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EDITORIAL ...

EDITORIAL
“DESCOBRINDO…” - RIBEIRA BRAVA, 6 DE MAIO DE 2013 – VOL. 1 – N.º 11
António Pereira (AJAP) nypereira@hotmail.com
A DESCOBRINDO analisa este ano, em 40 páginas, as vindimas e as antiguidades na Ribeira Brava.
Nas páginas 14 a 32 abordamos o tema vindimas. Durante os últimos doze meses acompanhamos a produção das uvas no presente, registamos depoimentos sobre a apanha das uvas no passado e no presente. Falamos das uvas que são transformadas em mostro e, depois, em vinho. Este vinho caseiro, chamado pelos locais como “Café de setembro”, é a bebida oferecida normalmente nas casas rurais madeirenses.

Como é que faziam o vinho?
Feita a apanha das uvas, os “meninos” da casa entravam para dentro do lagar, a fim de “bailar” com as “meninas” e cantarem de forma a criar um ambiente festivo enquanto a uva era esmagada com os pés.
Depois das uvas estarem pisadas, o bagaço era colocado à volta do fuso. A mesa ficava por cima deste e a corda em volta do mesmo, com o objetivo de tirar o restante sumo das uvas.


A festa do Bom Despacho, realizada na freguesia do Campanário, atrai todos os anos centenas de pessoas que na procissão da Nossa Senhora do Bom Despacho cumprem as suas promessas. Desta festa e de outras curiosidades e factos (incêndios de 2012) incluídos na grande reportagem “ A minha terra” são analisados nas páginas 33 a 53.
Conheça também outras grandes reportagens, tais como: “Siga Freitas”, “Artesanato” e “Venda Antiga” que se encontram nas páginas 54 a 66.
Para ler ainda, entre outras, a viagem às Desertas realizada pela ex-aluna Verónica, da EBSPMA, nas páginas 68 a 70.
Na edição deste ano da DESCOBRINDO, fique a conhecer também nas páginas 44 a 47 e nas páginas 116 a 129 o estimado leitor poderá ler o que investigamos sobre as Festas do Espírito Santo na Encumeada, na Vila da Ribeira Brava, no Rosário – S. Vicente e no Calhau da Lapa.
Os desfiles, a moda, manequins e os estudantes mereceram o destaque habitual: páginas 147 a 184. Ainda, a “famosa” Pedra Vermelha da Serra de Água nas páginas 38 a 43.

Estes e muitos outros assuntos estão à sua espera na edição da DESCOBRINDO, que, como sempre, nas páginas finais, traz a bênção das capas do ano letivo 2012/2013.

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  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 112Rª: Brava, 25/9/2012, às 19:30:Ismael Fernandes, num exclusivo p/a“Descobrindo”, junto do mercado; porcausa de uma questão pontual de nãorecolha atempada do lixo.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 113SUMÁRIODESCOBRINDO...RIBEIRA BRAVA, 6 DE MAIO DE 2013 – VOL. 1 – N.º 111 Editorial 42 Passado e Presente/Antigos Estudantes 63 Tema de capa – “Vindimas” 144 Grande Reportagem – “A minha terra” 335 Grande Reportagem – “Siga Freitas”; “Artesanato”;“Venda Antiga”546 Viagens – Desertas, Calhau, Louros, Serra, Lisboa… 677 A Fé, a Festa e a Tradição 848 Em Foco 1059 Crónicas de alunos 11º. Ano, turma E, 2010/11 1391011SocialFicha Técnica147185
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 114EDITORIAL“DESCOBRINDO…” - RIBEIRA BRAVA, 6 DE MAIO DE 2013 – VOL. 1 – N.º 11António Pereira (AJAP)nypereira@hotmail.comA DESCOBRINDO analisa este ano, em 40páginas, as vindimas e as antiguidades naRibeira Brava.Nas páginas 14 a 32 abordamos o temavindimas. Durante os últimos doze mesesacompanhamos a produção das uvas nopresente, registamos depoimentos sobre aapanha das uvas no passado e no presente.Falamos das uvas que são transformadasem mostro e, depois, em vinho. Este vinhocaseiro, chamado pelos locais como “Caféde setembro”, é a bebida oferecidanormalmente nas casas ruraismadeirenses.Como é que faziam o vinho?Feita a apanha das uvas, os “meninos” dacasa entravam para dentro do lagar, a fim de “bailar” com as “meninas” ecantarem de forma a criar um ambiente festivo enquanto a uva eraesmagada com os pés.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 115Depois das uvas estarem pisadas, o bagaço era colocado à volta do fuso. Amesa ficava por cima deste e a corda em volta do mesmo, com o objetivo detirar o restante sumo das uvas.A festa do Bom Despacho, realizada na freguesia do Campanário,atrai todos os anos centenas de pessoas que na procissão da Nossa Senhorado Bom Despacho cumprem as suas promessas. Desta festa e de outrascuriosidades e factos (incêndios de 2012) incluídos na grande reportagem “ Aminha terra” são analisados nas páginas 33 a 53.Conheça também outras grandes reportagens, tais como: “Siga Freitas”,“Artesanato” e “Venda Antiga” que se encontram nas páginas 54 a 66.Para ler ainda, entre outras, a viagem às Desertas realizada pela ex-aluna Verónica, da EBSPMA, nas páginas 68 a 70.Na edição deste ano da DESCOBRINDO, fique a conhecer também naspáginas 44 a 47 e nas páginas 116 a 129 o estimado leitor poderá ler o queinvestigamos sobre as Festas do Espírito Santo na Encumeada, na Vila daRibeira Brava, no Rosário – S. Vicente e no Calhau da Lapa.Os desfiles, a moda, manequins e os estudantes mereceram odestaque habitual: páginas 147 a 184. Ainda, a “famosa” Pedra Vermelha daSerra de Água nas páginas 38 a 43.Estes e muitos outros assuntos estão à sua espera na edição daDESCOBRINDO, que, como sempre, nas páginas finais, traz a bênção dascapas do ano letivo 2012/2013.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 116Vila da Rª Brava, nos séculosXIX e início do século XX.Fotografias recolhidas, emvárias fontes, pelo nosso leitor,Sr. Florêncio Pereira.IMAGENS DO PASSADO E DO PRESENTE
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 117"Forte de São Bento daRibeira Brava, 1708.Coleção do Arquivo Regional da Madeira.Photographia Perestrellos, 1900 (c.).Coleção do Arquivo Regional da Madeira.Publicada por João José Abreu dosSantos, na revista ISLENHA, nº. 17,DRAC, dez. 1995.Publicadas, também em:http://www.facebook.com/#!/patrimoniomadeirense [2012-10-24]Serra de Água (Rª. Brava), nopassado. Foi em 1953, quenesta freguesia, surgiu aprimeira Central Hidroelétricada Madeira."Casas palhaças da RibeiraBrava”: Algumas casas comcobertura de colmo.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 118Alguns habitantes da Vila daRibeira Brava, quando aindanão havia fotografias a cores:Um grupo visitou Lisboa; umoutro grupo pousa ao lado deuma viatura, outros na praia.Os fatos de banho doshomens, por exemplo, eramtão diferentes! Imagens daSra. Bernardete.Imagens dRibeira Brava em meados do século XX (em cima e início da página seguinte).Houve tempo em que a floresta revestia densamente as montanhas edescia frondosa, até mergulhar as suas raízes no próprio calhau dabeira-mar. Assim descreve Gaspar Frutuoso “aquela ilha a que o ditocapitão (Gonçalo Zarco) pôs o nome de Madeira, por causa do muito,espesso e grande arvoredo de que era coberta”.LAMAS, Maria, Arquipélago da Madeira – Maravilha Atlântica. Editorial Eco do Funchal, início do século XX. P. 35.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 119“Julho 2002 – Visita aoPalácio S. Lourenço, QuintaMagnólia e passeio –catequese”, assinaBernardete.Ser jovem é...Ser jovem é...querer ser muito mais mesmo sendo omelhor que se poderia ser. É ficar apaixonado por pequenas coisas,lugares e sentimentos e querer que essa paixão dure para sempreTexto escrito para o Teste de Avaliação Escrita de Português,(http://ritynhaa.blogs.sapo.pt/13423.html, 2012/11/27):
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1110Rª. Brava, de1999 a 2012.À esq., ograndeencontro de“motards”, deabril de 2012.Imagens do Sr.Venâncio Sousa.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1111ANTIGOS ALUNOS DA NOSSA ESCOLABiblioterapiaA Biblioterapia consiste numa atividade onde se realiza uma leiturarelacionada com determinadas temáticas, posteriormente é discutida emgrupo, e que conduzirá a uma interação entre várias pessoas, permitindodesta forma a que estes exponham os seus sentimentos. É na palavra, napartilha de sentimentos, de experiências, que se encontra o pontofundamental da Biblioterapia.Apesar de esta ser uma atividade direcionada para um grupo e dapalavra deter um papel fulcral nesta terapia, é importante ter emconsideração que por vezes algumas palavras causam efeitos indesejados,podendo conduzir ao medo, à angústia ou à ansiedade. A forma de contornarestes aspetos “negativos” é não esquecer que nesta atividade “a palavra é,basicamente, do livro”A Biblioterapia tem origem em dois termos gregos: biblion, que significa livroe therapeia, tratamento. Este tipo de terapia suscita alguma controvérsia,porque apesar de ser utilizada desde a antiguidade, as suas metodologiastêm vindo a variar ao longo do tempo.A utilização da Biblioterapia remonta ao Antigo Egipto, onde asbibliotecas eram consideradas fontes de sabedoria, conhecimento e“remédio para a alma”. Os gregos e os romanos também associaram oPor Débora*
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1112tratamento médico à leitura. Em 1272, no Hospital de Al Mansur, a leitura detrechos específicos do Alcorão fazia parte do tratamento médico.A oportunidade de experimentar sentimentos e emoções são um dosmaiores benefícios proporcionados aos leitores através dos livros. O debate ereflexão ajudam a desenvolver a capacidade de comunicação fazendo comque as pessoas relatem a sua opinião do que leram/ouviram, podendo fazercomparações ou analogias com determinados aspetos das suas vidas.Estimular as pessoas a pensarem e a refletirem sobre o que ouviram/leram, fará com que estes se identifiquem com a leitura, fornecendo apossibilidade de descobrir na história a solução para algum problema quetenham de resolver.*Débora Fernandes é leitora e colaboradora da “Descobrindo…”desde 2005/2006.Madeira rumo à sustentabilidadeA agricultura de subsistência já não tem a importância de outrostempos, nos últimos anos houve uma redução no número de explorações.Na atualidade os desafios que se colocam à agricultura resultam dapressão sobre os recursos naturais e das alterações climáticas, ditamtomadas de posições sobre as produções que sejam menos dependentes defatores externos e preferem os recursos locais renováveis, vindo com isto agarantir maior eficiência e estabilidade, junto com a rentabilidadeeconómica.Por Richard**
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1113O conceito de agricultura biológica é uma forma de vida, assim comotambém uma questão cultural, que tem como principal objetivo o incentivoda produção agrícola em condições dignas. A agricultura biológica promove oequilíbrio entre a produção agrícola, a biodiversidade e a preservação doespaço rural e tem implicações em todas as áreas e matérias envolventes àsustentabilidade da população na região, pois o aumento da formação e dograu cultural dos consumidores, torna-os mais exigentes com a qualidade eorigem dos produtos agrícolas, refletindo as preocupações com a saúde ecom a necessidade de realização de uma alimentação saudável.O modo de produção biológica, para além de promover a saúde dosconsumidores com os seus produtos, tem também benefícios ao nível daconservação da natureza e da preservação do ambiente, exerce uma funçãono que respeita à manutenção dos agro-sistemas tradicionais, tambémcontribui para o aumento do rendimento das populações, bem como para adinamização social. Ao contribuir para o equilíbrio harmonioso entre odesenvolvimento e a conservação da natureza também favorece a afluênciado turismo, ávido pelo invulgar. A Madeira demonstra ter um potencialendógeno que permite ver a agricultura biológica como uma oportunidade denegócio muito atraente.De uma forma geral, todos estes aspetos contribuem de uma formasignificativa para a melhoria das condições de vida das populaçõesresidentes, sendo a agricultura biológica um vetor primordial no caminhopara o desenvolvimento socioeconómico sustentável.** Richard Gonçalves (Ex aluno da escola; Técnico especialista em agricultura biológica)
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1114CAPA 3. VINDIMASPor AJAP e alunas Jéssica Faria e Marisa Faria, EBSPMA, 2011/12“Os cachos são transportados em cestos, da vinha para o lagar, ondeo trabalho, em instalações cooperativas, é muito mais racional doque o antigo processo da pisa no próprio vinhedo ainda em uso emcertos lugares”HEINZELMAN, Willy (1971), MADEIRA - Portugal, Basileia – Suíça.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1115Como é que faziam o vinho?Feita a apanha das uvas, os “meninos” da casa entravam paradentro do lagar, a fim de “bailar” com as “meninas” e cantarem deforma a criar um ambiente festivo enquanto a uva era esmagada comos pés. Depois das uvas estarem pisadas, o bagaço era colocado à voltado fuso. A mesa ficava por cima do fuso e a corda em volta do mesmo,com o objetivo de tirar o restante sumo das uvas.No lagar havia um pequeno armazenamento por baixo, que serviapara o mosto escorrer. Para os agricultores diferenciar o vinho domosto, colocavam em borda da ”boca”, um cesto de coar, (cesto deporte médio, com pequenas ranhuras). Quando o sumo caía, o mesmoera coado, caindo o vinho caí no pequeno lagar.Depois, o vinho é levado num balde de zinco, para o armazém onde seencontravam as pipas e as ameixas para acertar o vinho.As imagens desta página foramcaptadas pela Descobrindo, em 12 deagosto de 2012, na casa da Sra.Jacinta, em Gandra (Barcelos); asdiferentes fases da transformação dasuvas até à garrafeira.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1116Um exemplo de transformação de uvas em mostro. As pedras, aspalhas e as latas furadas para fazerem peso sobre as uvas…umprocesso “original” de esmagar e filtrar!Murteira - Rª. Brava, 27/09/2009:Jeremias, Francisco e outros,transformaram de forma rudimentaruvas em mostro e vinho.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1117Ribeira Brava, 23 de setembro de 2009:Exemplo, com “tecnologia” maisavançada de produção caseira de vinho.Fotos da aluna Fátima Pestana, 9º. D,2009/2010, EBSPMA.Para a elaboração do vinho éimportante, inicialmente, separar ocacho dos grãos da uva e depoisesmagar, para facilitar a extração domosto. O esmagamento da uva nãodeve ser um processo enérgico quetriture a película, mas o suficiente parafacilitar a extração do mosto.A elaboração do vinho tinto requerobrigatoriamente a participação dapelícula da uva (casca). No caso dovinho branco, ao contrário, eledistingue-se pela fermentação exclusivado mosto, sem a película. Para fazervinho tinto, o período que a película ficaem contato com o mosto é variávelsegundo o tipo de vinho que se quer.Luiz Antenor RizzonPesquisadorEmbrapa Uva e Vinho
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1118Ribeira Brava, agosto e setembro de 2009:Barcelos, 15 de agosto de 2011:Prensa manual de transformaçãodas uvas em mosto, propriedadeprivada de Laura e Carlos.A imagem de baixo é do “Público”, 2011-08-31
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1119Sítio da Cruz, 7 de setembro de 2011: Sãopoucas, mas ainda existem, em volta da Vila daRª. Brava, algumas latadas de vinho, comotestemunham as nossas fotografias.A vinha é cultivada nas encostas, em pequenosterraços/socalcos denominados poios, que seestendem até o mar, sustentados por paredesem pedra com tonalidades de cinzento basaltoque tornam a mecanização praticamenteimpossível.Tendo em linha de conta a orografia da ilha e ofacto de o sistema de condução tradicionalcontinuar a ser a latada (elevação em estacas earmação acima do solo), a apanha manual dasuvas é a única possibilidade viável na Madeira.Este sistema de condução em latada, muitasvezes de baixa altura, dificulta enormemente osdiversos trabalhos, tratamentos e mesmo aprópria colheita..
