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A Rede em rede(s)1995. Grupo de trabalho: lançar a Rede• Surge com base no conceito de rede• Programa conjunto – ME/MC -Si...
Estudos e programas …• Lançamento da Rede de Leitura Pública em 1986• SIM-SIM, Inês, Ramalho, Glória – Como lêem as nossas...
Estudos mostravam…• Elevado nível de analfabetismo• Baixos índices de literacia da população portuguesa• Ausência de hábit...
Desafios emergentes - o desenvolvimentotecnológico no século XXI …   “ a revolução da tecnologia da informação e a reestru...
Desafios emergentes - literacias complexas•Existência de novos cenários para as práticas deaprendizagem e leitura exigem u...
Lançar a Rede… conceitoO relatório que dá origem ao Programa RBE, afirma …“para maximizar e coordenar os recursos tecnológ...
Construir a rede …A consolidação da rede dentro do ME/MCO alargamento da rede a outras instituições da sociedadecivilA ...
1996. A construção da RBE. Operacionalização …                                MEC: universidade(s) DGE, DEGRHE    DR      ...
Estudo PNLSegundo os professores, o PNL está a criar uma política de leitura naescola em que convergem as várias iniciativ...
segundo a perceção dos professores, 2009/2010
Estudo RBERede de Bibliotecas Escolares – Impactos:      as BE são um importante elemento de     inovação nas escolas, te...
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Estudo PISA   O PISA define literacia de leitura como a capacidade do indivíduo para    compreender, usar, refletir sobre...
médio       em Portugal e na OCDE(PISA)Fonte: PISA 2009 (OCDE, 2010).
Leitura e LiteraciaNíveis de                        em Portugal (PISA) Fonte: PISA 2009 (OCDE, 2010)
Quinze anos depois… realidade e práticas (1)•Os resultados alcançados pela RBE explicam-se tanto pelosseus parâmetros de c...
Quinze anos depois… realidade e práticas (2) Encontros/seminários/formações A(s) semana(s) de… Projeto(s) sobre…       ...
Qual o papel …- das bibliotecas, do professor bibliotecário, dos professores em geral?- que caminho(s)…?A Unesco consider...
Segundo Castells, (2001)O que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidadede conhecimentos e informação...
Todd (2001; 2003) salienta três aspetos fundamentais “…que abiblioteca escolar proporciona: informação, educação e lazer ...
”( …) a literacia … é uma questão de inclusão e de cidadania na sociedade dainformação de hoje (…) evitando ou diminuindo ...
Que futuro?Centrar a discussão nas agendas educativas sobre o papel dastecnologias, da informação no currículo de TODOS os...
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Peso da régua. 2012

  1. 1. II Encontro REDE DE BIBLIOTECAS ESCOLARES PESO DA RÉGUA PARTILHAR PARA INOVAROdília Baleiro17 Março 2012
  2. 2. A Rede em rede(s)1995. Grupo de trabalho: lançar a Rede• Surge com base no conceito de rede• Programa conjunto – ME/MC -Sistema complexo de parcerias,ligações e sinergias… os Nós da Rede - o valor da colaboração
  3. 3. Estudos e programas …• Lançamento da Rede de Leitura Pública em 1986• SIM-SIM, Inês, Ramalho, Glória – Como lêem as nossas crianças?Caracterização do nível de literacia da população escolar portuguesa.Lisboa: Ministério da Educação/ Gabinete de estudos e Planeamento,1993. (Segundo Sim-Sim (1993: 7), o conceito de literacia diz respeito à“capacidade de compreender e usar todas as formas e tipos demateriais escritos requeridos pela sociedade e usados pelos indivíduosque a integram.”• BENAVENTE, Ana (coord.), A Literacia em Portugal, Lisboa, FundaçãoCalouste Gulbenkian,1996.• Grupo de trabalho criado pelos despachos conjuntos nº 43/ME/MC95de 29 de Dezembro e nº 5 ME/MC/96, de janeiro: lançar a rede
  4. 4. Estudos mostravam…• Elevado nível de analfabetismo• Baixos índices de literacia da população portuguesa• Ausência de hábitos de leitura da população portuguesa• Poucas oportunidades para o uso de bibliotecas e outros equipamentosculturais – escassez de estruturas 1996 – Lançamento do Programa RBE com o objetivo de criar bibliotecas escolares no ensino básico e secundário
