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  • 1. Pequeno Dicionário daAlimentação Saudável
  • 2. AcessívelÉ fundamental que os ambientes em que as pessoas vivem, estudam,trabalham sejam ambientes que facilitem o acesso à alimentaçãosaudável, seja por meio de programas públicos de alimentação comoa alimentação escolar ou alimentação do trabalhador, seja por meioda contratação de serviços. Ter opções de comércio para comprartambém facilita o acesso. Por exemplo, a presença de sacolões oufeiras livres favorece o consumo de frutas, legumes e verduras.Além do acesso físico, é essencial refletir sobre o acesso econômico àalimentação adequada. Quando a compra dos alimentos necessáriosàs pessoas ou famílias compromete o acesso a outros bens básicos, aalimentação saudável está ameaçada, ou seja, podemos dizer queesta família ou pessoa apresenta um certo grau de insegurançaalimentar e nutricional que pode comprometer sua saúde.Alimentação saudável tem que ser antes de tudo acessível, incluindoo acesso à água de qualidade!
  • 3. AcessívelTexto LinkA segurança alimentar enutricional e o direitohumano à alimentaçãoadequada no Brasil- Dimensão 4:Acesso à alimentaçãoadequada – p.14http://www2.planalto.gov.br/consea/biblioteca/publicacoes/a-seguranca-alimentar-e-nutricional-e-o-direito-humano-a-alimentacao-adequada-no-brasilÁgua para a vida - Águapara todos.http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?2986Cartilha SAE 2009 – Água:alimento essencial à vidahttp://reanerj.blogspot.com.br/p/semana-de-educacao-alimentar-sea.htmlSugestão de atividade:• Demonstrar com materiais o percentual de água potável disponível para o consumo no planeta: 1 garrafa plástica de2 litros – toda água do planeta (doce e salgada); 1 copo de 200ml – somente água doce (2,7%); 1 copo de 50 ml – águadoce de fácil acesso (0,26%) e 1 tampa de garrafa – água potável (0,02%). Elaborar com o grupo as conclusões sobre aobservação.•Pedir ao grupo para responder a pergunta: “Você tem fome de quê?”, registrando as respostas em painel, em seguidaouvir a música COMIDA (Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Brito) e debater sobre a questão do acesso àalimentação.
  • 4. BonitaÉ comum dizer: “primeiro, comemos com os olhos”! Embora abeleza seja um valor muito subjetivo, ao pensar em alimentaçãosaudável, é fundamental pensar na forma de apresentação dacomida e nos ambientes em que as pessoas realizam asrefeições. Algumas vezes o interesse por um alimento podemudar simplesmente em função do corte ou da textura em queeste é apresentado. Misturar as cores dos alimentos também éuma forma de tornar a alimentação mais atraente.A alimentação é uma prática que envolve os sentidos. Aoescolher, ao preparar e ao saborear os alimentos, estimulamos avisão, o tato, o olfato, o paladar e a audição.Alimentação é uma arte!
  • 5. BonitaTexto LinkOs sentidos da comida:será que só a fome é otempero do alimento?http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/media/1%20-%20os%20sentidos%20da%20comida.pdfEsta é uma revista produzida pelos alunos daFaculdade de Comunicação Social da PUC-Rio. Este número foi todo sobre alimentação.Para acessar a revista completa: http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/media/ecletica%20n%C2%BA22%20completa.pdfGuia alimentar para apopulação brasileira doMinistério da Saúde –Atributos da alimentaçãosaudável – p.35http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdfSugestões de atividades:•Levantar sugestões sobre como tornar as preparações diárias mais atrativas, a partir de imagens de pratos coloridos,bonitos e com alimentos variados.•Discutir os diferentes significados da frase: “Comer com os olhos”.
  • 6. CulturalA alimentação saudável deve atender as necessidades biológicas paramanter o corpo funcionando bem e também atender as necessidadesculturais. A cultura é entendida pelo conjunto de manifestações queexpressam o modo de vida dos grupos sociais. Portanto, a dimensãocultural da alimentação saudável refere-se aos diferentes significadose valores que as pessoas atribuem aos alimentos. Esses significadossão construídos de acordo com suas próprias histórias de vida einfluenciam suas práticas alimentares de diferentes maneiras.Constituem mitos, tabus, crenças, costumes e práticas que compõemo saber popular sobre a alimentação.Talvez a forma mais concreta de expressão desse saber, seja aculinária. A valorização de um ou outro alimento, a forma de preparare de comer traduzem aspectos da identidade cultural de pessoas ougrupos. As pessoas não comem nutrientes e sim comida. As comidasremetem à memórias, sensações, experiências e aprendizados.Por isso, a valorização das receitas de família e o resgate da culináriano cotidiano são ações essenciais de promoção de alimentaçãosaudável!
  • 7. CulturalTexto LinkCultura alimentar:contribuições daantropologia daalimentaçãohttp://www.unimep.br/phpg/editora/revistaspdf/saude13art05.pdfSabores e lembranças -narrativas sobrealimentação, saúde ecultura.http://www.crde-unati.uerj.br/publicacoes/pdf/Sabore.pdfSugestões de atividades:•Promover a ciranda de receitas: solicitar que os participantes tragam receitas tradicionais de sua família, explicando omotivo da escolha. Realizar vivências culinárias com essas receitas.• Levantar os diferentes significados da alimentação a partir das consignas: Comida de pobre; comida de rico; comidade escola; comida de doente, comida de festa ... As respostas podem ser registradas em um painel para apoiar adiscussão. As consignas podem ser alteradas de acordo com a realidade do grupo e o objetivo da discussão.
