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Letramento em le apostila met efi 2011
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Letramento em le apostila met efi 2011

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Teoria do curso de metodologia de ensino em Língua Inglesa (1o ao 5o) com foco na alfabetização. Por favor, dê crédito para quem fez a pesquisa...

Teoria do curso de metodologia de ensino em Língua Inglesa (1o ao 5o) com foco na alfabetização. Por favor, dê crédito para quem fez a pesquisa...

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  • 1. PROGRAMA DECURSOS POSITIVO 2011LÍNGUA INGLESAENSINO FUNDAMENTAL 1LETRAMENTO EM LÍNGUA INGLESA:É LÚDICO, MAS NÃO É BRINCADEIRA, NÃO!A falta de parâmetros oficiais no ensino de uma Língua Estrangeira para crianças e a própriacomunidade escolar pressionam o professor a ministrar um “ensino forte” de inglês, o que gerafrustração para oeducador e para os alunos.Para ajudar o professor a conduzir a aula de inglês de forma eficiente e prazerosa, o curso demetodologia amparado por este texto busca ilustrar como e quando introduzir a escrita da línguainglesa no contextoda escola regular,considerando a etapa cognitiva emque a criança está.Patrícia Bertachini Talhariptalhari@positivo.com.br0800 725 353626
  • 2. LínguaInglesa -EnsinoFundamental12IDENTIDADE ORGÂNICA:PATRIMÔNIO DA CULTURA ESCOLAR.Caro (a) Educador(a):Nossas ações são capazes de mostrar ao mundoquem somos. A forma pela qual os outros nosreconhecem chamamos de identidade.Assim como as pessoas, cada escola possui a suaidentidade, que aqui definimos como identidadeorgânica, um composto de valores,conhecimentos e práticas que são a essência dainstituição e tornam-se, com o passar do tempo,um valioso patrimônio da cultura escolar.É nesse sentido que o Programa de Cursos 2011privilegia esta temática, composta por reflexõessobre as diferentes áreas do conhecimento e docampo da gestão escolar, para nos conectarmosem permanente troca de saberes e ações.São atitudes essenciais para renovar e imprimir aidentidade orgânica: patrimônio da culturaescolar.Acedriana Vicente SandiDiretora PedagógicaEste texto compõe o material do Programa deCursos Positivo 2011. Este Programa destina‐se àsEscolas Conveniadas ao Sistema Positivo deEnsino (SPE). O texto apresenta aprofundamentodidático‐metodológico da Proposta Pedagógicados Livros Didáticos Integrados Positivo e doPortal Positivo. A seguir, conheça a equipe deassessoria da Área de Línguas Estrangeiras:Compõem a equipe de assessoria da área deLínguas Estrangeiras:Coordenação da área:Climene Fáverocfavero@positivo.com.brAssessoria de Línguas Estrangeiras:Assessoria do Ensino Fundamental e do EnsinoMédio (Inglês e Espanhol):Patrícia Bertachini Talhariptalhari@positivo.com.brAssessoria do Ensino Fundamental I (Inglês):Lucienne Lautenschlagerluciennel@positivo.com.brAssessoria do Ensino Fundamental II (Inglês):Luciana Pereira Jasinskiljasinski@positivo.com.brAssessoria de Língua Portuguesa:Assessoria do Ensino Fundamental l:Cristianna Sant’Anna Monteirocmonteiro@positivo.com.brLucienne Lautenschlagerluciennel@positivo.com.brAssessoria do Ensino Fundamental e do EnsinoMédio:Rosemara Custódio Vicentervicente@positivo.com.brVanessa H. da Fonsecavfonseca@positivo.com.brIrene Cristina Boschieroiboschiero@positivo.com.brAssessoria do Ensino Fundamental II e do EnsinoMédio:Robson Luiz Rodrigues de Limarlima@positivo.com.brFALECONOSCO0800 7253536
