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Artigo de Protótipo de Sistema de Gerenciamento de Rotas para Transporte Coletivo
 

Artigo de Protótipo de Sistema de Gerenciamento de Rotas para Transporte Coletivo

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Artigo onde referencia Monografia deste prototipo de Gerenciamento de rotas utilizando api google maps

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    Artigo de Protótipo de Sistema de Gerenciamento de Rotas para Transporte Coletivo Artigo de Protótipo de Sistema de Gerenciamento de Rotas para Transporte Coletivo Document Transcript

    • _______________________________¹ Cursando Ciência da Computação - 9 ª Fase (UNOESC).E-mail: a_panaccione@yahoo.com.brPROTÓTIPO DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ROTAS PARATRANSPORTE COLETIVOAlessandro Marchi Panaccione ¹RESUMOO protótipo de sistema de gerenciamento de rotas para transportes coletivostem como objetivo, o gerenciamento das rotas de forma automatizada,utilizando a API Google Maps para mostrar as rotas, e calcular a distancia entreo ponto inicial e final, assim obtemos cálculos de custos, manutenções paracada rota e o controle de históricos de manutenções dos veículos envolvidos.Através de uma analise para verificar possíveis problemas neste tipo degerenciamento, e a partir desta criar diagramas de casos de uso e seqüência,como resultado a divisão de módulos, e com isso uma visão detalhada de todosistema. A linguagem JAVA juntamente com JSP visa à segurança e odesempenho de todo processo, também é utilizada API de conexão com bancode dados o JDBC para que ofereça uma flexibilidade na conexão do sistemacom outros SGBDs que obtenham a tecnologia ODBC, assim sendo implantadoo banco de dados PostgreSQL, isso para que vários usuários ao mesmo tempoe de qualquer lugar com conexão a internet, possam acessar o sistema.Palavras - chaves: JSP, API Google Maps, Rotas, PostgreSQL, DiagramasABSTRACTThe prototype of the managing system of collective transportation routes has asobjective, the managing of the routes in an automatized way, using API GoogleMaps to show the routes, and calculate the distance between the initial positionup to the final one, this way we get calculations of costs, maintenance for each
    • route and the control of the maintenance’s historic of the involved vehicles.Through an analysis to check the possible problems in this kind of managing,and from this to create diagrams of cases of usage and sequence, as resultedthe modules’ division, and with this a detailed view of the whole system. JAVAlanguage, together with JSP, aims the security and the performance of thewhole process, API connection with data bank is also used to offer flexibility ofthe system’s connection with other SGBDs that obtain ODBC technology, beingimpacted the data bank PostgreSQL, with the intuition that several users canaccess the system from anywhere at the same time.Key-words: JSP, API Google Maps, Routes, PostgreSQL , Diagrams.1 INTRODUÇÃOO gerenciamento de rotas para empresa de transportes coletivos,controla de forma automatizada as informações das rotas e veículoscadastrados, através do estudo de casos analisa-se os problemas com ogerenciamento das rotas utilizando os conceitos de UML, para modelar osistema com diagramas de casos e diagramas de classes, a fim de obter maiorvisualização do projeto, e um modo de padronizar as formas de modelagem dosistema.Utilizando para a prototipação do sistema a linguagem JAVA totalmenteOrientada a Objetos, permite a herança e a reutilização de códigos de formadinâmica e estática, onde proporciona uma maior flexibilidade quanto asbibliotecas que podem ser usadas, a principal biblioteca utilizada neste projetoé a Application Programming Interface (API) Google Maps, para ademonstração das rotas e os cálculos de pontos iniciais e finais das rotasescolhidas, através do Java Database Connectivity (JDBC), permite o acesso abanco de dados através de uma conexão remota aos SGBDs que possuamdriver Open Data Base Connectivity (ODBC) ou compatível.
    • Banco de dados Postgresql será utilizado para gravação dos dados,tendo suporte ao driver ODBC, sendo um dos melhores Sistemas Gerenciadorde Bancos de Dados (SGBD) disponíveis no mercado, pela capacidade de lidarcom um grande volume de dados.Com o uso dessas tecnologias o protótipo traz uma maior segurança econfiabilidade nas informações apresentadas para o usuário e gravadas nabase de dados.2 DESENVOLVIMENTOA linguagem Java nos permite trabalhar com diversos tipos desegmentos assim como o Java Enterprise Edition (JEE) uma plataforma voltadapara o desenvolvimento web, tendo um sistema acessível de qualquer pontocom uma conexão a internet.2.1 JavaLinguagem Java, alem de ser uma linguagem multiplataforma e comlicença gratuita, é muito robusta por ser derivada da linguagem C/C++, comisso muitos programadores migraram de suas linguagens, por ela ter umasintaxe similar as mesmas. (DEITEL, 2005).A Linguagem também pode ser embutida em códigos HTML ondeatravés dessas chamadas pode executar um programa que esta em umservidor onde que no momento de sua execução é transferido para a máquinado usuário, isso também pode ser chamado de um applet.Existem dentro da linguagem vários conjuntos de classes de diversasfuncionalidades onde ajuda e auxilia o programador no tempo dedesenvolvimento, alguns exemplos são as classes de conexão com banco dedados, rede e dentre outras.