  • 8. (um)Direito humanoQualquer um de nós tem o direito humano de obter acesso digno aalimentos de qualidade, em quantidade suficiente e com regularidadeassegurada. Entre os direitos humanos já conquistados estão alimentação,moradia, saúde, educação, informação, trabalho digno e liberdade. Umapessoa só tem uma vida digna se os seus direitos universais forem garantidose respeitados. Por exemplo, dar de comer a uma pessoa não garante,necessariamente, o seu direito humano à alimentação, pois não assegura adignidade humana. Crianças, pessoas doentes ou com deficiência, pessoasque vivem em asilos ou hospitais e outras que não possuem autonomia paraproduzir ou comprar seu próprio alimento também têm o direito humano aalimentar-se com dignidade. A falta de acesso à alimentação expressa o graude desigualdade social de uma população. Alguns mecanismos podem seracionados para fazer cumprir este direito quando ele é negado, tais comoconselhos de controle social, como o conselho de saúde, tutelar ou desegurança alimentar e nutricional; ou outras instâncias como sindicatos,associações e o Ministério Público.Alimentação saudável é uma alimentação justa!
  • 9. (um)Direito humanoTexto LinkDireito humano àalimentação adequada esoberaniaalimentarhttp://www.consears.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/02_Programa-de-Formação-de-Delegados-à-IV-CNSAN-Texto-DHAA.pdfDireito humano àalimentação adequada –faça valerhttp://www4.planalto.gov.br/consea/publicacoes/folheto-direito-humano-a-alimentacao-adequadaLei de segurançaalimentar e nutricionalhttp://www2.planalto.gov.br/consea/biblioteca/publicacoes/cartilha-losan-portuguesSugestões de atividades:•Expressar por meio de uma atividade artística (teatro, música, paródia, desenho) o entendimento sobre “por quecomer é um direito humano”.•Promover a projeção e debate dos seguintes filmes: Ilha das flores (Jorge Furtado, 1989) e Comer é um direito(disponível em: http://www.educacaoamesa.org.br ).
  • 10. EquilibradaAtualmente, são muitas as recomendações sobre alimentação saudáveldivulgadas por profissionais de saúde, televisão, livros, revistas, internetetc. São tantas informações que, às vezes, geram mais confusão do queconsensos. Por isso, o Ministério da Saúde produziu o Guia Alimentarpara a População Brasileira. Este documento é importante porque definiuconsensos entre vários setores sobre as principais diretrizes dealimentação saudável.No entanto, cada pessoa apresenta uma necessidade diferente e umadeterminada relação com o alimento.Uma alimentação saudável precisa ser capaz de equilibrar asrecomendações técnicas e as necessidades individuais, com criatividade eflexibilidade. As diretrizes básicas são fundamentais para o planejamentode ações direcionadas a um coletivo. No cuidado nutricionalindividualizado, as diretrizes precisam ser adaptadas ao contexto de vida.O respeito à autonomia e à participação das pessoas neste processo sãofundamentais para alcançar o equilíbrio entre o ideal e o real.
  • 11. EquilibradaTexto LinkGuia alimentar para apopulação brasileira –princípios – p.29http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdfGuia alimentar para apopulação brasileira –como ter umaalimentação saudávelhttp://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_bolso.pdfSugestões de atividades:•Estimular uma auto-reflexão a partir do preenchimento do teste “como está sua alimentação?” (presente no guiaalimentar de bolso).• Solicitar que os participantes montem um prato equilibrado, seguindo as diretrizes do Guia Alimentar para aPopulação Brasileira, utilizando gravuras de alimentos.
  • 12. FestivaA alimentação é uma das principais formas de comemorar. Cada festa temseu próprio repertório de cardápios. Podemos pensar em tantas festas nonosso país: festa junina, festa do boi, oktoberfest, festa do tomate, domarreco... Muitas estão atreladas às crenças religiosas de algum grupo,sugerindo o consumo de determinado alimento ou até mesmo o jejum.Em casa, as receitas tradicionais são preparadas para as festas familiares.Receber e visitar amigos requer o planejamento de um cardápio especial.Uma festa de aniversário ou casamento tem sempre um bolo e docinhos e osconvidados sabem que a festa acabou quando essas preparações sãoservidas. Em algumas culturas, os velórios são realizados com oferta dealimentos.Em ambientes de trabalho, as refeições podem ser espaços para articulação etomada de decisões ou um momento de descontração e confraternização.Por isso, as vivências culinárias podem ser uma excelente estratégia para apromoção de alimentação saudável: mobilizam os sentidos, remetem àlembranças e sensibilizam para novas possibilidades.A alimentação é celebração da vida!
  • 13. FestivaTexto LinkFestas culturais: tradições,comidas e celebrações.http://www.uesc.br/icer/artigos/festasculturais_mercia.pdfSugestões de atividades:• Pesquisar tradições festivas da cultura brasileira, destacando suas preparações e bebidas características. Osachados podem ser expostos na forma de murais e cartazes.• Realizar uma vivência culinária escolhendo uma preparação de uma festa tradicional.
  • 14. GostosaPara ser saudável, a alimentação precisa ser gostosa. Muitaspessoas dizem “tudo que é gostoso faz mal”, mas isto é ummito. A alimentação do dia a dia do brasileiro como arroz,feijão, carne, legumes e frutas é saudável e gostosa. Noentanto, um desafio que encontramos atualmente para apromoção da alimentação saudável é o elevado consumo dealimentos industrializados. O excesso de açúcar, de sal, degorduras e de aditivos químicos presentes nestes alimentosacabam alterando o paladar (fenômeno conhecido comohiperpalatabilidade) e causando estranhamento ao sabornatural dos alimentos, principalmente por crianças.Ao pensar em receitas e cardápios que promovam a saúde,não se pode perder de vista que é preciso atrair o olhar eagradar o paladar!
