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Aula 1 o mundo religioso do século xviii e xix

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  • 1. Qual  é  o  obje+vo  de   estudarmos  a  história  da  IASD?     •  1  Cor  10:1-­‐13   •  Nossa  história:  iden+ficamos  com  as  experiências   dos  nossos  antepassados  espirituais  (1-­‐4)   •  Propósito:  nossa  instrução  (6,  11)   –  Aprender  as  lições   –  Evitar  repe+r  os  erros  (5-­‐10)   •  Promessa:  “Deus  é  fiel”  e  salvará  aqueles  que   confiam  inteiramente  nele  (12-­‐13)  
  • 2. Qual  é  o  obje+vo  de   estudarmos  a  história  da  IASD?     •  “Os  registros  da  História  Sacra  são  escritos,  não  meramente  para  que   possamos  ler  e  nos  maravilhar,  mas  para  que  a  mesma  fé  que  operou  nos   servos  de  Deus  no  passado  possa  operar  em  nós.  De  maneira  não  menos   marcada  o  Senhor  operará  agora,  onde  quer  que  haja  corações  de  fé  para   serem  canais  de  Seu  poder”.  (Profetas  e  Reis,  p.  175)   •  “O  registro  da  experiência  vivida  pelo  povo  de  Deus  no  início  da  história  de   nosso  trabalho  deve  ser  publicado.  Muitos  dos  que  desde  então  aceitaram   a  verdade  não  conhecem  a  maneira  como  o  Senhor  atuou.  A  experiência   de  Guilherme  Miller  e  seus  companheiros,  do  capitão  José  Bates  e  dos   pioneiros  da  mensagem  adven+sta  precisam  ser  man+das  diante  de  nosso   povo.”  (EGW,  Leeer  105,  1903;  in     O  Outro  Poder,  96)  
  • 3. Qual  é  o  obje+vo  de   estudarmos  a  história  da  IASD?     •  “Ao  recapitular  a  nossa  história  passada,  havendo   percorrido  todos  os  passos  de  nosso  progresso  até   ao  nosso  estado  atual,  posso  dizer:  Louvado  seja   Deus!  Quando  vejo  o  que  Deus  tem  executado,   encho-­‐me  de  admiração  e  de  confiança  na  liderança   de  Cristo.  Nada  temos  que  recear  quanto  ao  futuro,  a   menos  que  esqueçamos  a  maneira  em  que  o  Senhor   nos  tem  guiado,  e  os  ensinos  que  nos  ministrou  no   passado.”  (EGW,  Mensagens  Escolhidas  3:162)  
  • 4. O mundo religioso dos séculos XVIII e XIX
  • 5. WILLIAM  CAREY   (1761  –  1834)   Pregador  e  pastor  ordenado  da     Igreja  Ba+sta,  conhecido  como   “o  pai  das  missões  modernas”.     Lendo  as  crônicas  das  viagens   do  Capitão  Cook,  inflamou-­‐se   com  a  necessidade  do  mundo   em  ouvir  o  evangelho.     “O  Wycliffe  do  Leste”     Wycliffe  –  “Estrela  da  Manhã  da   Reforma  Protestante”  
  • 6.   31/maio/1792  –  nascimento  da  nova  era  mundial  das   missões.       Neste  dia  Carey  pregou  um  sermão  baseado  em  Isa  54:2  -­‐3.     “Espere  grandes  coisas  de  Deus”     “Empreenda/tente  grandes  coisas  para  Deus”     13/jun/1793  –  Carey  iniciou  as  missões  modernas  indo   para  a  Índia.     19/nov/1793  –  Carey  e  familia  aportaram  na  Índia     1800   –   primeiro   ba+smo   de   um   na+vo   hindu   (Tucker,   Missões,  138,  141,  144)     Tradutor   e   autor,   traduziu   as   Escrituras   ou   parte   dela   em  cerca  de  35  idiomas.  
  • 7. OUTROS MISSIONÁRIOS   Robert   Morrison   (1782   –   1834)   –   fabricante   de   sapato,   e   foi   missionário  na  China.     Adoniram   Judson   (1788   –   1850)   –   em   1812   par+u   dos   Estados   Unidos  para  Calcutá,  sendo  missionário  na  Índia  e  na  Birmânia.     Robert  Moffat  (1795  –  1883),  missionário  para  a  África  do  Sul.     David   Livingstone   (1813   –   1873),   inspirado   por   Moffat,   seu   sogro,  também  foi  para  a  África.     Hudson   Taylor   (1832   –   1905),   missionário   Inglês   na   China,   e   fundador  do  China  Inland  Mission  (CIM)     51  anos  de  ministério  na  China  (1854-­‐1905)  
  • 8. As sociedades missionárias e as Sociedades Bíblicas
  • 9. SOCIEDADES MISSIONÁRIAS Surge,   na   Inglaterra,   um   grande   número   de   sociedades  missionárias:     Sociedade  Missionária  Metodista  (1786)     Sociedade  Missionária  Ba+sta  (1792)     Sociedade  Missionária  de  Londres  (1795)     Sociedade  Missionária  da  Igreja  (1799)     Sociedade  Bíblica  Britânica  e  Estrangeira  (1804)       Sociedade   de   Londres   para   a   Promoção   do   Cris+anismo  Entre  os  Judeus  (1809).  
