Palestra Espírita - Amar ao próximo como a si mesmo

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Palestra espírita baseada no Capítulo 11 de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" - Allan Kardec

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Palestra Espírita - Amar ao próximo como a si mesmo

  1. 1. (E.S.E. Cap. XI – Instrução dos Espíritos)
  2. 2. “E o ponto delicado do sentimento é o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre- humanas.” (E.S.E. – Cap. XI – Item 1)
  3. 3. Os Espíritos se despojam do egoísmo, assim como dos outros vícios, depurando-se através de reencarnações sucessivas.
  4. 4. > O egoísmo é a verdadeira chaga da sociedade. > Está no fundo de todos os vícios e daí deriva todo o mal. > À medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor dão às coisas materiais.
  5. 5. Começando por dar o exemplo, como fez Jesus.
  6. 6. Tornando-nos, mais sensíveis às necessidades e sofrimentos alheios. Compreendendo o efeito danoso do egoísmo, iniciamos o nosso processo de reforma íntima.
  7. 7. Colaborando para a melhoria da humanidade.
  8. 8. Praticando a caridade desinteressada, sem nos importar com aqueles que nos tratam com ingratidão.
  9. 9. Virtude que, com a justiça, regula o procedimento moral dos homens para com os outros seres e, especialmente para com os outros homens. Está mais ligada a uma ação concreta. Ela é presente, é prática.
  10. 10. É aquela na qual se tem a benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas - como entendia Jesus. É uma virtude por excelência, constituindo-se na mais alta expressão do sentimento humano, que se irradia em ações nobres em prol de todas da criaturas.
  11. 11. Ser indulgente com os erros dos outros;
  12. 12. Elevar o inferior aos seus próprios olhos, diminuindo a distância entre ambos;
  13. 13. Amar aos inimigos (perdoá-los) e pagar-lhes o mal com o bem;
  14. 14. Não ostentar-se diante das situações;
  15. 15. Ir ao encontro do necessitado sem esperar que ele lhe estenda a mão;
  16. 16. Em lugar de desprezar a ignorância e o vício, instruí-os e moralizai-os;
  17. 17. A fé, ao ser movida pelo livre-arbítrio, tem o suporte do sentimento e da razão, que lhe dão garantia de obter o esperado, desde que aja caritativamente. Neste sentido, Emmanuel nos diz: "A fé é guardar no coração a certeza iluminada de Deus, com todos os valores da razão tocados pelo perfume do sentimento".
  18. 18. A fé nos conduz à caridade, desenvolvendo em nós o espírito de solidariedade. Constitui força motriz que impulsiona a caridade. O espírito se engrandece e alcança a plenitude da felicidade
  19. 19. Amar o próximo é receita infalível de felicidade e condição para que nos elevemos acima da matéria, trilhando o caminho para Deus.

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