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Educação, novos tempos, novas atitudes
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Educação, novos tempos, novas atitudes

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Autora: Fátima Pacheco

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  • 1. Todo o aprendizado é julgado pelo que o aprendiz sabe fazer, pelo resultado que obtém Aprendizagem (2 níveis) Aprender define-se como o desenvolvimento da capacidade de produzir, consistentemente, resultados com uma certa qualidade (aprendizado profundo) Saber conceitual Resolução de problemas reais por analogia, inferência, generalizações, seleção de informação, estudo probabilidades, tomadas de decisão… (conceito de Competência de Perrenoud) Os Projetos de Trabalho contribuem para a resignificação dos espaços de aprendizagem com o objetivo de formar sujeitos ativos, reflexivos, atuantes e participantes (Hernandez) Refletindo sobre a realidade social, orientado os projetos para uma reflexão das condições de vida da comunidade em que se insere com vista a analisar o contexto sócio-político com a finalidade de elaborar propostas de intervenção que visem a transformação social (Paulo Freire)
  • 2. Crenças e pressuposições Consciência e sensibilidades Aprendizado profundo Práticas estabelecidas “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” Paulo Freire Redes de relacionamento Técnicas e habilidades “Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão”. Paulo Freire
  • 3. MUDANÇAS SUTIS DAS ESTRUTURAS MENTAIS O modo como vemos o mundo influencia… .. O modo como fazemos… … as técnicas e habilidades que desenvolvemos… … o modo como nos relacionamos com o outro… … que nos permite a tomada de consciência e os sensibiliza a outras estruturas de pensamento… “… a nossa experiência é a fonte mais direta do reforço das nossas crenças e pressuposições” “Cultura não é estática. É permanente reforçada sobre como vivemos uns com os outros no dia a dia (…) Quando agimos diferente uns com os outros, colocamos em ação possibilidades de mudar todos os elementos.” P. Senge
  • 4. Relação cognitiva com o mundo Conhecido * Desconhecido ** Estruturas do pensamento são produto de uma construção contínua do sujeito que age e interage com o meio, tendo um papel ativo no seu próprio desenvolvimento cognitivo (Piaget) Equilibração mecanismo regulador da assimilação e acomodação que permite a adaptação do indivíduo ao meio, permitindo uma progressão no sentido de um pensamento cada vez mais complexo Acomodação Altera os esquemas por assimilação de novas informações •Conhecimentos prévios ** conteúdos novos, habilidades, atitudes Adaptação … permite construção de novos esquemas / estruturas de pensamento Assimilação incorpora novas informações nos esquemas existentes
  • 5. instantânea Assimilação Recorrendo a tempo e esforço Acomodação Reorganização cognitiva /pensamento Adaptação “habitus” : Equilibração Habilidades, saberes integrados, fazem parte do “SELF” Conceitos piagetianos competências cognitivas colocadas em ação, pelo saber-fazer, pela identificação dos recursos que necessita utilizar-pesquisar-utilizar … agir saber enfrentar situações que se vão repetindo ao longo da vida com obstáculos novos/diferentes…(resolução por analogias-repetição; resolução criativa, original…)
  • 6. Competência práticas sociais: ≠ →amadoras Acumulação de conhecimentos →profissionais Práticas sociais: ação humana que determina a transversalidade Práticas sociais: a escolha irá determinar o tipo de ser humano que a escola quer formar ESCOLA  conteúdos disciplinares: escolha também é indicativa do tipo de ser humano que a escola quer formar o tipo de ser humano que a escola quer formar determinará a organização curricular (criar interseções entre a esfera disciplinar, através de projetos e, concomitantemente, fará repensar a avaliação padronizada)