  5. 5. Desafios emergentes - o desenvolvimentotecnológico no século XXI … “ a revolução da tecnologia da informação e a reestruturação docapitalismo introduziu uma nova forma de sociedade – sociedade em rede(… )que está a estabelecer-se no planeta de formas diversas e com consequências bastante diferentes para a vida das pessoas (…). Tal como aconteceu com as mudanças estruturais anteriores, estatransformação oferece tantas oportunidades como levanta desafios” In Manuel Castells“A revolução digital que vem ocorrendo no presente modificou tudode uma vez, os suportes de escrita, as técnicas de reprodução edisseminação e as maneiras de ler. Tal simultaneidade é inédita nahistória da humanidade “ Roger Charlier
  6. 6. Desafios emergentes - literacias complexas•Existência de novos cenários para as práticas deaprendizagem e leitura exigem um outro sujeito leitor, quedomine alfabetizações múltiplas e complexas na sociedadeatual• literacias críticas/complexas• Individual e coletivo/social- ao nível das organizações• Aprendizagem ativa/aquisição de competências emergentes•Aquisição de hábitos de leitura em suportes muito diversos•Formação ao longo da vida•Desenvolvimento de comportamentos colaborativos
  7. 7. Lançar a Rede… conceitoO relatório que dá origem ao Programa RBE, afirma …“para maximizar e coordenar os recursos tecnológicos a nível nacional,tendo em conta a experiência de outros países – e algumas a nívelnacional – pelas bibliotecas públicas- se recomenda a criação nasbibliotecas municipais de Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares”(SABE)Recomenda:• colaboração formal e/ou informal entre as Bibliotecas da Rede Nacionalde Rede de Leitura Pública• construção de parcerias/redes colaborativas para maximização derecursos – escolas/bibliotecas municipais• envolvimento de outras instituições locais/regionais (autarquias , CFAE,associações…)
  8. 8. Construir a rede …A consolidação da rede dentro do ME/MCO alargamento da rede a outras instituições da sociedadecivilA procura de novas parceriasProcurar colaboração a nível nacional e internacional
  9. 9. 1996. A construção da RBE. Operacionalização … MEC: universidade(s) DGE, DEGRHE DR Escolas/BE/PB Administração Programas: PNL, local/regional Coordenadores PTE Interconcelhios (CIBE)CM/BM Programa Ministério da PB RBE Educação /Cultura CM/ESCOLAS:CM/Redes municipais redes concelhiasde bibliotecas Instituições: FCG, INE; PORDATA, AGECOP, UNESCO, SIBS …SABE CFAE FLAD
  10. 10. Estudo PNLSegundo os professores, o PNL está a criar uma política de leitura naescola em que convergem as várias iniciativas individuais e queengloba os vários agentes, procurando-se assim esforços para emconjunto se alcançarem os objetivos pretendidos.Com o impacto da implementação dos programas e projetos do PNLna BE ou programas e projetos do PNL na BE, ou por eles potenciados,são referidos, em primeiro lugar, a requisição domiciliária crescentede documentos e o maior número de utilizadores da BE, tanto alunoscomo professores.O trabalho de articulação curricular da BE com as estruturaspedagógicas tem também vindo a ser incrementadoDe acordo com os resultados do Inquérito PNL às Escolas, há umaumento progressivo do envolvimento das bibliotecas escolares nasatividades do PNL. Fonte CIES –IUL (Inquérito PNL às escolas 2008 -2010)
  11. 11. segundo a perceção dos professores, 2009/2010
  12. 12. Estudo RBERede de Bibliotecas Escolares – Impactos:  as BE são um importante elemento de inovação nas escolas, tendo produzido impactos relevantes na promoção da leitura de crianças e jovens, na difusão de novas literacias  a RBE constituiu, nos anos mais recentes, uma estrutura de suporte fundamental para a concretização, nas escolas, do Plano Nacional de Leitura Fonte: CIES.IUL, 2010
  13. 13. Evolução do nas atividadesrealizadas no âmbito do PNL, segundo a perceção dos professores 60 50 40 % 30 20 10 0 2006/07 2007/08 2009/10 Anos lectivos Fonte: CIES-IUL, Inquérito PNL às Escolas, 2007, 2008 e 2010
  14. 14. Estudo PISA O PISA define literacia de leitura como a capacidade do indivíduo para compreender, usar, refletir sobre e compreender, usar, refletir sobre e apropriar-se de textos escritos, de forma a alcançar os seus objetivos, desenvolver o próprio conhecimento e potencial e participar na sociedade (OCDE,2010).(OCDE,2010). Nestes sentido, o principal objetivo do PISA é mostrar em que medida os alunos, no final da escolaridade obrigatória, estarão preparados para fazer face às novas exigências da sociedade.
  15. 15. médio em Portugal e na OCDE(PISA)Fonte: PISA 2009 (OCDE, 2010).
