Clipping cnc 10042014 versao de impressao

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Clipping cnc 10042014 versao de impressao

  1. 1. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 10/04/2014 Acesse: www.cncafe.com.br Cepea: indicador do café arábica avança com força pelo 4º mês seguido Cepea/Esalq USP 10/04/2014 Os preços do arábica no físico brasileiro acumularam alta em março, pelo 4º mês consecutivo. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto em São Paulo, teve média de R$ 437,24/saca de 60 kg em março, forte aumento de 19,4% em relação ao mês anterior e a maior média desde fevereiro de 2012. A elevação interna esteve atrelada ao avanço nas cotações da variedade no mercado externo, que foram sustentados, principalmente, pelos temores com relação ao efeito do clima quente e seco deste ano na safra 2014/15 do Brasil. A média de todos os contratos na Bolsa de Nova York (ICE Futures) em março foi de 188,62 centavos de dólar por libra- peso, expressiva alta de 22,2% em relação a fevereiro. O dólar teve média de R$ 2,326 no mês, baixa de 2,3% na comparação com o anterior. À espera da colheita, setor está atento ao desenvolvimento do café A colheita de café arábica da próxima safra brasileira (2014/15) deve começar entre maio e junho. Enquanto isso, agentes estão de olho no desenvolvimento dos grãos nos cafezais. A seca que castigou as principais regiões produtoras, sobretudo em janeiro e fevereiro, causou muitos danos às lavouras e tem resultado em má granação do café. Apesar das chuvas em março, o volume ainda não foi suficiente para recuperar totalmente a umidade do solo e parte dos prejuízos é irreversível, segundo indicações de colaboradores do Cepea. Além disso, as altas temperaturas ainda persistiram em boa parte de março. Apenas no Espírito Santo que as lavouras de arábica e de robusta não vinham sendo danificadas com a falta de chuvas. Além do clima quente e seco, alguns produtores reduziram os investimentos em tratos culturais, principalmente com adubação, por
  2. 2. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck conta dos baixos preços verificados no Brasil em praticamente todo o ano passado. Esses fatores pesaram, e muito, no tamanho dos grãos e, consequentemente, na produtividade das lavouras, que deve ficar abaixo da expectativa de agentes. Outro fator que pode agravar ainda mais o cenário na temporada 2014/15 é a previsão de ocorrência do El Niño no Brasil. Caso o fenômeno meteorológico se confirme, é possível que o volume de chuvas seja elevado no meio deste ano, o que coincidiria com o período de colheita no Brasil. Além de atrapalhar os trabalhos de campo, precipitações no momento da colheita podem prejudicar ainda mais a qualidade dos grãos, que já está comprometida. No Sul de Minas Gerais, agentes indicam que o desenvolvimento do café não foi adequado e a safra deve ser marcada pela maior ocorrência de grãos chochos. O cenário esteve bastante irregular na região mineira, dependendo do volume de chuvas observado na lavoura e também dos tratos culturais realizados. No Cerrado mineiro, os pés de café ficaram carregados, mas também com bastante grão chocho, sem enchimento devido à falta de chuvas. Apenas as lavouras irrigadas que foram menos prejudicadas. Alguns relatos de doenças, como a broca-do-café, agravam ainda mais a situação em Minas Gerais. Em meados de março, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) decretou estado de emergência fitossanitária no estado, devido ao risco da infestação da praga causadora da broca-do-café. Na Zona da Mata mineira, alguns produtores de lavouras que registraram falta de chuva já colheram alguns grãos no final de março, mas estes estiveram chochos e miúdos. Vale lembrar que a bienalidade nesta praça mineira tem sido inversa às demais e que, portanto, será negativa em 2014/15, o que também influencia a menor produção. Nas regiões paulistas da Mogiana e de Garça, colaboradores relataram que a safra também pode apresentar café mal granado e com grãos chochos. Porém, o prejuízo em ambas as praças deve ser menor que o observado no Sul de Minas. No Noroeste do Paraná, as lavouras estiveram aparentemente bonitas, mas a geada em 2013 e a seca neste ano prejudicaram muito a vitalidade da planta. Cepea: cotações do café robusta avançam com força em março Cepea/Esalq USP 10/04/2014 Apesar de os preços do robusta no físico brasileiro terem oscilado ao longo de março, as cotações registraram nova alta considerável na média do mês. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima teve média de R$ 263,25/saca de 60 kg em março, considerável alta de 8% em relação ao mês anterior. Para o tipo 7/8 bica corrida, a média foi de R$ 255,35/sc, expressivo avanço de 8,2% na mesma comparação – ambos a retirar no Espírito Santo. Apesar do aumento nos preços no Brasil, as negociações não ganharam muito ritmo no mês. Isso porque boa parte dos vendedores esteve retraída. No mercado internacional, o contrato de robusta negociado na Bolsa de Londres (Euronext Liffe) com vencimento em maio fechou a US$ 2.094/tonelada em 31 de março, alta de 2,5% na comparação com 28 de fevereiro.