  • 15. GostosaTexto LinkCartilha da Semana deAlimentação Escolar –2006 - Culinária, saúde eprazerhttp://200.141.78.79/dlstatic/10112/126881/DLFE-2011.pdf/sae06.pdfA culinária como objetode estudo e deintervenção no campo daAlimentação e Nutriçãohttp://www.scielo.br/pdf/csc/v16n1/v16n1a13.pdfSugestões de atividades:• Fazer um bolo com ingredientes diferentes do tradicional (agrião ou feijão ou beterraba ou abobrinha...)Estimular a análise sensorial do bolo respondendo a pergunta “Tem gosto de quê?”•Assistir ao filme Ratatouille (Brad Bird, 2007) destacando as possibilidade da culinária na formação do paladar.
  • 16. (respeita o)Hábito alimentarO hábito alimentar é aprendido, construído e modificado ao longo da vida.É influenciado pelas experiências que as pessoas vivenciam em diferentescontextos, como o ambiente em que estudam ou trabalham; pela religião,pela propaganda...Alguns tendem a manter hábitos por mais tempo, outros já são maisflexíveis às mudanças. Alguns hábitos são mais fáceis de mudar do queoutros. É possível incorporar novos hábitos como deixar de lado hábitosantigos ou até misturá-los. Os hábitos alimentares podem se modificar otempo todo, a qualquer tempo.Atualmente utiliza-se mais o termo práticas alimentares, que se referemtanto aos alimentos escolhidos quanto às formas de preparar, de servir e decomer. Expressam melhor esse dinamismo que está em função do cotidianode vida das pessoas e das diferentes estratégias utilizadas para cuidar daprópria alimentação ou da alimentação da família.
  • 17. (respeita o)Hábito alimentarTexto LinkCultura e alimentação ou oque têm a ver osmacaquinhos de Koshimacom Brillat-Savarin?http://www.scielo.br/pdf/ha/v7n16/v7n16a08.pdfSugestões de atividades:• Levantar os diferentes significados da alimentação a partir das consignas: como e gosto; como e não gosto; nãocomo e gosto; não como e não gosto. As respostas podem ser registradas em um painel para apoiar a discussãosobre diferentes hábitos, tabus, preconceitos e crenças sobre alimentação.• Cantar a música “Família” (Titãs) e debater sobre a influência dos hábitos familiares em nossa alimentação.
  • 18. Alimentos in natura são aqueles que compramos frescos em feira livre, sacolão,açougue, peixaria... Ao longo do tempo, a indústria foi aumentando a produção dealimentos industrializados ou processados, que são mais vendidos nos grandessupermercados. Para aumentar o tempo de prateleira destes alimentos e aumentar olucro destes fornecedores, a indústria passou a manipular ou processar os alimentosretirando ou adicionando partes dos próprios alimentos ou até outras substâncias(aditivos químicos) para conservar, alterar a cor ou o sabor, engrossar a consistência,aumentar ou diminuir a umidade...Os alimentos industrializados podem ser divididos em:- minimamente processados – aqueles que são submetidos a algum processo parapreservá-los ou torná-los mais acessíveis e seguros. Ex.: arroz, feijão, carne fresca, leite...- ingredientes culinários – aqueles que, geralmente, não são consumidos puros; sãoutilizados como ingredientes no preparo de pratos constituídos por alimentos frescos eminimamente processados. Ex.: óleos, gorduras, farinhas, massas, féculas, açúcares...- ultraprocessados – aqueles que são confeccionados com base nos ingredientesculinários acrescidos de pequenas quantidades de alimentos minimamente processados,de sal ou de outros conservantes. Ex.: biscoitos, refrigerantes, cereais matinais, docesem geral, sorvetes...Os alimentos in natura são a base de uma alimentação saudável!(privilegia alimentos)In natura
  • 19. (privilegia alimentos)In naturaTexto LinkConceito de alimento natural ealimento industrializado: umaabordagem sóciocomportamentalhttp://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2007_TR610460_9791.pdfCartilha Semana de AlimentaçãoEscolar 2010 – Alimentosindustrializados: mitos e verdadescartilhasae2010versaofinalparadivulgacao-120306081540-phpapp01.pdfSugestão de atividade:• Realizar oficinas culinárias para elaborar preparações caseiras, com alimentos in natura, similares às preparaçõesindustrializadas disponíveis no mercado. Exemplos: molho de tomate caseiro, iogurte, coalhada, sorvetes e sucosde frutas naturais. Após a preparação e a degustação, conversar sobre as vantagens do uso de alimentos in naturapara saúde e para o ambiente.
  • 20. (valoriza o)JantarAlgumas pessoas vêm dedicando menos tempo ao preparo das própriasrefeições. Atualmente, algumas moradias são construídas até sem cozinha ousomente com uma copa. Com isso, temos observado o aumento das práticas decomer fora de casa, pular refeições e substituir refeições por lanches,principalmente no caso do jantar.Em geral, essas trocas costumam privilegiar alimentos mais calóricos e maisindustrializados com mais gorduras e açúcares e menos fibras, vitaminas eminerais.Cada refeição tem seu valor específico: o café da manhã serve para quebrar ojejum do período noturno; o almoço, a principal refeição do dia, fornece amaior parte das calorias que necessitamos para as atividades diárias e o jantar,em geral, a última refeição antecede o jejum da noite. Dependendo da rotinade cada pessoa, entre as grandes refeições podem ser realizados pequenoslanches para evitar a fome exagerada na próxima refeição, o que pode levar apessoa a comer demais. Além da função nutricional, as refeições tambémservem como momento de integração da família ou de reflexão e descansoentre as atividades do dia.Valorizar as refeições e a prática de produzir o próprio alimento ajuda a tornara alimentação mais saudável!