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1120Rª. Brava, 15 de setembrode 2011, de cima parabaixo, da esquerda para adireita:Sítios de S. João, comdestaque para Boa Morte,Pedra Mole e o vale da Rª.Brava visto desses sítios.O Sr. “Bacalhau”, àesquerda; o Sr. João,captado na Vila, à direita,explicando-nos comochegar à casa de Maria deEncarnação Diogo, de 78anos (página seguinte).
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1121Boa Morte (S. João –Rª Brava), 15 desetembro de 2011:Rª. Brava, 2011-09-15– freguesia de S. João.Maria de EncarnaçãoDiogo, de 78 anos,nesta data.Este sítio chama-seSoquinha (Fim docaminho), Boa Mortede baixo; o lagar é dosherdeiros.“Antigamente haviamais vinho”, afirma.João Teles, que viveu47 anos na Venezuelaafirma que lá haviamuito dinheiro e que osnegócios eram muitorentáveis.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1122Ontem, 14 de setembro de2011, apanharam-se as uvasneste sítio da Boa Morte deBaixo (Soquinha).“Hoje, de manhã, deitamosas uvas no lagar; iniciamos arepisa. A repisa de agora édiferente da de antigamenteque era com pés descalços.Depois do lagar, o mostropassa para a tina, através deum tubo, medidas cartolas,cestos”, disse-nos a Sra.Maria de Encarnação Diogo,de 78 anos (em cima, aomeio).
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1123Nesta fotografia de 1989 vemos o paida funcionária Ana Abreu nacompanhia de seu filho ManuelAbreu e com os seus netos Bruno eEufrásio. Seu filho, Manuel Abreu,veio da Venezuela visitar seu paiManuel da Antônia, tempos antes deeste falecer.Testemunho prestado pelafuncionária Ana Abreu, EBSPMA,sobre as vindimas (à esquerda, em12/6/2012, a ser entrevistada pelaJéssica Faria).“ Soquinha vem dum nome antigo. É onde se produzia as uvasamericanas. Há uns anos atrás, as vindimas costumavam levarsemanas para a apanha da uva e para fazer o vinho. Naquele tempo auva era abundante.Hoje em dia basta apenas meio-dia para fazer a apanha da uva e aterra já não produz como produzia. Os agricultores dessa época jáfaleceram. Estes chamavam-se José Cambado, António do Rato, oEvaristo, o Manuel da “Antônia” (pai da entrevistada), Pedro da Silva,Chamilha e o Terré.”“Naquele tempo, os vizinhos ajudavam-se uns aos outros, isto é,faziam-se trocas de trabalho”. Agradeço ao professor António Pereirapor nos trazer à memória pessoas que nos são muito queridas e queinfelizmente já não estão connosco. Assina: Ana Abreu.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1124Soquinha – Boa Morte – S.João:18-9-2011À esquerda, a Ana, vizinhade Maria Encarnação,colaborando para a revistaDescobrindo. Acima vemoso lagar vazio e as estacasfeitas de cana.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1125Sítio Moreno – Ribeira Brava,2012:Fuso antigo.Corda: Colocada à volta dobagaço com o objetivo deespremer as últimas bagas dasuvas.Cestas de grande porte: a suafunção era a de transportar asuvas desde os terrenos ao lagar;normalmente eram os homensque levavam.Pipas: Onde o vinho eraarmazenado durante um longoperíodo de tempo.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1126Sítio Moreno – Ribeira Brava,2012:Funil de zinco: Usado parapassar o vinho do balde para apipa.Segundo o testemunhoManuela Nascimento:Como é que faziam o vinho?“Em primeiro lugar, as crianças,jovens e graúdos iam para afazenda colher uvas, onde asdepositavam numa cesta degrande porte. Depois, os homensmais velhos levavam para o lagaraté ter uvas suficientes paraencher o lagar e fazer o vinho.”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1127Sítio Moreno – Ribeira Brava, 2012:Balde de zinco: Usado para transportaro vinho desde o lagar à pipa.Vários tipos de garrafões: Onde o vinhoé armazenado no curto período detempo.Borracho: Feito de pele de cabrito oude ovelha e tinha a função detransportar o vinho ou o azeite doslagares para os armazéns.Fole: Para espalhar o enxofre pelasuvas, com o objetivo de desinfetá-la,antes da vindima.Lagar (1. Normalmente é onde oshomens “bailam” de forma que a borrapasse pelo coador, 2) a borra, depoisde coada, transforma-se em vinho).
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1128Fotografias exclusivas da “Descobrindo…”, no centroda Vila do Estreito de Câmara de Lobos, em 4 desetembro de 2011, durante a festa das vindimas:a) Em cima, à direita, temos, uma vez mais,nesta edição, o “borracho”, ou seja, um sacofeito de pele de cabra onde se transportava,antigamente, o vinho novo ou mosto, isto é, olíquido acabado de extrair das uvas.b) À esquerda, entre outros: (…) durante séculosos tonéis de vinho foram feitos na Madeira.As aduelas eram sempre manufaturadas,pois tinham de ter uma espessura apropriadaque só a mão humana consegue atingir.Tiras de casca do tronco das bananeiras aindaservem para tapar fissuras (…)http://www.madeirawine.com/
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1129Vila da Rª. Brava, 30/8/2012: Vindima da família Coelho: Todos os familiarese amigos ajuda na tarefa de transformação das uvas em mosto.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1130Por fim, o vinho era dividido em duas partes: uma parte era colocadanas pipas, onde ia ser armazenada durante alguns anos e, a outraparte, colocada em garrafões para o consumo diário…“A vasilha mais usada para otransporte do mosto para olagar é um odre feito de pelede cabra, curtida e voltadaao avesso”HEINZELMAN, Willy (1971), MADEIRA -Portugal, Basileia – Suíça.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1131Fajã da Ribeira, agosto de 2012, nosterrenos e lagar da família Viveiros.(Texto e fotos de Graciela Sousa)Na Fajã da Ribeira, a vindimacomeça a ser feita ainda no mês deagosto, pois as uvas amadurecemmais cedo do que nas zonas altas daRibeira Brava.Em cima, vemos dois homens acarregarem às costas os sacos dasuvas, do terreno em direção àestrada.No meio, a apanha da uva.Em baixo, uma imagem do lagarque irá recolher as uvas para a suapisa.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1132Nestas imagenspodemos ver osvários“ingredientes” queauxiliam oprocesso deprodução do“vinho de casa”:pipas ou cartolas; acorda, a tina, asrolhas feitas compalha debananeira, as sacasde transportar asuvas…Em baixo, àesquerda, vemos atina cheia demosto – sumo dauva ainda nãofermentado.O processo da produção de vinho caseiro começa muito antes do verão.Durante todo o ano as vinhas e os seus terrenos reclamam por manutenção:a poda, a desfolhagem, o desbravamento das ervas invasoras, a adubação…
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1133Rª Brava 2011/2012: Sítio doCaminho Chão, destacando-se ocantoneiro Francisco Silva e avivenda muito conhecida no sítio pelabeleza do seu jardim. A gata da Sra.Ana Ascensão, cujo nome é APrincesa (Vila da Rª. Brava).4.GRANDE REPORTAGEM - A MINHA TERRA- Rª. BRAVAPor AJAP e seus convidados,amigos ou apenas leitores da “Descobrindo…”“Os livros contam o passado. Os livros dizem…Mas a realidade renova-se em cada momento. A realidade de hoje é sempre a soma e oprosseguimento das realidades passadas. E tem também a sualinguagem…” Maria Lamas: Fonte: Arquipélago da Madeira Maravilha Atlântica, p. 27.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11344.GRANDE REPORTAGEM - A MINHA TERRA-CAMPANÁRIOPor Fátima Carina (ex-aluna da EBSPMA)/Jéssica Faria/AJAPA festa do BomDespacho, realizadana freguesia doCampanário, atraitodos os anoscentenas de pessoasque na procissão daNossa Senhora doBom despachocumprem as suaspromessas.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1135
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1136Tranqual - CampanárioTexto de Jéssica Sousa, 12º. B, EBSPMA, 2012/13Rª. Brava (Tranqual- Campanário), 18de setembro de2012:De cima para baixo,da esquerda para adireita, no primeiroplano, a “nova”estrada, íngreme,que liga Tranqual à“nova”, EscolaBásica (2º. e 3ºciclos) –Campanário; Sítioda Adega, visto doTranqual, Creche doCampanário,habitantes do sítiodo Tranqual atrabalhar,apartamentos e láao fundo a ViaRápida.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1137GEODIVERSIDADEE PATRIMÓNIOLOCALPATRIMÓNIO E GEODIVERSIDADE NO CONCELHO DA Rº. BRAVA, 2011/12Por Pedro Fábio/Isaac Pereira/AJAP (imagens)http://diversidadebiologic.blogspot.pt/2010/01/geodiversidade.html, 2012/8/7, adaptadoGuia local: Hélder de Jesus
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1138Hélder de Jesus na Pedra vermelha –Serra de Água (Rª: Brava), em 2012, numexclusivo da “Descobrindo…”Variedade deambientesgeológicos,fenómenos eprocessos ativosque dão origem apaisagens, rochas,minerais, fósseis,solos e outrosdepósitossuperficiais que sãoo suporte para avida na Terra.A Geodiversidadeengloba não sóminerais e rochas,mas tambémfósseis, solos,formas de relevo eprocessosgeológicos ativosque lhes dãoorigem.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1139Vivemos num mundodiversificado. E essadiversidade seja elageológica, biológica,ou cultural, éfundamental (Gray,2004; Silva, 2005,2008).A diversidade é, narealidade, o valorbasilar a defender,seja a nível natural oucultural, porque é dainteração entre osseus diferentes tiposque, em últimaanálise, resulta amultiplicidade demanifestações domundo natural ecultural quehabitamos.__________________(Ilustração desta e da páginaanterior: Diferentes sítios daSerra de Água)
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1140O termo“Geodiversidade” terásido utilizado pelaprimeira vez em 1993,por ocasião daConferência de Malvern,Reino Unido, sobre“Conservação Geológicae Paisagística”, sendoque o primeiro livrodedicado exclusivamentea esta temática foieditado, apenas, em2004, por comparaçãocom o termobiodiversidade, que dizrespeito à diversidadebiológica do planeta e ànecessidade da suapreservação.(Imagens de Fajã da Ribeira, MeiaLégua, e Vila)
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1141Pedra Vermelha - Serra de ÁguaPor Família GarcêsSerra de Água (Rª. Brava),1999/2000, Sítio doPinheiro- fotografiasgentilmente cedidas pelaaluna Catarina Garcês,turma 10º. F, CursoTecnológico de AçãoSocial, 2011/12.Nas imagens podemos verNelson e António Garcês acomerem uma espetadadepois de uma caminhadaaté à Pedra Vermelha, adescansarem e aadmirarem a paisagem dafreguesia da Serra de Água:A própria Pedra Vermelha,Encumeada e as suasnuvens.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1142Mouros e pessoas com rabo comprido viveram aqui?A pedra de que vos vou falar é denominada de “Pedra Vermelha” e ficasituada no sítio do Pinheiro, freguesia da Serra de Água. As pessoas maisantigas contam que esta já existia antes dos primeiros habitantes chegarem aesta freguesia.Dizem que nela habitaram povos Mouros, e pelo que o povo conta erampessoas que fugiam quando viam outras e dizem que estes tinham um rabocomprido como os macacos.As pessoas que já lá foram e tiveram a oportunidade de ir ao interior dapedra e dizem que existe vários objetos feitos em pedra, com por exemplo,camas, berços, fornos, etc. Estes objetos foram construídos com um picão(ferramenta que os povos antigos usavam para construir furnas nas rochas).Atualmente, o percurso até chegar à pedra está em mau estado devido ásderrocadas e queda de árvores, e a tentativa de entrada ao interior da pedraé muito perigosa, é necessário usar cordas para escalar a pedra, e visto queesta fica situada no cimo de um vale, uma possível queda seria fatal, masmuitas pessoas já o fizeram há alguns anos, e podem confirmar as históriasque contam sobre o interior desta.Pedra Vista do Sitio do Pinheiro. Entrada para o interior da Pedra.Por:SuseGouveia
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1143“Celebrarmos o Espírito Santo é celebrarmos a festa da alegria, é celebrarmos afesta da comunhão, é celebrarmos a festa da união e das pessoas porque é issoque é o Espirito Santo. Espirito Santo é força de comunhão, de união, de paz, dealegria e é com esses mesmos sentimentos que nós aqui também queremosestar reunidos, celebrar a nossa fé em Cristo”.Sr. Padre da freguesia da Serra de Água – Rª: Brava, durante a missa campal,Encumeada, em maio de 2012O Espírito Santo na Serra de Água, com a ida à EncumeadaPor Redação
