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Categorias da narrativa no conto
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Categorias da narrativa no conto

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  • 1. Personagem principal – desempenha um papel central na ação. O exército mouro, os automobilistas e Ibn-el-Muftar. Personagem secundária – assume um papel menos importante que o do protagonista, sendo, no entanto, importante no desenrolar da ação. Ex: Manuel da Silva Lopes Figurantes – têm um papel irrelevante na ação, tendo o papel de ilustrar um ambiente ou espaço social. Ex: Piquete da companhia dos telefones.
  • 2. Personagem modelada – apresenta uma dinâmica interior profunda, capaz de alterar o seu comportamento e, por isso, pode evoluir ao longo da história. Ex: Ibn-el-Muftar Personagem plana – comporta-se de forma previsível ao longo da sequência narrativa, mantendo a maneira de ser de forma inalterada. Ex: Manuel Reis Tobias Personagem tipo – representa um grupo social ou profissional. Ex: o ministro e o governador civil
  • 3. Personagem coletiva – é constituída por um grupo de indivíduos que age como se fosse animado por uma só vontade.
  • 4. Direta - Autocaracterização – a própria personagem apresenta as suas características. Direta - Heterocaracterização – a caracterização da personagem é-nos facultada pelo narrador ou por outra personagem. Ex. “E el-Muftar, cofiando a barbicha atilada, e dando um jeito ao turbante, considerava, com ar perspicaz, o pandemónio” “Uma multidão indeterminada de indivíduos do sexo masculino, a maior parte dos quais portadores de armas brancas e outros objetos contundentes”
  • 5. Indireta – o narrador põe a personagem em ação, cabendo ao leitor fazer a sua caracterização, a partir do seu comportamento ou das suas palavras. Exemplos: “Travou os desígnios do adjunto com um gesto brutal, levantou bem alto o pendão verde e bradou uma ordem que foi repetida, de esquadrão em esquadrão, até chegar à derradeira retaguarda…” “Estes, em consciência, não se sentiam preparados para enfrentar cargas de cavalaria moura: a formatura oscilou, rodopiou, desfezse e, quando os primeiros alfanges assomavam ao lado de um autocarro da Carris, já os briosos homens da Polícia de Intervenção corriam a bom correr até à cervejaria Munique”
  • 6. Físico – é o espaço real que serve de cenário à ação. “entravam em Lisboa pela Avenida Gago Coutinho” Social – é o ambiente social em que decorre a ação. Guerreiros mouros do século XII e automobilistas e habitantes de Lisboa do século XX. Psicológico – espaço interior das personagens, abarcando as suas vivências mais íntimas, os seus pensamentos e os seus sentimentos. “E el-Muftar, cofiando a barbicha atilada, e dando um jeito ao turbante, considerava, com ar perspicaz, o pandemónio em volta: - Teriam tombado todos no inferno corânico?”
  • 7. Tempo histórico – refere-se à época ou momento histórico em que a ação se desenrola. Século XX Tempo psicológico – é o tempo subjetivo que é vivido e sentido pela personagem. Tempo cronológico ou tempo da história - determinado pela sucessão cronológica dos acontecimentos narrado.s Uma manhã de Setembro e a sequência de acontecimentos dessa manhã
  • 8. Presença Não participante – heterodiegético Autodiegético (personagem principal) Participante Homodiegético (personagem secundária)
  • 9. Focalização Omnisciente – o narrador mostra conhecer toda a história, manipulando todas as categorias da narrativa. Interna – o narrador adota o ponto de uma das personagens. Externa – o conhecimento do narrador limita-se ao que é observável do exterior.

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