. Na recepção de bola o jogador quem estiver no ataque não deve ficar muito próximo à rede pois assim não poderá rebater muitas e terá atuação bastante limitada com isso dará mais trabalho aos companheiros, que terão de dar cobertura a uma área maior. Recomendações para o saque Coloque-se na zona de saque, com o corpo voltado para o centro da quadra do adversário. Concentre-se antes de iniciar o saque Ao soltar a bola, evite que ela vá muito alto. Se, ao soltar a bola, perceber que a posição não está boa para golpeá-la, deixe que caísse no chão e repita o lance. Saque tênis O saque estilo “tênis” é assim chamado porque o movimento feito pelo jogador é semelhante ao do tenista para fazer o “serviço “. Para executa-lo, o jogador se coloca atrás da linha final, de frente para a rede, pé esquerdo adiantado (posição para que as pessoas que usam a mão direita para bater), pernas semiflexionadas, braço esquerdo flexionado à frente do corpo, com a palma voltada pra cima sustentado a bola. O outro braço estendido ao longo do corpo. A bola é, então, lançada para o alto e para frente do corpo, atingindo uma altura de aproximadamente 0,70 m da cabeça do executante. O braço direito é levantado flexionado para o alto, acima da cabeça. A bola é batida acima da cabeça, com mão e os dedos para o alto, acima da cabeça. A bola é batida acima da cabeça, com a mão e os dedos cerrados e ligeiramente flexionados. O movimento do braço é rápido e o golpe é efetuado com “quebra de pulso”. O tronco flexiona-se e o peso do corpo é transferido para a perna da frente, avançando-se a perna de trás. Toques De Bola
  • 5. Toque de bola é a maneira como tocamos a bola no voleibol. Através de toque de bola é que fazemos a recepção, o passe e o levantamento, de modo que o resultado ofensivo final das jogadas dependerá de recebermos ou passarmos a bola com perfeição. Quando recebe o saque, o jogador pode: Tocar a bola imediatamente para o campo adversário; Passá-la para um companheiro que, por sua vez, torna a passa-la para um terceiro companheiro e este, então, toca-a para o campo adversário. A bola não pode ser tocada mais que três vezes pela equipe e um mesmo jogador não pode ser tocada mais que três vezes pela equipe e um mesmo jogador não pode tocá-la duas vezes em seguida. O jogador deve usar as mãos para tocar a bola. Porém a bola poderá tocar em qualquer parte do copo sem que ocorra infração. Dependendo de como a bola chega ao seu campo, o jogador pode empregar um tipo de toque diferente para recebê-la e dominá-la melhor. Toque de bola por cima Para receber bolas altas com pouca velocidade utiliza-se toque de bola por cima. O Contato com a bola é feito com as extremidades internas dos dedos e com maior apoio dos indicadores e polegares. O jogador deve usar as mãos para tocar a bola. Porém a bola poderá em qualquer parte do corpo sem que ocorra infração. Dependendo de como a bola chega ao seu campo, o jogador pode empregar um tipo de toque diferente para recebê-la e dominá-la melhor. Toque de bola por cima Para receber bolas altas com pouca velocidade utiliza-se toque de bola por cima. O contato com a bola é feito com as extremidades internas dos dedos e com maior apoio dos indicadores e polegares. Assim, para o toque por cima o jogador deve: Calcular a trajetória da bola e colocar-se em posição de intercepta-la Evitar separar demais os braços Evitar bater a bola com as palmas da mão Em seguida ao levantamento da bola, um terceiro jogador ainda pode utilizar o toque de bola por cima para fazer um ataque. Partindo da posição de guarda, como ele observa a trajetória da bola e se coloca em posição para intercepta-la. No momento em que a bola está próxima, estende ao mesmo tempo as pernas, o tronco e os braços, fazendo com que a bola seja arremessada com boa velocidade para a quadra adversaria. Desta maneira a bola passa para a quadra adversaria muito bem colocada. Toque de bola por baixo ou manchete
