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  • 1. REGIONALIZAÇÕES DO BRASIL Geografia do Brasil Pré – Vestibular Construção Paula Silva
  • 2. A Divisão do Território Brasileiro • A divisão regional é a síntese de um discurso: há sempre uma posição política, vista sob um ângulo territorial. (GOMES, 2001; SANTOS, 2001). • Tem o objetivo de facilitar o planejamento governamental, para adoção de medidas para solucionar problemas e criar infraestrutura. • Existem diversos critérios utilizados para a regionalização.
  • 3. As Macrorregiões do IBGE Década de 1940: Divisão do Brasil em Zonas Fisiográficas, baseadas em critérios econômicos do agrupamento de municípios.
  • 4. As Macrorregiões do IBGE Já na década de 60, em decorrência das transformações ocorridas no espaço nacional, foram retomados os estudos para a revisão da Divisão Regional, a nível macro e das Zonas Fisiográficas, devido as novas divisões estaduais
  • 5. As regiões do Brasil sofreram novas reformulações após na década de 1980 com a criação do estado de Tocantins e a transformação de territórios federais e novos estados.
  • 6. Outras Regionalizações do IBGE Foram criadas para fins estatísticos e não representam uma unidade político- administrativa. Correspondem as divisões do municípios dentro dos estados. Assim como as macrorregiões, respeitam os limites das fronteiras municipais.
  • 7. Região Concentrada Proposta por Milton Santos e sistematizada em sua obra de 2001. Região Concentrada, que caracteriza –se pela densidade do sistema de relações que intensifica os fluxos de mercadorias, capitais e informações. Seu núcleo de comando é a capital paulista, que desempenha funções de cidade global e reforça o comando sobre o território nacional.
  • 8. Divisão Geoeconômica do Brasil Proposta pelo geógrafo Pedro Geiger, em 1967, abrange três grandes complexos regionais. Diferentemente da regionalização oficial proposta pelo IBGE não considera das fronteiras estaduais. Apresenta como critério de sua limitação as aspectos econômicos e de formação territorial brasileira. Observa as grandes diferenças regionais e agrupa os espaços em regiões de acordo com a necessidade de se estabelecer estratégias específicas de solucionar problemas e promover o desenvolvimento regional.
  • 9. Região Geoeconômica da Amazônia Quando nos Referimos à Amazônia temos que ter em mente três espaços distintos: 1.O Complexo Regional da Amazônia 2.A Amazônia Legal 3.A Amazônia Internacional
  • 10. Região Geoeconômica da Amazônia Amazônia Legal Delimitação da Área de Atuação da SUDAM. Área total do estados de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Amapá e Mato Grosso, mais porção oeste do estado do Maranhão e porção norte do Tocantins. Inclui também áreas de floresta de transição com a caatinga e o cerrado.
  • 11. Região Geoeconômica da Amazônia Pan – Amazônia ou Amazônia Internacional: Área de compreende a grande Floresta Amazônica e a Bacia Hidrográfica do rio Amazonas.
  • 12. Complexo Regional da Amazônia Área: compreende todos os estados da região Norte mais, com exceção do sul do Tocantins e inclui a porção norte do Mato Grosso e do Oeste do Maranhão. Maior região Geoeconômica e menos PIB entre os complexos regionais; “Vazios Demográficos”
  • 13. A Construção e Organização do Espaço Amazônico 1500 a 1930: ocupação de forma irregular por conta das dificuldade do terreno e ausência de interesse por conta do polo açucareiro no nordeste. 1880: migrantes nordestinos devido à seca prolongada e a extração do látex, tornando o Brasil o maior produtor do mundo nesta época. 1920: perda de interesse pela exploração da borracha devido a introdução da indústria automobilística.
  • 14. A Construção e Organização do Espaço Amazônico Necessidade de Planejamento e Intervenção no espaço Amazônico concretizou inúmeros projetos na região: 1.SUDAM 2.SUFRAMA (Superintendência da Zona Franca de Manaus). 3.Plano de Integração Nacional (PIN) e a Construção de Rodovias. 4.Projeto Radam. 5.Núcleos e Projetos de Colonização Dirigida.
  • 15. SUDAM Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (1953 – 2001) Fornecia incentivos fiscais para estimular a instalação de empresas na região. . Implantação de muitos projetos agropecuários, minerais e de geração de energia (hidrelétricas) causou grandes danos ambientais. . Gerou problemas com as delimitações de terras indígenas. . Desvios de Verbas das empresas. . Não ocorria investimentos significativos em direitos sociais.
  • 16. SUFRAMA Sistema semelhante ao implantada em Hong Kong e Singapura: um porto livre e um polo industrial com isenção de impostos para empresas estrangeiras e nacionais de eletroeletrônicos. Dinamizou a indústria de montagem, comércio e hotelaria. Produtos tradicionais fabricados na região não entraram neste sistema.
