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Jornalismo Impresso Vs Jornalismo On Line
 

Jornalismo Impresso Vs Jornalismo On Line

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    Jornalismo Impresso Vs Jornalismo On Line Jornalismo Impresso Vs Jornalismo On Line Presentation Transcript

    • Jornalismo impresso vs Jornalismo On-line
    • “ Há algumas coisas que nunca deixarão de existir. O jornalismo impresso é uma delas” (observatório de imprensa) “ Já não é para as estrelas que lançamos o olhar. O que hoje olhamos são os ecrãs”. (Paul Virilio)
    • As implicações que o formato on-line trouxe para o campo da comunicação e para o campo do jornalismo, têm vindo a suscitar interesse geral. Com o advento dos novos meios de comunicação, nomeadamente da internet, a informação proveniente do meio on-line representa um novo meio para a prática do jornalismo, com potencialidades que o formato impresso não dispõe. O jornalismo on-line permite a passagem da monomodalidade à multimodalidade, isto é, possibilita a combinação de vários modos num mesmo meio. Actualmente, multiplicam-se as formas de propagar um acontecimento. Já não utilizamos apenas os media tradicionais para conhecer o que se passa no mundo. Falar de jornalismo on-line implica, obviamente, falar da Internet e das transformações que a tecnologia provocou e provoca no jornalismo.
    • “ Entre nós e o mundo interpõe-se agora uma infinidade de mediações, uma infinidade de procedimentos, de modos de acesso, de interfaces, uma infinidade de modos de ligação e de conexão. A nossa relação com o mundo, o acontecimento em que consiste o nosso embate com as coisas, o nosso actual modo de fazer a experiência de qualquer coisa, tem hoje uma infinidade de mediações produzidas por aquilo que identificamos como tecnologia de informações” (Cruz, 1999: 431, citado por Moisés, 2002).
    • Com o passar do tempo existe, cada vez mais, uma maior ligação entre a “tecnologia do digital” e o ser humano, como forma de se ligar ao mundo. A Web apresenta-se actualmente como um excelente meio para compartilhar conhecimentos e informações, dando a possibilidade de combinar vários recursos multimodais. “ A comunicação tornou-se cada vez mais eficaz, à medida que passamos do telefone à rádio, da televisão à informática e, hoje em dia, aos denominados multimédia” (Wolton)
      • IMPRESSO
      • Apresentação linear da informação oferecida numa determinada ordem que o utilizador não pode controlar, excepto se mudar para outra notícia ou virar a página
      • Os jornais impressos são perecíveis
      • ON-LINE
      • Interactividade
      • Os artigos e reportagens podem ser complementados com informações adicionais, que não teriam espaço nas edições em papel.
      • As notícias podem ser actualizadas várias vezes durante o dia e os leitores podem ter acesso em qualquer lugar do mundo.
      • O jornalismo produzido na web apresenta também a vantagem de implementar serviços especiais, como os links, a consulta de arquivos das edições passadas, classificados on-line, programas de busca, fóruns de discussão abertos ao público, etc.
      Especificidades dos diferentes meios de comunicação:
    • Os cidadãos dividem-se entre os que apostam na perenidade do jornal em versão de papel e os que prevêem o seu total desaparecimento. No mundo inteiro especula-se sobre o fim da imprensa escrita diária, seja em seminários universitários, em artigos de jornais (ainda em papel) ou em encontros de profissionais da imprensa. Não são poucos os que predizem para breve o fim da imprensa no suporte tradicional, mas também há quem defenda que o jornalismo impresso não irá acabar. O jornal em papel: o fim? As opiniões são divergentes… Há quem acredite que os jornais convencionais não sobreviverão ao próximo século. Tudo será digitalizado e até a televisão, como nós a conhecemos, deixará de existir. Outros afirmam que a Internet não representa uma ameaça às publicações impressas e que nenhuma tecnologia, por mais avançada que seja, vai superar o bem-estar e o conforto que um jornal proporciona aos leitores.
    • Para uns, o jornalismo impresso será suplantado pelo on-line, nos próximos anos. E há, ainda, aqueles que defendem que a obtenção de informação através dos meios convencionais não deixará de existir. O ex-diretor executivo do News and Observer , Frank M. Daniels III , afirma que “os jornais em papel irão desaparecer nos próximos 10 ou 15 anos”. Contrariando esta posição e acreditando que, embora as publicações on-line apresentem uma grande quantidade de atractivos e vantagens que as media tradicionais não dispõem, muitos jornalistas e especialistas em comunicação sustentam que o jornal em papel terá o seu lugar na era digital. Segundo Steve Outing , os jornais digitais não irão substituir as edições impressas. Mais do que uma ameaça, eles representam um importante instrumento complementar para as empresas jornalísticas. Outling defende, todavia, que a circulação dos produtos impressos tende a diminuir no futuro. Quais as opiniões em relação ao fim do jornalismo impresso?
    • De acordo com o editor do jornal O Globo , Ali Khammel, “os jornais impressos ainda têm uma vida longa pela frente e o que o faz apostar nisto é a sua crença de que eles vão sobreviver porque promoverão mudanças radicais em seu conteúdo”.
      • Para o sociólogo e consultor da Newspaper Association of America, Leo Bogart, os jornais convencionais vão sobreviver no mundo digital. Aponta, por conseguinte, algumas razões para isso:
      • Por maior que seja a evolução das telas dos computadores no futuro (leves, portáteis, de cristal líquido), elas jamais terão a capacidade do jornal de serem dobradas ou enroladas e levadas para toda a parte.
      • A interface do jornal impresso, possibilita ao leitor visualizar todas as matérias de forma rápida e eficiente, simplesmente passando as páginas.
    • “ Ao que tudo indica, os jornais impressos não vão desaparecer, pelo menos a médio prazo, principalmente porque eles ainda são os grandes responsáveis pela maioria esmagadora dos lucros das companhias jornalísticas. Além disso, os jornais tradicionais podem conviver sem nenhum problema com as suas versões digitais, através de uma relação de parceria onde um pode auxiliar o outro”. (http://www.facom.ufba.br/pesq/cyber/manta/Guia/cap18.html) As opiniões são muitas. Para uns, o fim do jornalismo impresso está próximo, outros apostam na continuidade do mesmo e descartam a hipótese de o digital suplantar as edições impressas. Resta esperar e ver o que acontece num futuro próximo…
      • “ Um veículo de comunicação não substitui outro, mas os modelos com os quais se elaboram esses veículos, estes, sim, precisam de atualização constante. Isso implica mudanças em função de tecnologias em permanente evolução e, muitas vezes, são necessárias mudanças de conceitos na elaboração do produto para poder acompanhar as transformações da sociedade”. ( in observatório de imprensa)
    • Sites consultados http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=437ENO002 http://www.facom.ufba.br/pesq/cyber/manta/Guia/cap18.html http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=400IMQ001
    • REALIZAÇÃO
      • Olga Monteiro, Mestrado em Ciências da Comunicação, Ciberjornalismo