  • 21. (valoriza o)JantarTexto LinkGuia alimentar para apopulação brasileira –Diretriz 1 – p.39http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdfAlimentação fora dodomicílio deconsumidores domunicípio deCampinas, São Paulohttp://www.scielo.br/pdf/rn/v24n2/a10v24n2.pdfSugestões de atividades:• Entrevistar as pessoas mais idosas da comunidade sobre como eram realizadas as refeições em sua época decriança.•Discutir com o grupo os resultados encontrados em uma enquete realizada com pessoas da comunidade, com asseguintes questões:-Quantas e quais refeições são realizadas ao longo do dia?-Com quem?-Onde?-De que maneira?
  • 22. (começa com)Leite maternoDepois do nascimento, a alimentação saudável começa com leite materno! Oaleitamento materno promove a saúde e previne doenças para a mãe e para obebê. Quando mama, o bebê se alimenta dos melhores nutrientes para seucrescimento, recebe da mãe várias defesas para doenças da infância e da vidaadulta e o mais importante: se sente seguro e protegido. O ato de amamentarfavorece a relação afetiva entre mãe e filho.No entanto, alguns familiares podem achar que o leite materno não é o maisadequado para seus bebês e podem até criar dificuldades para as mãesamamentarem. Por isso, é tão importante apoiar as mães neste momento. Osprofissionais de maternidades, bancos de leite humano e unidades de saúdepodem orientar sobre as principais dúvidas. Outros profissionais, escolas e crechespodem valorizar a amamentação. A melhor forma da creche incentivar oaleitamento materno é apoiando a mãe que deseja continuar amamentando.Algumas políticas públicas foram criadas para garantir o aleitamento maternocomo os hospitais e unidade básicas amigas da amamentação; a formação deprofissionais de saúde; a licença amamentação; o direito de amamentar o filho nolocal de trabalho; a propaganda do aleitamento materno... mas cada um podecontribuir formando uma rede de apoio social neste momento tão definitivo davida.
  • 23. (começa com)Leite maternoTexto LinkPromovendo oaleitamento maternohttp://www.fiocruz.br/redeblh/media/albam.pdfCartilha para mãetrabalhadora queamamentahttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cartilha_mae_trabalhadora_amamenta.pdfAleitamento materno-Projeto Com Gosto deSaúdehttp://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc/exibeConteudo?article-id=127650Sugestões de atividades:• Solicitar que os alunos construam um mural com fotos e/ou imagens sobre amamentação e identifiquem o queas imagens sugerem sobre este ato.•Convidar uma mãe que esteja amamentando ou que já tenha amamentado a relatar sua experiência.
  • 24. (comercializada em)MercadosMercado é o local onde agentes econômicos (vendedores e compradores) seencontram para trocar mercadorias por outras ou um equivalente geral do valor (bensou, em geral, dinheiro). As feiras livres contemporâneas conservam características dosprimeiros mercados que se tem conhecimento, como a montagem provisória e opredomínio dos gêneros alimentícios nos itens de troca. Esse traço foi conservado naconstrução de espaços permanentes para a comercialização de mercadorias paraconsumo imediato, tanto nos entrepostos atacadistas (como os mercados públicos e ascentrais de abastecimento) quanto nas mercearias e supermercados varejistas. Outrotipo de mercado de gêneros alimentícios são as bolsas de mercadorias, que focam nocomércio de commodities. Nelas, ao contrário dos estabelecimentos atacadistas evarejistas, as mercadorias negociadas não estão fisicamente presentes e podem até sercomercializadas antes da sua produção, com base na expectativa do seu preço em umadata futura. No entanto, existem estratégias que se distanciam dessa lógica. Destaca-sea aproximação entre produtores e consumidores por meio do chamado “circuito curto”(feiras de agricultores ou grupos de consumidores que realizam compras coletivasdiretamente dos produtores). Estas iniciativas, por um lado, permitem melhorescondições de venda e, por outro, possibilitam a compra de alimentos da safra, o que éfundamental para uma alimentação saudável e para a sustentabilidade socioambientaldas culturas agrícolas. A maior ou menor disponibilidade de alimentos e as formascomo eles são produzidos para a população influenciam e são influenciadas pelaspolíticas agrícola, agrária e econômica dos países.Portanto, não se esqueça: toda compra, por menor que seja, é um ato político!
  • 25. (comercializada em)MercadosTexto LinkAções públicas locaisde abastecimentoalimentarhttp://www.ieham.org/html/docs/Ac%E7%F5es%20P%FAblicas%20Locais%20de%20Abastecimento%20Alimentar%20-%20POLIS%205.pdfSugestões de atividades:• Visitar as diferentes opções de comércio de alimentos, tais como: sacolão, feira, supermercado, entrepostos deabastecimento (CADEG, CEASA, COBAL) e comparar as principais diferenças (alimentos oferecidos, arrumação dasmercadorias, formas de pagamento, relação entre o consumidor e o fornecedor etc).•Conhecer o funcionamento da Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro.
  • 26. NutritivaNutrientes são partes integrantes dos alimentos. Tradicionalmente, essa dimensãoda alimentação saudável foi a mais valorizada. No entanto, de tempos para cá,nutricionistas, economistas, jornalistas e antropólogos têm trazido para o debate dosatuais problemas de saúde, fortes críticas a esta ideia, por desconsiderar aspectoseconômicos, ambientais e sócio-culturais da alimentação.Como consequência, uma grande questão enfrentada nos dias de hoje é aincorporação pela mídia do discurso científico e a sua relação com a medicalizaçãoda alimentação. Quando falamos em medicalização, não se trata de um assuntorestrito a medicamentos, remédios, mas de um processo por meio do qual questõesde diferentes naturezas são reduzidas à lógica médica.Temos como um exemplo bem próximo, o caso dos estudos sobre a funcionalidadedos alimentos, em que são identificados os benefícios à saúde de alguns compostosquímicos, sendo atribuído maior ou menor valor aos alimentos de acordo com essascaracterísticas. É o discurso do “tenho que comer para”. Esse tipo de abordagemserviu (e ainda serve) de base para legitimar diferentes ações da indústria dealimentos, relacionadas às formas de manipular os nutrientes e criar novos produtospara o consumo. Por isso, muitas pessoas acreditam que a alimentação saudável écara e que devem incorporar vários produtos à sua alimentação diária, o que não éverdadeiro. Alimentação nutritiva é a alimentação tradicional do brasileiro: arroz,feijão, algum tipo de carne, legumes, verduras e frutas!