  • 3. LínguaInglesa -EnsinoFundamental13O ensino de língua inglesa no Ensino Fundamental IEmbora não seja obrigatório, o ensino de língua inglesa nos níveis iniciais, ainda sem parâmetros,currículo ou orientações legais, vem se estabelecendo na escola brasileira. O ensino de Línguas Estrangeirasvoltado para o Ensino Fundamental I, porém, carece não só de um curso de graduação específico, mas,principalmente, de pesquisas.Há muitos mitos relativos à aula de Língua Estrangeira para crianças (doravante, LEC), comocomentam Assis-Peterson e Gonçalves (2000/2001). O primeiro deles é pressupor que a criança “tem maisfacilidade”. Portanto, “quanto mais cedo, melhor”. Na execução da aula, porém, os professores encontrammuita dificuldade. Criado o debate nas práticas, começam a surgir os artigos. A maior parte deles, noentanto, concentra-se em qual é melhor idade para começar a aprender uma Língua Estrangeira, mesmo emdetrimento de outros fatores tão ou mais importantes:A idade do indivíduo é um dos fatores que determinam o modo pelo qual se aprende uma língua. Mas asoportunidades para a aprendizagem, a motivação para aprender, e as diferenças individuais são tambémfatores determinantes para o sucesso na aprendizagem (Figueiredo,1997, p.26).Segundo Spratt, Pulverness e Williams (2005), adultos, adolescentes e crianças apresentamdiferentes características de aprendizagem, que devem ser respeitadas e utilizadas como linhas orientadorasda aula de Língua Estrangeira (LE). No que tange ao ensino de Língua Inglesa nas séries iniciais para crianças,há dois profissionais habilitados para essa tarefa: o pedagogo e o professor de Língua Inglesa. Ambos terãoque suprir por conta própria as lacunas de sua formação para se adequar às necessidades dessa tarefa.No curso de Letras, teoria e práticas são orientadas considerando-se que o aprendiz esteja na 5.ªsérie (6.º ano), plenamente alfabetizado em Língua Materna e familiarizado com o sistema escolar. Dessemodo, é importante que esse profissional se informe sobre a socialização e o processo cognitivo nessa faixaetária, com foco na aprendizagem de línguas. Segundo Cameron (2001), o professor de Língua Estrangeirapara crianças (LEC) precisa conhecer as necessidades específicas das crianças, sua maneira de compreendero mundo e de aprender.Em Pedagogia, contempla-se a cognição nessa etapa, mas não como a aquisição e a aprendizagemde uma LE funcionam. O idioma não consta de sua grade curricular, apesar da necessidade de que professorseja proficiente  ainda que não fluente  na língua-alvo. Assim, o professor deve adquirir essesconhecimentos, com redobrado cuidado com a pronúncia, pois erros inculcados nessa etapa serãofossilizados1pelo aprendiz.Segundo Pires (2004), uma das conseqüências da falta de qualificação específica de professores deLEC, independentemente de sua formação original é, além de eventuais cristalizações de erros de pronúnciae uso de língua, desmotivar a criança pelo aprendizado da língua-alvo.O professor deve ter também clareza quanto às suas concepções de língua, ensino e aprendizagemde LE, atentando para a incipiente capacidade de concentração da criança. É importante oferecer tarefasque, de um lado, tenham propósitos comunicativos, que não estejam acima do nível de compreensão dascrianças, e de outro, despertem e mantenham sua atenção.Muitos professores procuram ser comunicativos na preparação das atividades, ao oferecermomentos de interação verbal em sala de aula. No entanto, a necessidade de seguir um programa quemuitas vezes, não contempla uma metodologia adequada, somado à pressão dos pais, impele-os a tentaruma alfabetização paralela. De acordo com Carvalho (2005), o pequeno aprendiz de língua estrangeira, defato, aprende rapidamente, mas se esquece do aprendido na mesma velocidade. Seu período de atenção émuito curto, e sua tolerância à frustração é muito baixa. O insucesso na execução de tarefas que estão acimade sua capacidade cognitiva, como o reconhecimento de grafemas de outra língua, pode frustrá-lopermanentemente.Assim, expor à criança ao mesmo tempo à representação gráfica da Língua Inglesa nos níveis iniciais,sem correspondência fonológica entre os dois idiomas, só irá submetê-la a estresse, desestimulando-a parao aprendizado da língua-alvo.1Fossilização ou Cristalização é a internalização de desvios no uso da LE, difícil de ser corrigida.
