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Transtorno de déficit de atenção hiperatividade revisão sistemática da produção científica nacional
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Transtorno de déficit de atenção hiperatividade revisão sistemática da produção científica nacional

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  • 1. UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS – UNISINOSUNIDADE ACADÊMICA DE GRADUAÇÃOCURSO DE PSICOLOGIAOSVALDO DE OLIVEIRATRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE (TDAH):REVISÃO SISTEMÁTICA DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA NACIONALSÃO LEOPOLDO2012
  • 2. Osvaldo de OliveiraTRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE:Revisão sistemática da produção científica nacionalTrabalho de Conclusão de Curso apresentado comorequisito parcial para obtenção do título de Bacharelem Psicologia, pelo curso de Psicologia –Habilitação e Formação de Psicólogos daUniversidade do Vale do Rio dos Sinos –UNISINOS.Orientadora: Profa. Ms. Andressa Henke BelléSão Leopoldo2012
  • 3. Àqueles e àquelas que me possibilitaram uma caminhada de conhecimentos e conquistasdurante o curso e me ajudaram de diversas formas:os Pobres Servos da Divina Providência, minha comunidade religiosa,colegas de estudos, professores, em especial Andressa Henke Bellé (orientadora desteTrabalho de Conclusão), familiares...DEDICO ESTE TRABALHO COM GRATIDÃO.
  • 4. O QUE SERÁ (à flor da pele)(Chico Buarque)O que será que me dáQue me bole por dentro, será que me dáQue brota à flor da pele, será que me dáE que me sobe às faces e me faz corarE que me salta aos olhos a me atraiçoarE que me aperta o peito e me faz confessarO que não tem mais jeito de dissimularE que nem é direito ninguém recusarE que me faz mendigo, me faz implorarO que não tem medida, nem nunca teráO que não tem remédio, nem nunca teráO que não tem receitaO que será que seráQue dá dentro da gente e que não deviaQue desacata a gente, que é reveliaQue é feito uma aguardente que não saciaQue é feito estar doente de uma foliaQue nem dez mandamentos vão conciliarNem todos os unguentos vão aliviarNem todos os quebrantos, toda alquimiaQue nem todos os santos, será que seráO que não tem descanso, nem nunca teráO que não tem cansaço, nem nunca teráO que não tem limiteO que será que me dáQue me queima por dentro, será que me dáQue me perturba o sono, será que me dáQue todos os ardores me vêm atiçarQue todos os tremores me vêm agitarE todos os suores me vêm encharcarE todos os meus nervos estão a rogarE todos os meus órgãos estão a clamarE uma aflição medonha me faz suplicarO que não tem vergonha, nem nunca teráO que não tem governo, nem nunca teráO que não tem juízo.
  • 5. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade:Revisão sistemática da produção científica nacionalOsvaldo de OliveiraRESUMO: O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é uma condiçãoclínica, cuja sintomatologia clássica baseia-se na tríade desatenção, hiperatividade eimpulsividade. Os primeiros relatos desses sintomas datam do século XIX, no entanto,somente em 1994 é que a nomenclatura TDAH passou a ser empregada. Nos últimos anos,acompanhou-se uma evolução da produção no Brasil a respeito do tema. No entanto, faltamestudos que sistematizem as publicações nacionais nesta área. Nesse sentido, o presentetrabalho tem como objetivo exibir um panorama sobre produção científica nacional noperíodo de 2001 a março de 2012 sobre o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade(TDAH). Para tanto, realizou-se uma revisão sistemática da literatura nacional referente aartigos, teses e dissertações publicadas nos últimos 11 anos, período correspondente a janeirode 2001 e Março de 2012 nas seguintes bases de dados: SCIELO, LILACS, PEPSIC PortalNacional BVS Brasil em Saúde, Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoalde Nível Superior (CAPES) e INDEX PSI Revista Técnico-Científicas (BVSPSI). As teses edissertações foram buscadas no Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento dePessoal de nível Superior (CAPES), Instituto Brasileiro de Informação em Ciência eTecnologia (IBICT) e INDEX PSI TESES. O material foi selecionado a partir dos descritores:“TDAH”, “TDAH e avaliação”, “TDAH e tratamento” e “TDAH e intervenção”. Foramconsiderados 175 artigos que correspondiam aos objetivos da pesquisa. Os resultados indicamque o número de trabalhos aumentou, de forma progressiva, ao longo dos últimos anos, sendoas regiões Sudeste e Sul as que concentram o maior número de publicações. Os achadostambém indicam que a área Médica domina as publicações sobre o tema. Outro dadointeressante é que a temática na qual se concentra a maior parte dos estudos envolve avaliaçãoe/ou diagnóstico, sendo que o público de maior preferência nos estudos do TDAH é o infantil.Em função do exposto, sugere-se que possam ser ampliados os estudos em relação ao públicoadulto, às famílias, aos professores, sobretudo no sentido de identificar estratégiaseducacionais e medidas terapêuticas e pedagógicas para melhor manejo do transtorno nosdiversos contextos.Palavras-chave: TDAH. Avaliação. Diagnóstico. Tratamento. Criança. Adolescente. Adulto.
  • 6. 51 INTRODUÇÃO“Tenho andado distraído, impaciente e indeciso e ainda estou confuso,só que agora é diferente: sou tão tranquilo e tão contente [...]; me fiz em mil pedaços pravocê juntar e queria sempre achar explicação pro que eu sentia [...]; palavras repetidas, masquais são as palavras que nunca são ditas?”(Quase Sem Querer, Legião Urbana)O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é um dos distúrbiosinfantis mais estudados nos últimos anos e tem atraído a dedicação de profissionais da saúdede diversas áreas, de professores, de pais e da população em geral (SENA; SOUZA, 2010). Ocrescente interesse pelo tema, no Brasil (PEREIRA, 2009), traz consigo a necessidade desistematizar a produção científica na área, buscando entender os objetivos, as principaistemáticas, dentre outras questões que este trabalho procura responder. Por isso, realizar umarevisão sistemática da literatura nacional publicada nos últimos onze anos, antes de ser umacontribuição definitiva, objetiva apresentar um panorama das diversas possibilidades enecessidades de estudo que a própria complexidade do diagnóstico sugere.2 RAÍZES HISTÓRICAS E CONCEITUAÇÃOAs primeiras referências aos sintomas de hiperatividade e desatenção são encontradasna metade do século XIX (ROHDE; HALPERN, 2004) e são atribuídas ao médico e escritoralemão Heinrich Hoffmann. Em 1845, Hoffmann escreveu o livro Der Struwwelpeter (omenino desleixado), baseado no comportamento de seu filho de três anos, Carl Philipp, que,supostamente, teria comportamento hiperativo (MAIA, 2009).
