Joao gomes

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Joao gomes

  1. 1. Cruz vermelha<br />Portuguesa <br />
  2. 2. Introdução: <br />A Cruz Vermelha Portuguesa.<br />A Cruz Vermelha Portuguesa, é uma instituição humanitária não governamental<br />e de utilidade pública e portanto sem fins lucrativos, desenvolvendo a sua missão em obediência aos seus Princípios Fundamentais, adoptados por<br />Conferência Internacional da Cruz Vermelha de 1965.<br />
  3. 3. Civil<br />Todas as pessoas que não sejam combatentes (em caso de dúvida a<br />pessoa tem que ser considerada civil). Se e durante este tempo o Civil toma<br />parte directamente nas hostilidades, é considerado combatente e perde a<br />protecção.<br />
  4. 4. Historia de Portugal :<br />Fundada em 11 de Fevereiro de 1865 pelo Dr. José António Marques,<br />a Cruz Vermelha Portuguesa tem cumprido as mais diversas missões humanitárias nos<br />planos nacionais e internacionais. Em colaboração com organismos internacionais tem<br />prestado socorros e assistência às populações de países assolados pela fome, guerra e<br />outras situações de miséria. Independentemente da existência de guerra, ou não, e alheia<br />a orientações políticas, acorre em prol da população, tanto em situações de rotina, como<br />de emergência (desastres, epidemias, alterações da ordem pública e calamidades<br /> naturais de todo o tipo).<br />
  5. 5. Acção social…<br />A Cruz Vermelha Portuguesa, enquanto parte integrante de uma rede<br />humanitária constituída pelas Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e Crescente<br />Vermelho, pela Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do<br />Crescente Vermelho (FICV) e pelo Comité Internacional da Cruz Vermelha, tem como<br />missão proteger a dignidade humana, actuando, através da sua experiência operativa,<br />junto dos mais vulneráveis.<br />
  6. 6. Objecto de uma profunda reestruturação iniciada em 1978, o Hospital da Cruz<br />Vermelha Portuguesa é, hoje, uma unidade hospitalar de referência que dispõe dos<br />mais sofisticados meios tecnológicos e de um quadro clínico permanente de<br />reconhecido prestígio. Graças à ampliação das instalações, à modernização dos<br />equipamentos e ao reforço dos recursos humanos, o Hospital da Cruz Vermelha<br />Portuguesa registou nos últimos cinco anos um significativo crescimento,<br />qualitativo e quantitativo, dos serviços de saúde prestados, nomeadamente nas áreas<br />de cardiotorácica, vascular, ortopedia e oftalmologia. Com mais de 8.000<br />intervenções cirúrgicas realizadas, 1.391 nascimentos, 13.200 internamentos, 25.500<br />consultas e 3.740 urgências efectuadas em 2002, o Hospital da Cruz Vermelha<br />Portuguesa não só aumentou significativamente a sua actividade como<br />profissionalizou e especializou as suas equipas, nomeadamente, de técnicos,<br />enfermeiros e auxiliares.<br />Saúde…<br />
  7. 7. Socorrismo…<br />As Unidades de Socorro são constituídas por voluntários devidamente<br />preparados e com formação técnico-profissional adequada para o cumprimento das<br />missões de auxílio, assistência, tratamento de doentes e feridos, levantamento,<br />transporte e primeiros socorros, quer em tempo de paz, quer em tempo de guerra. Aos<br />voluntários que se oferecem para prestar serviço nas Unidades de Socorro é ministrado<br />um Curso de Formação Base que assenta em três áreas didácticas. <br />Este curso confere-lhe a habilitação de Tripulante de Ambulância de Transporte.<br />
  8. 8. A Escola Profissional Almirante Domingos Tasso de Figueiredo,<br />abreviadamente designada por EPTF, criada em Agosto de 1992, é um estabelecimento<br />de ensino privado, que goza de autonomia cultural, científica, tecnológica e pedagógica.<br />A EPTF tem como objectivos para a prossecução do seu projecto educativo, o exercício<br />de actividades de educação, ensino e formação profissional, bem como o<br />desenvolvimento de actividades nos domínios da investigação e divulgação científica e<br />tecnológica, para além das relacionadas com o desenvolvimento pessoal e social das<br />populações alvo. A interactividade criada com o meio local e a capacidade da EPTF<br />induzir nos seus parceiros e colaboradores acções que dinamizem os próprios<br />objectivos, faz dela uma organização aberta e participativa, que sem esquecer os<br />Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha, desempenha um papel relevante na<br />formação de jovens e adultos, que através dela, encontram a via para se afirmarem como<br />cidadãos plenos. O nome atribuído à Escola é o do 7º Presidente Nacional da Cruz<br />Vermelha Portuguesa.<br />Formaçao…<br />