  • 6. Há ocasiões em que a bola chega com grande velocidade ou estamos em posição que nos impede de toca-la por cima. Nestes casos, usamos o toque de bola por baixo, que também é chamado manchete Para fazer a manchete o jogador parte da posição de guarda, projeta os ombros e estende os braços em direção à bola. Quando a bola toca o braço, o jogador estende as pernas. Posição dos braços para a execução da manchete. Ao executar a manchete evite: Flexionar o tronco; Separar os braços; Flexionar os braços; Fazer movimentos bruscos; Manter os músculos contraídos; Devido à ação defensiva mais rápida, com saque mais preciso e forte do voleibol moderno, as equipes passaram a usar quase exclusivamente a manchete são os movimentos que permitem o controle da bola no voleibol. Por isso, é importante treinar para dominar perfeitamente suas técnicas de execução. Teoria & Prática A bola e sua trajetória [...] Sempre que a bola é arremessada, ela segue um caminho, chamada trajetória, A trajetória da bola pode ser em linha reta, como nos passes de peito do basquetebol, ou pode ser em uma linha curva, como nos arremessos à cesta. [...] No voleibol a bola deve seguir uma trajetória curva na preparação para o ataque. Porém na cortada deve seguir em linha reta, pois assim chegará ao chão com maior velocidade. Cortada A cortada é um tipo de ataque muito utilizada pelos jogadores no voleibol. Consiste em golpear a bola, rápida e violentamente, com uma das mãos, procurando fazê-la tocar em quadra adversário. A cortada estilo tênis: antes de mais nada o atleta deve permanecer atento a tudo que se passa da quadra. Ao perceber que o levantador colocou a bola em sua direção ele dá uma corrida em direção à bola. Esta é a fase da corrida. Mantendo a velocidade, o atleta prepara-se para a impulsão. Esta é a fase da aproximação. Quando chega aproximadamente, a 1 metro da rede, faz uma parada brusca, colocando o pé esquerdo à frente. Arrasta a perna direita junto da esquerda, flexionando-as enquanto leva os braços para trás, simultaneamente e estende as pernas e eleva os braços, violentamente. Com esses movimentos ganha impulsão e eleva-se no ar.
  • 7. Nesta fase, chamada de flutuação, o jogador se projeta verticalmente no ar e levanta os braços para manter o equilíbrio. Assim, mantém-se momentaneamente no ar. Então, ainda no ar, o atleta faz uma pequena rotação do tronco para a direita, estende o braço esquerdo para frente, enquanto leva o braço direito para trás. Desta maneira, preparase para bater na bola. Assim que o jogador se aproxima da bola, estende o braço direito, batendo a bola de cima para baixo, a bola é batida com a palma da mão, pouco acima e a frente da cabeça. O jogador dá um tapa na bola, procurando enviá-la a uma parte desguarnecida da quadra adversária. Enquanto amortece a queda, flexionando as duas pernas, o atleta continua observando a trajetória da bola, pois a equipe adversária pode defender a cortada e contra atacar rapidamente. Quando uma cortada não é feita com muita violência e a bola está alta, é possível fazer a defesa com toque de bola por cima. Porém se a cortada foi violenta e/ou a bola está baixa, o melhor é fazer defesa com uma manchete. Bloqueio Quando as cortadas são efetivadas junto à rede, é mais difícil fazer a defesa através do toque da bola, porque o cortador pode bater a bola com mais violência e coloca-la bem mais próxima da rede. Nestes casos, a melhor defesa é o bloqueio. Para fazer o bloqueio, quando o jogador percebe que o adversário fara uma cortada junto à rede, ele salta com os braços levantados, quase ao mesmo tempo em que o cortador, a fim de impedir que a bola passe para a sua quadra. Quando o bloqueio é feito por um jogador, temos o bloqueio simples; quando é feito por dois jogadores, temos o bloqueio duplo por três jogadores, o bloqueio triplo. Para que você possa aprender perfeitamente como se faz o bloqueio, vamos ver separadamente cada uma das fases. Na fase de preparação, o jogador está com os braços flexionados e as mãos acima dos ombros. As palmas das mãos estão voltadas para frente e os dedos abertos, prontos para interceptar a bola. O jogador deve observar atentamente a preparação dos adversários para o ataque. Ao perceber qual o jogador vai dar a cortada, o bloqueador se movimenta em direção a bola, Flexionando as pernas e saltando logo depois que o cortador saltar. Esta é a Fase de impulsão. A seguir vem à fase de elevação. O jogador salta e estende os braços para cima, procurando interceptar a bola. Mantém os dedos abertos e a palma das mãos voltada para frente. Na elevação, o jogador deve ter cuidado para não tocar na rede e cometer uma infração. O bloqueador deve estar bem atento, observar a bola e o movimento do cortador. Percebendo para qual lado o adversário lançará a bola, faz o bloqueio com as mãos voltadas na direção da bola.
