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    • Trabalho realizado por: André Brito nº 1 João Lopes nº 12 Miguel Fontes nº 14 Paulo Montrond nº15
    • Animais Marinhos em Vias de Extinção -Tartaruga Marinha -Baleia Azul -Baleia Branca -Cavalo Marinho -Estrela do Mar
    • As tartarugas marinhas surgiram acerca de 150 milhões de anos e conseguiram sobreviver a mudanças ocorridas no planeta ao longo de todo este tempo. Podem chegar aos 500 kg e 2 m de comprimento. Podem chegar aos 180 anos. São animais ovíparos e o seu período de gestação é de 3 meses, põem os seus ovos em terra, fora do alcance das marés. Embora seja uma espécie protegida encontra-se ameaçada por inúmeras actividades humanas: quando vêm à praia para depositarem os seus ovos, podem ser mortas para fazer sopa, uma iguaria apreciada em várias regiões, assim como os seus ovos, de gosto muito forte para fazer omeletas com altos poderes afrodisíacos; o aproveitamento da sua carapaça, para o fabrico de armações de óculos, que chegam custar 3 a 4 mil dólares; são vítimas das redes de pesca principalmente de camarão, acabando por se afogar por não conseguirem subir à tona para respirar; são vítimas da poluição, pois muitas confundem sacos plásticos com alimento, acabando por engolir as embalagens e morrendo sufocadas.
    • A baleia -azul é um mamífero marinho. Vive em todos os oceanos e está ameaçada pela caça intensa e indiscriminada. As baleias azuis não são fáceis de se capturar. A sua velocidade e poder mostram que elas não foram o alvo de baleeiros antigos que, ao invés, tinham como alvo cachalotes. Como o número destes declinou, estes começaram a olhar com mais cobiça a baleia- azul. Em 1864, o navio a vapor norueguês Svend Foyn foi equipado com arpões especialmente concebidos para capturar grandes baleias. A matança de baleias-azuis espalhou-se rapidamente, e em 1925, os Estados Unidos, o Reino Unido e o Japão tinham se juntado à Noruega na caça às baleias-azuis, capturando e matando- as e processando-as em grandes navios-fábricas. E, em 1930, 41 navios mataram 28.325 baleias azuis. No final da segunda guerra mundial, populações de baleias azuis já eram escassas, e em 1946, as primeiras leis que restringiam o comércio de baleias foram introduzidas. Tais leis eram ineficientes devido à falta de diferenciação entre diferentes espécies. Quando a caça da baleia- azul finalmente foi proibida, nos anos 60, 350 mil baleias azuis tinham sido mortas. A actual população mundial de baleias azuis é estimada entre três a quatro mil, com duas mil concentradas na costa californiana. Tal grupo representa a maior esperança num longo e gradual processo de aumento populacional da baleia-azul, que está nas listas dos animais ameaçados de extinção desde os anos 60.
    • A Baleia Branca é um mamífero cetáceo , mede até 5 m de comprimento e pesa 1.5 toneladas e tem entre 8 a 10 dentes em cada maxilar. Habita nas águas frias em torno do círculo polar árctico, alimentando-se de uma grande variedade de peixes, lulas, crustáceos e polvos. A Baleia Branca é protegida desde 1935 por leis internacionais, algumas raras capturas são permitidas anualmente aos esquimós. A comissão Baleeira (órgão com poderes para fixar em cada ano as quotas de captura para cada espécie de Baleia) criou em 1972 um projecto de controlo internacional para garantir que as frotas baleeiras e as estações de captura, com base em terra, respeitem a proibição de caçar baleias brancas, no entanto as leis não são respeitadas.
    • A pesca em grande quantidade é uma das causas principais que levam os cavalos- marinhos à sua extinção em todo o Mundo. A pesca do cavalo-marinho é abundante. Os locais da criação natural não são respeitados, nem idade nem sexo das espécies colectadas. Os cavalos-marinhos mais novos saem do mar antes de estarem preparados para reproduzir, bem como os adultos maduros sexualmente e muitos machos já grávidos, que se invariavelmente perdem as crias. Outra causa responsável por este acontecimento é a alteração nas zonas ribeirinhas, devido ao desenvolvimento da indústria e comércio, assim como o aumento da população, provocando alterações no seu habitat. Os cavalos-marinhos são exóticos e chamam a atenção pela singularidade. Os cavalos-marinhos caracterizam-se pela longa cauda, focinho e uma bolsa para proteger os ovos. No fundo do mar, conseguem-se proteger dos seus predadores através de uma camuflagem natural. Mas, apesar de tanta beleza e encantamento, há quem esteja a contribuir para que a espécie entre na lista dos peixes ameaçados de extinção. O Homem destrói habitats importantes para o ciclo de vida da espécie, como mangues e recifes de corais, o homem captura espécies para comercialização ou mata exemplares involuntariamente por meio da pesca de arrasto. Actualmente, existem 33 espécies científicas comprovadas de cavalos-marinhos no mundo.
    • • O corpo da estrela-do-mar pode ser liso granuloso ou com espinhos bem visíveis e apresenta 5 pontas ocas que podemos designar por braços. Estes animais marinhos não podem mastigar os alimentos, para se alimentarem laçam o estômago pela boca. Existem cerca de 1800 espécies de estrelas-do-mar. As estrelas-do-mar, podem ser carnívoras, necrófagas, detríticas e as suspensívoras. Podemos dizer por sua vez, que a extinção desta espécie deve-se a algumas causas, como por exemplo: utilização de pesticidas e à sua consequente disseminação no meio ambiente, entrando na cadeia alimentar, envenenando os organismos planctónicos que servem de alimento para as larvas das estrelas; “Tritão gigante” (búzio gigante) – o maior predador desta espécie; quando se tornam praga na ostricultura e noutras culturas de bivalves, há necessidade de recorrer à sua remoção manual para evitar prejuízos elevados; apanha da estrela-do-mar para fins comerciais - mercado de adornos ou para o mercado da aquariofilia e a sua utilização como material biológico para instituições de ensino.