E Business Brasil V.5

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E Business Brasil V.5

  1. 1. E-business e o mercado digital Oto Burégio de Lima
  2. 2. Agenda  Visão Geral  Economia Digital  A informação como motor da economia  Tecnologia de Informação aplicada aos negócios  B2B, B2C, C2C
  3. 3. 1 Visão Geral
  4. 4. Visão Geral  Conceito conjunto de procedimentos e sistemas que têm de ser implementados para que a utilização da telecomunicação se torne uma competência da gestão de uma dada empresa e uma característica intrínseca de todas as suas cadeias de valor.
  5. 5. Visão Geral  Regra Principal “customer satisfaction is everything” só importa a satisfação do cliente!
  6. 6. Visão Geral  O ambiente empresarial exige soluções muito mais específicas do que a automatização das transações comerciais. Redução de custos, melhoria de processos e controle de equipes são outros aspectos da organização que precisam ser analisados e melhorados
  7. 7. Visão Geral Gerenciamento da informação Comunidades CE CE Virtuais BI e KM Fornecedores Organização Clientes BI e KM SCM Parceiros CRM Efficient Consumer Response SCM CRM Fonte: Albertin, Alberto Luiz (2004)
  8. 8. Visão Geral  Tecnologia  Processos/Serviços  Cliente  Empresas
  9. 9. Visão Geral  Interligação entre empresas através de protocolos de comunicação.  Transferência em alta velocidade  Mobilidade  Confiabilidade  Redução de Custos
  10. 10. Visão Geral  Tecnologia  Processos/Serviços  Cliente  Empresas
  11. 11. Visão Geral  Comunicação  Recrutamento  Educação  Serviços Financeiros  Turismo
  12. 12. Visão Geral  Tecnologia  Processos/Serviços  Cliente  Empresas
  13. 13. Visão Geral  Velocidade  Comodidade  Disponibilidade  Personalização
  14. 14. Visão Geral  Tecnologia  Processos/Serviços  Cliente  Empresas
  15. 15. Visão Geral  Sinergia entre computadores, telecomunicações e pessoas.  Foco na área fim  Transparência  Integração de departamentos  Velocidade de comunicação
  16. 16. 2 ECONOMIA DIGITAL
  17. 17. Economia Digital  Oracle faturou 4,5 bilhões de dólares no 1º trimestre fiscal Por IDG News Service/EUA Publicada em 20 de setembro de 2007 às 20h18  Mercado brasileiro de TI movimentará US$ 18,6 bilhões em 2007, estima IDC Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now! Publicada em 22 de março de 2007 às 13h10 Felitti,  Business Intelligence gera redução de R$ 62 mil em despesas Por Camila Rodrigues, especial para o Computerworld Publicada em 07 de agosto de 2006 às 10h54
  18. 18. Economia Digital  O que é economia?  Segundo Paul A. Samuelson e William D. Nordhaus, economia pode ser definida como a ciência que estuda a forma como as sociedades utilizam os recursos escassos para produzir bens com valor e de como os distribuem entre os vários indivíduos.
  19. 19. Economia Digital  Três pontos principais  O que produzir e em que quantidades? Quais os produtos e serviços deverão ser produzidos por forma a satisfazerem da melhor forma possível as necessidades da sociedade?  Como devem os bens ser produzidos? Que tecnologias e métodos de produção utilizar? Que matérias primas deverão ser utilizados para produzir determinado produto? Como maximizar a produção tendo em conta os recursos disponíveis?  Para quem são os bens produzidos? Como repartir pelos diferentes agentes econômicos os rendimentos disponíveis? Quem deverá ganhar mais e quem deverá ganhar menos?
  20. 20. Economia Digital  Conceito  Segundo Tapscott (1996), a economia para a era da inteligência em rede é uma economia digital.