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1144Freguesia da Serra deÁgua (Rª: Brava),27/5/2012:A Festa do EspíritoSanto na Encumeada éorganizada pela Casado Povo da Serra deÁgua em conjunto coma Paróquia da mesmalocalidade, do concelhoda Ribeira Brava.À esquerda, de óculos,uma das fiéis.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1145A Senhora Domingas dos Reis (saloia dadireita) que nos disponibilizou estafotografia dos anos quarenta do séculoXX. O Espírito Santo sempre foi vivido commuita devoção na Serra de Água, com aida à Encumeada, a descida a pé trazendogalhos de maia ou giesta em flor,cantando e tocando.Era este o traje das saloias que, mesmocom o passar do tempo, pouco ou nada sealterou.Adaptado de http://cpserradeagua.blogspot.pt/, em 207/30
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1146Encumeada – Serra de Água – Rª. Brava, 27/5/2012 - Missa do EspíritoSanto: Canto: Senhor tende piadade de nós. Glória a Deus na terra e noscéus. Glória, glória, paz na terra…Só Vós sois o Santo. Só Vós sois o Senhor. Só Vós o altíssimo. Jesus Cristo, o EspíritoSanto a glória de Deus-Pai, Glória a Deus na terra e nos Céus. Glória, glória, paz naterra.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1147Por vezes espanto-me com cada coisa que vejo!E infelizmente é impressionante olhar para anossa Ilha da Madeira a preto e branco, é comover televisão antigamente.É uma tristeza o que fizeram à nossa ilha, como épossível ter a coragem de atear fogo às florestase tudo mais, que, no fundo, são elas queproduzem o que necessitamos para viver?!Incêndio na zona da Boa Morte, Ribeira Brava. (Til, Boa Morte,Lombo da Levada; Pedra Mole, São João)Por José Côrte (imagens)/Cláudia Abreu (texto)
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1148Incêndio na zona da Boa Morte, Ribeira Brava. (Til, Boa Morte,Lombo da Levada; Pedra Mole, São João)Por Igor Almeida/Luis de Sousa/Graciela Sousa/Redação“Uma faúlha caiu num terreno atrás da casa. (lado norte): Aqui o fogoainda parece pequeno.” Rafael Ascensão
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1149Vila da Rª. Brava: Em cima, às sete da manhã de 19 de julho de 2012; no ar eao fundo (Serra de Água), o fogo ainda continuava a ameaçar as populações.À direita: Fajã da Ribeira, no final da tarde, dois dias após o incêndio (asmontanhas mais castanhas e instáveis devido ao fogo).*NASA significa Administração Nacional do Espaço e da Aeronáutica, (National Aeronautics and SpaceAdministration) é a Agência Espacial Americana, que responde pela pesquisa, e desenvolvimento detecnologias e programas de exploração espacial e tem como missão incrementar o futuro na pesquisa, adescoberta e a exploração espacialÀ esquerda: Colunas de fumoa erguerem-se dos focos deincêndio, de acordo com aNASA*. Vale da Ribeira Brava,nos dias 19 e 22/7/2012.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1150E assim nasceu... cresceu... e morreu!Por Graciela Sousa/Sidónio Silva/Igor Almeida e outros.Julho de 2012Sítio da Boa Morte e Til – imagens do “depois” do incêndioAs chamas varreram terrenos e casas abandonadas,deixando à vista paredes de pedra que as últimasgerações não se lembram nunca de ter visto.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1151Serra de Água não merecia mais desgraças!“Felizmente não há nenhuma casa atingida e a primeira grande prioridade foia salvaguarda de pessoas e casas.” Ismael Fernandes (23/7/2012).Perante a presença dos meios de comunicação social, o presidente daCâmara, Ismael Fernandes, fez, em 23/7, o balanço preliminar dos estragos:Cerca de uma dúzia de palheiros ardidos na Serra de Água, dezenas defazendas e pomares, destacando, em termos negativos, a Fajã das Éguas quefoi “varrida” pelos incêndios, concluindo com palavras de estímulo a todos osribeirabravenses, principalmente para os naturais e habitantes daEncumeada.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1152Lombo doPaço, Serrado Espigão,Parte decima domiradouro(Espigão)Incêndios de julho de 2012 - Ribeira BravaFoto reportagem de Domingas e Serafim TelesRibeira Brava, 19 de julho de 2012: As pessoas mais idosas nunca tinhamvisto nada assim. O fogo chegou perto das casas como testemunham asúltimas quatro imagens. O Espigão ficou rodeado de fogo.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1153O incêndio de julhovisto das varandas doHotel Encumeada(Serra de Água – Rª.Brava): o nosso lindovale a arder!Encumeada – Serra de ÁguaFoto reportagem de Paula CorreiaO incêndio na Serra de Água, em julho de 2012, condicionou o trânsitona via expresso entre túnel de São Vicente e Serra de Água.A queda de pedras e as constantes mudanças da direção do vento queempurram as chamas para a estrada fizeram com que houvesse cortesnos acessos.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11545.GRANDE REPORTAGEM - AUTOCARROS ANTIGOSReenviado à “Descobrindo…” por Eleutério Corte, 2011-05-23Recolhas: PPFA (parte, adaptado)“CONJUNTO DE FOTOGRAFIAS IMPRESSIONANTE...VEJA E DIVULGUE ESTE EXCELENTE TRABALHO DE RECOLHA!”Fig. 1 -M-3142 (MD-25-70), ano 1950 - Commer Avenger I -inicialmente da Empresa de Automóveis da Ribeira Brava, passou aintegrar a frota da Rodoeste.1Dodge K-34, M-1480 (MD-17-39), de 1934, pertencente àEmpreza de Automóveis da Ribeira Brava Lda.Foi também incorporado na frota da Rodoeste1
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1155Fig. 5: Brasier de 1906/1907 . Com 4 filas de assentos, é provavelmenteo primeiro autocarro da Madeira.Fig. 6: Autocarro Chevrolet, M-844 (MD-14-21), de 1928, da EmpresaAutomobilística do Leste da Madeira - EALM. Posteriormente foiincorporado na frota da Sociedade de Automóveis da Madeira.Todos os autocarros seguintes à data 1950 e alguns anteriores a essa.5 6Largo das Babosas - Monte
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1156Operado pela SAM - Sociedade deAutomóveis da Madeira, esta viaturachegou à Madeira apenas com cabine echassis, portanto um autêntico camiãoSeddon. Na empresa Leacock, foiexecutada a primeira carroçaria, que sepode ver na foto.Em meados dos anos 60 levou uma nova carroçaria.Não vejo nenhum do "Negus", a célebre companhia, creio que azul ebranca, que fazia as carreiras da Rochinha e que, muitas vezes(principalmente com chuva) não a conseguia subir, de tão íngreme queera, os Ilhéus e Santa Luzia.Os donos da companhia eram conhecidos pelos "Negus". Nunca soubeporque se dizia "Siga Freitas", expressão nós usávamos, em coro, parao condutor andar com o carro!Havia, também, o "Desdobra", como se dizia. O que vinha escrito noautocarro era "Desdobramento", isto é, um 2º autocarro para omesmo destino!
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1157E havia a "Paragem", a célebre "Paragem" e a Placa Central, nos anos60. Não sei se era um hábito vindo de trás e julgo que terá continuadoem 70 e talvez 80, mas aí já não garanto.A "paragem" era na faixa norte da Avenida Arriaga, no passeio junto aoedifício da Junta Geral do Distrito Autónomo da Madeira (vulgarmenteconhecido por Junta) e do Banco Nacional Ultramarino (hoje, Edifíciodo Governo Regional e Caixa Geral de Depósitos, respetivamente).A Placa Central era o passeio entre as faixas norte e sul da AvenidaArriaga (então aberta ao trânsito). Aí nos reuníamos, principalmente,os alunos do Liceu (Nacional do Funchal, hoje Esc. Sec. Jaime Moniz eanteriormente, penso que até anos 40, Liceu de Jaime Moniz).
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1158Aí conversávamos,fumávamos, namorávamos!Sim, namorávamos... De vezem quando lá íamos (osnamorados) dar uma volta àAvenida do Mar, de mão dada,para estarmos mais sós, masacabávamos por voltar à"paragem" ou à "placa central"para mais uns dedos deconversa e para sermosrecolhidos pelos pais, algunsem carro particular, outros em autocarro e outros a pé, com horaspreviamente combinadas.Enfim, algumas cenas do nosso Funchal e da Madeira, do séculopassado, que muitos recordarão, estou certa!”RecolhasPPFA
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11595.GRANDE REPORTAGEM - ARTESANATOPor AJAPDesignação comercial: Bota ChãLocalização: Rua de São Francisco, nº 29 A, Ribeira BravaContato: Paulo Santos, 965226935/917320208.Na Ribeira Brava, antigamente, os homens e asmulheres usavam botas, chamadas botas chãs eeram feitas em pele de vaca curtida.A parte superior da bota era virada para fora edescia até ao tornozelo, sendo enfeitada com umafita vermelha.O que são, como se fazem, em pleno século XXI,esse tipo de botas e quem as pode fazer para osnossos leitores? Um exemplo, aqui bem perto denós.Perfil do mestre sapateiroAntónio José da Silva Faria, mestre sapateiro daempresa “Bota Chã”, na RibeiraBrava, em discurso direto, num exclusivo paraa “Descobrindo…”:
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1160“Comecei nesta arte aos 21 anos. Agora, em 2013,vou fazer 53 anos de idade, portanto, há 32 anosque sou sapateiro. Iniciei o trabalho nas botasregionais, em Câmara de Lobos, noutra empresa.Agora estou aqui na Ribeira Brava, em frente aoMuseu Etnográfico da Madeira, na rua S. Francisco.Fazemos botinhas e concerto de calçado, ou seja,estou há mais de três décadas no mesmo ramo, emtermos profissionais!”Nome das máquinas antigas/utensílios/matéria-prima?“Temos uma desbastadora (mete-se a sola com 1,3, 4 cm…).Esta lixadeira está nas minhas mãos desde o início,ou seja, há 32 anos que esta máquina trabalhacomigo, sem falhar.”“Esta bota é do Porto Santo, é muito antiga, era utilizadapelo grupo de folclore de lá. Quando precisam, mesmo naatualidade, deste tipo de botas, contactam-nostelefonicamente. Temos sempre um ou dois pares de cadatamanho para desenrascar clientes à última hora. Sapatogrosso, para trabalhar no campo, pois estes duravammais.”António José da Silva Faria, mestre sapateiro da “Bota Chã”, naRibeira Brava.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1161“ A máquina de apertar as botas puxa, evitando quetenhamos de bater na sola à mão comoantigamente; de pregar as botas. Esta sola,antigamente, cozia-se toda à mão, o que atualmentenão acontece, pois possuímos a máquina de cozercalçado. A lata com diluente serve para amolecer atela; o “balancé”, para cortar, este bate em cima domolde e corta à medida que a gente quer; a tela,couro para a bota chã; aquela botinha para bailinho;o couro para as cabecinhas da frente; a pele decabra para os canos. O cabedal e o couro eramdesbastados numa máquina mais fininha. Esta erautilizada para alargar sapatos. Se o sapato aperta,venham cá e alarga-se. Além disso, esta serve paracortar às riscas e para cortar correias. A banquinha éo nome que se dá à máquina de cozer por dentro epor fora.Estas máquinas possuem 40 e tal anos e quandocomecei nesta arte esta máquina já existia.Instrumentos como o alicate, o “tropedo”, o marteloe a Máquina SINGER, que utilizamos na sequência damáquina “balancé”.”Bota de homem, dos carreiros do Monte - Funchal,feita com sola.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11625.GRANDE REPORTAGEM – “VENDA” ANTIGAO cantinho do Juvenal Camarata no sítio do Pico da Rª. BravaPor Redação, novembro de 2011