  • 27. NutritivaTexto LinkAlimentação e globalização:algumas reflexõeshttp://cienciaecultura.bvs.br/pdf/cic/v62n4/a14v62n4.pdfRepresentações sociais daalimentação e saúde e suasrepercussões nocomportamento alimentarhttp://www.scielo.br/pdf/physis/v7n2/04.pdfCartilha Semana deAlimentação Escolar 2010 –Alimentos industrializados:mitos e verdadescartilhasae2010versaofinalparadivulgacao-120306081540-phpapp01.pdfSugestão de atividade:•Convidar o grupo a compor um Tribunal do Júri: identifica-se um voluntário para ser o juiz, três ou cincopara compor o júri e entre o restante, metade do grupo fará a defesa e a outra metade fará o ataque daquestão em julgamento. Podem ser “julgadas” questões como:- Cozinhar está fora de moda?- É possível combinar alimentação saudável e prazer?- Os alimentos industrializados são necessários?- A mídia e a propaganda de alimentos influenciam as práticas alimentares atuais?
  • 28. OportunaA alimentação é oportuna quando utiliza um momento apropriado ou favorávelpara apresentar, introduzir ou modificar determinado alimento nas suas diferentesconsistências ou formas de preparo. As mudanças no ciclo de vida colocam anecessidade de algumas adaptações e cuidados. Isso também pode acontecer emcertas situações especiais de saúde.A gestante torna-se responsável pela sua alimentação e do bebê. O aleitamentomaterno requer apoio e orientação. Após os seis meses de aleitamento maternoexclusivo, a introdução de alimentos complementares é um momento essencialpara as práticas alimentares no decorrer da vida. A partir dessa idade, a criançaentra em contato com hábitos diferentes da família e a cada ano que se passa novosdesafios são lançados, como a alimentação oferecida pela escola ou escolhida pelosamigos. Na adolescência, a alimentação é um ritual de aprovação social no grupo euma forma de conseguir mais autonomia em relação à família. Na vida adulta, arotina de trabalho requer praticidade para cuidar da alimentação em casa. Aoenvelhecer, a relação com a alimentação pode ser modificada em função dasmudanças no corpo ou das condições de saúde.Todos estes momentos são diferentes e requerem atenção e cuidado. A alimentaçãoé oportuna quando consegue atender a estas mudanças de maneira favorável epromover saúde!
  • 29. OportunaTexto LinkAlimentação saudávelpara gestantes: siga os10 passoshttp://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/10passosGestantes.pdfGuia para menores de 2anoshttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/10_passos.pdfCaderneta de saúde doadolescente - meninoshttp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cardeneta_meninos.pdfCaderneta de saúde doadolescente - meninashttp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cardeneta_meninas.pdfGuia alimentar para apopulação brasileirahttp://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdfAlimentação parapessoa idosahttp://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/asaudavel_p_idosa.pdfSugestão de atividade:• Assistir aos vídeos Fases do Ciclo da Vida I (Gestantes e Crianças) e Fases do Ciclo da Vida II (AlimentaçãoSaudável da adolescência à Terceira Idade), disponíveis em http://www.educacaoamesa.org.br. Discutir sobre aalimentação saudável nas diferentes fases do ciclo de vida.
  • 30. PrazerosaA alimentação é uma das principais fontes de prazer do serhumano. A comensalidade que significa, comer junto, é uma dasmarcas do ritual de alimentação humana e uma das condiçõespara o prazer de se alimentar. É muito frequente o relato deidosos, que apresentam desinteresse em se alimentar quandoficam viúvos ou sem parentes em casa. Alguns adultos que moramsozinhos, também acham difícil preparar comida para uma sópessoa. A dimensão de prazer da alimentação pode estar emcomer ou em preparar a comida para alguém.Ao se alimentarem, as pessoas buscam nutrir o corpo e a alma eneste sentido, a alimentação é uma prática social que nosrelaciona até de uma forma espiritual, é uma comunhão.Esta é uma dimensão que não se pode perder de vista quando aspessoas precisam fazer restrições alimentares por motivos desaúde. Alimentação saudável também ter que ser prazerosa!
  • 31. PrazerosaTexto LinkComensalidade: refazer ahumanidadehttp://leonardoboff.com/site/vista/2008/abril18.htmAlimentação ecomensalidade: aspectoshistóricos eantropológicoshttp://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252010000400009Sugestão de atividade:• Solicitar que os participantes tragam fotos de comemorações com a família ou amigos em torno da alimentação.•Discutir sobre o prazer na alimentação, com base na leitura das crônicas: Comida de Alma (Nina Horta) e Crônicado Ovo (Luis Fernando Veríssimo).