  • 8. O bloqueador deve saltar um pouco depois do cortador. Se saltar ao mesmo tempo, já estará caindo quase a cortada for executada. O bloqueador amortece a queda flexionando as duas pernas, procurando cair em posição de guarda, pronto para qualquer outra intervenção. Ao fazer um bloqueio, ele deve ser protegido pelos seus companheiros para não ser enganado pelo atacante. Quando o cortador percebe que o jogador adversário saltou para bloquear, ele pode fingir que vai cortar e apenas toca a bola, desviando-a do bloqueador. Esta jogada recebe o nome de bola largada. Recomenda-se que um ou mais jogadores coloquem-se próximos do bloqueador a fim defender as bolas largadas ou as bolas rebatidas no bloqueio. Esta é a cobertura do bloqueio. Táticas do voleibol
  • 9. Para o melhor entendimento técnico e tático das definições sobre os sistemas de jogo adotados no voleibol, é necessário, em primeiro lugar, ter sempre presente as posições que os atletas ocupam na quadra, de acordo com a definição da regra. POSIÇÕES: No momento em que a bola é golpeada pelo sacador, cada equipe deve estar posicionada dentro de sua própria quadra na ordem de rotação (exceto o sacador). A posição dos jogadores é numerada como na figura abaixo: Posicionamento em quadra A posição nº 1 chama-se defesa direita, e é a posição do saque. A posição nº 2 chama-se saída de rede. A posição nº 3 chama-se meio de rede. A posição nº 4 chama-se entrada de rede. A posição nº 5 chama-se defesa esquerda. A posição nº 6 chama-se defesa central. As posições 4, 3 e 2 são de ataque, portanto, somente os jogadores que as ocupam
  • 10. podem atacar e bloquear dentro da zona de ataque. As posições 1, 6 e 5 são de defesa, os jogadores que as ocupam não podem bloquear, e só podem atacar se estiverem posicionados atrás da linha de ataque, na zona de defesa. Quando a equipe que não sacou vence o rali, ela realiza um rodízio no posicionamento de seus jogadores e terá o direito de sacar. O rodizio é realizado no sentido horário. Sentido do rodízio Esse rodízio obrigatório faz que, no desenvolvimento da partida, cada jogador tenha que ocupar cada uma das seis posições da quadra, fato que implica, pelo menos em tese, que os jogadores dominem todos os fundamentos técnicos do jogo. O posicionamento inicial (PI) será anotado em uma súmula apropriada, para que se tenha controle dos rodízios e para que as equipes de arbitragem cumpram a regra do posicionamento. Ela determina que, até o instante da execução de cada saque, todos os jogadores das duas equipes respeitem seus posicionamentos de rodízio e estejam ocupando sempre as suas posições. Após o golpe dado pelo sacador, os jogadores poderão deixar os seus posicionamentos obrigatórios de rodízio.
