Visita de estudo canelas (arouca)

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Visita de estudo canelas (arouca)

  1. 1. Canelas - Arouca Geologia 10
  2. 2. Segunda Parte – Viagem no Paleozóico de Canelas
  3. 3. Intervenções do Homem nos subsistemas terrestres
  4. 4. Recursos
  5. 5. Visita ao Museu
  6. 6. O que são trilobites? • As Trilobites eram artrópodes, tal como os insectos, as aranhas, os caranguejos e as lagostas.
  7. 7. Céfalo Tórax Pigídeo T R I L O B I T E
  8. 8. Céfalo Tórax Pigídeo
  9. 9. Mudas
  10. 10. Tamanho A maior trilobite retirada da pedreira
  11. 11. As trilobites viviam em grupo
  12. 12. Sector de transformação
  13. 13. Acabadinhas de sair da ardósia!!! Trilobites pequenas
  14. 14. Consumo de recursos
  15. 15. Impactes resultantes da sobreexploração de recursos
  16. 16. Pedreira do Valério - Canelas
  17. 17. Acção antrópica e risco geológico
  18. 18. Modelo de desenvolvimento sustentável
  19. 19. O desenvolvimento sustentável deve funcionar como um sistema fechado
  20. 20. Rota do Paleozóico Constitui uma das actividades propostas pelo CIGC-AROUCA (Centro de Interpretação Geológica de Canelas-Arouca). A designação atribuída a este pequeno percurso pedestre deve-se ao facto de permitir a observação de rochas pertencentes aos períodos Câmbrico, Ordovícico, Silúrico e Carbónico, da Era Paleozóica.
  21. 21. NESO
  22. 22. “Crista quartzítica dos Galinheiros” – corresponde a um relevo residual que pela sua visibilidade e singularidade constituía na época medieval um ponto de referência e marco de limitação de influências territoriais.
  23. 23. Geologicamente, trata-se de uma crista quartzítica formada por um processo de erosão diferencial condicionado pela distinta dureza das rochas aqui aflorantes.
  24. 24. São rochas de idade de 445 Ma e pertencentes à Formação Sobrido e marcam o início da deposição de materiais glaciomarinhos diamictíticos relacionados com a glaciação tardiordovícica. Além disso, estes quartzitos são frequentemente cortados por filonetes de quartzo denotando a dinâmica a que estiveram sujeitos posteriormente à sua formação.
  25. 25. As minas de ouro romanas de Canelas “Fojo” romano de exploração de ouro, similar a muitos que se encontram na denominada “Faixa Auro- antimonífera Dúrico-Beirã”
  26. 26. As minas de ouro romanas de Canelas Conjunto sequencial de quatro pequenos poços, que poderiam corresponder hipoteticamente a uma lavaria primitiva, e múltiplas “covinhas” no quartzito que não serão mais do que os almofarizes da moagem da rocha mineralizada.
  27. 27. As minas de ouro romanas de Canelas A água imprescindível ao processo de mineração era proveniente do “Olho Marinho”, uma pequena nascente situada na parte mais alta da crista quartzítica e perene mesmo em anos de maior estio.
  28. 28. “Icnofósseis dos quartzitos” – nos quartzitos de idade Arenigiano (Ordovícico Inferior) é possível observar inúmeras marcas (Icnofósseis) deixadas pela actividade dos seres vivos que viveram nestas épocas geológicas remotas.
  29. 29. Os icnofósseis aqui encontrados correspondem maioritariamente a marcas de Cruziana, que são pistas ou trilhos deixadas por artrópodes, muito presumivelmente trilobites.
  30. 30. Um longo caminho, mas chegaram todos à Crista Quartzítica.
  31. 31. “Miradouro da Pedreira do Valério” – local de onde se obtém uma vista privilegiada sobre a exploração de ardósias, ao mesmo tempo que se divisam as diferentes litologias aflorantes na região e se alcança uma panorâmica extraordinária sobre as serras de Montemuro, S. Macário, Arada e Freita e sobre o vale do Douro.
  32. 32. Escombreiras
  33. 33. Pedreira – Zona de Extracção
  34. 34. Conglomerados do Carbonífero
  35. 35. Geoconservação • Nova área de especialidade das Geociências, compreende os aspectos teóricos e aplicados relacionados com: ▫ Identificação ▫ Avaliação ▫ Conservação ▫ Gestão de elementos da geodiversidade de excepcional valor. (Brilha, 2010)
  36. 36. Uma estratégia de geoconservação, deve apoiar-se nas politicas de conservação da natureza e de ordenamento do território. Deve ser suportada no conhecimento científico. Deve manter ligações sólidas com questões educativas e de turismo da natureza.
  37. 37. Geomonumento / Geossítios • Georrecursos culturais não renováveis. • Uma vez destruidos ficam perdidos para sempre e com eles, as “páginas” da História da Terra e da Vida que neles podemos ler.
  38. 38. Património Geológico • Conjunto de todos os geossítios inventariados e caracterizados numa dada região.
  39. 39. Fim

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