• Share
  • Email
  • Embed
  • Like
  • Save
  • Private Content
HIDROGRAFIA, CICLO DA ÁGUA E USINA DE BELO MONTE
 

HIDROGRAFIA, CICLO DA ÁGUA E USINA DE BELO MONTE

on

  • 1,357 views

UM ARQUIVO BASTANTE DIVERSIFICADO QUE LHE AUXILIARA NA SUA ATIVIDADE EM CLASSE. QUE TRAZ: ...

UM ARQUIVO BASTANTE DIVERSIFICADO QUE LHE AUXILIARA NA SUA ATIVIDADE EM CLASSE. QUE TRAZ:
1. HIDROGRAFIA BRASILEIRA E SEU POTENCIAL;
2. CARACTERISTICAS DESSA HIDROGRAFIA;
3. CONHECER O CICLO DA ÁGUA E POR FIM;
4. BAIXAR O VIDEO SOBRE A USINA DE BELO MONTE, ACESSE O LINK: http://www.youtube.com/watch?v=E4TUY5AJvC4&hd=1 (O VIDEO AJUDA A COMPREENDER MELHOR SOBRE O ASSUNTO).
5. APÓS O VIDEO ATIVIDADES RESOLVIDAS.
GRATO POR TER BAIXADO ESTE VIDEO.

Statistics

Views

Total Views
1,357
Views on SlideShare
1,357
Embed Views
0

Actions

Likes
0
Downloads
20
Comments
0

0 Embeds 0

No embeds

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    HIDROGRAFIA, CICLO DA ÁGUA E USINA DE BELO MONTE HIDROGRAFIA, CICLO DA ÁGUA E USINA DE BELO MONTE Presentation Transcript