  16. 16. Leitura e LiteraciaNíveis de em Portugal (PISA) Fonte: PISA 2009 (OCDE, 2010)
  17. 17. Quinze anos depois… realidade e práticas (1)•Os resultados alcançados pela RBE explicam-se tanto pelosseus parâmetros de conceção como pelo seu modelo deoperacionalização, cujas vertentes fundamentais são: … 1. a ação colaborativa 2.as parcerias 1.os coordenadores interconcelhios (CIBE) 2. os professores bibliotecários (PB)
  18. 18. Quinze anos depois… realidade e práticas (2) Encontros/seminários/formações A(s) semana(s) de… Projeto(s) sobre…  Ideias com mérito  Concurso nacional de leitura  A ler +  Ler, é para já  MLM Todos juntos podemos ler educação especial  Ler em português (internacional) Boas práticas Atividades ….
  19. 19. Qual o papel …- das bibliotecas, do professor bibliotecário, dos professores em geral?- que caminho(s)…?A Unesco considera a “Literacia um direito humano”. A educação básicadesempenha um papel crucial! Literacy for all. Voice for all, learning for all”. Década para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2012) AASL (2007) elaborou os “Standards for the 21st CenturyLearner”, focando o desenvolvimento de competências nos alunos parao uso de recursos e ferramentas centradas em quatro questões quefacultem o direito a informar-se e pensar criticamente, de forma a poderconstruir o conhecimento; a tirar conclusões, tomar decisões informadase produzir novo conhecimento; a procurar o conhecimento pessoal eestético. AASL (American Association of School Librarians)
  20. 20. Segundo Castells, (2001)O que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidadede conhecimentos e informação, mas a aplicação dessesconhecimentos e dessa informação para geração de conhecimentos ede dispositivos e de processamento/comunicação da informação, emum ciclo de realimentação cumulativo entre a inovação e seu uso. Os estudos confirmam o papel decisivo desempenhado pelos meiosde inovação no desenvolvimento da Revolução da Tecnologia daInformação: concentração de conhecimentos científicos/tecnológicos, instituições, empresas e mão de obra qualificada são asforjas da inovação da Era da Informação.Mão de obra qualificada para a sociedade contemporânea…Como fazer?
  21. 21. Todd (2001; 2003) salienta três aspetos fundamentais “…que abiblioteca escolar proporciona: informação, educação e lazer paraTODOS. São espaços privilegiados na escola facilitadores do acesso arecursos de informação e tecnológicos indispensáveis no mundomoderno, facultando a todos, sem exceção, o acesso ao seu usoindividual ou em grupo, afirmando que “a informação é o coraçãoda aprendizagem com sentido”. “Se é a escola que educa… a biblioteca deve servir para reforçaresta unidade leitora. A leitura poderia ser o grande sistemacirculatório que manteria vivo o organismo educativo”. (José António Marina, A Magia de Leer. Barcelona:Plaza Janés, 2005) "This Media and Information Literacy Curriculum for Teachers isan important resource for Member States in their continuing worktowards achieving the objectives of the Grünwald Declaration(1982), the Alexandria Declaration (2005) and the UNESCO ParisAgenda (2007) – all related to MIL. (Media and Information Literacy Curriculum for Teachers. Paris : UNESCO, 2011, http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001929/192971e.pdf)
  22. 22. ”( …) a literacia … é uma questão de inclusão e de cidadania na sociedade dainformação de hoje (…) evitando ou diminuindo os riscos de exclusão da vidacomunitária”Recomendações:2- Que se garanta a formação (técnica e pedagógica) de professores, responsáveisde bibliotecas e centros de recursos e outros agentes educativos, estudando-se as possibilidades de prossecução das atividades de formação já iniciadas e programadas pelo Plano Tecnológico da Educação e de adaptação e divulgaçãodo currículo proposto pela UNESCO para agentes educativos — entre outras medidasformativas indispensáveis;6 — Que se estabeleçam parcerias nos planos local, nacional e internacional,entre entidades preocupadas com a educação para a literaciamediática, designadamente bibliotecas, e os próprios media, e se apoieminiciativas relativas aos media promovidas por essas entidades (porexemplo com a criação de Um Dia Com Media nas escolas no dia 3 deMaio, consagrado internacionalmente à Liberdade de Imprensa) Recomendação nº 6/2011 do CNE. MEC. sobre Educação para a Literacia Mediática
  23. 23. Que futuro?Centrar a discussão nas agendas educativas sobre o papel dastecnologias, da informação no currículo de TODOS os professores… navida das crianças e jovens. Congregar e inovar nas parcerias para consolidar a(s) rede(s) comTODOS! “… não somos seres finalizados, mas sim um leque de possibilidades inesgotáveis” (Heidegger)
  1. A particular slide catching your eye?

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