  • 32. Qualidade de vidaAtualmente, é muito comum escutar programas de TV ou profissionais desaúde, abordando a alimentação como fator que pode prevenir ou provocardoenças crônicas como obesidade, diabetes, hipertensão arterial e alguns tiposde câncer. É preciso lembrar que além da alimentação existem outros fatoresque também influenciam neste processo, como a prática de atividade física,consumo de álcool, uso do tabaco, stress, condições genéticas, entre outros...No entanto, alimentação é muito mais do que um fator de risco! Aalimentação está na base das relações humanas e os alimentos precisam servistos para além dos seus nutrientes. Neste sentido, as práticas alimentares,além do aspecto nutricional, podem contribuir para a construção dehabilidades pessoais essenciais para a promoção da saúde, como por exemplo:fazer um lanche com amigos pode facilitar a aprovação social de um grupo dejovens; preparar uma receita de família pode aumentar a autoestima junto afamiliares; organizar um piquenique ou um café da manhã pode contribuirpara ampliar a rede de convívio social de algumas crianças e famílias; boicotaro consumo de certos alimentos pode ampliar o senso crítico de jovens;aprender novas receitas pode ampliar a autonomia de idosos ou pacientes comtranstornos mentais.Alimentação saudável, além de prevenir doenças, deve promover saúde equalidade de vida!
  • 33. Qualidade de vidaTexto LinkQualidade de vida e saúde:um debate necessáriohttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232000000100002Política Nacional dePromoção da Saúdehttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude_3ed.pdfSugestões de atividades:• Identificar com o grupo momentos em que a alimentação contribui para a qualidade de vida. Refletir sobre osalimentos mais consumidos nestes momentos.• Promover a projeção e o debate de filmes em que podemos perceber as práticas alimentares em diferentescontextos sociais. Algumas sugestões: Como água para chocolate (México, 1992); Estômago (Brasil, 2007); Julia eJulie (EUA, 2009).• Explorar o Rap da Alimentação Saudável criado por alunos da Escola Municipal José Lins do Rego, no Rio deJaneiro. É possível interpretar a letra, cantar, fazer paródias. Disponível em:http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/portal/riomidia/rm_materia_conteudo.asp?idioma=1&idMenu=9&label=Corresponsales&v_nome_area=Corresponsales&v_id_conteudo=64819#
  • 34. RegionalSe pararmos para pensar na alimentação de um gaúcho e de um nordestino,podemos nos surpreender com tantas diferenças. Por ser um país de dimensõescontinentais, o Brasil apresenta uma grande variedade climática, de fauna e deflora. Os biomas brasileiros como as florestas e matas, o cerrado, a caatinga, ospampas e o pantanal apresentam diferentes vantagens e desvantagens para aextração e o plantio de espécies vegetais ou para a criação de espécies animais. Éexatamente essa diversidade que torna nossa alimentação tão rica, sem falar noacesso à água, permitido pelo volume dos rios.Somado ao aspecto físico, as diferentes matrizes que conformaram a criação dopovo brasileiro como índios, quilombolas, caipiras, negros e europeus tambémpermitiram a mistura de receitas e ingredientes tão característica da culináriabrasileira. Tacacá, cuscuz, pamonha, vatapá, moqueca, paçoca, angu, feijoada,frango ao molho pardo, churrasco, barreado – misturas que expressam umpasseio pelo paladar e pela culinária regional brasileira!
  • 35. RegionalTexto LinkAlimentos RegionaisBrasileiroshttp://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/alimentos_regionais_brasileiros.pdfAlimentação e cultura –Projeto Com Gosto deSaúdehttp://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc/exibeConteudo?article-id=127650Sugestão de atividade:• Entrevistar pessoas de outras regiões, perguntando sobre alimentos e preparações típicas e montar um maparegional ilustrado por estas preparações.• Promover a projeção da série “O Povo Brasileiro” (TV Cultura, GNT e Fundação Fundar), baseada no livrohomônimo de Darcy Ribeiro, e o debate sobre as diferenças regionais da alimentação do brasileiro. Vídeodisponível em http://www.youtube.com/watch?v=TcwMZU5Y0iw&list=PL3B904E5070413F07. O DVD, dagravadora Versátil, também está disponível para a venda.
  • 36. SustentávelSustentabilidade é um termo amplo e complexo. Vem sendo usado por diferentespessoas e em contextos diversos. Esta dimensão refere-se às práticas alimentarespromotoras da saúde que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental,cultural, econômica e socialmente sustentáveis. Mas o que seria isso? O aspectoambiental da sustentabilidade envolve não prejudicar o ambiente à volta, compostopelo solo, pela água e pelos seres vivos daquele habitat; o cultural diz respeito àvalorização da cultura local, tanto alimentar, como de costumes de uma maneira geral;o aspecto econômico abarca questões relacionadas à compatibilidade entre padrõesde produção e de consumo, valorização de grupos locais e tradicionais; e, por fim, osocial envolve o respeito às pessoas, a manutenção da qualidade de vida dapopulação, equidade na distribuição de renda e diminuição das diferenças sociais,com participação e organização popular. A sustentabilidade envolve questõesrelacionadas à manutenção da vida, preocupando-se também com gerações futuras.Significa dizer que vale a pena priorizar alimentos cultivados localmente. Significatambém não incluir na base de nossas práticas, alimentos produzidos com veneno,que poluem o meio ambiente e impactam negativamente todas as pessoas que seexpõem a eles durante o processo produtivo: desde os trabalhadores no campo, atéos que bebem de água contaminada. Ao invés disso, alimentos produzidos por meioda agroecologia, que são sustentáveis em todos os aspectos, deveriam ser priorizados.Adotar uma alimentação que respeite esses aspectos da sustentabilidade não cabeapenas aos indivíduos e à população. É preciso que políticas públicas garantam esseacesso!
