Paula de oliveira operacionalização i

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Paula de oliveira operacionalização i

  1. 1. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 1 Introdução Pretende-se que este trabalho seja uma simulação de uma aplicação do modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar. O MAABE pretende avaliar não só os INPUTS (instalações,, equipamentos, colecções), os processos (actividades e serviços), os OUTPUTS (requisições, impréstimos, pesquisas, leitura presencial) , mas essencialmente medir os OUTCOMES , segundo uma filosofia de avaliação natureza essencialmente qualitativa, espelhando a tendência geral das políticas educativas e de gestão e avaliação das escolas , também orientadas para os resultados, para conhecer o benefício real para os utilizadores da BE e o VALOR atribuído àquele, traduzido numa mudança de competências, níveis de sucesso…. A informação extraída da avaliação permitirá reajustar o trabalho desenvolvida com vista à melhoria contínua do serviço prestado. Os domínios a avaliar apontam para as áreas nucleares em que se deverá processar o trabalho da/com a BE e que têm sido identificados como determinantes e com impacto positivo no ensino e na aprendizagem . As estatísticas e as avaliações de desempenho em bibliotecas e serviços de informação são uma melhoria ao desenvolvimento de boas práticas. São objectivos da sessão: • Compreender como é que a auto-avaliação pode ser concretizada para demonstrar a contribuição da BE para o ensino e aprendizagem e a missão e objectivos da escola. • Ganhar familiaridade com o processo de auto-avaliação adoptado pelo Modelo de Auto-avaliação RBE e capacitar para a sua aplicação. • Conhecer as técnicas e instrumentos propostos, o modo como se organizam e podem ser usados Modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar Etapas da avaliação Avaliar pressupõe a realização de diferentes etapas : Motivação e compromisso institucional dos órgãos de gestão pedagógica e executiva da escola com o processo de auto-avaliação da BE;
  2. 2. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 2 Apresentação aos colegas e órgãos de gestão do propósito e metodologia da auto-avaliação e formalização de procedimentos no sentido de uma mobilização e co-responsabilização de todos os intervenientes: participação da BE em reuniões alargadas ou restritas de docentes para recolha da informação; Constituição, sob a responsabilidade do Professor Bibliotecário, de um grupo responsável ao nível da escola/agrupamento pela condução do processo de auto-avaliação da BE; definição e partilha de tarefas entre os elementos do grupo. Facilitação de documentação e disponibilização de dados pelos colegas; Elaboração do Plano de Avaliação Desenvolvimento do processo de avaliação. Definição de formas de colaboração com os docentes na recolha de evidências sobre os alunos; Aceitação e reconhecimento dos resultados por todos; Envolvimento na subsequente promoção de um plano de melhoria e desenvolvimento 1º PERÍODO Antes da aplicação do MAABE Reuniões com os colaboradores e a equipa para apresentação da metodologia de autoavaliação (Set.) Constituição do grupo responsável pela condução do processo e aplicação da avaliação; definição e partilha de informação (Set.) Motivação e compromisso institucional dos órgãos de gestão pedagógica e executiva da escola com o processo de auto-avaliação da BE; Sensibilização dos professores dos vários departamentos e do órgão de gestão : apresentação do propósito e da metodologia de auto-avaliação (Set/out)
  3. 3. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 3 Solicitação da colaboração dos pais/encarregados de educação de um conjunto de turmas (de diferentes níveis/ anos de escolaridade) previamente seleccionado. Apresentação do MAABE ao C.Pedagógico (Novembro) Execução do PLANO DE AVALIAÇÃO 1-Por onde começar ? Diagnóstico da situação (Set/Out.) Tendo em conta os resultados obtidos nos exames nacionais, nas provas de aferição e ao diagnóstico efectuado pelos docentes no início da ano lectivo, detecta-se que os alunos revelam fraco domínio na área da leitura e da literacia, pois muito do insucesso dos alunos passa pelo grau de iliteracia que revelam quando confrontados com textos de dificuldade variada. 