  • 7. 6Em 1902, o pediatra George F. Still propõe o tema da Lesão Neurológica Perinatal, aoobservar o temperamento violento, a inquietação e a dificuldade em manter a atenção em umgrupo de crianças. Still atribuiu a causa de tais sintomas à herança biológica ou problemas noparto e não mais a questões de “má-criação” ou mesmo de perversidade das crianças. Nessemesmo período, muitas nomenclaturas foram utilizadas para descrever o transtorno, taiscomo: “encefalite letárgica”, “dano cerebral mínimo”, “disfunção cerebral mínima”,“hipercinesia” e “doença do déficit de atenção” (DDA) (BRZOZOWSKI, 2009). Contudo, aideia de Still perdurou praticamente até as décadas de 1930 e 1940. Posteriormente, o TDAHteve como hipótese etiológica tanto questões orgânicas, quanto ambientais, principalmentedevido à pandemia de influenza, ocorrida após a Primeira Guerra Mundial, e à epidemia deencefalite letárgica, que ocorrera como uma das sequelas da guerra. Frequentemente, ascrianças que sobreviviam à epidemia desenvolviam um grave transtorno de conduta associadoà hiperatividade (WEISS, 1995).Nas décadas de 1930 e 1940, foram descobertos medicamentos que reduziram osproblemas de inquietação, de hiperatividade e comportamentais em crianças. Assim, Strauss,em 1947, considerou que já havia evidências suficientes para a hipótese orgânica referente aoquadro sintomatológico de hiperatividade, distração, impulsividade, perversidade e danoscognitivos observados em crianças. Por isso, o quadro passou a ser diagnosticado como DanoCerebral (WEISS, 1995; BRZOZOWSKI, F.S.; BRZOZOWISKI, L.A.; CAPONI, 2010), e,portanto, essa condição clínica foi denominada Lesão Cerebral Mínima (ROHDE;HALPERN, 2004).Em 1950, descobriu-se que o portador de TDAH apresentava apenas sinaisneurológicos ambíguos e alguns sintomas funcionais como hiperatividade, déficit percepto-motor, labilidade emocional, déficit de memória, distúrbios de aprendizagem. Descobriu-se,também, que esses sintomas se relacionavam mais às disfunções em vias nervosas do quepropriamente a uma lesão estrutural específica. Por isso, o transtorno começou a ser chamadode Disfunção Cerebral Mínima (DCM) (ROHDE et al., 2000, 2004), sendo esta nomenclaturautilizada na primeira edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais(APA, 1952). Devido ao pouco valor descritivo e à falta de evidências neurológicas, levou aoseu declínio e passou a ser substituído por denominações mais específicas associadas,principalmente, a transtornos cognitivos, comportamentais e de aprendizagem com critériosmais observáveis (ROHDE et al., 2004). Nesse contexto, com a segunda edição do DSM
  • 8. 7(APA, 1968), foram reconhecidos os problemas relacionados com a atenção, tais como reaçãohipercinética na infância e na adolescência, fato que influenciou na nomenclatura dotranstorno, que passou a ser denominada “Reação Hipercinática da Infância”.O DSM III (APA, 1980) foi uma resposta à crise do saber psiquiátrico em relação aostranstornos mentais, buscando construir um sistema diagnóstico baseado em evidênciascientíficas neutras compatíveis com diversas teorias. O manual apoiava-se na psiquiatriabiológica de Kraeplin e na pesquisa epidemiológica, estatística, psicotécnica e experimentalda época (CALIMAN, 2009). Foi nessa esteira que surgiu a nomenclatura Transtorno deDéficit de Atenção (TDA) com dois subtipos: TDA com ou sem Hiperatividade. Na década de80, a comunidade científica viu ampliado o número de pesquisas que envolviam “o cérebro doTDAH”, sobretudo no campo da neuroimagem, com técnicas de imagem estrutural efuncional que analisavam a atividade cerebral durante a realização de determinadas tarefas(CALIMAN, 2009). Porém, foi na década de 90 que o mundo presenciou uma explosãopublicitária sobre o “cenário TDAH” (CALIMAN, 2008). A partir dessa época, oMetilfenidato passou a ser medicamento mais reconhecido e utilizado no tratamento dotranstorno. O TDAH, considerado até então um diagnóstico da infância, passou a ser vistocomo uma desordem que tem seu início na infância e na adolescência, podendo continuar navida adulta (FREIRE; PONDÉ, 2005), sendo que o interesse por estudá-lo em relação aosadultos aumentou consideravelmente (DIAS; SEGENREICH; COUTINHO, 2007).Com a quarta publicação do DSM (DSM-IV), em 1994, o transtorno foidefinitivamente legitimado e passou a ser denominado Transtorno de Déficit deAtenção/Hipertaividade (TDAH). Os critérios para o diagnóstico mudaram em favor de ummodelo que incorporou tanto os sintomas que envolvem a falta de atenção quanto ahiperatividade/impulsividade (BRZOZOWSKI; CAPONI, 2009).Os modernos sistemas classificatórios utilizados em Psiquiatria, CID-10 e DSM-IV,embora utilizem nomenclaturas diferentes, oferecem diretrizes semelhantes para acompreensão do transtorno, possibilitando uma conceituação, conforme a literatura recente,como Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH): um distúrbioneuropsicológico (COUTINHO et al., 2007), do neurodesenvolvimento (VASCONCELOS etal., 2003), neurocomportamental (FONTANA et al., 2007) ou mesmo neuropsiquiátrico
  • 9. 8(FEIRE; PONDÉ, 2005), associado ao comportamento funcional da vida acadêmica,profissional e relacional (COUTINHO et al., 2007).3 CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOSO diagnóstico do TDAH é fundamentalmente clínico (ROHDE; KETZER, 1997) ebaseia-se na tríade de sintomas: desatenção, hiperatividade e impulsividade, que devem estarpresentes em ao menos dois ambientes diferentes, por exemplo: escola e família (APA, 2003;RODHE et al., 2000; VASCONCELOS et al., 2003). O TDAH subdivide-se em três subtipos:com predomínio de sintomas de desatenção; com predomínio de sintomas dehiperatividade/impulsividade; e do tipo combinado (APA, 2003).A desatenção, segundo Silva (2003), é a condição sem a qual não é possível odiagnóstico de TDAH. Nesse sentido, uma pessoa pode ter déficit de atenção, mas apresentarou não hiperatividade, porém, um indivíduo hiperativo terá forte tendência à dispersão. Paraefeitos diagnósticos a desatenção pode ser identificada pelos seguintes sintomas: dificuldadede prestar atenção a detalhes ou errar, por descuido, em atividades escolares e de trabalho;dificuldade para manter a atenção em tarefas ou mesmo atividades lúdicas; parecer nãoescutar quando lhe dirigem a palavra; não seguir instruções e não terminar tarefas escolares,domésticas ou deveres profissionais; dificuldade de organizar tarefas e atividades; evitar ourelutar em envolver-se em tarefas que exigem esforço mental constante; perder coisasnecessárias para tarefas ou atividades; distrair-se facilmente por estímulos alheios à tarefa queestá desenvolvendo e apresentar esquecimentos em atividades diárias (APA, 2003).Os sintomas que caracterizam a hiperatividade e que vêm a ser observados, segundo oDSM-IV-TR (APA, 2003), são: agitar as mãos ou os pés ou se mexer constantemente nacadeira; abandonar a cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera quepermaneça sentado; correr ou escalar em demasia, em situações nas quais isso é inapropriado;dificuldade em brincar ou envolver-se silenciosamente em atividades de lazer; estarfrequentemente “a mil” ou muitas vezes agir como se estivesse “a todo vapor”; falar emdemasia.
