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7  O modernismo português
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7 O modernismo português

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O primeiro e segundo modernismos

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  • Sim, pois vemos numa mesa, que se supõe de um café, um grupo de pessoas que inclui duas mulheres, estando uma delas a fumar. A pintura reflete a mudança que em Portugal, à semelhança do resto da Europa, se verificou na forma como as mulheres se comportavam em público. Esta mudança foi importante mas a verdade é que foi, por vezes, mais aparente do que real, não se verificando uma mudança significativa no papel atribuído a cada um dos sexos. Também isto está patente de certa forma na pintura, pois as mulheres estão em segundo plano e diríamos que quase apenas como “elementos decorativos”.
  • Porque abarca influências das mais variadas vanguardas artísticas internacionais, à mistura com um sentimento de frustração relativamente ao meio cultural português, que leva os seus seguidores a preconizar um “novo começo”. É também, um movimento nacionalista, na medida em que pretende que Portugal se torne grande e compita em pé de igualdade com os outros países da Europa. Neste sentido é um movimento que nasce de um certo complexo de inferioridade e que tenta arranjar soluções para ultrapassar aquilo que considera ser o atraso atávico de Portugal.
  • Transcript

    • 1. MODERNISMO PORTUGUÊS Unidade 1 Pp. 91-108 **Conteúdo estruturante
    • 2. Europa – primeiras décadas do século XX
    • 3. Em Portugal… José Malhoa, Praia das Maçãs … continua a vigorar a corrente naturalista. Doc. 65, p. 91 ENTRE O NATURALISMO E AS VANGUARDAS
    • 4. Para os naturalistas a verdade coincidia com o pior caso possível. Na viragem do século, a obsessão para revelar essa “verdade” encarnou num homem: Manuel Laranjeira. “É preciso que alguém diga a verdade sobre nós” (…). “O mal da sociedade portuguesa é apenas este: a desagregação da personalidade coletiva, o sentimento de interesse nacional abafado na confusão caótica dos sentimentos de interesse individual”. (…) Em 1906, Sampaio Bruno (…) refletia no facto, notado por Junqueiro e Eça, de só os Portugueses, sobretudo os “portugueses cultos”, não serem patriotas: “Se a um português se lhe perguntar qual José Malhoa, Fado, 1910. Museu da Cidade, Lisboa. é a última nação da Europa, ele responderá logo que é Portugal.” O conservadorismo da maioria do público consumidor de arte em Portugal (burguesia) condiciona a produção artística da época – ao comprarem um objeto artístico, preferem adquirir um valor “seguro”, ancorado em gostos ou artistas creditados. Rui Ramos, “A segunda fundação”, in História de Portugal, vol. VI, Círculo de Leitores, 1994
    • 5. Após a implantação da República… …os primeiros movimentos de vanguarda chegam a Portugal. ENTRE O NATURALISMO E AS VANGUARDAS
    • 6. Primeiro Modernismo (1911-1918) •Mais arrojado do que o Segundo Modernismo (caráter provocatório); •Pintura: tem início com exposições livres, independentes e humoristas (a partir de 1911, em Lisboa e no Porto); •Impulso notável com a eclosão da Primeira Guerra Mundial (regresso de Amadeo de Souza-Cardoso, Guilherme Santa-Rita, Eduardo Viana, José Pacheco, Robert Delaunay, Sonia Delaunay). Doc. 66, p. 93 ENTRE O NATURALISMO E AS VANGUARDAS