  • 11. LINHAS DE CORRESPONDÊNCIA: É uma linha imaginária, que orienta o posicionamento dos jogadores antes da bola ser golpeada pelo sacador. Esta linha deve seguir a orientação de ordem de posicionamento da seguinte forma: O jogador da posição 1 deverá estar atrás do jogador da posição 2 a direita do jogador da posição 6; O jogador da posição 3 deverá se posicionar entre os das posições 4 e 2 e à frente do jogador da posição 6; O jogador da posição 4 se posicionará a esquerda do jogador da posição 3 e à frente do jogador da posição 5; O jogador da posição 5 deverá estar atrás do jogador da posição 4 e à esquerda do jogador da posição 6; O jogador da posição 6 estará entre os das posições 5 e 1 e atrás do jogador da posição 3.
  • 12. Posicionamento dos jogadores no momento do saque Lembrem-se que somente os jogadores da linha de ataque (posições 2, 3 e 4) podem participar normalmente das jogadas de rede (ataque e bloqueio). O jogador de defesa (posições 5, 6 e 1), caso apoie os pés na zona de ataque, não poderá efetuar ataques com a bola estando a uma altura superior à borda da rede. Para tanto, ele deverá saltar de trás - antes da linha, ainda na zona de defesa - da linha de ataque, sem pisar nesta. Ele também não poderá em qualquer circunstância realizar bloqueios.
  • 13. ZONA DE ATAQUE E DEFESA SISTEMAS OFENSIVO: Os sistemas de jogo utilizados nas táticas do voleibol, também são chamados de sistemas ofensivos, pois levam em consideração a forma com a qual distribuem-se e divide-se o número de atacantes e levantadores, entre os seis jogadores e quadra. No voleibol, de acordo com o estudo tático, os jogadores são divididos em cortadores ou atacantes e levantadores. Durante a partida, após a equipe se defender de um saque ou de uma ataque adversário, o segundo jogador a tocar na bola geralmente executará o toque de levantamento, que é uma preparação para o ataque. Os jogadores que, dentro de uma equipe, melhor executam o toque de levantamento são chamados de levantadores. Para essa função, é necessário que o jogador tenha um bom toque de bola, seja calmo e tenha muita iniciativa. O jogador que tem a função de cortar e chamado de cortador ou atacante. Para essa
  • 14. função, é necessário que o jogador tenha boa impulsão, seja observador e saiba enviar a bola de maneira que o adversário não possa se defender. Os sistema táticos mais utilizados atualmente são o "6x6", o "3x3", o "4x2" simples, "4x2" com infiltração e o "5x1". O primeiro número indica o número de "cortadores" ou "atacantes" e o segundo número o do(s) levantador(es). Basicamente a escolha por um ou por outro sistema decorrerá do material humano à disposição do técnico. Cabe ressaltar que uma série de fatores e de pré-requisitos técnicos individuais dos atletas (fundamentos) e de aspectos táticos é que vai ser utilizado pelo técnico para a escolha do sistema para a equipe. Atualmente tem maior utilização nas equipes de alto nível o sistema "5x1", no qual há uma verdadeira "especialização" dos atletas, ainda mais com a introdução do jogador líbero, especializado em defesa, pois atua somente nas posições 5,6 e 1. A nível de seleções nacionais a esmagadora maioria utiliza este sistema, à exceção da seleção feminina de Cuba, que utiliza o sistema "4x2". Cabe ressaltar que a seleção Cubana é tricampeã Olímpica, o que prova que o sistema de jogo não determina, exclusivamente, melhores ou piores resultados, mas sim a melhor combinação das qualidades individuais dos atletas e sistema de jogo para uma equipe. SISTEMA "6x6": No sistema de jogo 6x6, todos os jogadores ocupam a função de levantadores e atacantes, não havendo a especialização por funções e posições. A zona de levantamento é a posição 3, dessa forma, no rodízio de saque, quando um jogador estiver nesta posição, realizará a função de levantador, tendo nas outras posições da zona ofensiva a função de cortador. Este é o sistema mais utilizado pelos iniciantes, pela sua facilidade de compreensão e assimilação, pois não ocorrem as trocas de posições e infiltrações que fazem parte da especialização, podendo então, vivenciar todos os fundamentos de forma completa e em todas as posições das zonas ofensivas e defensivas.