    • ESTAMOS PRONTOS? PODEMOS COMEÇAR?
    • HIDROGRAFIA
    • 97% Água Salgada Oceano Pacífico ( 0 maior) Oceano Atlântico ( muito navegado) Oceano Indico 2% Água Dura (Calota + geleira) 3% Água Doce 1% 0,3% - Subterrânea 0,7% - Rios/Lagos Atendia uma população na Éra Cristã de 250 milhões No ano 2007 - o mesmo percentual de água atendeu uma população de 6 bilhões
    • O QUE ENTENDEMOS POR BACIA HIDROGRÁFICA?
    • • BACIA HIDROGRÁFICA - Área drenada por um curso d’água ou por uma série de cursos d’água tal que toda vazão efluente seja descarregada através de uma só saída, ou na porção mais baixa do seu contorno (MENDONÇA,2004).
    • O Brasil possui uma das mais amplas, diversificadas e  extensas redes fluviais de todo o mundo. O maior país  da América Latina conta com a maior reserva  mundial de água doce e tem o maior potencial hídrico  da Terra; cerca de 13% de toda água doce do planeta  encontra-se em seu território.1 A maior parte dos rios brasileiros é de planalto,  apresentando-se encachoeirados e permitindo, assim, o  aproveitamento hidrelétrico. As bacias Amazônica e do  Paraguai ocupam extensões de planícies, mas as  bacias hidrográficas do Paraná e doSão Francisco são  tipicamente de planalto. Merecem destaque as quedasd'água de Urubupungá (no rio Paraná), Iguaçu (no rio Iguaçu), Pirapora, Sobradinho, Itaparica e Paulo  Afonso (no rio São Francisco), onde estão localizadas 
    • Os rios brasileiros apresentam regime de alimentação pluvial, ou seja, são alimentados pelas águas das chuvas. Em decorrência de o clima tropical predominar na maior parte do território, as cheias ocorrem durante o verão, constituindo exceção alguns rios nordestinos, cujas cheias ocorrem entre o outono e o inverno. Os rios do sul não tem vazante acentuada, devido à boa distribuição das chuvas na região, assim como os da bacia Amazônica, também favorecidos pela uniformidade pluviométrica da região. No Brasil, predomina a drenagem exorréica, ou seja, os rios correm em direção ao mar, como o Amazonas, o São Francisco, o Tocantins, o Parnaíba, etc. Pouquíssimos são os casos de drenagem endorréica, em que os rios se dirigem para o interior do país, desaguando em outros rios, como o Negro, o Purus, o Paraná , o Iguaçu, o Tietê, entre outros. Em sua maior parte, os rios brasileiros são perenes, isto é, nunca secam. Mas na região semi-árida do Nordeste há rios que podem desaparecer durante uma parte do ano, na estação seca: são os chamados rios temporários ou intermitentes.
    • Características gerais De maneira geral, podemos caracterizar a hidro-grafia brasileira pelos seguintes aspectos: a) Riqueza em rios e pobreza em formações lacustres (LAGO). b) Todos os rios brasileiros são, direta ou indireta-mente, tributários do Atlântico. c) Muitas desembocaduras dos nossos rios apresen-tam forma de estuário (DO RIO PARA O MAR), como os rios Parnaíba, Acaraú, Piranhas, São Francisco, Doce, Jequitinhonha e Paraíba do Sul. O Rio Amazonas pos-sui foz mista. d) A maior parte dos rios brasileiros é de planalto. O São Francisco e o Paraná são os principais rios de planalto. e) Grande parte dos rios brasileiros apresenta regi-me Tropical Austral, com cheias de verão e va-zante no inverno. f) Três são os divisores de água: Cordilheira dos An-des, Planalto das Guianas e Planalto Brasileiro. g) Predomínio de rios exorréicos e perenes. h) Os rios Amazonas e Paraguai são predominante-mente de planície e largamente utilizados para a navegação.