  • 4. LínguaInglesa -EnsinoFundamental14Cabe lembrar que no 1º e/ou 2º anos, a criança considera apenas um aspecto de determinadasituação, ainda confunde aparência e realidade, e não é capaz de abstrair ou estabelecer comparações,procedimentos mentais essenciais a uma alfabetização paralela em Língua Estrangeira.Nessa linha, compare-se a quantidade de horas dedicadas à língua materna, que supera em muito aaula semanal de língua estrangeira. A criança usa a Língua Materna, na qual é continuamente orientada, emtodos os momentos. De outro lado, sua alfabetização, processo complexo que vai muito além dadecodificação, não estará consolidado antes do 3º ano.A criança, nessa etapa, não entende por que precisa aprender uma LE, tampouco sobre ela. SegundoDavies (2006), os pais querem que os filhos aprendam inglês desde muito cedo, para assegurar seu lugar nomercado de trabalho no futuro, enquanto as crianças têm dificuldade em entender por que o inglês é tãoimportante no longo prazo. Para muitas crianças, o futuro é o hoje à noite, amanhã ou, no máximo no Natal,e não em algum ponto distante, quando terá que enfrentar os desafios de ser adulto. (p.1)Nos anos seguintes, embora comece a operar com abstrações simples, a criança precisa recorrer aoconcreto e às simbolizações simples (como desenhos). A imaturidade cognitiva da criança para aaprendizagem de normas e conceitos abstratos também é observada por Brown (1994), que comenta aineficácia do ensino de gramática e regras normativas nessa faixa etária. Assim, especialmente nos três anosiniciais, de nada serve explicar que apple significa maçã, fazer a criança repetir a palavra (oral ou por escrito),nem mandar tarefas de “fixação” estruturais para casa.Muito melhor, em termos de aprendizagem, é trazer a fruta para a sala de aula, nomeá-la, fazer ascrianças a tocarem e provarem, relacionando a palavra à coisa. Ou, na falta dela, sua representação gráfica,sua foto ou seu desenho. Mais significativo ainda é, depois desse momento de apresentação, concretizar oconhecimento, utilizando essa fruta em uma receita simples, como uma salada de frutas, por exemplo. Essepequeno projeto pode ser realizado em conjunto com ciências, que explicará a necessidade de umaalimentação saudável. O procedimento também é válido para os anos seguintes. Apesar de o aluno de 4º e5º anos ser capaz de entender a palavra e construções a ela relacionadas, só organizará essesconhecimentos em um esquema mental se utilizá-los significativamente.Essa passagem da percepção do concreto para o abstrato faz-se, há muito tempo, por meio dolúdico. O homem utiliza o jogo para ativar processos mentais, tais como: a memória, o raciocínio, acriatividade, a imaginação, a interpretação, as hipóteses e a autonomia.Quando se pensa em lúdico, imediatamente o relacionamos à brincadeira e ao fato de as criançasgostarem e se divertirem com ela. O lúdico, no entanto, é muito mais do que isso. É oferecer um desafiopossível à criança: ao se deparar com esse desafio, que exije um pouco mais do que ela já sabe, eladesencadeia uma série de operações mentais que ampliarão não só seus conhecimentos, mas também acapacidade de construí-los2.O lúdico, além de ser uma necessidade psíquica, é a forma como a criança compreende o mundo,seus fenômenos, as relações sociais. Segundo Mayer-Borba (2007), os jogos e as brincadeiras são tambémmaneiras de concretizar o conhecimento, sendo de extrema importância nessa faixa etária:O brincar é uma atividade humana criadora, na qual imaginação, fantasia e realidade interagem na produçãode novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação pelas crianças, assim como de novas formasde construir relações sociais com outros sujeitos, crianças e adultos. (p. 37)Junto ao lúdico, segundo a hipótese do filtro afetivo, de Stephen Krashen (Krashen, 1982, apudFigueiredo, 1997), é fundamental que haja uma relação afetiva positiva do aprendiz com sua aprendizagemem LE. Assim, para que o processo de ensino e aprendizagem de uma LE seja bem-sucedido, é necessáriomotivar, incutir confiança, ajudar a diminuir a ansiedade, adequar a aula ao contexto sociocultural e,especialmente em nosso caso, à faixa etária. Em outras palavras, a criança só aprenderá inglês se gostar daaula. O afetivo mobiliza a aprendizagem.Com relação ao elemento linguístico, Krashen também aventa a hipótese do input: para que hajauma interação significativa em sala de aula, a criança precisa ter acesso a um insumo compreensível e2Recomenda-se a leitura do texto de curso de metodologia de 2009, Técnicas Lúdicas no Contato com a Língua Estrangeira: é brincando que seaprende.