  • 10. 9A Impulsividade pode ser reconhecida pelos seguintes sintomas: frequentemente darrespostas precipitadas antes das perguntas terem sido concluídas; com frequência, terdificuldade de esperar sua vez; e, frequentemente, interromper ou se meter em assuntos dosoutros (APA, 2003).4 TRATAMENTOO TDAH é um transtorno complexo que afeta cada área do desempenho (STUBBE,2008). Por isso, seu tratamento envolve uma abordagem múltipla, englobando intervençõespsicossociais e psicofarmacológicas (ROHDE et al., 2000; ROHDE; KETZER, 1997).Compreende-se, então, a importância da orientação da família, da escola; de intervençõespsicoterápicas e pedagógicas, ações concomitantes ao uso de medicamentos (ARAÚJO,2002). Por se tratar de um transtorno neurológico, a literatura aponta para o apoiopsicofarmacológico como o mais eficaz, porque ajuda a controlar a hiperatividade e ostranstornos da atenção (CONDEMARÍN; GOROSTEGUI; MILILIC, 2006).Embora o TDAH, atualmente, não tenha cura (CONDEMARÍN; GOROSTEGUI;MILILIC, 2006; BROWN, 2007), existem tratamentos medicamentosos que têm demonstradosegurança e eficiência no alívio dos sintomas em 80% a 90% das crianças, adolescentes eadultos portadores do transtorno (BROWN, 2007). Atualmente, os psicoestimulantes são osmedicamentos de primeira escolha para o tratamento (CONDEMARÍN; GOROSTEGUI;MILILIC, 2006).O uso de estimulantes aparece como marco histórico na psicofarmacologiaprincipalmente infantil (ROHDE et al., 2003). Charles Bradley, em 1937, foi o primeiro adescrever os efeitos terapêuticos de estimulantes, como o Benzedrina, em crianças comalterações no comportamento (WEISS, 1995; ROHDE et al., 2003) que, após o uso domedicamento, apresentaram notável melhora no desempenho escolar e comportamento. Comessa descoberta, os estimulantes tornaram-se os psicofármacos mais usados para o transtornoe também mais estudados na infância (ROHDE et al., 2003). A ação desses medicamentos sedá por meio do mecanismo de liberação da dopamina e da norepinefrina, aumentando suaconcentração no espaço sináptico e bloqueando a receptação desses neurotransmissores,
  • 11. 10diminuindo, assim, as consequências negativas emocionais, acadêmicas e sociais dosdiagnosticados com o transtorno (ARAÚJO, 2002).São três os estimulantes que, comprovadamente, têm resultados terapêuticos positivospara o TDAH e que estão em uso, atualmente: Metilfenidato, Dextroanfetamina e Pemolina(WEISS, 1995). No mercado brasileiro, o único estimulante encontrado é o Metilfenidato(conhecido com o nome comercial de RITALINA) e a dose terapêutica normalmente se situaentre 20mg/dia (0,3 mg/kg/dia a 1mg/kg/dia). Como é curta a meia-vida do Metilfenidato,geralmente utiliza-se o esquema de duas doses por dia, uma de manhã e outra ao meio-dia(ROHDE et al., 2000, 2003). Além dos estimulantes, vários antidepressivos têm sido usadoscomo segunda opção para o tratamento do TDAH, como é o caso da Atomoxetina(STRATERA) (STUBBE, 2008).Os tratamentos psicoterápicos não são considerados de primeira linha para o TDAH.Porém, como já foi afirmado, o melhor tratamento envolve uma abordagem múltipla,englobando intervenções psicossociais e psicofarmacológicas (ROHDE et al., 2000; ROHDE;KETZER, 1997). As intervenções psicossociais e psicoeducacionais têm importânciafundamental no sentido de fazer conhecer ao paciente a sua condição, reconhecer os sintomas,interpretar os danos causados pelos mesmos, ajudar na melhora do empenho cognitivo ecomportamental em diversas situações e contextos mais prejudicados pelos sintomas(CORDIOLI, 2008; GREVET; ABREU; SHANSIS, 2003).Após a avaliação diagnóstica, é importante a elaboração de um plano de tratamentoque deve considerar os sintomas e seus prejuízos. Além disso, devem ser consideradas ascomorbidades concomitantes ao transtorno, a motivação do paciente e a disponibilidade eempenho familiar, pois muitos pais têm dificuldades em se envolver no tratamento(CORDIOLI, 2008; JOU et al., 2010).A literatura indica que a Terapia Cognitivo-Comportamental é que propicia maioreficácia no tratamento dos sintomas centrais do TDAH (ROHDE; HALPERN, 2004). Porém,ressalva Cordioli (2008), mesmo que se trabalhe com um modelo (TCC) estruturado e focadono problema, a flexibilidade é fundamental, pois o modelo psicoterápico deve ser ajustadosegundo a realidade do paciente e de sua família. Em caso de famílias disfuncionais, porexemplo, como aponta o mesmo autor, convém iniciar o tratamento por uma abordagemsistêmica.
