Saída de campo   serra da freita (arouca)
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Saída de campo   serra da freita (arouca) Saída de campo serra da freita (arouca) Presentation Transcript

  • SAÍDA DE CAMPO – TURMA 10º - 1 E 3 Serra da Freita / Centro de interpretação geológica de Canelas
  • “Ainda que sendo a ousadia interpretativa alimentar a actividade científica é, no entanto, a observação intencional,pensada, significante e sistemática que constitui a referência para uma apropriação, pela didáctica de uma Epistemologia Racionalista.” ( in Geólogos nº 1, 1997, pp.27)
  • OBJECTIVOS  Promover o contacto com paisagens geológicas raras, valorizando os recursos naturais de uma região, como forma de promover a educação ambiental;  Observar, localmente, testemunhos paleontológicos e litológicos da História da Terra, no sentido de compreender a dinâmica da Terra;  Sensibilizar para a preservação e a protecção dos ambientes naturais;  Fomentar o convívio inter-turmas e professor-aluno;  Desenvolver atitudes responsáveis, promovendo a consciência ecológica através do contacto com os valores naturais de uma região.
  • CARTA GEOLÓGICA SIMPLIFICADA
  • PARQUE DE CAMPISMO DA FREITA  localizado em pleno planalto da serra da Freita, é um local singular no que se refere às suas riquezas naturais, apesar de já pouco se poder encontrar do ambiente original, devido à desflorestação, à arborização com introdução de espécies exóticas, aos fogos sucessivos e ao excesso de pastorícia de gado ovino e caprino;  sob o ponto de vista geológico destacam-se os granitos que, em certos locais, originam metamorfismo de contacto com auréolas de metamorfismo e litologias características (corneanas pelíticas e xistos mosqueados, entre outras);
  • PERCURSO PEDESTRE NO PLANALTO
  •  ao longo do percurso foi possível observar muitas riquezas naturais, das quais se destacam....
  • ... afloramentos de granito, com os imponentes picos que se destacam no planalto
  • ALTERAÇÃO DOS GRANITOS
  • Onde é que QUANDO O GRANITO FICA AREIA..... ouvi falar no ciclo das rochas?!!!!
  • EROSÃO EM GRANITOS O livro de geólogo! Não faz parte do Plano Nacional de Leitura!!! É escala!!!
  • GRANITOS COM ALVÉOLOS
  • Está a carregar!!! Quando chover....
  •  um outro aspecto natural observado foram as turfeiras, em declínio devido ao excesso de pastoreio, as quais resultaram do avanço e recuo do gelo e do degelo em épocas remotas da história da Terra, cujo efeito foi a constituição de zonas de carvão fossilizado, agora cobertas por musgos, urze, carqueja e plantas insectívoras (Drosera rotundifolia ou orvalhinha);
  • TURFEIRAS
  • UM RIO EM LABORATÓRIO.... Erosão e Transporte sedimentação
  • ROCHAS METAMÓRFICAS  As rochas metamórficas resultantes de metamorfismo regional, apresentam predominância de rochas pelíticas, em geral quartzíticas, intercaladas com metagrauvaques.
  • BOUDINS!! NÃO SÃO CHOURIÇOS, SÃO SAUDADES DE GEOLOGIA ESTRUTURAL
  • CAÇA ÀS ESTAUROLITES!!! Uma rocha com estaurolites é metamórfica!!
  • XISTO MOSQUEADO
  • FRECHA DA MIZARELA (MIRADOURO)  Neste local foi possível observar um fenómeno de erosão diferencial provocada pelo rio Caima, que ao passar de litologias graníticas para litologias xistentas, origina um desnível acentuado; na vegetação observada predominam os verdes vivos do carvalho-roble e o verde pardo do carvalho-negral;
  • FRECHA DA MIZARELA
  • CASTANHEIRA – PEDRAS PARIDEIRAS
  • PEDRAS PARIDEIRAS Neste local observou-se o plutonito de Castanheira (granitóide nodular) que constitui um corpo intrusivo nos micaxistos; esta rocha possui grão médio, duas micas, com estrutura nodular; os nódulos, de forma discoidal e biconvexa, integram um “núcleo” de composição granítica (quartzo e feldspato) envolvido por camadas de biotite; estes nódulos destacam-se facilmente da rocha deixando nela o seu molde forrado pela biotite; os nódulos estão dispersos pela rocha, podendo alcançar 15 cm de comprimento e o fenómeno de separação da rocha, por acção dos agentes erosivos, é conhecido por “pedras parideiras”, existindo uma tradição oral na região associada a este fenómeno raro no mundo inteiro;
  • NÓDULOS
  • ALMOÇO NA SERRA
  • PEDREIRA DE CANELAS E CENTRO INTERPRETATIVO E GEOLÓGICO
  •  A jazida paleontológica de Canelas é uma louseira onde se encontram invertebrados fósseis de numerosas classes, com especial destaque para as trilobites; este local é objecto de especial preservação devido às trilobites gigantes do período Ordovícico;
  •  Os alunos puderam assistir ao processamento da rocha por operários especializados, observando o método de corte e a possibilidade de serem encontrados exemplares de fósseis nesse processo;
  • UNIDADE DE TRANSFORMAÇÃO
  • CORTE COM MÁQUINAS
  • CORTE MANUAL – “KINDER SURPRESA”!!!
  • ONDE OS MEUS OLHOS BRILHARAM
  • VISITA AO MUSEU  o contacto com exemplares de fósseis que constituem um acervo único no mundo, quer pela quantidade, quer pela qualidade dos exemplares em exposição.
  • O QUE FICOU DE UMA SAÍDA DE CAMPO  a participação dos alunos foi excelente;  foram atingidos os objectivos previamente estabelecidos e os alunos expressaram – apesar das condições climatéricas – a sua satisfação.
  • ESTA ACTIVIDADE CONTOU COM A COLABORAÇÃO DE:  duas técnicas do Visionarium (uma professora e uma guia), as quais foram responsáveis pela dinamização do percurso pedestre na Serra da Freita, entre o Parque de Campismo do Merujal e a Aldeia da Castanheira;  dois guias do Centro Interpretativo e Geológico de Canelas, responsáveis pelo acompanhamento dos alunos na deslocação à Unidade de Produção e Transformação da lousa e ao Museu;  Professores das turmas (Antonieta Alves – FQ, João Nogal – BG e Nuno Correia – BG ).