2-Identicação do problema Com base no diagnóstico efectuado, pergunta-se : como colmatar essa deficiência? Em que medida a BE e os docentes podem desenvolver um plano de intervenção conjunta? O que a BE fez até à data e o que precisa de ser melhorado? Selecção, pelo professor bibliotecário/ equipa e discutida com o órgão directivo, do domínio e subdomínio(s) a avaliar (set/out): a selecção recaiu no domínio B-Leitura e Literacia, embora sabendo que o MAABE permite obter uma visão holística. É pois essencial saber em que medidas as acções das BE, em cooperação ou não com os docentes dos vários departamentos, promovem a leitura e a literacia, e aferir qual o seu impacto no desenvolvimento das competências literácitas e no sucesso educativo. A escolha deste domínio prende-se com não só com o diagnóstico efectuado, com uma das metas do projecto educativo (melhoria dos resultados escolares) , mas também com as actividades mais desenvolvidas pela BE desde Setembro até à data e por considerar que o aumento dos níveis de literacia e de leitura são a base da construção do conhecimento e um dos grandes catalizadores da aprendizagem e do sucesso educativo . Na sociedade de Informação onde vivemos, é importante não só saber utilizar plenamente a informação com também transformá-la em conhecimento, pelo que é essencial a competência leitora. A BE pode desempenhar um papel preponderante no desenvolvimento das competências de leitura e da literacia com a implementação de medidas, projectos, actividades que desenvolvam o gosto pela leitura e promovam o incentivo à leitura e à escrita e, consequentemente, contribuam para o sucesso educativo. 3- Escolha dos métodos de recolha de evidências e da amostra
  4. 4. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 4 Recorrer-se-á a métodos quantitativos e qualitativos (questionários, grelhas de observação…conforme descrito na grelha abaixo) O s indicador do processo será o trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura e Integração da BE nas estratégias e programas de leitura. O indicador de impacto (outcome) o impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e das literacias. Este último permitirá avaliar a acção da BE e os benefícios (ou não) para os utilizadores, evidenciados nos resultados destes últimos. Intervenientes e composição da amostra: critérios para a selecção da amostra; escolha dos grupos para aplicação das grelhas de observação e dos docentes, alunos e educadoras para aplicação dos questionários. O processo de auto-avaliação da BE requer o envolvimento da comunidade educativa, nomeadamente da Direcção do Agrupamento, a coordenadora da biblioteca escolar, os professores, os alunos, os assistentes operacionais e assistentes técnicos, assim como os pais e encarregados de educação. A recolha de informação incidirá numa amostra que contempla cerca de 10% dos alunos de cada nível de escolaridade da escola onde a BE implementa o seu trabalho, isto é, 30 alunos do 2º ciclo e 24 do 3º ciclo, 2 alunos por turma, 1 do sexo masculino e outro do sexo feminino, sorteados de entre os alunos dos dois sexos, sendo que no total das turmas de cada ciclo, terá de haver 2 alunos de NEE e 2 alunos estrangeiros. Será utilizada uma amostra de 20% dos professores, isto é, 36 docentes, 9 de cada departamento. No caso do questionário para os pais/EE será seleccionada uma amostra correspondente a 10% (30 encarregados de educação do 2º ciclo e 24 do 3º ciclo), de entre 7 turmas do 2º ciclo e 5 do 2º Ciclo. Adaptação dos instrumentos de avaliação do MAABE do domínio a avaliar 2º PERÌODO Execução do PLANO DE AVALIAÇÃO 1-Aplicação dos instrumentos relativos ao domínio seleccionado 2-Tratamento e análise dos dados recolhidos 3-Recolha dos dados relativos às actividades de leitura realizadas
  5. 5. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 5 3º PERÌODO Execução do PLANO DE AVALIAÇÃO 1-Continuação e conclusão da recolha e tratamento de dados. 