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Leitura e escrita na escola
 

Leitura e escrita na escola

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Material de Orientação Técnica

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    Leitura e escrita na escola Leitura e escrita na escola Presentation Transcript

    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA: SÃO MUITOS OS PROFESSORES A GESTÃO DO CURRÍCULO E A FORMAÇÃO DO LEITOR/PRODUTOR DE TEXTOS: UM COMPROMISSO DE TODAS AS ÁREAS Diretoria de Ensino da Região de São João da Boa Vista Supervisão de Ensino /Oficina Pedagógica Fernanda Aguiar Cardozo PCOP Língua Portuguesa
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Ler é mais do que decodificar: é atribuir sentidos ao texto, indo além do que está escrito, relacionando-o com outros textos e com as experiências vividas; é também “adivinhar”, com base em dados do próprio texto, o que vem a seguir e o que está nas entrelinhas.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Quanto mais lemos, melhores leitores nos tornamos. As habilidades de leitura só se adquirem com a própria experiência da leitura e com a mediação de um leitor mais experiente.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto _ O Homem da Favela
      • Dr. Levi dá plantão no Hospital dos Operários que fica perto de uma favela. Ele é meio conhecido na favela porque sobe o morro de vez em quando, em visita médica à Associação dos Deficientes Visuais. Mesmo assim, já foi assaltado nove vezes, sempre de manhã, quando está saindo do pátio em seu carro. Por causa disso, Dr. Levi anda prevenido. Não compra revólver mas, ao deixar o plantão, já vem com a chave do automóvel na mão, passos rápidos, abre a porta, entra depressa, liga o motor, engrena a marcha, acelera e dispara. Não se preocupa com os malandros que tentam abordá-lo na estrada.
      • A neblina prejudica a visão do médico nessa manhã de inverno. Ele aperta o dispositivo de água, liga o limpador que faz o semicírculo com seu rastro no pára-brisa. Vê no meio da estrada, ainda distante, um pedestre que finge embriaguez. O marginal está um tanto desnorteado, meio aéreo, andando sem rumo, em ziguezague. Parece trazer um porrete na mão.
      • Dr. Levi será obrigado a diminuir a aceleração e a reduzir a marcha. Se o mau elemento continuar na pista, terá de frear. Se parar, poderá ser assaltado pela décima vez. O carro se aproxima do malandro. Ele usa boné com o bico puxado para frente, cobrindo-lhe a testa. Óculos escuros para disfarce, ensaia os cambaleios, tomba um pouco a cabeça, olha para cima, procura o sol que está aparecendo, sem pressa, com má vontade.
      • O médico, habituado a salvar vidas, tem ímpeto de matar. Acelera mais, joga o farol alto na cara do pilantra, buzina repetidas vezes. O mau-caráter faz que procura o acostamento, mas permanece na pista.
      • O carro vai atropelar o velhaco. Talvez até passe por cima dele, se continuar fingindo que está bêbado. Menos um para atrapalhar a vida de gente séria.
      • O esperto pressente o perigo, deve ter adivinhado que o automóvel não vai desviar-se dele, ouve de novo a buzina, o barulho do motor cada vez mais acelerado. De fato, o carro não desvia de seu intento. Obstinado, segue seu rumo. Vai tirar um fino.
      • O vivaldino é atingido de raspão, cambaleia agora de verdade, cai de lado. O cirurgião ouve o baque, sente o impacto do esbarro.
      • Vê pelo retrovisor interno a vítima caída à beira da estrada. O vidro de trás está embaçado, mas permite distinguir o vulto, imagem refratada. Gotas de água escorrem pelo vidro não como lágrimas, e, sim, como bagas de suor pelo esforço da corrida. Não há piedade, há cansaço.
      • Dr. Levi nota que o retrovisor externo está torto, danificado. Diminui a marcha, abaixa o vidro lateral, tateia o retrovisor do lado de fora. O espelho está partido, sujo de sangue. O profissional se sente vingado, satisfeito, vitorioso, como se estivesse saindo do bloco cirúrgico, após delicada operação, na qual fica provada a sua frieza, competência, habilidade. O dom de salvar o semelhante e de também salvar-se.
      • No dia seguinte, ao cair da tarde, chega o plantonista ao Hospital dos Operários. Toma conhecimento do acidente. O paciente – algumas fraturas, escoriações – está fora de perigo. Deu entrada ontem de manhã, mal havia chegado o substituto do Dr. Levi.
      • Na ficha, anotações sobre a vítima: funcionário da Associação. Seus pertences: recibo das mensalidades, uns trocados, óculos e bengala. Cego.