  21. 21. Economia Digital  Novas Regras  Novas formas de pensar o negócio  Novas formas de agir  Novas formas de aprender
  22. 22. Economia Digital  Novas formas de pensar o negócio  O feed-back do mercado é que manda  Pensar local e agir global  Comunidades de interesses interativas  Plataformas de ligação  Os utilizadores sempre na liderança  Sistema sanguíneo e não apêndice do negócio tradicional
  23. 23. Economia Digital  Novas Regras  Novas formas de pensar o negócio  Novas formas de agir  Novas formas de aprender
  24. 24. Economia Digital  Novas formas de agir  Novas marcas já estão a nascer  Personalização de massas  O utilizador que crie e trabalhe  Etiqueta
  25. 25. Economia Digital  Novas Regras  Novas formas de pensar o negócio  Novas formas de agir  Novas formas de aprender
  26. 26. Economia Digital  Novas formas de aprender  A difícil transição  Autocrítica permanente (beta)
  27. 27. Economia Digital  Características  Conhecimento  Convergência  Digitalização  Inovação  Virtualização  Presunção  Molecularização  Proximidade  Integração  Globalização  Desintermediação  Dissonância
  28. 28. Economia Digital  Bases da nova economia:  INFORMAÇÃO  PESSOAS
  29. 29. Economia Digital Modelo de Gestão com foco em pessoas  Planejamento de Carreira dos Colaboradores/Sócios c/ Capital Intelectual  Estimular a Perseverança  Comunicação Produtiva Maximizada
  30. 30. Economia Digital  Porque as Pessoas?  Capital Intelectual é o bem mais importante  Virtualização  CTRL+C CTRL+V
  31. 31. Economia Digital Planejamento de Carreira dos Colaboradores/Sócios c/ Capital Intelectual  Plano de cargos e salário  Clareza no futuro  Participação dos resultados  Parabenizar em público e cobrar em particular
  32. 32. Economia Digital Modelo de Gestão com foco em pessoas  Planejamento de Carreira dos Colaboradores/Sócios c/ Capital Intelectual  Estimular a Perseverança  Comunicação Produtiva Maximizada
  33. 33. Economia Digital Estimular a Perseverança  Delinear prioridades  Integrar prioridades da equipe/empresa  Orçamento e controle do tempo  Planejamento  Delegar  Zero burocracia  Aprender a dizer “Não” eficientemente  Atenção aos contraprodutores
  34. 34. Economia Digital Modelo de Gestão com foco em pessoas  Planejamento de Carreira dos Colaboradores/Sócios c/ Capital Intelectual  Estimular a Perseverança  Comunicação Produtiva Maximizada
  35. 35. Economia Digital Comunicação Produtiva Maximizada  Síntese, Clareza e Objetividade  Simples é melhor que complexo  Abordagem objetiva: Problema x Solução  APRENDER A OUVIR  Comunicação complementar - Expressão
  36. 36. 3 A informação como motor da economia
  37. 37. A informação como motor da economia  Revolução Industrial século 18 e 19  REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO em 1950
  38. 38. A informação como motor da economia  Revolução Industrial  Base: Máquina a vapor  Crise da família  50 anos de automação do que já existe  FERROVIA
  39. 39. A informação como motor da economia  Revolução da Informação  Base: Computadores  Crise da família e emprego  50 anos de automação do que já existe  Comércio eletrônico – Ferrovia Digital
  40. 40. A informação como motor da economia  Características da revolução da informação  Venda Local – Qualidade Mundial  Novo canal de distribuição  Novo canal = Novos cliente  Foco nas pessoas
  41. 41. 5 TI aplicada aos negócios
  42. 42. TI aplicada aos negócios  ERP e ERP2  Supply Chain  E-procurement  CRM  ECR  BI
  43. 43. TI aplicada aos negócios  ERP  Segundo Laudon (2004) ERP (Enterprise Resource Planning, (SIGE - Sistemas Integrados de Gestão Empresarial, no Brasil) são sistemas de informação que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing e vendas, etc) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisão, etc).
  44. 44. TI aplicada aos negócios Marketing Vendas RH ERP Produção Finanças Compras Contabilidade
  45. 45. TI aplicada aos negócios  ERP  Vantagens Eliminar o uso de interfaces manuais Redução de custos Otimizar o fluxo e qualidade da informação Otimizar o processo de tomada de decisão Eliminar a redundância de atividades Reduzir os limites de tempo de resposta ao mercado Reduz as incertezas do lead-time
  46. 46. TI aplicada aos negócios  ERP  Desvantagens A utilização do ERP por si só não torna uma empresa verdadeiramente integrada Altos custos comprometendo o custo/benefício Dependência do fornecedor do pacote Falta de flexibilidade nos processos Cortes de pessoal, que gera problema social Torna os módulos dependentes uns dos outros
  47. 47. TI aplicada aos negócios  O ERP 2 tem como principal característica, além da integração dos sistemas, a ênfase na colaboração comercial que utiliza a internet – atividade que também podemos chamar de e- commerce.