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  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11655. GRANDE REPORTAGEMRª. Brava, 18/5/2012 –Comemoração do Dia Internacional dos Museus,com a participação, também de alunos eprofessores da EBSPMA, do Curso Tecnológico deAção Social, turma 11º. E. Em cima, à direita, aDiretora do Museu Etnográfico da Madeira.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1166Os alunos apresentaram umapeça de teatro relacionada como tema patrimónioarquitetónico rural, passando,com humor que prendeu aatenção de todos os presentes e sensibilizou para a necessidade de seconciliar a arquitetura antiga com a moderna. Em cima, da esquerdapara a direita, os atores: Carla, Fátima, Tatiana, Diogo, Domingas,Janete, Lisandra e Aurélio.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1167“O Comandante, responsável por toda a equipaque se encontrava a bordo nesta viagem,começou por nos explicar o que iriamos realizardurante a viagem, que supostamente seria umavisita guiada por um dos marinheiros, a todo oespaço do navio.”A Reserva Natural das Ilhas Desertas é umareserva natural portuguesa localizada nasIlhas Desertas, na Região Autónoma daMadeira.6. VIAGENS 6.1. RESERVA NATURAL DAS ILHAS DESERTASPor Carla Verónica, 12º. B,2011/2012, EBSPMA/AJAP“No âmbito das celebrações do Dia da Marinha de2012, por sugestão do “Clube Europeu” da EscolaBásica e Secundária Padre Manuel Álvares, viajei,juntamente com outros jovens da Madeira, viajei,no "O N.R.P. "Cuanza", indicativo NATO P 1144, oquinto dos dez navios patrulhas da classe"Cacine", no percurso Funchal/Desertas/Funchal,em 26 de maio, numa organização daMarinha/Direção Regional da Juventude.”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1168“Prosseguindo a visita conhecemos as instalaçõesdo navio. A parte da frente, que é onde seencontravam todos os instrumentos essenciais deuma viagem como, por exemplo, o volante paraorientar as direções, o GPS para saber alocalização do navio, um livro de viagens sob aresponsabilidade de um marinheiro que registavatodos os dados de uma viagem (distância,duração, entre outros) e por fim um vigilantesempre atento a eventuais riscos ou ameaças.Na minha opinião, este espaço foi o maisinteressante de todos, poi pudemos manipularalguns dos instrumentos indispensáveis para acondução do navio.Logo de seguida, fomos para o 2º andar no navio que é a parte central, ondese encontravam os quartos, a cozinha e a casa de banho. É neste piso que seencontram também as armas, de vários tipos e tamanhos.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1169De seguida, encontramos um espaço onde haviamuito trabalho e ruído devido aos motores sob aresponsabilidade de um outro marinheiro atento atodos os pormenores relacionados com o bomfuncionamento das máquinas. Estivemos o restoda viagem para a tirar fotos na parte de cima donavio. Quando chegamos às Desertas tivemosuma visita guiada por uma bióloga que nos explicou os pontos fundamentaisda Deserta Grande.Começamos assim a caminhada com várias paragens, em que numa delas abióloga explicou-nos os vários tipos de animais que se encontravam lá e emque espaço eles se localizavam, como por exemplo, os lobos-marinhosencontravam-se na parte central da Deserta Grande, tal como as cabras e aslagartixas.Não conseguimos ver lobos-marinhos, mas lagartixas vimos imensas, ereparei havia diferença no tamanho, pois estas são muito maiores do queaquelas que estamos habituados a ver, e as cabras são muito distintas, ouseja, têm pêlo castanho-escuro.Em suma, a bióloga mostrou-nos um espaço de enfermagem para tratar doslobos-marinhos feridos.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 117020126. VIAGENS 6.2. CALHAU DA LAPA, AS RAÍZES DO CAMPANÁRIOCalhau da Lapa – Campanário, verão de 2012, por Jéssica Faria, 11º.E,2011/2012 (em cima à direita), com a colaboração de Luísa Almada, 8º. H,2012/13, EBSPMA.2012: Descida em direção à Praia do Calhau da Lapa, situada noCampanário, no fundo de uma descida íngreme, antes de um mergulhonuma água límpida e calma.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1171“No dia 5 de junho de 2012, a turmado 11ºE e a turma do 12º Bacompanhadas pelos professoresAntónio Pereira e Manuel Antóniodirigiram-se ao Calhau da Lapa emCampanário. Saímos da Escola Básicae Secundária Padre Manuel Álvarespor volta das 14 horas e chegámos aoCalhau da Lapa por volta das 14 horase 30 minutos. Quando lá chegamos,deparamo-nos com um caminhomuito inclinado e até diria que umpouco perigoso, no entanto isso nãonos impediu de descer para o Calhauda Lapa. Ao longo desse caminhoandamos com muita precaução, massempre comtemplando a maravilhosapaisagem dos rochedos, a admirávelcascata que lá existia, a cair de umgrande rochedo e a espetacular vistapara um mar límpido, quasetransparente que nos permitiavisualizar o fundo do mar naperfeição. Esta caminhada durou
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1172cerca de 20 minutos e ao chegarmoslá em baixo, encontramos um caiscom muitas grutas. Todas seencontravam com portas trancadascom cadeados, no entanto, havia umagruta que estava aberta e comosomos muito curiosos fomos láespreitar. Nessa gruta existia umfogão, umas panelas, uma garrafa degás, entre outras coisas. Depois disso,admiramos aquele paraíso e fomosdisfrutar da fresca, límpida eencantadora água do Atlântico. Apóstermos aproveitado a refrescanteágua, de apanharmos um pouco desol nas toalhas e comermos qualquercoisa, chegou a hora de irmos emborae já eram perto das 17 horas. Enfim,chegou a hora de subir o “ calvário”,sim “ calvário”, pois custou imensosubir a montanha e além disso estavaum calor insuportável. Apesar disso,gostei imenso de lá ir e diverti-memuito e espero lá voltar um diadestes.”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1173
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1174“A refeição, a música e o ambienteforam muito bons, graças aoempenho e dedicação de todosaqueles que contribuíram para queeste convívio se tivesseconcretizado.Chão dos Louros é uma área delazer no seio da floresta"Laurissilva", na descida daEncumeada para São Vicente.”Assina: Marisa.6. VIAGENS 6.3. CHÃO DOS LOUROS – SÃO VICENTE - MADEIRAPor Marisa Faria, 10º F, EBSPMA, 2011/12“No dia 08 de junho de 2012, pelas08:15 horas, partimos da Escola emdireção ao Chãos dos Louros - SãoVicente, com o objetivo deencerrarmos, convivendo, o projeto“Descobrindo” 2011/12.Participantes: Ana Filipa, Bruno Sousa,António Marques, Andreia Abreu,Bárbara Delgado, Estela Abreu,Rosana Garcês, Daniela Faria, MarisaFaria e Lino Pontes, sob aresponsabilidade do Prof. AntónioPereira.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1175“Convidados: Davide Sousa, RuiSousa, Guida Gonçalves e JoãoRoberto.Depois de desenvolvimento dediversas atividades lúdico-pedagógicas, em vários grupos,juntámo-nos, pelas onze horas, paraalmoçarmos.Em conclusão, este convívio foimuito interessante, visto que nemtodos conheciam o espaço de lazerdo Chão dos Louros em São Vicente,onde também recolhemosinformações (fotos) para recordarmais tarde.Alguns aspetos negativos: a turmaneste convívio foi um poucoindividualista e alguns elementosforam para casa mais cedo,considerando que os aspetos positivos foram superiores.Assim, concluo afirmando que foi uma boa visita de estudo!”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1176“Festa da Cereja – Câmara de Lobos,Jardim da Serra - 16 e 17 de Junho: A Festada Cereja é uma das mais importantesatividades locais que acontece no Jardimda Serra anualmente desde 1954. Eu,Jéssica, como ribeirabravense, estive lá,em 2012 e recolhi estas belas fotos.”6. VIAGENS 6.4. RIBEIRABRAVENSES VISITAM JARDIM DA SERRAPor Jéssica Faria, 11º. E, EBSPMA, 2011/12
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1177“Festa da Cereja – Câmarade Lobos, Jardim da Serra -16 e 17 de Junho de 2012. Acriança, na última foto, viveno mundo só dela, alheia ao“mundo” dos “gigantes”adultos. Uma maneiradiferente de viver a vida!Oxalá que os mais velhosnão a tenham pisado,depois.”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1178“A Senhoraque vemos àdireita foimuitoamável eapós ter-lhetirado umafoto elaagradeceuoferecendoum punhadode deliciosascerejas.”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1179“Com a produção abundante decereja o povo do Jardim da Serraaproveita para fazer iguarias,como o delicioso bolo de cerejaque tive oportunidade de provarque me foi oferecido por Rosalina(a mulher de azul), o formidávellicor de cereja e o espantoso docede cereja que pode seracompanhado com umasbolachas.”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11806. VIAGENS 6.5. GRUPO ALEGRIA DE VIVER VISITA “QUARTEL”11 “Quartel” = RG3 = Regimento de Guarnição Nº. 3, criado em 1 de outubro de 1993 e é o herdeiro dahistória da Infantaria e da Artilharia da Madeira através do Regimento de Infantaria do Funchal e do Grupode Artilharia de Guarnição N.º 2. - Rua Corveta Estefânia, Nazaré - São Martinho- Funchal. Rogério Capelo, do Grupo Musical Alegria de Viver, é o primeiro à esquerda, na segundafotografia, de cima para baixo.Funchal, 19de dezembrode 2012:“GrupoAlegria deViver”(músicatradicional).“Turno1987/1988(tropa), em2012,regressa aoRG3 com oGrupo Alegriade Viver, após25 anos. Ummarcoimportantena minha vidae do Grupo”.Assina:Rogério Capelo
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11816. VIAGENS 6.5. GRUPO ALEGRIA DE VIVER VISITA “QUARTEL”22 “Quartel” = RG3 = Regimento de Guarnição Nº. 3, criado em 1 de outubro de 1993 e é o herdeiro dahistória da Infantaria e da Artilharia da Madeira através do Regimento de Infantaria do Funchal e do Grupode Artilharia de Guarnição N.º 2. - Rua Corveta Estefânia, Nazaré - São Martinho- Funchal. Rogério Capelo, do Grupo Musical Alegria de Viver, é o primeiro à esquerda, na segundafotografia, de cima para baixo. Foto reportagem de Jéssica Faria, 12º. B, EBSPMA, 2012/13O grupo Alegria de Viver é compostopelos seguintes elementos:Presidente: Rogério CapeloVice-presidente: Dona Celina CoelhoCoordenador Musical: Nélio AndradeSecretaria: Cecilia EvaristoAdjunta: InêsTocadores:Acordeão- Nélio Andrade e FlávioViolino- Francisco CôrteBraguinha- Carlos AscensãoBumbo-AmbrósioRebeca- JoséPandeireta- RogérioViola-Jéssica FariaCantores:CelestinaOlíviaFirminaCelinaCeciliaNélio Ramazote
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11826. VIAGENS 6.6. RIBEIRABRAVENSES VISITAM LISBOAPor Carina Santos e Vítor Fonseca, 10º. C, EBSPMA, 2011/12“Viagem cultural realizada no mês dejulho de 2012 para comemorar afinalização do terceiro ciclo. Estaviagem foi, para nós, uma experiênciamuito boa. O convívio entre os colegase as professoras acompanhantes foimuito positivo. Conhecer um pouco deLisboa, da vida na grande cidade, parteda sua história e dos meios detransporte como o metro, o comboio eo elétrico, foi fascinante eenriquecedor. O Castelo de São Jorge,antiga residência real medieval quecontempla lindos vestígiosarqueológicos e uma vista exemplar.Um dia muito divertido e interessanteno Jardim Zoológico. No Oceanário,onde vimos mais de 500 espécies,fomos acompanhados por umeducador marinho para descobrirmosuma parte da biodiversidade marinha.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1183Visitámos o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o padrão dosDescobrimentos, o Planetário e, ainda, o Museu dos Coches.Tivemos a oportunidade de provar algumas iguarias como os Pastéis deBelém e as queijadas de Sintra.Esta nossa viagem foi muito enriquecedora e muito positiva a todos osníveis.Agradecemos a todos aqueles que nos ajudaram a concretizar o nossoobjetivo.”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11847. A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃOResponsável pela Tuna/Texto (adaptado): Eleutério Corte; Concerto de Natal 2011; Diretor do concerto: Avelino Abreu;Imagens: Casa do Povo da Ribeira Brava; Tratamento das imagens: Marisa Faria.Ribeira Brava, 30 de dezembro de2011: Avelino Abreu, ribeirabravensede 19 anos de idade, estudante doCurso de Formação e Direção Musicalna Escola Superior de Música(Portugal Continental). Antigoestudante da Escola Básica eSecundária Padre Manuel Álvares,depois no Conservatório de Músicada Madeira (CEPAM) e estudante-monitor na Escola-Projeto "Mais e Melhor Música" da AssociaçãoCultural e Desportiva de São João e Casa do Povo da Ribeira Brava.É membro da Orquestra Bandolinística Ribeirabravense, dirigindo, em2011/12 o Ensemble de Bandolim e Guitarra Ribeirabravense. Nasfotos, momentos do Concerto de Natal realizado a 30/12/2011.Avelino Abreu é, igualmente, em 2011/12, Diretor dos EstágiosMusicais de Bandolim e Guitarra de Verão das instituições referidas noparágrafo anterior, nos quais participam atuais e antigos elementos daOrquestra Bandolinística Ribeirabravense e músicos convidados deoutros agrupamentos regionais.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1185
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1186
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11877.1. CULTURA - BANDASPor AJAPRealizou-se na tarde de 13 de maiode 2012, na vila da Ribeira Brava a29ª edição do “Encontro Regionalde Bandas Filarmónicas”, a qualjuntou 13 bandas.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1188“O encontro começou com umdesfile dos participantes desde olargo da igreja-matriz da Vila até àfrente mar, onde decorreu oespetáculo, que este anohomenageou o músico LeonelVieira.Bandas presentes, de acordo como programa: Banda Municipal doFunchal, a Distrital do Funchal,“os Guerrilhas”, a Municipal deMachico, a Municipal de Santana,Filarmónica do Caniço e Eiras, aRecreio Camponês, a Filarmónicado Faial, a Filarmónica de SantoAntónio, Banda Municipal deSanta Cruz, a Paroquial de SãoLourenço da Camacha, a Orquestral “Os Infantes”, a Municipal deCâmara de Lobos e a Municipal da Ribeira Brava.Patrocínio: Direção Regional dos Assuntos Culturais e integrou a marca“Festivais da Madeira”.Este evento cultural foi criado como medida de salvaguarda doimportante património musical da Região.”
