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Entusiasmo e animação vocacional

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  • 1. ENTUSIASMO<br />Atitude necessária para o testemunho <br />e animação vocacional<br />
  • 2. A dinâmica do seguimento de Jesus <br />
  • 3. Egoístas e prepotentes<br />(Mt 2,7-8)<br />
  • 4. Física e emocionalmente necessitadas <br />Lc 17,12; <br />Jo 6,26<br />
  • 5. Astutas e Falsas<br />(Mt 9,10-13)<br />
  • 6. Confiantes, despojadas e dispostas<br />Pelo testemunho: <br />“João Batista se encontrava com seus discípulos. Ao ver que Jesus passava, disse : ‘Eis o Cordeiro de Deus’. Os discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus após o testemunho de Jesus”.( Jo 1,35-37 )<br />
  • 7. Confiantes, despojadas e dispostas<br />Pelo convite do próprio Jesus: <br />As discípulos que seguiam Jesus após o testemunho de João Batista.<br />“Jesus disse: ‘o que estais procurando?’ Ao que disseram: ‘mestre onde moras?’ ‘ Vinde e Vede, respondeu Jesus’”. ( Jo 1,38 )<br /> É o que acontece com os diversos casos de vocação escritos no Novo Testamento. <br /> São características dos verdadeiros discípulos que ao ouviram falar de Jesus, ao perceberem que os chamados pelo nome, deixam tudo e o seguem.<br />
  • 8. Confiantes, despojadas e dispostas<br />Pela partilha de uma experiência feita:<br />Os discípulos que foram convidados por Jesus a segui-lo e conhecer o lugar onde morava.<br />“Foram, viram, e permaneceram com Ele aquele dia. Disseram aos seus amigos encontramos o Messias. Eles o conduziam a Jesus”. <br />O fato dos primeiros discípulos acolherem o convite de Jesus propiciou uma profunda experiência Dele. Uma experiência tão vital que serviu de testemunho e incentivo a outros. Não foi ilusão, mas real. Os outros perceberam isso.<br />
  • 9. Confiantes, despojadas e dispostas<br />Por uma profunda inquietação:<br />“Havia entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um homem notável entre os judeus. À noite ele veio se encontrar com Jesus e lhe disse: (...) ‘Como pode um homem nascer sendo já velho? Poderá entrar uma segunda vez no seio de sua mãe e nascer?’” (Jo 3,1-2.4).<br />Algumas pessoas são levadas a encontrar-se com Jesus por profunda inquietação. O encontro tem que se realizar logo. À noite. Às vezes, pelo que ainda representa (antes de nascer de novo, de reverter sua trajetória de vida) esconde-se. Mas, a inquietação o motiva a buscar Jesus. E acontece uma verdadeira conversão, porque se deixa conduzir pela moção do Espírito. Este encontro profundo faz nascer do alto.<br />
  • 10. Os verdadeiros discípulos de Jesus<br /> <br /><ul><li> Aqueles que fazem à vontade do Pai (Mt 7,21.24;12,46-50).
  • 11. Aqueles que são capazes de amar</li></ul>(Jo 13,35). <br /> <br /> <br />
  • 12.
  • 13. I<br />
  • 14. ATIVIDADE I<br />1- Destacaralgunsexemplos de seguimentopara o grupo. Quais as característicascomuns entre osexemplosescolhidos?<br />3- Quepessoaestáligada à minhavocação? O quedestacodela?<br />4- O que me fez optarpela Vida ReligiosanaCongregação?<br />
  • 15. Cristo Escolheu Para Si Dez Soldados Prá Batalha (2x)O Primeiro Era Manco Mas Marchava Prá Jesus 1 , 2 , 3 , 4 Ele Marchava Prá Jesus (2x) Cristo Escolheu... O Segundo Era Cego... O Terceiro Era Perneta... E O Quarto Era Velhinho... E O Quinto Era Corcunda... E O Sexto Dor Nas Costas... E O Sétimo As Pernas Tortas... E O Oitavo Tinha Tremedeira... E O Nono Era Todo Ruim... E O Décimo Era Bom Mas Não Marchava Prá Jesus (2x) 1 , 2 , 3 , 4 MAS NÃO MARCHAVA PRA JESUS...<br />
  • 16. TESTEMUNHO<br /> <br /> <br />O QUE É?<br />
  • 17. TESTEMUNHO<br /> <br /> <br />POR QUE HÁ NECESSIDADE DE ?<br />
  • 18. TESTEMUNHO<br /> <br /> <br />TESTEMUNHAR O QUE?<br />
  • 19. ENTUSIASMO<br />MEMÓRIAS QUE FASCINAM E MOTIVAM<br />
  • 20. FASCÍNIO<br /><ul><li>Tudoaquiloqueproduzalegriacomunicativa, atração forte, frescor suave e otimismoestimulante.
  • 21. Elasuscitagraça e simpatia, imaginação e fantasia.