  • 37. SustentabilidadeTexto LinkO olho do consumidor (CartilhaZiraldo)http://www.sustentabilidade.org.br/imagens/conteudos/File/cartilha_ziraldo.pdfCartilha SEA 2011 -Agroecologia e agriculturafamiliarhttp://reanerj.blogspot.com.br/p/semana-de-educacao-alimentar-sea.htmlCartilha SEA 2012 - Alimentaçãoe Sustentabilidade: multipliqueessa idéia!http://reanerj.blogspot.com.br/Plantando o amanhã – cartilhapara trabalho de basehttp://institutokairos.net/wp-content/uploads/2012/04/AgroCartilhaA5.pdfSugestões de atividades:• Conhecer o trabalho da ONG As-PTA e suas produções como o vídeo “Quintal da D. Leda” (disponível emhttp://www.youtube.com/watch?v=TDsKen05EqU)•Assistir ao filme “O Veneno está na mesa” (Silvio Tendler, 2011) e discutir o impacto dos agrotóxicos nos sistemasalimentares.• Conhecer e divulgar a campanha contra o uso indiscriminado de agrotóxicos (http://www.contraosagrotoxicos.org/).
  • 38. (com)Tempo(rânea)Muitos são os desafios encontrados para cuidar da alimentaçãona vida atual. Falta tempo para comprar, para preparar a atépara comer.Mas o tempo é o mesmo para todos! Até alguns anos atrás,modernidade parecia não combinar mais com alimentaçãopreparada em casa. Cozinhar era tarefa para a mãe ou para a avóque não “trabalhavam”. A mulher moderna, que trabalha fora, seorgulhava em dizer que não sabia cozinhar. De uns anos para cá,algumas mudanças têm sido observadas. Cozinhar em casa temse tornado hobbie de alguns homens, livros de receita têm sidopublicados, programas de TV sobre culinária se multiplicam.Estas iniciativas têm contribuído para o resgate da culinária como tempo possível de cada um. Algumas pessoas estãodescobrindo que o tempo gasto com a alimentação pode serotimizado para o cuidado com a família, para relaxar e paraplanejar a vida pessoal e profissional. Para a promoção daalimentação saudável está colocado o desafio de combinar
  • 39. (com)Tempo(rânea)Texto LinkReflexos da globalizaçãona cultura alimentar:considerações sobre asmudanças naalimentação urbana.http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S141552732003000400011&script=sci_arttextSugestão de atividade:• O consumo de biscoitos e refrigerantes aumentou 400% da década de 70 até os dias de hoje. Promover uma reflexãocrítica sobre as principais mudanças nos hábitos alimentares ao longo do tempo, por meio da exposição de vídeos,análise de propagandas, livros de História, dados de pesquisa etc.•Formar grupos de teatro problematizando cenas do cotidiano sobre alimentação na vida moderna (comer com pressa,comer vendo TV, comer sozinho, substituir refeição por lanche...).•Conhecer a campanha slowfood, disponível em http://www.slowfoodbrasil.com e discutir sobre esta prática.
  • 40. (dimensiona) UtensíliosDo fogão à lenha ao microondas; da colher de pau à espátula desilicone; das panelas de alumínio ao aço inoxidável; da porcelana aoprato descartável; o desenvolvimento de utensílios e equipamentostentou responder a necessidade de maior praticidade na cozinha eàs exigências sanitárias. A própria cozinha ganhou novas formas nascasas, muitas foram reduzidas.Entre a modernização e a tradição, constituiu-se o dilema daalimentação saudável. As consequências dos atuais padrões deconsumo alimentar provocam agora uma retomada da práticaculinária aliada a saúde, ao prazer e a sustentabilidade. O uso deestratégias para garantir maior praticidade e que otimizem o tempodestinado ao preparo das refeições, precisa ser revisto face àscondições de saúde e às questões ambientais. Nem tudo que aindústria produz é realmente necessário para cozinhar e nem tudopromove saúde!
  • 41. (dimensiona) UtensíliosTexto LinkO uso da tecnologia a favorda evolução gastronômicahttp://www.prp.ueg.br/sic2011/apresentacao/trabalhos/pdf/ciencias_sociais_aplicada/sic/csa_sic_o_uso_da_tecnologia_a_favor_da_evolucao_gastronomica.pdfSugestão de atividade:•Solicitar que o grupo pesquise imagens de utensílios e equipamentos de cozinha, antigos e modernos, de maneira apromover uma discussão sobre a evolução desses e quais suas reais necessidades.•Realizar uma vivência culinária: preparar um bolo com a mesma receita, onde um grupo utilizará utensílios modernose o outro utensílios tradicionais (por exemplo, bater a mão ou em batedeira; assar no forno convencional ou emmicroondas). Após a degustação, discutir sobre a textura e o sabor.
  • 42. VariadaQuanto mais variada for a alimentação, melhor! Cadaalimento apresenta uma composição diferente e aovariar os alimentos que comemos, garantimos diferentesnutrientes para o corpo.Além dos nutrientes, a variedade de alimentos evita amonotonia alimentar que pode levar ao desinteressepela alimentação.Portanto, variar a alimentação garante que a produçãode alimentos continue valorizando a diversidade deespécies comestíveis no Brasil e no mundo. Isso éalimentação saudável para as pessoas e para o planeta!
  • 43. VariadaTexto LinkPromoção do consumo defrutas, verduras e legumes: oPrograma “5 ao dia”https://docs.google.com/file/d/0B6XlU48LvyF6RDdycWl4eHhXVTA/editSugestão de atividade:• Estimular que cada indivíduo do grupo leve para um encontro um alimento que nunca experimentou. Os alimentosdevem ser expostos de modo atraente e o grupo deve ser estimulado a provar alguns deles.•Pesquisar sobre os diferentes tipos de um mesmo alimento e debater como incorporá-los na alimentação do dia-dia(por exemplo, milho, feijão, tomate, banana etc).