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1189Festas de Santo Amaro – Ribeira Brava –15/1/2012: Para comemorar o encerramento daépoca natalícia, um grupo de senhoras esenhores recordou a data desta maneira:7. 2. A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – S. AMAROPor AJAP7.3. A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – SÃO JOÃO – “Romagem 2012”Significado de Romagemsf (top Roma+agem) 1- Peregrinação que se dirige, por motivo religioso, auma capela ou igreja; romaria. 2- Passeio de instrução e recreio.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1190(http://www.dicio.com.br/romagem/)(…) João era conhecido por João Baptista, porque batizava nas águas doJordão todos aqueles que acreditavam que um dia a lei dos homens seriaalterada com a chegada de um "messias". Como sabemos, foi S. João quembatizou Cristo, quando este iniciou a sua vida de pregador. João Baptista éuma das figuras mais respeitadas da história judaico-cristã e a sua vida étambém admirada pelos muçulmanos. Tem um culto assinalável na Turquia,bem como em várias zonas do Oriente. Envolve-o uma aura de homem bom,num sentido universal e muito mais vasto que o da santidade da IgrejaCatólica.João era filho de Zacarias e Isabel, primo de Jesus de Nazaré, que ainda nãoiniciara a sua vida pública.http://www.leme.pt/biografias/j/joao/ (adaptado); consultado em 10/8/2012.Sítio de São João – Campanário – Rª. Brava: 23 de junho de 2012. Foi numa tarde quenteque se cumpriu, uma vez mais, esta tradição de “romagem de S. João”.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1191Responsável:ALDA RODRIGUES(acima, de laranja)“Na decoração da fonteno sítio do CaminhoChão contou com acolaboração da mãe dasenhora Alda Rodrigues,da senhora AlexandraCoelho, da Liliana e daaluna escola BSPMAJéssica Faria.”Por Eunice Raquel/AJAP7.4. A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – SÃO JOÃOCAMINHO CHÃO
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1192Por Graciela Sousa/AJAP7.5. A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – SÃO JOÃOBOA MORTEResponsável: MARIA DA CONCEIÇÃO G.ves DE SOUSA
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1193Rª. Brava, 23/6/2012: Da esq.p/a direita e de cima p/baixo (2imagens cada): Fontanários do”Lar”, “Caminho Chão”, “S. João”e “Vale” (as 6 últimas imagens).7.6. A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – SÃO JOÃOPor AJAPFONTANÁRIOS RESPONSÁVEIS EM 2012Organização da Junta de Freguesia da Rª. BravaRUA DO VISCONDE LAR DE SÃO BENTOSÃO JOÃO PIEDADE SOUSA BRANCO GOMESCABOUCO CELESTE RODRIGUES DO FOROVALE ZINA MARIA SOUSA BRANCO GONÇALVESFAJÃ DA RIBEIRA - Cima MARIA DA GRAÇA DOS REIS PEREIRA SANTANAFAJÃ DA RIBEIRA - Baixo CÉLIAMEIA LÉGUA MARGARIDA DE ASCENSÃO DOS RAMOSLOMBO CESTEIRO MARIA GORETE FARIA SARGOAPRESENTAÇÃO DOMINGOS TOMÁS CORTE FARIAPICO MARÍLIA DE ANDRADE DE ASCENSÃO FERNANDESVale – Rª.Brava:23/6/2012
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1194Pico – Ribeira Brava, 23 de junho de 2012, celebração do “S. João”:João Baptista (Judeia, 2 a.C. — 27 d.C.) foi um pregador judeu do início do século I,citado pelo historiador Flávio Josefo e os autores dos quatro Evangelhos da Bíblia.Segundo a narração do Evangelho de São Lucas, João Batista era filho do sacerdoteZacarias e Isabel (ou Elizabete), prima de Maria, mãe de Jesus. Foi profeta e éconsiderado, principalmente pelos cristãos ortodoxos, como o "precursor" doprometido Messias, Jesus Cristo. Batizou muitos judeus, incluindo Jesus, no rio Jordão,e introduziu o batismo de gentios nos rituais de conversão judaicos, que mais tardeforam adotados pelo cristianismo.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1195Meia Légua, 23/6/2012: Precisamos de uma pontinha para peõesque nos possa facilitar a deslocação até ao Hipermercado que ficaali perto; pelo túnel não podemos passar, de outro lado, naestrada antiga, a ribeira não permite a nossa deslocação a pé”,dizem, às autoridades presentes, alguns dos populares.Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Batista, consultado em 2012/8/1)Rª. Brava, 23 de junho de 2012: Fontenários do Sítio do Vale e do Sítio doCabouco; ao fundo, Fajã da Ribeira.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1196Fajã da Ribeira e Apresentação (as5 últimas imagens), 23/6/2012Na página seguinte: Fajã da Ribeira (fonte).7.7. A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – SÃO PEDRO1. Armindo Mateus da Silva Macedo, professor da EBSPMA, faleceu“Se esta foto fosse de ontem dia 28/06/2012 eu não teria o coração tão apertado!Armindo, ficarás sempre na minha memória pelo que eras e não pelo que sucedeu.”UM EXCELENTE SER HUMANO. Assina: Nelia Vale Silva, 29/6
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 119728 de junho de 2012: O Sr. Domingos, motorista da Câmara, um dos veteranos, nesta tarefa,transporta, todo feliz, a charola, a caminho da Igreja, “inaugurando” a ponte que veio substituir, em2012, a que foi destruída pelos temporais de 20 de fevereiro de 2010, na Fajã da Ribeira.2. Barco da Achada3. Charola da Fajã da RibeiraOs naturais ou habitantes da Achada, bem como osdos sítios vizinhos, participaram, uma vez mais, naornamentação e recheio do “Barco S. Pedro da Rª.Brava”, em 28 de junho de 2012, apesar dosmomentos difíceis que se viveram, tais como: ofalecimento do Professor Armindo, no dia anterior(proprietário do “jeep” que puxa o barco), seca e oucrise económica e financeira geral.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1198Fajã da Ribeira, 28 dejunho de 2012:Participação nas Festasde S. Pedro da RibeiraBrava através daconstrução, transporte eromagem da charola:“Este ano os mestres sãotodos. O Sr. Antóniodisse-nos que já estavavelho para orientar aobra; com esta crisetoda, não há dinheiro…opouco que tínhamos, deuapenas para comermosumas costeletasenquanto trabalhamosna charola”.Fase final da montagemda charola, homens emulheres, todos tiveramque trabalhar para ocumprimento dos prazos.A tradição “manda” quea Banda e oacompanhamentopolicial e popular nãofaltem durante aromagem, unsgarrafõezitos, chifres,bengalas, notas, etc.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1199A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – SÃO PEDROFOTOS HÉLDER SANTOS/ASPRESSDário da Madeira, 2012/6/29. Publicação autorizada pelos autores.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11100Arraial de São Pedro - Ribeira Brava 2012: De cima para baixo, da esq.p/a direita: Álvaro (Casa do Povo da Rª. Brava) que parece dizer-nos,como é seu hábito: “isto aqui estava bom demais!”. As restantes fotos –“LAR” e “CAO”, confirmam isso. No canto inferior esquerdo: Suse Santos.A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – SÃO PEDROFoto reportagem daRua 6 de Maio, edifício Vale Verde Loja n.º, Loja D, 9350-208 Ribeira BravaTel. 291 957 113
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11101Rª. Brava, 28 de junho de 2012: Noitede São Pedro – marchas populares,destacando-se, nesta página e naanterior, o envolvimento ativo deagrupamentos representativos do Larde São Bento e do Centro deAtividades Ocupacionais, da Rª.Brava. Imagens: FOTO CANHAS
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11102Artes e Ofícios na MadeiraHá mais de seis anos que aribeirabravense Celina Coelho aparecena comunicação social regionaldevido à originalidade do seu projetoartístico. A sua matéria-prima é o quea maioria de nós considera lixo:escamas, espinhas, guelras de peixe,penas de aves, cascas de cebola,folhas de louro. Em 2010 a“Descobrindo” dedicou as páginas 148a 152 a esta artista plástica.Em 2012, a Celina teve umreconhecimento internacional. Vejamais em http://www.madeira-news.de/reportagen/handwerk/439-kunsthandwerk-auf-madeira7.8. CULTURA – ARTE1. Celina Ascensão Coelho – Boa Morte – Rª. Brava
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11103“Recordar é viver?”.Fanne Rodrigues e FranciscoRodrigues, em Santo António– Funchal, integrando oGrupo de Folclore da Casa doPovo da Rª. Brava.Em baixo curso de culinária,2012.7.9. CULTURA – CASA DO POVO/Concertinas do Sr.Pereira, que contacom noveelementos.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11104Fotografiasenviadas porFanne Rodrigues(ver páginaanterior e embaixo),Grupo de Folclore da Casa do Povo da Rª. Brava nas 48 Horas a Bailar/Festival Regional de Folclore – Santana – 13 a 15 de julho de 2012Casas do Povo: (…) A partir de 1982 as casas do povo passaram a ter oestatuto jurídico de pessoas coletivas de utilidade pública, de baseassociativa, tendo como finalidade o desenvolvimento de atividades decarácter social e cultural e a cooperação com o Estado e com as autarquiaslocais, com vista à resolução de problemas que afetem a população local.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111058. EM FOCORª. Brava, 27-4-2012, naEscola Básica e SecundáriaManuel Álvares: o VII Encontrode Cantares do Espírito Santo.Organização: Grupodisciplinar de EMRC -Educação Moral e ReligiosaCatólica.Participantes: grupos dealunos de várias escolas (Rª.Brava, Ponta do Sol, SantoAntónio, e Curral das Freiras.Duas das escolas convidadasnão puderam estar presentespor motivos imprevistos.Imagens: AJAP e Gabinete deInformática da EBSPMA.Vídeo de 4,48 minutos em:http://www.youtube.com/watch?v=gyGPY4qWoBAUm diaespecial p/aComunidadeEducativa
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11106Abril 2012, Rª.Brava, EBSPMAPONTADoSOLCURRAL DAS FREIRASS. ANTÓNIO (FUNCHAL)RIBEIRABRAVA2012
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11107Rª. Brava,EBSPMA, abrilde 2012: VIIEncontro deCantares doEspírito Santo,com apresença do Sr.Bispo, umaorganização de“EMRC”.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11108EBSPMA, Rª.Brava, abrilde 2012:A Sala deSessõesesteve cheiacomo nunca.D.AntónioJoséCavacoCarrilho(2007 -presente), bispodoFunchal,naEBSPMA,em abrilde 2012.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11109Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares (Madeira): VIIEncontro de Cantares do Espírito Santo, organizado pela disciplina deEMRC - Educação Moral e Religiosa Católica.Data: Tarde de 27 de abril de 2012.Convidados que puderam estar presentes no evento: Alunos da RibeiraBrava, Ponta do Sol, Santo António e Curral das Freiras, de acordo comos nossos registos.Imagens: Gabinete de Informática da EBSPMA e A. Pereira.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111108.1. EM FOCO – QUADRO DE HONRA/2012/EBSPMARª. Brava, 6 de maio de 2012: Umapequena amostra da cerimónia deentrega dos diplomas aos melhoresalunos do ano letivo anterior(2010/11).O “Quadro de Honra” tem comoobjetivo distinguir os melhores alunosde cada ano, com base na sua postura enas classificações obtidas.Neste ano a “Descobrindo…” destacauma aluna do Curso Tecnológico deAção Social, a Jéssica Faria; na ediçãoanterior, a revista realçou a Vanessa,uma das alunas que, desde sempre, noshabitou a estar nos Quadro de Honra.A cerimónia foi presidida pelaPresidente do Conselho Executivo da EBSPMA e contou a presença doSr. Secretário Regional da Educação e Recursos Humanos.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111118.2. EM FOCO - DIA DA CRIANÇA/“DELEGAÇÃO”/2012Por RedaçãoRª. Brava, 1 de junho de2012: Em cima, à esquerda -Rapel (em francês: rappel)uma das crianças poisa, emexclusivo, para a“Descobrindo…” antes da“aventura radical” da descida através do uso de cordas e equipamentosadequados, sob a orientação atenta dos bombeiros.O Delegado Escolar, o Vereador da Cultura da Câmara Municipal, bombeiros,funcionárias e muitas crianças de diferentes escolas básicas do concelho, unsorganizando, outros espreitando a festa foram, também, captados pela nossaobjetiva. O banho de espuma atrai sempre muitos “corajosos”.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11112DIA INTERNACIONAL DA CRIANÇA, 2012, NA Rª. BRAVARª. Brava, 1 de junhode 2012 – DiaInternacional daCriança.O Dia das Criançasteve a sua origem naConferência Mundialpara o Bem-Estar daCriança em Genebra,em 1925.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111138.3. EM FOCO – SAÚDE E SOCORRISMO/BOMBEIROSPor RedaçãoRª Brava, 5 de junho de 2012: Alunos finalistas do Curso Tecnológicode Ação Social, da EBSPMA, fizeram uma visita guiada à sede dosBombeiros da Rª: Brava, no âmbito da disciplina de Saúde eSocorrismo.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111148.4. EM FOCO – RIBEIRA BRAVA NO FESTIVAL DO ATLÂNTICO 2012A “Descobrindo…” oferece aos seus leitores uma pequena amostradesse evento de carácter regional no qual participaram, também,alunos e professores do concelho da Rª. Brava.Funchal, 11 a 17 de junho de 2012:Semana Regional das Artes: ExposiçãoRegional de Expressão Plástica e“ESCOLartes” – Organização:Secretaria Regional da Educação eRecursos Humanos – Direção Regionalde Educação/Gabinete Coordenador deEducação Artística.O Festival do Atlântico marca o inícioda época de Verão na Madeira. Écomposto por um conjunto deiniciativas distribuídas ao longo do mêsde Junho, sendo de destacar osespetáculos piromusicais, o Festival deMúsica da Madeira e a SemanaRegional das Artes.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111158.5. EM FOCO – A FÉ, A FESTA E A TRADIÇÃO – SaloiasDe cima p/baixo: Saloias do Campanário, Achada (obrigado, Sra. Natália!), Curral das Freiras, Santo António, Ponta do Sol, Apresentação