  3. 3. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Diferença de preço frente ao arábica pode elevar demanda por robusta Os preços do café arábica e do robusta têm avançado com força desde o início deste ano. No entanto, a valorização do arábica tem ocorrido em maior intensidade que a do robusta, elevando a diferença entre as cotações dessas variedades. Em março, o diferencial entre os preços dos Indicadores CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura e do robusta tipo 6 peneira 13 acima foi de 173,99 reais/saca, o maior desde janeiro de 2012. Com relação à diferença entre o Indicador do arábica e o robusta tipo 7/8 bica corrida, a retirar no Espírito Santo, em março, foi de 181,89 reais/saca. Colaboradores do Cepea indicaram que, caso o diferencial se mantenha elevado, o interesse pelo robusta deve aumentar, principalmente por parte das torrefadoras nacionais. Com o preço do robusta mais atrativo, a utilização desta variedade nos blends tende a crescer, enquanto a de arábica pode ser revisada para baixo. Alguns agentes apontam que até mesmo a demanda internacional pelo robusta brasileiro possa ser favorecida. Vale lembrar que, em 2013, o cenário era o oposto, já que, com os baixos preços do arábica, a demanda pelo robusta estava enfraquecida. Em agosto de 2013, por exemplo, o diferencial entre os Indicadores foi de apenas 32,95 reais/saca, o menor de toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2001 para o robusta. Com relação à safra 2014/15 de robusta, houve bom volume de negócios antecipados nos primeiros meses deste ano. Produtores se interessaram por esta modalidade devido ao receio de que, após a colheita, os preços recuassem. Esse temor, por sua vez, esteve atrelado ao fato de que a produção de robusta capixaba deve ser volumosa, já que não foi fortemente afetada pelo clima. De fato, no Espírito Santo, o clima foi mais favorável ao desenvolvimento dos grãos em relação ao observado nas outras áreas de arábica, já que o volume de chuvas foi maior. De acordo com agentes consultados pelo Cepea, em março, as lavouras estavam folhadas e bastante carregadas, o que criou a expectativa de que a safra totalize volume superior ao estimado anteriormente para esta região. Alguns cafeicultores do estado deram início à colheita de grãos precoces, mas a quantidade ainda é bem restrita, limitando os negócios envolvendo os grãos da safra 2014/15 para entrega imediata. A expectativa de agentes locais é de que um maior volume comece a ser colhido em meados de abril e se intensifique a partir de maio.
