Peixes e anfíbios(1)

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Peixes e anfíbios(1)

  1. 1. Peixes e anfíbios
  2. 2. Peixes <ul><li>Os peixes são animais vertebrados, aquáticos, tipicamente ectodérmicos, que possuem o corpo fusiforme, os membros transformados em barbatanas (ausentes em grupos mais basais) sustentadas por raios ósseos ou cartilaginosos, as guelras ou brânquias com que respiram o oxigênio dissolvido na água (embora os dipnóicos usem pulmões) e, na sua maior parte, o corpo coberto de escamas. </li></ul>
  3. 3. Classificação ecológica <ul><li>Uma forma de classificar os peixes é segundo o seu comportamento relativamente à região das águas onde vivem; este comportamento determina o papel de cada grupo no ambiente aquático: </li></ul><ul><li>pelágicos  (do latim  pélagos , que significa o &quot;mar aberto&quot;) – os peixes que vivem geralmente em cardumes, nadando livremente na coluna de água; fazem parte deste grupo as sardinhas, as anchovas, os atuns e muitos tubarões. </li></ul><ul><li>demersais  – os que vivem a maior parte do tempo em associação com o substrato, quer em fundos arenosos como os linguados, ou em fundos rochosos, como as  garoupas . Muitas espécies demersais têm hábitos territoriais e defendem o seu território ativamente – um exemplo são as moréias, que se comportam como verdadeiras serpentes aquáticas, atacando qualquer animal que se aproxime do seu esconderijo. </li></ul><ul><li>bati pelágicos  – os peixes que nadam livremente em águas de grandes profundidades. </li></ul><ul><li>mesopelágicos  – espécies que fazem grandes migrações verticais diárias, aproximando-se da superfície à noite e vivendo em águas profundas durante o dia. Exemplo deste grupo são os peixes-lanterna. </li></ul>
  4. 4. Reprodução <ul><li>A maioria dos peixes é dióica, ovípara, fertiliza os óvulos externamente e não desenvolve cuidados parentais. Nas espécies que vivem em cardumes, as fêmeas desovam nas próprias águas onde os cardumes vivem e, ao mesmo tempo, os machos libertam o esperma na água, promovendo a fertilização. Em alguns peixes pelágicos, os ovos flutuam livremente na água – e podem ser comidos por outros organismos, quer planctônicos, quer nicotínicos; por essa razão, nessas espécies é normal cada fêmea libertar um enorme número de óvulos. Noutras espécies, os ovos afundam e o seu desenvolvimento realiza-se junto ao fundo – nestes casos, os óvulos podem não ser tão numerosos, uma vez que são menos vulneráveis aos predadores. </li></ul>
  5. 5. Anatomia dos peixes <ul><li>A -  Nadadeira dorsal;  B -  Raios da nadadeira;  C -  Linha Lateral;  D -  Rim;  E -  Bexiga;  F -  Aparelho de Weber;  G -  Ouvido interno;  H -  Cérebro;  I - Narinas;  L -  Olhos;  M -  Guelra  N -  Coração;  O - Estômago;  P -  Vesícula Biliar;  Q -  Baço;  R -  Órgãos sexuais internos;  S -  Nadadeira ventral;  T - Coluna;  U -  Nadadeira anal;  V -  Nadadeira caudal. </li></ul>
  6. 6. Adaptações evolutivas <ul><li>Nestes animais, adaptados a viverem escondidos em fundos de areia, o corpo sofre metamorfoses durante o seu desenvolvimento larvar, de forma que os dois olhos ficam do mesmo lado do corpo – direito ou esquerdo, de acordo com a família. </li></ul><ul><li>Muitos outros peixes demersais têm o corpo achatado dorsiventral mente para melhor se confundirem com o fundo. Alguns, como os gônios, que são peixes muito pequenos que vivem em estuários, têm inclusivamente as nadadeiras ventrais transformadas num botão adesivo, para evitarem ser arrastados pelas correntes de maré. </li></ul><ul><li>Os Anguilliformes (enguias, congros e moreias) têm o corpo &quot;anguiliforme&quot;, ou seja em forma de serpente, assim como algumas outras ordens de peixes. </li></ul>
  7. 7. Alimentação e digestão <ul><li>Alguns peixes são  herbívoros , alimentando-se principalmente de algas. Outros são  carnívoros , e alimentam-se de outros peixes e de animais diversos, como moluscos e crustáceos. </li></ul><ul><li>Nas zonas abissais - os grandes abismos oceânicos, destituídos de luz -, onde os seres fotossintetizantes não sobrevivem, há muitos peixes  detritívoros , que se alimentam de restos orgânicos oriundos da superfície iluminada, e também peixes carnívoros. </li></ul><ul><li>O sistema digestores dos peixes é constituído de boca, faringe, esôfago, estômago e intestino, além de glândulas anexas, como o fígado e o pâncreas. </li></ul>
  8. 8. Relações Ecológicas Peixes <ul><li>Inquilinismo ou epibiose </li></ul><ul><li>exemplo é o do Fierasfer, um pequeno peixe que vive dentro do corpo do pepino-do-mar (Holoturia). Para alimentar-se, o Fierasfer sai do pepino-do-mar e depois volta. Assim, o peixe encontra proteção no corpo do pepino-do-mar, que não recebe benefício nem sofre desvantagem. </li></ul><ul><li>0/+ </li></ul>