2- Análise e com base no tratamento estatístico dos instrumentos aplicados e confrontação dos dados com os factores críticos de sucesso e com os descritores de desempenho Cruzamento entre os factores críticos de sucesso e com os descritores de desempenho Cruzamento entre os factores críticos de sucesso e os perfis de desempenho para determinação do nível Verificação do impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, tendo como referência os factores críticos de sucesso (utilização da BE para leitura recreativa, leitura para recolha de informação, leitura para a realização de trabalhos, participação em actividades de promoção da leitura, registo dos progressos nas competências de leitura/avaliação) 2-Apresentação dos resultados 3-Preenchimento do documento sobre o perfil da BE 4-Posicionamento da BE no perfil de desempenho correspondente 5-Preenchimento do quadro-síntese 6-Elaboração de um plano de melhoria 6-Elaboração do relatório (Junho) 7-Divulgação dos resultados aos órgãos de administração e gestão (conselho geral, director, conselho pedagógico), mas também aos departamentos curriculares e demais estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica e aos docentes (Julho) O relatório resultante da organização da informação recolhida conterá uma enumeração dos pontos fortes e fracos e das áreas que precisam de ser melhorados, permitirá a elaboração de um plano de melhoria a implementar no próximo ano lectivo . 8- Monitorização do processo de implementação das acções para a melhoria. O MAABE implica a existência de um processo cíclico de planeamento, execução e avaliação, tendo em vista uma melhoria constante dos serviços prestados. É fulcral informar e consciencializar os intervenientes no processo a auto-avaliação da BE prende-se com os objectivos definidos no Projecto Educativo e Projecto Curricular do Agrupamento. Por isso, os resultados da avaliação da Biblioteca Escolar, divulgados a todos os órgãos de gestão da escola, estabelecem ligações com a avaliação interna da escola que serve de base à avaliação pela IGE. Haverá a integração dos resultados da auto-avaliação da BE no relatório da auto-avaliação da escola para referência com a entrevista coma IGE . A Biblioteca Escolar é explicitamente referida no relatório da IGE no ponto 3.3. “Gestão dos Recursos Materiais e financeiros” do Domínio 3. “Organização e Gestão Escolar”
  6. 6. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 6 QUADRO-SÍNTESE Indicadores Factores críticos de sucesso Recolha de evidências (como?) Intervenientes (quem?) Calendarização (quando?) B-Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola/agrupamento A colecção está adequada e actualizada aos gostos e interesses e necessidades dos utilizadores Estatísticas de requisição/uso de recursos de informação relacionados com a leitura Estatística de ocupação para leitura informal Estatísticas de requisição domiciliária Para além da equipa da BE: Professores Utilizadores Ao longo do ano- sistematização por período A BE identifica interesses e necessidades e direcciona acções/ programas Estatísticas de utilização da BE para actividades de leitura Ao longo do ano
  7. 7. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 7 promotores da leitura e das literacias a ela associadas, visando os diferentes públicos. programada/articulada com outros docentes Questionário aos docentes (QD2) Questionário aos alunos (QA2) Professores Alunos 2º período A BE está informada relativamente às linhas de orientação e actividades propostas pelo PNL e desenvolve as acções implicadas na sua implementação Registos de actividades Questionário aos docentes (QD2) Docentes de L.Portuguesa Ao longo do ano 2º período A BE desenvolve de forma sistemática actividades no âmbito da promoção da leitura com o objectivo de promover o gosto pela leitura e pela escrita Hora do conto todas as turmas, do 5º e 6º anos Escrita criativa Concurso Entre Palavras , 7º fórum da leitura e debate de PAA da BE Actas/relatórios da actividades desenvolvidas na BE Relatórios dos colegas sobre o desenvolvimento destas actividades Registos de projectos/concursos Docentes Alunos Pais e EE Final de cada período
  8. 8. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 8 ideias Concursos de escrita Concurso Nacional de Leitura Leitor do mês Clube do jornalismo Semana da Leitura: Convites a escritores Comemoração do Dia da Poesia Divulgação de actividades no jornal da escola, blogue das bibliotecas do Agrupamento, Blogue do clube do jornalismo desenvolvidos no âmbito da promoção da leitura Trabalhos dos alunos Questionário aos docentes (QD2) Qestionário aos alunos (QA 2) Questionário aos pais e EE (QEE1) 2º período A BE incentiva a leitura informativa, articulando com os departamentos curriculares no desenvolvimento de actividades ou projectos e acções que incentivem à leitura Estatísticas de utilização da BE para actividades de aopio a áreas de Projecto, Formação Cívica e outras. Actas da reuniões dos departamentos Trabalhos dos alunos Professores Alunos Ao longo do ano A BE desenvolve actividades de promoção da leitura, sessões e clubes de leitura , blogs Blogue do agrupamento Artigos do Jornal da escola que relatem as actividades de promoção da leitura Trabalhos dos alunos Ao longo do ano