      • LOBATO, Manuel. "O homem da favela". LEITE, Alcione Ribeiro. O fino do Conto. Rio de Janeiro: Editora RHJ .
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • As Estratégias de Leitura
      • A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto a partir do que está buscando nele, do conhecimento que já possui a respeito do assunto, do autor e do que sabe sobre a língua _ características do gênero, do portador, do sistema de escrita... Ninguém pode extrair informações do texto escrito decodificando letra por letra, palavra por palavra.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Se você analisar sua própria leitura, vai constatar que a decodificação é apenas um dos procedimentos que utiliza para ler: a leitura fluente envolve uma série de outras estratégias, isto é, de recursos para construir significado; sem elas, não é possível alcançar rapidez e proficiência.
      • Além da decodificação , há também estratégias de seleção , de antecipação , de inferência e de verificação .
      • A estratégia de leitura é um amplo esquema para obter, avaliar e utilizar informação.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • _ Estratégias de seleção: permitem que o leitor se atenha apenas aos índices úteis, desprezando os irrelevantes. Ao ler, fazemos isso o tempo todo.
      • _ Estratégias de antecipação: tornam possível prever o que ainda está por vir, com base em informações explícitas e em suposições. O gênero, o autor, o título e muitos outros índices nos informam o que é possível que encontremos em um texto.
      • _ Estratégias de inferência: permitem captar o que não está dito no texto de forma explicita. A inferência é aquilo que “lemos”, mas não está escrito. São adivinhações baseadas tanto em pistas dadas pelo próprio texto como em conhecimentos que o leitor possui. Às vezes essas inferências se confirmam, e às vezes não.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • _ Estratégias de verificação: tornam possível o controle da eficácia ou não das demais estratégias, permitindo confirmar, ou não, as especulações realizadas. Esse tipo de checagem para confirmar _ ou não_ a compreensão é inerente à leitura.
      • Utilizamos todas as estratégias de leitura mais ou menos ao mesmo tempo, sem ter consciência disso. Só nos damos conta do que estamos fazendo se formos analisar com cuidado nosso processo de leitura.
      • Programa Letra e Vida
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto:
      • Com gemas preciosas para financiá-lo, nosso herói desafiou bravamente todos os risos desdenhosos que tentaram dissuadi-lo de seu plano.
      • “ Os olhos enganam”, disse ele, “um ovo e não uma mesa tipificam corretamente esse planeta inexplorado”.
      • Então as três irmãs fortes e resolutas saíram à procura de provas, abrindo caminho, às vezes através de imensidões tranquilas, mais amiúde através de picos e vales turbulentos.
      • Os dias se tornaram semanas, enquanto os indecisos espalhavam rumores apavorantes a respeito do beiral.
      • Finalmente, sem saber de onde, criaturas aladas e bem vindas apareceram anunciando um sucesso prodigioso.
      • (DOOLING & LANDMAN, 1981, apud KLEIMAN, 1999[1989], p. 21)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Ler é uma prática social que acontece em diferentes espaços com características muito específicas: o tipo de conteúdo dos textos que nele circulam, as finalidades da leitura, os procedimentos mais comuns, decorrentes dessas finalidades, os gêneros dos textos.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Em cada circunstância, se lê por motivos diferentes, que determinam procedimentos também diferentes para se lidar com o material de leitura.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Portanto, os procedimentos de leitura relacionam-se, diretamente, à finalidade de leitura:
      • _ ler para estudar;
      • _ ler para obter uma informação;
      • _ ler para obter uma informação específica;
      • _ ler para seguir instruções;
      • _ ler para aprender;
      • _ ler para revisar um texto;
      • _ ler para produzir repertório para produzir outros textos;
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • _ ler oralmente para apresentar um texto a uma audiência (num sarau, numa conferência,...);
      • _ ler para praticar a leitura em voz alta para uma situação de leitura dramática, de apresentação,...;
      • _ reler para verificar se houve compreensão;
      • _ ler por prazer estético (leitura de fruição)...
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Alguns Procedimentos de Leitura
      • _ leitura colaborativa ou compartilhada: a leitura em que professor e alunos realizam em conjunto, construindo o sentido do texto; prática fundamental para a explicitação das estratégias e procedimentos que um leitor proficiente utiliza.
      • _ leitura em voz alta feita pelo professor(ou pelo aluno): como forma de compartilhar com o grupo a leitura de um texto ou de obras extensas, um capítulo ou um trecho a cada dia. Possibilita ao aluno acesso a textos muitas vezes difíceis.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • _ leitura autônoma: é aquela que o aluno realiza individualmente, a partir de indicação de texto do professor. É uma modalidade didática que possibilita ao professor verificar qual a aprendizagem já realizada pelo aluno.
