Historia da filosofia medieval

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Historia da filosofia medieval

  1. 1. HISTÓRIA DA FILOSOFIA . FILOSOFIA MEDIEVAL . A FILOSOFIA ÁREBE E JUDÍA PRAF. Pe. AMADEU MATIAS POR: OSVALDO SANTOS
  2. 3. <ul><li>Durante a Idade Média, o pensamento árabe e judeu filosófico tinha tanta influência no pensamento cristão, que foi uma mudança de orientação. O surgimento da filosofia árabe e judaica foi o resultado do contacto com o pensamento do mundo grego. A filosofia influenciou o científico, teológico, jurídico, etc, uma vez que em todas essas áreas foram usadas corretamente métodos filosóficos. Sua orientação era racionalista e caráter religioso, já que seu objetivo era conciliar a filosofia com a teologia. Esses pensadores acreditavam que a tarefa da filosofia era ajudar a entender e mostrar a Deus disponibilizando a revelação de que aparece nos livros sagrados </li></ul>
  3. 4. <ul><li> A força do império político entre os árabes despertou a ambição da ciência não se contentam em enviar, queria ver. O cultivo da poesia e da arte se juntou ao estudo da filosofia, concentrando-se mais particularmente a de Aristóteles, cujas obras havia traduzido, mas nem sempre com fidelidade. </li></ul><ul><li>Alkendi, Al-Farabi, Avicena, Ghazali, Abubekre, Averróis e outros, indica a alta estima e que tinha entre a filosofia árabe. Embora os cristãos estivessem quase sempre em guerra com os muçulmanos, não faltando em momentos de trégua, que estabeleceu relações entre os dois povos, que também vivem em um mesmo país, era inevitável que as idéias de cada um fosse comunicada aos demais, ainda tinha que fazer na poeira dos combates. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>A tradição árabe combina algumas idéias aristotélicas neoplatonismo e outras idéias que foram inseridas pelo Islã. Alguns filósofos de peso como o persa al-Kindi, Al-Farabi e Avicena, Averróis na Península Ibérica, precisava de algumas </li></ul><ul><li>interpretações de Aristóteles, que posteriormente foram absorvidos por intelectuais judeus e cristãos. </li></ul><ul><li>Os Muçulmanos, como também, em menor medida, cristãos e judeus, contribuiu para o folclore árabe e distanciadas entre si de acordo com seus dogmas filosóficos, em vez de suas doutrinas religiosas. Quando o povo árabe governado a Espanha, a literatura árabe filosófica foi traduzido para o hebraico e línguas latinas, contribuindo para o desenvolvimento da filosofia europeia contemporânea. Na mesma época no Egito, a tradição árabe foi cultivado por Ibn Khaldun e Maimônides. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Devemos distinguir duas tendências no pensamento islâmico cedo. O primeiro é Kalam, que lida principalmente com questões teológicas do Islã eo outro é falsafa, que incidiu sobre as interpretações do aristotelismo e neoplatonismo. Houve tentativas subseqüentes por parte dos filósofos, teólogos trazer essas duas tendências, em Avicena particular e Averroes, e outros não são tão relevantes quanto as de Ibn al-Haytham (Alhacaba), Rayhan Abu al-Biruni, Tufail Ibn (Abubacer) e Ibn al-Nafis. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Al-Kindi. Foi chamado o filósofo dos árabes e é considerado o primeiro filósofo muçulmano famoso da filosofia. Sua vida foi gasta no século IX, viveu em Basira, depois em Bagdá, coincidindo com o apogeu cultural, não contribuiu para as traduções encomendado pelos califas. Morreu em 873. Foi um conhecimento enciclopédico, abrangendo praticamente todas as áreas da aprendizagem de aritmética, grego, geometria, astronomia, música, ótica, medicina, lógica, psicologia e assim por diante. Ainda fez um comentário aos oito primeiros capítulos do Almagesto de Ptolomeu, o grande livro sobre a arte, dando as realizações científicas gregas e reconhecendo que a filosofia grega envolveu uma busca da verdade. Ele também escreveu um relato de todos os tratados de Aristóteles, &quot;Sobre os livros de Aristóteles”. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Com ele foram introduzidos elementos estranhos ao pensamento da época. Filosofia considerado como um conhecimento coerente com a verdade revelada e foi a primeira a centrar a sua abordagem nas relações entre religião e da filosofia Al-Kindi, como Aristóteles, considerou que o último grau da da filosofia é a teologia, o conhecimento da causa em primeiro lugar: &quot;No conhecimento da verdadeira natureza das coisas é incluindo o conhecimento da divindade, o conhecimento da a unicidade de Deus e o conhecimento da virtude e também um conhecimento profundo de tudo o que é útil (sobre a filosofia primeira). Portanto, a filosofia é um conhecimento teórico e prático. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Al-Farabi É o segundo grande nome da da filosofia árabe, nasceu no segundo terço do século IX. Ele estudou e ensinou em em Bagdá e em seguida, foi a Damasco, onde morreu em 950. Traduzindo e comentando o neoplatônico Porfírio e o Organon de Aristóteles, escreveu tratados sobre a inteligência e o inteligível, a alma, e assim por diante. Uma de suas obras mais significativas é a harmonia entre o divino, Platão e Aristóteles, sábio, pensando que o pensamento aristotélico, ele concordou com Platão. Al-Farabi criar a distinção entre essência e existência, que foi um marco na história da metafísica. Para fazer esta distinção foi baseada em uma lógica de observação de Aristóteles: a noção de que uma coisa é (sua essência) não inclui o fato de que essa coisa existe (existência). Se fosse assim, o suficiente para saber o que é o homem saber que o homem existe, e isso não é verdade. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Nós não temos nenhuma prova da existência das coisas até chegarmos a uma percepção pelos sentidos. Portanto, não é um acidente da essência. Uma característica fundamental da da filosofia da Al-Farabi é a sua natureza política. Claramente influenciado por Platão quis construir um Estado de bases filosóficas. Filosofia é o caminho para alcançar uma sociedade perfeita, identificou a figura do governante, o filósofo Platão para orientar profeta muçulmano. A cidade ideal seria uma organização única que é ramificaría toda a humanidade e que atingem o homem integral e racional. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Avicena foi para Sorsan, onde abriu uma escola pública e deu início ao seu célebre Cânone de medicina. Obrigado a abandonar a cidade em virtude das desordens que surgiram, dirigiu-se para Hamadan, onde foi designado Visir do príncipe dessa localidade. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Avicena compõe então várias </li></ul><ul><li>partes da sua grande obra sobre A Cura (AI Scifà). Depois da morte do seu </li></ul><ul><li>protetor, partiu para Ispahan, onde se torna secretário do príncipe, que acompanhou freqüentemente nas suas expedições. Estas viagens contribuíram para perigar a sua saúde, já de si comprometida por uma vida agitada. </li></ul>
  12. 13. Avicena
  13. 14. <ul><li>A atividade de Avicena estende-se a todos os campos do saber. O seu Cânone de medicina foi a obra clássica da medicina medieval. </li></ul><ul><li>As obras que interessam à filosofia são o Livro da Cura (AI Scífà) e o Livro da Libertação (AI-Najah): o primeiro era uma vasta enciclopédia de ciências filosóficas em dezoito volumes; o segundo, dividido em três partes, era um resumo do primeiro. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>traduzem a Lógica, uma parte da Física, a Metafisica, o De caelo e muitos dos escritos científicos. </li></ul><ul><li>Rápidamente, entre o fim do século XII e o princípio do século XIII, o Ocidente cristão vem a conhecer, através destas traduções de Avicena, quase toda a obra de Aristóteles, de que apenas conhecia a lógica. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Entre estas têm importância para a filosofia: Tratados místicos; </li></ul><ul><li>Epístola das definições, Livro de ciência; Livro das directivas e das notas; </li></ul><ul><li>Lógica oriental, que é parte de uma grande obra perdida, Juizo imparcial entre os orientais e os ocidentais. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>A dominação muçulmana na Espanha durante o século XII trouxe a ciência árabe à Europa. Com Averrois, as universidades medievais redescobrem o pensamento grego </li></ul>