  9. 9. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 9 A BE incentiva a elitura em ambientes digitais explorando as possibilidades facultadas pela Web, como hipertexto, o email,blogs, wiki, slideshare, youtube Divulgação do jornal do agrupamento (blogue do clube do jornalismo) Blogue da biblioteca Professores Alunos Ao longo do ano A BE organiza e difunde recursos documentais que, associando-se a diferentes temáticas e projectos, suportam a acção educativa e garantem a transversalidade e o desenvolvimento de competências associadas à leitura Pastas temáticas Questionários a professores (QD2) Professores Ao longo do ano 2ºperíodo A BE apoia os alunos nas suas escolhas e conhece novidades literárias e de divulgação que melhor se adequam aos seus gostos Recolha de pedidos não satisfeitos ou propostas pelos alunos, professores, EE, outros Alunos Professores Ao longo do ano Verificação semanal dos pedidos B.2 Integração da BE nas estratégias e programas de leitura. A leitura e a literacia constam como meta no projecto educativo e curricular, em articulação com a BE PE PCA A BE favorece a existência de Questionário aos docentes Professores 2º período
  10. 10. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 10 ambientes de leitura ricos e diversificados , fornecendo livros e outros recursos às salas de aula ou outros espaços de lazer ou de trabalho e aprendizagem. (QD2) Questionário aos alunos (QA2) Alunos A BE articula actividades com os docentes/ sala de aula no âmbito do PNL. Questionário aos docentes (QD2) Professores 2º período A BE difunde informações sobre livros e autores, organiza guiões de leitura, bibliografias e outros materiais de apoio relacionados com matérias de interesses curricular ou formativo Materiais produzidos pela equipa da BE Ao longo do ano A BE promove e participa na criação de instrumentos de apoio a actividades de leitura e de escrita e na produção de informação em diferentes ambientes: jornais, blogues… Materiais produzidos pela equipa da BE Jornal da escola-clube do jornalismo dinamizado pela PB e pelo coordenador PTE Blogue da biblioteca Ao longo do ano No final de cada período B3- Impacto do trabalho da BE nas competências dos alunos, no âmbito da leitura e literacia Os alunos usam o livro e a BE para ler de forma recreativa, para se informar ou para realizar trabalhos escolares Estatísticas da BE para actividades de leitura Recolha de pedidos não satisfeitos Utilizadores Ao longo do ano Balanço no fim de cada período
  11. 11. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 11 Recolha de sugestões/pedidos na caixa de sugestões Observação da utilização da BE (GO3, GO4) De forma sistemática em determinados grupos de alunos Os alunos, de acordo com o seu ano/ciclo de escolaridade manifestam progressos nas competências de leitura, lendo mais e com mais profundidade Actas de avaliação –análise diacrónica das avaliações dos alunos No final de cada período Os alunos desenvolvem trabalhos onde interagem com equipamentos e ambientes informacionais variados, manifestando progressos nas suas competências no âmbito da leitura e literacia Trabalhos realizados pelos alunos Questionário aos docentes (QD2) Alunos Docentes 2º período Os alunos participam activamente em diferentes Questionários aos alunos Alunos 2º período
  12. 12. Paula Fernanda Diogo de Oliveira- O Modelo de Auto-Avaliação das BE-Metodologias de Operacionalização I Paula Fernanda Diogo de Oliveira Novembro 2010 Página 12 actividades associadas à promoção da leitura : jornais, blogues, outros (QA2) Observação da utilização da BE (GO3, GO4) CONSTRANGIMENTOS Da análise ao Modelo de Auto-Avaliação e após a elaboração deste plano, antevejo os seguintes constrangimentos: Tempo exíguo para que a sua implementação do MAABE, tendo em conta a complexidade do processo Dificuldade em registar todas as evidências (fazemos tanta coisa que não registamos) Limitação dos recursos humanos e materiais e falta de preparação para o tratamento e cruzamento dos dados Recursos financeiros limitados, numa escola que iniciou a sua actividade este ano nas novas instalações Exigência de mudança e dificuldade em envolver todos os intervenientes, em mudar mentalidades….

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