  • 10.   1804   a   1840   -­‐   surgiram,   na   Europa,   América  e  Ásia,  63  Sociedades  Bíblicas.     “A   Bíblia,   no   seu   todo   ou   em   partes   foi   traduzida   para   112   línguas   e   dialetos   entre   1800  e  1844.  Isto  representa  mais  traduções   do   que   haviam   sido   feitas   nos   dezoito   séculos  precedentes.”      Richard   W.   Schwarz   e   Floyd   Greenleaf,   Portadores  de  Luz,  p.  17    
  • 11.   O   século   XIX   passou   a   ser   conhecido   como  “o  grande  século  das  missões”.     Kenneth   Scoe   Latoureee   (Yale   University),   A   History   of   the   Expansion   of   Chris>anity.   Volume   IV:  the  Great  Century  
  • 12. DIVERSIDADE RELIGIOSA Em   1740   se   produziu   um   grande   despertar   religioso,  sob  a  liderança  de  Jonathan  Edwards.   Inicia  aqui  o  sonho  americano  de  uma  sociedade   justa,   democrá+ca   e   cristã,   livre   de   quantos   males   impediam   a   realização   milenar.   Os   anos   desde  1812  a  1860  cons+tuíram  uma  época  em   que   aflorou   o   segundo   grande   despertar   religioso.  
  • 13. 1770 – 1860   O  ProtestanZsmo  experimentou  um  reavivamento.       Os   irmãos   Wesley   realizaram   grande   obra,   que   resultou   no   Metodismo.     Charles   G.   Finney   (1792   –   1875)   realizou   reavivamentos   nos   Estados   Unidos.   É   conhecido   como   o   “Apóstolo   dos   Avivamentos.”     Surgiram   novas   seitas,   proclamando   o   seu   retorno   ao   cris+anismo  primi+vo.     Surgiram   os   “Shakers”,   um   movimento   criado   por   Ann   Lee   Stanley,   os   quais   se   envolviam   com   comunicações   espiritualistas.   Seu   período   de   maior   crescimento   foi   de   1837  a  1844.    
  • 14. Os Mórmons   Alegou   ter   recebido   visões,   aos   14   anos,   que   revelavam  não  haver  religiões  verdadeiras  em   sua  época.     Em  1830,  fundou  a  “Igreja  de  Jesus  Cristo  dos   Santos  dos  úlZmos  dias”.       Produziu   o   “Livro   de   Mórmon”   –   uma   pretensa   tradução   das   placas   de   ouro   por   ordem  do  anjo  Moroni.     Acreditava   também   no   baZsmo   por   imersão,   dízimo  e  na  temperança.     Alega   que   foi   autorizado   a   observar   o   domingo  no  lugar  do  séZmo  dia   Joseph  Smith  Jr.   (1805  –  1844)    
  • 15. O Espiritismo   Emanuel   Swedenborg   preparou   o   caminho   para   o   surgimento  do  espiri+smo.     Em  março  de  1848  começaram  a  surgir  as  “pancadas”   misteriosas   na   casa   da   família   John   D.   Fox   (Ver:   Vida   e   Ensinos  ,  pp.  167  –  169).       “O   número   de   médiuns   cresceu.   Em   1859   havia   71   em   Nova   Iorque,   55   em   Massachusees   e   27   em   Ohio.   Nesse   mesmo   tempo   cerca   de   350.000   nova-­‐iorquinos   eram  es+mados  como  crentes  na  comunicação  com  os   mortos.”  (Schwarz  e  Greenleaf,  Portadores  de  Luz,  p.  16)    
  • 16. O grande movimento do Segundo Advento
  • 17. I - A INTERPRETAÇÃO PROFÉTICA DURANTE A ERA CRISTÃ   3  épocas  predominantes  em  ênfase  profé+ca  durante   a  era  cristã:       (1)  Os  três  primeiros  séculos  de  nossa  era     Grandes  fatores  determinantes  na  exposição  das  profecias   escatológicas  foram  distorcidos  pela  introdução  de  elementos   extra-­‐bíblicos  e  não  cristãos  durante  a  “apostasia”  da  igreja;       (2)  Período  iniciado  com  a  pré-­‐Reforma,  alcançando  o   clímax  na  Reforma  Protestante,  e  prosseguindo  por  algum   tempo     Predominância  da  hermenêu+ca  historicista  no  cumprimento  das   profecias  
  • 18. I - A INTERPRETAÇÃO PROFÉTICA DURANTE A ERA CRISTÃ   (3)  o  período  introduzido  pelo  século  XIX,  no   qual  surgiu  uma  convicção  amplamente   dominante  de  que  a  humanidade  entrara  no   período  conhecido  como  “o  tempo  do  fim”,   que  ajudou  na  grande  ênfase  sobre  a   eminência  do  segundo  advento.       Leroy  Froom,  The  Profe>c  Faith  of  Our  Fathers,   vol.  4,  pp.  382  -­‐  390  