  48. 48. TI aplicada aos negócios  ERP e ERP2  Supply Chain  E-procurement  CRM  ECR  BI
  49. 49. TI aplicada aos negócios  Supply Chain Management  Segundo Albertin (2004) Supply chain é o gerenciamento da cadeia produtiva desde o fornecimento da matéria-prima até a rede de distribuição.
  50. 50. TI aplicada aos negócios SCM Fornecedor de Fornecedor de Linha de Distribuição matéria-prima Prod. acabado Montagem EDI Operador Logístico Fluxo do Processo
  51. 51. TI aplicada aos negócios  ERP e ERP2  Supply Chain  E-procurement  CRM  ECR  BI
  52. 52. TI aplicada aos negócios  Conceito E-procurement  A palavra quot;procurementquot; significa de adquirir, comprar. Acrescentando-se o tradicional quot;equot; tem-se processo de compra realizado de forma eletrônica. É uma aplicação ou um site que tem por objetivo a aquisição de mercadorias, geralmente suprimentos.
  53. 53. TI aplicada aos negócios Fornecedores Fornecedores Fornecedores Empresa E-Procurement Fornecedores Fornecedores Fornecedores Fornecedores
  54. 54. TI aplicada aos negócios  E-Procurement  Agilidade no acesso a informação;  Diminuição substancial no nível dos estoques;  Aumento da produtividade em função da diminuição do ciclo produtivo;  Diminuição da margem de erros no processamento das informações;  Diminuição de gastos administrativos, principalmente com salários.
  55. 55. TI aplicada aos negócios  ERP e ERP2  Supply Chain  E-procurement  CRM  ECR  BI
  56. 56. TI aplicada aos negócios  Segundo Wikipedia, o termo CRM foi criado para definir toda uma classe de ferramentas que automatizam as funções de contato com o cliente, essas ferramentas compreendem sistemas informatizados e fundamentalmente uma mudança de atitude corporativa, que objetiva ajudar as companhias a criar e manter um bom relacionamento com seus clientes armazenando e inter-relacionando de forma inteligente, informações sobre suas atividades e interações com a empresa.
  57. 57. Ti aplicada aos negócios FIDELIZAÇÃO
  58. 58. TI aplicada aos negócios  Onde está meu concorrente?  Por que usar um CRM?  Ferramenta ou modelo de gestão?  O que fazer com CRM?  E-business e CRM?
  59. 59. TI aplicada aos negócios CRM é Gestão do relacionamento com o cliente
  60. 60. TI aplicada aos negócios Manter um cliente é 10 vezes mais barato do que conseguir um novo
  61. 61. TI aplicada aos negócios  CRM Operacional: visa a criação de canais de relacionamento com o cliente para gerar as transações necessárias à análise.  CRM Analítico: visa obter uma visão consistente do cliente, usando os dados recolhidos pelo CRM operacional para obter conhecimento que permita otimizar e gerar negócios. (Data Mining)  CRM Colaborativo: foca na obtenção do valor do cliente através de colaboração inteligente, baseada em conhecimento.
  62. 62. TI aplicada as negócios
  63. 63. TI aplicada aos negócios  ERP e ERP2  Supply Chain  E-procurement  CRM  ECR  BI
  64. 64. TI aplicada aos negócios  ECR – Efficient Consumer Response  ECR é modelo de gestão integrada, no qual empresas industriais e comerciais, juntamente com os demais integrantes da cadeia de abastecimento, trabalham em conjunto na busca de padrões comuns e processos eficientes que permitam minimizar os custos e otimizar a produtividade em suas relações como foco na fidelização dos cliente.
  65. 65. TI aplicada aos negócios Gerenciamento da informação Comunidades CE CE Virtuais BI e KM Fornecedores Organização Clientes BI e KM SCM Parceiros CRM Efficient Consumer Response SCM CRM Fonte: Albertin, Alberto Luiz (2004)
  66. 66. TI aplicada aos negócios  ECR – Efficient Consumer Response  As reduções de custos conseguidas, só por eliminar ineficiências, são em média de 6% a 10% do volume total de negócios da cadeia de abastecimento considerada.