    • Bacia Amazônica É a maior bacia hidrográfica do mundo e drena cerca de 45,6% das  terras brasileiras, ou seja, 3.904.392,8 km2. Comunica-se com a Bacia  do Orenoco, através do Canal de Cassiquiaré e com a Bacia Platina,  através da região das águas emendadas (Noroeste do Mato Grosso). O Rio Amazonas, com cerca de 6.868 km de exten-são, é o maior rio  do mundo. Nasce ao sul do Peru, no Planalto de La Raya, com o nome  de Vilcanota. Com os nomes de Umbanda, Ucaiali e Maranón,  atravessa quase todo o Peru, desvia-se para leste, penetrando no Brasil  (Tabatinga) com o nome de Solimões. Até a desembo-cadura do Rio  Negro, é chamado de Solimões e, daí até a foz, recebe o nome de  Amazonas. É o rio de maior volume de água do mundo, com uma descarga média  de 100.000 m3 de água por segundo. Em Óbidos, a sua porção mais estreita mede cerca de 1.800 metros. É  mais largo na confluência com o Negro (96 km). No Brasil (3.160 km), é  tipicamente de planície. O Amazonas apresenta regularidade nas suas cheias e um regime  complexo, pelo fato de receber água dos dois hemisférios.
    • Compreendido a evolução da temática:  Hidrografia, o Ciclo da água  e da Bacia Amazônica Vamos entender a questão da Usina de Belo Monte
    • ASSISTIR VIDEO, ACESSE O LINK: http://www.youtube.com/watch?v=E4TUY5AJvC4&hd=1 AGORA ATIVIDADES REFLEXIVAS
    • 01. H9 -(Enem) - A falta de água doce no planeta será, possivel-mente, um dos mais graves problemas deste século. Prevê-se que, nos próximos vinte anos, a quantidade de água doce disponível para cada habitante será drastica-mente reduzida. Por meio de seus diferentes usos e consumos, as atividades humanas interferem no ciclo da água, alterando: a) a quantidade total, mas não a qualidade da água disponível no planeta. b) a qualidade da água e sua quantidade disponível para o consumo das populações. c) a qualidade da água disponível, apenas no subsolo terrestre. d) apenas a disponibilidade de água superficial existente nos rios e lagos. e) o regime de chuvas, mas não a quantidade de água disponível no Planeta.
    • 2.  -  H9 -(Enem) - Considerando  a  riqueza  dos recursos  hídricos brasileiros,  uma  grave  crise  de  água  em  nosso  país  poderia  ser  motivada por: a) reduzida área de solos agricultáveis. b) ausência de reservas de águas subterrâneas. c)  escassez  de  rios  e  de  grandes  bacias  hidrográficas. d)  falta  de  tecnologia  para  retirar  o  sal  da  água  do mar. e) degradação dos mananciais e desperdício no  consumo.
    • (Enem/2010) A  usina  hidrelétrica  de  Belo  Monte  será  construída  no  rio  Xingu,  no  município  de  Vitória  de  Xingu,  no Pará.  A  usina  será  a  terceira  maior  do  mundo  e  a  maior  totalmente  brasileira,  com  capacidade  de  11,2  mil  megawatts.  Os  índios  do  Xingu  tomam  a  paisagem  com  seus  cocares,  arcos  e  flechas.  Em  Altamira, no Pará, agricultores fecharam estradas de uma região  que será inundada pelas águas da usina. BACOCCINA,  D.;  QUEIROZ,G.;BORGES,R.  Fim  do  leilão,  começo  da  confusão. Isto éDinheiro. Ano 13, nº 665, 28 abr. 2010 (adaptado). Os impasses, resistências e desafios associados à construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte estão relacionados A)  ao  potencial  hidrelétrico  dos  rios  no  norte  e  nordeste  quando  comparados  às bacias hidrográficas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. B) à necessidade de equilibrar e compatibilizar  o investimento no crescimento  do país com os esforços para a conservação ambiental. C)  à  grande  quantidade  de  recursos  disponíveis  para  as  obras  e  à  escassez  dos recursos direcionados para o pagamento pela desapropriação da terra. D)  ao  direito  histórico  dos  indígenas  à  posse  dessas  terras  e  à  ausência  de  reconhecimento desse direito por parte das empreiteiras. E)  ao  aproveitamento  da  mão  de  obra  especializada  na  região  Norte  e  o  interesse das construtoras na vinda de profissionais do Sudeste do país.