  • 17. Plano de Integração Nacional BR – 364: Cuibá – Porto Velho (Marechal Rondon). Nem todas as rodovias tem trechos asfaltados.
  • 18. Projeto Radam 1970: mapear os recursos naturais da Amazonia
  • 19. Núcleos e Projetos de Colonização Dirigida Programa de Polos Agropecuários e Agrominerais da Amazônia (1974)
  • 20. Projeto Grande Carajás 1. Barragem da Hidrelétrica de Tucuruí 2. Porto de São Luís 3. Estrada de Ferro Carajás 4. Jazida Mineral de Manganês, Ferro e Alumínio.
  • 21. Conflitos na Amazônia
  • 22. Degradação da Amazônia
  • 23. COMPLEXO REGIONAL DO NORDESTE Inclui os estados do Nordeste, com exceção da porção oeste do Maranhão. Incluindo, também, a porção semiárida de Minas Gerais, no Vale do Jequitinhonha. Região de Produção e Organização do espaço mais antiga do Brasil, considerando a chegada dos portugueses. Economia colonial exportadora de: cana – de- açúcar; pecuária; tabaco; algodão e cacau.
  • 24. Regiões Naturais do Nordeste Tem por base de construção as condições naturais, principalmente, sobre caraterísticas climáticas que se obteve esta dividão.
  • 25. ZONA DA MATA NORDESTINA • Faixa de Terra que compões o litoral e que se estende do Rio Grande do Norte ao Sul da Bahia. • Era coberta por mata atlântica e mata tropical de interior (menos úmida). • A extração do pau-brasil, e posteriormente, da cana – de – açúcar iniciaram o povoamento deste núcleo territorial. • Economia baseada no trinômio: latifúndio – monocultura – trabalho escravo. • Atividades secundárias que depois foram expandidas para o interior nordestino: tabaco, gado e cacau e algodão. • Atualmente é a área mais desenvolvida do Nordeste com grandes polos petroquímicos (Camaçari – Bahia) e industrial (Pernambuco – Paulista e Jaboatão).
  • 26. AGRESTE • Zona de transição entre a Zona da Mata e o Sertão Nordestino. • Estende –se do Rio Grande do Norte até o Nordeste da Bahia. • Desde o período colonial desenvolveu –se uma economia de subsistência (carne, couro e leite para as zonas açucareiras). • Hoje apresenta –se como uma área de fruticultura, principalmente na Bahia e em Pernambuco, como o eixo Juazeiro –Petrolina. • Na época de corte de cana-de-açúcar muitos trabalhadores do Agreste se tornam trabalhadores temporários.
  • 27. O SERTÃO NORDESTINO • Constitui –se como a terceira sub - região do Nordeste com clima semiárido e vegetação xerófila de caatinga. É marcada pela escassez de chuvas. • Tem como economia a agricultura de subsistência e auto – subsistência. • A produção de algodão é feita por meio de relação de meeiro no semiárido do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. • Fruticultura também vem se instalando no nordeste com a ajuda de técnicas de irrigação.
  • 28. O MEIO NORTE • Compreende os estados do Maranhão e do Piauí, sendo a área de transição entre o Sertão semiárido nordestino e a Amazônia Úmida. • Nesta região está presente a Mata dos Cocais de Babaçu, que junto com o cultivo do algodão (Maranhão) e a criação de gado (Piauí) formam a economia do Meio Norte. • A modernização econômica do Meio –Norte se desenvolveu com o auxílio de órgãos como a SUDAM e a SUDENE. • Área de escoamento dos recursos minerais de Carajás.
  • 29. A SECA NO NORDESTE • Compreende os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, compreendendo grande parte do Nordeste brasileiro geoeconômico. • Constitui-se de diferentes zonas geográficas, com distintos índices de aridez. • Esta delimitação tem a finalidade de nortear as políticas públicas do governo federal, sobretudo as aplicações do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste – FNE.
  • 30. POBREZA NO NORDESTE • A seca não é a causa principal da pobreza e extrema miséria no Nordeste, isso porque as áreas litorâneas não sofrem com a secam, e, no entanto, possuem péssimos índices sociais. • A concentração de terra e a lógica da “pilhagem” instaurada no Nordeste desde o período colonial são um dos causadores da miséria no nordeste e em todo o Brasil. • A migração de nordestinos para o Sudeste não é causada pela seca, mas sim por péssimas condições de vida. • A falta de políticas sociais e a formações de uma “indústria da seca” proliferam a pobreza e a estagnação nas péssimas condições de vida dos nordestinos.

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