  • 12. 11Embora o tratamento psicoterápico seja importante para o TDAH, muitas abordagensteóricas da Psicologia concentram-se em tecer críticas e questionar o diagnóstico. SegundoMattos (2011, 2012), tais críticas não levam em conta as bases neurológicas e genéticas doTDAH, carecem de comprovação científica e baseiam-se numa suposta ameaça que asNeurociências opõem aos modelos das Ciências Sociais. Tal postura contribuiu para a difusãode uma ideia errônea de que o psicólogo não está apto para tratar terapeuticamente ostranstornos neurobiológicos. O mesmo autor considera que tanto o determinismo biológicoquanto a Engenharia Social não podem pautar os profissionais de saúde.5 OS ESTUDOS EM TDAH NO BRASILOs campos de estudo que envolvem o TDAH são diversos (SENA; SOUZA, 2008),principalmente devido à sua complexidade, bem como ao seu impacto psicossocial, familiar eeducacional (ROHDE et al., 2000; MORAES; BARBIRATO; ANDRADE, 2007). Taisfatores fazem ampliar o interesse acerca desta condição clínica no Brasil, país em que aprevalência do transtorno em crianças em idade escolar, em sua maioria, está estimada em 3%e 6% (FREIRE; PONDÉ, 2005). Em função disso, estão emergindo cada vez mais estudosnacionais dedicados a investigar o tema (SENA; SOUZA, 2008).No que diz respeito às revisões da literatura em nosso contexto, a maior parte estárelacionada a algum foco específico como: histórico, prevalência, etiologia, quadro clínico,comorbidades, transtornos invasivos do desenvolvimento, diagnóstico, evolução e tratamento(ROMAN; ROHDE; HUTZ, 2002; SEGENREICH; MATTOS, 2004; LOPES;NASCIMENTO; BANDEIRA, 2005; COSTA; MAIA FILHO, 2009; SANTOS;VASCONCELOS, 2010). No entanto, tais revisões tendem a ser pouco abrangentes.Destaca-se que esta pesquisa não encontrou revisões sistemáticas da literatura arespeito dos estudos em TDAH, no sentido de demonstrar um panorama geral das tendênciasdos pesquisadores, sobretudo nos últimos anos. Nesse sentido, justificam-se os esforços destarevisão sistemática, que abre caminhos para novas e necessárias pesquisas a respeito doTDAH.
  • 13. 126 OBJETIVOSO presente estudo tem como objetivo exibir um panorama sobre a produção científicanacional no período de janeiro de 2001 a março de 2012 sobre o Transtorno de Déficit deAtenção/Hiperatividade (TDAH). Objetivos específicos: a) Verificar o desenvolvimento daprodução científica voltada ao TDAH entre o período de janeiro de 2001 a março de 2012; b)Investigar quais os conteúdos temáticos de maior interesse dos pesquisadores sobre o TDAHe se estes objetivam estudar mais as questões de diagnóstico ou para as intervenções; c)Analisar se as intervenções apresentadas no estudo voltam-se para a promoção de saúde ou detratamento da patologia; d) identificar o perfil metodológico das publicações referentes aotema; e) investigar qual é a fase do desenvolvimento que os estudos têm como alvo.7 METODOLOGIARealizou-se uma revisão sistemática da literatura nacional referente a artigos, teses edissertações publicadas nos últimos 11 anos, período correspondente a janeiro de 2001 emarço de 2012 nas seguintes bases de dados eletrônicos: SCIELO, LILACS, PEPSIC PortalNacional BVS Brasil em Saúde, Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoalde Nível Superior (CAPES) e INDEX PSI Revista Técnico-Científicas (BVSPSI). As teses edissertações foram buscadas no Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento dePessoal de Nível Superior (CAPES), Instituto Brasileiro de Informação em Ciência eTecnologia (IBICT) e INDEX PSI TESES. O material foi selecionado a partir dos descritores:“TDAH”, TDAH E AVALIAÇÃO”, “TDAH E TRATAMENTO” e “TDAH EINTERVENÇÃO”. Foram considerados 175 artigos que correspondiam aos objetivos dapesquisa.Em um primeiro momento, foram considerados todos os trabalhos da literaturanacional publicados no período estabelecido para a pesquisa que tinham em seu título o termoTDAH. A partir de uma leitura atenta aos objetivos de pesquisa dos trabalhos selecionados,realizou-se uma nova seleção e passou-se a incluir apenas os trabalhos que tinham como
  • 14. 13primeiro objetivo o estudo do TDAH. Por isso, foram excluídos aqueles que tratavam deoutros transtornos (como é o caso das comorbidades), mesmo se associados ao TDAH. Foramexcluídas também teses que, até março de 2012, ainda não tinham sido concluídas e artigosque descreviam experimentos com não humanos.8 PROCEDIMENTOSA pesquisa dos artigos foi realizada entre o período de agosto de 2011 a março de2012. Foi utilizado o programa Microsoft Excel para organizar os artigos em planilha ecategorizá-los por ano de publicação, categorias temáticas, perfil metodológico, fase dodesenvolvimento estudada, área científica, região da publicação. As análises foram feitas apartir dos títulos dos trabalhos e leitura atenta do resumo e objetivos dos mesmos. Quandonecessário, os dados foram buscados também no corpo do trabalho.As categorias de cada sessão foram estabelecidas previamente, buscando encontrá-lasnos artigos analisados. Os trabalhos que não corresponderam ao período indicado foramexcluídos, assim como aqueles que não tinham em seu título, resumo ou objetivos, os termos“TDAH” ou “hiperatividade” e “atenção” (esses últimos importantes por se tratarem dasintomatologia clássica do transtorno em estudo). Foram excluídas também resenhas delivros, teses que ainda não tinham sido concluídas até março de 2012, pesquisas que não eramvoltadas ao estudo em humanos e aqueles trabalhos que, mesmo mencionando o TDAH,tinham como primeiro objetivo a compreensão de outro transtorno, como é o caso dascomorbidades. Por isso, foram incluídos apenas os trabalhos que, após leitura atenta dosobjetivos, condiziam com os objetivos da nossa pesquisa.Os trabalhos analisados foram divididos por ano de publicação, a partir de 2001 atémarço de 2012, na intenção de facilitar ao leitor uma observação do número de publicaçõessobre o tema e a evolução a cada ano no período estabelecido. Para demonstrar as tendênciasquanto ao interesse temático sobre o TDAH, os trabalhos foram classificados por categorias,conforme os seus títulos e em seus resumos e objetivos, quando se fez necessário. Ascategorias que foram inicialmente criadas, a partir dos dados adquiridos, foram:sintomatologia, orientação às a) famílias, b) escola ou c) profissionais da saúde,
  • 15. 14epidemiologia, etiologia, psicopedagogia, prevalência, contexto familiar, contexto escolar,intervenção psicoterápica, tratamento medicamentoso, diagnóstico, avaliação, comorbidade,reflexão crítica ao diagnóstico, aspectos gerais e outros. Observou-se que foram muitovariadas as temáticas encontradas, não contribuindo para uma leitura clara em termosgráficos. Assim, foram criadas outras categorias de classificação mais amplas:avaliação/diagnóstico, comorbidade, reflexão crítica ao diagnóstico, intervenções/tratamento,causas/prevalências, outros. As mesmas categorias foram utilizadas para investigar em quaistemas a área Psicologia tem publicações e qual é o público de preferência como alvo de seusestudos.Quando um trabalho dedicava-se a duas ou mais questões simultaneamente, optou-seem considerar cada questão em separado, para obter uma leitura mais real dos dados. Porexemplo, se algum artigo tinha por objetivo estudar tanto aspectos de avaliação como dediagnóstico, criança/adolescente, considerou-se um artigo para cada tema. Assim, justifica-sea diferença no número de artigos em determinada categoria com o total de estudos analisados.No que se refere ao perfil metodológico, o objetivo foi de apresentar as pesquisasempíricas e teóricas existentes no período em questão, conforme sua explicitação no resumo.Quando esta não era clara, recorreu-se ao corpo do texto. Foi considerada, ainda, a fase dodesenvolvimento subdividida em: crianças, adolescentes, crianças e adolescentes, adultos efase indefinida. Após a coleta de dados nessa categoria, o número de artigos que abordavasimultaneamente crianças e adolescentes foi somado tanto ao subitem só crianças quanto aosubitem só adolescentes, com a intenção de ter uma leitura real do número de artigos paracada uma dessas fases do desenvolvimento. Dessa forma, justifica-se o número maior de 175artigos analisados nessa categoria. Com o objetivo de analisar a produção científica dosúltimos 11 anos por região para observar onde se concentra a maior produção sobre o tema eem qual área científica, foram criadas as categorias região de publicação e área depublicação.