  • 44. “X” da questãoÉ possível incorporar a alimentação saudável no dia a dia? Este é o“x” da questão.Preocupar-se com a saúde e com o corpo é uma atitude saudável,mas prender-se a padrões estéticos e buscar alcançá-los a qualquercusto pode ser uma grande armadilha. Buscar metas inatingíveispode gerar grande frustração.A grande maioria dos alimentos tem seu lugar numa alimentaçãosaudável, mas todo cuidado é pouco quando se trata de produtosultraprocessados pela indústria (como biscoitos, refrigerantes eoutras bebidas doces, fast food, comidas prontas...)A culinária vem se mostrando como uma estratégia de descontraçãoapós um dia de trabalho. Dedicar um pouco de tempo ao preparodas refeições e aproveitar este momento para relaxar ou conversar,pode deixar a rotina mais leve!Aprender mais sobre combinação de alimentos, plantar em casatemperos naturais e usar a criatividade para inventar novas receitascoloca a alimentação saudável no cotidiano!
  • 45. “X” da questãoTexto LinkÁlbum seriado do MS – Oque é vida saudável?http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/album_seriado_vida_saudavel.pdfObesidade e desnutrição –Projeto Com Gosto de Saúdehttp://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc/exibeConteudo?article-id=127650Sugestão de atividade:• Construir com o grupo uma campanha publicitária sobre alimentação saudável.• Organizar uma gincana com perguntas sobre os temas abordados neste dicionário. As perguntas podem serelaboradas pelo próprio grupo. As perguntas podem ser sorteadas e respondidas alternadamente por cada equipe. Ogrupo vencedor poderá ser premiado com, por exemplo, uma cesta de mudas de temperos.
  • 46. ZelosaAlimentar é uma forma de cuidar! Cuidar da alimentação éuma forma de demonstrar afeto!Além da comida em si, o ambiente em que a alimentação éproduzida ou servida e as relações que se estabelecementre quem produz a comida e quem come interferemtambém no gosto da alimentação.Se a comida é bem-feita, mas o ambiente é mal cuidado ouas pessoas que servem não são cuidadosas, a aceitação ficaprejudicada.Assim ocorre com a comida servida em uma escola, em umrestaurante, em um hospital, no ambiente de trabalho ouaté mesmo em casa.Ao ficar doente, a comida especial preparada por umparente ou amigo trás aconchego, cuidado e carinho.Preparar um alimento é um ato de doação, partilha esolidariedade entre as pessoas!
  • 47. ZelosaTexto LinkPráticas alimentares e ocuidado da saúde: daalimentação da criança àalimentação da famíliahttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-38292004000100008&lang=ptSugestão de atividade:• Solicitar que o grupo escreva num papel um alimento ou uma preparação que remeta a uma lembrança, como nofilme Ratatouille (2007) quando Ego (crítico gastronômico) prova o prato Ratatouille recordando memórias de suainfância após a primeira garfada. Discutir com o grupo os sentimentos despertados pela alimentação.• Encomendar uma pesquisa sobre músicas que associem comida e zelo/cuidado/afeto e que possam ser utilizadas: emum programa de rádio comunitária, promovendo um debate sobre este tema; como trilha sonora de vivênciasculinárias; ou para animar encontros do grupo, como por exemplo um piquenique.
  • 48. Referências bibliográficas• BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate àFome/Ministério da Saúde/Fundação Roberto Marinho. Educação à Mesa.Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, 2004.• CASTRO, I.R.R; CASTRO, L.M.C.; GUGELMIN, S.A. Ações educativas,programas e politicas envolvidos nas mudanças alimentares. In: GARCIA,R.WD.; CERVATO-MANCUSO, A.M.(org.). Mudanças alimentares eeducação nutricional. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011, p.18-34.• RIO DE JANEIRO. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. SecretariaMunicipal de Saúde. Instituto de Nutrição Annes Dias. Projeto Com Gostode Saúde: Alimentação e Cultura; Alimentação Saudável; AleitamentoMaterno; Obesidade e Desnutrição. Rio de Janeiro, PCRJ: 2000; 2001;2004.• RIO DE JANEIRO. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. SecretariaMunicipal de Saúde. Instituto de Nutrição Annes Dias. Semana deAlimentação Escolar. Rio de Janeiro, PCRJ: 2008; 2009; 2010; 2011.
  • 49. EXPEDIENTERealizaçãoSecretaria Municipal de Saúde do Rio de JaneiroSubsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância emSaúdeSuperintendência de Promoção da SaúdeInstituto de Nutrição Annes DiasUniversidade do Estado do Rio de JaneiroInstituto de NutriçãoNúcleo de Alimentação e Nutrição EscolarPesquisa, redação e revisãoLuciana Azevedo Maldonado – INAD/SMS-RJ e INU/UERJAna Maria Ferreira Azevedo – INAD/SMS-RJThiago B. Barreto Pereira – INAD/SMS-RJCamilla Maranha – doutoranda IMS/UERJPaulo Cesar P. de Castro Junior – INAD/SMS-RJMariangela Valente – bolsista NUCANE/INU/UERJValeria Terra – SME/Duque de CaxiasRute Costa – UFRJ/MacaéMaria Fatima Menezes – INU/UERJGeila Cerqueira Felipe – INAD/SMS-RJAnna Beatriz Antunes - bolsista NUCANE/INU/UERJLara Vieira- bolsista NUCANE/INU/UERJJessica Marinho - bolsista NUCANE/INU/UERJIsabel Nascimento – bolsista NUCANE/INU/UERJApoioRede Estadual de Alimentação e Nutrição Escolar doRio de JaneiroApoio financeiroFAPERJProjeto GráficoCena Tropical ComunicaçõesMaterial disponível em:www.inad-smsdc.blogspot.com.brwww.reane-rj.blogspot.com.br

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