  • 22. Porsuanatureza, fazsurgirforça, entusiasmo, espectativa.</li></ul>Paixãopor Cristo, paixãopelaHumanidade (CIVC, 2005)<br />
  • 23. Elementosestruturais<br />quefascinam<br /><ul><li> “O frescor” dacentralidade de Jesus</li></ul>A pessoa de Jesus, com a suamensagem, foi e continua sendo<br />o elementocondutorda Vida Consagrada;<br />- O seguimento de Jesus é suaregrasuprema (PerfectaeCaritatis, 2.)<br />
  • 24. Elementosestruturais<br />quefascinam<br /><ul><li> O atrativodaespiritualidade</li></ul>A espiritualidadecristãnão é outracoisa<br />senão o assumir o mesmoespírito de Jesus.<br />Paixãopor Cristo, paixãopelaHumanidade (CIVC, 2005)<br />
  • 25. Elementosestruturais<br />quefascinam<br /><ul><li> A forçadamissão</li></ul>O atrativodavidaconsagrada, maisqueemsimesma, está no estilo de vida e nafinalidadeespecífica de cadainstituto.<br />Paixãopor Cristo, paixãopelaHumanidade (CIVC, 2005)<br />
  • 26. Elementosestruturais<br />quefascinam<br /><ul><li> A forçadamissão</li></ul>A V.C, pelasuapróprianatureza, nãodevepermanecerfechadaemsimesma, mas é chamada a se abrir e se dedicar, como Jesus, aoserviço dos maisfracos. Além disso, “a suaprópriavida é missãocomofoitoda a vida de Jesus” (Vita Consecrata, 72.)<br />
  • 27. Elementosestruturais<br />quefascinam<br /><ul><li> O gritoangustiantedahumanidade</li></ul>O gritoangustiantepor um mundomaisjusto e humanotorna-se cadavezmais forte e aomesmo tempo atraente, especialmentenasgerações novas, paradarumaresposta e torná-lo maishumano.<br />
  • 28. Elementosestruturais<br />quefascinam<br /><ul><li>O encantadorequilíbriopessoa X estrutura</li></ul>A pessoa é a razão e o centrodamissãodaIgreja (Paulo VI)<br />Para manter o equilíbrio, é precisoterpresentetambém a descentralizaçãoda Vida Consagrada, é precisofazer um caminho de verdadeirainculturação<br />
  • 29. Os <br />“Vírus” daMemória<br />
  • 30. Memória apática-ingrata<br /><ul><li>Seria o modo de recordardaquelaquenão se comove, queperdeu a liberdade de comover-se diantedavida e do bemrecebido.</li></ul> <br /> <br />(Cencini, 2007)<br />
  • 31. Memória parcial-seletiva<br /> <br /> <br />- Memória de quemrecordasomenteuma parte davida, ou parte negativa, e entãosublinhaosinevitáveisladosescuros e pesadosdaexistência, como se existissemsomenteeles, ouentão a positiva, e então remove e cancelatodo o acúmulo de limite e de imperfeiçãoquetambémacompanha o existirhumano.<br />(Cencini, 2007)<br />(Cencini, 2007)<br />
  • 32. Memória superficial-sensacional<br /><ul><li>Aquelemodo de recordarqueregistrasomenteosfatosrelevantes, sensacionais, de sucesso, as experiênciasextraordinárias de Deus ouaquelasemque é maisfacilmentelegível o sentidodasuapresença, onde Deus acolheuospedidos do crente, excluíndotodo o resto, como se nãotivesse valor, excluindo, portanto, aquelascircustânciasemque Deus pareceterestadoausente.</li></ul> <br /> <br />(Cencini, 2007)<br />
  • 33. Memória idealizadora-nostálgica<br /> <br /> <br /><ul><li>Aquelemodo de idealizar o passadoque o contrapõeaopresente, regularmentejulgadodecadente e, o considerairrepetível no futuro.</li></ul>(Cencini, 2007)<br />
  • 34. Memória lamentadora-desresponsabilizante<br /><ul><li> É o estilo de quemdescobre no seupassadosomenteou, sobretudo, defeitos dos outros e injustiças de quemteriasidovítima. O passado, nessecaso, funcionacomoálibiquejustifica o presente e desresponsabiliza o sujeito.</li></ul>(Cencini, 2007)<br />
  • 35. Memória Ofendida-ressentida<br /><ul><li> É a recordaçãoobstinada das ofensasou das injustiçasrecebidas, ousupostastais, comoumamemóriaincancelável e dura, de algumacoisagravadanapedra, quetorna, eternamente, conflitantescertosrelacionamentos e impede que a pessoaexperimente a forçalibertadora do perdão.</li></ul>(Cencini, 2007)<br />
  • 36. MEMÓRIA AFETIVA<br />
  • 37. MEMÓRIA AFETIVA<br /><ul><li>Recordarnão é operaçãoestática e mecânica;
  • 38. Não é simples saudadeoulamentação, nemconservaçãoestéril;
  • 39. recordarsignifica “reportaraocoração”
  • 40. MEMORIZAR É SEMPRE UM TRABALHO EMOCIONAL E EMOCIONANTE</li></ul> <br /> <br />(Cencini, 2007)<br />
  • 41. MEMÓRIA AFETIVA<br /><ul><li> O resíduo, “produtoemotivo” das experiênciasmaissignificativasdavida é aquiloqueconstitui a memóriaafetiva.
  • 42. O queimportanão é sóosregistros dos fatos. Aocontrário, é decisivo a EMOÇÃO depositadaporaquelesacontecimentosnapsique e queexpressarásuatotalidadeafetiva</li></ul> <br /> <br />(Cencini, 2007)<br />
  • 43. II<br />
  • 44. ATIVIDADE II<br />1- (em duplas) Fazer uma memória afetiva do fato vocacional .<br />2- (no grandegrupo) – Elencar as emoçõespresentesnosfatos e ver o que é comum.<br />
  • 45. ENTUSIASMO<br />Atitude necessária para o testemunho <br />e animação vocacional<br />
  • 46. ENTUSIASMO<br />Para os gregos na antiguidade estar doente tinha duas razões<br /> a serem descobertas:<br />1- Como e porque a pessoa se desviou de seudestino?<br />2- Porquesuavida for a esvaziada de Eros, ouseja, porquenãovivia<br />Maisapaixonadamente.<br /> - Porquenãoviviamais com ENTUSIASMO.<br />En-theos-asmos = VIVER COM ALEGRIA DIVINA<br />

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