  • 16. 159 RESULTADOSApós a coleta de dados dos cento e setenta cinco estudos analisados, apresentam-se osresultados obtidos, considerando os objetivos propostos deste trabalho. Na figura 1apresentamos a distribuição da produção científica nos últimos onze anos. Verificou-se que onúmero de trabalhos aumentou nos últimos cinco anos e que o maior volume dos trabalhospublicados na área concentra-se entre os anos de 2006 e 2010. O crescimento foi praticamenteprogressivo, marcando seu início em 2004, com 11 publicações, atingindo seu pico no ano de2007 (27 publicações); demonstrando uma pequena queda em 2008 (20 publicações),voltando a crescer em 2009 (25 publicações) e atingindo novamente seu pico máximo em2010. Verificou-se ainda que, no ano de 2011, o número de publicações reduziuconsideravelmente (somando um total de 11 publicações). Nos primeiros cinco anos doperíodo delimitado para o estudo, o número de trabalhos encontrados na área é pequeno,sendo que a menor quantidade (3 trabalhos) refere-se ao ano de 2002. Não foram encontradaspublicações nacionais, relacionadas aos objetivos do estudo, referentes ao ano de 2012 até omês de março.Figura 1 - Distribuição da produção científica nos últimos onze anosFonte: Elaborada pelo autor.
  • 17. 16Conforme a figura 2 verificou-se que a Região Sudeste do país concentra a maior partedas publicações (54%), seguida pela Região Sul, somando com 35%. A região Centro-Oeste éresponsável por 6% dos trabalhos encontrados, a Nordeste soma 3% e a menor parte donúmero de publicações é da Região Norte, com apenas 2%.Figura 2 - Região de publicaçãoFonte: Elaborada pelo autor.Conforme a figura 3, quanto ao perfil metodológico, a maior parte das publicaçõesrefere-se a pesquisas empíricas (62%), seguidas de estudos teóricos (38%).
  • 18. 17Figura 3 - Perfil metodológicoFonte: Elaborada pelo autor.Na figura 4, pode-se perceber qual é o público de interesse dos pesquisadores noperíodo delimitado para o trabalho. No topo do interesse pelo estudo do TDAH está a faseinfantil do desenvolvimento, que representa 45% dos trabalhos publicados, seguido pelopúblico adolescente, que totaliza 17% e pelo público adulto, com 15%. Aqueles cujo público-alvo não foi definido representam 14% do total dos trabalhos, sendo que apenas 3% daspublicações analisadas são voltados aos professores e 6% às famílias do portador do TDAH.Figura 4 - Público-alvo dos estudosFonte: Elaborada pelo autor.
  • 19. 18Na figura 5, identificam-se as categorias temáticas abordadas nas publicações.Observa-se que o maior número dos trabalhos é dedicado à categoria avaliação/diagnóstico(26%), seguida das questões de intervenção/tratamento (tratamento medicamentoso,intervenção psicoterápica e práticas pedagógicas), que totaliza 22%, e pelos trabalhosrelacionados à causa ou prevalência do transtorno, que representam 13%. Aqueles dedicados àcomorbidade, ou mesmo a uma reflexão crítica sobre o diagnóstico, ambos totalizam 11%.Figura 5 - Categoria temáticaFonte: Elaborada pelo autor.Quanto à categoria Intervenções/tratamento, a figura 6 demonstra que a maioriaabsoluta dos trabalhos descrevem questões voltadas ao tratamento medicamentoso (55%),seguida por práticas pedagógicas (31%). As intervenções psicoterápicas são alvo de 14% dostrabalhos analisados.
  • 20. 19Figura 6 - Intervenção/tratamentoFonte: Elaborada pelo autor.A figura 7 informa a área científica dos trabalhos publicados, demonstrando que amaior parte se refere à área médica (47%), sendo que destes 33% são da área psiquiátrica.35% correspondem à área da Psicologia. A área da Educação totaliza 9% dos trabalhosanalisados.Figura 7 - Área de publicaçãoFonte: Elaborada pelo autor.
  • 21. 20Conforme a figura 8, pode-se observar as temáticas de interesse dos pesquisadores daárea psicologia. O maior número dos trabalhos preocupa-se com a avaliação e o diagnóstico(27%). Ao mesmo tempo, há um número considerável de trabalhos voltados para a discussãocrítica sobre o diagnóstico (22%). Observa-se, ainda, que 13% das pesquisas são voltadas àsintervenções (psicoterápicas e práticas pedagógicas), enquanto os estudos voltados ao tema dacomorbidade totalizam 12%, os dedicados ao contexto escolar 6% e os ligados ao contextofamiliar 4%.Figura 8 - Categoria temática da PsicologiaFonte: Elaborada pelo autor.Na figura 9, pode-se observar o público-alvo da área da Psicologia. A maior parte dostrabalhos é destinada às crianças, com 51%. Aqueles destinados aos professores somam 10%,seguido dos adolescentes e famílias, ambos com 9%. O público adulto é contemplado em 7%dos estudos. As pesquisas sobre TDAH sem público-alvo não identificado somam 14%.