    • 7. O Primeiro Modernismo Português (1911-1918) O modernismo vanguardista, efetivamente, organiza-se sobre o princípio de que à geração nova cabe o papel messiânico de romper com o passado e de, sobre os escombros da herança destruída e abandonada, acelerar a evolução, inventar o futuro, criar um mundo novo. Se observarmos as principais tendências do primeiro modernismo em geral, encontramos numa primeira fase duas vertentes: a antitradicionalista e iconoclástica, e a futurista. A primeira incendeia a tradição e destrói as suas imagens e símbolos; a segunda, complementar, deseja ultrapassar o passado, transcender o presente e criar desde já o futuro, não sendo pois de admirar que a expressão do movimento, da velocidade, do futurível na sociedade atual, constitua o seu principal propósito. Por um lado, o fauvismo, o cubismo, o expressionismo, o abstracionismo, o dadaísmo; por outro, o movimento propriamente futurista, que entronca nalguns daqueles, mas para acentuar as dimensões da velocidade, de aceleração, de motricidade social e industrial. António Quadros, O primeiro modernismo português – vanguarda e tradição , Publ. Europa-América, 1989  Quais os princípios que regem o primeiro modernismo português?  Que vanguardas influenciam o primeiro modernismo português?
    • 8. Primeiro Modernismo (1911-1918) Revista Orpheu • Dirigida por Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro; Doc. 68, p. • Dois números lançados em 1915; 95 • N.º 1 – Ode Triunfal de Álvaro de Campos e poema 16 de Mário de Sá-Carneiro; • N.º 2 – pinturas futuristas de Santa-Rita Pintor, Chuva Oblíqua de Fernando Pessoa e Ode Marítima de Álvaro de Campos; • Inclui trabalhos desde o simbolismo ao futurismo, provocando “o encontro das artes e das letras”. • É considerada como o expoente do primeiro modernismo português. • Constituiu um escândalo que horroriza a sociedade burguesa. • Almada Negreiros reage às críticas com o Manifesto Doc. 69, p. Anti-Dantas). 96
    • 9. Primeiro Modernismo (1911-1918) Revista Portugal Futurista • 1917 – 1.ª Conferência Futurista de José de Almada Negreiros (Teatro República, Lisboa); • Sai o número único da revista Portugal Futurista, com colaborações de Santa-Rita Pintor, Fernando Pessoa, Apollinaire, SáCarneiro; • Apreendida pela polícia antes de chegar ao público. Doc. 70, p. 97
    • 10. Segundo Modernismo (anos 20 e 30) Na literatura… • José Régio, João Gaspar Simões e Adolfo Casais Monteiro; • Revista Presença , publicada entre 1927 e 1940, dirigida por José Régio, João Gaspar Simões e Branquinho da Fonseca (mais tarde substituído por Adolfo Casais Revista Presença, 1927. Doc. 71, p. 98 Monteiro).
    • 11. Segundo Modernismo (anos 20 e 30) Na pintura… • Almada Negreiros e a sua esposa Sarah Afonso, Dordio Gomes, Mário Eloy, Carlos Botelho, Abel Manta, Bernardo Marques, Júlio Reis Pereira, Maria Helena Vieira da Silva, Eduardo Viana. • Difusão: • Exposições independentes; • Decoração modernista de cafés e clubes (ex: A Brasileira do Chiado e o Bristol Club); Revista ABC, 1921. • Ilustração de periódicos (por exemplo, a revista ABC). Doc. 72, p. 99 http://malomil.blogspot.pt/2012/12/o-fado-do-bristol-club.html
    • 12. Será que a pintura de Almada Negreiros reflete a alteração de costumes nos anos 20 em Lisboa? Almada Negreiros, Autorretrato num grupo, 1925
    • 13. Segundo Modernismo (anos 20 e 30) • 1933 – António Ferro assume a direção do Secretariado de Propaganda Nacional; • O Modernismo torna-se veículo ideológico António Ferro do Estado Novo; • António Pedro será um dos principais promotores do grupo surrealista português (oposição à «arte oficial» do Estado Novo). António Pedro, Rapto na Paisagem Povoada, 1947 ENTRE O NATURALISMO E AS VANGUARDAS
    • 14. ALGUNS PINTORES MODERNISTAS AMADEO DE SOUZA-CARDOSO ALMADA NEGREIROS EDUARDO VIANA ENTRE O NATURALISMO E AS VANGUARDAS
    • 15. “O modernismo português é um movimento cultural de síntese”

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