  9. 9. A intervenção humanitária internacional da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP)<br />responde a um imperativo que orienta todo o Movimento Internacional da Cruz<br />Vermelha e do Crescente Vermelho, o de "prevenir e aliviar o sofrimento humano onde<br />quer que ele se verifique". As necessidades dos beneficiários são, por tal, a principal<br />justificação das intervenções internacionais e, nesse sentido, nenhuma área geográfica é<br />excluída da acção humanitária. Não obstante, há uma certa concentração geográfica das<br />actividades de cooperação internacional da CVP que se prende, essencialmente, com<br />razões históricas e culturais que contribuem para o impacto e eficiência dos laços que<br />nos unem a outras Sociedades Nacionais.<br />Internalização… <br />
  10. 10. Pesquisa e localização…<br />Movimentações de populações, refugiados, prisioneiros e mortos fazem parte<br />das consequências dramáticas de uma guerra. Estas são muitas vezes acompanhadas<br />pela ruptura dos meios tradicionais de comunicação e da impossibilidade de as pessoas<br />se deslocarem livremente. Milhares de familiares são, assim, separados, sem notícias<br />uns dos outros, e vivem na angústia de conhecer o paradeiro dos seus pais, filhos e<br />irmãos desaparecidos e da vontade de se voltarem a reunir. Assim sendo, e com o apoio<br />das Sociedades Nacionais, a ACP do CICV leva a cabo as seguintes actividades:<br />- Restabelecimento e manutenção dos contactos familiares através da troca de<br />mensagens Cruz Vermelha;<br /> Localização e apoio aos prisioneiros de guerra;<br />- Informação às famílias sobre o paradeiro dos seus parentes mais próximos;<br />- Reagrupamento familiar;<br />- Fornecimento de documentos de viagem que permitam às pessoas sem<br />documentos de identidade a entrada num país de acolhimento.<br />
  11. 11. Ajuda a madeira e a todos nós:<br />
  12. 12. A madeira é um dos bons casos de cruz vermelha <br />A Delegação da Madeira da Cruz Vermelha Portuguesa foi a 5.ª Delegação da<br />então designada Comissão Portuguesa de Socorros a feridos e doentes militares em<br />tempo de Guerra, a ser instalada no país, decorria o ano de 1870. No entanto, a<br />instalação “in facto” da Delegação só aconteceu no ano de 1914, a 14 de Novembro<br />sendo seus fundadores o Dr. Eliseu de Sousa Drumond, Capitão José Sotero e Silva,<br />Tenente António Agostinho Câmara e Manuel Passos de Freitas, aquando das primeiras<br />batalhas da guerra de 1914. Na Madeira foi por altura de 1916 que a guerra fez a sua<br />mais violenta aparição tendo a jovem Delegação, na altura, marcado a sua presença na<br />zona da Quinta Vigia e Fortaleza de São Tiago, zonas que tinham sido bombardeadas<br />pelos submarinos alemães.<br />
  13. 13. Alguns tipos de resgate :<br />
  14. 14. Voluntariado do Apoio Geral é constituído por voluntários que desempenham<br />tarefas essencialmente de natureza social, convenientemente preparados e organizados<br />pela CVP. É a herdeira da Secção Feminina criada em 1945, pela voluntária Carolina da<br />Rocha Machado. Dentro das actividades desenvolvidas são de realçar o apoio a grupos<br />de idosos carenciados; visitas a doentes internados nos hospitais; selecção e distribuição<br />de roupas; serviço de café nas consultas externas do Centro Hospitalar do Funchal e<br />ainda um peditório anual no mês de Maio e Bazar de Natal para angariação de fundos.<br />Voluntarios<br />
  15. 15. Corpo voluntario de juventude: <br />O Corpo de Juventude da CVP tem como objectivo desenvolver, nos jovens dos 8 aos<br />29 anos, os elevados princípios da Instituição, bem como os valores de cooperação e da<br />solidariedade, devendo as suas actividades atender sempre aos interesses e capacidades<br />dos diversos escalões etários a que se destinam, visando o desenvolvimento individual e<br />colectivo dos seus elementos. O Corpo de Juventude da CVP/Madeira foi constituído a<br />01 de Abril de 2005 e durante este curto período de existência tem vindo a participar em<br />diversas campanhas devidamente programadas em conjunto com a coordenação<br />nacional, nomeadamente a campanha “ Tá-se Bem ao Sol”, e outras em parceria com organismos regionais.<br />
  16. 16. Trabalho elaborado por :<br />- João Sousa <br />- João Gomes<br />

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