  • 22. 21Figura 9 - Público-alvo da área PsicologiaFonte: Elaborada pelo autor.10 DISCUSSÃOEste trabalho teve por objetivo exibir um panorama sobre as publicações realizadas noBrasil, no período de janeiro de 2001 a março de 2012, sobre o Transtorno de Déficit deAtenção/Hiperatividade (TDAH).Os dados obtidos na revisão sistemática acompanham a literatura atual quando afirmaque o TDAH tem sido descrito extensivamente nos últimos anos (ANTONY; RIBEIRO,2004). Esses resultados podem indicar que o interesse pelo estudo do TDAH, nas últimasdécadas, tenha estreita relação com uma imensa quantidade de publicações a respeito dodiagnóstico e do medicamento (Metilfenidato), cuja produção cresceu 485% entre os anos de
  • 23. 222002 e 2006 (ITABORAHY, 2009). Essa ampliação da produção científica é de sumaimportância, sobretudo devido à popularização de informações sobre este diagnóstico junto àpopulação em geral, sendo estas nem sempre são tão claras e fidedignas (PEREIRA, 2009;GRAEF; VAZ, 2008).A diminuição de trabalhos em torno do TDAH, no ano de 2011, pode estar relacionadaao fato de que parte dos autores referenciais sobre o tema tenha publicado mais em revistasinternacionais nesse ano, como é o caso de Luiz Augusto Rohde: doze publicações; EurípedesConstantino Miguel Filho: quatorze publicações; e Paulo Mattos: quatro publicações (cf.ROHDE, 2012; MIGUEL FILHO, 2012; MATTOS, 2012). Tais publicações permitem umamaior visibilidade da produção científica nacional, que passa a ser reconhecida ecompartilhada internacionalmente (SERRA; FERREIRA; FIATES, 2008). Por outro lado, apublicação em revistas internacionais limita o acesso da população brasileira ao materialcientífico relacionado ao TDAH, visto que há evidente limitação desta no conhecimento delínguas estrangeiras (MUGNAINI, 2006).Com relação à distribuição da produção por região, constatou-se que a região Sudesteconcentra a maior parte dos trabalhos, representando 54%, seguida pela região Sul, com 35%.Provavelmente, tais dados estejam relacionados ao fato de que a maior parte da produçãocientífica na área é realizada nos seguintes centros acadêmicos: USP, UFRJ e UFRGS,localizados nas regiões Sul e Sudeste do país (cf. MENDES et al., 2010).Esta pesquisa demostrou, ainda, que o perfil metodológico predominante nos estudossobre TDAH é empírico (62%), sendo que os trabalhos teóricos totalizam 38%. Esse dadojustifica a importância desta revisão sistemática, visto que não foram encontrados trabalhoscom o objetivo de revisar sistematicamente a produção científica nacional sobre o tema entreo período do ano de janeiro de 2001 a março de 2012. A escolha pela pesquisa empírica comometodologia de estudo sobre o TDAH pode ser explicada pelos seguintes fatores: 1) Por setratar de um transtorno fundamentalmente clínico (ROHDE; KETZER, 1997) cuja avaliaçãodiagnóstica envolve, necessariamente, a coleta de dados a partir de diversas fontes: pais,crianças e escola (ROHDE et al., 2000); e 2) A disparidade na prevalência do transtornoobtida nos diversos estudos realizados no Brasil. Sena e Souza (2008), por exemplo, buscandoresponder aos desafios teóricos e metodológicos na pesquisa psicológica sobre o TDAH,apontam para uma disparidade na prevalência do transtorno que vai de 5% (POETA; ROSA,
  • 24. 232004) a 17% (VASCONCELOS et al., 2003). É possível que essa disparidade leve ospesquisadores a buscar respostas para os resultados e o aprimoramento dos métodos depesquisa.O público infantil é o principal alvo de interesse nos estudos do TDAH. Esta revisãomostrou que 45% das pesquisas direcionam-se para essa população. Em segundo lugar está opúblico adolescente, que totaliza 17% dos estudos. Embora o TDAH em adultos tenha sidoreconhecido oficialmente ainda na década de 1980 (DIAS et al., 2007; CALIMAN, 2008), secomparado à população infantil e adolescente, o interesse pelo tema do TDAH relacionado aoadulto é reduzido, representando apenas 15% dos trabalhos. Também a área da Psicologiademonstra essa tendência, dedicando 51% de sua produção científica sobre o tema à infância(cf. Figura 9).O fato de haver poucos estudos voltados à população adulta pode ser explicado peladificuldade de realizar o diagnóstico de TDAH nesse público, devido a fatores como: a) acomplexidade do transtorno (ANDRADE; SHEUER, 2004), sobretudo pela alta prevalênciade comorbidades psiquiátricas (SOUZA et al., 2007); b) as variações dos sintomascaracterísticos do transtorno no adulto (BARBOSA, 2002); c) o fato de a maior parte doconhecimento sobre o TDAH em adultos basear-se em achados de estudos com populações decrianças e adolescentes (DIAS et al., 2007); d) o critério de idade de início dos sintomas,devendo ter seu início antes dos sete anos (Critério B), sendo que, no caso de adultos, é difícilo estabelecimento da idade em que os sintomas começaram, e, inclusive, na prática clínica, háindivíduos com início mais tardio dos sintomas (GREVET; ABREU; SHANSIS, 2003).É importante que haja mais estudos voltados para a população adulta, pois, existemevidências de que 60% a 70% dos indivíduos diagnosticados como portadores do transtornona infância ou adolescência continuam apresentando sintomas significativos na vida adulta(MATTOS et al., 2006), sobretudo no comportamento funcional, bem como na vidaacadêmica, profissional e afetiva (ROHDE et al., 2003; CALIMAN, 2008; COUTINHO et al.,2007; DESIDÉRIO; MIYAZAKI, 2007; DIAS et al., 2007; FREIRE; PONDÉ, 2005). Estudosfuturos, voltados ao público adulto, podem contribuir em muito, sobretudo para uma melhorqualidade de vida dos portadores do TDAH (MATTOS; COUTINHO, 2007).Segundo esta revisão, apenas 6% dos trabalhos analisados refere-se às famílias e 3%aos professores. Conforme Rohde et al. (2003), o diagnóstico de TDAH baseia-se nos