  9. 9. Processo evolutivo <ul><li>São transformações involuntárias em uma espécie, que resultam numa melhor adequação morfológica, fisiológica, etc., para sobreviver numa dada região.  </li></ul>
  10. 10. Peixes abissais <ul><li>As modificações morfológicas dos peixes das profundezas são o resultado, numa perspectiva evolutiva, das pressões seletivas que este meio foi fornecendo ao longo do tempo. O conjunto de todas essas características, como a coloração, a estrutura mandibular, a musculatura, o posicionamento das barbatanas, e os olhos, fornece-nos, para cada espécie, uma expressão morfológica que define e individualiza os diferentes nichos ecológicos.   </li></ul>
  11. 11. Anfíbios <ul><li>Das sete classes de vertebrados reconhecidas pela maioria dos zoólogos, três são aquáticas e três terrestres. Um grupo intermediário, os anfíbios, tem aspectos de vertebrados aquáticos e terrestres. Os animais desta classe (sapos, rãs, salamandras e cobra-cega), passam durante seu desenvolvimento (a maioria) por uma fase larval aquática, e posteriormente, o adulto se adapta à vida terrestre. Por essa razão, foi dado a este grupo o nome de : amphi = dupla; bios = vida. </li></ul>
  12. 12. Morfologia
  13. 13. Sistema reprodutor
  14. 14. Fisiologia Anfíbios <ul><li>Os anfíbios (anfi= duas ; bios= vida) são animais vertebrados, pecilotérmicos que não possuem bolsa amniótica agrupados na classe Amphibia. A característica mais marcante dos seres vivos da classe é o seu ciclo de vida dividido em duas fases: uma aquática e outra terrestre. Estão identificadas cerca de 3000 espécies vivas de anfíbios. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Características gerais </li></ul><ul><li>Quando jovens, os anfíbios vivem exclusivamente em ambiente aquático dulcícola, e sua estrutura corpórea é semelhante a de um alevino, realizando respiração branquial. A fase jovem é determinada do nascimento até a metamorfose do anfíbio, que lhe permitirá sair do ambiente aquático e fazer parte do ambiente terrestre. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Já adultos, a dependência da água dos anfíbios jovens é superada, e após a metamorfose estes animais podem deixar a água e viver em habitat terrestre, desde que seja úmido, visto que o anfíbio não possui estruturas que evitem eficientemente a sua desidratação. Apesar de pulmonados, a classe apresenta seres com uma superfície alveolar muito pequena, incapaz de supir toda a demanda gasosa do animal. Portanto, como complemento à respiração pulmonar, os anfíbios realizam a respiração cutânea (trocas de gases através da pele), e para tanto possuem a pele mucosa, sempre umedecia </li></ul>
  17. 17. Relações Ecológicas Anfíbios <ul><li>Competição </li></ul><ul><li>sapos competem entre si usando o coaxar e algumas exibindo o peito colorido e inflado </li></ul><ul><li>-/- </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Predatismo </li></ul><ul><li>Predatismo ou predação é uma relação desarmônica em que um ser vivo, o predador captura e mata um outro ser vivo, a presa, com o fim de se alimentar com a carne dele. Geralmente é uma relação interespecífica ou seja uma relação que ocorre entre espécies diferentes. </li></ul><ul><li>-/+ </li></ul>
  19. 19. Adaptações Evolutivas <ul><li>Transição para o meio terrestre </li></ul><ul><li>Os anfíbios foram os primeiros vertebrados a habitar o meio terrestre. Eles evoluíram há cerca de 300 milhões de anos e, em termos evolutivos, situam-se entre os peixes e os répteis. Uma série de mudanças estruturais e fisiológicas no organismo dos anfíbios permitiu que eles realizassem a transição do meio aquático para o meio terrestre. Entre elas, podemos citar o desenvolvimento e a adaptação dos pulmões - para respirar o ar -, </li></ul>
  20. 20. <ul><li>adaptações na epiderme - para permitir a exposição ao ar -, e o desenvolvimento da coluna vertebral e da musculatura - para permitir a sustentação do corpo fora do ambiente aquático. Porém, a conquista do meio terrestre não foi definitiva. Isso porque os anfíbios, mesmo os que habitam ambientes terrestres, dependem do meio aquático ao menos para sua reprodução. </li></ul>
  21. 21. Nomes: <ul><li>Bruna Camargo nº05 8,5 </li></ul><ul><li>Gabriel Assis nº10 6,0 </li></ul><ul><li>Victor Gustavo nº28 8,0 </li></ul><ul><li>Mateus Vinicius n° 21 8,5 </li></ul>

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