    • 2.1.1 Biblitotecas JavaA plataforma Java como não é dependente de qualquer sistemaoperacional, as suas aplicações não podem depender das bibliotecasdisponibilizadas nesses sistemas, então assim elas possuem um grandeconjunto de bibliotecas de classes, que ali se encontra praticamente o mesmonumero de funções encontradas na maioria dos sistemas operacionais.Desta forma, de acordo com Deitel e Deitel (2005,p.7)Utilizar classes e métodos da API do Java em vez de escrever suaspróprias versões pode melhorar o desempenho de programas, porqueeles são cuidadosamente escritos para executar de modo eficiente.Essa técnica também diminui o tempo de desenvolvimento dosprogramas.As Bibliotecas Java que são conhecidas também como API do Java ouJava API, disponibiliza ao programador um conjunto de funções para realizartarefas conforme a necessidade encontrada, como manipulação de String,manipulação de interface, integração com outras aplicações.Elas são principalmente disponibilizadas por fornecedores decompilador, e também por fornecedores de softwares independentes.2.1.2 Java 2 Enterprise EditionJava 2 Enterprise Edition ( J2EE), atualmente Java Enterprise Edition 5(JEE 5), iniciou –se da observação da Sun Microsystems, que viu um grandeavanço da tecnologia Java/RMI, assim cada vez maior o investimento nasaplicações distribuídas como acesso a banco de dados, aplicações web,execução de processos transacionais, dentre outros muitos (TEMPLE, 2004)As tecnologias como JEE tem como objetivo oferecer padrões para osuporte a desenvolvimentos empresariais para realização de negócios por meiode tecnologias da internet. Uma aplicação em JEE pode ter três ou quatro
    • camadas como a camada do cliente( Browser), camada Web (servlets,servidores, outros) e camada de dados (Banco de dados), e ainda em algumasaplicações a camada comercial ( Cobrança Bancaria, Consulta SPC, outros).2.1.3 JavaServer Pages ( JSP )O JSP baseia-se na tecnologia Java Servlet, foi criada para que odesenvolvimento de aplicações dinâmicas Java web seja efetuada com maiorrapidez e simplicidade. (FURGERI, 2008)Afirmam Hall e Brown (2005, p.8) que:Existe uma quantidade razoável de boas tecnologias lá fora. Mas seos fornecedores não podem suportá-las e os desenvolvedores nãosabem como usá-las, para que servem? A tecnologia servlet e JSP ésuportada por servidores Apache, Oracle, IBM, Sysbase, BEA,Macromedia, Caucho, Sun/iPlanet, New Atlanta, ATG, Fujitsu, Lutris,Silverstream, o World Wide Web Consortium (W3C), e muitas outras.Podendo assim somente alterar o código Java ou o HTML sem anecessidade da alteração de toda aplicação, por o JSP tem o recurso darecopilação automática, onde as alterações já aparecem automaticamente naaplicação para o usuário.2.2 PostgreSQLSegundo (Postgresql Global Development Group, 2010), é um SGBDutilizado para armazenar informações de soluções de informática em todas asáreas de negócios existentes, bem como administrar o acesso a estasinformações, ficando assim encarregados de armazenar os dados e gerenciar oacesso de cada informação de acorde com regras previamente definidas, com
    • suporte a operações Atomacidade, Consistência, Isolamento e Durabilidade(ACID) juntamente com a Integridade de entidade onde as tabelas sãocompostas por chaves que traz consigo a integridade para que não hajainformações não referenciadas em sua base de dados.2.3 JAVA DATABASE CONNECTIVITY (JDBC)JDBC (Java Database Connectivity) é uma API (Application ProgramInterface) para acesso a SGBD (Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados)relacionais por meio de comandos SQL (Structured Query Language), assimnão havendo a necessidade de sua aplicação ser voltada somente a um Bancode Dados, mas sim ligado diretamente com a API que atrás de drivers deconexão, fazem esta comunicação. (FONTES, 2010).Assim podendo comunicar-se na maioria dos Sitemas Operacionais ecom qualquer banco de dados.Fluxograma 1: Conexão API JDBC com driver do SGBDFonte: FONTES (2010).2.4 API GOOGLE MAPSGoogle Maps é aplicativo de serviço e tecnologia oferecido pela Google,fazendo um mapeamento web, com esta API podemos embutir em sites e