    • Se Chego Se Chego Se Chego Enem pra Bem, no Enem Bem, no Enem Bem, no Enem valer! Pra fazer diferente Botar chapa quente No Enem chego lá E na hidrografia As regiões brasileiras O potencial energético Quero desvendar Se Chego Bem, chego junto Nesse encontro aqui no auditório Praticando em conjunto E um só minuto eu viajo em segundo e o conhecimento Me faz viajar. No Rio Amazonas, O que me impressiona Sua extensão e volume de H2O, O, O Parte 2 Vem viver esse sonho Nos Andes peruanos O nascimento se deu E no percurso, Se estendeu. Sua extensão E seu volume A ecologia agradeceu. No rio amazonas Tudo acontecendo Represando este rio As consequências vão encontrar O potencial energético Das usinas hidrelétricas Investimentos pesados E o apagão pode acontecer. Se Chego Se Chego Se Chego Enem pra Bem, no Enem Bem, no Enem Bem, no Enem valer!
    • BOA TARDE
    • Um assunto que certamente continuará sendo cobrado nos vestibulares é a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que será a terceira maior usina hidrelétrica do mundo, atrás de Três Gargantas, na China, e de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai. Sua localização é Paraguai o Rio Xingu, próximo ao município de Altamira, no norte do Xingu Pará. Quando ficar pronta, em 2015, a Usina de Belo Monte deve gerar 41,6 milhões de megawatts por ano, o ano suficiente para atender ao consumo de 20 milhões de pessoas durante um ano. As cidades de Altamira e Vitória do Xingu terão grandes áreas inundadas, o que pode prejudicar os agricultores locais e a população ribeirinha. Por outro lado, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos. As terras indígenas de Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
    • Usina de Belo Monte A usina hidrelétrica de Belo Monte, é uma central hidrelétrica que está sendo construída no Rio Xingu, no Estado do PARÁ, nas proximidades da cidade de ALTAMIRA. A usina terá duas barragens e dois reservatórios. O primeiro não altera o leito do rio, só alarga suas margens, o que corresponde ao que é o Xingu hoje em período de cheia. O segundo reservatório vai alagar o que hoje é terra firme: pasto e floresta. Um canal ligará os dois reservatórios. Com isso, o curso natural do rio será desviado. Na área onde hoje o Xingu faz uma imensa curva, a chamada Volta Grande, terá a vazão reduzida. reduzida Importância: Uma das grandes vantagens da usina de Belo Monte, de acordo com o governo, é o preço competitivo da energia produzida lá. Além disso, a construção de Belo Monte deve gerar 18 mil empregos diretos e 23 mil indiretos e deve ajudar a suprir a demanda por energia do Brasil nos próximos anos, ao produzir eletricidade para suprir 26 milhões de pessoas com perfil de consumo elevado.
    • Vantagens e desvantagens: 1. Geração de expectativas quanto ao futuro da população local e da região; 2. Geração de expectativas na população indígena; 3. Aumento da população e da ocupação desordenada do solo; 4. Aumento da pressão sobre as terras e áreas indígenas; 5. Aumento das necessidades por mercadorias e serviços, da oferta de trabalho e maior movimentação da economia; 6. Perda de imóveis e benfeitorias com transferência da popula-ção na área rural e perda de atividades produtivas; 7. Perda de imóveis e benfeitorias com transferência da População na área urbana e perda de atividades produtivas; 8. Melhorias dos acessos; 9. Mudanças na paisagem, causadas pela instalação da infra-estrutura de apoio e das obras principais; 10. Perda de vegetação e de ambientes naturais com mudanças na fauna, causada pela instalação da infraestrutura de apoio e obras principais; 11. Aumento do barulho e da poeira com incômodo da população...
    • BACIAS HIDROGRÁFICAS DO BRASIL Principais • Amazônica; Secundárias • Norte-Nordeste • Tocantins Araguaia; • Do Leste • São Francisco; • Sul-Sudeste. • Platina ( formada pelas bacias Paraguaia, Paranáica e Uruguaia).
    • BACIAS HIDROGRÁFICAS DO BRASIL