  67. 67. TI aplicada aos negócios  ECR – Efficient Consumer Response  Redução de estoques de 25 para 15 dias, acompanhada de diminuição de faltas de produtos de 15% para 4%
  68. 68. TI aplicada aos negócios  ECR – Efficient Consumer Response  A aplicação do EDI (Troca Eletrônica de Dados) reduziu o número de visitas, erros e tempo de espera e conferência conforme quadro abaixo.
  69. 69. TI aplicada aos negócios  ECR – Efficient Consumer Response  Com o uso da entrega programa noturna, quando as entregas são pré-agendadas entre indústria e varejo foi possível reduzir o tempo de carregamento em 69% e aumentar a produtividade pallet / homem / hora em 80%.
  70. 70. TI aplicada aos negócios Estatísticas pós implementação do modelo Antes Depois Visitas Vendedor-Cliente 7 dias 14 dias Pedidos com erros 0,08 0 Espera para descarga 52 min. 12 min. Tempo de Conferência 18 min 6 min.
  71. 71. TI aplicada aos negócios  ERP e ERP2  Supply Chain  E-procurement  ECR  CRM  BI
  72. 72. TI aplicada aos negócios  Como ter uma gestão eficiente com todas essas tecnologias?  Como usar todos esses dados de maneira eficiente?  Como ser rápido nas tomadas de decisão com tantas informações disponíveis?
  73. 73. TI aplicada as negócios  BI – Business Intelligence  Conjunto de técnicas e ferramentas para uma disseminação mais rápida da informação dentro da empresa aumentando assim a velocidade na tomada de decisão.
  74. 74. Ti aplicada aos negócios Business Intelligence afins ERP SCM CRM Financeiro Recursos Humanos Comercial Produção Logística
  75. 75. TI aplicada aos negócios Aplicativos Operacionais Business Intelligence Visão do atual e do real Visão histórica e de tendência Solução para requisitos Permitir a identificação de conhecidos fatos desconhecidos Abrangência restrita Abrangência ampla Informação produzida por Informação produzida pelo profissionais de informática próprio usuário Custo e tempo para Informação obtida com obtenção da informação baixo custo e em tempo altos Informação disponível a real Informação democratizada poucos usuários
  76. 76. 6 B2B B2C C2C
  77. 77. B2B, B2C, C2C  B2B – Business to Business  Empresas aéreas com agências  Fábricas com representantes comerciais  Saas  B2C – Business to consumer  Lojas Virtuais – submarino, americanas  C2C – Consumer to Consumer  Site de relacionamento – ebay, mercado livre  Outros: B2E, B2I, C2B, B2G, C2G
  78. 78. B2B, B2C, C2C  B2B – Business to Business  Business to Business (empresa para empresa), é a relação comercial entre duas empresas.  Um portal B2B deve oferecer todos os processos necessários para a transação entre as empresas.
  79. 79. B2B, B2C, C2C  B2C – Business to Consumer  É a relação entre uma empresa e seus consumidores e está mais relacionado com varejo e comércio.  Leva o consumidor a uma interpretação de modernidade e qualidade.
  80. 80. B2B, B2C, C2C  Livrarias virtuais  Amazon (www.amazon.com), Barnes & Noble  (www.barnesandnoble.com), Sodiler (www.sodiler.com.br)  Venda de passagens aéreas  Varig (www.varig.com.br), Tam (www.tam.com.br),  Gol linhas aéreas (www.voegol.com.br).  Venda de ingressos de cinema e teatro  Ingresso (www.ingresso.com.br),  Ingresso Fácil (www.ingressofacil.com.br).  Venda de serviços bancários  Banco do Brasil (www.bb.com.br)  Bradesco (www.bradesco.com.br)  Itaú (www.itau.com.br).
  81. 81. B2B, B2C, C2C  C2C – Consumer to Consumer  Consumer to Consumer é a relação entre os próprios consumidores onde a função do sistema é só gerenciar e apoiar as trocas.  Esse tipo de portal deve ter uma política de segurança e credibilidade como pontos fortes.  As formas de receita geralmente são por comissões e anúncios
  82. 82. Oto Burégio de Lima oto@especializa.com.br www.especializa.com.br 3465.0032

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