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11116O DivinoEspírito SantoVem deladeira emladeiraAnjos do céu,deitai-LheRica flor delaranjeira.Trabalho realizado em colaboração com: Deolinda, Margarida, Sara, Manuel (o violinista), o pároco doRosário, Gertrudes, Agostinho, Augusta, Fátima, grupo da paróquia e outros (alguns citados ao longo dotrabalho ou na ficha técnica, no final da revista). Os nossos agradecimentos a todos.Figuras 3 a 7: Sítio do Rosário: SãoVicente 3 freguesias. O municípioé limitado a leste pelo municípiode Santana, a sul por Câmara deLobos, Ribeira Brava, Calheta ePonta do Sol, a oeste pelo PortoMoniz e a norte tem litoral nooceano Atlântico.Informante 1: 10 demarço de 2012Figuras 1 e 2:Saloias antigasmadeirenses.Fonte: PEREIRA,Eduardo C. N.(1957) Ilhas deZargo, Volume II,2ª. Edição,CâmaraMunicipal doFunchal; p. 1086a 1092.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11117Testemunho do Jovem, João Pedro, na imagem de cima, de blusão azul, emabril de 2012, num exclusivo para a “Descobrindo…”:João Pedro e grupo do da Paróquia do Rosário, de São Vicente, no Funchal,em 29/6/2012, captados por Daniela Sousa“A Festa do espírito Santo é a festa da família, a festa em que todos sereúnam para receber e festejar a visita de alguém tão importante: O EspiritoSanto.Neste sítio do Rosário é realizado sempre no primeiro de maio, aproveitandoassim o feriado.As visitas do Divino Espirito santo começam no domingo seguinte do domingode Páscoa, esteando-se até ao domingo de Pentecostes que, por norma, é odia do Espirito Santo.O material, ou os objetos utilizados são as insígnias do Espirito Santo, ou seja,duas bandeiras, a salva, onde se depositam as ofertas, a caldeirinha com aágua benta e os cestos de flores para atirar à entrada de cada casa. Hoje emdia as ofertas são em dinheiro para a igreja, para esta ajudar a suportar oscustos. As saloias são quase sempre três meninas entre os oito e os onze anos.Elas exibem belas roupagens compostas por um vestido branco.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11118Levam uma carapuça com penas e fios dourados, e cada uma com oseu cesto devidamente ornamentado com orquídeas por serconsiderado uma das flores mais nobres e por se cultivarem emabundancia nas nossas casas. Na nossa visita pascal participa tambémo sacerdote, com a sua alva branca e com a água benta e abençoatodas as casas. No primeiro de maio realiza-se o Espirito Santo no sítioda Vargem, no Loural e Saramago, num domingo à escolha, e na quintafeira da Assunção (antigo feriado e dia santo), na Achada do Til, RibeiraGrande e Lomba. A única gastronomia própria é como em todas asfestas: a espada, que não falta, e o pão caseiro. A tradição de amassar,ligada a muitas outras, está a cair em decadência pelo elevado númerode padarias, pois antigamente um dos rituais precedentes à visitapascal e, nomeadamente o amassar o pão, era para que se tivesse pãofresco na festa. Tanto as músicas como a letra variam de freguesiapara freguesia, tendo cada uma um som e uma composição diferentes.Mas todas transmitem a alegria e a festividade deste dia.”Assina João PedroO cesto contém flores variadas:orquídeas, pétalas de rosas, malvas,azálias…Figura 10: Saloias de S. Vicente (Vargemdo Rosário), a 1 de maio de 2012 –António Pereira.As saloias não levam tanto ouro masvão mais bem arranjadas, maisensaiadas do que noutros sítios.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11119ArcadasVestido brancocom mangascompridasCapavermelhaCarapuçaLaço defitavermelhaCabeloamarradoCabeloamarradoCordõesde ouroSapatosbrancosMeiasbrancasFigura 11: Saloias de S. Vicente(Vargem do Rosário), em 1 de maiode 2012 – António PereiraFigura 12: Saloias de S. Vicente (Vargemdo Rosário), a 1 de maio de 2012 –António Pereira. Visita PascalO ofertante é homenageado com músicae cânticos (o bailinho da Madeira, omalhão, malhão, etc.). Quatro saloias,uma exceção à regra de serem só duas.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11120Testemunho de habitantes mais velhos do Rosário, num exclusivo para arevista “Descobrindo…”, em maio de 2012: ”Um dia de alegria e um dia emque as pessoas fazem mais despesa do que no Natal, por ser só num dia e oNatal são vários dias. Um dia de alegria para toda a gente.”(Visita do Espírito Santo no 1º. de maio, no Rosário – S. Vicente)“Vêm as saloias. Até as saloias não levam tanto ouro mas vão mais bempreparadas, mais ensaiadas do que noutros sítios.A festa, aqui neste sítio (povoação), é feita no 1º dia de maio, mas é noTempo Pascal, em geral. Aqui neste sítio e não acaba a festa do EspíritoSanto. As pessoas não estimam (não querem deixar) que os padres, que vêm,queiram substituir p´ra` tro dia (para outro dia), as pessoas não querem. Éuma tradição antiga aqui neste sítio. As pessoas dão oferta (dinheiro) quedeitam na salva, porque é para a Igreja e dão oferta ao Sr. padre, que é para
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11121ele e uma partezinha, mais pequenina (reforço da ideia), já se sabe, para assaloias.Idades das saloias: mais ou menos dez anos…até aos doze anos …mas já nãoé tão é bom… (com doze anos já não é “pura”). Duas saloias, antigamente,agora vão até três para fazerem o coro mais bonito. As vozes das crianças, àsvezes elas são fraquinhas (não cantam tão bem), e com mais uma….”a uniãofaz a força” (o coro é melhor quando são três a cantar).São vestidas de branco, com a capa vermelha, têm uma coroa na cabeça,carapuça, como chamam, e um laço de fita amarado no ombro e outro paratrás, vermelho.O cabelo também feito um cocó (totó) por causa de segurar a carapuça.O cesto leva pétalas de rosas, enfeitado de roda (enfeitado com, ao redor)com orquídeas e então por dentro é rosas mas pode levar outra mistura derosas.Eu não acho que mudasse. Não mudou. Na questão das crianças … só queantigamente, as pessoas achavam um desprezo ser saloia; e eram asmiudinhas mais pobrezinhas é que faziam de saloia mas agora como aspessoas já dão mais uma ofertinha (mais dinheiro), as crianças, qualqueruma criança já vão. Podem ser pessoas que se arranjem bem, mas elas jáquerem ir e vêm.Na nossa família nunca houve quem fizesse de saloia. Como eu digo, eram aspessoas mais pobrezinhas que participavam e nós não nos considerávamosainda nesse ponto (não nos consideravam pobres), graças a Deus.As saloias cantam e os tocadores tocam.As pessoas respondiam: Aleluia!
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11122Antigamente havia uns senhores que andavam,uns meses antes da festa, de casa em casa, àprocura de meninas para serem saloias. Elastinham de dizerem uma com outra (mesmotamanho/altura). O ouro, também, era pedido,por empréstimo. Vestiam-se da seguinte maneira:Bota, de cano, com fita vermelha; meia vermelha;vestido branco, com folhas de feijão…Assina: Sra. Olga, em cima, uma leitora e colaboradora da “Descobrindo”,desde o início, em abril de 2012, na Rª. Brava.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11123Sandro (jovem da Vila da Ribeira Brava;testemunho captado em maio de 2012, juntoda Igreja-matriz, onde o jovem acabara departicipar na missa): “Lembro-me, depequeno, que o Espirito Santo era uma festa.Para mim era um “sonho” viver essemomento. Estar ali presente!Nessa altura tinha mais ou menos quatro oucinco anos de idade. Mas foi por volta doscatorze ou quinze anos que participei noprimeiro Espirito Santo como tocador deacordeão, a convite de uma senhora de idade,que era festeira e que sempre quis que euentrasse. Eu não tinha muito interesse, masos meus pais insistiram porque achavam que isso ia ser umaoportunidade. Foi muito interessante porque eramos um grupo dejovens tocadores. Para além de mim no acordeão, havia mais três: umtocava braguinha, outro bandolim e outro violino. Durante os ensaiosas coisas não eram fáceis porque as saloias por serem pequenas,tinham uma voz muito fininha e não era fácil acompanhá-las. Elaseram duas, com idades entre os seis e os dez anos de idade. O facto dea saloias serem pequenas é porque se torna mais bonito ver umarapariguinha pequena naquelas roupas. Dá mais alegria. Dá mais
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11124beleza. E depois a voz é também mais fininha o que contribui para obelo. No que respeita às roupas, não sei especificar muito bem porquenão estive muito dentro desse assunto mas o que mais me marcouforam as folhas, o cesto e as flores que o enfeitavam. Ainda cheguei eupróprio a ir colher algumas flores para esse fim. Ter um cesto bemenfeitado com flores coloridas era das coisas mais lindas!Outra coisa a destacar era o ouro. As pessoas nos sítios emprestavam oseu ouro melhor ouro. Mesmo aquele que usavam era emprestado.Lembro-me que atavam um fiozinho de linho de várias cores em cadapeça para se saber a zona e pessoas pertenciam. O pior de tudo eraquando o ouro ficava interlaçado, não só porque dava muito trabalho asepará-lo como magoava muito o pescoço das saloias.O que as saloias usavam na cabeça não me lembra muito bem. Mas seique isso era um dos marcos mais característicos da roupa. As botas quecalçavam eram as botas do bailinho.Se esta tradição do Espirito Santo se manterá no futuro, sinceramentetenho algumas dúvidas. Talvez em alguns sítios enquanto houverpessoas que assim o queiram mas quando elas já cá não estiveremduvido que os mais novos o façam. Eles já não têm gosto por estascoisas. Eu penso por mim” Assina: Sandro
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11125Pomar daRocha – Rª.Brava: Haverásaloias maisbonitas que asminhas, naMadeira?Várias pessoasdizem que asminhas saloiassão as maisbonitas. Sra.DeolindaComo veste assuas saloias?Botas, meiasvermelhasfininhas,vestido branco,enfeitado comfolhas dealegra campocom acácia, demanga curta,cesto de vime,enfeitado deflores, comuma fitavermelha…
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11126Fale-nos das suas saloias?Sra. Deolinda: A capa é vermelha e as folhas que estão na capa é dealegra campo e a flor de acácia; as saloias devem ir com cordões deouro no peito… gargantilhas; com arcadas de ouro. A carapuça nacabeça tem penas brancas de galinha…(…) Um ano, veio nas costasde trás um cesto metade pretometade branco sem nada e umcordão só no pescoço…Eu cálevava sempre o meu ouro.No ano passado o Srº padre tinha medo que houvesse ladrões, então, comproupara cada saloia uma um cordão de fantasia e este ano a Carolina(funcionária da Casa do Povo da Ribeira Brava) disse que ia comprar um,também, para o senhor pagar.“Eu cá nunca tive essas coisas de fantasia; eu levava quarenta e oito cordõesde ouro, naquele tempo! Este ano, faço 82 anos de idade, no dia 2 de julho.Isto (as roupas) vai ficar guardado na minha casa. Vou por na igreja comouma recordação! Custou-me imenso e trabalhei muito para arranjar umacapa assim e não há nenhuma como esta não há nenhuma.Eu arranjei o Espírito Santo para deitar no domingo de Páscoa; arranjei oEspírito Santo para sair no Pico; arranjei o Espírito Santo para sair naMurteira…(Continua na próxima edição)Vinde, Pai dos pobrezinhos,Distribuir os vossos “dões”Aos grandes e aos pequeninos.Oh! Vinde, ó luz dos corações.O Divino Espírito SantoDebaixo daquela “núvia” (nuvem)Agradeça esta ofertaDas mãos duma “viúva”…
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11127Ribeira Brava (presente e passado, em cima e as duas primeiras da página seguinte)A popular “festa” do Espírito Santo continua a ser celebrada em muitosconcelhos da Madeira, conforme ilustram as seguintes imagens captadas peloautor deste trabalho em maio de 2012, na Ribeira Brava e em S. Vicente.Ponta do Sol, 2012. “Saloias de Luísa Gaspar” - As saloias são duasmeninas que acompanham as insígnias do Espírito Santo erespetivos festeiros por ocasião da visita Pascal.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11128Nos cortejos, participam, entre outrosfigurantes, as saloias que cantam aochegar às casas, acompanhados pormúsicos, como no passado longínquo:As saloias trajavam e trajam, aindahoje, vestido branco de linho, combotões de ouro no colarinho, mangacurta franzida e saia igual.Habitualmente o vestido éornamentado com colares de ouro efolhas de alegra-campo verde. Sobre ocabelo trançado coloca-se umacarapuça enfeitada com colares eprendas de ouro. Para completar o conjunto,bota chã e rica capa vermelha ornada de flores(perpétua amarela) e muitas prendas de ouro.3Esta festa vai continuar porque, de acordo com os informantes, amesma tem raízes profundas na tradição cultural e religiosa dosnaturais e residentes dos sítios do Rosário- S. Vicente e concelho daRibeira Brava:Toda a Festa, a preparação mais exigente até à sua concretização eencerramento, geralmente no dia de Pentecostes, está carregada derituais que são a expressão da devoção que este povo manifesta àterceira pessoa da Santíssima Trindade.3http://trajesdeportugal.blogspot.pt/2010/02/trajo-das-saloias-ilha-da-madeira.html, consult. 2012/5/22
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111298.6. EM FOCO – CRIOULO CABOVERDIANO NA FAJÃ DA RIBEIRA?(O crioulo de Cabo Verde é uma língua mista quefoi formada com base na língua portuguesa elínguas de escravos da costa ocidental africana)Mesmo perto de nós vivempessoas cuja língua maternaé diferente da maioria. O Sr.Santana nasceu em C: Verde.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111308.7.EM FOCO – DIVERSOS 2011/2012Rª. Brava, abrile maio de2012: Em cima,no MercadoMunicipal;restantes:alunos do 4º.Ao 12º. ano.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11131Rª. Brava celebrou o Dia Internacional do IdosoA Câmara Municipalda Ribeira Brava, emparceria com aAssociação deDesenvolvimento daRibeira Brava(ADBRAVA)celebrou o Dia doIdoso, em 1 deoutubro de 2012,com algumasatividades, comobjetivo desensibilizar asociedade para asquestões doenvelhecimento e para a necessidade de proteger e cuidar a populaçãomais idosa, no âmbito do “Ano Europeu do Envelhecimento Activo e daSolidariedade entre Gerações” e com a colaboração com diversasentidades do concelho que trabalham com a população idosa, desdecentros de convívio, Lares de Idosos, Centro de Saúde da Ribeira Brava,a PSP e a Paroquia da Ribeira Brava.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11132Por: Câmara Municipal
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11133Por Câmara Municipal
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11134FESTA DA CASTANHA, 2012Por Associação Desportiva de CampanárioDomingo, 11 de novembro de 2012: Dia de festa no Chão Boieiro, nasserras do Campanário, sendo as castanhas o centro das atenções. Esteevento na sua 3ª edição, procurando promover as zonas e gentes