    • Hidrografia do Brasil O Brasil é dotado de uma vasta e densa rede hidrográfica, sendo que muitos de seus rios destacam-se pela extensão, largura e profundidade. Em decorrência da natureza do relevo, predominam os rios de planalto que apresentam em seu leito rupturas de declive, vales encaixados, entre outras características, que lhes conferem um alto potencial para a geração de energia elétrica. Quanto à navegabilidade, esses rios, dado o seu perfil não regularizado, ficam um tanto prejudicados.
    • A Hidrografia do Brasil envolve o conjunto de recursos hídricos do território brasileiro, as bacias hidrográficas, Oceano Atlântico, os rios, lagos, lagoas,arquipélagos, golfos, baías, cataratas, usinas hidrelétricas, barragens,
    • Rico em rios Pobre em Lagos Rios Perenes De domínio planáltico Bom potencial hidrelétrico Foz tipo Estuário Drenagem Exorréica Alimentação Pluvial
    • 1. Rio Amazonas 2. Rio Solimões 3.Rio Negro 4. Rio Xingu 5. Rio Tapajós 6. Rio Jurema 7. Rio Madeira 8. Rio Purus 9. Rio Branco 10. Rio Juruá 11. Rio Trombetas 12. Rio Uatumã 13. Rio Mamoré É a maior bacia hidrográfica do planeta, com cerca de 7.000.000 km2, dos quais aproximadamente 4.000.000 km2 (45,6%) estão situados em território brasileiro, e o restante distribuído por oito países sul-americanos: Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador, Bolívia. Tem a sua vertente delimitada pelos divisores de água da cordilheira dos Andes, pelo Planalto das Guianas e pelo Planalto Central
    • Seu principal rio nasce no Peru, com o nome de Vilcanota, e depois recebe as denominações de Ucaiali, Urubamba e Marañon. Ao entrar no Brasil, passa a se chamar Solimões, até o encontro com o Rio Negro, passando a ser chamado a partir daí de Rio Amazonas. É o rio mais extenso do planeta, com 6.868 km de comprimento, e de maior volume de água, com drenagem superior a 5,8 milhões de km2. Sua largura média é de 5 km, chegando a mais de 50 km em alguns trechos. Possui cerca de 7 mil afluentes. Possui ainda, grande número de cursos de águas menores e canais fluviais criados pelos processos de cheia e vazante. A maioria de seus afluentes nasce nos escudos dos Planaltos das Guianas e Brasileiro na Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia. Possui o maior potencial hidrelétrico do país, mas a baixa declividade do seu terreno dificulta a instalação de Usinas Hidrelétricas. Na época das cheias, ocorre o fenômeno conhecido como "Pororoca", provocado pelo encontro de suas águas com o mar. Enormes ondas se formam, invadindo o continente.
    •   A Bacia Amazônica abrange os estados do  Amazonas, Pará, Amapá, Acre, Roraima,  Rondônia e Mato Grosso.      O Rio Amazonas é atravessado pela linha do  Equador, portanto possui afluentes nos dois  hemisférios. Os principais afluentes da margem  esquerda são o Japurá, o Negro e o Trombetas e  da margem direita o Juruá, o Purus, o Madeira, o  Xingu e o Tapajós
    • RIO AMAZÔNAS
    • CARACTERÍSTICAS DO RIO AMAZÔNAS. • Maior rio do mundo; • Rio perene • Possui regime misto ( pluvial e nival); • Possui foz mista ( em Delta e em Estuário ).
    • PRINCIPAIS AFLUENTES DO RIO AMAZÔNAS. • Margem esquerda Margem direita • Xingú; •Trombetas; • Madeira; • •Negro; Tapajós •Jupurá
    • PRINCIPAIS HIDROELÉTRICAS • Balbina – rio Uatumã (AM); • Samuel – rio Jameri (RO); • Curuá-Uma – rio Curuá-Uma (PA).
    • USINA DE BALBINA
    • Bacia do Tocantins-Araguaia       Seus principais rios são 1. Rio Araguaia 2. Rio Tocantins  É a maior bacia localizada inteiramente em território brasileiro  Seu rio principal, o Tocantins nasce na confluência dos rios Maranhão e Paraná, em  Goiás, percorrendo 2.640 km até desembocar na foz do Amazonas.      O rio Araguaia nasce na serra das Araras, no Mato Grosso, na fronteira  com Goiás. Tem cerca de 2.600 km de extensão. Desemboca no rio Tocantins  em São João do Araguaia, logo antes de Marabá 