  17. 18. ■ AVERRÓIS cultuou a tradição da antiguidade clássica, transmitido-a, enriquecida e modificada, à Idade Média Cristã. Pregou o universalismo cultural e a coexistência das três grandes religiões monoteístas: judaísmo, cristianismo, islamismo
  18. 19. <ul><li>Duas dissertações sobre a união do intelecto separado com o homem; Uma dissertação sobre o problema de se saber &quot;se é possível que o intelecto(intelecto material ou hílico) compreenda as formas separadas ou abstractas&quot;- </li></ul><ul><li>Uma refutação do texto de Avicena Sobre a divisão dos seres. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Um tratado sobre o acordo da religião com a filosofia; 8.Um tratado sobre overdadeiro significado dos dogmas da religião, escrito em Sevilha em 1179. </li></ul><ul><li>ao acto, desenrrola-se independente e separadamente da alma humana, que se limita a reflecti-lo imperfeita e parcialmente. O processo integral é posto directamente em movimento e mantido pelo intelecto activo. A acção deste é comparada por Averróis. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>AVERRóIS: A DOUTRINA DO INTELECTO </li></ul><ul><li>A doutrina que os escolásticos latinos recolheram como sendo típica do </li></ul><ul><li>averroísmo é a do intelecto. Com ela, Averróis, distingue-se das interpretações que dominam a filosofia árabe de Al Kindi a Ibrí-Tofail. </li></ul><ul><li>Para estes filósofos, o Intelecto agente é a última emanação divina e é por isso uma </li></ul><ul><li>substância separada de toda a matéria e da própria alma humana, pertencendo </li></ul><ul><li>ao número das substâncias divinas. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>A esta doutrina que se encontra exposta e defendida, com poucas variantes, nos filósofos tratados atrás, Averróis vem </li></ul><ul><li>trazer uma modificação substancial: o intelecto material ou hílico não é a </li></ul><ul><li>alma humana. E não é pela mesma razão porque não o é o intelecto ativo: </li></ul>
  22. 23. Ao contrário dos cristãos, os árabes não queriam mutilar a cultura grega em função de seus interesses. Foram eles que a levaram ao ocidente, com a invasão cultural que realizaram. Desse choque, desse conflito, inicia-se um novo tipo de vida intelectual, chamada ESCOLÁSTICA, que procura conciliar a razão histórica com a fé cristã. (GADOTTI, 1999, p. 55) OBSERVAÇÃO
  23. 24. <ul><li>Maimonides Ele nasceu em 1135 em Córdoba, mas teve que sair da Espanha por causa da intolerância dos almorávidas refúgio em Fez e depois se mudou para o Cairo, onde morreu em 1204. Sua inspiração, como os filósofos anteriores, é no neo-aristotélica e dominou desde o primeiro. Maior influência no próximo século os filósofos cristãos, principalmente Tomás de Aquino. Segundo Maimônides, embora a Lei e a da filosofia são de natureza diferente para se reconciliar, é o objetivo da da filosofia é a demonstração e confirmação da lei pode provar que Deus existe e que é um e incorpóreo. Muito parecido com a Al-Farabi afirma que as coisas existentes são contingentes e, portanto, a alegação da existência de um ser necessário. </li></ul>
  24. 26. <ul><li> A existência de Deus é demonstrado, independentemente de o mundo é eterno ou foi criado ex nihilo no tempo. Enfim, nega que o mundo é eterno, é contingente e o resultado da livre vontade de Deus. </li></ul><ul><li>Em Deus, sabemos que existe, mas não sei o que é, só podemos falar dos atributos acumulada negativa, isto é, negando todas as imperfeições, pelo que sabemos, pelo menos, o que não é. Esta doutrina mostra a preocupação judaica para prevenir qualquer ataque à unidade de Deus. </li></ul><ul><li>No que diz respeito aos seres humanos, Maimônides declara que cada pessoa tem uma capacidade intelectual que varia em função do mérito e se encontra com o intelecto agente após a morte. A imortalidade não pertence ao homem individual, porque se o assunto (como corpórea sensível) é o que nos individualiza, a morte ea podridão é apenas o intelecto puro. O homem não é imortal como um indivíduo, mas apenas como parte do intelecto ativo. Esta doutrina é totalmente rejeitada por Tomás de Aquino no século XIII. </li></ul>

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