  • 19. I - A INTERPRETAÇÃO PROFÉTICA DURANTE A ERA CRISTÃ   Joaquim   de   Fiore   (1130   -­‐   1202)   –   primeiro   a   aplicar   o  princípio  “dia-­‐ano”  aos  1260  dias  da  profecia.     Froom,  PFOF  1:700  
  • 20. I - A INTERPRETAÇÃO PROFÉTICA DURANTE A ERA CRISTÃ   Por   volta   de   1.600   d.C.,   a   Contra-­‐Reforma   Católica   lança  seu  sistema  de  contra  interpretação:     Preterismo   –   profecias   bíblicas   se   cumpriram   nos   primeiros  séculos  da  era  cristã)     Jesuita  Francisco  Ribera  (1537  -­‐  1591)       Robert  Bellarmine  (1542  -­‐  1621)     Futurismo   –   cumprimento   profé+co   em   um   futuro   distante).     Jesuita   Luis   de   Alcasar,   Inves>ga>on   of   the   Hidden   Sense   of   the   Apocalypse  (1614)  
  • 21. I - A INTERPRETAÇÃO PROFÉTICA DURANTE A ERA CRISTÃ   Daniel  Whitby  (1638  –  1726)  introduziu  o  seu   “pós-­‐milenismo”  no  seio  do  protestan+smo.     Por  volta  de  1750,  o  Pós-­‐Milenismo  dominou   a   escatologia   protestante   na   América   e   Inglaterra     No   século   XIX,   o   movimento   do   segundo   advento   faz   ressurgir   o   “pré-­‐milenismo”,   como   uma   reação   ao   “pós-­‐milenismo”   de   Whitby.    
  • 22. II – RESSURGE GRADATIVAMENTE O INTERESSE NO ESTUDO DAS PROFECIAS Entre  os  séculos  XV  e  XVIII  houve  um   crescimento  grada+vo  em  estudos  profé+cos     • Johan  A.  Bengel  (1687  –  1752)   – Cristo  iria  reinar  1000  anos  com  os  santos   na  terra.   • Isaac  Newton  (1642  –  1727)   – Observa>ons  Upon  the  Prophecies  of  Daniel   and  the  Apocalypse  of  St.  John     • Froom,  2:658-­‐669  
  • 23. III – A PROCLAMAÇÃO DA MENSAGEM DO SEGUNDO ADVENTO DE CRISTO “Tão  real  era  a  esperança  no  iminente  retorno  de   Cristo   para   a   igreja   Cristã   primi+va,   que   Edward   Gibbon,   em   sua   tenta+va   racional   de   explicar   o   rápido   crescimento   do   cris+anismo,   iden+ficou   a   crença   na   breve   volta   de   Cristo   como   um   dos   maiores  fatores  do  sucesso  do  crisZanismo.”   (Schwarz  e  Greenleaf,  Portadores  de  Luz,  p.  24).  
  • 24. ALGUNS ESTUDIOSOS DO SEGUNDO ADVENTO   Johann   Petri   (1768)   Relacionou   a   profecia   messiânica   de   Daniel   9   e   os  2300  dias  de  Daniel  8.     Manuel  de  Lacunza  (1731  –  1801)   Após   20   anos   de   estudo,   escreveu   seu   livro,  in+tulado  A  vinda  do  Messias  em   Glória  e  majestade.  
  • 25.   Edward   Irving   (1792   –   1834)   –   ministro   escocês,   pregou   o   segundo   advento   e   traduziu   o   livro  de  Lacunza.     Joseph   Wolff   (1795   –   1862)   –   o   “missionário  a  todo  mundo”.  Judeu-­‐   alemão,   tornou-­‐se   anglicano   e   aguardou   a   segunda   vinda   para   1847.  
  • 26.   Henry   Drummond   –   banqueiro   inglês,   patrocinou   séries   de   assembleias   profé+cas.   Essas   reuniões   impulsionaram   as   pregações   sobre  o  segundo  advento.     “Pregadores   infanZs”   (1842   –   1843)   –   Na   Escandinávia,   crianças   entre   6   aos   8   anos   de   idade   anunciavam   a   mensagem   do   segundo   advento.  
  • 27. Estados  Unidos   •  William  Davis    (1760-­‐1831)  -­‐  pastor   presbiteriano,  calculou  o  fim  das  profecias  dos   2.300  anos  e  dos  1.260  dias  para  1847.   •  Joshua  L.  Wilson  e  Alexandre  Campbell  –   ensinavam  a  purificação  do  santuário  e  os   2.300  dias.   •  Samuel  McCorckle  –  cria  na  vinda  literal  de   Cristo  em  1847.   –  Schwarz  e  Greenleaf,  Portadores  de  Luz,  pp.  28-­‐29  

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