  • 5. LínguaInglesa -EnsinoFundamental15relevante. As construções devem estar sempre um pouco além3do que o aprendiz já sabe (i + 1), e não devehaver sequência gramatical:A hipótese do input afirma que primeiro adquirimos o significado e, como resultado, a estrutura. Oindivíduo que está adquirindo uma língua não está preocupado com a forma, no como dizer, mas sim nouso que pretende fazer dela, no o que dizer. (...) quanto maior e mais adequado for o input fornecido aoindivíduo, melhor será sua produção lingüística”.Isso significa que sempre apresentaremos mais do que exigiremos da criança. Não é necessário“poupar” a criança do contato com construções “complicadas”, desde que esse não seja o foco da aula.Como o contato com a LE normalmente se restringe à sala de aula, de acordo com Cameron (2001), énecessário fornecer o insumo necessário (i+1) e propiciar atividades  predominantemente orais, comovimos  de interação em da sala de aula.De acordo com Cook (2000, apud TOMBOSI, 2007), dinâmicas lúdicas, em grupo grupos, jogos queenvolvam as palavras e o discurso, brincadeiras com rimas, ritmos, interpretações, representações eimitações tornam a aula atraente, sem descartar o conteúdo linguístico.ROTEIRO POSSÍVEL PARA INTRODUÇÃO DA ESCRITA EM LÍNGUA INGLESA1º anoEste é o ano durante o qual a criança tem que se “contagiar” com a realização oral, antes deaprender a escrever na nova língua. Assim, a orientação principal é trabalhar a oralidade, associando apalavra  e o sintagma chunk  à situação concreta, à imagem, ao gesto, além de praticar os conhecimentospor meio de atividades interativas de caráter lúdico.Não se devem utilizar testes formais de aproveitamento4nem exigir a escrita da criança. A principal forma deavaliação da aprendizagem deve ser a observância constante da resposta motora ou oral do aprendiz aocomando oral do professor. Em outras palavras, o professor dá o comando em inglês, e as criançasrespondem a ele oralmente, ou por meio do desenho, do gesto, ou outras atividades motoras que járealizam.2º ano (1ª série)A partir do 2º ou, algumas vezes, do 3º ano, a maioria das crianças começará a desenvolver noçõesde conceitos abstratos, como tempo, espaço, ordem, números – e a habilidade de solucionar problemassimples. Esses elementos, são praticados, como anteriormente, priorizando a oralidade, o concreto, arepresentação gráfica e a matricidade.A proposta de não estudar a língua, ou seja, de usá-la sem análise gramatical, segue. Propõe-se o usopara familiarização de construções completas (sintagma ou chunk) apresentando-se a leitura no nível dapalavra, associando-a ao seu aspecto gráfico, à imagem e/ou objetos, a seu som. A criança ainda não é capazde escrever sozinha em inglês, mas já consegue brincar com as letras e as palavras, completando-as erelacionando-as a imagens.3º e 4º anos (2ª e 3ª séries)O trabalho pedagógico continua centrado na construção contínua de conhecimentos na línguainglesa por meio de situações comunicativas. Apresentam-se insumos orais, contextualizados em umasituação de uso, associados à sua representação escrita e visual.3Em concordância com o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal, de Vygotsky, que ampara a proposta pedagógica de Livro DidáticoIntegrado Positivo em todas as áreas do conhecimento.4Prova