      • _ leitura de escolha pessoal: é a leitura de livre escolha. O aluno seleciona o que quer ler, realiza a leitura individualmente e, depois, apresenta sua apreciação para os demais colegas. É uma leitura que possibilita a construção de critérios de seleção e de apreciação estética pessoais.
      • _ leitura inspecional; leitura tópica; leitura de revisão; leitura item a item, leitura expressiva...
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto _ Testemunha Tranqüila
      • Stanislaw Ponte Preta
      • O camarada chegou assim com ar suspeito, olhou pros lados e – como não parecia ter ninguém por perto – forçou a porta do apartamento e entrou. Eu estava parado olhando, para ver no que ia dar aquilo. Na verdade eu estava vendo nitidamente toda a cena e senti que o camarada era um mau-caráter.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • E foi batata. Entrou no apartamento e olhou em volta. Penumbra total. Caminhou até o telefone e desligou com cuidado, na certa, para que o aparelho não tocasse enquanto ele estivesse ali. “Isto”, pensei, “é porque ele não quer que ninguém note a sua presença: logo só pode ser um ladrão ou coisa assim.”
      • Mas não era. Se fosse ladrão estaria revistando as gavetas, mexendo em tudo, procurando coisas para levar. O cara – ao contrário – parecia morar perfeitamente no ambiente, pois mesmo na penumbra se orientou muito bem e andou desembaraçado até uma poltrona, onde sentou e ficou quieto.
      •  
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • “ Pior que ladrão. Esse cara deve ser um assassino e está esperando alguém chegar para matar”, tornei eu a pensar, e me lembro (inclusive) que cheguei a suspirar aliviado por não conhecer o homem e – portanto – ser difícil que ele estivesse esperando por mim. Pensamento bobo, de resto, pois eu não tinha nada a ver com aquilo.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • De repente ele retesou na cadeira. Passos no corredor. Os passos, ou melhor, a pessoa que dava os passos parou em frente à porta do apartamento. O detalhe era visível pela réstia de luz, que vinha por baixo da porta.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Som de chave na fechadura e a porta se abriu lentamente e logo a silhueta de uma mulher se desenhou contra a luz. “Bonita ou feia?” pensei eu. Pois era uma graça, meus caros. Quando ela acendeu a luz da sala é que eu pude ver. Era boa às pampas. Quando viu o cara na poltrona ainda tentou recuar, mas ele avançou e fechou a porta com um pontapé... e eu ali olhando. Fechou a porta, caminhou em direção à bonitinha e pataco!... tacou-lhe a primeira bolacha. Ela estremeceu nos alicerces e pimba!... tacou outra .
      •  
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Os caros leitores perguntarão: — E você? Assistindo àquilo sem tomar uma atitude? —. A pergunta é razoável. Eu tomei uma atitude, realmente. Desliguei a televisão, a imagem dos dois desapareceu e eu fui dormir.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Encaminhamento Metodológico
      • _ Antes da leitura : Ativação de conhecimento prévio (autor, tema,...); Antecipação/levantamento de hipóteses( título, assunto,...).
      • _ Durante a leitura : Leitura por partes (dependendo do grau de dificuldade apresentado pela turma), leitura sem interrupção,...
      • _ Depois da leitura: Problematização; socialização de informações; conversa sobre o texto; produção escrita ou oral,...
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Língua Portuguesa
      • 3ª Série EM _ Volume 3
      • (pág.9)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • O ensino da leitura e o currículo
      • Em grupos, elaborar propostas de leitura para os textos selecionados.