  • 25. 24sintomas desatenção, hiperatividade e impulsividade que devem estar presentes em ao menosdois ambientes diferentes, por exemplo: escola, família e/ou trabalho. É necessário ampliar osestudos sobre o TDAH também para outros públicos, tais como a família e os professores dosportadores do transtorno (CARREIRO et al., 2007). Dentre os principais motivos quejustificam essa demanda pode-se apontar que: a) a estrutura e o funcionamento familiarinfluenciam no surgimento de sintomas e a percepção dos mesmos (ANDREOLI, 2008); b) asdificuldades na educação dos filhos portadores de TDAH, no sentido de que as crianças comesse diagnóstico tendem a ser menos obedientes e a demandar maior cuidado e atenção dospais (BELLÉ, 2009). Nesse sentido, é importante ajudar as famílias a identificar estratégiaseducativas eficazes na orientação e educação dos filhos (KUNRATH; WAGNER; JOU,2006); c) no processo de avaliação e diagnóstico das crianças, os pais têm importânciafundamental (ROHDE et al., 2000); d) o apoio familiar e social tem impacto positivo sobre omanejo dos problemas associados ao TDAH (SILVA, 2003); e) muitos dos sintomas doTDAH são percebidos pelos professores, que são, muitas vezes, a primeira fonte deinformação e, na maioria dos casos, são eles próprios aqueles que solicitam uma avaliaçãoprofissional de crianças e adolescentes em idade escolar (JOU et al., 2010).A categoria temática de maior interesse dos pesquisadores em TDAH é a avaliaçãoe/ou diagnóstico (26%). Sabe-se que o TDAH é um diagnóstico clínico (ANDRADE;SHEUER, 2004; AMARAL, 2009; BRZOZOWSKI; CAPONI, 2009) que, se não foridentificado e tratado precocemente, pode trazer prejuízos tanto para os indivíduos quantopara suas famílias (BRAGA; HUA; KUNZLER, 2009). É possível que o grande número deestudos voltados à avaliação e/ou diagnóstico do TDAH se deva ao fato de o corretodiagnóstico ser fundamental para seu tratamento, principalmente porque se trata de umtranstorno com elevada incidência de comorbidades associadas a ele, o que pode confundir oseu reconhecimento (GRAEFF; VAZ, 2008).Esta revisão mostrou que 12% dos trabalhos analisados dizem respeito ao TDAH esuas comorbidades. Conforme a literatura atual, o TDAH tem grande incidência decomorbidades psiquiátricas (SOUZA et al., 2007; GRAEFF e VAZ, 2008). O percentual deprevalência pode chegar a 70%, padrão que pode ser observado tanto em adultos como emcrianças (GREVET et al., 2007). Os principais transtornos associados são: TranstornoDesafiador de Oposição (TDO), Transtorno de Conduta (TC), Abuso de Substâncias,Transtorno de Tiques (TT), Transtorno de Humor (Depressivo e Bipolar), Transtornos
  • 26. 25Ansiosos, Transtorno de Aprendizagem e de Linguagem (ROHDE et al., 2003). A grandeincidência de comorbidades demonstra as limitações dos sistemas classificatórios (ZENI,2011) e a importância da área da Psicologia, sobretudo nas intervenções psicoterápicas, nosentido de considerar os sintomas indiretos relacionados ao TDAH e porque há casos em queos pacientes têm dificuldades quanto à adesão ao tratamento medicamentoso (MESQUITA etal., 2009).Conforme os resultados da presente revisão, o interesse pela etiologia é pequeno(apenas 3%). Tal resultado insere-se a questões genéticas. A genética é uma das áreas quevem crescendo nas discussões em relação ao TDAH. Estudos atuais afirmam que essetranstorno tem grande heterogeneidade clínica, nesse sentido, sua etiologia ainda precisa sermelhor esclarecida. Contudo, afirma-se que a etiologia do TDAH é multifatorial (ZENI,2011). Por isso, além de uma recorrência familiar significativa, fatores genéticos têmimportante contribuição para o desenvolvimento do transtorno (ROMAN; ROHDE; HUTZ,2002).A maior parte dos trabalhos da categoria intervenções/tratamento (intervençõespsicoterápicas, práticas pedagógicas e tratamento medicamentoso), diz respeito ao estudo douso de medicamentos para o TDAH (55%). Sabe-se que os medicamentos, principalmente ospsicoestimulantes, estão na primeira linha na escolha para o tratamento (CONDEMARÍN;GOROSTEGUI; MILILIC, 2006). Porém, outras formas de abordagens concomitantes aotratamento são eficazes, tais como: o treino de pais em manejo de contingências, aplicação domanejo de contingências em sala de aula e uma combinação dessas estratégias (DESIDÉRIO;MIYAZAKI, 2007; GREVET; ABREU; SHANSIS, 2003; JOU et al., 2010). Dentre asabordagens psicoterápicas mais utilizadas, sobretudo em crianças e adolescentes, estão: aTerapia Cognitivo-comportamental individual (TCC), a Terapia Cognitivo-comportamentalpara famílias, a Terapia de Apoio para pacientes e familiares, o Treinamento comportamentalpara familiares, o biofeedback, a biblioterapia e o Treinamento de Habilidades Sociais parapacientes e familiares (GREVET; ABREU; SHANSIS, 2003). As abordagenspsicoeducacionais objetivam ajudar o paciente a reconhecer os sintomas, a interpretar osdanos e a elaboração de estratégias de convívio com o transtorno (GREVET; ABREU;SHANSIS, 2003).
  • 27. 26Quanto à categoria temática e a área científica nota-se que os atuais estudos sobre oTDAH são provenientes de áreas do conhecimento como Psicologia, Psiquiatria, Genética,Educação entre outras (SENA; SOUZA, 2008). É considerável o interesse sobre o tema,sobretudo por parte das áreas médicas (47% das publicações). Desse volume de trabalhos, aPsiquiatria é responsável por 33%. Esses dados podem estar ligados à própria caracterizaçãoclínica do TDAH (ROHDE; KETZER, 1997; AMARAL, 2009; BRZOZOWSKI; CAPONI,2009).No que tange especificamente ao interesse temático da área da Psicologia, há umnúmero considerável de trabalhos voltados para a discussão crítica sobre o diagnóstico (22%).Alguns autores, partindo do pressuposto de que o diagnóstico do TDAH pertence ao domíniomédico (ANTONY; RIBEIRO, 2004), acreditam que este pode produzir classificação(BRZOZOWSKI; CAPONI, 2009), assim, trazem à reflexão a importância de olhar otranstorno de forma ampliada, no sentido de considerar, além dos aspectosneurocomportamentais e clínicos, suas implicações subjetivas, o próprio modo de pensar eagir da criança hiperativa (ANTONY, 2008), o aspecto empírico e social no qual o TDAH foiconstituído (CALIMAN, 2009), como é o caso do excesso de estimulação das crianças nacontemporaneidade (GUSMÃO, 2009).Percebe-se que esses estudos trazem grande contribuição na abordagem do TDAH.Porém, é importante que a Psicologia se ocupe sempre mais dos diversos temas que o própriotranstorno envolve, sobretudo para amenizar o impacto que ele exerce sobre a vida daquelesque são portadores, propiciando a eles e suas famílias melhor qualidade de vida (MATTOS;COUTINHO, 2007). Alguns estudos indicam, por exemplo, a importância de que hajapesquisas voltadas para os familiares que passam por situações de altos níveis de estresse noacompanhamento e educação de seus filhos com TDAH (DESIDÉRIO; MIYAZAKI, 2007;BELLÉ et al., 2009). No âmbito educacional é importante que haja ações interdisciplinaresnas quais a Psicologia disponibilize o saber de sua área (CFP, 2010), para maiorconhecimento do TDAH e melhor manejo do problema e de suas consequências para ascrianças e adolescentes escolares. Dentre outros temas, também é importante que se ampliemos estudos sobre o TDAH e suas comorbidades (SOUZA et al, 2007; GRAEFF; VAZ, 2008;GREVET et al, 2007; ROHDE et al, 2003; ZENI, 2011), no sentido de a Psicologiaconsiderar, nos estudos e intervenções psicoterápicas, os sintomas indiretos relacionados aoTDAH que podem dificultar no processo terapêutico (MESQUITA et al., 2009).