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11135serranas do Campanário eRibeira Brava, realizou-senum contexto natural nomeio dos próprioscastanheiros e castanhas,conferindo um carátermuito especial a esteevento.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11136SOLIDARIEDADE, AMBIENTE E OUTROSRª. Brava eFunchal,novembro edezembro de2012: Alunosda EBSPMAem diversasatividades:Festas,celebrações eações desolidariedadepara com aADBRAVA, L.P. Contra oCancro eABRAÇO.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11137Rª. Brava, 28/11/2012: Cerimónia pública, no Salão Nobre da Câmara, de entrega decertificados às escolas do 1º. ciclo, creches e infantários que, durante o anoletivo 2011/12, participaram no “ECO-ESCOLAS”, neste concelho.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11138A “Educação Ambiental” faz parte da área da educação cujo objetivo é adivulgação do conhecimento sobre o ambiente, a fim de ajudar à suapreservação e utilização sustentável dos recursos. O Programa Eco-Escolaspermite desenvolver atividades e objetivos de referência nesta área, em 2013e anos seguintes: Aprender a respeitar o meio ambiente; Estimular a participação ativa dos alunos na busca de soluções paraum melhor meio ambiente; Desenvolver uma maior responsabilidade e intervenção dos alunosno meio local; incentivar ações promovidas a partir das escolas; Reconhecer através de diferentes atividades que o meio ambiente écomum a todos nós e que deve ser preservado; Ser um contributo para uma educação ambiental participada naescola onde educar é formar futuros cidadãos conscientes e ativos doambiente.Rª: Brava, 15/12/2012: Leia mais em: http://www.ebspma.edu.pt/
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 111399. CRÓNICAS DOS ALUNOS DA TURMA 11º E, 2011/12A Minha Terra – Praia, TabuaA minha terra chama-se Praia e pertence àfreguesia da Tabua, concelho da RibeiraBrava.Nesta localidade existem alguns serviços,como a Casa do Povo, uma fábricametalúrgica, uma Junta de Freguesia e umCentro de Ajuda à pessoa com deficiência,dois lares: o Lar Intergeracional daSantíssima Trindade e o Centro deAcolhimento Temporário, uma Igreja, umaCapela. Existe também nesta freguesiauma casa muito curiosa, denominada‘Castelo’, situada no sítio da Corujeira,uma Escola de Condução e uma EscolaPrimária.Nesta comunidade existe mais idosos,entre os 60 e 70, do que as restantes faixasetárias.O representante político máximo é oPresidente da Junta de Freguesia, o Sr.Vítor.A Tabua já evoluiu muito mas o facto de,depois do temporal de 20 de fevereiro, aponte que foi destruída ainda não estarconstruída, desvaloriza um pouco a Tabua.Por:Tatiana,11º.E,EBSPMA,2011/12
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11140A Minha Terra – Terça, TabuaA comunidade da Tabua, onde atualmentevivo, é composta maioritariamente poradultos. Eu vivo mais precisamente no sítioda Terça, que é composto por montanhas eestradas. A população do meu sítio écomposta por adultos, havendo ao todoapenas 12 jovens/adolescentes e todos,exceto dois, frequentam a Escola Básica eSecundária Padre Manuel Alvares.A constituição das famílias é tradicional,composta por mãe, pai e quatro filhos, nomáximo. Antigamente, a Terça eradiferente, pois havia muitos terrenos decultivo, e quase todos se dedicavam àagricultura.Em tempos havia uma “venda”, mas nestemomento encontra-se encerrada.A população da freguesia da Tabua tem umtotal de 1105 habitantes.Como recursos naturais temos asbananeiras e a comida “tirada da terra”. Nomeu sítio não passa autocarro, pois asestradas são demasiado apertadas. Com otemporal do dia 20 de fevereiro de 2010, a ponte que fazia a ligação entreRibeira Brava – Tabua, e Tabua - outros sítios, caiu, e até hoje, passados doisanos, ainda não foi arranjada. Para quem não conhece, eu garanto que é umsítio bonito, calmo e que vale a pena conhecer. O clima é bom quando nãochove e os verões são muito quentes. O sítio da Terça é bom para fazerpasseios a pé ou de bicicleta.Na Tabua existe uma Casa do Povo, onde nos podemos inscrever em cursoscomo o de culinária, pintura, dança e também podemos praticar atividades.Há uma igreja e um parque infantil onde as crianças vão desfrutar de boasbrincadeiras. Por: Nádia, 11º. E, 2011/12, EBSPMA
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11141A Minha Terra – Lombada e Ponta do SolPor: Lisandra Rodrigues e Sérgio Tanque, alunos da EBSPMA, 2011/12, 11.º ENa Lombada temos uma Igreja Paroquial, mais conhecida por Igreja de NossaSenhora da Conceição, Capela do EspíritoSanto e a Escola Primária com Pré-Escolar,mais conhecida por Solar dos Esmeraldos. Aprimeira fotografia desta página é desseSolar, destacando-se o respetivo brasão dafamília.Segunda foto: uma mercearia tradicional.Terceira imagem: rodas que faziam girar omoinho no sítio onde vivo – Lombada daPonta do Sol.A última fotografia é da antiga EscolaPrimária.(…) Muitas casas encontram-se fechadas,porque algumas pessoas emigraram para oestrangeiro para trabalhar e arranjarmelhores condições de vida. (…).Eu, como futuro técnico de Ação Social,darei o meu contributo para tentar mudaralgumas coisas, embora tenha a tarefadificultada devido aos conflitos edesvalorização dos eventos por parte dapopulação.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11142A Minha Terra – Corujeira, TabuaPor: Carla Pereira, EBSPMA, 2011/2012No sítio da Corujeira, Tabua, tem mais idosos do que jovens. Nessa zonahabitam mais casais e poucas crianças e estrangeiros. Relativamente aespaços culturais predominam um centro de saúde e a Casa do Povo tambémexiste um lar de idosos e uma instituição privada (Jardins da Tabua). Vive lá opresidente da Casa do Povo.Sra. Justina, natural e residente na Serra daSerra de Água.Visita muitas vezes os seus filhos e netos quevivem na Tabua.Tabua, 2011: John e Eleine residem naTabua, são muito queridos por todos.Além disso, são simpáticos e divertidos.Viviam na Inglaterra e gostaram daTabua e decidiram mudar-se para lá.Tabua, 2011: Sr. Luís era um residente daTabua, faleceu no mês de abril de 2012.As pessoas não se lembram muito dele,porque quando era jovem teve umacidente de trabalho que o deixouincapacitado de andar, pelo que estevemais de vinte anos acamado, aos cuidadosda mulher Sra. Conceição.Era um homem muito divertido e risonho.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11143A Minha Terra – vila da Ribeira BravaPor Jéssica Faria, 11º. E, 2011/12O território da Ribeira Brava tem três dimensões: a física, que se refereao local onde as pessoas se encontram, onde formam relações, conflitos,tradições, entre outros; a social, que se refere às instituições e outrasorganizações ou estruturas, cuja obrigação passa por intervir em determinadosaspetos, e dimensão dos transportes, que determina a comunicação entre osespaços.Aqui na Ribeira Brava existe muitos transportes públicos e há viagenspara os sítios e para o Funchal a diferentes horas por dia. Já as instituiçõesexistentes são várias, tais como: o Centro de Saúde, a Segurança Social, o Lar deSão Bento, o Registo Civil, a Escola Básica com Pré-Escolar, a Escola Secundária,entre outros.A população da Ribeira Brava é composta por crianças, jovens, adultos eidosos, no entanto, o grupo que predomina é o grupo dos idosos, devido à baixataxa de natalidade e à baixa taxa de mortalidade.Esta população tem mais ou menos o mesmo número de homens emulheres. No que se prende com as classes, a que predomina é a classe baixa,embora exista também indivíduos de classe média e de classe alta.A comunidade da Ribeira Brava é formada por indivíduos que assumemum papel de extrema importância para o trabalho comunitário. Esses indivíduosencontram-se em grupo que podem ser o grupo familiar, o grupo de amigos, ogrupo de trabalho, entre outros. Relativamente à família, a intervenção éconsoante as necessidades do agregado familiar.A meu ver, a Ribeira Brava oferece boas condições para viver, sendo esteconcelho um local extremamente agradável para habitar, pois oferece bens eserviços indispensáveis à vida humana.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11144A Minha Terra – São PauloPor: Janete DrumondEBSPMA 2011/2012Eu vivo em São Paulo, sítio que pertence à freguesia da Ribeira Brava. SãoPaulo é dividido por seis sítios (Ribeira Funda, Eira do Morão, Lombo Furado,Fontes, Lugar da Serra e Terreiros)localizado no meio rural. Este sítio tem boascondições; alguns dos indivíduos vivem daagricultura/ fazenda, pois nem todos têmuma boa situação económica; há famíliasestruturadas e desestruturadas.A população tem diferentes faixas etárias,as crianças, os jovens, os adultos e osidosos, mas nesta comunidade depara-secom mais idosos do que jovens. O sítio ondevivo, a Ribeira Funda, é um local onde os homens vão mais para a fazenda,enquanto as mulheres ficam em casa ou até mesmo ajudam os seus maridos.É populosa e a maioria dos casais são religiosos, e as pessoas muito unidas!Ao longo dos tempos, a população da taxa etária de idosos tem crescido cadavez mais.De uma forma geral, a população gosta muito de conviver e de seentreajudar.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11145A Minha Terra – EspigãoPor: Domingas TelesEBSPMA 2011/2012O Espigão é um sítio que tem uma bela paisagem, de onde dá para vera Serra de Água, Ribeira Brava, Pomar da Rocha, entre outros.Na minha zona, a população é um poucoenvelhecida. Apesar de tudo, há algunsjovens, com quem convivemos.Ao longo dos tempos foi construído ummiradouro, no qual está uma imagem deNossa Senhora de Fátima.Muitas vezes é um ponto de paragemobrigatório para os turistas, pois omiradouro proporciona uma vistapanorâmica fantástica.É um local que vale a pena visitar!
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11146A Minha Terra – Lugar da SerraPor: CarinaEBSPMA 2011/2012A comunidade do Lugar da Serra é bem estruturada, é um lugar tranquilo onde nãohá criminalidade nem perigos.As casas estão próximas umas das outras. É um lugaronde, em plena natureza, se podem fazer caminhadas ae outras atividades ao ar livre.A população não é muito numerosa. As pessoas vêmmais à rua durante o dia do que à noite, onde jogam econversam…As pessoas costumam cultivar nas suas terras quasetodo o tipo de alimentos como batatas, semilhas,tomate…É um lugar não muito longe da cidade e muitos turistas gostam de ir lá passear.A família padrão é composta por mãe, pai e filhos, num máximo de cinco. A maioriadas pessoas que lá vive é jovem, sendo que os idosos estão em menor número.As estradas são de bom acesso e a população está servida com autocarros.Possui uma Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-Escolar e um Centro Comunitário (verfotos acima).A Minha Terra – Adega, CampanárioPor: Jorge AlexanderEBSPMA 2011/2012O sítio onde resido é a Adega. Tem mais ou menos mil e duzentas pessoas. Tem umalevada do norte, onde a maioria dos turistas vai caminhar,uma padaria onde vendem pão, bolos, sumo, etc., umaEscola Básica, a EB1/PE da Corujeira, onde as criançasdesta zona fazem o seu percurso escolar no 1º ciclo.As pessoas são boas embora por vezes haja violência,sendo que é preciso a polícia intervir.Se eu quisesse escolher outro sítio para viver podia, claroque podia, mas não era a mesma coisa!
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11147Eunice RaquelA. A. de Canha-- Natural daRibeira Brava;Licenciada emEnsino Básico c. v.em Matemática eCiências daNatureza-Mestrado emCiências da Terrae da Vida.10. SOCIAL – MODA – EUNICE CANHAPor AJAP/EuniceRibeira Brava, 2011/2012: A Eunice, possui, também, o curso demanequim pela Platinium Models e, atualmente, é professora do 1ºciclo e modelo na 4affection Agency. O que é ser manequim?
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11148No limiar do século XXI, ser manequim é…“O mundo da moda nunca constituiu uma prioridade nem umfascínio mas foi uma oportunidade que depois de oferecida foi aceitecomo um desafio, o qual, diz ter enfrentado com pouca expetativa, masque depois revelou-se uma experiência frutífera, gratificante e muitoagradável.Tanto na moda como na educação, o profissionalismo é umrequisito pessoal que impõe a si própria. Deste modo, apesar de teremsurgido algumas propostas, nunca executou nenhum trabalho de modaantes de fazer o curso de manequim, o qual ingressou não por iniciativaprópria, mas sim por convite e no qual, comenta ter ganho umaperspetiva muito mais realista deste universo.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11149Manequim: Eunice Raquel CanhaFotografia: Teresa GonçalvesEvento: Passeio PúblicoData: 2011Desde então as oportunidades têm surgido:sessões fotográficas, trabalhospromocionais, participação emeventos de moda como júri, desfiles,de entre os quais destaca aparticipação no Sta. Cruz FashionWeekend, Moda Funchal, ModaMachico, Funchal Noivos, entreouros. Partilha ainda que é fácilgostar deste mundo onde aspasserelles, as cores o brilhodeixam-nos sentir o glamour porinstantes, mas claro que só se tornagratificante se “os nossos” láestiverem. Por isso, admite que foiincondicional o apoio da família e oencorajamento dos amigos parapercorrer este caminho.Ao percorrer a passerelle fá-lo com segurança, simpatia e exigênciapara fazer jus ao empenho dos estilistas e demais profissionais que lheconfiam o seu trabalho. “Diz que: ”ser manequim, mais do possuir os requisitos físicos é teratitude”. Assina: Eunice.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1115010.1. SOCIAL – MODA – BÁRBARA FRANCOBárbara Franco, “miss Mundo Portugal2011”, em Cabo Verde, julho de 2012:grato às fantásticas pessoas de cabo verdeque nos permitiram fazer estas fotos e quecolaboram connosco.Bárbara (ribeirabravense), no “Plateau” -Cidade da Praia e no Hotel Oásis AtlânticoPraiamar -- Cabo Verde. — com PauloCésar (Fotografia).
