Planejamento Estratégico da Inovação

19,898 views

Published on

Crescer e se manter competitivo pressupoe gerenciar estrategicamente a inovação. Essa palestra apresenta alguns pontos importantes capacitando lideres a entenderem que a inovação não é uma simples tomada de decisão, mas um processo dependente do planejamento e da gestão da cultura, de pessoas, de processos, de tecnologia, de conhecimentos... planejamento estratégico para a inovação;
elaboração do plano estratégico de inovação;
ferramentas para o planejamento estratégico da inovação;
organização para a inovação;
indicadores de inovação.
Patricia de Sá Freire, Msc em Engenharia e Gestão do Conhecimento/UFSC

Published in: Business, Education
4 Comments
12 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total views
19,898
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
9,717
Actions
Shares
0
Downloads
456
Comments
4
Likes
12
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Planejamento Estratégico da Inovação

  1. 1. GESTÃO DA INOVAÇÃOPatricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 1
  2. 2.  planejamento estratégico para a inovação; elaboração do plano estratégico de inovação; ferramentas para o planejamento estratégico da inovação; organização para a inovação; indicadores de inovação. 06/08/2011 2 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  3. 3. para inovaçãoPatricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 3
  4. 4. Harvard realizou uma pesquisa com seus alunos da turma de 1979. Aos formando ela fez aseguinte pergunta: Qual o seu objetivo profissional e como pretende chegar lá?10 anos depois, em 1989, os pesquisadores procuraram os ex-alunos para analisar o valorde seus salarios. Com isso puderam construir uma relação entre ter a consciência de onde sequer chegar e ter um plano de como quer chegar lá são importantes para crescer.Os resultados mostravam que 3% dos formando que sabiam aonde queria chegar e definiramcomo chegar 10 anos depois ganhavam em média 10x do que os outros. Em compensação,84% dos alunos que não sabiam o que queriam fazer no futuro e por isso não haviamplanejado a sua caminhada eram os que menos ganhavam. Ganhavam a metade do salariodos que pelo menos sabiam o que queriam memso não sabendo como chegar lá, e 10 vezesmenos dos que haviam realizado seu planejamneto estratégico. FORMANDOS NO MBA HARVARD de 1979 RESULTADOS 1989 Os participantes desse Grupo A Consciência e Explicitação: estavam ganhando, em média,A 3% - Objetivos Claros e 10 x mais - Plano de Ações que a média dos de B e C Consciência sem Explicitação: Os participantes do grupo B -Objetivos Claros, B 13% ganham em média -Sem Plano de Ação o Dobro dos de C Sem consciência, não tinham seus Sem saber aonde se quer ir não se chega aC 84% objetivos claros lugar nenhum!Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 4
  5. 5. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente, você tem que ser especial. Se você quiser atingir uma meta especial, terá queestudar no horário em que os outros estão tomando chope. Terá de planejar, enquanto os outros vêem televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros ficam na piscina. A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica,mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade, a ilusão é combustível dos perdedores... Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 5
  6. 6. O sucesso das ações resulta do OLHAR no HOJE VISÃO de FUTURO Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento06/08/2011 patriciasafreire@terra.com.br 6
  7. 7. Direcionamento Estratégico desejo Situação FuturaEvoluçãode Vendas Situação Atual mapeamento 06/08/2011 7 Histórico Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  8. 8. Através do Planejamento Estratégico se desenvolve foco, otimiza recursos e potencializa resultados “Insano é aquele que faz todo dia a mesma coisa e espera um resultado diferente” – Albert Einstein Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 8
  9. 9. OLHAR ESTRATÉGICAMENTE ANÁLISE EXTERNA ANÁLISE INTERNA Análise Ambiente 1) Diretrizes e Mundial Objetivos Análise contexto 2) Razão de Nacional existir Análise ambiente OLHAR 3) Estratégias de regional ESTRATÉGICO implementação Análise das instituições 4)Estratégias existentes Funcionais Monitoramento e Implementação e Avaliação Controle RETRO- ALIMENTAÇÃO Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento 9 patriciasafreire@terra.com.br06/08/2011
