Conceitos essenciais de bases de dados

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  • 1. Conceitos essenciais de bases de dados Trabalho realizado por: Patrícia Morais T3E
  • 2. Índice  Noção de bases de dados;  SGBD;  Características do Modelo Relacional;  Definição de entidade/tabela;  Definição de campo/atributo;  Definição de registo;  Definição de Chave primária;  Definição de chave estrangeira/externa
  • 3. Noção de bases de dados  Uma base de dados é uma ferramenta concebida para a recolha e organização de informações. As bases de dados armazenam informações sobre pessoas, produtos, encomendas, etc. Muitas bases de dados começam por ser uma lista num programa de processamento de texto ou folha de cálculo. À medida que a lista vai crescendo, as redundâncias e inconsistências começam a aparecer nos dados. Os dados tornam-se difíceis de compreender na forma de lista e os meios para procurar ou retirar subconjuntos de dados para revisão são limitados. Assim que estes problemas começam a surgir, convém transferir os dados para uma base de dados criada por um DBMS (data base management system), como o Office Access 2007.
  • 4. Bases de dados
  • 5. SGBD  Sistemas de gestão de bases de dados são conjuntos integrados de programas que permitem criar e manipular bases de dados, nas quais os dados são estruturados com independência relativamente aos programas de aplicação que os manipulam. Significa que é possível alterar a estrutura dos dados de uma base de dados quer ao nível físico (ficheiros), quer ao nível conceptual (tabelas, campos e relações), sem que isso implique a necessidade de reformular as respectivas aplicações que operam com os dados.  Exemplos: ACCESS; ORACLE; INFORMIX
  • 6. Características do Modelo Relacional  O modelo relacional para gerência de bases de dados (SGBD) é um modelo de dados baseado em lógica e na teoria de conjuntos.  Em definição simplificada, o modelo baseia-se em dois conceitos: conceito de entidade e relação - Uma entidade é um elemento caracterizado pelos dados que são recolhidos na sua identificação vulgarmente designado por tabela. Na construção da tabela identificam-se os dados da entidade. A atribuição de valores a uma entidade constrói um registro da tabela. A relação determina o modo como cada registro de cada tabela se associa a registros de outras tabelas.  Historicamente ele é o sucessor do modelo hierárquico e do modelo em rede. Estas arquiteturas antigas são até hoje utilizadas em alguns data centers com alto volume de dados, onde a migração é inviabilizada pelo custo que ela demandaria; existem ainda os novos modelos baseados em orientação ao objeto, que na maior parte das vezes são encontrados como kits em linguagem formal.
  • 7. Tipos de relações do Modelo Relacional  Modelos conceituais  Modelos lógicos  Modelos físicos
  • 8. Modelos Conceituais  Representação com alto nível de abstração. − Modela de forma mais natural os fatos do mundo real, suas propriedades e seus relacionamentos. − Independente de BD. − Preocupação com a semântica da aplicação. − Exemplo: modelo entidade-relacionamento.
  • 9. Modelos conceituais
  • 10. Modelos lógicos  Representam os dados em alguma estrutura (lógica) de armazenamento de dados. − Também chamados de modelos de BD − Dependente de BD − Exemplos: • Modelo relacional (tabelas) • Modelos hierárquico e XML (árvore) • Modelo orientado a objetos (classes – objetos complexos)
  • 11. Modelos lógicos
  • 12. Modelos de BD (lógicos)  Suporte a métodos de acesso. −Especificação dos conceitos do modelo (DDL) • Dados, seus domínios, relacionamentos e restrições. −Manipulação de conceitos modelados (DML)
  • 13. Esquema (lógico) de BD  Resultado da especificação dos dados de um domínio de aplicação em um modelo de BD.
  • 14. Entidade/Tabela  Uma entidade possui atributos. Os atributos são as características, e não devem conter um grupo de informações. Não existem entidades com menos de 2 atributos, logo, cada entidade, é em si, um grupo de atributos.  Cada Entidade é uma tabela, e cada Atributo é cada uma das colunas dessas tabelas.
  • 15. Campo/Atributo  Atributos são entidades que caracterizam as entidades.  Domínio de um atributo – conjunto de todos os valores que esse atributo pode  assumir
  • 16. Registo  Conjunto de itens e grupamento de dados identificado por um nome e que serve de intercâmbio entre a base de dados e os ficheiros.
  • 17. Chave primária  Ao Definirmos um Campo como sendo uma Chave Primária, estamos informando ao Microsoft Access que não podem existir dois registros com o mesmo valor no campo que é a Chave Primária, ou seja, os valores no campo Chave Primária precisam ser únicos. Por exemplo, se defino um campo "Número da Identidade", da tabela Clientes, como sendo um campo do tipo Chave Primária, estou dizendo ao Microsoft Access que não podem existir dois clientes com o mesmo valor no campo "Número da Identidade". Na prática estou garantindo que não possam ser cadastrados dois clientes com o mesmo Número de Identidade.
  • 18. Chave estrangeira/externa  O conceito de Chave estrangeira ou Chave secundária em uso de banco de dados se refere ao tipo de relacionamento entre as tabelas de dados do banco de dados. Uma chave estrangeira é chamada quando há o relacionamento entre duas tabelas. Sempre em chave estrangeira vai haver relacionamentos entre tabelas, por exemplo, se uma tabela que tem uma chave primária de outra tabela.
  • 19. Bibliografia  http://docentes.esa.ipcb.pt/tmlc/PGSIG-BD.pdf  http://ruisalema.tripod.com/sgbd.html  http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5613/3- modeloRelacional.pdf  http://wbruno.com.br/2011/03/29/afinal-o-que- e-entidade/  http://labesna.com.sapo.pt/Access/Introd_Base_ Dados.pdf  http://www.juliobattisti.com.br/accbasico/modul o1/licao3.htm  http://pt.wikipedia.org/wiki/Chave_estrangeira