    • Em seu curso inferior situa-se a Hidrelétrica de Tucuruí, a segunda maior do  país, que abastece os projetos de mineração da Serra do Carajás e da  Albrás.  A confluência dos rios Tocantins e Araguaia é conhecida como Bico do Papagaio Onde ocorrem muitos conflitos fundiários. No rio Araguaia , localiza-se uma das maiores ilhas fluviais do mundo – a ilha do Bananal.
    • Bacia do São Francisco     Divide-se em quatro regiões: Alto São Francisco, das nascentes até  Pirapora-MG; Médio São Francisco, entre Pirapora e Remanso – BA; Submédio  São Francisco, de Remanso até a Cachoeira de Paulo Afonso, e, Baixo São  Francisco, de Paulo Afonso até a foz no oceano Atlântico  É navegável entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA), na divisa com Pernambuco, Também no seu baixo curso, próximo à sua foz. O seu rio principal banha os Estados de Minas, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe . Bom potencial hidrelétrico ( Usinas de Tres Marias, Sobradinho e Paulo Afonso)
    • A bacia do São Francisco encontra-se no estados da Bahia, Minas Gerais,  Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Goiás e no Distrito Federal. Situa-se quase  inteiramente em áreas de planalto.  Cumpre as quatro funções básicas de uma Bacia Transporte  Pesca Energia Irrigação
    • Bacia Platina  É constituída pelas sub-bacias dos rios  Paraná, Paraguai e Uruguai. Seus principais  rios são:  1. Rio Uruguai 2. Rio Paraguai 3. Rio Iguaçu 4. Rio Paraná 5. Rio Tietê 6. Rio Paranapanema 7. Rio Grande 8. Rio Parnaíba 9. Rio Taquari 10. Rio Sepotuba  É a segunda maior bacia hidrográfica do planeta, com 1.397.905 km2. Se estende  por Brasil, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Argentina. Possui cerca de 60,9% das  hidrelétricas em operação ou construção do Brasil 
    • BACIA PLATINA É formada pelas Bacias do Paraná, do Paraguai e do Uruguai.
    • BACIA DO PARANÁ • Formada pela junção dos rios Grande e Paranaíba. • É aproveitada tanto para a navegação quanto para a produção de energia hidroelétrica. • Principais eclusas – Jupiá e Três Irmãos. • Destaque para a hidrovia – Tietê-Paraná.
    • HIDROVIA TIETÊ-PARANÁ. • Integração dos estados MG, SP, MS, PR, SC e GO; • Liga a região de Anhebi ( Sorocaba SP), até Foz do Iguaçu. • Possibilita maior integração do Brasil com os países do Mercosul.
    • PRINCIPAIS USINAS HIDROELÉTRICAS • Itaipú • Porto Primavera • Marimbondo • Furnas
    • ECLUSAS
    • A bacia do Paraná possui localização geográfica privilegiada, situada na parte central do Planalto Meridional brasileiro. O rio Paraná possui cerca de 4.900 km de extensão e é o segundo em extensão na América. É formado pela junção dos rios Grande e Parnaíba. Apresenta o maior aproveitamento hidrelétrico do Brasil, abrigando a Usina de Itaipu, entre outras. Os afluentes do Paraná, como o Tietê e o Paranapanema, também apresentam grande potencial hidrelétrico. Sua navegabilidade e a de seus afluentes vem sendo aumentada pela construção da hidrovia Tietê-Paraná.
    • A bacia do Paraguai é típica de planície e sua área é de 345.000 km2. Atravessa a Planície do Pantanal e é muito utilizada na navegação. O rio Paraguai possui cerca de 2.550 km de extensão ao longo dos territórios brasileiro e paraguaio. Tem sua origem na serra de Araporé, a 100 km de Cuiabá (MT). Seus principais afluentes são os rios Miranda, Taquari, Apa e São Lourenço. Antes de se juntar ao rio Paraná para formarem o rio da Prata, o rio Paraguai banha o Paraguai e a Argentina. O rio Paraguai drena áreas de importância, como o Pantanal mato-grossense.
    • A hidrovia serve para o transporte de cargas, pessoas e veículos, tornando-se uma importante ligação com os países do Mercosul. São 2.400 km de percurso navegável ligando as localidades de Anhembi e Foz do Iguaçu. Em função de suas diversas quedas, o rio Paraná possui navegação de porte até a cidade argentina de Rosário.