  10. 10. 1. Análise do Ambiente Interno e Externo 2. Analise do Planejamento Estratégico Corporativo 3. Definição da visão da Inovação 4. Análise de Tecnologias alternativas 5. Definição da estratégia tecnológica 6. Definição de mercado alvo e clientes 7. Definição de Indicadores de inovação 8. Priorização de projetos e investimentos 9. Elaboração do plano de açãoPatricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 10
  11. 11. 1 - DIRETRIZES E OBJETIVOS OBJETIVO ESTRATÉGICOConjunto de RESULTADOS PLANEJADOS e pré-determinados que precisamconcretizar-se no horizonte temporal do plano estratégico. Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento 06/08/2011 patriciasafreire@terra.com.br 11
  12. 12.  Potencialização do melhor dos talentos criativos, gerenciais e técnicos dos colaboradores; Redução dos prazos e custos de desenvolvimento de produtos; Melhora dos índices de sucesso no lançamento dos produtos; Documentação adequada e histórico dos projetos, propiciando aprendizado com erros e acertos dos projetos realizados; Aumento na confiabilidade dos produtos, processos e serviços; Aumento na rentabilidade do portfólio de produtos. Nugin,2008 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 12
  13. 13. PLANO DE METAS OBJETIVO ESTRATÉGICO Define os alvos META 4 quantificados, com prazos e valores META 3 As metas são as etapas necessárias META 2 para se atingir os objetivos, segundo a META 1 estratégia aprovadaPatricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 13
  14. 14.  Tem que prever o gerenciamento dos elementos essenciais ao processo de inovação Determinação do FOCO de AÇÃO Observatório do Alocação de Recursos ambiente interno e Humanos, Materiais e externo Financeiros Implementação Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br (inovação tecnológica, NUGIN baseado em COTEC,1998) 06/08/2011 14
  15. 15. 2 - RAZÃO DE EXISTIR MISSÃODeclaração de propósitos ampla e duradoura,que individualiza e distingue a razão de ser da organização. VISÃO Significa a explicitação do que se idealiza para a organização num determinado horizonte de tempo. Envolve os desejos de onde se quer chegar, compreendendo temas como valores, vontade, sonhos, ambição e possibilidades. VISÃO COMPARTILHADA Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento 06/08/2011 15 patriciasafreire@terra.com.br
  16. 16. 3 - ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO Descrição dos PASSOS a serem dados e dos DEGRAUS a serem superados. Linhas de ação ou iniciativas altamente relevantes que indicam como serão alcançados os Objetivos Estratégicos. Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento 06/08/2011 patriciasafreire@terra.com.br 16
  17. 17.  Estratégia da Inovação = Plataforma, Projetos, Parceiros; Organização da Inovação = Liderança, Colaboração, Alianças; Recursos da Inovação = Humanos, Financeiros, Intelectuais; Processos da Inovação = Ideação, Desenvolvimento, Comercialização Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 17
  18. 18. 4 - ESTRATÉGIAS FUNCIONAIS Percebendo o papel de cada colaborador, sua função e suas responsabilidades, relações e interrelações = Definir planos de ação para cada grupo, descrevendo caminhos a serem trilhados para o alcance das metas. Em empresa INOVADORA, não existe mais tomada de decisão TOP DOWN. Hoje todos devem ser chamados a participar para aprenderem, se capacitarem e assim se constituir autônomos em suas proprias decisões Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento06/08/2011 patriciasafreire@terra.com.br 18
  19. 19. Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 19
  20. 20. mapear forças Compartilhamento internas de idéias Encontrar INOVAÇÃO oportunidades Planejamento estratégico aprendizagem Processos sistemático e contínuo 06/08/2011 20Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  21. 21. INOVAÇÃO06/08/2011 21
  22. 22. Retroalimentação OBJETIVO ESTRATÉGICO MAPEAMENTO O que bloqueia a INOVAÇÃO em sua EMPRESA? META 4 PLANO DE AÇÕES META 3 O que tem que ser feito para eliminar esses bloqueios? META 2 META 1 06/08/2011 22 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  23. 23. START UP! GESTÃO DA INOVAÇÃO fazer acontecerPatricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 23
  24. 24. Condicionantes INTERNOS para INOVAÇÃO Pessoas tecnologiaestrutura custo Inovação Qualidade processos 06/08/2011 24 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  25. 25. O QUE VAI TELEVAR DE UMLUGAR AOOUTRO? transição desejo Situação Futura Evolução de Vendas Situação Atual mapeamento 06/08/2011 25 Histórico Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  26. 26. Pontos Fracos Fraquezas, capazes de minar, substancialmente e por longo tempo, seu potencial para INOVAÇÃO Seja em marketing, produto, processo, organizacional 06/08/2011 26Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  27. 27.  Riscos percebidos como excessivos; Custo muito elevado; Carência de financiamento interno; Carência de financiamento fora da empresa; Capital de risco; Fontes públicas de financiamento 06/08/2011 27 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  28. 28.  Potencial inovador insuficiente (P&D, design...) Carência de pessoal qualificado ◦ Na empresa ◦ No mercado Carência de Informações sobre ◦ tecnologia ◦ Mercado Deficiência na disponibilização dos serviços externos Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 28