  • 15. Sistema 6x6 SISTEMA "3x3": Neste sistema são três cortadores e três levantadores. Na posição inicial deste sistema, a distribuição dos jogadores é realizada intercalando-se um levantador e um cortador . Na atualidade, esse sistema não é mais utilizado devido às dificuldades e deficiências na armação tática, principalmente no sistema ofensivo. Com o rodízio de jogo, irá coincidir a presença de dois levantadores e um cortador na rede, sendo esta a maior deficiência no sistema ofensivo, no qual, por meio de uma troca de posições, um deles poderá realizar a função de atacante. Serve para equipes com deficiência na habilidade dos atletas, ou para iniciantes, devido ä facilidade de implementação e desnecessidade de trocas e de infiltração.
  • 16. Sistema 3x3 SISTEMA "4x2" simples: Neste sistema, o avanço da especialização das funções dos jogadores dentro da zona ofensiva e defensiva fica mais evidente e funcional. Os locais de atuação dos jogadores são qualificados como "zonas de responsabilidade predeterminadas", em que podemos verificar distintamente as funções de quatro atacantes e dois levantadores. As trocas realizadas visam uma melhor disposição, equilíbrio e fortalecimento dos sistemas, por meio das habilidades técnicas e características individuais dos jogadores. A zona de levantamento é na posição 2. Neste sistema, podemos distinguir dois posicionamentos táticos bem específicos. 1º Posicionamento: A Posição Inicial (PI) - relacionada ao posicionamento dos jogadores no rodízio de saque para a formação do Sistema de Recepção e de Ataque 2º Posicionamento: A Posição Final (PF) - relacionada com as trocas de posições, quando os jogadores deslocam-se para a sua Posição de Especialidade para comporem o Sistema Defensivo.
  • 17. As funções de acordo com as Zonas de Responsabilidades Predeterminadas estão assim divididas: P = 2 atacantes de ponta - atuam nas posições 4 e 5; M = 2 atacantes de meio - atuam nas posições 3 e 6; L = 2 levantadores - atuam nas posições 1 e 2. A posição inicial dos jogadores deve ser oposta por funções, para que tenhamos sempre, em ambas as zonas, um levantador, um atacante de meio e um de ponta. Então teremos uma levantador na posição 2 e outro na posição 5, um atacante de meio na posição 3 e outro na posição 6 e um atacante de ponta na posição 4 e outro na posição 1.
  • 18. Sistema 4x2 simples Posição Inicial com levantamento na posição 2 Para que cada jogador atue na sua área de especialidade será necessário o uso de trocas de posicionamento entre os jogadores logo após o saque adversário. Como a regra não permite a troca antecipada e não se deve prejudicar o sistema de recepção, apenas o levantador realiza a troca de posição, simultaneamente o golpe de saque, indo ocupar a Zona de levantamento, e os demais jogadores devem aguardar a efetivação do ataque para logo após realizarem as trocas de posições, dirigindo-se para a sua posição de especialização, construindo a Posição final dentro do rodízio. Os jogadores permanecem nesta posição durante o rally até a definição do ponto, voltando em seguida às suas posições de rodízio de saque.