    • O rio Uruguai forma-se pela junção dos rios Canoas e Pelotas, na divisa entre os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Seus formadores têm suas nascentes na Serra Geral em cotas aproximadas de 1.800m e apresenta uma direção geral lesteoeste, até receber, pela margem direita, o rio Peperi-Guaçu, quando começa a infletir para sudoeste, servindo de fronteira entre o Brasil e Argentina, até receber o rio Quaraí, afluente da margem esquerda que atua como fronteira entre o Brasil e o Uruguai. A partir da desembocadura do Quaraí, o Uruguai segue para o sul até a localidade de Nueva Palmira, onde lança suas águas no rio da Prata. Seu percurso total é de 1.770Km da junção de seus formadores até a foz do Quaraí perfaz 1.262Km. Os restantes 508Km correm entre terras uruguaias e argentinas. Seu desnível total é de (24cm/km). Usinas de destaque: Machadinho – rio Pelotas Itá (rio Uruguai) Campos Novos ( rio Canoas)
    • O rio Uruguai pode ser considerado, fisicamente: Superior - Da junção dos rios Pelotas e Canoas, até a foz do Piratini, com uma extensão de 816Km e um desnível de 43cm/km. Médio - Da foz do Piratini à cidade de Salto, no Uruguai, com uma extensão de 606Km e um desnível de 9cm/km. Inferior - Da cidade de Salto à Nueva Palmira, um percurso de 348Km com desnível de 3cm/km. A navegação do rio Uruguai só apresenta expressão econômica em seu trecho inferior, onde o rio é percorrido por navios de cabotagem, da foz a Concepción, na Argentina. Acima desse local, a navegação é mais difícil, podendo ser feita por pequenas embarcações até a cidade de Salto, no Uruguai. Acima de Salto a navegação é dificultada pela existência de rápidos e corredeiras, agravando-se a situação em direção a montante. Têm-se efetuado a navegação, por embarcações de pequeno porte, nos 210Km entre São Borja e Uruguaiana.
    • O Brasil possui ao longo de seu litoral três conjuntos de bacias secundárias denominadas bacias do Atlântico Sul, divididas em três trechos: Norte-Nordeste, Leste e Sudeste. Estes trechos não possuem ligação entre si, foram agrupados por possuírem rios que correm próximo ao litoral e deságuam no Oceano Atlântico. 1. Oiapoque 2. Gurupi 3. Parnaíba 4. Jequitinhonha 5. Doce
    • FOZ DO RIO PARNAÍBA
    • DELTA DO PARAÍBA DO SUL
    • As formações lacustres no Brasil, são pouco expressivas, cujas origens estão Relacionadas as barragens fluviais e fluviomaritimas (restingas) Lagoa Mirim é uma lagoa localizada no estado do Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, na fronteira com a República Oriental do Uruguai. É a segunda maior lagoa do Brasil (menor apenas que a Lagoa dos Patos). Também pode ser considerada a maior lagoa, visto que os geólogos consideram a Lagoa dos Patos como laguna.
    • A Gruta do Lago Azul, uma das mais famosas atrações turísticas da região de Bonito
    • Lagoa dos Patos
    • Tem inicio na foz do rio Oiapoque (Amapá) e percorre mais de 9 mil km Até a foz do Arroio Chui (RS) Poucas baías Dificuldades para integrar o mar com os rios É o maior litoral voltado para o Atlântico Boa salinidade Presença de correntes quentes e frias Pouco recortado
    • 1- Manguezais e Restingas 2- Salinas 3- Dunas e Barreiras 4- Restingas / Mata Atlântica/Recifes 5- Costões e Falésias (petróleo) 6- Lagunas e lagos e imensos cordões de praia Tem inicio na foz do rio Oiapoque (Amapá) e percorre mais de 9 mil km Até a foz do Arroio Chui (RS)
    • LAGOS E O AQUÍFERO DO GUARANI • Não são comuns no Brasil • Destaque para a Laguna dos Patos, RS, a maior do Brasil com 10 mil km². • Aquífero do Guarani: maior reserva de água subterrânea da América do Sul; • Área de 1,2 milhão de km²; • Abrange BRA (840.800 km²), PAR, URU e ARG. • A sedimentação de areia eólica e preenchimento com água determinou uma reserva de 48.000 km³, suficiente para fornecer água para a população brasileira por 3.500 anos.