  • 7. Projeto Gera situações de aprendizagem reais e diversificadas Possibilita decidir, opinar, debater Construir autonomia e compromisso social
  • 8. Responsabilidade e autonomia dos alunos Corresponsabilidade no trabalho e escolhas Trabalho em equipe/trabalho cooperativo Construção de respostas pessoais e originais Características de um projeto Ter carácter faseado Determinar: 1. Escolha do objetivo central e formulação do problema 2. Planejamento 3. Execução 4. Avaliação 5. Divulgação dos trabalhos Complexidade e exigência de tomada de decisões Objetivo central : a partir de um problema ou fonte geradora é obrigatória uma atividade que permita a sua resolução
  • 9. • Necessitarão dos conteúdos das disciplinas (instrumentos culturais) para compreensão da realidade e intervenção em sua dinâmica •Saem da abstração e teoria . Os conteúdos adquirem significados diversos a partir das experiências sociais dos alunos Desenvolvimento de projetos com objetivo de resolver situações relevantes e que irão gerar a aprendizagem Pertinência dos conteúdos disciplinares Projetos •No processo de ir e vir os conteúdos tornam-se mais abrangentes e aprofundados, dependendo dos conhecimentos prévios e experiência cultural dos grupos Proporcionam uma nova dinâmica na aprendizagem na perspetiva de alcançar a “aprendizagem profunda” Mudança de conceção dos conteúdos disciplinares •Os alunos passam a selecionar e sequenciar os conteúdos disciplinares Professor: mediador, facilitador da aprendizagem Geram necessidade de aprendizagens de novos conteúdos, aprofundamento, sistematização e intervenções em novas
  • 10. UMA OUTRA IDENTIDADE PESSOAL E PROFISSIONAL Diferente abordagem paradigmática: “… antes fazer aprender do que ensinar”. SABER SABER ESCOLA SENAC ALUNO ALUNO PROFESSOR PROFESSOR
  • 11. Não renunciar a qualquer ensino “organizado” mas “aprender, fazendo, o que não se sabe fazer” Como? (Meirieu) (p.55) •Conhecimentos são recursos para se mobilizar •Situações problema •Produzir os seus próprios dispositivos/instrumentos de trabalho •Negociar e mediar projetos com os alunos •Planejamento flexível e indicativo (gerir desordem, incompletude…) •Explicitar contratos didáticos (planos de dia, quinzena, mês… dos alunos) •Usar a avaliação como momentos de formação •Estabelecer espaços de trabalho inter/multi/transdisciplinar Obriga a: Maior implicação na tarefa Tornar visíveis os processos, ritmos, modos de pensar e agir Trabalho em grupo Trabalho de natureza projetiva Assumir responsabilidade perante terceiros (social)
  • 12. Formação isomórfica Utiliza as ferramentas estudadas na rotina do seu trabalho Integrar conhecimento e ação Uma cultura de reflexão –ação preconiza soluções mais adequadas, promovem o comprometimento das pessoas, obriga a monitoramento da ação (PDCA)*. Os ganhos dão-se a longo prazo e proporcionam aprendizado constante. “Problema” como desafio para o aprendizado. Reflexão e ação: desafios complexos exigem busca de significados mais profundos, por vezes ocultos. Partir de premissas que estão na superfície e estabelecer conexões entre as partes de todo o sistema Internaliza a ideia de que se aprende o que interessa * Planejar, executar, controlar (avaliar) e agir
  • 13. “Desenvolver competências não é contentar-se em ter seguido o programa, e sim não parar com a sua construção e testagem”. Perrenoud Em situação de “fracasso escolar” (não há aprendizagens mínimas mas sim máximas de cada um…): identificar o problema, desenvolver ações pedagógicas para sua resolução. Criar mecanismos de diferenciação do ensino com vista à individualização dos percursos de formação (o que nos obriga a repensar a legitimidade da organização por anos de escolaridade, ou criar dispositivos que forneçam a informação individualizada aos colegas a montante do percurso… ) Ver o trabalho em grupos heterogéneos como um fator de enriquecimento (ZDP - Vygostky…) Formação docente é concomitante com a formação do aluno