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11151Bárbara Franco, em CaboVerde, julho de 2012. Por© Margarida Faria D.R.P.Bárbara, a modelo ribeirabravense, ex-estudante da EBSPMA, foi MissMundo Portugal 2011/12, em discurso direto: O que quero mesmo édesfilar em Paris, Milão.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11152Bárbara Franco, manequimribeirabravense da Central Modelsfoi a capa da ediçãooutubro/novembro de 2012 daEssential Madeira Islands,fotografada por Roberto Ribeiro,assistido por Ricardo Santos, numaprodução de Berta Ribeira eAntolena Carsta, com maquilhageme cabelo de Ricardo Cecílio.A mesma revista, na referidaedição, apresentou outras imagensda Bárbara, em dupla com omanequim madeirense da UpFashion, Alcino Plácido.Dois mil e onze foi um ano demuito sucesso para a BárbaraFranco, antiga aluna da EscolaBásica e Secundária Padre ManuelÁlvares, em termos profissionais.http://www.facebook.com/ [2012/10/16 e 27]Bárbara Franco2012/10/27Fotógrafo: Zé Diogo_ DDiArteCabelo e Maquilhagem: João RôloVestida por: João Rolo
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11153Campanário – Rª. Brava, 19 de maio de 2012: Desfile de moda da Loja MTMODAS.10.2.SOCIAL –ROUPA E CALÇADO PARA HOMEM, MULHER E CRIANÇARibeira Brava, 19 de maio de 2012: PASSAGEM DE MODELOS –CAMPANÁRIO, integrada na Feira organizada, pela AssociaçãoDesportiva do Campanário:
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11154Campanário – Rª.Brava, 19 de maio de2012: Desfile demoda da Loja MTMODAS:Campanário – Rª. Brava, 19 de maio de 2012:Desfile de moda da Loja MT MODAS.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11155Ribeira Brava(Campanário) - 20 demaio de 2012O tema da “Feira” de2012 foi “NovasOportunidades.Organização:Associação Desportivado Campanário.10.3. SOCIAL – FEIRA DO CAMPANÁRIOPor Jéssica Pinto, EBSPMA, 2011/12
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11156A Mariana, devermelho, àesquerda, foi avencedora doconcurso de2012.Depois, dadireita até o fimda página:Mónica,Verónica,StephanieAssina: Mónica,Bárbara (umadasconcorrentes,com o número12, na pág.seguinte…) eFrancisca,atualmente no8º. A10.4. SOCIAL – CONCURSOS E VARIEDADES
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11157No final da pág. Mariana, candidatas, Prof. Angelizabel (organização),Diogo (fotógrafo), Bianca. Alexandra, Prof. Iolanda (júri).
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11158Concurso Miss juvenil foi mais um momento defesta e alegria na escola .
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11159EBSPMA, 2012: Semana do Curso Tecnológico de Ação Social; interdisciplinaridade comcolegas da Escola da “Levada” (Funchal). Pinturas, estilos e muitos sorrisos inesquecíveis.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11160EBSPMA, 2012: Semana do Curso Tecnológico de Ação Social; interdisciplinaridade comcolegas da Escola da “Levada” (Funchal). Pinturas, estilos e muitos sorrisos inesquecíveis.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11161I Semana de Ação Social da EBSPMA, 2012
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11162I Semana de Ação Social da EBSPMA, 2012
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11163EBSPMA, 2012: 11º E, de Ação Social: Teatro, danças e cantigas.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1116410.5. SOCIAL – ENCONTRO DE MOTARD’S 2012Rª. Brava, 1 de abril de 2012: Concentração de motos
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11165A Associação deMotociclismo da Madeira eos seus clubes filiados naárea do moto-turismo: ClubMotards da Madeira,Tolerância Zero, GrupoUnidos, Motards RibeiraBrava, organizaram no dia1 abril de 2012, a maiorconcentração de motos daMadeira.A ação começou de manhãcom concentração noFunchal; a bênção dasmotos e o almoço dosmotociclistas realizou-se naRibeira Brava. Na imagem,podemos, ver, também, osribeirabravenses Pedro,Paulo e Joana Silva, numexclusivo para a“Descobrindo…”.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11166Rª. Brava, 7/5/2012: Neste desfile de modada empresa “LIVRE DIRECTO”, o convidadode honra foi Daniel Gomes - de azul, naimagem da esquerda - mais conhecido comoDanny, nascido em 1983, na Venezuela, éum futebolista português. Nasceu no seio deuma família portuguesa, tendo vindo para aMadeira (Pico- Ribeira Brava) ainda muitonovo, e foi aqui que desenvolveu as suascapacidades futebolísticas nas camadasjovens do CS Marítimo…10.6.SOCIAL –DESFILE LIVRE DIRECTO, 2012Reportagem da
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11167Livre Directo -Artigos deDesporto, Lda.R. 1.º de Dezembro- C. Comercial S.Bento, Loja 49350-205 RIBEIRABRAVA -MadeiraDesfile de modo integrado nas festividades daSemana do “ 06 de Maio de 2012 - Dia do Concelhoda Ribeira Brava”, organizado pelo Município local.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11168O Centro de ActividadesOcupacionais – EducaçãoEspecial comemorou, em2012, o seu segundoaniversário, na Encumeada –Serra de Água – Rª. Bravacom desfile de moda da“LIVRE DIRECTO”. À direita,Suse Santos.10.7.SOCIAL –DESFILE “ESPECIAL”, 2012Reportagem da
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11169II Aniversário do “CAO Tabua” – Rª. BravaO Centro deAtividades Ocupacionais (CAO), constitui-se como uma resposta social, que sedesenvolve em equipamentos, e que temcomo objetivo fundamental proporcionarcondições para um aumento da qualidadede vida de pessoas com Paralisia Cerebralou Situações Neurológicas afins com maisde 16 anos. Esta resposta desenvolve-seatravés de atividades socialmente úteiscom o intuito de estimular ao máximo aspotencialidades dos destinatários.http://www.apcl.org.pt/index.php/centro-de-actividades-ocupacionais.html
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1117010.8. SOCIAL – MODA – ULTIMODA**Ribeira Brava, 2007/2008O que era a moda em 2007 naRibeira Brava? O que é feito,agora, em 2013, das pessoasaqui recordadas? Estaexposição pública teve algumefeito positivo nas suas vidas?A empresa mudou-se, em agosto de 2012,para a Rua do Visconde, Rª. Brava.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1117110.8.SOCIAL – ARMAZÉNS DO CENTRO, 201210.9.SOCIAL – ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA EBSPMA, 2012/13Rª. Brava, 2012/9/7: Tomada de posse da Associação de Estudantes daEscola Básica e Secundária Pe. Manuel Álvares.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1117210.10. SOCIAL – FESTA VENEZUELANA, 2012Registamos a presença de centenas de pessoas neste evento públicoao ar livre, provenientes de vários sítios da Madeira e paísesestrangeiros, de todas idades, género e estrato social.Rª. Brava, Sábado, 18 deAgosto de 20123ª Festa Luso-Venezuelana:Gastronomia, dança emúsica foram oscondimentos para a 3ª.Edição da festa Luso-Venezuelana.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1117310.11.SOCIAL – SERENATA, 2012Rª. Brava, 21/9/2012: UmaSerenata Solidária intitulada"Unidos por causas comuns",com a participação do RotaryClub do Funchal e da atuação dogrupo madeirense de Fados deCoimbra.A palavra fado vem do latimfatum, ou seja, "destino", é amesma palavra que deu origemàs palavras fada, fadário, e"correr o fado". Muito ligado àstradições académicas darespetiva Universidade, o Fadode Coimbra tem as suas origensnos estudantes de todo o paísque levavam as suas guitarraspara Coimbra e, como ainda hojese assiste, é exclusivamente cantado por homens e tanto os cantorescomo os músicos usam o traje académico: calças e batina pretas,cobertas por capa de fazenda de lã igualmente preta. (http://pt.wikipedia.org)
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11174
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11175
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1117610.12.SOCIAL –ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTESAssociação de Estudantes (AE) é uma estrutura representativa dosestudantes de um estabelecimento de ensino. As Associações deEstudantes são independentes do Estado, dos partidos políticos, dasorganizações religiosas ou de quaisquer outras. São livres de elaborar osrespectivos estatutos e outras normas internas, de eleger os seus órgãosdirigentes, de gerir e administrar o seu património.Ana Bell partilhou a foto deAssociação De Estudantes EscolaBásica e Secundária Padre ManuelÁlvares.10 de Janeiro de 201103-01-2011 - Tomada de posse —com Marlene Macedo e RodrigoGaspar.Logotipo ou logótipo da Associação.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1117710.12.SOCIAL –BENÇÃO DAS CAPAS, 20121. Vêde Senhor, quanta gentenunca ouviu falar de Vós.Quanta gente não sabeque deve amar alguém.Senhor, aceitai-nos assim.2. Vêde Senhor, nóschegámosprontos a dar o que temos.A vida alegre ou triste,o amor que em nós existe.Senhor, aceitai-nos assimhttp://cancioneiro.paroquia-sppv.pt/ofertorio/vede-senhor-03.04.htmlRª. Brava, 9-11-9: Bênção das Capas - Foto reportagem de Carina Teles (em cimaà esquerda), foto CANHAS e diversos alunos finalistas da EBSPMA, 2012/13
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11178Aconteceu na Padre Manuel ÁlvaresBênção das Capas 2012/13No dia 9 de Novembro de 2012, os finalistas daRibeira Brava vestiram-se a rigor para sair emcortejo pelas ruas principais da Vila, desde aEscola, até à Igreja, onde decorreu a missa deBênção das Capas, agendada para as 15 horas.Passavam alguns minutos depois das três horasdaquela tarde chuvosa da segunda sexta-feira domês de novembro de dois mil e doze quando, lentae alegremente, o grupo de finalistas da Escola Básica e Secundária
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11179Padre Manuel Álvares(Ribeira Brava) partiu daescola em direção à IgrejaMatriz.As cerimónias religiosas debênção das capas,dirigidas pelo padreBernardino, tiveram o seuinício pelas 15H30 e sóterminaram às 17H11,com a saída da Igreja detodos os presentes paradeposição de flores juntoda estátua do patrono daEscola, fotografias no adroe convívio com familiares,amigos e colegas.Voltando à cerimóniareligiosa, destacamos:a) Mais de umadezena de canções entoadas pelo coro de finalistas sob aorientação do professor Miguel;b) Leituras feitas diversas feitas por alunas;
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11180c) A juventude dos padrinhos;d) A representação, de acordo com a ordem dos discursos, dosCursos (Desporto, Informática, Ação Social, Ciências eTecnologia, Línguas e Humanidades, Artes Visuais e CEFA).Rª. Brava, 9 denovembro de2012: Bênção dascapas.
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11181Ser jovem é...Ser jovem é...querer ser muito mais mesmo sendoo melhor que se poderia ser. É viver as emoçõesao extremo: com uma felicidade resplandecente osbons momentos e com uma tristeza amargurada osmaus.É ficar apaixonado por pequenas coisas, lugares esentimentos e querer que essa paixão dure parasempre.É sentir que queremos o que desconhecemos, o que não sabemos. É ter umlugar para ficar, mas sentir-se deslocado e rejeitado pelo que nos rodeia.Ser jovem é...uma decisão indecisa, um lugar estranho, um sentimento confusoe inacabado. É conseguir o que queremos de forma sublime. É ter amigos,inimigos, conhecidos...mas nunca esquecê-los.É pensar que não, mas ter uma inocência pura e uma visão irreal do Mundo.É...viver ao máximo, ser o melhor possível, mas, essencialmente, acreditar ecorrer atrás dos sonhos! Texto escrito para o Teste de Avaliação Escrita de Portuguêshttp://ritynhaa.blogs.sapo.pt/13423.html (2012-11-27)
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11182Bênção das Capas 2012/13Marina, estarás sempre nos nossos corações, foste um exemplopara todos nós, mostraste que nos momentos mais difíceis da vidanão devemos desistir mas sim, mostrar que devemos saber vivercom as imperfeições da vida e que devemos lutar por ela com todasas nossas forças e por aquilo que queremos ser! ADORAMOS-TEMARINA, Ex-colegas, agora no 12 ano (finalistas)
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1118310.12.SOCIAL –BENÇÃO DAS CAPAS, 2012Foto reportagem da Tânia Abreu, ex-aluna da EBSPMAProcure ser um homem de valor, em vez de ser um homem de sucesso.Albert Einstein . A felicidade às vezes é uma bênção, mas geralmente éuma conquista. Paulo CoelhoRª. Brava, 9de novembrode 2012:Bênção dascapas.DedicatóriasBênção dasFitasSonha e seráslivre deespírito... lutae serás livrena vida.Che Guevara
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 11184Bênção das Capas 2012/13 - Dedicatórias Bênção das Fitas4Se A é o sucesso, então A é igual a X mais Y mais Z. O trabalho é X; Y é olazer; e Z é manter a boca fechada. Albert EinsteinO sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo. WinstonChurchillO futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.Elleanor Roosevelt...Desistir dos sonhos é abrir mão da felicidade porque quem nãopersegue seus objetivos esta condenado a fracassar 100% das vezes...Augusto Cury4http://pensador.uol.com.br/dedicatorias_bencao_das_fitas/ (2012-12-20)
  • Revista “Descobrindo”, Edição n.º 1118511. FICHA TÉCNICADescobrindo… Revista de Análise Social – Ribeira Brava – Região Autónoma daMadeira. http://cdhumanos-rb.blogspot.com/Proprietária/Editora – Esc. Bás. E Sec. Pe. Manuel Álvares (EBSPMA); R. S. Francisco;Apartado 6, 9350-211 Rª. Brava: tel. (+351) 291 950 030; fax: (+351) 291 952 486;ebspmalvares@madeira-edu.pt. Município da Ribeira Brava; R. do Visconde, 56,9350-213 Rª. Brava; tel. (+351) 291 952 548; fax: (+351) 291 952 182;cmribravpt@mail.telepac.pt; http://www.cm-ribeirabrava.ptDireção – António José Alves Pereira, (AJAP), Prof. do grupo disciplinar de Economiae Contabilidade da EBSPMA, nypereira@hotmail.comPeriodicidade – AnualCapa – Isaac PereiraContracapa – Teresa GonçalvesProdução e Projeto Gráfico – AJAP.Colaboradores nesta Edição:Alunos – Marisa Faria, Jéssica Faria, Jéssica Sousa, Domingas e Serafim Teles, LuísaAlmada, Carla Pereira, Sérgio Tanque, Janete Drumond, Carina Andrade, JorgeAlexander e Lisandra Rodrigues.Outros – Débora, Richard, Suse, Fátima, Pedro, Fábio, Família Garcês, Cláudio Abreu,Igor Almeida, Luís de Sousa, Graciela Sousa, Sidónio Silva, Paula Correia, EleutérioCorte, Sr. Camarata, Carla Verónica, Avelino Abreu, Sandro.Revisão – Jéssica Sousa, Jéssica Faria e Lisandra, do 12º. B, 2012/13, EBSPMAExecução Gráfica – Gráfica do EstreitoDepósito Legal –ISSN –Tiragem: 100 exemplares
  • Manequim: Eunice Raquel CanhaFotografia: Teresa GonçalvesEvento: Passeio Público