  29. 29.  Dificuldades de encontrar parceiros para cooperação em: ◦ Desenvolvimento de produto e processo ◦ Marketing  Inflexibilidade Organizacionais ◦ Atitude dos colaboradores em relação às mudanças ◦ Atitude dos gerentes em relação às mudanças ◦ Estrutura gerencial – hierarquização ◦ Incapacidade de redirecionamento dos funcionários para atividades de inovação em virtude dos requisitos de produçãoPatricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 29
  30. 30.  Demanda incerta  Mercado potencial já dominado  Carência de infra estrutura  Fragilidade dos direitos de propriedade  Legislação, regulação, padrões, tributaçãoPatricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 30
  31. 31. Pontos Fortes Condições internas, FORÇAS capazes de incrementar substancialmente, seu potencial de capacitação ou desempenho.Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 31
  32. 32. Parcerias Oportuniza o enriquecimento dos pontos fortes; Desativa ou elimina total/parcialmente os pontos fracos; Contribui em grau relevante e por longo tempo, para a realização da missão e objetivos com uma maior amplitude e melhor desempenho. 06/08/2011 32Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  33. 33. Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 33
  34. 34.  Vamos agora cruzar todas essas informações levantadas para que tomadas de decisão sejam possíveis. ◦ O que precisamos para implantar essas ideias? ◦ Vale a pena? ◦ Como fazer para realmente a ideia vire negócio ? 06/08/2011 34Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  35. 35. OPORTUNIDADES AMEAÇAS ALAVANCAS: DEFESAS: Quando uma oportunidade do Quando existe uma ameaça ambiente encontra um conjunto à vista mas a empresa FORÇAS de Ptos Fortes na possuiu Ptos Fortes que empresa,podendo ajudá-la a possasm combatê-la ou tirar o máximo proveito da amenizá-la.Momento de se situação> ATACAR! Defender. RESTRIÇÕES: PROBLEMAS: Quando uma oportunidade não Quando uma ameaça do FRAQUEZAS pode ser aproveitada pela empresa devido seus pontos ambiente torna a empresa ainda mais vulnerável, fracos. Estudar as condições de devido aos seus pontos desenvolver estas cmpetências. fracos. VULNERABILIDADE.Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 35
  36. 36. Gestão Integrada da Inovação Eliza Coral, André Ogliari e Aline França de Abreu Editora Atlas UM EXEMPLO DE METODOLOGIA PARA INOVAÇÃO 06/08/2011 36Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  37. 37.  Sistematizar o desenvolvimento de novos produtos e processos, permitindo que a empresa ◦ Identifique novas oportunidades ◦ Priorize seus projetos ◦ Com otimização de tempo e custo 06/08/2011 37 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  38. 38.  Implementar o NUGIN envolvendo a integração de processos de organização para a inovação, planejamento estratégico, desenvolvimento de produto e inteligência competitiva. DIFERENCIAL A forma de estruturar o conhecimento necessário para a inovação e pelo enfoque dado ao processo, estabelecendo um modelo. O QUE FAZER e COMO FAZER para INOVAR 06/08/2011 38Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  39. 39. INTEGRAÇÃO ESTRATÉGICO VISÃOSISTEMICA TÁTICO OPERACIONAL RELACIONAMENTO Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br 06/08/2011 39
  40. 40.  Inovação deve ser um processo sistemático e contínuo Adaptabilidade a empresas de pequeno e médio porte Valorização do aprendizado Valorização do capital intelectual Visão sistêmica Valorização da comunicação e relacionamentos Inovação é um elemento fundamental para a competitividade 06/08/2011 40 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  41. 41.  Motivação para inovação Cenário atual da empresa Estrutura organizacional Recursos Humanos e Relações Humanas Projetos Atuais 06/08/2011 41 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br
  42. 42. O desempenho estratégico ... está muito maiscalcado na harmonia integrada das suas áreasfuncionais e do conjunto de atividades chaves, doque na eficiência isolada das mesmas. 06/08/2011 42 Patricia de Sá Freire, Msc Engenharia e Gestão do Conhecimento patriciasafreire@terra.com.br

×