  • 19. 4x2 simples - trocas de posicionamento
  • 20. Sistema 4x2 simples Posição Final com levantamento na posição 2 Nas formações de rodízio com saque a favor as trocas são realizadas simultaneamente ao momento do saque, dirigindo-se então os jogadores para atuarem em suas posições de especialidade durante todo o rally, até a definição do ponto. SISTEMA "4x2" com infiltração: Comparando-o com o sistema 4x2 simples, temos duas mudanças básicas: 1º - A infiltração: A distribuição das bolas nos levantamentos está sob a responsabilidade do levantador, que ocupa a zona defensiva (posições 1, 6 e 5), e "infiltra" entre os atacantes para efetivar sua distribuição, seja na formação do Sistema de Recepção ou do Sistema Defensivo. 2º - A Zona de Levantamento: Em virtude de sempre haver três atacantes na Zona Ofensiva, a Zona de Levantamento é na posição 2 1/2, ou seja, entre os atacantes das posições 2 e 3. As funções, de acordo com as zonas de responsabilidade predeterminadas, em relação à especialidade, estão assim divididas: P = 2 atacantes de ponta - atuam nas posições 5 e 4;
  • 21. M = 2 atacantes de meio - atuam nas posições 3 e 6; L/O = 2 levantadores / Opostos - atuam pela posição 2, como atacantes e pela posição 1 como levantadores. O levantador/atacante que está na Zona Ofensiva, ocupando-se da função de atacante, é chamado de Oposto ("O") ou Saída, sendo sua posição final a P2. Na posição inicial um levantador/oposto estará na zona defensiva na posição 1 e o outro na posição 4, os pontas nas posições 2 e 5 e os meios nas posições 3 e 6. 4x2 com infiltração - posição inicial
  • 22. 4x2 com infiltração - trocas de posicionamento. Na posição final, efetuada após o saque do adversário ou a favor, cada jogador ocupará a sua posição de especialidade, sendo, os pontas nas posições 4 e 5, os meios nas posições 3 e 6 e os levantadores/oposto como atacante na posição 2 e como levantador na posição .
  • 23. 4x2 com infiltração - posição final Na formação do Sistema de Recepção para o saque do adversário, como o levantador da Zona Defensiva não participa deste sistema, deverá realizar a infiltração, procurando "esconder-se" do saque adversário ocupando o espaço logo atrás do seu jogador correspondente, quer dizer, quando estiver na posição 1, estará logo atrás do jogador da posição 2; quando estiver na posição 6 estará logo atrás do jogador da posição 3; na posição 5, ocupará o espaço logo atrás do jogador 4.
  • 24. 4x2 com infiltração - infiltração na recepção do saque adversário Na função de levantador, depois de infiltrar, realizar o levantamento e aguardar a efetivação do ataque, deverá ir para a sua posição final, a posição 1, infiltrando por esta posição para efetuar os levantamentos, até o término do rally. Na situação do saque a favor para compor o sistema defensivo, o levantador deverá primeiramente realizar a troca de posição para a posição 1 e somente "infiltrará" depois da 1ª ação defensiva da sua equipe, e se for ele que realizará a 1ª ação defensiva, o levantador que atua como atacante na zona ofensiva ou o atacante de meio serão os responsáveis pelo levantamento. A fim de não comprometer o sistema de recepção, no momento do saque adversário, enquanto o levantador realiza a infiltração, os demais jogadores permanecem em suas posições para definirem seus ataques nos locais preestabelecidos no sistema de ataque, para depois realizarem as trocas de posições, dirigindo-se as posições de especialização, a posição final, permanecendo nesta posição até o final do rally. Na formação do sistema defensivo, com saque a favor, todos os jogadores realizam simultaneamente as trocas de posições no momento do saque, dentro das suas respectivas zonas, dirigindo-se então para a sua posição final. SISTEMA "5x1": Cinco atacantes e um levantador. Sistema atualmente utilizado pela esmagadora maioria
  • 25. das equipes de alto nível, sejam seleções nacionais ou clubes. A adoção deste sistema necessita das infiltrações, especialização dos jogadores e conseqüente maior habilidade individual para o sistema ser bem utilizado, pois é o mais difícil. Didaticamente, podemos dizer que o sistema 5x1 é a junção do sistema 4x2 simples com o sistema 4x2 com infiltração. Com o levantador estando na zona ofensiva, atuará como no sistema 4x2 simples, realizando as trocas de posições e indo ocupar a zona de levantamento na posição 2, porém, quando nas posições da zona defensiva, procederá como no 4x2 com infiltração, realizando a infiltração e indo ocupar a zona de levantamento na posição 2 1/2. A atuação de somente um levantador é o que mais caracteriza o sistema 5x1. O oposto recebe a função de ser mais um atacante. Quando o levantador esta na zona ofensiva, ficando então com dois atacantes na rede, a utilização do ataque atrás da linha de 3 metros (ataque de fundo), principalmente na posição 1, é o desafogo do levantador. As funções, de acordo com as zonas de responsabilidade predeterminadas, em relação à especialidade, estão assim divididas: P = 2 atacantes de ponta - atuam nas posições 4 e 5; M = 2 atacantes de meio - atuam nas posições 3 e 6; O = 1 atacante de saída ou oposto - atua nas posições 1 e 2; L = 1 levantador - atua pelas posições 1 e 2.