      • Contemplar os encaminhamentos metodológicos , em especial, o antes da leitura e o durante a leitura. Observar o tipo de texto, a provável disciplina e série.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Grupos
      • _ Grupo 1: Textos 1, 2 e 3
      • _ Grupo 2: Textos 4 e 5
      • _ Grupo 3: Textos 6, 7 e 8
      • _ Grupo 4: 9 e 10
      • _ Grupo 5: 11 e 12
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA Texto 1
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 1
      • Ciências
      • 8ª Série EF _ Volume 2
      • (págs. 35, 36 e 37)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA Texto 2
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 2
      • Inglês
      • 6ª Série EF _ Volume 3
      • (pág. 14)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA Texto3
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 3
      • Sociologia
      • 2ª Série EM _ Volume 4
      • (pág. 35)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA Texto 4
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 4
      • Física
      • 1ª Série EM _ Volume 3
      • (págs. 34 e35)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA Texto 5
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 5
      • Filosofia
      • 1ª Série EM _ Volume 2
      • (pág. 23)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA Texto 6
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 6
      • Arte
      • 1ª Série EM _ Volume 3
      • (págs. 12 e 13)
    • Texto 7
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 7
      • Geografia
      • 2ª Série EM _ Volume 2
      • (págs. 43 e 44)
    • Texto 8
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 8
      • Química
      • 1ª Série EM _ Volume 4
      • (pág. 27)
    • Texto 9
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 9
      • Matemática
      • 7ª Série EF _ Volume 4
      • (pág. 21)
    • Texto 10
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 10
      • Biologia
      • 1ª Série EM _ Volume 4
      • (págs. 25 e 26)
    • Texto 11
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 11
      • História
      • 6ª Série EF _ Volume 4
      • (págs. 22 e 23)
    • Texto 12
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Texto 12
      • Educação Física
      • 7ª Série EF _ Volume 1 e 2
      • (págs. 46 e 47)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Questões pertinentes a quase todos os textos:
      • _ Qual é o tipo do texto? ou Que texto é este? ou Qual é o gênero textual?
      • _ O título é atraente? ou O que o título sugere?
      • _ Qual o assunto do texto? O que você sabe sobre isso?
      • _ Qual a finalidade do texto?
      • _ Onde foi publicado? Quem o provável Leitor?
      • _ Quem é o autor do texto? Você conhece? Já ouviu falar dele? O que você sabe sobre ele?
      • (Antes da Leitura)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • _ Leitura Compartilhada;
      • _ Leitura Autônoma;
      • _ Leitura em Voz Alta;
      • _ Leitura de Escolha Pessoal .
      • (Durante a Leitura)
      • São várias as possibilidades. Os Cadernos trazem muitas propostas.
      • (Depois da Leitura)
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Sugestões para o trabalho com a leitura:
      • _ Faça um breve levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o assunto.
      • _Estimule os alunos a relacionar seus conhecimentos prévios com o que o texto traz, a compreender o que não está explícito no texto e a ler nas entrelinhas.
      • _ Incentive-os a exercitar o raciocínio lógico e a coerência, questionando-os sobre o que aconteceria se determinado fato fosse alterado.
      • _ Desafie os alunos e ir além do texto, relacionando sua temática com idéias afins.
      • _Abra espaço para que todos possam manifestar suas opiniões, emoções, preferências, seja em relação a situações referidas no texto lido, seja no que diz respeito às escolhas feitas pelo autor.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • _ Em alguns momentos você vai ler para eles. Em outros, desafie-os a ler silenciosamente, primeiro, pois é importante que tentem compreender um texto que estão lendo pela primeira vez.
      • _ Quando a leitura for feita por você, procure fazê-la de forma expressiva , usando recursos para prender a atenção dos ouvintes. Se a proposta é que os alunos leiam silenciosamente, esclareça os objetivos da leitura.
      • _ Após a leitura, abra espaço para comentários, verifique as respostas/comentários , e, quando necessário voltem ao texto para melhorar a compreensão.Instigue-os a buscar outros elementos que confirmem ou rejeitem as respostas dadas.
      • _ É importante discutir diferentes respostas/opiniões para que os alunos as comparem e cheguem a uma conclusão, com base no texto lido.
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Tarefa
      • Enviar um Relatório Reflexivo do desenvolvimento das Atividades de Leitura desenvolvidas na escola, contendo as atividades realizadas, os aspectos observados, os resultados obtidos, bem como, a data de realização e o número de participantes.
      • O Relatório deverá ser enviado via protocolo, assinado pelo(s) PC(s) e pelo Diretor.
      • Até 22 de Outubro de 2010
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Bibliografia
      • _ Letra e Vida _ Programa de Formação de Professores Alfabetizadores _ Módulo 2 _ SEE _ 2002
      • _ Gestão Pedagógica com foco na aprendizagem _ Ler e Escrever _ SEE _ 2008
      • _ Sobre leitura e formação de leitores: qual é a chave que se espera? _ Katia Lomba Brakling _ EDUCAREDE _ São Paulo
      • _ Currículo do Estado de São Pulo _ Cadernos dos Alunos _ SEE
      • _ Revista São Paulo faz Escola _ Edição Especial da Proposta Curricular _ língua Portuguesa _ Ensino Fundamental _ SEE _ 2008
    • LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
      • Colaboração
      • PCOPs DER São João da Boa Vista
      • Anderson, Arislane, Claudionéia, Gyslaine, Lucivânia, Rosangela, Rosi, Sofia
      • Colaboração Especial
      • Wladimir
      • Blog Oficina Pedagógica
      • http://oficinapedagogicasjbv.blogspot.com/