  • 6. LínguaInglesa -EnsinoFundamental16A criança escreverá pouco a pouco, respeitando-se suas diferenças individuais. A principal forma daavaliação formativa deve ser a observância da resposta do aprendiz ao comando oral. A leitura começa a sertrabalhada, oferecendo i+1 (construções completas), mas exigindo-se apenas i (vocabulário, construçõesmais simples, que foram bastante praticadas). Não se solicita perfeição na escrita, mas sim oreconhecimento da realização oral.5º ano (4ª série)Considerando que até os onze anos – e muitas vezes mais – a criança ainda depende muito domundo concreto, da imagem e dos gestos para alcançar abstrações simples, no 5º ano (4ª série) deve-secontinuar com a proposta dos anos anteriores, ainda que a escrita esteja mais presente.As quatro habilidades tradicionais (compreensão e produção oral, leitura e escrita) são trabalhadasde forma integrada, ainda que a ênfase continue sendo no aspecto oral. O vocabulário deve ser sempreassociado à sua realização gráfica e fonética; e o aspecto linguístico, restringido ao uso.Quanto mais leitura e escrita forem introduzidas, maior participação terão no processo de ensino eaprendizagem da nova língua, bem como na avaliação dessa aprendizagem. Isso, entretanto, não significaque se devam substituir as outras habilidades e inteligências. A criança terá bastante tempo para rever eampliar seus conhecimentos no Ensino Fundamental II, quando o papel da leitura passa a dominar o cenário.A assessoria disponibiliza, em nosso blog, sugestões de encaminhamento didático de escrita,baseadas no Livro Integrado Didático Positivo de Língua Inglesa para o Ensino Fundamental I.Referências ComentadasASSIS-PETERSON, Ana Antônia de; GONÇALVES, Margarida de O. C. Qual é a melhor idade para aprenderlínguas? Mitos e fatos. Contexturas, n. 5, 2000/2001Artigo acadêmico publicado na Revista Contexturas: ensino crítico de língua inglesa, da APLIESP (Associaçãodos professores de Inglês do Estado de São Paulo), em que as autoras delineiam as principais característicascognitivas da criança, no que se refere à aprendizagem de língua inglesa.BROWN, H.D. Teaching by principles – An interactive approach to language pedagogy. USA: Prentice Hall,1994.Texto clássico sobre aquisição de segunda língua, traz a terminologia e discussão de conceitos fundamentaisda área, com base em perguntas polêmicas, apresentação de pesquisas de campo, constatações teóricas esugestões práticas para a sala de aula. Embora seu corpus tenha sido todo colhido nos em cursos de inglêspara estrangeiros que vivem no Estados Unidos, há muito que pode ser transposto para nossa realidade.CAMERON, Lynne. Teaching Languages to Young Learners. Cambridge University Press, 2001.Este livro procura oferecer um quadro teórico coerente do ensino de língua inglesa adequado ao pensamentoinfantil. Traz sugestões de atividades apropriadas à idade, com ênfase na avaliação do uso da língua, combase em observação de salas de aula na Europa e na Ásia.CARVALHO, R.C.M. de. A teacher’s discourse in EFL classes for very young learners: investigating moodchoices and register. Dissertação de Mestrado. Florianópolis: UFSC, 2005.Dissertação de mestrado com um estudo bastante detalhado sobre cognição e experiências sociais da criançacom relação à aprendizagem de Língua Inglesa como ocorre na Educação Infantil brasileira. É utilizadaatualmente como base em pesquisas estadunidenses.CASTRO, Solange T.; Ricardo de. As teorias de aquisição/aprendizagem de 2ª língua/língua estrangeira:implicações para a sala de aula. Contexturas, n. 3, 1996, p. 39 – 46.Artigo acadêmico publicado na Revista Contexturas: ensino crítico de língua inglesa, da APLIESP (Associaçãodos professores de Inglês do Estado de São Paulo), em que os autores fazem um panorama sobre asprincipais abordagens de ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras.
