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Artigo no Publituris: "A moda das redes sociais que nunca mais sai de moda"

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  1. 1. iirtrfiiiiii í “vista tlaiiui Olivier P. Soares 4/ t «sfmx Director -gsral Oulcklnsolutionscom › As redes sociais foram 'adoptadas' pelos principais agentes do tecido empresarial no turismo lili II llltiilrt¡ Zllttl ' ' "' I Opiniao Í: Illllliü tias PBÚBS SIIEÍEÍS que llllllllü mais Sã¡ [i3 lllllliü Lembro-me de, há três anos, quando comecei seriamente a investir muito do meu tempo e a alocar uma significativa parte dos meus neurônios nas redes sociais, a maioria dos meus ami- gos e familiares decidiram fazer-me uma intervenção! Achavam que eu estava a perder o rumo, numa carreira que até ai nem estava a correr nada mal. Quando anunciei a todos que ia definitivamente investir na procu- ra de soluções para o turismo baseado no Web Marketing e redes sociais, ai foi o descalabro. Os principais argumentos utilizados para me convencer a voltar a pôr os pés na terra eram que “as redes sociais eram simplesmente uma moda", ou que “passar o tempo em coscuvilhices na net" não era uma actividade com futuro. A minha perspectiva continua a ser outra. Para mim, a Web 2.0 e as redes sociais não se podem resumir a serviços ou produtos, representam simplesmente uma nova era de informação e de inte- racção entre os intemautas; ou seja, entre a comunidade humana e global. ” E se existe Lima indústria onde a troca de experiências, ideias e opiniões (e sonhos) é fértil, esta e' a do nosso fantástico sec- tor de actividade: o turismo. A evolução de perspectiva dos consumidores, e dos profissionais da área, em relação a esta semi-revolução das redes sociais ao ser- viço do turismo é agora mais do que aparente, e já dificilmente pode ser negada, Pelos menos de forma credivel. Temos todos verificado que as redes sociais foram “adoptadas”, não só pelo público em geral mas em particular pelos principais agentes do tecido empresarial no turismo. Desde a hoteis, agentes de viagens, operadores, à comunicação social especializada e mais relevante: ao turista e viajante em geral. Claro que a maturidade na implementação destas ferramentas de marketing varia em grande medida, a própria percepção da utilidade das mesmas e impacto no bottom-line da actividade é sem dúvida pouco homo- génea. As ferramentas em si são relativamente simples na sua uu'- lização, e mesmo na sua adopção. A dificuldade reside no enten- dimento que lhes atribuir-nos na nossa estratégia de comunicação, sendo o maior desaño o de perceber por um lado que o hoteleiro tem de adoptar uma postura de marketcer na sua actividade; por outro lado, que o marketing turístico e' uma competência que acaba de ser totalmente reinventada. O desafio hoje em dia, em Portugal nomeadamente, já não é tanto o de ter que evangelizar as redes sociais como plataformas credi- veis e relevantes. O principal desafio hoje e' para o hoteleiro e suas equipas em perceber como aproveitar as potencialidades das mesmas para os seus estabelecimentos, E isto meus amigos, e' progresso ! Porque passamos de uma mentalidade de “porquê ? ”, para uma postura de “Mas como. .. i”. E a partir daqui, tudo é pos- sivel. Mais ainda porque já são varios os exemplos em Portugal de casos de sucesso, de iniciativas criativas em campanhas de marketing online no ttuismo, de eventos associados ao tema do turismo 2.0 ou ainda de artigos relevantes acerca deste tema. Dificilmente seremos hoje vitimas de chacota popular quando abordarnos o tema do turismo e das redes sociais, e finalmente podemos deixar de adoptar a outrora postura muito popular do Wait & See, e abraçar aquela que eu continuo a recomendar: Think & Run For It l
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