  4. 4. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Em algumas lavouras de Rondônia, a colheita da variedade já começou – no estado, as atividades costumam ser um pouco mais adiantadas. No entanto, a chuva atrapalhou um pouco o avanço da colheita até o final de março, limitando, de certa forma, a comercialização na praça rondoniense. Os trabalhos de campo devem ganhar mais ritmo em meados de abril, segundo indicações de agentes locais consultados pelo Cepea. Cepea: menor safra brasileira impulsiona preços interno e externo Cepea/Esalq USP 10/04/2014 Os valores domésticos e internacionais do café arábica têm subido com força nos últimos dias, impulsionados pela estimativa de menor produção brasileira na safra 2014/15. Segundo dados do Conselho Nacional do Café (CNC), a temporada 2014/15 pode totalizar entre 40,1 e 43,3 milhões de sacas de 60 kg (arábica e robusta), bem abaixo do esperado em dezembro/13 e 15,2% inferior à safra 2013/14, que foi de 49,15 milhões de sacas, de acordo com a Conab. A menor produção se deve ao clima quente e seco que castigou as principais regiões produtoras de café no início deste ano. Nessa quarta-feira, 9, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 447,57/saca de 60 kg, forte avanço de 13% no acumulado de abril. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br) Calor derruba a qualidade do café no sul de Minas Gerais G1 Economia / Agronegócios 10/04/2014 Do Globo Rural Produtores de café do sul de Minas Gerais tiveram que antecipar a colheita. Por causa do calor, os grãos amadureceram mais cedo. Em meio aos pés em Campo do Meio, o produtor Evânio Machado observa a colheita que teve de ser antecipada de maio para este mês por causa da estiagem. Os grãos amadureceram antes do tempo e acabaram não se desenvolvendo de maneira adequada. Segundo os produtores, o prejuízo tem sido maior na plantação de até sete anos. Como a raiz do pé de café é pequena, a planta não consegue absorver a água do subsolo e o resultado são grãos que amadurecem mais rápido, com baixa qualidade e secos. Trabalhando na panha de café há mais de 20 anos, Francisco de Assis Marques conta que nunca colheu em abril. Para o agrônomo da Fundação Procafé de Varginha, o problema vai se estender para a safra do ano que vem. “As lavouras estão com crescimento reduzido e com condições fitossanitárias e nutricionais debilitadas, com isso, prevemos que a safra de 2015 já está, em parte, comprometida”, diz. A Fundação Procafé estima que essa será a menor safra dos últimos cinco anos. Assista à reportagem do Globo Rural em: http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-rural/v/calor-e- estiagem-antecipam-a-colheita-do-cafe-no-sul-de-minas-gerais/3271631/
  5. 5. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Seca e Calor: agrônomos debatem e apresentam percepções sobre a safra de café Rede Social do Café 10/04/2014 * Sérgio Parreiras Pereira Entre os dias 2 e 4 de abril, cerca de 220 profissionais ligados à cadeia produtiva do café se reuniram em Poços de Caldas, para o tradicional encontro de integração entre os Grupos Técnicos em Cafeicultura (GTEC’s Café) promovido pela Syngenta. Com ênfase na evolução do setor, a reunião objetivou a construção coletiva de um diagnóstico da cafeicultura, com a apresentação dos desafios, conquistas, do contexto atual da atividade e das percepções sobre a próxima safra nas principais regiões produtoras. Esse modelo é baseado na inteligência coletiva, onde um universo de pessoas pode fornecer informações mais próximas do contexto real do que a percepção individual de cada ator. O grande destaque desta edição da reunião de integração foram os problemas climáticos ocorridos entre janeiro e março deste ano e seu impacto sobre as próximas safras de café. Quando integrados, representantes do GTEC Sul de Minas, GTEC Cerrados, GTEC Matas, GTEC Centro Oeste Paulista, GTEC Mogiana, GTEC Conilon e GTEC Cooperativas tiveram a oportunidade de traçar um quadro ilustrativo da cafeicultura brasileira. Pesquisadores, extensionistas consultores e profissionais ligados às cooperativas apresentaram informações sobre a situação das lavouras, problemas fitossanitários, expectativa de novos plantios e renovação das lavouras, percentual de podas e expectativas de investimentos, produção e comercialização para a próxima safra. Durante a reunião, a Rede Social do Café realizou um levantamento entre os participantes e foram coletados 21 depoimentos sobre os impactos da seca e calor excessivo na produção brasileira de café. Cada um dos sete grupos (GTEC´s) realizou reunião isolada dos demais e, posteriormente, foi apresentado o diagnóstico colaborativo regional da cafeicultura: - GTEC Sul de Minas –http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=51341 - GTEC Cerrados –http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=51335 - GTEC Matas –http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=51339 - GTEC Centro Oeste Paulista –http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=51334 - GTEC Mogiana – http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=51340 - GTEC Conilon –http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=51337 - GTEC Cooperativas –http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=51338 Ao final das apresentações, o percentual de redução de safra com relação a última estimativa da CONAB foi de 17,6%, muito próximo dos 18% apresentado posteriormente em estudo encomendado pelo Conselho Nacional do Café – CNC e realizado pela Fundação Procafé. Embora o método proposto na reunião não tenha o rigor científico, a percepção dos especialistas sobre os impactos do
  6. 6. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck clima sobre a produção de café nas suas regiões de atuação mostrou-se uma eficiente ferramenta de colaboração e de geração de conhecimento. * Sérgio Parreiras Pereira é pesquisador cientifico do Instituto Agronômico – IAC e mediador da Rede Social do Café. Abic diz que indústria já reajusta preço do café Agência Estado 10/04/2014 A indústria brasileira de café acompanha com apreensão a alta das cotações internacionais do grão. O preço do produto nas prateleiras dos supermercados tem sido reajustado, mas não há risco de desabastecimento, retração do consumo ou mesmo disparada dos índices de inflação, avalia o diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Nathan Herszkowicz. O dirigente informou que as torrefadoras de Minas Gerais, maior Estado produtor de café, já promoveram gradual reajuste de preços. O mesmo se verifica nesta semana em São Paulo, principal centro consumidor da bebida. Em média, o preço do café deve subir de 10% a 15%, distribuído em duas ou mais vezes, 'até que se estabeleça um novo nível de preço', explicou Nathan. Ele ressaltou que os preços do café, desde a adoção do Plano Real, em 1994, acumulam reajuste de quase 67%. No mesmo período, o valor da cesta básica já subiu aproximadamente 350%. Ou seja, os preços do grão estão defasados, o que acaba prejudicando o desempenho financeiro das indústrias
  7. 7. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck torrefadoras. Mesmo com reajuste, disse Nathan, a expectativa é de crescimento do consumo interno, da ordem de 2% a 4% este ano. Ele considera também que não há risco para a inflação, já que o café tem peso relativamente baixo nos indicadores de preços. O diretor executivo da Abic informou que, pelos cálculos dos produtores de café, não haverá problema de abastecimento com o produto, considerando o estoque em cooperativas e do governo, além da colheita que se inicia em breve. No entanto, a safra 2014 será inevitável menor do que as projeções iniciais, por causa da estiagem no início deste ano. Desde o início do ano, a cotação do contrato futuro de café arábica, na Bolsa de Nova York, acumula valorização de cerca de 80%, principalmente por causa da quebra na produção brasileira, a maior do mundo. Uma 'explosão' dos preços do café, como a verificada atualmente, é o que causa preocupação à cadeia produtiva. Cotações muito altas estimulam o plantio, provocando um novo ciclo de queda dos preços. 'O problema é a volatilidade. O industrial fica sem saber se usa seus estoques ou compra da 'mão-para-boca', ou ainda se muda seu blend. O grau de incerteza é muito elevado', concluiu Nathan. Cresce exportação de café do Brasil aos árabes ANBA 10/04/2014 As exportações de café do Brasil para os países árabes cresceram 26% de janeiro a março deste ano sobre igual período do ano passado. Nos três primeiros meses de 2013, o volume embarcado foi de 328,1 mil sacas de 60 quilos e nos mesmos meses deste ano foram enviadas 414,4 mil sacas para a região, segundo informações divulgadas pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé). A participação das nações árabes no total das exportações de café do Brasil estava em 4% no primeiro trimestre do ano passado e passou para 5% em igual período de 2014. A receita com as vendas, no entanto, recuou na mesma comparação, de US$ 55 milhões para US$ 50 milhões. Individualmente, nenhum país árabe figura entre os 10 maiores destinos do café brasileiro. As exportações de café do Brasil como um todo cresceram 13,92% no primeiro trimestre deste ano sobre iguais meses de 2013, de 7,3 milhões de sacas para 8,3 milhões de sacas. O maior destino foi Estados Unidos, seguido de Alemanha e Itália.

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