  • 7. LínguaInglesa -EnsinoFundamental17DAVIES, Bem Parry. Como ensinar inglês aos seus filhos: começar cedo é uma base para a vida inteira. Riode Janeiro: Elsevier, 2006.Texto que oferece diversas dicas e atividades para ajudar pais e professores a iniciar e desenvolver a línguainglesa com seus filhos e alunos. O autor sugere atividades direcionadas a qualquer criança de zero a dezanos, cujo nível de inglês seja de zero a intermediário, que podem ser adaptadas a diversas idades e níveis.Cada capítulo aborda os principais tipos de atividades usadas no ensino de inglês, sempre com base em umobjetivo específico.FIGUEIREDO, Francisco José Quaresma de. Aprendendo com os erros: uma perspectiva comunicativa deensino de línguas.Goiânia: UFG, 2004.Excelente resenha de definições e tipologias de erro no ensino de inglês como língua estrangeira. Propõe aoleitor atividades de reflexão sobre o erro (ou engano?) em práticas de escrita.LIGHTBOWN, Pasty M. SPADA, Nina. How languages are learned. Oxford University Press, 1996.Obra que apresenta as principais teorias de aquisição da língua estrangeira, e como essas teorias vêminfluenciando o ensino. Discute também as características dos aprendizes, como inteligência, personalidade eidade, oferecendo sugestões para que os professores possam avaliar os diferentes métodos e livros didáticos.MEYER-BORBA, Angela. O brincar como um modo de ser e estar no mundo, em Brasília : Ministério daEducação, Secretaria de Educação Básica: Ensino fundamental de nove anos : orientações para a inclusão dacriança de seis anos de idade, 2007. Disponível em<http://www.scribd.com/doc/2363000/ensifund9anobasefinal>A autora faz um panorama do papel da brincadeira na vida e na constituição das subjetividades e identidadesdas crianças, observando que à medida que avançam os segmentos escolares reduzem-se os espaços e temposdo brincar. Quando a criança deixa de sê-lo para se tornar um aluno?PIRES S.S. Ensino de inglês na educação infantil. In SARMENTO, S. ; MÜLLER, V. (orgs) O ensino do inglêscomo língua estrangeira: estudos e reflexões. Porto Alegre: APIRS, 2004.Artigo que investiga a justificativa social e benefício para a criança do ensino de inglês do modo com que temsido levado a cabo na pré-escola brasileira. Conclui com um alerta à universidade para que assuma aresponsabilidade de, criticamente, fazer face a esta demanda social por aulas de inglês.SPRATT, Mary; PULVERNESS, Allan; WILLIAMS, Melaine. The TKT Course. Cambridge University Press, 2005.Curso de formação para professores e estudantes que se estão preparando para o exame Cambridge ESOL«Teaching Knowledge Test" (qualificação de professores). Embora seja pensado como base de um programade treinamento para a prova, as ações de formaçãosão excelente reflexão sobre os objetivos e metodologiade ensino para os pequenos.TONELLI, J. R. A. Histórias Infantis no Ensino da Língua Inglesa para Crianças. In: Kleber Aparecido da Silva;Maria Luisa Ortiz Alvarez. (Org.). Perspectivas de Investigação em Linguística Aplicada. Campinas: PontesEditores, 2008, v. 1, p. 185-202.Artigo parte de um volume que homenageia a contribuição de Almeida Filho para a área da Linguísticaaplicada, apresenta e discute os resultados obtidos em pesquisa de Mestrado em Estudos da Linguagem(UEL). A autora propõe que a Língua Inglesa seja ensinada/aprendida por meio de Histórias Infantis (HIs), asquais, por dependerem da linguagem e por contemplar a necessidade infantil de imaginação e fantasia,podem ser usadas como instrumento de ensino. Assim, apoia-se na perspectiva interacionista sócio-discursiva(ISD), uma corrente da Psicologia da Linguagem que propõe a análise de textos como forma de apropriaçãodeles.

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