  • 26. 5x1 posição inicial Na recepção do saque adversário, como a troca de posições antecipada infringiria a regra e comprometeria o sistema de recepção, somente o levantador realiza a troca, quando posicionado na zona ofensiva, e a infiltração, quando posicionado na zona defensiva, simultaneamente ao golpe do saque, enquanto os demais jogadores aguardam a efetivação do ataque nas posições em que se encontram, para depois realizarem as trocas para a sua posição de especialização, que será a sua posição final.
  • 27. 5x1 posição final O levantador, depois de infiltrar, realizar o levantamento e aguardar a efetivação do ataque, deverá ir para a sua posição final, a posição 1, infiltrando por esta posição para efetuar os levantamentos, até o término do rally. Quando na zona defensiva na posição 5 ou 6, realizará a troca para a posição 1, sistema defensivo, infiltrando depois da 1ª ação defensiva da sua equipe, e caso seja ele que realize a 1ª ação defensiva, o jogador de meio, será o mais indicado para realizar o levantamento aos demais atacantes.
  • 28. SISTEMAS DE RECEPÇÃO DE SAQUE: A recepção do saque é o primeiro elemento de jogo que se realiza dentro da sequência "recepção - levantamento - finalização". Isso significa que é, portanto, o primeiro contato que uma equipe tem para construir o seu ataque e recuperar o saque. A importância de uma boa recepção de saque, encontra-se na construção de um ataque bem-sucedido, uma vez que se a recepção for mal feita, a bola não vai chegar ao levantador nas condições certas para organizar um ataque efetivo. O gesto técnico mais utilizado na recepção é a manchete. Sistemas de recepção são estruturas ou sistemas que são utilizados para neutralizar o saque do adversário enviando a bola para o levantador nas melhores condições possíveis para a execução do levantamento, possibilitando a realização de uma finalização mais precisa e eficiente. Sistema de recepção em "W":
  • 29. O sistema de recepção utilizado por equipes iniciantes é o sistema de 5 jogadores em "W", porque é a maneira mais fácil de proteger os espaços de quadra das ações de saque do adversário. Neste sistema cada jogador (posições #1, #2, #4, #5 e #6) é responsável pela recepção da bola numa área correspondente a um circulo com o raio de 2 metros à sua volta. Neste sistema o jogador da posição 3 não deverá participar nas tarefas de recepção, ficando desta forma disponível para a realização do passe.
  • 30. Dependendo do tipo de saque do adversário, flutuante ou com efeito, a posição dos jogadores deverá ser recuada (para recepção de um saque mais potente) ou mais avançada (para recepção de um saque flutuante). É o principal sistema utilizado em equipes iniciantes pela facilidade de ensino, e o grau de participação de todos os jogadores. A evolução dos sistemas de recepção tem o intuito de diminuir o número de receptores, devido os seguintes motivos: A) Remoção de um receptor fraco; B) Proteção de um atacante da ação de saque do adversário; C) Sobrecarregar uma determinada área da quadra com vários finalizadores; D) Facilitar a penetração, aproximando o levantador da rede, facilitando a sua passagem para a zona de levantamento; E) Mais liberdade para realizar a recepção; F) Executar ataques mais rápidos e reduzir as zonas de interferência.