  • 28. 2711 CONSIDERAÇÕES FINAISAo concluir este trabalho, destacam-se algumas limitações no estudo realizado, taiscomo: 1) a pesquisa focar apenas nas publicações nacionais, dificultando um panorama maisamplo, pois muitos trabalhos sobre o TDAH são publicados internacionalmente, inclusive poralguns pesquisadores brasileiros referenciais; 2) o número reduzido de categorias investigadasnão possibilitou uma análise mais abrangente sobre as questões do TDAH; 3) foram excluídostrabalhos sobre outros transtornos associados ao TDAH, o que se constitui como limitaçãovisto que são muitas as comorbidades e, consequentemente, essa escolha alterou o número deestudos que poderiam ser analisados; e 4) o número reduzido de palavras-chave pode terdificultado o acesso a outros estudos na área.Apesar dessas limitações, o estudo contribuiu para identificar as múltiplas direções daspesquisas sobre o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), bem comoalguns fatores que podem ser mais explorados. Identificou-se que a literatura nacional carecede revisões sistemáticas sobre o TDAH, possibilitando uma visão abrangente sobre o tema eoportunizando que a população em geral possa se beneficiar desses estudos (MUGNAINI,2006). Faz-se necessário, também, que a pesquisa sobre o TDAH em relação ao públicoadulto possa ser ampliada, visto que há evidências de que sintomas significativos dessetranstorno, diagnosticados ainda na infância ou na adolescência, continuam em 60% a 70% navida adulta (MATTOS et al., 2006). Os estudos voltados a esse público podem, sobretudo,melhorar a qualidade de vida dos portadores de TDAH (MATTOS; COUTINHO, 2007).Novos estudos voltados às famílias também são importantes (CARREIRO et al.,2007), principalmente porque sabe-se que a estrutura e o funcionamento familiar exerceinfluência significativa sobre os sintomas e a percepção dos mesmos (ANDREOLI, 2008); osfamiliares têm dificuldades na identificação de estratégias educativas eficazes no manejo,cuidado e educação dos filhos (BELLÉ, 2007; KUNRATH; WAGNER; JOU, 2006; SILVA,2003). Constata-se, ainda, que novas pesquisas voltadas aos professores são de grande valia,pois, às vezes, são eles a primeira fonte de informação e também os que solicitam umaavaliação de crianças e adolescentes escolares (JOU et al., 2010). Finalmente, ações e estudosinterdisciplinares devem ser realizados no sentido de a Psicologia disponibilizar o saber desua área (CFP, 2010) para maior conhecimento e manejo dos problemas referentes ao TDAH
  • 29. 28e suas consequências para os portadores e seus familiares. Poucos estudos são voltados aofazer da Psicologia nas diversas abordagens terapêuticas. Nesse sentido, faz-se necessário queos psicoterapeutas também se empenhem em produzir discussões de estudos de casos e desuas intervenções psicoterápicas enriquecendo a literatura nacional (SHIRE, 2011).
  • 30. 29REFERÊNCIASAMARAL, Larissa Maria Garib do. Critérios diagnósticos do TDAH: uma revisão deliteratura. 2009. 124 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica) – Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo,SP, 2009.ANDRADE, Ênio Roberto de e SCHEUER, Claudia. Análise da eficácia do metilfenidatousando a versão abreviada do questionário de conners em transtorno de déficit deatenção/hiperatividade. Arq. Neuro-Psiquiatr., v. 62, n. 1, p. 81-85, mar. 2004.ANDREOLI, Sérgio Baxter. Transtorno do déficit de atenção hiperatividade e ofuncionamento familiar. Faculdade Federal de São Paulo, São Paulo. 2008. Disponível em:<http://www.bv.fapesp.br/pt/projetos-regulares/21847/transtorno-deficit-atencao-hiperatividade-funcionamento/>. Acesso em: 21 maio 2012.ANTONY, Sheila; RIBEIRO, Jorge Ponciano. A Criança Hiperativa: uma visão daabordagem Gestáutica. Psicologia: Teoria e Pesquisa., v. 20, n. 2, p. 127-134, maio/ago.2004.______. Compreendendo a hiperatividade: uma visão da Gestalt-Terapia. Comun. ciênc.Saúde., v. 19, n. 3, p. 215-224, jul./set. 2008.AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Manual diagnóstico e estatístico dostranstornos mentais – DSM-IV-TR. Tradução de Claudia Dornelles. 4. ed. rev. PortoAlegre: Artmed, 2003.ARAÚJO, Alexandra P. de Queiroz Campos. Avaliação e manejo da criança com dificuldadeescolar e distúrbio de atenção. Jornal de Psiquiatria, v. 78, suppl.1, p. 104-110, 2002.BARBOSA, Edson Sandoval. Subdiagnóstico do transtorno de déficit de atenção ehiperatividade em adultos. 2002. 145 f.Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Programa de Pós-Graduação em Psicologia,Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2002.BELLÉ, Andressa Henke. Adaptação Psicossocial em mães de crianças com transtorno dedéficit de atenção/hiperatividade. 2007. 90 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) –Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento, Universidade Federal doRio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, 2007.BELLÉ, Andressa Henke et al. Estresse e adaptação psicossocial em mães de crianças comtranstorno de déficit de atenção/hiperatividade. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 22, n. 3, p.317-325, 2009.BRAGA, Audrey Regina Magalhães; HUA, Feng Yu; KUNZLER, Lia Silvia. Transtorno dedéficit de atenção e hiperatividade: por que é preciso compreender esse diagnóstico? Brasíliaméd., v. 46, n. 2, 2009.
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