Ppt 18    Compreender A Estrutura E A DinâMica Da Terra (MéTodos Indirectos   Parte 1)
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    Ppt 18    Compreender A Estrutura E A DinâMica Da Terra (MéTodos Indirectos   Parte 1) Ppt 18 Compreender A Estrutura E A DinâMica Da Terra (MéTodos Indirectos Parte 1) Presentation Transcript

    • 10º ANO - GEOLOGIA MÉTODOS PARA O ESTUDO DO INTERIOR DA TERRA
    • Os geólogos usam diversos instrumentos e recolhem informações nos mais variados pontos do globo. Nuno Correia 08/09
    • Métodos geofísicos  A geofísica é uma ciência que estuda a Terra por métodos físicos quantitativos, através da propagação das ondas sísmicas, determinações gravimétricas, electro-magnéticas, geomagnéticas e geotérmicas. Nuno Correia 08/09
    • Nuno Correia 08/09
    • Sismologia  São duas as características que tornam a Sismologia essencial ao estudo da estrutura da Geosfera:  o facto de a velocidade das ondas sísmicas variar de acordo com as propriedades do material que atravessam;  a capacidade de as ondas sísmicas se propagarem por todo o globo, podendo ser registadas a milhares de quilómetros do foco de origem. Nuno Correia 08/09
    •  As ondas sísmicas permitem concluir que o interior da Terra não é homogéneo (A), apresentando uma estrutura em camadas (B). Nuno Correia 08/09
    • Gravimetria  qualquer corpo situado à superfície da Terra experimenta uma força (F) de atracção para o centro da Terra, que, segundo a lei da atracção universal de Newton, é dada por uma expressão matemática.  A força da gravidade pode ser determinada com aparelhos chamados gravímetros. Nuno Correia 08/09
    • Distribuição da crosta Nuno Correia 08/09
    •  Para compararmos a força da gravidade em diferentes pontos da Terra é necessário introduzir correcções relativas a diferentes parâmetros (latitude, altitude, presença de acidentes topográficos). Nuno Correia 08/09
    •  Por convenção, considera-se que o valor normal da força gravítica, ao nível médio das águas do mar, é O (zero). As anomalias gravimétricas acima e abaixo de O (zero) são, respectivamente, positivas ou negativas. Nuno Correia 08/09
    • Como explicar cada uma das situações? Nuno Correia 08/09
    • Situação A  existe um doma de sal- gema de densidade 2,20 em contacto com rochas mais densas.  À superfície, na zona correspondente à posição do doma de sal- gema, verifica-se uma anomalia gravimétrica Recordar negativa. Nuno Correia 08/09
    • Situação B  existe um maciço magmático em profundidade de densidade 2,7 em contacto com rochas sedimentares de baixa densidade. Devido a uma falha houve um abatimento. No local da superfície correspondente à zona em que existe uma maior espessura de rochas sedimentares de baixa densidade, há uma anomalia gravimétrica negativa. Recordar Nuno Correia 08/09
    • Situação C  a existência de uma concentração de um minério de ferro mais denso do que as rochas encaixantes faz com que à superfície se verifique uma anomalia gravimétrica positiva, ou seja, superior ao Recordar valor normal. Nuno Correia 08/09
    • Ao nível das grandes cadeias montanhosas, enormes massas de crusta continental sobressaem à superfície, não se verificando, em regra, anormalias gravimétricas positivas. Nuno Correia 08/09
    • Hipóteses Nuno Correia 08/09
    • Ao nível das cadeias montanhosas, como não se verificam anomalias gravimétricas positivas, admite-se que, por debaixo da montanha visível, existam profundas raízes dessas montanhas, formadas por rochas pouco densas. Essas raízes são muito maiores do que a zona saliente visível e mergulham no manto mais denso. Nuno Correia 08/09
    • Nuno Correia 08/09
    • Nuno Correia 08/09
    • Concluindo De um modo geral, as anomalias gravimétricas são: POSITIVAS NOS OCEANOS e, NEGATIVAS NOS CONTINENTES Valores registados pelo gravímetro e corrigidos, eliminando o efeito topográfico. Nuno Correia 08/09
    •  Este método é utilizado na pesquisa de recursos minerais, cuja densidade é bastante diferente da das rochas encaixantes. The Wieliczka, Pl - Salt Mine, Panasqueira, Fundão, Pt Nuno Correia 08/09
    • Actividade Prática Link http://www.globalchange.umich.edu/globalchange1/current/lectures/topography/isostasy.swf Nuno Correia 08/09