  • 31. Sistemas de recepção em semicírculo: Neste sistema cada jogador (posições #1, #2, #4, #5 e #6 ou “1, #2, #4 e #5) é responsável pela recepção da bola numa área correspondente a uma fatia de terrena que vai desde a linha central até à linha de fundo. Sistemas com 4 receptores: Este tipo de recepção é geralmente organizado para levantador quanto um atacante. Existem duas variantes: liberar tanto o
  • 32. 1) Estrutura em semicírculo: 2 + 2, onde 2 receptores são os principais e 2 receptores são assistentes. 2) Estrutura do diamante: 3 +1.
  • 33. Sistemas com 3 receptores: O levantador, o atacante de meio e o atacante oposto são liberados, portanto, as ações de recepção do saque adversário ficam sempre sob a responsabilidade dos dois receptores principais mais o defensor central. A estrutura geralmente tem a forma de "V" ou "V" invertido.
  • 34. Sistema 2 receptores: Este é o mais utilizado por equipes masculinas nacionais ou internacionais com saque flutuante do adversário. Nele as recepções devem ser muito precisas. Os pontas são os responsáveis pela recepção, e os atacantes de meio e o oposto são protegidos, para que se preocupem somente com seus ataques. Com o advento da função de líbero houve um fortalecimento maior neste posicionamento devido à especialidade deste jogador, que participa com os pontas neste rodízio. SISTEMA DEFENSIVO
  • 35. Sistemas de Defesa ou Sistemas Defensivos podem ser entendidos como a forma como uma equipe se organiza para neutralizar um ataque adversário e na medida do possível, preparar seu próprio contra ataque. Normalmente são ações conjugadas de bloqueio e defesa de campo, que exigem alto grau de sincronismo entre estas ações de jogo. Como dispomos de apenas 6 jogadores em quadra, temos que ter claro que nenhuma formação defensiva ocupará todas as áreas da quadra. É uma ação de tática coletiva que depende da tática individual, da capacidade de leitura de jogo, pois trabalha com áreas de responsabilidade específicas e se possível com a análise da incidência do ataque adversário. O segredo é partir de uma posição que coloque os jogadores nas regiões onde há maior probabilidade de ataques fortes (bloqueio e linhas de ataque) e ainda favoreçam a pronta ação para outros tipos de ataque, como largadas, exploradas, ataques de meia força, etc. A primeira decisão a ser tomada é o posicionamento dos jogadores da defesa de campo (P1, P6 e P5) antes da ação do levantador adversário, que na verdade é quando se define de onde virá este ataque. Temos então o que podemos chamar de POSIÇÃO PREPARATÓRIA, POSIÇÃO BÁSICA, POSIÇÃO DE ESPERA ou POSIÇÃO DE PARTIDA para a defesa. Existem basicamente duas situações definidas bem claramente, e uma terceira que é intermediária entre as duas: com Centro Avançado com Centro Recuado com Centro em Linha Basicamente após as trocas de posição por especialização, se toma uma das Posições Preparatórias para Defesa, ou Posições Básicas para Defesa ou Posições de Espera para Defesa. Definido o levantamento do adversário, teremos que adotar uma posição tática coletiva que corresponde ao Sistema Defensivo propriamente dito. Estes Sistemas Defensivos variam em função da Posição Inicial e do Número de Bloqueadores. •Podemos ter: –A partir do Centro Avançado: •Bloqueio Simples;
  • 36. •Bloqueio Duplo ou Quadrado Clássico. –A Partir do Centro Recuado: •Semi Círculo com Bloqueio Simples; •Semi Círculo com Bloqueio Duplo; •Quadrado com Bloqueio Duplo Triplo;

×