    • sistemas web a funcionalidade de verificar ruas, planejar rotas dentre outras(GOOGLE, 2008).Em 2005 a Google lançou esta API permitindo desenvolvedores integrarem seus sistemas e web sites, para realizar a geocodificação assim gerandosentidos de condução. Hoje a API Google Maps já obtêm vários sites esistemas que a utilizam tornando assim a aplicação mais utilizada emdesenvolvimento.2.5 DiagramasSegundo (MELO, 2004) a Unified Modeling Language ( UML ) é asucessora da linguagem de modelagem encontrada nos métodosBooch,OOSE/Jacobson,OMT e outros como Modelos de Entidades eRelacionamentos, e Durante 1996 Rumbaugh, Booch e Jacobson no métodoque passou a chamar de UML e a Object Management Group (OMG) iniciouum esforço para padronização na área de métodos, seus esforços resultaramnas versões 0.9 e 0.91 da UML em junho e outubro de 1996 respectivamente esomente em setembro de 1997 liberaram a versão 1.1 da UML e em dezembroa mesma foi aprovada como padrão pela OMG, com a unificação dos métodoslançou-se dois objetivosAcabou com as diferenças existentes entre os métodos anteriores;Unificaram as perspectivas entre os diferentes tipos de sistemas, fasesde desenvolvimento e conceitos internos.A UML tem como objetivo a padronização de todas as formas demodelagem, assim como uma melhor documentação, especificação e umamelhor visualização de todo o projeto lógico do sistema.Temos entre elas o diagrama de classes onde se define todas asclasses que o sistema necessita e é base para todos os outros diagramascomo de seqüência, dados e comunicação e também para o desenvolvimentodo sistema.
    • Diagrama 1: Diagrama de Classes do Protótipo de sistema de gerenciamento de rotas.Fonte: (O Autor)Este diagrama detalha a estrutura do projeto onde temos as classes queiram servir para a criação do banco de dados e os relacionamentos entre asclasses onde temos a classe rota para o registro das rotas do ponto inicial aoponto final onde é relacionada com o veiculo e o motorista que deve serincluído para esta rota e também o registro dos pontos de passagem da rota,essa modelagem ajuda no desenvolvimento das regras para inclusão, alteraçãode registros.3 CONSIDERAÇÕES FINAISO protótipo do sistema de gerenciamento de rotas vem trazer ao usuáriomaior comodidade a respeito de todo gerenciamento de custos e controle derotas, trazendo maior confiabilidade para as informações, sendo ele prototipadona linguagem JAVA e banco de dados PostgreSQL. O protótipo integrado coma API do Google Maps trazendo os mapas e os cálculos de rotasautomaticamente assim melhorando a usabilidade, onde o usuário nãonecessita a inclusão destes valores evitando erros.
    • Com o protótipo o usuário poderá visualizar melhor sua frota emconjunto com as rotas, assim as informações adicionadas a cada percurso darota trazendo as informações de custos e benefícios mais preciso.Assim automatizando todo gerenciamento de rotas para um maiorcontrole de sua frota e um melhor redirecionamento de seus veículos assimganhando tempo com na execução de cálculos de custo, e a rentabilidade dasrotas da empresa.4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASDEITEL,H.M; DEITEL, P.J. Java como programar. Tradução EdsonFurmankiewvicv. – 6.ed. – São Paulo: Person Education do Brasil,2005. 1152p.FONTES, Roberto. JDBC: Java Database Connectivity. Fluxograma 2. 2010.Disponivel em:<http://www.fontes.pro.br/educacional/materialpaginas/java/arquivos/jdbc/jdbc.php> Acesso em: 12 set. 2010FURGERI, Sérgio. Java 6: Ensino Didático: Desenvolvendo e ImplementandoAplicações. – 2.ed. – São Paulo: Érica,2008. 352 p.GOOGLE. Google Maps Data API. 2008. Disponívelem:<http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/maps/documentation/mapsdata/ >.Acesso em: 12 out. 2010HALL, Marty; BROWN, Larry. Core Servlets e JavaServer Pages. Volume 1:Tecnologia Core. Tradução Cláudio Rodrigues Pistilli. Rio de Janeiro: CiênciaModerna Ltda, 2005. 593 p.MELO, Ana Cristina.Desenvolvendo aplicações com UML 2.0: do conceitualà implementação / Ana Cristina Melo. – 2.ed. – Rio de Janeiro: Brasport, 2004.PostgreSQL Global Development Group. History. Disponívelem:<http://www.postgresql.org/about/history > Acesso em: 10 out. 2010TEMPLE, André et al. JSP, SERVLET e J2EE.Esquema. 2004. Disponivel em:<http://www.inf.ufsc.br/~bosco/downloads/livro-jsp-servlets-j2ee.pdf >. Acessoem: 25 set. 2010